A MANIA PS DOS AEROPORTOS

O candidato à Câmara Municipal de Coimbra, sr. Manuel Machado, insiste na construção de um aeroporto no seu município. A mania dos aeroportos e das obras megalomaniacas parece ter-se tornado endémica nas hostes do PS. Mas num país que atravessa sérias dificuldades como Portugal o desperdício de dinheiros públicos constitui um verdadeiro crime económico.
Na região de Coimbra não existe nem um único posto de abastecimento de veículos a gás natural, apesar do custo modesto da sua instalação. No entanto, é este mesmo município que – sob a gestão do sr. Machado – gasta dez vezes mais do que o necessário com a compra de autocarros monstruosamente caros para a linha do Mondego: todos com tracção eléctrica.
O aeródromo de Cernache não é suficientemente bom para o sr. Machado. É preciso gastar mais. Os empreiteiros agradecem.
16/Setembro/2021

PROTEGER CRIANÇAS E JOVENS DA VACINAÇÃO

Está em curso uma Ação Popular para suspender a vacinação de crianças e jovens com menos de 18 anos.  Qualquer cidadão pode subscrevê-la. Para aderir clique em pelascriancasejovensnapandemia.pt/.  Há razões sérias para afirmar que o risco das vacinas em jovens é 600% superior ao risco de Covid .
11/Setembro/2021

CARLOS COSTA (1928-2021)

Carlos Costa, falecido dia 6 no Algarve, foi um revolucionário integral, um organizador, um homem lúcido e combativo. Toda a sua vida foi dedicada à luta anti-fascista e à causa da emancipação dos trabalhadores, tendo enfrentado muitos anos de prisão por causa disso. Ficou célebre a sua fuga da prisão de Peniche, em 1960, junto com outros dirigentes do PCP. Resistir.info apresenta a Margarida Tengarrinha, sua viúva, as mais sentidas condolências.
7/Setembro/2021


O ANIVERSÁRIO DE UM CRIME E O SEU ENCOBRIMENTO

Há 20 anos, em 11 de Setembro de 2001, verificaram-se as demolições controladas de três edifícios do World Trade Center de Nova York; o ataque ao Pentágono através de um objecto voador sem asas e com capacidade perfurante e o desaparecimento de um avião nos EUA. Foi o crime do século. Os que o planearam e o cometeram eram indivíduos dentro do aparelho de Estado dos EUA – foi um inside job. Os seus planeadores queriam forjar uma operação de falsa bandeira – e disseram-no claramente no Project for A New American Century, o road map elaborado por Dick Cheney, D. Rumsfeld e outros.

Ninguém pode se deixar convencer pelas pseudo-explicações disparatadas propaladas pelo governo americano, como se dois edifícios com estrutura de aço pudessem ruir com incêndios provocados por choques de aviões e um terceiro, o de número 7, ruísse "por simpatia" com os outros dois; ou como se um avião que ninguém viu e de que não há vestígios se houvesse chocado com Pentágono.

O segundo capítulo desta história é o encobrimento do crime. Durante 20 anos os media corporativos fizeram e fazem silenciamento ou desinformação. Nenhum dos chamados jornalistas "de investigação" dos media corporativos debruçou-se sobre o caso. A censura é total. Para estes media, o 11/Set é assunto tabu. O seu servilismo face ao poder é absoluto. É importante recordar o episódio do 11/Set pela importância que teve para "justificar" as guerras de agressão que se seguiram (Jugoslávia, Iraque, Líbia, Somália, Iémen, ...), as mudanças de regime por meio de "revoluções coloridas", a fascistização dos EUA no plano interno (Patriot Act, criação do Ministério da Segurança Interna, leis de espionagem e devassa sistemática dos cidadãos, estabelecimento de censura dos chamados media sociais, etc).

Só os media alternativos e investigadores sérios dos EUA – engenheiros, arquitectos, físicos e muitos outros profissionais – analisam e denunciam as mentiras do governo estado-unidense. O avanço do nazismo na Alemanha deveu-se também a uma operação de falsa bandeira: o incêndio do Reichstag, em 1933, por apaniguados de Goering.
02/Setembro/2021


BIDEN E O TERRORISMO

O presidente Biden hoje anunciou ao mundo que irá "caçar" os terroristas do ISIS-K responsáveis pelo atentado de Cabul, que provocou dezenas de mortes. Esqueceu-se de dizer que os mesmos vieram de Idlib (Síria) e foram transportados para o Afeganistão graças aos bons ofícios da CIA. Após o seu fracasso, o império quer desestabilizar (ainda mais) o Afeganistão. A utilização de activos da CIA como o ISIS-K e os seus homens no vale do Panjshir fazem parte desse jogo sujo.
27/Agosto/2021


LIÇÕES DO AFEGANISTÃO

O regozijo pela derrota fragorosa e vergonhosa do imperialismo no Afeganistão não deve fazer esquecer factos da história recente. A partir de 1978 o país teve um governo democrático e progressista que promoveu a educação, a libertação das mulheres, a laicidade, o desenvolvimento e a modernização do país. Este governo foi combatido pelas potências ocidentais, que financiaram e armaram o mais retrógrado que existia no país – os fanáticos talibãs.
A União Soviética, fiel ao seu dever internacionalista, interveio em apoio à República Democrática do Afeganistão. A sua intervenção representou, na verdade, uma defesa da civilização ocidental. A guerra suja promovida pelos EUA, Arábia Saudita e Paquistão representou, na verdade, uma defesa do atrazo, da ignorância e da opressão da mulher. Foram as potências imperialistas que alimentaram o monstro talibã.
O Exército Vermelho nunca foi derrotado no Afeganistão: retirou-se do país porque assim lhe foi ordenado pelo sr. Gorbachev, em 1988. Após a retirada das tropas soviéticas o governo afegão, dirigido pelo Partido Democrático Popular, manteve-se em funções durante cerca de três anos (1989-1992) combatendo heroicamente as forças de fanáticos islâmicos alimentadas e armadas pelo imperialismo. Para a sua queda foi decisivo o corte de abastecimentos vitais – petróleo e cereais – determinado pelo governo russo em 1991.

Salto no tempo: Os acontecimentos actuais mostram o fracasso estratégico da tentativa do império de cercar a Rússia e a China com bases militares. Mostram tambem a sua estupidez: primeiro engordaram o monstro talibã, depois voltaram-se contra ele ao instalarem no Afeganistão um governo fantoche, corrupto e sem legitimidade. O exército mercenário que criou estava fadado ao fracasso. A vã tentativa da CIA de criar uma "resistência" no Panjshir, com o sr. Massoud, está igualmente fadada ao fracasso. Os EUA são o novo Estupidistão.


MIGUEL URBANO RODRIGUES E O AFEGANISTÃO

Miguel Urbano Rodrigues – fundador de resistir.info e autor de Nómadas e sedentários na Ásia Central – conhecia profundamente o Afeganistão, país que visitou quatro vezes até o fim do governo Najibullah. Os seus artigos, que mantêm actualidade, contrastam com a torrente de asneiras acerca do Afeganistão agora debitada pelos media portugueses. Aqui estão alguns deles:


A fuga de Cabul.
MAIS UM FRACASSO HUMILHANTE DO IMPÉRIO

Três milhões de milhões (trillion) de dólares depois e após 20 anos de guerra, o império estado-unidense é fragorosamente derrotado no Afeganistão. O acelerar da decomposição moral, política e militar dos EUA impressiona. Impressiona também a desfaçatez com que trata os colaboracionistas das tropas da NATO, agora abandonados à sua sorte (a recusa de vistos pelo governo dos EUA a milhares de tradutores significa que foram abandonados para a degola pelos Talibãs – depois de usados foram chutados). O apodrecimento do império no plano militar já é evidente. Isso se verifica tanto no plano das guerras locais/regionais (Afeganistão, Síria, Iraque, etc) como no plano estratégico pois os EUA já perderam a superioridade diante das novas armas russas (mísseis hipersónicos, etc). Soma-se a isto a deterioração crescente do império no plano económico, social e financeiro. O corrupto senil que o preside simboliza bem o seu estado actual. A nossa geração assistirá ao fim inexorável deste império podre.


A REVOLTA CHEGA À GUARDA REPUBLICANA!

Até a Guarda Republicana francesa encarregada de proteger Macron revolta-se contra o passaporte vacinal que este tenta impor através de decreto. O protesto assumiu a forma de uma demissão colectiva, uma vez que enquanto militares teriam o dever de obediência.
Enquanto isso, o protesto contra a obrigatoriedade da dita vacina "emergencial" do Covid e contra a discriminação dos não-vacinados (que pode chegar até ao despedimento do posto de trabalho) generaliza-se cada vez mais entre amplas camadas do povo francês, com múltiplas manifestações de desobediência civil. Na Alemanha nazi os judeus eram obrigados a ostentar uma estrela de Davi afixada na roupa. Na França de Macron o governo quer obrigar o povo a andar com certificados & passaportes vacinais, para apresentá-los a qualquer polícia ou comerciante que os requeira.


CHINA CRESCE 12,7% NO 1º SEMESTRE

O crescimento do PIB chinês foi de 12,7% no primeiro semestre de 2021 (variação homóloga), informa a agência de notícias Xinhuanet. Considerando o fraco crescimento do mundo ocidental – e portanto das exportações da China – este indicador sugere que o crescimento chinês foi baseado sobretudo no seu mercado interno.


UMA AUTO-CRÍTICA NA PRÁTICA

O fim do confinamento decretado pelo governo britânico constitui uma auto-crítica na prática. Sem reconhecer explicitamente que errou na sua política sanitária, agora o governo britânico põe fim às medidas absurdas impostas pelos seus políticos (máscaras, distanciamento, ajuntamentos, etc). A Grã-Bretanha reconhece assim, de facto, a correcção de países como a Suécia e a Islândia cujos governos agiram correctamente depois de ouvirem os seus cientistas. A auto-crítica britânica é um bom exemplo para Portugal, onde a imposição do terrorismo sanitário nada traz de bom ao país.

20/Julho/2021


A TENTATIVA DE REVOLUÇÃO COLORIDA EM CUBA

O implacável bloqueio imperialista a Cuba – económico, financeiro, diplomático, militar, político, energético, empresarial e tecnológico – perdura há 60 anos. Em certas ocasiões intensifica-se com atentados, terrorismo, sabotagem. Em outras adquire formas mais subtis, utilizando a guerra híbrida e a "arte das sanções" desenvolvida pela NED (uma das 17 agências de inteligência dos EUA).

Domingo, 11 de Julho, houve manifestações de descontentamento na ilha. Elas foram cuidadosamente articuladas pela sra. Rosa Maria Payá, que é dona de uma ONG com sede em Miami financiada pelo governo estado-unidense. Trata-se da Fundación para la Democracia Panamericana ( FDP ) que organizou, pagou e preparou o material gráfico (o cartaz "Cuba decide") presente em todas as manifestações do dia 11. A FDP quiz aproveitar pico da pandemia (que em Cuba foi posterior ao de outros países) a fim de avançar a sua agenda. A berraria dos media neoliberais procurou agigantar estas manifestações encenadas. Convém por isso estabelecer as suas verdadeiras proporções: elas foram em apenas 12 lugares de Cuba, com não mais 100 a 500 pessoas em cada um deles.

A experiência histórica das revoluções coloridas promovidas pelo império mostra que elas só tiveram êxito onde os governos locais não tinham apoio popular. Não é o caso de Cuba, onde houve de imediato grandiosas contra-manifestações de rua em apoio ao governo e à Revolução. Dito isto, há que reconhecer que existem motivos reais de insatisfação para o povo cubano – quase todos devidos ao bloqueio imperial. Há penúria energética com cortes no abastecimento eléctrico; há desabastecimento de bens essenciais (alimentos e remédios); há o pico da pandemia que ainda não foi ultrapassado. Mas são os mesmos que procuram estrangular o povo cubano mediante sanções e bloqueio que agora denunciam as dificuldades que eles próprios provocaram e provocam. O imperialismo quer uma "haitização" de Cuba, quer destruir o mau exemplo de um país soberano, um país que em plena pandemia soube criar vacinas como a Soberana e a Abdala (para vergonha de outros países do mundo, não sujeitos a bloqueio, que não tiveram capacidade para isso). O povo e o governo cubanos saberão dar a resposta que merecem.

13/Julho/2021


FLORESTA DE ENGANOS NA CIMEIRA DITA CLIMÁTICA

As mistificações começam pela própria de denominação desta cimeira dita "climática" pois confunde clima com ambiente. Ou seja, parte do princípio errado de que o ser humano tem algum poder sobre o clima planetário e que o chamado "aquecimento global" teria uma origem antropogénica. A segunda mistificação do seu título é mencionar "alterações" climáticas, quando estas sempre existiram e desde há milhões de anos. A terceira impostura é diabolizar o dióxido de carbono (CO2), o qual é um gás que não só não é tóxico como é até indispensável à vida no planeta. A quarta são as promessas nos discursos hipócritas de políticos & gretinos. A quinta, mas não última, é promover a ignorância dos problemas reais da humanidade com os falsos problemas ali inventados.

O mundo pode e deve tratar dos problemas ambientais, mas nada pode pode fazer quanto ao clima. Milankovitch dixit, há mais de um século.

23/Abril/2021


ASSANGE AMEAÇADO POR BIDEN

O sr. Joe Biden perdeu uma oportunidade de mostrar-se um homem decente. O Departamento da Justiça do novo presidente dos EUA acaba de apresentar em Londres um recurso para reverter a decisão de não extraditar Julian Assange . Assim, o fundador da WikiLeaks (cuja saúde está combalida) continuará encarcerado no presídio britânico de Belmarsh até que seja julgado o recurso.

Nos EUA, o Estado Profundo é vingativo. E em Portugal as omissas organizações de jornalistas são covardes.

14/Fev/21


MATOSINHOS: UM CRIME ECONÓMICO QUE SE PREPARA

A tentativa de encerramento da refinaria de Matosinhos, em Leça da Palmeira, é um crime de lesa economia nacional.

Trata-se da única refinaria de petróleo em Portugal com capacidade para produzir os óleos base para o blending de lubrificantes. Se ela desaparecer, isso significa mais um passo no caminho da desindustrialização de Portugal.

A sua proprietária, a GALP, é uma empresa altamente lucrativa – mas quer sucatear a refinaria porque com isso aumentará ainda mais os dividendos dos accionistas.

O governo PS do sr. António Costa parece assistir impávido este crime em preparação. O seu ministro do Ambiente, o sinistro Matos Fernandes, até emitiu declaraçes de concordância com o mesmo. Vale-se para isso dos habituais pretextos idiotas, a impostura da "descarbonização". O sr. M. Fernandes está conivente com a destruição do tecido produtivo nacional.

Este é o momento de levantar a bandeira da nacionalizaçãoo da GALP. É a soberania nacional, energética inclusive, que está em causa.


INTENSIFICAR O COMBATE POR JULIAN ASSANGE

Julian Assange continua encarcerado no presídio de Belmarsh. Trata-se de um processo infame que lhe é movido pelas autoridades britânicas, subervientes aos EUA. Não existe qualquer razão alguma para Assange continuar preso, mas a generalidade dos media corporativos cala-se como um rato e abstém-se de denunciar a monstruosidade em curso. A vida do fundador da WikiLeaks está ameaçada, as suas condições de saúde são más.

Escrever a Assange é uma forma de ajudá-lo. As mensagens devem ser curtas e conter o seu número de prisioneiro (do contrário não serão entregues). O endereço é:

Mr. Julian Assange

Prisoner # A9379AY
HMP Belmarsh
Western Way
London SE28 0EB UK
Grã-Bretanha


O ROUBO CONSUMADO

Um tribunal britânico decidiu entregar 31 toneladas de ouro ao sr. Guaidó, o putativo "presidente" da Venezuela. Deste episódio podem-se extrair algumas lições:

  1. O Banco da Inglaterra, que se diz "independente" do governo britânico, não é independente do governo estado-unidense pois efectuou o congelamento que lhe foi ordenado
  2. Tão pouco os tribunais britãnicos são independentes do governo estado-unidense.
  3. O roubo do ouro venezuelano congelado no Banco da Inglaterra, no valor de mais de mil milhões de dólares, corta recursos ao Governo Bolivariano para atender ao seu povo num momento de pandemia.
  4. A credibilidade de Londres como praça financeira está arruinada.
  5. Na actual fase senil e apodrecida do capitalismo este passa à rapina pura e simples, marimbando-se para argumentos jurídicos.

AS LÁGRIMAS DE CROCODILO DO FMI

O FMI, que acaba de recusar um pedido de empréstimo da Venezuela para acudir à pandemia, no dia 14 de Abril emitiu um comunicado. Nele diz-se preocupado com os EMDCs (emerging markets and developing countries) e conclama todos os credores bilaterais a "temporariamente suspenderem pagamentos de dívidas de países de baixo rendimento de modo a que possam combater a pandemia". E, como suprema generosidade, diz "em alguns casos, será necessária uma razoável e abrangente reestruturação de dívida a fim de restaurar a sustentabilidade da dívida" (sic).

Como se verifica, para o FMI, não se trata de cancelar a dívida do Terceiro Mundo. Trata-se, sim, de "restaurar a sua sustentabilidade". Ou seja, estes países deverão permanecer endividados para todo o sempre.


ESTATÍSTICAS DAS CONSEQUÊNCIAS DESTAS VACINAS

Reacções adversas verificadas na UE após a aplicação de vacinas para o Covid-19:

Eudravigilance – European database of suspected adverse drug reaction reports.
Os óbitos e as reacções às vacinas experimentais

-COVID-19 MRNA VACCINE MODERNA (CX-024414);
-COVID-19 MRNA VACCINE PFIZER-BIONTECH (TOZINAMERAN);
-COVID-19 VACCINE ASTRAZENECA (CHADOX1 NCOV-19) e
-COVID-19 VACCINE JANSSEN (AD26.COV2.S)

estão indicados aqui (clicar a letra "C").

Estatística dos efeitos adversos.

O PARAISO DOS RENTISTAS

No Brasil, o Conselho Monetário Nacional aprovou resolução em que limita a taxa de juro do cheque dito "especial" a "apenas" 150% ao ano. Até agora a taxa média cobrada pelos bancos era de 305,9% ao ano! A chulice do capital financeiro atinge níveis monstruosos no Brasil.


NOVA OBRA DE FICÇÃO DOS ESTÚDIOS CIA / DIA

Os estúdios CIA/DIA (Central Intelligence Agency / Defense Intelligence Agency) continuam a produzir obras de ficção para nos entreter. A última é a da morte do "califa" al Baghdadi, o qual depois de ser encurralado num tunel por um cão da CIA ter-se-ia feito explodir. A obra foi apreciada com deleite na "Situation Room" da Casa Branca, que divulgou a foto do cão. A obra de ficção anterior dos referidos estúdios foi a suposta morte de Bin Laden por um comando SEAL. Em ambos os casos os cadáveres foram lançados ao mar e não há testemunhas. Por sua vez, as forças armadas russas presentes na Síria afirmaram não ter detectado movimentações militares dos EUA na região de Idleb onde teria morrido Baghdadi.

Seja como for, em termos estratégicos é irrelevante a morte deste auto-denominado "califa". Os terroristas do Daesh/ISIS/ISIL foram derrotados sobretudo pelas valentes Forças Armadas Sírias, com o apoio aéreo russo. Estes são os principais responsáveis pela derrota dos terroristas que infestavam a Síria, armados pelo imperialismo.


FANÁTICOS DO AQUECIMENTISMO ENTRAM EM FÚRIA

A Universidade do Porto teve o mérito, louvável, de abrigar a conferência intitulada Basic Science of a Changing Climate – How Processes in the Sun, Atmosphere and Ocean Affect Weather and Climate, realizada em 7-8/Setembro/18. Foi o quanto bastou para que os fanáticos da ideologia do aquecimento global entrassem em fúria histérica. Numa carta aberta ao reitor da UP, signatários que se pretendem cientistas contestam o direito de aquela universidade abrigar este evento científico.

Tais signatários arrogam-se a pretensão de serem donos da verdade e contestam o direito de alguém discutir as "suas" verdades. Nenhum destes 50 signatários é climatologista, mas isso não os impede de terem certezas. Serão baseadas na fé que os inspira? Ou serão baseadas nos polpudos financiamentos que recebem? Já há uma verdadeira indústria do aquecimento global instalada, com o patrocínio da UE.


A DESASTROSA PRIVATIZAÇÃO DA PROTECÇÃO CIVIL

Palavras do Tenente-Coronel Costa Mota, presidente da Associação de Oficiais das Forças Armadas ( AOFA), em entrevista à TVI:

É FÁCIL: em vez do negócios de milhões com aluguer de aviões, basta:
  • dar meios aéreos à Força Aérea (que não os tem)
  • dar dinheiro para combustível e manutenção (que não tem)
  • dar mais meios humanos (que não tem, nem qualificação para combate a incêndios);
LUCRO PARA PORTUGAL:
  • ficamos com os meios para Portugal, 365 dias por ano (e não na fase Charlie ou outra);
  • a manutenção é assegurada 365 dias por ano pela Força Aérea (sem custos adicionais);
  • os pilotos ganham o mesmo 365 dias por ano (o que ganham agora);
  • o Estado deixa de gastar milhões de euros com privados.
PORQUE É QUE A FORÇA AÉREA NÃO FAZ ISTO?
  • Porque os sucessivos governos não o quiseram...

Os negócios & negociatas com serviços de protecção civil (meios aéreos, Siresp, etc) resultam da desastrosa ideologia privatizadora que impera em Portugal. Esta levou a que o Estado se demitisse das suas funções e despertou a sanha do capital privado interessado em apanhar o botim. As dezenas de mortes verificadas nos incêndios florestais deste ano são consequência do neoliberalismo imposto há muito por governos PS, PSD e CDS.
É preciso dar meia-volta.


CRISE, INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E INGENUIDADE TECNOLÓGICA

Os que defendem a inteligência artificial (IA) como solução para os problemas económicos padecem de uma enorme ingenuidade tecnológica. Alguns chegam até a perguntar como a IA poderia traduzir-se em crescimento económico. Na verdade, os engenheiros que sabem muito de IA & de robots pouco ou nada sabem de economia política – o que limita o seu entendimento. Eles Incidem assim em ilusões, como se o progresso tecnológico pudesse resolver a depressão económica actual. Por isso, convém repetir o b-a-bá do modo de produção capitalista:

A generalização da IA & dos robots significa um aumento da composição orgânica do capital, ou seja, da substituição de trabalho vivo pelo trabalho morto incorporado nos equipamentos. Ora, o aumento da composição organica, leva inelutavelmente à redução das taxas de mais-valia e de lucro, pois elas só podem ser extraídas do trabalho vivo. Dessa forma, o incremento da queda da taxa de lucro será um motivo ulterior para agravar ainda mais a crise actual.

É verdade que na concorrência inter-capitalista as empresas que chegam primeiro à IA e aos robots têm uma vantagem acrescida em relação aos seus competidores mais atrasados, os quais podem ser expulsos do mercado. Mas a generalização da IA e dos robots a todas as empresas poderá significar o dobre de finados do capitalismo, um sistema baseado no lucro. Não há falta de inteligência entre os tecnólogos da Inteligência Artificial – eles apenas padecem de uma visão em túnel e espalham as suas ilusões entre aqueles que os ouvem.


MEDIA PORTUGUESES SILENCIAM PARLAMENTO HOLANDÊS

Os media corporativos portugueses, inclusive os jornais económicos, fizeram um silêncio quase sepulcral sobre a decisão do Parlamento holandês de rejeitar o Euro. A iniciativa de propor o abandono da Eurozona coube ao maior partido da oposição. A proposta de elaborar um relatório a respeito foi aprovada por unanimidade no parlamento holandês. Este silêncio dos media locais diz muito quanto à qualidade da informação que administram aos portugueses. Eles fazem desinformação tanto por acção (as historietas mentirosas e diversionistas, agora chamadas de fakenews ) como por omissão.


RETORNO AO PADRÃO OURO, DEFENDE GREENSPAN

Durante anos banqueiros centrais tentaram convencer-nos de que o ouro já não tinha importância, que era um metal desmonetizado e como outro qualquer. Agora, como um raio em ceu azul, o próprio Greenspan vem defender publicamente o retorno ao padrão ouro tal como existia antes de 1913. "Se voltássemos ao padrão ouro e aderíssemos à estrutura real do padrão ouro como existia antes de 1913, estaríamos bem. Recordem que o período de 1870 a 1913 foi um dos mais economicamente agressivos que tivermos nos Estados Unidos e que foi um período dourado do padrão ouro".

Ignorando o seu próprio papel na formação de bolhas, o ex-governador do banco central dos EUA chega a declarar: "Este é o pior período de que me recordo desde que entrei para o serviço público. Não há nada como isto, incluindo a crise de 19/Outubro/1987, quando o Dow teve uma queda recorde de 23 por cento". Ele descartou falsas narrativas de uma "recuperação" e considerou que a economia dos EUA está efectivamente em "estagnação" (sic). E concluiu: "Historicamente, as moedas fiduciárias ( fiat money) sempre acabaram assim" (sic).


A ÁUSTRIA FAZ O SEU PRIMEIRO BAIL-IN

A Áustria tornou-se o primeiro país da UE, após Chipre, a recorrer à directiva europeia BRRD, que prevê o salvamento interno (bail-in) dos bancos à custa dos seus depositantes. A notícia está aqui, no entanto provocou uma fraca cobertura mediática. A directiva BRRD foi posta em vigor em Portugal pela Lei 23-A/2015. Ver também A punção das contas bancárias já foi legalizada.


COCAINA, HEROINA & RITALIN

"Nós injectámos cocaína e heroína no sistema" para criar um efeito riqueza e "agora estamos a mantê-lo com Ritalin" (droga para tratar problemas de défice de atenção). Quem diz isso é o antigo presidente do Federal Reserve dos EUA, sr. Dick Fischer. O sr. Fisher, no 7º aniversário da crise, reconhece que o tratamento com cocaína e heroína não funcionou "apesar do seu êxito em elevar preços de activos". O ex-presidente do banco central dos Estados Unidos confirmou agora sua advertência anterior: "O Fed é uma arma gigante à qual já não restam munições".
A notícia está aqui.


CRITÉRIOS CAPITALISTAS

Para um país arruinado e em guerra civil como a Ucrânia, governado por uma junta nazi-fascista, o FMI anunciou um empréstimo de US$17,5 mil milhões [€15,6 mil milhões]. O FMI ao conceder este empréstimo gigantesco rompeu os seus próprios estatutos, que proíbem emprestar a países em guerra. Diga-se de passagem que ele será impagável. Em contrapartida, para a Grécia o Eurogrupo resolveu condicionar os míseros €7,2 mil milhões que já estavam acordados no memorando – a metade do dinheiro dado agora à Ucrânia – ao cumprimento de condições impostas ao governo Syriza, que a elas se submeteu.
A disparidade de critérios mostra como opera a Elite Transnacional.


UCRÂNIA: IMPERIALISMO SAQUEIA 40 TONELADAS DE OURO

A pilhagem da Ucrânia intensifica-se em ritmo alucinante. Na noite de 7/Março/2014, um avião misterioso decolou do aeroporto de Boryspil com 40 toneladas de ouro. Essa quantidade corresponde às reservas do Banco Central da Ucrânia. Do golpe de estado em Kiev saiu um governo apoiado pelos EUA e integrado por neo-nazis. Ele está agora a pagar a factura ao imperialismo. Está-se a ver a "libertação" que as potências ocidentais oferecem ao povo ucraniano.
A notícia está aqui.


O ÚLTIMO ACTO DE V. GASPAR FOI UM ROUBO

O último acto de Vitor Gaspar como ministro das Finanças foi um roubo a todos os trabalhadores portugueses. A Portaria 216/A/2013 foi publicada em 2 de Julho, no mesmo dia em que V. Gaspar se demitiu do Ministério das Finanças. É assinada tanto por ele como por Mota Soares, que na altura também considerava demitir-se. Essa portaria passou quase desapercebida em meio a crise política que se seguiu. No entanto, é gravíssima pois concretiza as ameaças do governo ao Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social (FEFSS). O referido diploma ordena ao Instituto de Gestão de Fundos de Capitalização da Segurança Social (IGFCSS) que proceda à substituição dos activos em outros estados da OCDE por dívida pública portuguesa até ao limite de 90% da carteira de activos do Fundo. Ou seja, o dinheiro pertencente aos trabalhadores, acumulado naquele Fundo para servir a Segurança Social, será lançado à voragem do financiamento da impagável dívida pública portuguesa. Este governo moribundo até o último minuto cumpre as imposições da Troika. E o governo recauchutado que eles pretendem seria a continuação deste.


PORTUGAL ENREDADO

"O Estado deve ao Estado rendas de edifícios que o Estado vendeu ao Estado para que o défice do Estado fosse menor e a dívida do Estado parecesse que não era do Estado". Se não entendeu na primeira leitura, tente uma segunda no Jornal de Negócios. A conclusão que se tira de tudo isto é que as trafulhices do governo Sócrates continuam imparáveis no governo do sr. Passos Coelho. As teias tecidas são fortes, as conivências PS-PPD ainda maiores e a vontade política de por tudo em pratos limpos é escassa. Por que é que pouco se fala das PPPs?


RUPTURA COM A AMAZON

Até Dezembro/2010 resistir.info tinha um acordo de parceria com a Amazon.fr. Era um serviço adicional que prestava aos seus leitores e que lhe permitia receber uma pequena comissão na venda de livros, discos e outros produtos daquela empresa.

Este acordo é agora rompido devido à atitude censórea da Amazon em relação ao Wikileaks. Doravante resistir.info recusa-se a colaborar com a Amazon e defende o boicote à referida empresa: não lhes comprar mais livros, discos ou quaisquer outros produtos.

Resistir.info segue, assim, o apelo contido na na carta aberta de Daniel Ellsberg, em que condena a covardia e o servilismo da Amazon ao terminar abruptamente a hospedagem do Wikileaks no seu servidor devido a pressões de um senador dos EUA. Resistir.info sabe que sofrerá uma penalização financeira com a ruptura pois perderá as comissões acumuladas naquela empresa. Para reduzi-la solicita o apoio dos seus leitores.


IRLANDA: SACRIFÍCIO INÚTIL

Os termos do "salvamento" que o FMI/UE/BCE impôs à Irlanda são muito piores do que tudo o que já foi visto até agora. Até o dinheiro do Fundo de Reserva Nacional de Pensões (NPRF) foi devorado na voragem. Os abutres não perdoaram nem a pensão dos velhinhos! Este salvamento não é do povo irlandês e sim dos banqueiros privados irlandeses.
A manobra decorreu em vários passos:

  1. Num autêntico acto de traição nacional o governo irlandês resolveu garantir a dívida dos banqueiros privados irlandeses (os tais que estavam em situação muito saudável segundo o teste de stress feito em Julho pelo BCE);
  2. Em consequência, de imediato o défice orçamental irlandês sofreu um aumento brutal, saltando de 11,9% do PIB para 32% do PIB;
  3. Diante de tal défice a UE/FMI obrigou o governo irlandês a impor sacrifícios brutais ao seu povo (despedimentos em massa, cortes na educação, saúde, salários e pensões, etc) em troca do dito "salvamento".
  4. Ainda assim, cedo ou tarde, a Irlanda (tal como a Grécia e outros países europeus) entrará em incumprimento (default).

Destes tristes episódios podem-se tirar algumas lições:

  1. Os sacrifícios que o capital financeiro pede/exige a governos servis como o irlandês, grego, português e outros são inúteis pois não levarão ao aumento das respectivas produções nacionais nem resolverão os problemas económicos subjacentes;
  2. Em situações de insolvência mais vale declarar moratória antes de uma ruína total do que persistir inutilmente em pagar dívidas impagáveis;
  3. Sacrificar povos no altar do capital financeiro é uma opção e não uma inevitabilidade;
  4. Filosoficamente, a resolução de um problema de dívida incobrável pode-se dar tanto em favor dos credores como dos devedores;
  5. Historicamente, verifica-se que as classes dominantes sempre optaram pela resolução em favor dos credores e as oprimidas sempre pretenderam o inverso.
  6. A capitulação frente às exigências do capital financeiro leva à pauperização dos povos – cabe a estes tomarem o destino nas suas mãos se quiserem salvar-se.

OS MESMOS DE SEMPRE AGORA FINGEM-SE SURPREENDIDOS

Os mesmos indivíduos que assinaram o Tratado de Maastricht; os mesmos que defenderam com entusiasmo a perda da soberania monetária portuguesa com a adesão ao Euro; os mesmos que efectuaram privatizações selvagen; os mesmos que destruíram as duas maiores conquistas da Revolução de Abril – o Sector Empresarial do Estado e a Reforma Agrária –; os mesmos que alegremente endividaram o país de forma alucinante; os mesmos que dilapidaram as reservas ouro do Banco de Portugal (em 31/Dezembro/1974 havia 865.936 kg); os mesmos que promoveram a desindustrialização, com a destruição do tecido produtivo nacional e a liquidação de panos inteiros da economia (construção naval, siderurgia, pescas, metalurgia pesada, ...); os mesmos que restabeleceram em Portugal o capitalismo monopolista e financeiro; os mesmos que põem Portugal a reboque do imperialismo/NATO fornecendo-lhe tropa para ocupar o Afeganistão; os mesmos que depauperaram os trabalhadores piorando drasticamente a repartição do rendimento nacional; os mesmos que defenderam e defendem projectos ruinosos como a construção de estádios para o jogo da bola ou de um novo aeroporto inútil; os mesmos que carpinteiraram o PEC a fim de tentar disfarçar o descalabro e agravar ainda mais a situação; os mesmos que conduziram ao actual estado de estagnação económica (crescimento previsto do PIB de 0,3% em 2010); estes mesmos indivíduos fingem-se agora muito surpreendidos quando as agências de rating degradam a classificação portuguesa. São eles os dirigentes do PS, PPD/PSD & CDS. Eles falam em "contágio" da Grécia. Mas a peste está neles, não nos gregos.


ORIGENS DO TERRORISMO NO MÉDIO ORIENTE

Quem começou o terrorismo no conflito árabe-israelense?

  • Bombas em cafés: utilizadas pelos sionistas pela primeira vez na Palestina em 17/Março/1937, em Jaffa.
  • Bombas em autocarros: utilizadas primeiro pelos sionistas em 20/Agosto e 26/Setembro/1937.
  • Bombas em mercados: utilizadas primeiro pelos sionistas em 06/Julho/1938, em Haifa.
  • Bombas em hoteis: utilizadas primeiro pelos sionistas em 22/Julho/1946, em Jerusalém.
  • Bombas em embaixadas estrangeiras: utilizadas primeiro pelos sionistas em 01/Outubro/1946, em Roma (contra britânicos).
  • Minagem de ambulâncias: utilizadas primeiro pelos sionistas em 31/Outubro/1946, em Petah Tikvah.
  • Cartas bomba: utilizadas primeiro pelos sionistas em Junho/1947 contra alvos britânicos no Reino Unido.
Para documentação, consulte-se The Arab Women's Information Committee e The Institute for Palestine Studies, Who Are the Terrorists? Aspects of Zionist and Israeli Terrorism, (Beirut: Institute for Palestine Studies, 1972).


PROIBIR AS ARMAS COM URÂNIO EMPOBRECIDO
International Coalition to Ban Uranium Weapons
Ver ICBUW

O PREÇO DO PETRÓLEO


A polícia nas bibliotecas
A POLÍCIA NAS BIBLIOTECAS

"ADVERTÊNCIA "Embora a Biblioteca de Santa Cruz faça todos os esforços para proteger a sua privacidade, sob a Lei Pública Federal 107-56, USA PATRIOT ACT, os registos dos livros e de outros materiais emprestados por esta biblioteca podem ser obtidos por agentes federais.
"Aquela lei federal proíbe os funcionários da biblioteca de o informarem se agentes federais obtiveram registos sobre a sua pessoa. Questões acerca desta política deveriam ser dirigidas ao Procurador Geral John Ashcroft, Departamento da Justiça, Washington, D.C. 20530".


"...sob certas condições, os capitalistas privados inevitavelmente controlam, directa ou indirectamente, as principais fontes de informação (imprensa, rádio, educação). É então extremamente difícil, e na maior parte dos casos na verdade quase impossível, para o cidadão individual chegar a conclusões objectivas".

Albert Einstein, no seu ensaio de 1949 Porquê o socialismo.

"As acções alcançaram o que parece ser um patamar permanentemente alto". Irving Fisher, Professor of Economics, Yale University, 1929.

Goya

Henry Kissinger: "O desafio básico é que a chamada globalização é realmente um outro nome para o papel dominante dos Estados Unidos". Palestra no Trinity College, Dublim, 12/Out/99.


Goya Sono

Em 1996, depois de cinco anos de sanções e de persistentes bombardeamentos contra o Iraque, o repórter da CBS Lesley Stahl fez a seguinte pergunta à embaixadora dos EUA nas Nações Unidas, Madeline Albright:

— Ouvimos dizer que meio milhão de crianças morreu (em consequência da política americana contra o Iraque). Valeu a pena pagar esse preço?

Resposta de Madeline Albright:

— Nós pensamos que valeu a pena.

Ver um crime com calma é cometê-lo.

José Martí




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9/Set e 11/Set, 20 anos depois, Pepe Escobar, 13/Set
As bases militares dos EUA na África e o futuro da unidade africana, Socialist Movement of Ghana Research Group, 09/Set
Auges & roubos, Michael Roberts, 11/Set
Afeganistão: A retirada da guerra, David Martelo, 05/Set
A atualidade do velho Marx, Nicolas Allen, 04/Set
Neoliberalismo e condição nacional, Prabhat Patnaik, 30/Ago
O grande jogo de esmagar nações , John Pilger, 28/Ago
Criar duas, três, muitas Saigons, Vijay Prashad, 23/Ago
A família e o Estado, Prabhat Patnaik, 18/Ago
O Talibã entra em Cabul, Moon of Alabama, 16/Ago
Um momento Saigon assoma em Cabul, Pepe Escobar, 14/Ago
CPI, impeachment e via prussiana à brasileira, Leonardo Silva Andrada, 14/Ago
América Latina: Alternativas frente à crise (2), José Valenzuela Feijóo, 13/Ago
América Latina: Alternativas frente à crise (1), José Valenzuela Feijóo, 12/Ago
Igualdade e escassez, Prabhat Patnaik, 09/Ago
Cuba: Segundas partes… podem ser perigosas, Jorge Gómez Barata, 07/Ago
Sobre a ditadura sanitária, Florbela Sebastião e Silva, 30/Jul
Como a fraude do Covid é perpetrada, Paul Craig Roberts, 29/Jul
O governo colombiano está assustado, Aldinever Morantes, 28/Jul
Pegasus: Perigo para a democracia, Prabir Purkayastha, 27/Jul
O neoliberalismo e a extrema-direita, Prabhat Patnaik, 19/Jul
Como a "pandemia" do Covid foi orquestrada, Paul Craig Roberts, 18/Jul
Cuba, o bloqueio e a crise, Atilio A. Boron, 14/Jul
A corrida nuclear acelera-se, Manlio Dinucci, 13/Jul
A guerra do COVID, Jorge Figueiredo, 12/Jul
O esquema de reprodução de Marx, Michael Roberts, 09/Jul
Fazer o mal e a caramunha, Agostinho Lopes, 07/Jul
Civilização e energia, Andrei Martyanov, 03/Jul
O império que dominava as ondas, Pepe Escobar, 27/Jun
Assange ainda está na prisão, Craig Murray, 27/Jun
A agenda real B3W-NATO, Pepe Escobar, 18/Jun
A razão é e será o nosso escudo, Parlamento de Cuba, 12/Jun
Utilidade e preferencias: De Bentham a Pareto, José C. Valenzuela Feijóo, 03/Jun
A descarbonização e os seus álibis, Daniel Vaz de Carvalho, 31/Mai
Os princípios do poskeynesianismo , Michael Roberts, 24/Mai
Terra, Alentejo e Odemira , Agostinho Lopes, 18/Mai
O infindável pesadelo de Gaza , Michael Roberts, 17/Mai
Patentes contra o povo , Prabhat Patnaik, 17/Mai
A gestão de Paulo Macedo na CGD , Eugénio Rosa, 13/Mai
Inflação e risco financeiro , Michael Roberts, 10/Mai
As infraestruturas em desintegração dos EUA , American Society of Civil Engineers, 04/Mai
O que aconteceu na Ucrânia? , The Saker, 27/Abr
Futebol: um desporto de massas? , Michael Roberts, 24/Abr
O pacto China-Irão é decisivo , M.K. Bhadrakumar, 21/Abr
O pacote de Biden e suas ciladas , Prabhat Patnaik, 20/Abr
O anti-imperialismo do embuste , Diana Johnstone, 19/Abr
O desmonte da indústria farmacêutica brasileira , Paulo Henrique A. Rodrigues, 14/Abr
Porque não é aconselhável , Andrei Martyanov, 13/Abr
Lidar com demónios , Larry Romanoff, 08/Abr
Acerca da guerra e da paz , Sergey Lavrov, 07/Abr
As verdadeiras cores do FMI , Prabhat Patnaik, 06/Abr
O rato ruge , Mauro Luis Iasi, 05/Abr
A drenagem da riqueza , Utsa Patnaik e Prabhat Patnaik, 02/Abr
O governo de Modi e o setor público , Prabhat Patnaik, 31/Mar
Bazucastra & Simplex , César Príncipe, 22/Mar
Porque a segunda Marquetalia , Oliver Dodd, 20/Mar
EUA: A enfaixar o cadáver , Chris Hedges, 15/Mar
Pandemia real e pandemia encenada , T.K. Satsang, 09/Mar
Perspectiva do porvir na China , Pepe Escobar, 08/Mar
O novo governo italiano é indecente , União Sindical de Base, 04/Mar
O que é um trabalho útil? (2) , Michel Husson, 02/Mar
O que é um trabalho útil? (1) , Michel Husson, 01/Mar
Ilusão neoliberal de independência contribui para servidão jamais vista , Rosângela Ribeiro Gil e Manuella Soares, 26/Fev
A construção da realidade , Josep Cónsola, 24/Fev
Missão impossível , Michael Roberts, 22/Fev
O desenvolvimento da biotecnologia em Cuba , Omar Everleny Pérez Villanueva, 18/Fev
A grande conspiração do "Carbono Zero" , F. William Engdahl, 17/Fev
Manipulação de massas – Como funciona , Robert Cialdini e Peter Koenig, 13/Fev
EUA: a ditadura nua do grande capital , José Valenzuela Feijóo, 10/Fev
O pacote de estímulo de Biden , Prabhat Patnaik, 05/Fev
As leoninas condições de acesso às vacinas da Pfizer , Leonardo Cardozo e Francisco Claramunt, 02/Fev
Quatro anos de Biden , Michael Roberts, 28/Jan
Um refinado encerramento , Demétrio Alves, 18/Jan
O ano das cobaias humanas , José Goulão, 09/Jan
A produção social de doenças e de crises , Cássio Arruda Boechat, 05/Jan
Desobedecer as ordens de cometer crimes , Nicolás Rodríguez Bautista, 31/Dez
Primeiro ano COVID , José Ferrer, 28/Dez
Thomas Piketty, uma crítica ilusória do capital , Alain Bihr e Michel Husson, 27/Dez
Resposta à carta de Piedad Córdoba Ruiz , Iván Márquez e Jesús Santrich, 26/Dez
Beethoven: tempos revolucionários , Michael Roberts, 21/Dez
Clientes e clientelas , Agostinho Lopes, 13/Dez
Acerca da ciência em Cuba , Agustín Lage Dávila, 11/Dez
A economia e as soluções políticas , Agostinho Lopes, 03/Dez
Media, política, ideologia , Fernando Correia, 27/Nov
Congressos, só de cuisine , César Príncipe, 26/Nov
A democracia e os seus inimigos , Daniel Vaz de Carvalho, 25/Nov
O subfinanciamento crónico do SNS , Eugénio Rosa, 23/Nov
G20: a solução da dívida , Michael Roberts, 22/Nov
O réquiem americano , Chris Hedges, 17/Nov
China x Estados Unidos: a colisão que se aproxima , José Valenzuela Feijóo, 15/Nov
Primeiro vem uma guerra civil , Pepe Escobar, 13/Nov
Capitalismo e herança , Prabhat Patnaik, 10/Nov
O novo 11 de Setembro do Imperador , Caitlin Johnstone, 05/Nov
Um guia popular para o capitalismo , Michael Roberts, 27/Out
Os multimilionários e a pandemia , Prabhat Patnaik, 26/Out
A França foi a melhor espiã dos EUA em Cuba , Hernando Calvo Ospina, 22/Out
O orçamento de austeridade de 2021 , Eugénio Rosa, 20/Out
Trabalhar ou mourejar na pandemia , Michael Roberts, 19/Out
Coragem na calamidade , João Rodrigues, 16/Out
Bolsonaro e a nova face do fascismo , Edmilson Costa, 13/Out
Os limites do poder chinês , Pepe Escobar, 12/Out
A situação mundial: Os problemas de ordem maior , José Valenzuela Feijóo, 09/Out
O império atingiu os seus limites , Daniel Vaz de Carvalho, 05/Out
Dívida, terra e dinheiro , Michael Hudson, 01/Out
1 de Outubro – Dia Nacional da Água , Associação Água Pública, 01/Out
A situação do Grupo Montepio , Eugénio Rosa, 28/Set
Do 11/Set ao Grande Reinício , Pepe Escobar, 15/Set
Mostrando as vísceras do capital , Elaine Tavares, 15/Set
A linguagem e a propaganda , Daniel Vaz de Carvalho, 04/Set
Kamala Harris não é pera doce , Ricardo Arenales, 02/Set
A crise prolongada do capitalismo , Prabhat Patnaik, 31/Ago
O negócio do hidrogénio , Demétrio Alves, 28/Ago
EUA isolados na sua duplicidade & arrogância , Strategic Culture Foundation, 24/Ago
Brasil: O que dizer a um desempregado? , Nildo Ouriques, 20/Ago
Chihuahuas começam a ladrar , Andrei Martyanov, 19/Ago
E se falássemos de socialismo? (2) , Daniel Vaz de Carvalho, 18/Ago
E se falássemos de socialismo? (1) , Daniel Vaz de Carvalho, 17/Ago
Presságios libaneses , Prabhat Patnaik, 16/Ago
Será que há milhões de uigures detidos na China? , Ajit Singh e Max Blumenthal, 13/Ago
A fuga do rei Juan Carlos , Red Roja, 06/Ago
O cerne da questão no Mar do Sul da China , Pepe Escobar, 01/Ago/2020