É notória a polarização que deflagrou no seio da
sociedade entre os que acreditam estarmos no caminho certo para a
resolução do problema e os que já perceberam que há
uma via alternativa, mais sã, que foi negligenciada. A quase rotura
existente afigura-se, como tal, francamente lamentável. Afinal, ambas as
partes apenas desejam o bem-estar da comunidade.
Só que, em bom rigor, não é bem uma dualidade a que
assistimos, antes uma
pluralidade
Quem pensa que só existem duas versões em relação
à questão da pandemia, desengane-se, pois está, de facto,
completamente equivocado.
Existe, felizmente, a imensa vastidão do meio. E, como é dito e
reiterado, por eras, pela sabedoria popular:
"é no meio que está a virtude".
Quero com isto dizer que, se de um lado os "negacionistas" são
acusados de serem antissociais, antiéticos, erráticos e
contraproducentes, do outro, os adeptos da escravidão, hipnotizados por
um ideal utópico qual veado encandeado pelos faróis de um
automóvel no breu de uma vereda recôndita apresentam, por
oposição, um perfil típico de crença desmedida na
capacidade de
controlo, inflexibilidade, arrogância e prepotência.
No meio desta celeuma temos propensão, todavia, a olvidar o grupo
porventura mais determinante: o dos pensantes do meio. Pessoas que
não desejam nem extremar nem acobardar. Só desejam livrar-se
e rápido das constrições (auto)impostas.
Este grupo inclui o comum dos cidadãos, mas também (e sobretudo)
pessoas com uma capacidade intelectual fora de série
médicos, cientistas, advogados, engenheiros, artistas, entre outros. Com
o receio de escolher o lado errado da batalha, decidiram manter-se neutros,
numa bolha moral, salvaguardando (por enquanto) o status social e financeiro
granjeado.
É a eles, portanto, que me dirijo:
A aceitação tácita de decisões meramente
políticas, corporativas e/ou de compadrio irão causar um impacto
brutal na saúde física, mental e social da
população. Está a chegar o dia em que,
forçosamente, vão ter de sair da zona de conforto e fazer uma
análise criteriosa e detalhada do que realmente se está a passar
nos decrépitos bastidores da "ciência".
O que é a ciência, afinal, senão o debate justo e
equilibrado de ideias, o contraponto e o persistente questionar?
Tencionam, realmente, abdicar do vosso espírito crítico para
alinhar no discurso periclitante e serpenteante dos políticos e
"especialistas"
ad hoc
aflitivo, inclusive, mercê da pletora de equívocos
até agora somados sem primeiro quererem inteirar-se, por
motu proprio,
de todos os detalhes determinantes acerca da pandemia que, sub-repticiamente,
nos têm (vai-se lá saber porquê) ocultado?
Têm-me chegado muitas declarações com o carimbo DGS que
solicitam o meu consentimento informado, mas, se bem escarafunchado, tal
consentimento não informa rigorosamente nada.
O mesmo se passa relativamente ao método (vacina) pelo qual os
governantes, a nível global, decidiram erradicar o vírus. Acho
que já toda a gente percebeu e isso é demonstrado por
inúmeras críticas e opiniões (de verdadeiros
especialistas) que será extremamente intrincado obliterar o
vírus e, muito mais, garantir que não haja transmissão de
vírus na comunidade por esta via. Porém, encontramos centenas,
senão milhares, a acotovelarem-se em filas de espera para receber este
tratamento experimental, sem terem a real noção das
possíveis implicações na sua própria saúde e
na saúde da comunidade.
Convidamo-lo, por isso, a ler atentamente este boletim, adaptado de um texto
suíço, em alemão, escrito por dois médicos
suíços e traduzido, revisto e adaptado pelo Dr. Celio Marques:
Este poderia muito bem ser o verdadeiro consentimento informado da
vacinação COVID-19
30/Abril/2021