Previsões para 2008

por Jim Kunstler

Para o reduzido número de pessoas que prestam de facto atenção aos acontecimentos reais – por exemplo, os que sabem a diferença entre Nárnia [1] e Kandahar – as horas finais de 2007, precedendo o abismo envolto em névoa de 2008, devem causar violentas convulsões de náusea. Terá alguma vez existido uma sociedade tão requintadamente preparada para a implosão? Todo este edifício nauseabundo, inclinado e a ranger mantém-se como aqueles palácios obsoletos de diversão de Las Vegas, aguardando uma simples vibração de electrões para despoletar milhares de cargas explosivas colocadas exactamente para arrasar as estruturas.

A inércia sustentando tudo isto, que descrevi na previsão do ano passado, dissipou-se finalmente em meados do Verão anterior e os acontecimentos começaram a sair fora de controlo. Mais concretamente, as toneladas de títulos de crédito a circular pelo sector financeiro revelaram-se as inúteis resmas de papel que realmente são e a comunidade de investidores ficou suspensa sorrindo de modo pouco convincente, como Wile E. Coyote [2] doze metros para além do limite da mesa [3] , com uma granada em cada mão e uma bigorna atada aos tornozelos.

Nas fileiras da finança, toda a segunda metade de 2007 foi uma desesperada tentativa para adiar o resultado inevitável. O fiasco do Bear Stearns [4] foi ilustrativo. Pouco tempo após dois dos seus fundos de investimento especulativo terem desaparecido em Agosto, a companhia anunciou que os fundos tinham sido desviados para as Ilhas Caimão e encontravam-se, assim, fora de alcance do aparelho legal americano – isto é, esqueçam os processos legais, ó estúpidos e patetas que investiram nos nossos esquemas de ocasião … deixem as vossas queixas nas secretárias dos esquecidos e desapareçam! Esta finta poderá ter beneficiado o Bear Stearns a curto prazo, mas a longo prazo é difícil perceber por que é que alguém voltará a investir um cêntimo neste banco (durante a existência deste universo ou de outros semelhantes).

Aos acontecimentos do Verão, seguiram-se paletes e paletes de liquidez de recursos injectadas durante o Outono pela Reserva Federal e outros bancos centrais num esforço continuado para evitar que as sociedades de investimento, instituições de crédito à habitação, sociedades de resseguro e outras companhias que negoceiam papéis suspeitos declarassem perdas ainda maiores. De seguida, os fundos de riqueza soberana estrangeiros subiram precipitadamente, cinco mil milhões aqui, dez mil milhões ali, resultando em grandes bocados de propriedade, mas de quê? De empresas com insolvência? Na maioria dos casos, estas jogadas desesperadas serviram para encobrir a falência virtual por altura das férias de Natal, quando os bónus anuais são distribuídos, o que poupou aos conselhos de administração a explicação da razão porque os dirigentes estavam alinhados na doca de descarga enchendo os seus carros topo de gama com ficheiros secretos e caixas com os despojos dos accionistas.

Pelo país fora, nas sobrevalorizadas subdivisões bege da Califórnia, afogadas em ansiedade, e nas zonas habitacionais desenhadas a pastel fastidioso (para nem mencionar as terras fronteiriças de Cleveland e Detroit, patéticas e resinosas), um coro de lamentações irrompia à medida que as taxas de crédito hipotecário subiam e os empréstimos deixaram de compensar, os cartazes “vende-se” passaram a ser insuficientes para atrair compradores, os agentes da autoridade apareceram com rolos de fita e a verdadeira propriedade das cauções entrou numa quinta dimensão legal, algures entre o Norte do Fundo de Pensões dos Professores da Florida e o Sul dos portefólios de investimento dos Conselhos Municipais noruegueses. Que raio de confusão causaram os garotos de Wall Street nas suas secretárias de génio, ao conceber um sistema mágico para eliminar o risco nos mercados de capitais – apenas para verem-no meter água através de milhões de buracos e fendas e sucumbir.

Entretanto, o dólar americano caiu para níveis recorde em relação ao euro e à libra esterlina, o preço do petróleo subiu 56 por cento ao longo do ano, roçando a fasquia dos 100 dólares/barril, o sudeste americano foi fustigado pela seca tal como os cereais da Austrália, cheias devastaram o Texas e a Inglaterra, o gelo polar diminuiu dramaticamente, mas os EUA escaparam à acção de furacões de grande impacto pelo segundo ano consecutivo.

Não fora o assassinato de Benazir Bhutto apenas há uns dias, a cena internacional esteve sobrenaturalmente calma. Até o Iraque caiu num entorpecimento, atribuído variavelmente à total fadiga das facções opostas ou à ressurgência das tropas americanas sob o comando do general Petreus. O Irão recebeu da parte dos próprios investigadores americanos um surpreendente voto de confiança em relação à produção de bombas nucleares, para consternação do Sr. Bush e companhia. Os habitantes não-humanos do planeta Terra não tiveram um ano assim tão bom. As abelhas, os golfinhos do rio Yangtzé e os pardais domésticos sofreram rudes golpes e Al Gore passou a usar fatos um número acima do habitual (ganhando também parte do prémio Nobel pela sua apresentação PowerPoint). O que nos traz finalmente ao cerne da questão: que mais irá acontecer, a começar amanhã, 1 de Janeiro de 2008?

Deprimidos e desonestos

Ao virarmos a esquina para 2008, estremeço só de imaginar como tudo se irá desenrolar. Sem querer elaborar muito, o meu pequeno cérebro em forma de noz não concebe, porém, um cenário em que a economia dos EUA não acabe numa maca da sala de emergências da História. Não é necessário reformular as particularidades do monumental desastre Greenspan [5] . O resultado é que nos preocupa. As comunidades virtuais andam a fervilhar há meses com discussões acerca da forma que o esforço irá tomar. Há pouca discussão sobre o problema da habitação.

O mercado imobiliário encontra-se numa espiral mortal. Eventualmente, o preço médio de uma casa terá de baixar ao nível do rendimento médio, e é uma grande descida, talvez 50 por cento. Até que isso aconteça, as casas dificilmente serão vendidas. Simultaneamente, claro, um sector financeiro ansioso concederá menos hipotecas e em termos muito mais rigorosos; por isso, haverá menos compradores capazes, mesmo em leilões. E o próprio rendimento médio poderá em breve não ser mais o que já foi. Toda a equação mudou. Enquanto o penoso processo de novos preços se desenrola, muitos proprietários/vendedores ficarão com a corda ao pescoço com as dívidas da hipoteca em relação ao valor da casa que habitam. Alguns poderão até ter perdido os seus empregos e rendimentos durante este processo. O melhor que a maioria destes infelizes têm a fazer é enviar a chave e retirar-se. Mas para além destes terríveis encargos financeiros, existem as casas, repletas com os seus objectos e os objectos dos seus filhos, para nem falar de que são o repositório de toda a sua riqueza outrora imaginada, bem como as suas esperanças e sonhos. Ir embora é psicologicamente mais fácil de dizer do que fazer.

Claro que, em ano de eleições, serão promovidos esquemas para salvaguardar estes patetas. Mas os beneficiários de uma putativa salvaguarda seriam largamente superados pelos proprietários de casas ainda a contas com os pagamentos de hipoteca, mais o imposto predial, agravados durante a orgia recente causada pela voracidade das autoridades oficiais e não acho que esta maioria permita a injustiça de ver os seus vizinhos indefesos perante as suas obrigações. Talvez a única coisa que o Congresso pode fazer é mudar a lei insensata que encara a execução de uma hipoteca como uma bizarra mais-valia e sobrecarrega as pessoas, que já não podem dar-se ao luxo de dar aos seus filhos um burrito congelado, com elevados impostos. A questão sobre o que fazer em relação aos que ficam sem casa será tão controversa politicamente que poderá prejudicar o processo eleitoral – mas já estou a adiantar-me em demasia.

O que o público não percebe na questão da queda no mercado imobiliário é que não é só um momento de recessão num ciclo regular – é o fim da fase suburbana da História americana. Não vamos continuar a alimentá-lo e os que trabalham no seu desenvolvimento terão de encontrar outra coisa para fazer. De qualquer forma, infelizmente, a verdadeira questão da bolha que é a habitação não é colocar x-milhões de pessoas em tantas caixas de contraplacado ou vinil mas, pelo contrário, preparar a rampa de lançamento para uma indústria suburbana de construção enquanto substituto para a debilitada economia transformadora americana. Este estratagema colidiu com a força implacável do valor máximo do petróleo, que não só coloca em cheque a totalidade dos alegres transportes/elo suburbano, mas também implica uma tendência subtil para a contenção em tudo, desde as distâncias que podemos percorrer até à própria ideia nuclear de crescimento económico regular per se – pelo menos da forma como o entendíamos durante a época do capital industrial.

Mas voltando à minha discussão, algo como 40 por cento de todos os novos empregos depois do ano 2000 foram criados na explosão final da expansão suburbana – tudo desde os escavadores, armadores, estucadores, passando por fornecedores de tampos de granito, vendedores de electrodomésticos e mobiliário, até carros para servir as subdivisões novas e distantes, etc. É o fim, por isso, não só da indústria de construção imobiliária, mas provavelmente de tudo desde a Crate e Barrel até, eventualmente, à WalMart [6] .

A propósito, o declínio da indústria da habitação foi só uma fase de um colapso mais geral dos bens imobiliários, porque o lado comercial do negócio deu também origem a um desmoronamento repugnante em direcção ao imobilismo e à destruição equitativa. Por outras palavras, construímos demasiadas galerias comerciais, estabelecimentos de venda a retalho e parques de escritórios. Só Deus sabe o que acontecerá aos proprietários destes elefantes brancos ou às instituições de crédito e penhoristas – mas como me disse um engraçadinho há já alguns anos enquanto observávamos uma galeria de lojas abandonada e esquecida nos arredores de Tulsa, “… não precisamos de tantos ringues de patinagem evangélicos…”

O que acontece na esfera do mercado imobiliário irá certamente recair sobre a banca e a finança e sobre o que for que ainda constitua a generalidade da economia dos EUA. O medo e insegurança à volta dos títulos de crédito negociáveis e credíveis derivam, primeiro, dos milhões de hipotecas problemáticas balouçando suavemente ao sabor do vento. Estes medos e inseguranças vão multiplicar-se à medida que os incumprimentos começam a surgir no mercado imobiliário e os indivíduos desesperados embarcam na onda dos incumprimentos dos cartões de crédito, tudo isto, também, securitizado e disseminado pelo mundo fora. Nada disto foi ainda avaliado nas divulgações públicas dos inúmeros bancos afectados e outras instituições de crédito que o sustentam. Também ninguém sabe ao certo como isto afecta os fundos de investimento especulativo e as suas posições vacilantes em aspectos que se parecem cada vez mais com areias movediças. Parece-me certo que alguns dos principais bancos irão sucumbir na primeira metade de 2008. É difícil escapar à conclusão de que muitos fundos de investimento especulativo irão também rebentar, dada a instabilidade das posições dos seus parceiros, para não mencionar a fragilidade das seguradoras de títulos. Mas a morte de um número considerável de fundos de investimento poderia facilmente soltar a totalidade do sistema financeiro global – ou seja, um período de caos destrutivo seguido de um conjunto de medidas institucionais, com perdas incalculáveis de capital durante o processo e grandes mudanças na vida quotidiana. O mundo nunca esteve realmente numa situação deste género e é impossível prever o que poderá resultar daqui. Mas não restam dúvidas de que os americanos gozaram de um nível de vida artificialmente elevado em relação ao valor do que realmente produzimos – frango frito, extensões de cabelo e reality shows – , por isso, a conclusão é mais que evidente.

Outros afirmaram (e eu subscrevo) que 2008 será o ano em que a questão do Pico Petrolífero não só ocupará a linha da frente da política americana, como também afastará o aquecimento global para segundo plano, enquanto a ameaça mais imediata ao modo de vida “moderno”. Tudo indica que o mundo chegou ao limite da produção de petróleo – e algumas estatísticas apontam mesmo Julho de 2006 como o momento exacto. Daí para cá surgiram algumas explicações novas e cruciais que nos permitem compreender o que está a acontecer ao petróleo por este mundo fora.

Um delas é o de que apenas a “destruição da procura” nas nações mais pobres do mundo manteve o mercado petrolífero a funcionar “normalmente” nos países da OCDE e nos emergentes parceiros asiáticos. Ainda assim, o preço do petróleo mais do que duplicou em 2007. Resta-nos averiguar se a destruição da procura na economia pouco firme dos EUA – com os construtores suburbanos estropiados – irá impedir que o preço do petróleo ultrapasse o território desconhecido dos 100 dólares/barril. Mas duas outras forças estão agora em actividade.

Uma é o problema da exportação de petróleo, que em breve será crítico. Actualmente parece que as exportações, nas nações com excedentes de petróleo para negociar, estão em declínio a um ritmo mais acentuado do que o da diminuição da produção. Porquê? Porque usam cada vez mais o seu próprio petróleo. A população aumenta vigorosamente. Na Arábia Saudita está a ser construída a maior oficina de fundição de alumínio do mundo e muitas fábricas de engenharia química. Tudo isto envolve muito petróleo. A Rússia, outro grande exportador, viu as suas vendas de carros aumentar em 50 por cento em 2007. O México utiliza cada vez mais o seu próprio petróleo, tanto que em três anos poderá sair completamente do mundo da exportação. As notícias não serão boas para os EUA, pois o México é juntamente com a Arábia Saudita uma das principais fontes de importação de petróleo. Lembrem-se de que os EUA importam actualmente perto de três quartos de todo o petróleo que usamos.

O segundo novo factor é o “nacionalismo do petróleo”. Está a levar países como a Noruega e a Rússia a economizar cada vez mais os seus recursos, à medida que percebem que já ultrapassaram o limite de exploração e que querem manter os seus motores a trabalhar durante mais tempo. As nações com reservas petrolíferas estão tendencialmente a negociá-lo com base em contratos a longo prazo com clientes preferenciais, ao invés de leiloá-lo em mercados vindouros. Isto faz com que o petróleo seja o elemento mais poderoso na geopolítica. Refira-se que os EUA poderão não gozar do estatuto de “cliente preferencial” entre muitas destas nações.

Matt Simmons, o principal banqueiro de investimento na indústria de petróleo, previu numa importante conferência em Outubro que é muito provável os EUA achem os cortes localizados de petróleo (e gasolina, claro) um problema crónico e afirmou que este problema de abastecimento será extremamente preocupante de todas as formas imagináveis – económica, política e socialmente. A maioria dos comentadores que levo a sério vêem o preço do petróleo a oscilar em 2008 entre os 80 e os 100 dólares/barril. Simmons crê que os americanos continuarão a engolir os aumentos de preço, mas vão provavelmente perder a cabeça no caso de cortes localizados.

Não faço ideia como as políticas da eleição presidencial se vão desenrolar em 2008. É com certeza óbvio que haverá um sem número de armadilhas durante os meses que se seguem, ao ponto de que algo terá de abalar a actual palhaçada entre os candidatos. Os actuais candidatos encontrarão em breve as suas deixas e mensagens instantâneas e gastas, enquanto a nação enfrenta crises financeiras e energéticas (pelo menos). Dada a cena geopolítica rotineira dos últimos 18 meses (desde a guerra entre o Hezbollah e Israel até ao assassinato de Benazir Bhutto), é provável que os EUA tenham mais, em vez de menos, problemas que o resto do mundo – especialmente se a nossa própria imprudência financeira contaminar a economia global.

No início da presidência de George W. Bush, mesmo antes do 11 de Setembro, costumava dizer aos meus amigos em jeito de brincadeira que Bill Clinton voltaria como Imperador Bill I. A brincadeira já não tem tanta piada com a candidata Hillary à solta. Nunca gostei da forma como ela forçou a sua entrada no Senado americano – fazendo passar a mensagem, essencialmente, de que não havia um único nova-iorquino verdadeiramente qualificado para o lugar. Mas há ainda muito mais coisas que detesto nela actualmente, a começar pela sua presunção em relação a um direito dinástico, passando pela forma irritante e falsa como acena a cabeça (como um daqueles cães nas traseiras dos automóveis) para fazer passar a ideia de que é uma “ouvinte” extraordinária. Escrevo uns dias antes das reuniões de Iowa, seguidas das primárias de New Hampshire. O Presidente da Câmara de Nova Iorque volta subitamente a falar da hipótese de entrar na corrida como independente. Isto poderá originar uma situação tão instável como a de 1860 em que uma escaramuça multi-partidária colocou Lincoln na presidência (ou a eleição de 1912, quando Teddy Roosevelt teve uma candidatura credível na linha do independente Bull Moose). Neste momento, gostaria de ver tanto John Edwards como Barack Obama bem lançados. A simples ideia de um presidente chamado Huckabee dá-me arrepios e quanto ao resto do bando de Republicanos, não os queria nem para supervisores distritais.

De qualquer forma, seja lá quem for que acabe na Casa Branca irá presidir a uma grande embrulhada. Segundo as palavras imortais da personagem televisiva Mr T., tenho pena do tonto que for eleito para esta grande confusão. Haverá todo um continente cheio de clientes da WalMart falidos e ociosos, muitos dos quais com metade da pele tatuada e a maioria preparados para “pegar pesado” contra os que os lixaram.

O que me leva à minha penúltima observação: 2008 será o ano em que a riqueza das celebridades passa a ser escondida. Uma quantidade enorme de pessoas a lamentar a execução das suas hipotecas olhará ameaçadoramente para os Donald Trumps e P. Diddys a exibir a sua riqueza e poderá ir à procura de cabeças – embora no caso de Donald Trump se arrependam de ter acordado o lobo que vive lá dentro. Embora de forma simplista, não estou a brincar. Os sinais exteriores de riqueza estarão tão fora de moda que P. Diddy poderá até sair para as suas diversões nocturnas num Mazda de 1999. Lindsay Lohan e Paris Hilton poderão ter de se trancar num minúsculo silo de mísseis para manter longe as multidões enfurecidas de fans transformados em vingativos guerreiros.

Pronto, o meu comentário final. Após ter sido castigado meses a fio por me ter enganado em relação ao DOW em 2006 (disse 4000), aprendi a minha lição sobre fazer previsões numéricas para o mercado bolsista. Vamos então pressupor que de forma alguma o DOW, o NASDAQ e o S&P irão acabar o ano de 2008 de rastos. A charada da prosperidade eterna, baseada em lucrar a partir do nada, acabou. O som que se ouve lá fora é a realidade a bater à porta. Há muito tempo que está lá fora ao frio e não está nada contente connosco.

Notas:
[1] Mundo fantástico criado pelo poeta e romancista irlandês C.S. Lewis nos vários volumes que compõem as Crónicas de Nárnia.
[2] Personagem da animação criada por Chuck Jones para a Warner Brothers.
[3] Área elevada de solo com um topo plano, rodeada por todos os lados por escarpas inclinadas.
[4] Banco de investimentos americano cujas acções sofreram acentuadas perdas em 2007.
[5] Ex-presidente da Reserva Federal que veio a público defender que o governo devia ajudar os americanos com problemas hipotecários.
[6] Empresas americanas que se dedicam à venda de todo o tipo de produtos e materiais para o lar.


O original encontra-se em jameshowardkunstler.typepad.com/clusterfuck_nation/2007/12/forecast-for-20.html.
Tradução de Ernesto Correia.


Este artigo encontra-se em http://resistir.info/ .
08/Jan/08