resistir_info Não à guerra pelo petróleo.    Clique para aceder ao abaixo assinado.

SIONISTAS ATÉ ROUBAM POSTES AOS PALESTINOS !
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A polícia do estado nazi-sionista até já rouba postes de electricidade ao povo palestino. A foto foi tomada no cruzamento da auto-estrada 317 com a estrada que conduz a Al-Tuwani. O poste fora instalado recentemente pelos habitantes daquele aldeia a fim de conectá-la à rede eléctrica de Yatta, cidade palestina a Norte.
A notícia está em Uruknet .
Clique a imagem para aceder à petição.
OS ESQUECIMENTOS DE MEDINA CARREIRA
Num media infestado de áulicos como a TV portuguesa, as aparições ali do Dr. Medina Carreira são sempre um motivo de satisfação. É das raras pessoas que se atreve a dizer verdades acerca da situação económica do país. A sua intenção de "ir aos problemas de fundo" é louvável. No entanto, o Dr. Medina Carreira nem sempre consegue chegar ao fundo, talvez devido a limitações ideológicas ou de classe.
Os problemas dos défices estruturais que aponta (balança de pagamentos, endividamento externo e interno) são realmente cruciais. Mas quando ele diz que, por isso, os portugueses terão de apertar o cinto nunca diz quais as classes sociais que terão de fazer mais furos nesse cinto. Quando fala de défices externos e diz que teremos de cortar nas importações de comida esquece-se absurdamente de falar da muito mais importante política de transportes e da necessária redução das importações de petróleo: factura de 8 mil milhões de euros em 2008 (há 570 veículos para cada 1000 habitantes, uma das mais altas capitações da Europa). Quando fala das despesas excessivas do Estado, esquece-se de dizer que se simplesmente esse mesmo Estado adoptasse software livre pouparia os milhões de euros que agora paga aos monopolistas da Microsoft. Quando fala das causas das nossas mazelas esquece-se apontar as privatizações selvagens e a destruição do Sector Empresarial do Estado (SEE) que, se hoje existisse, poderia dar uma contribuição para a solução da crise (compreende-se, pois foi co-participante disso enquanto ministro de um governo PS). Quando fala do descalabro na situação da justiça e da educação esquece-se de apontar as responsabilidades históricas da política de recuperação capitalista e monopolista que destruiu as conquistas da Revolução de Abril. Quando fala da magra fatia que hoje a nossa indústria tem no PIB esquece-se de dizer que a desindustrialização do país foi uma consequência de políticas impostas por Bruxelas e aceites com entusiasmo pela classe dominante arrivista, constituída por uma burguesia compradora hoje dominada por empreiteiros. Quando fala do peso hoje diminuto da nossa agricultura esquece-se de dizer que isso foi uma consequência directa da entrada na UE (foi a UE que entrou em Portugal e não o inverso), assim como da destruição da Reforma Agrária. Quando fala de rupturas que vem aí, esquece-se de dizer que há rupturas que podem ser autoritárias ao serviço da classe dominante e outras que podem ser progressistas ao serviço da maioria do povo português. Quais as que ele deseja e quais as que ele teme?
ALDRABÕES DO CLIMA DESMASCARADOS
Os aldrabões que, fazendo-se passar por "cientistas", afirmam estar a haver aquecimento global e que este tem origem antropogénica acabam de ser desmascarados. Os hackers que penetraram nos computadores da Hadley Climate Research Unit (um dos principais apoiantes do IPCC na Grã-Bretanha) puseram milhares de documentos seus on line. Dentre os documentos estão emails trocados ao longo de mais de uma década. Alguns deles mostram um conluio dos "cientistas" para esconder o declínio da temperatura global e trocas de opiniões quanto a diferentes maneiras de dividir e baralhar os dados climáticos. Esta revelação é mais uma machadada na fraude do "aquecimento global" e na próxima cimeira do IPCC em Copenhagem.
Por cá, contra todas as evidências em contrário, o governo Sócrates continua a defender a ideologia do aquecimentismo.
Estas notícias estão em: The Wall Street Journal , Examiner e The Air Vent .
ASSINE A PETIÇÃO DA CGTP-IN:
http://www.cgtp.pt/peticoes/2009/sociais/index.php

  • PELO ALARGAMENTO DA PROTECÇÃO NO DESEMPREGO
  • PELA REVOGAÇÃO DO FACTOR DE SUSTENTABILIDADE
  • PELA ALTERAÇÃO DAS REGRAS DE ACTUALIZAÇÃO DAS PENSÕES E PRESTAÇÕES

    O DESCARAMENTO DA MENTIRA
    Em Portugal, o primeiro-ministro Sócrates assevera que em 2010 o governo irá dedicar-se ao emprego e ao crescimento. O cinismo é enorme. A mesma gente que destruiu o poderoso Sector Empresarial do Estado saído da Revolução de Abril diz agora que vai promover o emprego. Mentem e sabem que mentem. Após as últimas eleições já se anunciaram ainda mais encerramentos de empresas e despedimentos colectivos.

    Nos EUA, os números inventados pelo governo federal ganham foros de "recuperação" nos media corporativos. Depois de despejar milhões de milhões de dólares na grande banca, nas companhias de seguros e na indústria automobilística (programa Cash for Clunker) os EUA conseguiram apenas um ligeiro crescimento económico no 3º trimestre deste ano – mas nada garante que o mesmo possa continuar. A situação real da economia estado-unidense revela-se nestes gráficos do Shadow Statistics :

    Clique a imagem para aceder ao Shadow Statistics.
    Para o capital, sair da crise significa restabelecer a taxa de lucro que este considera "normal". Este é o significado da "recuperação" apregoada pelos jornais económicos da classe dominante. Mas este ponto de vista nada tem a ver com o das pessoas comuns, a maioria do povo, para as quais recuperação significa manutenção do emprego e manutenção dos padrões de vida. Assim, doravante, quando se falar em recuperação será preciso perguntar: para quem?
    PORTUGAL: RECORDISTA NA DESIGUALDADE
    Na lista dos países com maior fosso entre ricos e pobres Portugal vem em 5º lugar. A classificação é feita pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Do ponto de vista da desigualdade só Hong Kong (1º), Singapura (2º), EUA (3º) e Israel (4º) estão em situação pior do que Portugal.
    O coeficiente de Gini que o PNUD atribuiu a Portugal foi de 38,5 (numa escala em que zero representa a igualdade absoluta e 100 a desigualdade absoluta). O PNUD afirma que os 10% mais pobres da população portuguêsa detêm apenas 2% do rendimento nacional, ao passo que os 10% mais ricos detêm 29,8% do mesmo.
    A notícia está em Yahoo Finance .
    PETRÓLEO: PRODUÇÃO JÁ NÃO CRESCE
    Produção estagnou.
    A imagem acima está contida na apresentação Power Point do Dr. Robert L. Hirsch, divulgada este mês na conferência da ASPO-USA. Para descarregar a apresentação completa clique com o botão direito do rato em for_peak_oil_trainers.pptx (270 kB).

    É mais válido do que nunca assinar a petição contra a construção de qualquer novo aeroporto em Portugal . A ignorância energética do governo português – e também dos partidos da oposição – deve ser combatida agora. Há que evitar um investimento ruinoso. No ano previsto para a inauguração deste aeroporto o mundo já estará em plena penúria petrolífera.
    CURSO RÁPIDO DE ECONOMIA E ENERGIA
    Crash course é um notável curso de economia, energia e meio ambiente: http://www.chrismartenson.com/crashcourse . Ele pode ser assistido em inglês, castelhano ou francês. São cerca de 20 lições. O curso cobre praticamente tudo que é realmente importante, desde a função exponencial e a reserva fraccionária dos bancos até o endividamento geral, o Pico Petrolífero e o esgotamento dos recursos. É claro que um trabalho tão rigoroso e exacto como esse nunca poderia ser realizado por um economista vulgar formatado na escola de pensamento neoliberal. O seu autor, Chris Martenson, é de facto um cientista e, espantosamente, a sua especialidade é num ramo completamente distinto:  a neurotoxicologia (!).
    NOVAS REVELAÇÕES CIENTÍFICAS SOBRE O 11/SET
    A revista académica The Open Chemical Physics Journal, dos Estados Unidos, acaba de publicar um artigo dos investigadores Niels H. Harrit, Jeffrey Farrer, Steven E. Jones, Kevin R. Ryan, Frank M. Legge, Daniel Farnsworth, Gregg Roberts, James R. Gourley, Bradley R. Larsen intitulado "Material termítico activo descoberto no pó da catástrofe de 11 de Setembro do World Trade Center" ("Active Thermitic Material Discovered in Dust from the 9/11 World Trade Center Catastrophe"). O texto integral do artigo, com 25 pgs., pode ser descarregado em
    www.bentham-open.org/pages/content.php?TOCPJ/2009/00000002/00000001/7TOCPJ.SGM
    USAID ENVIA US$47 MILHÕES AOS GOLPISTAS HONDURENHOS
    E FMI MAIS US$164 MILHÕES

    A Agência Estado-Unidense para o Desenvolvimento Internacional (USAID) entregará US$47 milhões ao golpistas hondurenhos até 30 de Setembro próximo. A notícia está em Agência Bolivariana . Ou seja, trata-se precisamente do inverso daquilo que anda a dizer o Público e outros auto-proclamados jornais "de referência".
    Por sua vez, o FMI acaba de anunciar que concederá US$164 milhões aos gorilas hondurenhos .
    CHIP, MEDIDA PIDESCA
    A deriva policialesca do governo Sócrates agrava-se à medida que se agrava a crise social. A última novidade é a tentativa de instalar, a partir de 2010, chips electrónicos nos cinco milhões de veículos existentes em Portugal. Eles querem o big brother, para espiolhar electronicamente o comportamento de cada um.
    Manifeste o seu protesto em Automóveis online e assine a Petição contra a colocação obrigatória de chips de vigilância nas matrículas dos veículos automóveis .
    O INÍCIO DA DEPRESSÃO NOS EUA
    Pela primeira vez na história, o consumo de electricidade nos Estados Unidos reduziu-se em dois anos seguidos. Normalmente a taxa de crescimento da procura é sempre positiva, mas em 2008 foi de -0,7% e em 2009 prevê-se que venha a ter um crescimento negativo de 1,6%. Este indicador, em unidades físicas, é mais confiável do que as abstracções da contabilidade nacional (PIB, PNB, etc) pois não se presta a manipulações estatísticas.
    A evolução recente do consumo de electricidade nos EUA foi a seguinte:
    Ano Crescimento anual
    1998 3,7%
    1999 1,7%
    2000 2,8%
    2001 -0,7%
    2002 2,1%
    2003 0,8%
    2004 1,2%
    2005 2,8%
    2006 0,2%
    2007 2,8%
    2008 -0,7%
    2009 -1,6% (previsão)

    PS & PPD, OS CONTINUADORES
    "A politica converteu-se em uma vasta associação de intriga, em que os socios combinam dividir-se em diversos grupos, cuja missão é impellirem-se e repellirem-se successivamente uns aos outros, até que a cada um d'elles chegue o mais frequentemente que for possivel a vez d'entrar e sair do governo. Nos pequenos periodos que decorrem entre a chegada e a partida de cada ministerio o grupo respectivo renova-se, depondo alguns dos seus membros nos cargos publicos que vagaram e recrutando novos adeptos candidatos aos logares que vierem a vagar. É este trabalho de assimilação e desassimilação dos partidos, que constitue a vida organica do que se chama a politica portugueza".
    Eça de Queirós e Ramalho Ortigão, As Farpas, Agosto-Setembro de 1877.
    RETRATO NEGRO SEM MEA CULPA
    O ministro das Finanças acaba de reconhecer a situação negra da economia portuguesa . No seu discurso de 15 de Maio prevê uma queda do PIB de -3,4% em 2009, uma taxa de desemprego de 8,8%, uma queda do investimento de 12%, uma queda das exportações de 14%. Para não reconhecer que há deflação (o que introduz um risco sistémico), o ministro ridiculamente previu uma inflação de 0,1% em 2009.
    Nada disto é novidade. Muitos observadores isentos já haviam feito tais previsões há mais de um ano. A novidade está mais naquilo que o ministro não disse do que naquilo que disse.
    O ministro Teixeira dos Santos não disse, por exemplo, que: 1) A destruição do Sector Empresarial do Estado, efectuada pelo PS e PPD, deixou Portugal indefeso face à crise; 2) A perda de soberania monetária, com a adesão ao Euro, deixa Portugal inerme, de pés e mãos atados; 3) A situação negra por ele descrita não o levou à conclusão lógica de cancelar o programa de investimentos ruinosos promovidos por este governo (novo aeroporto, TGV, terceira ponte sobre o Tejo, super-Hospital de Todos os Santos em Lisboa); 4) A necessidade imperiosa de aumentar o Rendimento Disponível do povo português, modificando drasticamente a repartição do Rendimento Nacional em favor dos trabalhadores; 5) A necessidade imperiosa de reduzir a enorme factura petrolífera do país.
    Em resumo: trata-se de um discurso pífio em que o ministro apenas reconhece o óbvio, sem tirar as devidas consequências do quadro negro que apresenta. O autismo deste governo será sem dúvida um factor de agravamento da crise. Se Portugal fosse uma aldeia deveríamos tocar os sinos a rebate.
    PAÍS A SAQUE E A CAMINHO DA RUÍNA
    A depressão económica que agora se inicia no mundo capitalista pode ser agravada ou amenizada pelas políticas dos governos nacionais. No caso português, o governo do sr. Sócrates parece apostado em agravá-la ao máximo. Fecham empresas todas as semanas, aumenta o desemprego, os défices tornam-se assustadores, a dívida externa agrava-se a níveis monstruosos, mas ele permanece impávido nos seus projectos ruinosos – como o novo aeroporto, TGV, terceira ponte sobre o Tejo, o super-hospital de Todos os Santos, etc, etc. Enquanto isso, as universidades vivem à míngua, maternidades e centros de saúde são encerrados, as pensões de reforma são uma miséria, a repartição do rendimento é a pior de todos os países da Europa (a do Leste inclusive).

    O custo do novo aeroporto está agora orçamentado em €5 mil milhões. E, como toda a gente sabe, os orçamentos têm o hábito de fazer derrapagens da ordem dos 40, 50 ou mais por cento. Ao mesmo tempo, este governo autista e de lesa economia nacional ignora deliberadamente a realidade do Pico Petrolífero. Como se os preços momentaneamente baixos do barril – devido em parte à recessão económica – pudessem perdurar para sempre (o banqueiro M. Simmons prevê uma alta significativa dentro de seis a nove meses). E mesmo com os actuais preços baixos do barril, a TAP acaba de anunciar que foi obrigada a cancelar 2400 voos no 2º semestre de 2009. Hoje, até mesmo altos dirigentes de companhias de petróleo recomendam "poupar, poupar, poupar" . Mas governos ao serviço dos grandes empreiteiros fazem orelhas moucas.
    Quem porá cobro a isto?
    Continua a ser mais válido do que nunca assinar a Petição contra o novo aeroporto .
    . ATROCIDADES NAZI-SIONISTAS

    Uma t-shirt ostentando uma palestina grávida sob uma alça de mira e a inscrição "Um tiro duas mortes". Foi a imagem escolhida por snipers (atiradores de elite) da infantaria israelense. Outras t-shirts exibem bebés mortos, mães a chorarem sobre os túmulos dos seus filhos, armas apontadas a crianças e mesquitas bombardeadas. Há uma loja em Tel Aviv especializada em imprimir as ditas t-shirts e cada pelotão escolhe a imagem que vai usar. As atrocidades praticadas pela entidade nazi-sionista já não são escondidas – são mesmo exibidas.
    200 MIL MANIFESTANTES EM LISBOA Clique a imagem para pormenores.
    KEYNESIANISMO COXO
    Falar em medidas para a "saída da crise" no âmbito do capitalismo é um erro, pois elas não existem. A verdadeira saída é transcender o modo de produção capitalista. Entretanto, pode-se falar em medidas que amenizariam a crise para os trabalhadores. Estas resolvem-se a favor de umas classes e contra outras. As medidas de amenização nunca são neutras.
    Em Portugal, o governo do sr. Sócrates já começou a tomá-las. Concedeu ajudas elevadas aos banqueiros e, para a economia real, fala em reactivar o investimento público. Trata-se de um keynesianismo bastardo adoptado à última hora por um governo que desde sempre praticou uma política neoliberal.
    A tradução de "investimento público" para o sr. Sócrates é lançar mega-projectos absurdos como o do novo aeroporto, TGV e terceira ponte sobre o Tejo. É um programa ruinoso porque no caso de Portugal um eventual aumento do PIB não se traduziria no bem estar do seu povo. Encareceria o crédito para as PMEs, aumentaria brutalmente o nível já elevado da dívida externa do país e não activaria o debilitado tecido produtivo nacional (quase tudo nesses projectos seria importado).
    Além disso, não se pode esquecer que aquilo que realmente importa para o bem estar do povo português não é o PIB e sim o Rendimento Nacional Bruto a preços de mercado. Por outras palavras, o Produto Nacional Bruto. A equação é PNB = RNBpm = PIB + Balança de Rendimentos. Esta última tem-se tornado cada vez mais deficitária a cada ano que passa e os tais "grandes projectos" do sr. Sócrates agravariam ainda mais esta situação. Assim, um crescimento do PIB português poderia resultar num crescimento negativo do RNB.
    O que fazer então para amenizar a crise? A resposta correcta é um aumento imediato e significativo do Rendimento Disponível do povo português. Isto significa aumento imediato dos salários e pensões de reforma, assim como o desagravamento da carga fiscal que pesa sobre o trabalho. Contribuiria para desagravar a dívida interna das famílias, além de reforçar o mercado interno e a produção interna de bens e serviços. No imediato, e para começar, é isto que há a fazer.
    COISAS SÉRIAS & FUTILIDADES
    A inanidade das discussões públicas nos media corporativos portugueses é estarrecedora. Falam de tudo e mais alguma coisa, desde que não se trate de assunto sério. É assim que enchem o espaço com pequenas e médias corrupções (agora é o caso Freeport que está na moda, amanhã será outro qualquer), casamentos de gays, histerismos com o dito aquecimento global, jogo da bola, a censura no carnaval de Torres Vedras e outros diversionismos quejandos. Mas da crise que abala o mundo capitalista só se fala para desinformar. E sobretudo negam-se as responsabilidades históricas do conluio PS-PSD quanto a situação em que está Portugal. Se hoje ainda estivesse em vigor a Lei de Delimitação dos Sectores , de 1977, Portugal estaria muito melhor preparado para enfrentar a crise pois disporia de um forte Sector Empresarial do Estado. Com a liquidação daquela lei pelos comparsas PS e PSD, e com as privatizações selvagens que se seguiram, Portugal está hoje à mercê das transnacionais. E quando estas resolvem encerrar as suas fábricas aqui (Opel, Qimonda, etc), pouco se pode fazer. Ridiculamente o sr. Manuel Pinho, ministro da Economia, disse que ia falar com o seu colega alemão para lhe pedir que mantivesse a Qimonda a funcionar, como se este último não estivesse a marimbar-se para o sr. Pinho.
    MAIS ATROCIDADES NAZI-SIONISTAS
    'Flechette'. Além de munições com urânio empobrecido e armas de fósforo, proibidas pelas Convenções de Genebra, revela-se agora que o exército israelense utilizou um novo tipo de armamento em áreas civis densamente povoadas: "flechettes".
    Trata-se de dardos de metal com 4 cm de comprimento com quatro aletas atrás. São acondicionadas 5000 a 8000 "flechettes" em cada bomba de 120mm, as quais costumam ser disparadas por tanques. A bomba explode no ar e dispersa as "flechettes" numa área de aproximadamente 300m por 100m.
    A notícia está em Uruknet .
    LISBOA SOLIDÁRIA COM O POVO PALESTINO
    Manifestação de sábado, 24 de Janeiro.

    Milhares de manifestantes concentraram-se dia 24 de Janeiro no Largo Camões, em Lisboa, em solidariedade com o povo palestino. Nas intervenções ali efectuadas foi condenado o banditismo do Estado israelense, a sua política genocida, a sua utilização de armas ilegais como urânio e fósforo branco em Gaza e o cinismo do governo português que equipara os criminosos às suas vítimas. Um dos oradores anunciou que a Assembleia Municipal de Lisboa aprovou dia 20, por maioria, a geminação da Cidade de Lisboa com Gaza.
    Após a concentração no Largo Camões os manifestantes desceram a Rua do Alecrim em direcção à Câmara Municipal de Lisboa, com palavras de ordem defendendo o fim dos massacres do Povo Palestiniano, a investigação e processo dos responsáveis israelenses pelos crimes de guerra e contra a Humanidade; o fim ao Bloqueio a Gaza; o fim à Ocupação da Palestina; e uma Paz Justa e duradoura no Médio Oriente

    ORIGENS DO TERRORISMO NO MÉDIO ORIENTE
    Quem começou o terrorismo no conflito árabe-israelense?
  • Bombas em cafés: utilizadas pelos sionistas pela primeira vez na Palestina em 17/Março/1937, em Jaffa.
  • Bombas em autocarros: utilizadas primeiro pelos sionistas em 20/Agosto e 26/Setembro/1937.
  • Bombas em mercados: utilizadas primeiro pelos sionistas em 06/Julho/1938, em Haifa.
  • Bombas em hoteis: utilizadas primeiro pelos sionistas em 22/Julho/1946, em Jerusalém.
  • Bombas em embaixadas estrangeiras: utilizadas primeiro pelos sionistas em 01/Outubro/1946, em Roma (contra britânicos).
  • Minagem de ambulâncias: utilizadas primeiro pelos sionistas em 31/Outubro/1946, em Petah Tikvah.
  • Cartas bomba: utilizadas primeiro pelos sionistas em Junho/1947 contra alvos britânicos no Reino Unido.
    Para documentação, consulte-se The Arab Women's Information Committee e The Institute for Palestine Studies, Who Are the Terrorists? Aspects of Zionist and Israeli Terrorism, (Beirut: Institute for Palestine Studies, 1972).
    OUTRA INFORMAÇÃO SOBRE GAZA:
  • Gaza Today
  • Gaza Siege
  • Maan News Agency
  • Angry Arab
  • Palestinian Information Center
  • Uruknet
  • Moments of Gaza
  • Apresentação Power Point: a_terra_prometida.pps (2551 kB). Clique com o botão direito do rato e faça "Save As..." para descarregar.
    DO GUETO DE VARSÓVIA AO GUETO DE GAZA
    Gueto de Varsóvia, 1943.
    Em Abril de 1943 os judeus do Gueto de Varsóvia foram massacrados pela máquina militar do III Reich nazi. Em Dezembro de 2008 os palestinos do Gueto de Gaza são massacrados pela máquina militar do IV Reich nazi-sionista. Ambos os povos exerceram o seu direito inalienável à revolta contra a opressão.

    É hipócrita e cínica a atitude do governo português a recomendar que cessem os ataques de ambos os lados. Com essa argumentação pretende-se comparar a resistência digna do povo palestino e a acção criminosa do invasor sionista que massacra a população civil e destrói a infraestrutura de Gaza, depois de sustentar durante meses um bloqueio total contra o seu povo.

    Este genocídio só é possível porque o lobby judeu mundial concede-lhe o combustível necessário, porque os EUA dá cobertura política, economica e bélica ao agressor, porque a União Europeia lhe deu um sinal verde e porque grande parte da população israelense dá apoio à limpeza étnica promovida pelo governo nazi-sionista.

    Só o levantamento generalizado no mundo árabe e a solidariedade internacional, com todo tipo de protestos por toda a parte, poderá deter essa acção criminosa. Neste momento é importante reiterar a solidariedade com o governo legítimo do Hamas e repudiar a posição cúmplice do actual presidente da Autoridade Nacional Palestina, sr. Mahmud Abbas. Este, apesar da carnificina em curso, optou por acusar o Hamas pelo que está a acontecer e de forma submissa procura negociar com os assassinos do seu povo.
    DA RESPONSABILIDADE COLECTIVA DE UM POVO
    As novas atrocidades cometidas pelo estado judeu colocam questões candentes. O bombardeamento indiscriminado da população de Gaza pelos caças F-16 da entidade sionista até agora já provocou quase 300 mortos e 900 feridos. Isto vem na sequência de um sitiamento prolongado, em que se priva aquela população de alimentos, combustíveis e medicamentos. A palavra genocídio tem razão de ser. Ele está a ser efectuado desde há anos. É um genocídio em câmara lenta. A cumplicidade/passividade da União Europeia e dos governos de muitos países árabes (a começar pelo do Egipto) é notória. Mas acima de tudo é notória a conivência de grande parte dos cidadãos de Israel.

    Na década de 1930 o cidadão médio da Alemanha podia alegar desconhecimento dos crimes perpetrados pelo nazismo. O aparelho de propaganda hitleriano jamais mencionava o holocausto em curso. A existência dos campos de concentração e dos fornos crematórios era cuidadosamente escondida. Os media da Alemanha nazi nunca mencionavam a existência de tais infâmias.

    E o que se passa hoje em Israel? Os crimes do estado sionista são bem conhecidos. A realidade do apartheid é evidente para todos, basta olhar as muralhas que esquartejam a Palestina. Os assassinatos das sinistras polícias políticas de Israel são (em parte) divulgados nos media. As 100 toneladas de bombas já despejadas sobre a população indefesa de Gaza são anunciadas nos jornais israelenses. As perseguições ao espoliado povo palestino (10 mil palestinos presos) são notórias. Por isso – ao contrário do povo alemão dos anos 30-40 – o povo de Israel não pode alegar ignorância. Assim, exceptuando as forças democráticas e progressistas (como o PCI, o Hadash e algumas personalidades dignas) deve-se colocar o problema da responsabilidade colectiva dos cidadãos israelenses que permanecem passivos ou dão apoio (inclusive com o seu voto) a um governo que comete tais atrocidades.

    O repúdio à barbárie nazi-sionista deve ser universal. As manifestações contra o massacre já começaram nos EUA e em outros países. O apêlo ao boicote a Israel e ao desinvestimento deve transformar-se em realidade.
    A CRIAÇÃO DO DINHEIRO
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    Quem cria o dinheiro? A resposta está em Money as Debt , filme de 47 minutos de Paul Grignon. O DVD em inglês pode ser encomendado aqui . Para assistir ao filme dobrado em castelhano clique em Diñero es Deuda . É melhor do que ouvir certos comentaristas económicos que peroram na TV portuguesa...
    Se quiser aprofundar o tema leia também
  • O banco central dos EUA: O templo e os seus segredos sujos
  • Custos, malfeitorias e perigos do dólar
  • Segredos do dinheiro, dos juros e da inflação .
    LISBOA: A MAIOR MANIFESTAÇÃO DE SEMPRE
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    Mais de dois terços dos 150 mil professores portugueses manifestaram-se em Lisboa dia 8 de Novembro. Foi a maior manifestação nacional de sempre dos professores, ultrapassando a de 8 de Março deste ano. Ao longo de todo o percurso, desde o Terreiro do Paço até o Marquês de Pombal, a multidão foi compacta desde as 15 até às 19 horas.
    A arrogância e a intransigência do governo Sócrates e da sua ministra da educação tiveram uma resposta à altura.

    HISTERIA & IMBECILIDADE, C/ COPYRIGHT QUERCUS
    A campanha histérica acerca do suposto aquecimento global ganhou uma peça sinistra preparada pela agência de publicidade McCann. Temos agora um macaco que se enforca, um urso que se despenha num abismo e um cangurú que se deita sobre carris à espera de ser trucidado por um comboio. Tudo isso num cenário de pesadêlo. Tais aberrações são pagas pela Quercus, organização que se pretende ambientalista mas mais parece uma organização terrorista. Com esta campanha os aquecimentistas atingem um novo patamar na escalada da desinformação e da mentira.
    Para ter o desprazer de ver o vídeo com estas abencerragens clique aqui .
    O PRECIPITAR DA CRISE
    Os acontecimentos precipitam-se, dia a dia, hora a hora. A crise capitalista mundializa-se atingindo os mais diversos países, desde a Islândia até ao Paquistão. Nos EUA e na Europa as repercussões são mais do que muitas. Já se fala em estagnação-deflação . Contudo, os jornais portugueses apresentam uma rósea visão mistificadora desta macro crise — não reconhecem sequer que se trata do início de uma depressão. É a desinformação no seu mais alto grau, tanto pela acção de branqueamento como pela omissão. Ainda mais importante do que a informação é a compreensão. Neste aspecto os media lusos são absolutamente lastimáveis, com os seus comentadores de serviço que debitam vulgaridades. Promovem assim a incompreensão das causas e consequências da crise. Querem manter o povo sossegado para que o grande capital financeiro possa preparar o seu próprio salvamento.
    O governo Sócrates, por sua vez, continua a falar insensatamente em projectos megalómanos como o do novo aeroporto , TGV, terceira ponte rodoviária sobre o Tejo, etc, etc. Além de não reconhecer a realidade do Pico Petrolífero, agora tão pouco reconhece a realidade da crise (a que chama de simples recessão). É o autismo elevado ao mais alto grau. Portugal perde assim um tempo precioso. Este período deveria ser aproveitado para tomar medidas destinadas a minimizar o impacto da depressão mundial que se avizinha, em concomitância com o fim do "plateau" petrolífero.
    AVAL: ESTÍMULO AO AUMENTO DA DÍVIDA EXTERNA
    A dívida externa bruta de Portugal era de 343,97 milhões de euros em Junho de 2008. Com o aval de 20 mil milhões de euros que o Estado agora concedeu aos banqueiros portugueses, pode-se dizer que a dívida externa do país irá aumentar no mesmo montante.
    A banca portuguesa é a principal responsável pelo endividamento externo do país. Ela tem exercido um papel de intermediário:   toma empréstimos no estrangeiro e concede-os a retalho no mercado interno português, a taxas mais elevadas. Com a garantia agora oferecida pelo Estado, os banqueiros locais serão estimulados a incrementar esta prática.
    As condições do aval não estão claras. Será que esta medida extraordinária beneficiará alguma coisa os 1.310.000 mutuários do crédito à habitação? Ou as PMEs? Irá o governo fixar um spread máximo como contrapartida a este aval? Exigirá o governo que o Estado receba acções ordinárias dos bancos caso tenha de dispender recursos financeiros em decorrência desta garantia?
    MOVIMENTO IVA COM RECIBO
    IVA com recibo é um movimento justo. É uma iniquidade que as PMEs portuguesas sejam obrigadas a pagar o IVA a partir do momento que emitem uma factura. Sabendo-se do problema crónico dos atrasos de pagamentos em Portugal (inclusive os do próprio Estado), verifica-se que as PMEs estão de facto a financiar o erário público com os seus magros fundos de maneio. Assim, muito mais correcto é que o pagamento do IVA seja devido a partir do momento em que as facturas são efectivamente recebidas. Mais vale ajudar as PMEs portuguesas – as principais empregadoras do país – do que banqueiros em bancarrota. Neste momento de crise financeira mundial, esta reivindicação adquire ainda maior relevância.
    Se concorda com isso, assine a petição on line:
    http://www.pnetpetições.pt/ivacomrecibo/
    OS ADORADORES DO DEUS MERCADO
    Os adoradores do deus mercado, os adeptos do neoliberalismo, os entusiastas do capitalismo high tech, os analistas económicos que debitam vulgaridades nos media "de referência", todos eles estão agora confrontados com uma realidade brutal: a ruína do capitalismo, pelo menos da forma em que o conhecemos. Estes últimos sete dias representaram uma viragem na história do capitalismo mundial (nacionalização de facto dos passivos da Fannie e do Freddie, falência do Lehman, salvamento da AIG, aumento gigantesco da dívida externa dos EUA, início do reflacionamento da economia estado-unidense).
    Há que ser claro: o que o Federal Reserve e o Tesouro dos EUA querem salvar não é a economia dos Estados Unidos e sim os seus banqueiros. O plano em curso é para reflacionar os activos imobiliários a fim de minorar os desastrosos balanços dos bancos. Por isso aumentarão o endividamento da população daquele país. Ou seja, resolvem um problema de dívidas insolventes com a acumulação de ainda mais dívidas. Trata-se de uma neo-escravização através da dívida. A repartição do rendimento nacional dos EUA obviamente irá piorar.
    A procissão ainda vai no adro. A crise sistémica do capitalismo está longe de acabada. As sequelas e repercussões pelo mundo afora têm desdobramentos que mal se podem adivinhar. O risco de o imperialismo empreender uma fuga para a frente através da guerra é enorme. Tudo isso num pano de fundo de uma realidade física inescapável: o mundo já atingiu o Pico Petrolífero, o que tem consequências fundas.

    MANIFESTAÇÕES ANTI-IMPERIALISTAS NOS EUA
    Cabeça da manifestação em Nova York.
    Milhares de cidadãos dos EUA manifestaram-se dia 2 de Agosto contra a ameaça de agressão ao Irão e contra as guerras imperialistas em curso no Iraque e no Afeganistão. As manifestações decorreram em Nova York, Cleveland, Detroit, Buffalo e 87 outras cidades dos EUA. Os media portugueses não deram esta notícia.
    Ver http://www.stopwaroniran.org/

    DEPUTADOS BRITÂNICOS DÃO O BOM EXEMPLO
    Na Casa dos Comuns, em Londres, deputados britânicos deram um bom exemplo aos parlamentos de todo o mundo: constituíram o Grupo Parlamentar de Todos os Partidos sobre o Pico Petrolífero (All Party Parliamentary Group on Peak Oil, APPGOPO). Este grupo parlamentar acaba de divulgar um importante relatório que merece atenção. Nas suas 21 páginas analisam-se os impactos políticos e económicos do Pico Petrolífero, o impacto da escassez de energia nos assuntos humanos, soluções possíveis, sistemas de energia alternativos, produção alimentar e a concepção de comunidades preparadas para a nova realidade energética. Vale a pena ler este documento.
    Quando a Assembleia da República portuguesa tomará consciência do Pico Petrolífero? Tal como o governo Sócrates, até agora a AR tem assobiado para o lado. O projecto sobre o Protocolo de Esgotamento (Projecto de Resolução Nº 164/X), apresentado pelo PCP, arrasta-se nos meandros do palácio de S. Bento desde Dezembro de 2006 e nunca mais chega a plenário.
    INFLAÇÃO & DEFLAÇÃO EM SIMULTÂNEO
    A situação económica é, provavelmente, inédita. Não há memória de manifestações de inflação e de deflação em simultâneo . Por um lado, sobem os preços do petróleo e dos alimentos (mesmo sem considerar a desvalorização acelerada do dólar americano). Por outro, verifica-se uma queda nos valores dos bens imóveis, de muitas empresas industriais (se fossem vendidas hoje já não valeriam o mesmo que há um ano atrás) e obviamente das bolhas nos mercados de acções e outros títulos. Mais: o fenómeno tem um carácter mais ou menos generalizado entre os países da OCDE.
    O capitalismo pode conviver muito bem com a inflação. As advertências frequentes que os banqueiros fazem contra a inflação não passa de conversa destinada ao grande público. Mas daquilo que realmente os preocupa eles nunca falam: é a deflação. A deflação introduz um risco sistémico. Empréstimos efectuados tendo como base uma garantia colateral de um determinado valor tornam-se menos seguros. Se o montante em dívida ultrapassar o valor depreciado da garantia, o tomador será tentado a abandonar a sua obrigação contratual.
    Tudo isso indica que o mundo está a entrar em águas ignotas. Há um grande trabalho de investigação a fazer.
    TRABALHADORES PORTUGUESES RESISTEM
    Manifestação de 28 de Junho em Lisboa. As manifestações nacionais promovidas pela CGTP-IN foram um êxito.
    Em mais de 20 cidades do país os trabalhadores manifestaram-se dia 28 de Junho contra a reforma das leis laborais promovida pelo governo neoliberal do sr. Sócrates.
    Em Lisboa, apesar do calor de mais de 30º C, a manifestação reuniu mais de 30 mil trabalhadores.
    Em conivência com a central sindical amarela da UGT, o governo e o patronato pretendem reverter em profundidade as conquistas dos trabalhadores portugueses.
    Tão grandiosas foram as manifestações que até os meios portugueses de desinformação, TV & jornais ao serviço do capital, foram obrigados a mencioná-las.
    Fotos da manifestação de Lisboa podem se encontradas aqui .
    AEROPORTO: O RECUO JÁ COMEÇOU
    Ainda que de uma forma tímida, encapotada e envergonhada, ilustres técnicos que defendiam a construção de um novo aeroporto para Lisboa já começaram a recuar nas suas posições. Nenhum deles, ainda, diz claramente que o novo aeroporto não deve ser construído. Por enquanto eles falam só em "faseamentos" e "flexibilizações" (ver Público ). No entanto, esta crise dos combustíveis era perfeitamente previsível e desde há muito tempo. Se estes ilustres técnicos lessem o resistir.info saberiam mais acerca do Pico Petrolífero e das suas consequências. E talvez chegassem à conclusão de que os investimentos que o governo prevê para infraestruturas rodoviárias também deveriam ser reanalisados.
    Mas a batalha contra o novo aeroporto ainda não está ganha e os jogos de interesses são muitos. Continua portanto a ser válido assinar a Petição contra a construção de qualquer novo aeroporto em Portugal .
    250 MIL MANIFESTAM-SE CONTRA O GOVERNO SÓCRATES
    Manifestação em Lisboa, 05/Junho/2008.
    Para ver mais fotos da manifestação clique aqui .
    "DEIXE O PETRÓLEO ANTES QUE ELE NOS DEIXE"
    O director da Agência Internacional de Energia (AIE) da OCDE, Fatih Birol, declarou que "O mundo pode ficar desprovido de petróleo mais rapidamente do que o esperado – o perigo de uma escassez de oferta está a aumentar", afirmou.
    O director da AIE considerou que neste momento estão a faltar 12,5 milhões de barris por dia, cerca de 15% da procura global de petróleo. "Este fosso significa que poderíamos enfrentar uma escassez de oferta e preços muito altos durante os próximos anos", explicou.
    A edição do World Energy Outlook, publicada em Novembro de 2007, prevê que o declínio rápido da produção de petróleo será a taxas entre 3,7 e 4,2 por cento ao ano.
    A entrevista de Fatih Birol está em Energy Bulletin .

    A CENTRALIDADE DO PICO PETROLÍFERO
    A questão do Pico Petrolífero é central, pois determina todas as outras. Isto é importante, em particular e sobretudo, na questão dos grandes investimentos públicos. Trata-se de despesas muitíssimo vultosas, elas provocam dívidas que comprometem não só a geração actual como gerações futuras.
    Este governo prevê investimentos colossais – como novo aeroporto, TGV e agora um terceiro atravessamento do Tejo – que não podem ser suportados pela combalida economia portuguesa. Além de serem investimentos que não se destinam a aumentar a capacidade de produção nacional, eles estão a ser decididos sem que sequer se tente antever o que virá a ser o mundo pós Pico Petrolífero.
    Gastar recursos em activos fixos que estimulam o tráfego rodoviário, aumentam o consumo de petróleo e dentro de poucos anos ficarão sub-utilizados é má utilização de recursos públicos.
    Muitos empreiteiros ganharão com isso, mas a sociedade como um todo perderá. Tais erros terão de ser pagos no futuro.
    NÃO À PRIVATIZAÇÃO DA ÁGUA
    . A luta em defesa da água pública é mais necessária do que nunca.
    Os interesses privatizadores atacam em Portugal.
    A água é de todos.
    Diga não à privatização.
    Assine a petição on line promovida pela Associação Água Pública .
    100 MIL PROFESSORES MANIFESTAM-SE
    CONTRA O GOVERNO SÓCRATES

    Terreiro do Paço, 8 de Março.
    OBSCENIDADE
    Tony Blair, o criminoso que foi co-responsável pela morte de um milhão de pessoas no Iraque, irá ensinar religião na Universidade de Yale. O ex primeiro-ministro britânico aguarda nomeação. O presidente daquela universidade estado-unidense, sr. Levin, assevera ser "essencial que exploremos como os valores religiosos podem ser canalizados para a reconciliação e não para a polarização".
    A notícia está no Guardian .
    "SOMOS MUITOS, MUITO MAIS DE CINCO MIL"
    Pelo menos 60 mil pessoas participaram da Marcha pela Liberdade e a Democracia, em Lisboa, dia 1 de Março. A cabeça da manifestação entrou na Rua de O Século às 15h00 e até às 16h20, durante uma hora e 20 minutos, os manifestantes estiveram a passar por ali. Em frente ao Tribunal Constitucional, na R. de O Século, os militantes do PCP exibiram os seus cartões do Partido e clamaram em uníssono: "Somos muitos, muitos mil, muito mais de cinco mil". Foi uma contestação frontal à política pidesca do governo Sócrates, que tem a pretensão de fazer com que o ministério da polícia vasculhe os ficheiros do Partido a fim de verificar se tem o número mínimo de cinco mil inscritos.
    Chegada ao Rossio.
    Clique aqui para ver mais fotos da manifestação.

  • 11/SET: COSSIGA NÃO TEM DÚVIDA QUANTO AOS AUTORES
    "Fazem-nos crer que Bin Laden teria confessado o ataque do 11 de Setembro 2001 às duas torres em Nova York – quando de facto os serviços secretos americanos e europeus sabem perfeitamente que este ataque desastroso foi planificado e executado pela CIA e pelo Mossad, a fim de acusar os países árabes de terrorismo e poder assim atacar o Iraque e o Afeganistão", afirmou Francesco Cossiga, ex-Presidente da Republica Italiana, em declarações ao Corriere Della Sera.
    In Voltaire Net.
    UMA REACÇÃO SAUDÁVEL
    A comunidade científica portuguesa começa a reagir ao embuste do chamado "aquecimento global de origem antropogénica". Primeiro foi o Prof. Delgado Domingos , cientista com um curriculum vitae impressionante, que se distanciou dos alarmistas do clima. O Power Point da sua mais recente intervenção pode ser descarregado aqui .
    Agora é o Prof. Corte Real, o decano dos climatologistas portugueses, que em entrevista ao Expresso afirma sem rodeios: "Não estamos à beira de qualquer catástrofe".
    Trata-se de reacções saudáveis e corajosas de dois cientistas eminentes que se dispuseram a arrostar a ira dos fanáticos do "aquecimentismo". Esta ideologia, endossada pelo governo Sócrates, já ganhou foros de verdade científica nos meios de desinformação portugueses.
    DIRECTOR DA CIA DEFENDE SIMULAÇÃO DA ASFIXIA PARA INTERROGAR
    O director dos serviços secretos estado-unidenses (CIA), Michael Hayden, defendeu no Congresso dos EUA a utilização do waterboarding, denominação em inglês da simulação de asfixia por meio de água. O sr. Hayden considerou esta técnica de interrogatório como "necessária, ainda que provavelmente não seja legal" (sic).
    REALIDADE E FICÇÃO
    Os "aquecimentistas" globais juram a pés juntos que a temperatura do mundo está a aumentar. Com base nessa crença conseguem dos governos que lhes financiem passeios a Bali e outros lugares turísticos a fim de assistir às conferências do IPCC. E com base na crença no diabolismo do dióxido de carbono (CO2) os mais espertos arquitectam polpudos negócios relativos aos direitos de emissão. Por sua vez, os media que arrogantemente se auto-classificam como "referência" (do quê?) instilam o medo na opinião pública quanto a supostas tragédias que estariam para acontecer (alteamento dos mares, derretimento dos pólos, etc). A ignorância científica é tamanha que alguns até dizem que o CO2 seria um "poluente". Mal sabem tais escrevinhadores que cada vez que expiram estão a deitar CO2 cá para fora (ainda não se atreveram a recomendar que parássemos de respirar, por enquanto).

    No entanto, a realidade acaba por se impor às ficções (muitas delas interessadas) dos "aquecimentistas". Agora o artigo de um investigador português, Luís de Sousa , acaba de mostrar que na verdade a temperatura em muitas partes do mundo está a arrefecer. O seu artigo mostra que houve quedas de neve inéditas em Buenos Aires, Bagdad, norte da Arábia Saudita e em muitas outros lugares, bem como o espessamento do gelo no Árctico. A sua investigação empírica corrobora a tese do grande climatologista Marcel Leroux, que dissecou o aquecimento global classificando-o como uma impostura científica .

    Na verdade, a grande tragédia do mundo é a ignorância dos políticos que o governam — desde Al Gore até aqueles cá do burgo lusitano. Quanto tempo e quanto dinheiro não foi e continua ser desperdiçado no combate ao dito aquecimento global e às emissões de CO2? Tais recursos poderiam ter sido bem aplicados a problemas reais como o combate a emissões realmente nocivas para os seres humanos a exemplo do SO2, dos NOx e outros poluentes

    Por outro lado, verifica-se que o aparente arrefecimento do mundo detectado por Luis de Sousa irá coincidir no tempo com o Pico máximo da produção petrolífera mundial que está a ser atingido neste momento. Esta gente preparou o mundo para o aquecimento global e não o preparou para o Pico Petrolífero. Mas, tal como uma vingança da natureza, verifica-se uma onda de frio no exacto momento em que se inicia a escassez do principal combustível que permite o aquecimento.
    SHELL RECONHECE O PICO PETROLÍFERO
    O presidente da Royal Dutch Shell reconheceu explicitamente o pico petrolífero da produção, mas só para daqui a sete anos. "Depois de 2015, a oferta facilmente acessível de petróleo e gás provavelmente já não acompanhará a procura", afirmou em comunicado público.
    Ver o comunicado no sítio web da Shell .
    EXPLODIR AS MURALHAS DO APARTHEID ! A muralha derrubada.
    As muralhas do apartheid impostas pela sanguinária entidade sionista ao povo palestino começaram a ser explodidas em Gaza!
    Com árduos trabalhos, utilizando ferramentas de oxi-acetileno para o corte do aço, na mais rigorosa clandestinidade, dia 23 militantes do Hamas conseguiram destruir parcialmente a muralha de betão armado que isola 1.500.000 de pessoas do resto do mundo.
    O genocídio perpetrado pela entidade sionista contra o povo de Gaza agravou-se nas últimas semanas com o corte do fornecimento de electricidade e alimentos. Com esta acção recebe agora resposta dos seus combatentes. Solidariedade com o povo palestino, não ao silenciamento da opressão, não ao apartheid.
    Ver também:
  • A conivência europeia com Israel no genocídio palestino
  • Declaração da FDLP .
    PETRÓLEO IRAQUIANO PARA REFUGIADOS IRAQUIANOS
    Iniciativa Iraquiana Internacional sobre Refugiados. As receitas do petróleo iraquiano devem ser destinadas aos refugiados iraquianos. Mais de 4,5 milhões de iraquianos – um quinto da população – foi deslocada dentro e fora do país devido à ocupação e aos governos ali instalados desde a invasão ilegal em 2003.
    A comunidade internacional, os poderes ocupantes e o governo no Iraque devem legalmente apoiar e proteger os refugiados iraquianos. Os refugiados são cidadãos iraquianos iguais aos outros e têm o pleno direito de viver com dignidade, de beneficiar igualmente dos recursos nacionais e de retornar aos seus lares.
    O Conselho de Segurança das Nações Unidas tem o poder e o dever legal de assegurar que as necessidades dos refugiados iraquianos sejam atendidas. Basta aprovar uma resolução a exigir que o estado iraquiano destine receitas a agências responsáveis e aos países que abrigam os refugiados.
    Assine a petição on line.
    UMA PERSONAGEM SOMBRIA
    Clique com o botão direito do rato para descarregar.
    Esta biografia, com 260 páginas, é o resultado do trabalho de investigação de Joseph Contreras, correspondente da revista. Newsweek. Ela revela a trajectória de um indivíduo que se guindou do narcotráfico à presidência da Colômbia.
    Para descarregar o livro (em castelhano) clique aqui com o botão direito do rato e faça Save As... (PDF, 1216kB).

    A HISTÓRIA SECRETA DO MERCADO "LIVRE"
    Para assistir "The Schock Doctrine", baseado no livro de Naomi Klein, clique
    http://www.youtube.com/watch?v=cvG0gbvZ4tY
    (legendas em castelhano).


    THE WALL STREET JOURNAL RECONHECE O PICO
    "O mundo está a aproximar-se praticamente do limite do número de barris de petróleo bruto que podem ser bombeados a cada dia", admitiu na primeira página The Wall Street Journal, principal porta-voz do capital financeiro.
    A notícia está em Oil Officials See Limit Looming on Production .
    Durante longo tempo aquele jornal omitiu tal informação, desinformando os seus leitores com notícias irrelevantes de descobertas no deep-offshore (ignorando o custo da extracção em águas profundas) ou da recuperação de petróleo de areias betuminosas (ignorando o custo energético do vapor para extraí-lo).
    Tal omissão e desinformação — praticada pela generalidade dos media que se dizem "de referência" — não abona a credibilidade da imprensa corporativa. O problema mais importante com que se depara a humanidade foi até agora sistematicamente omitido, ou escondido, por estes media.
    Depois deste reconhecimento explícito só falta os provincianos media portugueses, com pretensões a serem "referência" (do que?) começarem a falar do Pico Petrolífero. Acreditarão eles que o silenciamento que praticam altera a realidade física do começo do fim do petróleo? Ou será que aguardam autorização dos que lhes pagam a publicidade?
    BP, CONOCO E AIE TAMBÉM RECONHECEM O PICO
    Após o presidente da Total, na semana passada, mais dois presidentes de grandes empresas petrolíferas – BP e CONOCO – vieram agora a público para emitir firmes advertências de que o Pico Petrolífero está a acontecer neste momento.
    Além disso, o economista chefe da Agência Internacional de Energia (AIE) – a mesma organização da OCDE que dizia haver "petróleo mais do que o suficiente" – confirmou-o numa entrevista pessimista ao Financial Times .   A notícia está em Energy Bulletin .
    A primeira condição para enfrentar um problema é reconhecer que ele existe. Mas o governo português ainda não reconheceu a realidade do Pico Petrolífero. É impossível, assim, começar a tomar as medidas necessárias a fim de preparar o país para o choque petrolífero que se anuncia. Elas tornam-se cada vez mais urgentes a cada dia que passa.
    Os sinais até agora emitidos pelas entidades governamentais, pelos media ditos 'de referência' e pelos principais partidos políticos desinformam o país e impedem os operadores económicos, públicos ou privados, de adoptarem decisões correctas em matéria de investimento. O défice de entendimento no presente terá consequências graves no futuro.

    O PICO, O TUPÍ E A ILUSÃO
    Os negacionistas do Pico Petrolífero ficaram muito entusiasmados com a recém-anunciada descoberta do campo Tupí, no deep-offshore brasileiro. Segundo o porta-voz da Petrobrás, as suas reservas possíveis (ainda não provadas) seriam da ordem dos 8 x 109 barris. Entretanto, admitindo que todo esse petróleo pudesse ser extraído até à última gota, tal quantidade equivaleria a apenas 94 dias do presente consumo mundial. Os negacionistas do pico não podem, portanto, embaiderar em arco. De mais a mais, a produção comercial do Tupí só poderá ter início por volta de 2012 e o Pico Petrolífero está a ser agora.
    DECLÍNIO DA AVIAÇÃO APÓS O PICO PETROLÍFERO
    Clique a imagem para ver o documento completo.
    Após o Pico Petrolífero é expectável um declínio da ordem dos 25% a 50% na aviação mundial, segundo a intervenção de Roger Bezdek na conferência da ASPO-USA em Outubro p.p.
    Clique a imagem para ver esta comunicação.
    É necessário impedir o projecto ruinoso do novo aeroporto em Portugal.

    GOVERNO DOS EUA RECONHECE O PICO PETROLÍFERO
    Numa série de posters agora publicados, o Departamento da Energia (DOE) dos EUA reconhece finalmente a realidade do Pico Petrolífero. Eles podem ser descarregados aqui .

    O poster referente ao pico – Peak Oil-The Turning Point – menciona as datas previstas por diversos peritos, sem que o DOE endosse qualquer delas.

    Agora só falta o governo português reconhecer a existência do Pico. A autorização de Washington já foi dada. Será preciso também uma autorização de Bruxelas?

    Por outro lado, os media portugueses que omitem sistematicamente a expressão "Pico Petrolífero" – ou seja, escondem do público a sua existência – agora talvez comecem a utilizar tal expressão. Veremos até onde vai a política da desinformação por eles praticada.

    MAIS DE 200 MIL MANIFESTANTES EM LISBOA
    A manifestação nacional da CGTP-IN foi um êxito. Mais de 200 mil trabalhadores concentraram-se em Lisboa para protestar contra a política social do governo.
    Clique aqui para ver o vídeo da manifestação e aqui para ver a foto-reportagem .

    ENDIVIDAMENTO E PROJECTOS MEGALÓMANOS
    Portugal vive sob o signo do endividamento geral.   Endividamento externo (€ 307,67 mil milhões) , endividamento do Estado, endividamento das famílias, endividamento das empresas, endividamento das municipalidades (e agora querem que também os estudantes universitários fiquem endividados junto à banca).
    Por outro lado, inicia-se agora no centro do império uma crise financeira de proporções globais. E, tal como previsto, inicia-se também a primeira fase (ainda suave) do mundo pós Pico Petrolífero.
    Contudo, apesar deste panorama sombrio, o governo Sócrates insiste em lançar os projectos megalómanos e desnecessários do novo aeroporto e do TGV. Tais projectos deveriam ser enterrados definitivamente.
    O investimento público continua a ser necessário e importante, mas há que haver selectividade na escolha dos projectos. O país precisa de investimentos reprodutivos e deveria esgotar o seu potencial hidroeléctrico o mais rapidamente possível — antes que se aprofundem demasiado as consequências do Pico Petrolífero. É imperioso racionalizar com urgência o energívoro sector dos transportes.   Mas aparentemente este governo só se preocupa com efeitos mediáticos, obras de fachada e projectos megalómanos.
    Lucidez, precisa-se.
    DO FRACASSO IDEOLÓGICO AO FRACASSO FACTUAL
    O neoliberalismo fracassou há muito no plano ideológico. A prova disso é que as políticas económicas neoliberais têm de ser impostas aos povos através das artes do engano e da mentira. Basta ver o caso português, onde uma feroz política anti-trabalho está a ser aplicada pelo governo de um partido que se diz socialista. Mais flagrante ainda é o caso do Brasil, onde a aplicar a política económica imposta pelos credores da Wall Street está um presidente que até já foi operário. Quando eles têm de usar máscaras 'de esquerda' para executar políticas de direita estão a passar um atestado de falência à ideologia que realmente aplicam.
    Entretanto, nada disto é grande novidade. A novidade está em que as políticas neoliberais agora começam a estalar também no plano factual. A gigantesca ruína do sistema financeiro dos EUA é uma consequência directa das políticas de desregulação iniciadas pelo governo Reagan. Elas conduziram o sistema financeiro estado-unidense ao desastre, além de muitas estruturas sociais ali existentes (saúde, educação, transportes, infraestruturas, etc). Esta crise sistémica – intrínseca ao capitalismo neoliberal – contagia agora os sistemas financeiros de todo o mundo, com pesadas consequências para todos o povos. Ela mal acaba de começar. Nos próximos tempos veremos os seus desenvolvimentos.
    A terceira crise anunciada é a do mundo pós Pico Petrolífero. O Pico já terá sido atingido ou está a sê-lo agora (antes de 2009 ou 2010, seguramente). Como será a conjugação das duas crises? Que consequências trará para a humanidade? Tudo indica que é o momento de tocar todas as campainhas de alarme. Enterrar o neoliberalismo e com ele o capitalismo é uma condição imperiosa de sobrevivência.
    GOVERNO DOS EUA:   BURNING PLATFORM
    Num discurso sombrio, o contabilista geral dos EUA, David M. Walker, afirmou que o governo federal se encontra numa "plataforma a arder" e que o modo actual de conduzir os seus assuntos é inaceitável por muitas razões.
    O General Comptroller destacou as seguintes:
    "-Tendências fiscais passadas e desafios de grande amplitude
    "-Tendências escolhidas e desafios que não têm fronteiras
    "-Exigências de recursos adicionais devido ao Iraque, Afeganistão, necessidades acrescidas de segurança interna e desastres naturais verificados nos EUA
    "-Numerosos desafios de alto risco quanto ao desempenho/contabilidade do governo
    "-Estruturas, políticas e práticas ultrapassadas do governo federal ".
    O seu discurso está em http://www.gao.gov/cghome/d071189cg.pdf .
    11.400 MILIONÁRIOS EM PORTUGAL
    Em 2006 o número de portugueses com patrimonio superior a um milhão de euros (excluindo a habitação principal) subiu para 11.400, revela o Jornal de Negócios . O crescimento do número de milionários deve-se sobretudo à especulação nas bolsas, acrescenta o jornal. A notícia não diz como ficou a repartição do rendimento nacional após esta subida no número de milionários.
    GREVE GERAL DE 30 DE MAIO:
    PARARAM 1.400.000 TRABALHADORES

    O balanço efectuado agora pela CGTP-IN mostra que 1.400.000 trabalhadores estiveram envolvidos na Greve Geral de 30 de Maio. Ver a resolução emitida dia 5 pela central sindical.
    OS RESULTADOS REAIS
    Apesar das mistificações apregoadas pelo governo do sr. Sócrates, com números martelados, a Greve Geral de 30 de Maio foi um êxito.
    Para obter uma informação mais precisa consulte:
    http://grevegeral.pcp.pt/
    http://www.dorl.pcp.pt/
    http://grevegeral.net/index.php
    adesao_17h47_net.pdf

    VENEZUELA ABANDONA FMI & BM !
    O presidente Hugo Chávez anunciou dia 1º de Maio que a Venezuela sairá do FMI e do Banco Mundial. "Não nos fazem falta nenhuma estes organismos", declarou. O presidente recordou que durante vários anos os salários mínimos estiveram congelados, mesmo quando a inflação chegava aos 100%, devido aos mecanismos exploradores do capitalismo selvagem e dos ditames do Fundo Monetário Internacional. "Vinham à Venezuela. Aqui não havia governo. Quanta gente não morreu à espera que se reconhecessem as suas míseras pensões? Isso sim era uma ditadura", considerou o presidente Chávez.
    A notícia está em
    Agência Bolivariana de Notícas .
    BP QUER AGRAVAR OS MAIS POBRES
    Faz parte do b-a-bá da política fiscal que os impostos indirectos são mais injustos do que os directos. Os indirectos penalizam todos por igual, ricos ou pobres. O directos podem ser modulados por escalões e por isso, em princípio, podem ser menos injustos. Este truísmo elementar é arqui-conhecido e consta em praticamente todos os manuais de política fiscal. Por isso, não lembra ao diabo a ideia de extinguir impostos directos (como o IRC e IRS) e substituí-los pelo aumento do principal imposto indirecto, o IVA. Mas é exatamente isso o que propõe uma economista do Banco de Portugal em documento publicado por aquela instituição: Efeito sobre a equidade de um aumento do Imposto sobre o Valor Acrescentado . É preciso arrojo para falar em equidade numa tal proposta. Nem o governo Bush teve este atrevimento.

    PETIÇÃO ON LINE
    Chega de elefantes brancos!
    Assine a petição on line para impedir a construção de qualquer novo aeroporto em Portugal (seja qual for a sua localização):

    http://www.PetitionOnline.com/naoaerop/petition.html

    Ver também:
  • A produção de jet fuel e a dispensabilidade de novos aeroportos , de John Busby.
  • Peak Oil: A crise global que se aproxima e o declínio da aviação , de Alex Kuhlman.
  • Esgotamento do petróleo, tráfego aéreo e construção de novos aeroportos , de John Busby.
  • O Novo Aeroporto de Lisboa e a escassez de petróleo , de Demétrio Carlos Alves.
  • Novo aeroporto: O falso problema e o verdadeiro , de Jorge Figueiredo.



  • BÉLGICA PROÍBE MUNIÇÕES E BLINDAGENS DE URÂNIO
    A Bélgica foi o primeiro país do mundo a banir as armas de urânio empobrecido!
    A Comissão de Defesa Nacional da Câmara belga votou por unanimidade, a 7 de Março, a proibição da utilização de "munições inertes e placas de blindagem" de urânio empobrecido no território belga. Em 22 de Março a lei foi aprovada pelo Parlamento, com o voto unânime de todo o espectro político.
    Os deputados concordaram em que a fabricação, utilização, armazenagem, venda, aquisição, fornecimento e trânsito destes sistemas de armas convencionais deveria ser proibido. No último minuto a palavra "armas" foi apagada para garantir que a proposta de lei não abrangesse as bombas termonucleares estado-unidenses armazenadas na base da Força Aérea de Kleine Brogel.
    A Assembleia da República e o governo português, que está sempre a louvar as realizações europeias, têm aqui um excelente exemplo a seguir.
    A notícia está em Belgium Bans Uranium Weapons and Armour . A imprensa portuguesa que se diz "de referência" ignorou-a.
    CRIMES ECONÓMICOS CONTRA OS POVOS
    O milho, desde sempre, constituiu a base alimentar do povo mexicano. Até a entrada no NAFTA (Acordo de Livre Comércio da América do Norte), o México era um país com soberania alimentar: a sua produção interna de milho era suficiente para atender às necessidades do seu povo. A partir do NAFTA, a produção interna mexicana foi arruinada pelas importações do milho dos Estados Unidos. O milho mexicano não podia competir com os preços subsidiados dos produtores estado-unidenses. Isto, só por si, provocou uma tragédia de desemprego e desertificação rural, forçando à emigração maciça de camponeses empobrecidos para os EUA — muitas vezes de forma ilegal e com riscos de vida.
    O segundo capítulo desta triste história foram aumentos de preços brutais. Entre Janeiro/2006 e Janeiro/2007 a cotação do milho subiu 60,8 por cento, impossibilitando a milhões de mexicanos o acesso ao seu alimento básico. É a questão das "tortilhas", mencionada por alguns media portugueses como se fosse algo pitoresco e sem situá-la no contexto histórico. E por que subiu tanto e tão de repente o preço do milho? Resposta: porque nos EUA estão a desviar milho para a produção de bioetanol, um substitutivo da gasolina.
    Algumas lições que já se podem extrair desta história em desenvolvimento:
    1) O neoliberalismo económico conduz a desastres e as suas vítimas são os povos;
    2) A integração no NAFTA foi e é uma tragédia para o México, sob muitos aspectos;
    3) A perda de soberania alimentar de um país provoca riscos acrescidos para o seu povo;
    4) É demagógico e anti-ético desviar a produção de alimentos para a fabricação de mixórdias combustíveis, apregoadas como energia "renovável" por pseudo-ecologistas interessados no seu próprio business (isto vale também para Portugal);
    5) Além de demagógico, é de uma inanidade absoluta tentar substituir petróleo por biocombustíveis líquidos. No caso português, por exemplo, jamais será possível substituir uma fracção minimamente significativa do petróleo consumido – 18,3 milhões de toneladas/ano – por combustíveis de origem vegetal;
    6) As tentativas de promover os biocombustíveis líquidos, cumprindo Directiva da UE, estão a gerar uma procura de biodiesel que provoca verdadeiras tragédias no Terceiro Mundo.
    7) Nem sequer o ambiente urbano chega a ser beneficiado com tais medidas. Não é porque se mistura 5 por cento de biodiesel ao gasóleo, como em Portugal, que as emissões poluentes reduzem-se algo que se sinta.
    8) No mundo pós Pico de Hubbert deve-se constatar sem rodeios que o petróleo não pode ser substituído. A humanidade terá de reduzir o seu consumo energético. Para conseguir isso de um modo racional e humano, um bom princípio é a adopção do Protocolo do Esgotamento . Quanto mais tempo o mundo ignorar o problema do esgotamento mais ele se agravará e piores serão as consequências futuras. Ver a propósito o Projecto de Resolução Nº 164/X , publicado no Diário da Assembleia da República, 2ª série, 20/Dezembro/2006.
    COMPREENDER A FUNÇÃO EXPONENCIAL
    Compreender a função exponencial é uma tarefa urgente para a humanidade. Todos deveriam entendê-la, a principiar pelos políticos. Assim, não seria repetida tão frequentemente a lenga lenga mistificatória do "sustentável". Como mostrou Jared Diamond, em Collapse , a extinção de muitas civilizações deveu-se à não compreensão do que é uma função exponencial. O vídeo abaixo (em castelhano) é a reprodução de uma conferência do Dr. Albert A. Bartlett, da Universidade do Colorado. Para assistir ligue o alto-falante e clique sobre a imagem:
    Clique a imagem.
    IMPOSTURA E MISTIFICAÇÃO
    O imperialismo agita falsos problemas para esconder os verdadeiros, por ele próprio provocados. O envenenamento do planeta com urânio empobrecido caminha a passos largos. Centenas de toneladas deste veneno químico, físico e radiológico já foram ou continuam a ser espalhados no Iraque, Afeganistão, Líbano e antiga Jugoslávia. O urânio empobrecido tem uma semi-vida de muitos milhões de anos e não será possível limpá-lo da face da Terra. O dano é irreversível. O imperialismo e os seus acólitos, como Israel e a Grã-Bretanha, estão a praticar uma política de extermínio da vida no Planeta Terra. Como afirma Leuren Moret , basta uma tempestade de areia no Iraque para que num par de dias esse pó com efeitos teratogénicos esteja na estratosfera, sobre a Europa e os Estados Unidos.
    Contudo, este problema vital para os destinos de todas as espécies existentes no nosso planeta está absolutamente ausente dos medias corporativos que se proclamam "de referência". É como se não existisse. Eles mentem-nos por omissão. O silenciamento é deliberado. São cúmplices da catástrofe ecológica e biológica agora em curso, provocada pelo militarismo ensandecido dos EUA.
    Mas o que nos diz a desinformação praticada pelos tais medias auto-proclamados "de referência"? Entretem-nos com tretas, enganam-nos com mistificações em escala maciça. É o caso da impostura do aquecimento global , de que nos despejam doses cavalares. Fazem terrorismo com um problema inventado e escondem aqueles realmente existentes, e gravíssimos, como o envenenamento planetário pelo depleted uranium. Por sua vez, políticos tão ignorantes quanto os jornalistas que escrevem tais estórias, fartam-se de repetir as ladainhas do International Panel of Climate Change (IPCC).
    Ainda agora, o sr. Al Gore produziu um filme a propagandear o dito "aquecimento global" (confundindo problemas climatológicos com problemas ambientais). Mas este senhor – que posa como progressista e foi candidato à presidência dos Estados Unidos – nunca abriu a boca contra as invasões do Iraque, do Afeganistão, do Líbano, da ex-Jugoslávia, com todo o seu cortejo de crimes de lesa humanidade.
    A barragem avassaladora da desinformação provoca um défice de consciência quanto aos problemas reais que estão em causa. Não é nada fácil combate-lo.
    NÃO AO SILENCIAMENTO DO MASSACRE
    .
    Os crimes da entidade sionista contra o povo palestino continuam. E os media que se dizem "de referência" continuam a silenciá-los. Ou, pior ainda, a apresentar como uma guerra legítima aquilo que é um massacre unilateral contra um povo desarmado. O Centro Palestino pelos Direitos Humanos relata hora a hora a ofensiva assassina da tropa israelense, efectuada com o apoio do governo bushista. Ver em
    http://www.pchrgaza.org/

    OS ESQUADRÕES DA MORTE NO IRAQUE
    Quem está por trás dos esquadrões da morte no Iraque? Este flash movie mostra quem são os seus autores intelectuais e como a sua experiência ganha na América Central foi transportada para aquele martirizado país:
    http://www.cryingwolf.deconstructingiraq.org.uk/index.html
    BOMBAS NUCLEARES
    Clique aqui para assistir à simulação das consequências de um ataque ao Irão com bombas nucleares anti-bunker (Nuclear Bunker Buster Bomb), feita pela Union of Concerned Scientists.

    OS MEDIA DELES NÃO MOSTRAM ESTAS IMAGENS
    Já há cerca de 17 mil mutilados estadunidenses da guerra do Iraque. No entanto, os media corporativos não os mostram. Nos EUA, ou em Portugal, é como se não existissem. Os media pasteurizados da classe dominante esmeram-se na arte da desinformação e do encobrimento da realidade.
    As imagens destes pobres mutilados, recrutados entre as classes sociais baixas dos EUA, são chocantes. Elas mostram o custo humano da guerra bárbara que o imperialismo desencadeou no Iraque. Mas, ao serem vistas, não se deverá esquecer que as principais vítimas destes três anos de guerra estão entre o heróico povo iraquiano e não na tropa agressora. As imagens estão em:
    http://www.voltairenet.org/article136827.html
    (impróprio para pessoas sensíveis).
    PETIÇÃO INTERNACIONAL PARA PROIBIR
    AS ARMAS COM URÂNIO EMPOBRECIDO


    Clique a imagem para assinar.
    O PREÇO DO PETRÓLEO
    A tendência estrutural para a alta do preço do petróleo é inelutável. As causas básicas para isto estão na Curva de Hubbert , no pico petrolífero, na diminuição das reservas mundiais, no facto de os maiores campos petrolíferos do mundo estarem próximos do pico, no não planeamento do consumo deste recurso finito, na anarquia do mercado capitalista, no desperdício absurdo dos países desenvolvidos (a começar pelos EUA), no gigantesco fracasso militar dos EUA no Iraque. No entanto, nada disto transparece nos media ditos 'de referência' que continuam a desinformar os seus leitores com dados conjunturais e desenquadrados do contexto geral.
    Os piores cegos são aqueles que não só não querem ver como também desinformam os outros acerca da realidade. O não reconhecimento da realidade impede a adopção das medidas que se impõem.
    Barril de petróleo, preços de referência

    Clique para aceder ao texto em inglês.
    Texto do protocolo
    A POLÍCIA NAS BIBLIOTECAS
    O bibliotecário adverte...
    "ADVERTÊNCIA
    "Embora a Biblioteca de Santa Cruz faça todos os esforços para proteger a sua privacidade, sob a Lei Pública Federal 107-56, USA PATRIOT ACT, os registos dos livros e de outros materiais emprestados por esta biblioteca podem ser obtidos por agentes federais.
    "Aquela lei federal proíbe os funcionários da biblioteca de o informarem se agentes federais obtiveram registos sobre a sua pessoa. Questões acerca desta política deveriam ser dirigidas ao Procurador Geral John Ashcroft, Departamento da Justiça, Washington, D.C. 20530".

    NOTÍCIAS EM PRIMEIRA MÃO
    As últimas notícias do Iraque estão no
    Iraqi Resistance Report e em
    Link para a Uruknet.
    Clique a imagem abaixo para assinar a mailing list da Uruknet:
    Email para o webmaster da Uruknet.

    CRIMES NEFANDOS DE LESA-HUMANIDADE
    As imagens apresentadas nesta video-animação são chocantes. Elas mostram os crimes de guerra cometidos no Iraque, no Kosovo e no Afeganistão por meio de munições fabricadas com urânio empobrecido (depleted uranium). O encobrimento destes factos tem sido uma política sistemática por parte dos medias do mundo ocidental, portugueses inclusive. Por sua vez, a chamada 'comunidade internacional' finge ignorar os crimes do governo dos EUA tal como no passado fingiu ignorar os crimes da Alemanha hitleriana.
    http://www.bushflash.com/pl_lo.html


    A CONTAGEM
    Clique aqui para ver o calendário oficial das mortes de militares americanos no Iraque .
    Quanto aos mortos iraquianos, os invasores não se dão ao trabalho de contar. Os criminosos não se importam com as suas vítimas.
    http://icasualties.org/oif/


    Saque a descoberto sobre o resto do mundo.

    EUA: UMA ECONOMIA COM PÉS DE BARRO
    Para saber o montante da (colossal) dívida pública americana neste exacto instante, clique aqui .




    "...sob certas condições, os capitalistas privados inevitavelmente controlam, directa ou indirectamente, as principais fontes de informação (imprensa, rádio, educação). É então extremamente difícil, e na maior parte dos casos na verdade quase impossível, para o cidadão individual chegar a conclusões objectivas".

    Albert Einstein, no seu ensaio de 1949   Porquê o socialismo .

    "As acções alcançaram o que parece ser um patamar permanentemente alto". Irving Fisher, Professor of Economics, Yale University, 1929.

    São cada vez maiores os activos que se esfumam...

    Liberdade para os cinco de Miami, nas garras do imperialismo

    Henry Kissinger: "O desafio básico é que a chamada globalização é realmente um outro nome para o papel dominante dos Estados Unidos". Palestra no Trinity College, Dublim, 12/Out/99.

    solidariedade com o povo palestino

    Goya, O massacre de 3 de Maio de 1808

    O mestre de Bush:
    "Com voz ou sem ela, o povo pode sempre ser levado a submeter-se à vontade dos dirigentes. É fácil. Tudo o que se tem de fazer é dizer-lhe que está a ser atacado, e denunciar os pacifistas por falta de patriotismo e por exporem o país ao perigo".
    Reichsmarschal Hermann Goering, comandante da Força Aérea Nazi (Luftwaffe), nos Julgamentos de Nuremberg.

    Goya, O sono da razão

    Em 1996, depois de cinco anos de sanções e de persistentes bombardeamentos contra o Iraque, o repórter da CBS Lesley Stahl fez a seguinte pergunta à embaixadora dos EUA nas Nações Unidas, Madeline Albright:
    — Ouvimos dizer que meio milhão de crianças morreu (em consequência da política americana contra o Iraque). Valeu a pena pagar esse preço?
    Resposta de Madeline Albright:
    — Nós pensamos que valeu a pena.


    Ver um crime com calma é cometê-lo.
    José Martí


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    LIVROS A ENCOMENDAR
  • Jean Salem, Rideau de fer sur le Boul'Mich. Formatage et desinformation dans le "Monde Libre" , Ed. Delga, 2009, 306 pgs.
  • Roger Keeran e Thomas Kenny, O Socialismo Traído. Por trás do colapso da União Soviética , Editorial Avante, Lisboa, 2008, 283 pgs.
  • Trevor Paglen e A. C. Thompson, A verdadeira história dos voos da CIA – Os táxis da tortura , Campo das Letras, Porto, 2007, 184 pgs., ISBN: 978-989-625-150-5.
  • A intoxicação linguística , Deriva Editores, Porto, 2008, 206 pgs., ISBN 978-972-9250-45-3
  • Noam Chomsky, Hegemony or Survival , Penguin, 2004, 320 pgs., ISBN: 0141015055
  • John Pilger, 'Freedom Next Time' , Bantam Press, Londres, 2006, 352 pgs., ISBN: 0593055527
  • Jared Diamond, Collapse: How Societies Choose to Fail or Survive , Penguin Books, Londres, 2006, 576 pgs., ISBN 0-140-27951-2
  • Octávio Rodriguez Araujo, Esquerdas e Esquerdismo - Da Primeira Internacional a Porto Alegre , Campo das Letras, Porto, 2007, 232 pgs., ISBN 978-989-625-039-1
  • The Oil Depletion Protocol , New Society Publishers, Setembro/2006, 208 pgs., ISBN 0865715637
  • Georges Labica e Gérard Bensussan, Dictionnaire critique du marxisme , Quadrige/PUF, Paris, 1999, 1240 pgs, ISBN 2130498728


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    Estatísticas
  • Alerta Vermelho: A segunda vaga do tsunami financeiro , por Matthias Chang, 29/Nov

    Washington altera o documento da US Air Force sobre o acordo militar com a Colômbia a fim de dissimular as suas intenções , por Eva Golinger, 28/Nov

    Ciber Cuba: Internet, banda larga e política externa , por Nelson P. Valdés, 27/Nov

    Brasil: Os rumos da frente de esquerda , por PCB, 26/Nov

    O governo pretende reduzir as pensões de todos os trabalhadores que se aposentarem ou reformarem em 2010 e nos anos futuros , por Eugénio Rosa, 26/Nov

    Adensa-se o escândalo dos impostores do aquecimento global:   Senador americano clama por investigação ao IPCC , por Paul Joseph Watson, 25/Nov

    Pico petrolífero: Carta a The Guardian , por Collin Campbell, 24/Nov

    As duas economias americanas , por Nouriel Roubini, 23/Nov

    Société Générale explica aos seus clientes medidas de preparação para um potencial "colapso global" , por Ambrose Evans-Pritchard, 22/Nov

    O apagão da racionalidade , por Paulo Metri, 20/Nov

    Os Estados face às três opções brutais de 2010: Inflação, forte pressão fiscal ou cessação de pagamentos , por GEAB, 19/Nov

    Desemprego já atinge 696,9 mil portugueses e apenas 350,8 mil recebem subsídio , por Eugénio Rosa, 19/Nov

    Um gesto da mão invisível , por John Michael Greer, 18/Nov

    Gaza, campo de extermínio lento , por Thabet El Masri, 17/Nov

    A propósito do livro de Fidel Castro "La paz en Colombia" , por Jesús Santrich, 17/Nov

    Quando o dólar reanimar, o mercado entrará em crash , por Mike Whitney, 16/Nov

    Os EUA nada fazem de bom no Afeganistão , por Malalai Joya, 16/Nov

    Em 2010 o governo pretende aumentar as pensões da segurança social em 4,3€ ( 0,14€/dia), e as da administração pública em 5€ (0,17€/dia) , por Eugénio Rosa, 15/Nov

    A implosão vindoura: Os 'demasiado grande para falir' e a teoria dos grandes números , por Henry C.K. Liu, 14/Nov

    Os sonhos morrem com dificuldade , por James Howard Kunstler, 13/Nov

    Orçamento do Pentágono: o maior de sempre e a crescer , por Sara Flounders, 12/Nov

    Aos militares com honra , por FARC-EP, 12/Nov

    Honduras: A resistência diz um não categórico às eleições-farsa de 29/Novembro , 11/Nov

    Romper o grande silêncio australiano , por John Pilger, 11/Nov

    O rosto armado do neoliberalismo , por Karen Faulk, 10/Nov

    O pacto de Sócrates para o desemprego e para a precariedade , por Eugénio Rosa, 09/Nov

    Documento oficial da US Air Force revela as verdadeiras intenções por trás do Acordo Militar EUA-Colômbia , por Eva Golinger, 08/Nov

    O papel do ouro no sistema monetário internacional , por Matthias Chang, 07/Nov

    A lição não aprendida de 1929 , por Henry C.K. Liu, 06/Nov

    Honduras: Um golpe de mestre , por Ivan Pinheiro, 05/Nov

    Honduras: a vitória do "smart power" , por Eva Golinger, 05/Nov

    Golpe suave em Honduras , por Pedro Ayres, 04/Nov

    A Autoridade Palestiniana contra a libertação da Palestina e contra a solidariedade internacional , por Azmi Bishara, 03/Nov

    Livrar o mundo da doença do pacifismo , por William Blum, 02/Nov

    Honduras: Washington forçou um acordo lesivo , por Carlos Aznarez, 01/Nov

    Em 2008, as dividas à segurança social já atingiam 3.738 milhões €, e Vieira da Silva preparava um gigantesco perdão de 3.006 milhões € , por Eugénio Rosa, 31/Out

    Os EUA como Estado fracassado , por Paul Craig Roberts, 31/Out

    Governo Obama faz propaganda enganosa acerca da gripe suína , por Richard Gale e Dr. Gary Null, 30/Out

    Homenagem a Carlos Marighella , por PCB, 30/Out

    Obama vai finalmente eliminar o bloqueio a Cuba? , por Maxime Vivas, 29/Out

    O petróleo e o futuro , por John Hess, 28/Out

    Brasil: Outros Outubros virão! , por PCB, 27/Out

    Uma greve postal na Grã-Bretanha é guerra interna , por John Pilger, 27/Out

    Por trás do prémio Nobel da paz de 2009 , por Thierry Meyssan, 26/Out

    O aumento das desigualdades e da exploração em Portugal , por Eugénio Rosa, 25/Out

    Brasil: Contra a violência do agronegócio e a criminalização das lutas sociais , 24/Out

    A falsa guerra da América no Afeganistão , por F. William Engdahl, 23/Out

    EUA: Os ricos saquearam a economia , por Paul Craig Roberts, 22/Out

    O crepúsculo do dinheiro , por John Michael Greer, 21/Out

    "Materialismo e empiriocriticismo": 100º aniversário , 21/Out

    Compreender a economia mundial: Desequilíbrios globais e desigualdades internas , por James Petras, 20/Out

    A União Europeia na encruzilhada em 2010: cúmplice ou vítima do afundamento do dólar? , por GEAB, 19/Out

    Guerra é paz, ignorância é força , por John Pilger, 19/Out

    O segredo do milagre económico da China: O governo possui os bancos e não o inverso , por Ellen Brown, 18/Out

    Cresce o desemprego e o nº de desempregados sem direito a subsídio , por Eugénio Rosa, 17/Out

    Linguagem torturada , por Joanne Mariner, 16/Out

    Capitalismo norte-americano: Caminho de sentido único para a cleptocracia? , por David Kerans, 14/Out

    Os "mineradores" do FBI: A ressurreição dos programas "Total Information Awareness" , por Tom Burghardt, 13/Out

    Obama e o Prémio Nobel: Quando a guerra se torna paz, quando a mentira se torna verdade , por Michel Chossudovsky, 12/Out

    A solidariedade com o povo da Colômbia é uma exigência da história , por Miguel Urbano Rodrigues, 11/Out

    O carácter socialista da revolução brasileira , por Anita Leocádia Prestes, 10/Out

    Trabalho morto: Marx e Lenine reconsiderados , por Paul Craig Roberts, 10/Out

    Capital, imperialismo e urgência socialista , por Virginia Fontes, 09/Out

    A recuperação económica é uma ilusão , por Andrew Gavin Marshall, 09/Out

    A anunciada queda do dólar , por Mike Whitney, 08/Out

    Crise económica e alienação política , por Rick Wolff, 07/Out

    Algumas reflexões sobre o G-20 , por Zoltan Zigedy, 06/Out

    Tratado de Lisboa: Será que o criminoso de guerra Tony Blair se tornará presidente da UE? , por James Corbett, 05/Out

    Presos políticos colombianos emitem comunicado , 04/Out

    O jogo da mentira: Tambores de guerra contra o Irão , por John Pilger, 02/Out

    Morrem os jornais zumbis: Que morram! , por Michael I. Niman, 01/Out

    O que significa hoje internacionalismo? , por Domenico Losurdo, 30/Set

    Noites de terror em Honduras , por Angel Palacios, 29/Set

    Cimeira do G20 – Dívida & recursos: um experimento mental , por Nate Hagens, 29/Set

    Um filme farsa devido às suas omissões , por John Pilger, 28/Set

    Quantas mortes Obama precisará em Honduras? , por Atilio Borón, 26/Set

    Estrangulamento financeiro da segurança social pelo CDS, PSD e PS e a tentativa de criar um mercado para fundos de pensões privados , por Eugénio Rosa, 25/Set

    "A Administração Obama fracassou totalmente" , por Tina Foster, 24/Set

    Para muitos ingleses, acabou a brincadeira , por John Pilger, 23/Set

    A crise financeira , por Juan Torres López, 22/Set

    "As reservas brasileiras de petróleo são para resolver nossos problemas sociais, não para enriquecer as multinacionais" , por PCB, 22/Set

    Guerra de classe , por Rick Wolff, 21/Set

    A Venezuela deve procurar apoio extra continental para equilibrar o peso dos EUA na Colômbia , por James Petras, 20/Set

    Crise sistémica global:   Em busca da retomada impossível , por GEAB, 19/Set

    "Até o momento nada indica que a crise tenha chegado ao fundo" , por Grupo de Trabalho do CLACSO, 18/Set

    Portugal não utilizou 6.151,6 milhões € de fundos comunitários do QREN até 30/06/2009 que o podiam ser para dinamizar a economia e criar emprego , por Eugénio Rosa, 17/Set

    Lockerbie: Megrahi foi tramado , por John Pilger, 16/Set

    A primeira recessão do Pico Petrolífero , por Steven Kopits, 15/Set

    A América Latina e o fim do liberalismo social , por James Petras, 14/Set

    Benefícios fiscais em Portugal – Quem é mais beneficiado? , por Eugénio Rosa, 12/Set

    A muralha do Pico Petrolífero , por Robert L. Hirsch, 11/Set

    Eleições e participação na luta dos povos , por Miguel Urbano Rodrigues, 10/Set

    Guerra avisada , por Luis Brito García, 10/Set

    A politica social de "esquerda" de Sócrates , por Eugénio Rosa, 09/Set

    O longo "ajustamento económico": quão mau será? , por Mike Whitney, 08/Set

    A recuperação de empregos: O único remédio é a luta dos trabalhadores , por Fred Goldstein, 07/Set

    O súbito e estranho "amor " de Sócrates pelo investimento público , por Eugénio Rosa, 05/Set

    O processo contra Bernanke , por Stephen Roach, 04/Set

    Recuperação: Uma questão de classe , por Zoltan Zigedy, 03/Set

    Liberdade para Miguel Ángel Beltrán Villegas , 02/Set

    O desrespeito pela entropia , John Michael Greer, 01/Set

    A guerra dos EUA contra o Iraque: A destruição de uma civilização , James Petras, 31/Ago

    Vinte bases militares dos EUA para cercar a Venezuela , Manuel Alexis Rodríguez, 31/Ago

    A realidade por trás da "recuperação" económica , Rick Wolff, 29/Ago

    Comportamentos diferentes do IEFP e do INE sobre o desemprego em Portugal: um esconde dados, outro não , Eugénio Rosa, 28/Ago

    Retorno ao estado natural de estagnação , Dan Glazebrook, 27/Ago

    Podemos conversar? A "indústria da paz" do Médio Oriente , Faris Giacaman, 26/Ago

    Teses ao XIV Congresso do Partido Comunista Brasileiro (PCB) , 26/Ago

    Uma perspectiva cubana: 50 anos de transição ao socialismo , por James Cockcroft, 25/Ago

    Revisão:O desenvolvimento do pensamento económico socialista , por Paul Cockshott, 24/Ago

    Cientistas alemães contestam a pseudo-religião do aquecimento global , 22/Ago

    A recuperação do desastre neoliberal: Porque a Islândia e a Letónia não pagarão (nem poderão) as trapaças dos cleptocratas , por Michael Hudson, 21/Ago

    As pedras de Tegucigalpa , por Ivan Pinheiro, 20/Ago

    Inimigo à porta , por Luis Britto Garcia, 20/Ago

    A economia em profunda perturbação... , por Mike Whitney, 19/Ago

    Livros importantes a fim de combater a nossa "formação" para a guerra , por John Pilger, 18/Ago

    Em apenas um ano foram destruídos 234,9 mil empregos para trabalhadores com ensino básico , por Eugénio Rosa, 17/Ago

    O mito da produtividade americana — e a verdade acerca dos salários reais , por Henry C.K. Liu, 15/Ago

    O ouro e os banqueiros centrais da Europa , por Charles E. Carlson, 14/Ago

    Isto não é recessão — É uma demolição planeada , por Mike Whitney, 13/Ago

    Uma vaga de incumprimentos está a aproximar-se , por Luigi Guiso, 13/Ago

    Petrolíferas em Portugal aumentam mais os preços do que a média da UE27 , por Eugénio Rosa, 12/Ago

    A economia em fase terminal , por Paul Craig Roberts, 12/Ago

    Capitalismo em crise, governo impotente , por Rick Wolff, 11/Ago

    Recessão temporária ou o fim do crescimento? , por Richard Heinberg, 10/Ago

    Golpistas saqueiam Honduras: Já desapareceram US$250 milhões do banco central , por Alejandro Casco, 08/Ago

    A mitologia do imperialismo , porJonah-Raskins, 07/Ago

    Honduras: Contra a manobra do pacto de elites , por Ivan Pinheiro, 06/Ago

    A pandemia mundial da gripe suína H1N1 , por Global Research, 06/Ago

    Stalin, História e crítica de uma lenda negra , por Miguel Urbano Rodrigues, 05/Ago

    O princípio da Grande Depressão II: Conceptualizar a crise , por David Laibman, 04/Ago

    A mentira como instrumento de manipulação da opinião pública , por Eugénio Rosa, 03/Ago

    O opiáceo Obama , por Larry Chin, 03/Ago

    O parasitismo do sector financeiro , por Michael Hudson, 02/Ago

    Goa: amaldiçoada pela sua riqueza mineral , por Emily Bild, 31/Jul

    O problema não está só na crise, está no capitalismo! , por PCB, 31/Jul

    'Estão fazendo o possível para desprestigiar Zelaya' , por James Petras, 30/Jul

    A invasão militar gringa , por FARC-EP, 30/Jul

    Notas sobre o Jubileu: Resolver a crise financeira com cancelamento de dívida , por Paul Cockshott, 29/Jul

    Um coup d'état de caricatura e a solidão em Tegucigalpa , por Fernando Campos, 29/Jul

    Trabalhadores da energia em época de crise , por James Petras, 28/Jul

    O golpe e a base aérea americana nas Honduras , por Nikolas Kozloff, 28/Jul

    O impulso secreto para a II Guerra Mundial: A responsabilidade do Ocidente , por Olga Chetverikova, 27/Jul

    Honduras e as classes sociais , por Jorge Majfud, 27/Jul

    Notas sobre como o sector financeiro realmente funciona , por Paul Cockshott, 25/Jul

    A "estabilização" socratiana do desemprego , por Eugénio Rosa, 24/Jul

    Será real o Pico Petrolífero? Uma lista de países que ultrapassaram o pico , por Praveen Ghanta, 24/Jul

    Sobre a natureza e as causas do colapso da riqueza das nações:   O fim da chamada globalização , por Erinç Yeldan, 23/Jul

    Rumo a uma divisa global? , por Michel Chossudovsky, 22/Jul

    A economia em deflação , por Mike Whitney, 22/Jul

    Em 2008 aumentou a pobreza em Portugal , por Eugénio Rosa, 21/Jul

    Resistência hondurenha recusa qualquer retrocesso na luta popular, exige a volta incondicional de Zelaya e recusa pontos propostos por Arias , por Frente Nacional Contra o Golpe de Estado em Honduras , 20/Jul

    Luto no 4 de Julho , por John Pilger , 20/Jul

    "A grande inquisição mediática" , por Claudio Katz , 19/Jul

    O crash de 2010 , por Guilherme da Fonseca-Statter , 18/Jul

    Testemunho de um operador de vídeo no Ground Zero do WTC , por Kurt Sonnenfeld , 17/Jul

    A fábula do aquecimento global , por Marcel Leroux, 16/Jul

    Tempos hesitantes , por James Howard Kunstler, 15/Jul

    As cinco regras da propaganda de guerra , por Michel Collon, 15/Jul

    Crescimento da dívida externa deve-se também ao controlo de sectores importantes da economia portuguesa pelo capital estrangeiro , por Eugénio Rosa, 14/Jul

    Os fracassos na política externa de Obama: Diplomacia, militarismo e imagem , por James Petras, 13/Jul

    Como lidar com o império de bases da América , por Chalmers Johnson, 12/Jul

    Dia do Pico Petrolífero: 11 de Julho , por Richard Heinberg, 10/Jul

    McNamara: o obstinado sentido do controle , por Alejandro Nadal, 09/Jul

    O golpe de Estado em Honduras: Obama é inocente? , por Michael Parenti, 08/Jul

    A economia termodinâmica , por John Michael Greer, 07/Jul

    A continuar no vazio , por Mike Whitney, 06/Jul

    Mais uma alteração no estatuto da aposentação dos TFP – Os aposentados em 2008 vão perder €1.028 milhões de pensões , por Eugénio Rosa, 06/Jul

    Washington quer Zelaya de volta inabilitado politicamente , por James Petras, 05/Jul

    Honduras: "O golpe não poderia ter ocorrido sem a cumplicidade dos EUA" , por James Petras, 04/Jul

    Recusando obediência: As tácticas da resistência num exército só de voluntários , por Dahr Jamail, 03/Jul

    O futuro do dólar nas mãos dos EUA , por Henry C. K. Liu, 02/Jul

    O enfeudamento de Portugal , por CPPC, 01/Jul

    O significado da pressão chinesa por uma nova divisa mundial de reserva , por Washington's Blog, 01/Jul

    Honduras: a futilidade do golpe , por Atilio A. Boron, 30/Jun

    Preços dos combustíveis em Portugal são superiores aos da UE , por Eugénio Rosa, 30/Jun

    Demasiado estúpidos para sobreviver , por James Howard Kunstler, 29/Jun

    A alta velocidade em Portugal: sem viabilidade económica e financeira , por Eugénio Rosa, 26/Jun

    A rendição (mais recente) de Obama à Wall Street , por Michael Hudson, 25/Jun

    A nova Grande Depressão e a Índia , por RUPE, 24/Jun

    Como os coreanos do Norte encaram a "crise nuclear" , por Deirdre Griswold, 23/Jun

    Crise sistémica global: O choque acumulado das três "ondas monstruosas" do Verão de 2009 , por GEAB, 22/Jun

    Irão: A mentira das "eleições roubadas" , por James Petras, 21/Jun

    Peru: Jorra sangue na Amazónia , por James Petras, 20/Jun

    A CIA e o laboratório iraniano , por Thierry Meyssan, 19/Jun

    Plenários na Autoeuropa foram uma grande resposta , por O Faísca, 18/Jun

    Colapso da Eurozona:  Oito cenários de como o impensável pode acontecer , por Wolfgang Münchau e Susanne Mundschenk, 18/Jun

    Já é oficial – A era do petróleo barato está ultrapassada , por Michael T. Klare, 16/Jun

    A desdolarização: O desmantelamento do império financeiro-militar da América , por Michael Hudson, 15/Jun

    Portugal não utilizou fundos comunitários do QREN , por Eugénio Rosa, 15/Jun

    As eleições legislativas libanesas , por Marie Nassif-Debs, 14/Jun

    A "naturalidade" do mito da carne , por Rui Pedro Fonseca, 13/Jun

    O sorriso na cara do tigre , por John Pilger, 12/Jun

    De uma economia de crescimento fracassado a uma economia de estado estacionário , por Herman E. Daly, 11/Jun

    Brasil: A dívida que nos governa , por Jubileu Sul, 10/Jun

    Os 60 anos da revista fundada por Paul Sweezy , por Monthly Review, 09/Jun

    Capitalismo financeiro x capitalismo industrial , por Michael Hudson, 08/Jun

    A tragédia da GM:  O sistema revida , por Rick Wolff, 07/Jun

    O dólar, a China e o sr. Geithner , por Alejandro Nadal, 05/Jun

    A liquidez anula o significado de "inflação" , por Henry C K Liu, 04/Jun

    A falsa redução dos "recibos verdes" na Administração Pública , por Eugénio Rosa, 03/Jun

    A teia da dívida , por Ellen Hodgson Brown, 02/Jun

    TCOs portugueses em 2009: 41% deles recebe menos de €600/mês , por Eugénio Rosa, 01/Jun

    Grã-Bretanha: a profundidade da corrupção , por John Pilger, 30/Mai

    A defesa da Coreia & belicosidade dos EUA , por Workers World , 29/Mai

    A última palavra em teoria económica lixo , por Michael Hudson, 28/Mai

    Manipulação, propaganda, bruxaria de imagem & de RP , por Andrew Hughes, 27/Mai

    45º Aniversario das FARC-EP , por Estado Maior Central, 26/Mai

    "Está nas nossas mãos dar a volta a isto" , por Ilda Figueiredo, 25/Mai

    O presidente do IEFP afirma que em 2008 eliminou 535 mil desempregados dos ficheiros , por Eugénio Rosa, 24/Mai

    Guerras maiores e mais sangrentas igual a paz e justiça , por James Petras, 22/Mai

    Cresce a contribuição das mulheres para a criação da riqueza, mas as desigualdades de género não diminuem , por Eugénio Rosa, 22/Mai

    A escravidão do petróleo , por François Cellier, 21/Mai

    O "apagão" no desemprego registado no IEFP , por Eugénio Rosa, 20/Mai

    Brasil: Profundidade da crise coloca desafios cruciais à classe trabalhadora , por Ricardo Antunes, 19/Mai

    Crise sistémica global: O surrealismo financeiro , por GEAB, 18/Mai

    América Latina: a ofensiva da direita , por Guillermo Almeyra, 18/Mai

    A expiação ou a síndrome de 'ex' , por Cid Simões, 17/Mai

    Portugal: A taxa efectiva de desemprego atingiu já 11,2% , por Eugénio Rosa, 16/Mai

    A crise como via para a montagem de um estado totalitário global , por Olga Chetverikova, 15/Mai

    Um léxico da decepção , por Naomi Klein, 14/Mai

    Vital & Vitalino, Empresa de Eventos Mediáticos , por César Príncipe, 13/Mai

    Meditação descontínua sobre o envelhecimento , por Jorge Seabra, 12/Mai

    Porque a Galp tem lucros tão elevados? , por Eugénio Rosa, 12/Mai

    A crise nossa de cada dia , por Raúl Zibechi, 11/Mai

    Quão perto estamos de uma depressão? , por Monthly Review, 10/Mai

    O "Pico da Aviação": Combustível aeronáutico e cenários da futura produção de petróleo , por Kjell Aleklett, 08/Mai

    Revisitando os limites do crescimento: Após o Pico Petrolífero , por Charles A. S. Hall e John W. Day, Jr., 07/Mai

    Os grandes projectos estratégicos , por Demétrio Alves, 06/Mai

    O esforço de vendas e o capital monopolista , por Robert W. McChesney, John Bellamy Foster, Inger L. Stole e Hannah Holleman, 05/Mai

    Os 100 dias de Obama – os loucos conseguiram safar-se , por John Pilger, 04/Mai

    Como garantir a sustentabilidade da Segurança Social sem ser à custa de pensões de miséria , por Eugénio Rosa, 03/Mai

    Epidemia de lucro , por Silvia Ribeiro, 01/Mai

    As eleições da Islândia: Não foram acerca de esquerda e direita , por Michael Hudson, 30/Abr

    O 'soft power' dos EUA e os bancos , por Steven Lesh, 29/Abr

    A colaboração portuguesa na agressão imperialista , por Manuel Raposo, 28/Abr

    MayDay! — Um 1º de Maio contra a Precariedade do Trabalho , por João Camargo, 27/Abr

    A combater por dentro os terroristas do Alpha 66 , por Gerardo Hernandez, 26/Abr

    O desemprego em 2009 poderá atingir 688 mil (12,3%) se não forem tomadas medidas para inverter o ritmo de crescimento do 1º trimestre — Riqueza perdida devido ao desemprego deverá atingir €17.590 milhões (10% do PIB) , por Eugénio Rosa, 25/Abr

    "O sionismo mundial personifica o racismo" , por Mahmoud Ahmadinejad, 24/Abr

    "O Pico Petrolífero é um ponto de viragem para a espécie humana" , por Colin Campbell, 23/Abr

    Aumento da evasão e da fraude fiscal provoca descalabro nas receitas , por Eugénio Rosa, 22/Abr

    Regulamentações não impedem crises capitalistas , por Rick Wolff, 21/Abr

    Preço do gás em Portugal superior em 49% ao preço da UE — no mercado internacional desceu 51%, mas o presidente da ERSE anuncia baixa de preços para os portugueses de apenas 4,1% , por Eugénio Rosa, 20/Abr

    Aproxima-se o cerco da austeridade , por Jim Kunstler, 19/Abr

    Verão de 2009: Confirma-se a ruptura do sistema monetário internacional , por GEAB, 17/Abr

    Petróleo; "Temos de poupar, poupar, poupar" , por Michel Mallet, 17/Abr

    A grande tomada de poder , por Matt Taibbi, 16/Abr

    À procura de académicos para o Império , por James Petras, 15/Abr

    Pico petrolífero e pico do capitalismo , por Rick Wolff, 15/Abr

    Agravamento da repartição da riqueza em Portugal, 1973-2009 , por Eugénio Rosa, 14/Abr

    A Grécia cambaleia à beira da bancarrota , por Manfred Ertel, 14/Abr

    Dias estranhos , por Jim Kunstler, 13/Abr

    "Liquidar os bancos; despedir os executivos!" , por Mike Whitney, 12/Abr

    O grande circo de Londres , por Atilio A. Boron, 10/Abr

    Geopirataria militar , por Silvia Ribeiro, 09/Abr

    A guerra financeira contra a Islândia , por Michael Hudson, 08/Abr

    A suave transição criminosa de Bush/Cheney para Obama , por Larry Chin, 07/Abr

    Fé fraudulenta e crimes grandiosos , por John Pilger, 06/Abr

    Negócios hidroeléctricos , por Demétrio Alves, 04/Abr

    Um G20 para nada , por Damien Millet e Éric Toussaint, 03/Abr

    Depressão mundial: As guerras regionais e o declínio do império dos EUA , por James Petras, 02/Abr

    Crise geral do capitalismo – Análise e sugestões , por Carlos A. G. Gomes, 01/Abr

    Colapso económico: A "inundação de dólares" financia o crescimento militar global dos EUA , por Michael Hudson, 31/Mar

    Um sistema falhado , por John Bellamy Foster, 30/Mar

    A banca teve €2.051 milhões de lucros em 2008, mas pagou menos €318 milhões de impostos;   o défice orçamental dispara para mais de 5% do PIB, mas Sócrates distribui milhões às empresas "negociando" apenas com patrões , por Eugénio Rosa, 29/Mar

    FMI, BM e OMC não são reformáveis e devem ser rejeitados , por Michael Hudson, 27/Mar

    Cobiça, regulação ou capitalismo , por Claudio Katz, 26/Mar

    Carta aberta aos dirigentes do G20 , por Franck Biancheri, 25/Mar

    A derrota do neoliberalismo e a classe trabalhadora , por Robert P. Brenner, 25/Mar

    O império das 1000 bases , por Hugh Gusterson, 24/Mar

    Nos quatro anos de governo Sócrates a dívida ao estrangeiro aumentou 54% , por Eugénio Rosa, 23/Mar

    Os zumbis não têm almoços gratuitos , por Krzysztof Rybinski, 23/Mar

    Iraque: Não podemos esquecer , por CPPC, 22/Mar

    A conspiração real da AIG , por Michael Hudson, 22/Mar

    Os crimes de Estado de Álvaro Uribe Vélez , por Gilberto López y Rivas, 21/Mar

    Crescem as tensões transatlânticas na véspera do G20 , por GEAB, 20/Mar

    O sr. Bernanke propaga o fogo , por Michael Hudson, 19/Mar

    Estados Unidos: uma crise de ordem estrutural , por José C. Valenzuela Feijóo, 18/Mar

    Da crise de distribuição à distribuição dos custos da crise:   O que podemos aprender com as crises anteriores acerca dos efeitos da crise financeira sobre o emprego e os salários? , por Özlem Onaran, 17/Mar

    A crise na era senil do capitalismo , por Jorge Beinstein, 16/Mar

    Sobre a "objectividade" , por Layla Anwar, 15/Mar

    Desigualdades aumentam em Portugal: Pensão média da Segurança Social é apenas de 389 euros/mês e remuneração média dos executivos é de 798.822 euros/ano , por Eugénio Rosa, 14/Mar

    Patrões planeiam desemprego permanente , por Fred Goldstein, 13/Mar

    Redução da dívida e regulação , por Mike Whitney, 12/Mar

    Resposta às declarações de Obama em 27/Fevereiro/2009 quanto ao fim da ocupação do Iraque , por Rafidan - Comité Político Bagdad, 11/Mar

    Para onde vai a produção de petróleo? Um cenário adverso , por Gail o Actuário, 10/Mar

    O colapso fiscal dos EUA , por Michel Chossudovsky, 09/Mar

    Lucros da EDP atingiram 1.212 milhões € em 2008 à custa de preços superiores aos da UE e de impostos reduzidos , por Eugénio Rosa, 07/Mar

    Não é essa a questão, no entanto... , por Jim Kunstler, 06/Mar

    Repúdio às privatizações:  A maioria da população defende serviços públicos com gestão municipal , por STAL/Marktest, 05/Mar

    Da curva em U à curva em L , por Nouriel Roubini, 04/Mar

    Rumo à desintegração do sistema global , por Jorge Beinstein, 04/Mar

    Esses planos alternativos socialistas de "estímulo" , por Rick Wolff, 03/Mar

    A "Grande crise financeira": Uma espécie de luta inteiramente nova está a emergir , por John Bellamy Foster, 02/Mar

    Apelo para a retirada do Hamas da lista europeia das organizações terroristas , 01/Mar

    A discreta mutação do CERA quanto ao pico petrolífero , por Aage Figenschou, 01/Mar

    Resposta ao discurso de Obama de 6ª feira, 27/Fev sobre o Iraque , por Answer Coalition, 28/Fev

    Portugal sob o governo Sócrates , por Eugénio Rosa, 27/Fev

    A linguagem do saqueio , por Michael Hudson, 26/Fev

    Charles Darwin, o revolucionário relutante , por Ian Angus, 25/Fev

    O capitalismo financeiro choca-se contra um muro , por Michael Hudson, 24/Fev

    Um novo New Deal, com Obama? , por John Bellamy Foster e Robert W. McChesney, 23/Fev

    O novo Bandarra do clima , por Jorge Figueiredo, 21/Fev

    Ao fim de quatro anos de governo Sócrates o desemprego atinge 574,2 mil portugueses e apenas 262,3 mil recebem subsídio de desemprego , por Eugénio Rosa, 20/Fev

    Georges Labica – Um humanista revolucionário que amava a palavra, o pensamento e a vida , por Miguel Urbano Rodrigues, 19/Fev

    Princípio da fase 5 da crise sistémica global: A deslocação geopolítica mundial , por GEAB, 19/Fev

    A junção depressiva global (radicalização da crise) , por Jorge Beinstein, 18/Fev

    Pico petrolífero – O que faremos agora? , por Robert L. Hirsch, 18/Fev

    Os atrasados mentais de Washington:   À beira do abismo , por Paul Craig Roberts, 17/Fev

    Sócrates só agora descobriu que existe injustiça fiscal em Portugal , por Eugénio Rosa, 16/Fev

    O que quer a Wall Street , por Michael Hudson, 13/Fev

    O governo não compreendeu nem a gravidade nem a provável duração da crise, investe pouco e oculta medidas insuficientes com propaganda , por Eugénio Rosa, 12/Fev

    Fora com todos eles , por Naomi Klein, 11/Fev

    "A última lágrima" do coronel Mendieta , por Jesús Santrich, 10/Fev

    Revolução Cubana: A reforma económica não significa a reintrodução de relações capitalistas , por Atílio Boron, 09/Fev

    Desfrute os preços baixos do petróleo enquanto puder , por Barry Critchley, 09/Fev

    A política dos "bollocks" , por John Pilger, 06/Fev

    A crise mundial do capitalismo e as perspectivas dos trabalhadores , por Edmilson Costa, 05/Fev

    Guerra imperialista no século XXI , por Fred Goldstein, 04/Fev

    A política do campo de concentração , por Raúl Zibechi, 03/Fev

    A nova dádiva à banca de Obama: Não salvará a economia e poderá agravar a crise , por Michael Hudson, 02/Fev

    Gaza: "Uma enorme derrota para Israel , por Jean Bricmont, 02/Fev

    Os "Hospitais EPE" também têm sido utilizados pelo governo para reduzir o défice orçamental , por Eugénio Rosa, 01/Fev

    Uma semana no Líbano martirizado , por Miguel Urbano Rodrigues, 31/Jan

    O leopardismo imperial , por Atilio Borón, 30/Jan

    Estado de contracção , por James Howard Kunstler, 30/Jan

    Venham receber as vossas Medalhas da Liberdade , por John Pilger, 29/Jan

    Obama : Os velhos hábitos do imperador , por Carlo Frabetti, 28/Jan

    A agricultura urbana em Havana , por Sinan Koont, 27/Jan

    Carta aberta a Cesária Évora, a diva dos pés descalços , por Àlex Tarradellas, 26/Jan

    Programa de Estabilidade e Crescimento 2008-2011, ou a continuação da mesma politica que levou o país à grave situação actual , por Eugénio Rosa, 26/Jan

    O IRS não diminui com a nova tabela de retenções para 2009 , por Eugénio Rosa, 24/Jan

    Boicotar o Estado nazi-sionista , por BDS Movement, 23/Jan

    Posse de Obama: Derrapagem na Wall Street. E onde estão os credores? , por Michel Chossudovsky, 22/Jan

    Os volteios da teoria económica , por Rick Wolff, 21/Jan

    O povo unilateral , por Gilad Atzmon, 20/Jan

    Operação chumbo impune , por Eduardo Galeano, 20/Jan

    Quem recorre a escudos humanos: o Hamas ou Israel? , por Domenico Losurdo, 19/Jan

    Governo utiliza empresas públicas para reduzir o défice orçamental, endividando-as e arrastando-as para a situação de falência técnica , por Eugénio Rosa, 19/Jan

    Fase IV da crise sistémica: Começa a sequência da insolvência global , por GEAB, 18/Jan

    Três idéias simples para acabar com o apoio político aos crimes israelenses , por Jean Bricmont, 16/Jan

    Carta ao embaixador de Israel em França , por André Nouschi, 15/Jan

    O monstro tinto de sangue entra em Gaza , por Uri Avnery, 14/Jan

    Guerra e gás natural: A invasão de Israel e os campos de gás no offshore de Gaza , por Michel Chossudovsky, 13/Jan

    Os "Protocolos dos Sábios do Islão" , por Domenico Losurdo, 12/Jan

    Investimento e consumo público diminuem em 2009 o que agravará ainda mais a crise e o desemprego , por Eugénio Rosa, 12/Jan

    Apelo renovado a que a AG da ONU actue ao abrigo da Resolução 377 , por Tribunal de Bruxelas, 11/Jan

    "As revoluções só avançam e perduram quando o povo é protagonista" , por Raúl Castro Ruz, 11/Jan

    Moção aprovada na concentração em Lisboa "Pelo Fim do Massacre em Gaza" , 10/Jan

    Um Israel satânico e genocida , por Khalid Amayreh, 09/Jan

    A operação "Chumbo endurecido": A guerra israelense é financiada pela Arábia Saudita , por Thierry Meyssan, 08/Jan

    No sector privado a pensão média da mulher corresponde apenas a 60,5% da do homem, e na administração pública 68 em cada 100 aposentados não recuperam em 2009 o poder de compra perdido , por Eugénio Rosa, 08/Jan

    Hamas, Israel, Gaza e resistência violenta: A estrutura histórica e política da crise actual , por Alan Nasser, 07/Jan

    Invasão de Gaza: "Operação Chumbo Fundido", parte de uma agenda mais ampla dos militares e serviços secretos israelenses , por Michel Chossudovsky, 06/Jan

    Realmente, "É o sistema, estúpido" , por Rick Wolff, 05/Jan

    Egipto estrangula a Faixa de Gaza: Desvia a assistência internacional a fim esfaimar os palestinos , por PIC, 04/Jan

    A política da campanha israelense de extermínio:   Apoiantes, apologistas e fornecedores de armas , por James Petras, 04/Jan

    Declaração do Prof. Richard Falk, Relator Especial das Nações Unidas para Direitos Humanos nos Territórios Ocupados , por Richard Falk, 03/Jan

    Saudação de ano novo , por FARC-EP, 02/Jan

    Vigarista da Wall Street desfere golpe a favor da justiça social , por James Petras, 01/Jan/2009

    Uma breve resposta à desinformação sionista , por Khalid Amayreh, 31/Dez

    O que era necessário que o governo esclarecesse sobre a "reforma" da administração pública , por Eugénio Rosa, 31/Dez

    Abbas ordenou a formação de uma equipe de emergência para governar Gaza após a queda do Hamas , por PIC, 30/Dez

    O massacre na Faixa de Gaza , por CPPC, 30/Dez

    "Um terramoto sobre a nossa cabeça" , por Eyad Al Serraj, 30/Dez

    O paradigma de Ponzi , por Michael Hudson, 29/Dez

    Apelo da sociedade civil palestina: "Cessar o massacre de Gaza – Boicotar Israel já!" , por BNC, 28/Dez

    Brasil: É hora de mudança! , por João Pedro Stedile et al., 28/Dez

    Condenar os ataques mortíferos a Gaza: apelo à mobilização internacional , por PCI, 27/Dez

    As boas notícias para 2009, uma lista de desejos , por John Pilger, 27/Dez

    Implosão financeira e estagnação , por John Bellamy Foster e Fred Magdoff, 26/Dez

    Governo Lula dá prenda de Natal ao capital imperialista , por Mário Augusto Jakobskind, 25/Dez

    A ladainha , por Cid Simões, 24/Dez

    O que vemos e o que esperamos: Declaração de solidariedade com o levantamento na Grécia , 23/Dez

    A crise capitalista numa perspectiva marxista , por Rick Wolff, 22/Dez

    Crise sistémica global: Novo ponto de inflexão em Março de 2009 , por GEAB, 21/Dez

    O governo aumenta o capital da CGD para poder fazer desaparecer os prejuízos do BPN e reduzir o défice orçamental , por Eugénio Rosa, 20/Dez

    O colapso do edifício intelectual do Sr. Greenspan , por Monthly Review, 19/Dez

    Pela criação da "Ordem do Sapato" , por Américo Díaz Núñez, 19/Dez

    Sindicalização geral , por Mike Whitney, 18/Dez

    Cientistas descartam a mentira do aquecimento global , por WorldNetDaily, 17/Dez

    Cuidado com o "Dia da marmota" de Obama , por John Pilger, 16/Dez

    IATA prevê perdas de US$2,5 mil milhões em 2009 – A pior perda de receitas da aviação mundial em 50 anos , por IATA, 15/Dez

    Apontamentos sobre Trotsky — O mito e a realidade , por Miguel Urbano Rodrigues, 12/Dez

    EUA: Porque o resgate bancário não funciona , por Alejandro Nadal, 11/Dez

    Moeda sem controle , por Harry Magdoff e Paul M. Sweezy, 10/Dez

    Kafka tem um rival , por John Pilger, 09/Dez

    No 3º trimestre de 2008 o desemprego atingiu 569 mil portugueses; os desempregados com ensino superior aumentaram em 44%; e menos da metade dos desempregados recebe o subsidio respectivo , por Eugénio Rosa, 08/Dez

    Bernanke e "A grande moderação" quatro anos mais tarde , por John Bellamy Foster, 05/Dez

    A crise económica actual , por Sam Webb, 04/Dez

    A grande dádiva de terras: Neocolonialismo por convite , por James Petras, 03/Dez

    Quem está por trás dos ataques de Mumbai? , por Michel Chossudovsky, 02/Dez

    "Enganaram-se os profetas da nossa morte" , por Jerónimo de Sousa, 01/Dez

    A pensão média em Portugal é actualmente apenas de 404,61€ e em 2009 o governo pretende aumentá-la em 11€ (37 cêntimos/dia) , por Eugénio Rosa, 30/Nov

    Com a crise, lutas sociais tendem a se intensificar , por Miguel Urbano Rodrigues, 29/Nov

    Manifesto pelo Equador e pela constituição de uma rede mundial contra a dívida externa , 29/Nov

    A decepção Obama , por Michael Hudson, 28/Nov

    Não acredite no golpe publicitário , por John Pilger, 27/Nov

    Decínio e ruptura dos EUA , por Igor Panarin, 26/Nov

    Um pormenor esquecido: A finitude dos recursos explica a crise financeira , por Gail, o Actuário, 25/Nov

    Quatro anos de governo de Sócrates na economia , por Eugénio Rosa, 24/Nov

    Mass media e políticas de massas , por James Petras, 21/Nov

    Carta de economistas ao Congresso dos EUA , 21/Nov

    Fase IV da crise sistémica global: Ruptura do sistema monetário mundial até ao Verão de 2009 , por GEAB, 20/Nov

    Banqueiros extorquem o Congresso e o G-20 , por Michael Hudson, 19/Nov

    A Grande Depressão do século XXI: Colapso da economia real , por Michel Chossudovsky, 18/Nov

    Quem são os arquitectos do colapso económico? , por Michel Chossudovsky, 17/Nov

    Reparar a energia, reparar a economia , por M. Payne, 17/Nov

    O OE2009 agrava a injustiça fiscal , por Eugénio Rosa, 16/Nov

    Carta aberta aos líderes mundiais que comparecerão à cimeira de 15 de Novembro na Casa Branca acerca dos mercados financeiros e a economia mundial , por Paul Davidson e Henry C.K. Liu, 14/Nov

    O magarefe , por Iván Márquez, 14/Nov

    Esta crise exprime os limites históricos do capitalismo , por François Chesnais, 13/Nov

    Rostos da crise: Reflexões sobre o colapso da civilização burguesa , por Jorge Beinstein, 12/Nov

    União sagrada para a vigarice sagrada , por Éric Toussaint, 11/Nov

    Breve reflexão sobre Portugal perante os desafios da crise , por Miguel Urbano Rodrigues, 10/Nov

    Obama, ou o duplo discurso , por James Petras, 10/Nov

    A crise em desdobramento e a relevância de Marx , por István Mészáros, 07/Nov

    O governo nacionalizou o BPN porque ele está falido , por Eugénio Rosa, 06/Nov

    A pele da serpente , por Alejandro Nadal, 06/Nov

    "Um segundo 11 de Setembro": Parte integral da doutrina militar dos EUA , por Michel Chossudovsky, 05/Nov

    Reflexões de um simples , por Guillermo Almeyra, 04/Nov

    Governo recusa devolver a 40 mil reformados €28 milhões que lhes retirou injustamente mas quer anular €1.900 milhões de dívidas das empresas à Segurança Social , por Eugénio Rosa, 03/Nov

    A crise irreversível do capitalismo , por Monthly Review , 03/Nov

    Putrefacção moral na Casa Branca , por Atilio Boron, 03/Nov

    Austrália: Novos roubos de terras sob a cobertura de mitos racistas , por John Pilger, 02/Nov

    EUA: As eleições e a responsabilidade do intelectual para com a verdade , por James Petras, 01/Nov

    Planadores, criptografia e armas nucleares , por Martin Hellman, 31/Out

    Duas cartas pela paz na Colômbia , 30/Out

    A diplomacia da mentira , por John Pilger, 30/Out

    E agora? , por Jim Kunstler, 29/Out

    Guerra financeira contra o trabalho e a indústria , por Michael Hudson, 28/Out

    O OE2009 vai determinar a redução do poder de compra dos TFPs e a aquisição maciça de serviços a privados , por Eugénio Rosa, 27/Out

    Salvar os povos, não os bancos , por SEPLA, 27/Out

    As flores que rompem os muros , por Silvia Ribeiro, 26/Out

    A crise do pico petrolífero: no centro da tempestade , por Tom Whipple, 25/Out

    Sobre a situação da investigação fundamental na Rússia pós soviética e o sindicalismo dos trabalhadores científicos , por Frederico Carvalho, 24/Out

    Em tempos de crise, alemães lembram Das Kapital e a RDA , por Victor Grossman, 23/Out

    Choque e pavor , por Carlos Fazio, 23/Out

    Um orçamento que não evita a recessão e que é insuficiente para impedir o agravamento da situação social , por Eugénio Rosa, 22/Out

    Camp Bucca: A baía de Guantanamo iraquiana , por David Enders, 22/Out

    A dádiva sem precedentes de riqueza financeira , por Michael Hudson, 21/Out

    Cessação de pagamentos do governo americano no Verão de 2009 , por GEAB, 20/Out

    Revisão dos desenvolvimentos macro e financeiros desta semana e meu último artigo para o Project Syndicate , por Nouriel Roubini, 19/Out

    O apontar de dedos e a mudança de sistema , por Rick Wolff, 17/Out

    O combóio da náusea , por Jim Kunstler, 16/Out

    Resgate para poucos, escravidão pela dívida para muitos , por Michael Hudson, 15/Out

    Como o tsunami irá arrebentar na América Latina , por Guillermo Almeyra, 14/Out

    Colapso financeiro espalha-se por todo o mundo , por Jaimeson Champion, 13/Out

    O discurso da desculpabilização do governo, a cambalhota de Sócrates na AR e as consequências da ruinosa gestão capitalista , por Eugénio Rosa, 13/Out

    O mundo está em risco grave de um colapso financeiro sistémico global e de uma severa depressão global , por Nouriel Roubini, 12/Out

    A Monthly Review e a crise do crédito , por John Mage, 12/Out

    A intoxicação linguística , por Vicente Romano, 11/Out

    A crise financeira global tem uma causa social: os baixos salários mundiais , por Emiliano Brancaccio, 10/Out

    Génese da crise , por Alejandro Nadal, 09/Out

    As sete vacas, magérrimas , por Guillermo Almeyra, 08/Out

    Escravidão pela dívida: Uma perspectiva cristã sobre o salvamento bancário de Paulson , por Michael Hudson, 07/Out

    Lições do colapso da Wall Street , por James Petras, 06/Out

    África do Sul: a libertação traída , por John Pilger, 06/Out

    O que se pode obter com US$700 mil milhões , por Der Spiegel , 05/Out

    O "Novo século americano": interrupção por 92 anos , por Mike Whitney, 04/Out

    Pode um salvamento ter êxito? , por Paul Craig Roberts, 03/Out

    Orações capitalistas , por Paul Lafargue, 03/Out

    Paisagem depois da batalha , por Alejandro Nadal, 02/Out

    "Estávamos todos a fitar o abismo" , por Peer Steinbrück, 02/Out

    "A água é de todos" , 01/Out

    Segunda-feira negra? , por Mike Whitney, 01/Out

    Crise capitalista, a sombra de Marx , por Rick Wolff, 30/Set

    Dez razões para recusar o salvamento da Wall Street , por James Petras, 30/Set

    O povo contra os banksters , por Mike Whitney, 30/Set

    A pensar o impensável: Um cancelamento da dívida e um ano jubileu com uma reabilitação , por Michael Hudson, 29/Set

    Tropas de combate repatriadas do Iraque a fim de "ajudar em agitações civis" nos EUA , por Michel Chossudovsky, 29/Set

    Mulheres em Portugal sofrem discriminação remuneratória , por Eugénio Rosa, 28/Set

    Colapso financeiro: O edifício financeiro do imperialismo corre o risco de desintegrar-se , por Raymond Lotta, 27/Set

    O plano de salvamento de Paulson-Bernanke , por Michael Hudson, 26/Set

    Fraude financeira: O sr. Paulson e o novo escândalo de terras Yazoo , por Michael Hudson, 24/Set

    Apoiando as horrendas práticas de negócios das instituições financeiras dos EUA , por Richard C. Cook, 24/Set

    Salvamento financeiro: A cleptocracia dos EUA em acção , por Michael Hudson, 23/Set

    O colapso capitalista , por Fred Goldstein, 22/Set

    A admirável adesão do Dow Jones à má qualidade , por Michael Hudson, 21/Set

    Em 2008, só de juros, 1,8 milhão de famílias endividadas com a habitação terão de pagar à banca mais de €5,7 mil milhões , por Eugénio Rosa, 21/Set

    Porque manter a previsão da taxa de câmbio Euro-USD a 1,75 no fim de 2008 , por GEAB, 20/Set

    Bolívia: Fascismo toma o poder – Morales queixa-se , por James Petras, 19/Set

    EUA: economia sem leme e a cambalear , por Paul Craig Roberts, 18/Set

    O sistema financeiro dos EUA está em sérias perturbações , por Rodrigue Tremblay, 17/Set

    O ensaio geral está acabado , por Richard Heinberg, 17/Set

    A carreta dos condenados rola ao amanhecer , por Mike Whitney, 16/Set

    A nomeação de Palin faz sentido , por Rick Wolff, 16/Set

    O 11/Set e a "Inquisição americana" , por Michel Chossudovsky, 15/Set

    Bolívia: intervenção ou morte , por Luiz Eça, 14/Set

    Os lucros extraordinários da GALP , por Eugénio Rosa, 14/Set

    Um homicida teatro de absurdo , por John Pilger, 12/Set

    World Trade Center: utilizaram-se explosivos? , por Alejandro Nadal, 11/Set

    O agravamento da crise da dívida: Quem nos pôs nesta confusão e quais são as opções políticas reais? , por Michael Hudson, 10/Set

    O mal do mal menor , por Pham Binh, 09/Set

    Abandono dos biocombustíveis líquidos: aumenta a pressão sobre a UE , por Charles Hawley, 08/Set

    Fotos mostram Bush bêbado nas Olímpiadas de Pequim , por Réseau Voltaire, 07/Set

    Paraguai: um país em disputa , por Ivan Pinheiro, 06/Set

    Como os Chicago Boys arruinaram a economia , por Michael Hudson, 05/Set

    Os senhores reais da droga , por William Blum, 04/Set

    Conseguimos! , por Silvia Cattori, 03/Set

    A omelete de Saakashvili , por Giulietto Chiesa, 02/Set

    Os senhores feudais do século XXI , por Silvia Ribeiro, 02/Set

    O Partido Democrata endossa a "Guerra global ao terrorismo" , por Michel Chossudovsky, 01/Set

    Para que não se repita , por CPPC, 01/Set

    As alterações do Código do Trabalho pretendidas pelo governo Sócrates desequilibram ainda mais as relações laborais em favor do patronato , por Eugénio Rosa, 31/Ago

    O Financial Times e o "auto-confesso mentor do 11/Set" , por James Petras, 30/Ago

    A geopolítica dos pipelines e a nova guerra fria , por Michel Chossudovsky, 29/Ago

    O mito da tragédia dos baldios , por Ian Angus, 28/Ago

    O que a caixa negra do Spanair MD82 nunca dirá , por Miguel A. Jordán León, 27/Ago

    Lições da NEP soviética para "Economia socialista de mercado" da China Popular , por Thomas Kenny, 26/Ago

    EUA gaguejam com o fracasso da NATO , por Kaveh L Afrasiabi, 25/Ago

    A realidade morde outra vez , por Jim Kunstler, 24/Ago

    A suposta "não violência" do Dalai Lama é desmentida pela CIA , por Domenico Losurdo, 22/Ago

    Não esqueçam a Jugoslávia , por John Pilger, 21/Ago

    Enfrentar a crise: teoria económica à deriva , por Alejandro Nadal, 21/Ago

    Uma questão de integridade , por Doug Rokke, 20/Ago

    Os neocons fizeram a Geórgia , por Paul Craig Roberts, 19/Ago

    Iraque: Ministro da Educação abre fogo sobre estudantes , por Ahmed Aljubouri, 19/Ago

    Colômbia, laboratório de bruxarias: Democracia e terrorismo de Estado , por James Petras, 18/Ago

    Revisita à "batalha" de Tskhinvali , por Mike Whitney, 17/Ago

    O fim da era pós Guerra Fria , por M. K. Bhadrakumar, 16/Ago

    "Presidente Bush: Por que não te calas?" , por Paul Craig Roberts, 16/Ago

    A guerra entre o dólar e o euro , por Alejandro Nadal, 15/Ago

    Arroz e circo em Timor Leste , por Douglas Kammen, 14/Ago

    Petróleo: Contagem decrescente para os US$200/barril , por Jerome a Paris, 13/Ago

    Cumplicidade no genocídio , por Andrei Areshev, 12/Ago

    Geórgia: Declaração oficial do Governo de Cuba , por Raúl Castro Ruz, 12/Ago

    O ataque à Ossétia e a classe dominante russa , por Guriya Murklinskaya, 12/Ago

    A teoria da dívida-deflação de Fisher acerca da Grande Depressão e uma possível revisão , por Nouriel Roubini, 11/Ago

    O oleoduto Baku-Tíflis-Ceyhan , 10/Ago

    Ossétia do Sul: Começou a guerra , por Andrei Areshev, 09/Ago

    Pior que 1929 (2ª parte) , por Alejandro Nadal, 08/Ago

    Crise dual , por István Mészáros, 07/Ago

    As mentiras de Hiroshima subsistem , por John Pilger, 06/Ago

    As tecnologias de retaguarda , por John Michael Greer, 06/Ago

    O pico petrolífero e os mercados financeiros:  Previsão para 2008 (actualizada em 31/Julho) , por Gail o Actuário, 05/Ago

    Halliburton administra o banco de dados do petróleo brasileiro , por AEPET, 05/Ago

    EUA: A próxima grande salvação , por Michael Hudson, 04/Ago

    Lucros da EDP atingem €962,4 milhões só no 1º semestre de 2008 com preços de electricidade que chegam a ser superiores em 22% aos da UE15 , por Eugénio Rosa, 03/Ago

    Pior que a crise de 1929? , por Alejandro Nadal, 02/Ago

    O apocalipse australiano , por Mike Whitney, 01/Ago



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  • Em 2004
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  • Em 2007
  • Em 2008 (até 31/Julho)


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