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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA E A TROIKA
O presidente Cavaco afirmou que a aprovação da troika, na sua 7ª avaliação, deveu-se a uma "inspiração da Nossa Senhora de Fátima" . Verifica-se portanto que, além da sra. Lagarde, do sr. Mario Draghi e do sr. Barroso, para o PR também a divina providência contribui para a submissão de Portugal ao capital financeiro. E o seu agente local seria precisamente (além de V. Gaspar) a dita cuja N. Sra. de Fátima. Deveria a troika ser chamada de santíssima trindade? Talvez não porque, com esta incorporação, ela parece transformar-se num quarteto.
Entretanto, considerando que na cultura de Anibal Cavaco Silva as questões teológicas não serão um aspecto muito desenvolvido, convém ouvir o que diz a respeito o Padre Mário, Presbítero de Macieira da Lixa, no Porto. O seu comentário douto está em:
www.youtube.com/watch?v=nV2pAce3SUU


DEMAGOGIA E REALIDADE
Subitamente o governo Coelho-Portas descobriu que era preciso desenvolver a economia do país. Assim, no dia 23 de Abril, apregoou mais um pacote demagógico de medidas destinadas a incentivar os empresários a investirem e com isso aumentar o nível de emprego. É claro que já poucos acreditam nisso, mas sempre fica bem aos prepostos da troika fingirem que, além das finanças, também se interessam pela economia real. Mas a realidade desmente tais fantasias incentivadoras. Agora anuncia-se que a Salvador Caetano inaugura uma nova fábrica de carrocerias para autocarros, a qual criará 300 novos empregos.
Onde será ela? Na China!
BOSTON: UM NOVO INSIDE JOB
O atentado terrorista de Boston, como tudo indica, é uma reencenação em pequena escala do 11/Setembro/2011. Uma equipe de mercenários colaboradores do FBI estava presente no momento desse atentado criminoso. Como recorda Corbett, o FBI promove, financia e equipa terroristas americanos . E, naturalmente, descobre umas pobres vítimas para serem acusadas de crimes que não cometeram – muito convenientemente de religião islâmica. Também muito convenientemente, um deles já morreu e não pode desmentir. Os métodos que eles usam na Síria e em outras partes do mundo agora estão a ser aplicados nos prõprios EUA.
Atentados como o de Boston fazem parte de uma operação de mudança de regime , mas desta vez o dos Estados Unidos. O objectivo é intensificar a fascistização do país. Querem mais leis repressivas, mais corpos policiais, mais censura, mais devassa da vida privada dos cidadãos. Ao mesmo tempo, atiçam o ódio contra um inimigo inventado. O povo de Boston ovacionou com entusiasmo a lei marcial. A máquina mediática da desinformação faz com que muitos acreditem naquilo que eles dizem.
MAIS UM CRIME DE LESA ECONOMIA NACIONAL
O governo Coelho-Troika-Portas acaba de cometer mais um crime de lesa economia nacional com a extinção dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo, agora anunciada . As conversas balofas do Presidente República acerca de uma "economia do mar" resultam nisso, num país em que a marinha mercante está de rastros e a frota pesqueira mal consegue sobreviver. Os crimes de lesa economia nacional deste governo sucedem-se em catadupa. Agora é o semanário Expresso que anuncia a intenção de fechar a Siderurgia Nacional e mudar as suas fábricas da Maia e do Seixal para Espanha . O que está a suceder no país é um genocídio industrial, um genocídio da sua economia real. O famoso "consenso" com o PS que tanto desejam deve ser para melhor destruir a economia portuguesa. Um consenso na traição.
IMPÉRIO PROMOVE A DESESTABILIZAÇÃO DA VENEZUELA
Inconformadas com a derrota eleitoral, as agências do governo estado-unidense trabalham agora a todo o vapor para desestabilizar a situação na Venezuela. O objectivo último é desencadear um golpe fascista, como já tentaram antes. A situação evolui hora a hora. Ela pode ser acompanhada em:
  • Venezuelana de Televisão (VTV), canal estatal: www.vtv.gob.ve/en-vivo
  • Telesur: www.telesurtv.net/el-canal/senal-en-vivo
  • Ciudad de Caracas, jornal: www.ciudadccs.info/
  • Correo del Orinoco, jornal: www.correodelorinoco.gob.ve/
  • APORREA, sítio web: www.aporrea.org/
  • Resumen, sítio web: www.resumenlatinoamericano.org/
    AGENDA OCULTA E DESINFORMAÇÃO

    A campanha de desinformação acerca da Coreia continua intensa nos media que se auto-proclamam como "referência". A generalidade deles recorre a explicações do foro psico-patológico para definir o comportamento do governo norte coreano. Contudo, nenhum deles sequer aflora a agenda oculta do imperialismo. O objectivo não confessado do governo Obama é efectuar uma mudança de regime na Coreia do Norte – tal como as mudanças de regime que os EUA efectuaram no Iraque, na Líbia e na Jugoslávia e tal como as que está a tentar efectuar na Síria, Irão e Venezuela. Daí toda a série de provocações deliberadas, cuidadosamente medidas e calculadas, efectuadas pelo governo Obama. Elas estão a ser feitas nos planos económico, bancário, diplomático e militar. O objectivo é arruinar a economia coreana e fazer sofrer o seu povo a fim de gerar insatisfação contra o regime. Recorde-se que no momento da criminosa invasão do Iraque, em 2003, aquele país já havia sofrido dez anss de sanções económicas que o debilitara profundamente. Já não tinha meios nem forças para resistir. Por isso foi invadido e ocupado. Assim, o comportamento corajoso e combativo do governo e do povo norte-coreano tem lógica e racionalidade. Eles estão a lutar pela sobrevivência. Os coreanos sabem bem das atrocidades de que foi capaz de cometer o imperialismo na década de 1950, quando aviões da USAF espalhavam tapetes de napalm sobre aldeias camponesas, quando as cidades coreanas foram arrasadas, quando efectuaram ensaios de guerra bacteriológica e quando o general MacArthur ameaçou recorrer à bomba atómica para vencer a guerra (só por isso é que foi demitido por Truman, não pelos crimes anteriores).
    A solidariedade para com os países agredidos pelos imperialismo é um dever.
    O REEMBOLSO ADIADO
    Vai um grande alarido nos media porque o sr. Olli Rehn defende o adiamento dos reembolsos da dívida portuguesa . Manifestam-se exultantes e aliviados. Mas é preciso que se diga:   1) O Sr. Rehn não podia fazer outra coisa senão defender o adiamento dos reembolsos pois a perspectiva de um incumprimento seria muito pior para a UE;  2) Nenhum dos problemas portugueses fica sanado com tal adiamento e a dívida até é agravada;   3) O que o capital financeiro europeu pretende é transformar Portugal num eterno escravo da dívida;   4) Não existe qualquer solução real para os problemas económicos portugueses enquanto o país não recuperar a sua soberania monetária – a saída do euro é a condição necessária e indispensável, além obviamente do repúdio ao memorando de entendimento com a Troika.
    COREIA RESPONDE ÀS PROVOCAÇÕES BÉLICAS DO IMPERIALISMO

    (em castelhano, sem legenda)
    GOVERNO SABOTA A ECONOMIA NACIONAL
    Só a ligação ferroviária para um futuro terminal de contentores na Trafaria custaria 150 milhões de euros , anunciou o presidente da Refer. Além disso há que contabilizar o custo de construção do futuro porto (que ainda não existe) e do próprio terminal a ser construído. Por outro lado, os Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC) estão a pedir emprestado ao governo modestos 14 milhões de euros para poder efectuar a construção de um navio já encomendado.
    Destes dois episódios podem-se tirar algumas conclusões:
    1) Com este governo, tal como no socratismo, continua a mania dos projectos gigantes, de rentabilidade duvidosa e, em caso afirmativo, só a longo prazo.
    2) A opção pelos projectos gigantes prejudica as PMEs, que asseguram o maior número de postos de trabalho em Portugal. Tal como num jogo de soma zero, se há financiamento para projectos gigantes deixa de haver para o tecido de industrial e comercial português constituído por micros, pequenas e médias empresas.
    3) O fanatismo ideológico deste governo prejudica a economia nacional. O caso dos ENVC é exemplar:   a empresa é sabotada por este governo por ser estatal (ainda). O governo prejudica assim o nível geral de emprego e até mesmo as exportações nacionais (o cliente que encomendou o navio é estrangeiro).
    4) Factos como estes aparentemente não preocupam os comentaristas que peroram na TV acerca da situação económica portuguesa.
    DESEMPREGO NA EUROPA TENDE A CRESCER
    .
    "Nada se pode fazer sem a aprovação da Alemanha. E, francamente, a Alemanha seria insana se alterasse o status quo actual que a faz funcionar melhor que o resto da Eurozona. Simplesmente insana". Quem diz isto é o Dansk Bank . "Quem mais pode jactar-se de a sua taxa de desemprego ser significativamente inferior àquela de antes da crise financeira?", pergunta o banco dinamarquês. E conclui: "Portanto, aperto monetário, baixa inflação, austeridade. Isso está a funcionar em grande para o país que tem o poder".
    Está tudo dito. A saída da zona euro é uma necessidade objectiva para os países da Europa do Sul.
    TEMPOS INTERESSANTES
    Os tempos que vivemos são interessantes para um economista. Isto é dito do mesmo modo como um médico poderia dizer que um tumor é algo "interessante". Os acontecimentos de Chipre ensinam lições. Em primeiro lugar deve-se assinalar o descalabro da Europa dos monopólios:   O confisco de depósitos bancários é algo mais próprio do Terceiro Mundo do que de um país da União Europeia. Terem eles chegado a medidas deste tipo mostra o desespero em que se encontra o capital monopolista e financeiro europeu. Em segundo lugar, deve-se verificar o fracasso dos seus planos. O endividamento é a forma moderna de submeter à servidão países como Chipre, Grécia, Portugal, etc. O objectivo é transformarem-nos em pasto do capital monopolista e financeiro para o saqueio (através de privatizações selvagens) e da extracção permanente de rendas. Isso fracassou porque não tiveram cash suficiente para cobrir a dívida cipriota. E agora surge a jogada de mestre russa, com a oferta da Gazprom de cobrir a dívida cipriota. Ela é digna dos melhores jogadores de xadrez. A UE queria reservar o saqueio de Chipre só para os monopólios da Europa ocidental – não para os russos. A oferta russa veio estragar-lhes os planos. Bruxelas terá de contorcer-se toda a fim de encontrar uma justificação para a recusa. E já vai dando instruções ao seu preposto local na presidência de Chipre para dizer que prefere uma "solução europeia". Aguardemos os próximos capítulos.

    21/Mar: Os acontecimentos precipitam-se tão rapidamente que mal dá tempo de acompanhá-los. O congelamento dos depósitos bancários ("corralito", como dizem os argentinos) irá prolongar-se até 3a. feira próxima. O ministro das Finanças de Chipre está em Moscovo a negociar – e para lá segue, às pressas, o próprio presidente da Comissão Europeia, sr. Durão Barroso. A sua corrida para Moscovo dá ideia da importância que a UE concede à "ameaça" da oferta russa. Enquanto isso o BCE apresenta um "ultimatum" a Chipre. As pressões intensificam-se. A crise monetária e financeira transforma-se, aparentemente, numa luta por esferas de influência. O caso torna-se cada vez mais interessante (no sentido mencionado acima). Registe-se que o prestígio dos políticos cipriotas aumentou com o seu repúdio ao acordo da Troika. A comparar com o prestígio daqueles políticos portugueses, gregos, irlandeses, espanhóis e italianos que se submeteram e submetêm-se servilmente às imposições da UE, BCE e FMI.

    23/Mar: O drama psico-monetário continua. Agora é Medvedev que ameaça despejar as reservas em euros do banco central da Rússia, subtituindo-as por dólares. Se o BC russo se desfizer de apenas metade das suas reservas de euros, isso significará a ruína da moeda única europeia. Um escritor de ficção não conseguiria imaginar uma estória com tanto suspense e tais desenvolvimentos. É assim que Chipre, cujo PIB representa 0,3% do PIB da UE, ameaça fazer ruir o castelo de cartas do sistema bancário europeu.

    26/Mar: Os historiadores do futuro estabelecerão o dia 25 de Março de 2013 como a data do início do fim da União Europeia. O Memorando de Entendimento entre Chipre e o Eurogrupo ainda não está escrito. No entanto, daquilo que já se sabe, pode-se ter a certeza de que terá no imediato um efeito devastador sobre a economia cipriota e a um prazo não tão imediato sobre o resto da Europa – a começar pelo seu sistema bancário. Com este "modelo" de intervenção foram abolidas, de uma penada, as veleidades de criar uma "união bancária europeia". Agora a regra é cada um por si – e nesse "cada um" incluem-se os depositantes dos bancos, que são responsabilizados pelos erros de má gestão ou desonestidade dos administradores dos mesmos. Se essa regra tivesse sido aplicada ao BPN português, o Estado não teria lá posto tantos milhares de milhões de euros, bastava ir aos depositantes com mais de 100 mil euros na sua conta. Outro aspecto bizarro é que aparentemente criaram-se dois tipos de euros na UE: um euro cipriota que já não pode ser exportado (devido aos controles de capitais) e o euro propriamente dito. Isto é uma paródia de moeda única europeia. É como se os euros que circulam no Algarve já não pudessem sair de lá...

    28/Mar: Aos poucos começam vir à tona alguns aspectos dos bastidores da crise cipriota (v. artigo de Yéti). Contudo, ainda falta muito para se ter o panorama completo da destruição desse país e da destruição das regras que imperavam na UE. Ao mesmo tempo, surge a vítima seguinte da UE: a Eslovénia, cujas autoridades puseram um conselheiro do FMI à testa do seu banco central.

    01/Abr: Não é mentira de 1º de Abril. O preposto local da sra. Merkel que actua como Presidente da República de Chipre saiu-se com uma "solução" para reformar a economia da ilha: criar casinos numa nova "zona de jogos no Sul do país". A tragédia cipriota transforma-se numa farsa grotesca.
    O ÚLTIMO DISCURSO DO PRESIDENTE HUGO CHAVEZ

    UM MILHÃO E MEIO NAS RUAS, 800 MIL EM LISBOA
    As manifestações do dia 2 de Março mobilizaram 1,5 milhão de portugueses contra o governo PSD-CDS, contra o FMI, o BCE e a UE. Dados relativos a manifestações em 25 cidades revelam os seguintes números: Angra do Heroismo 50 | Barcelona 30 | Beja 1000 | Braga 7000 | Caldas da Rainha 3000 | Castelo Branco 1000 | Chaves 200 | Coimbra 20000 | Entroncamento 300 | Estocolmo 15 | Guarda 500 | Horta 160 | Lisboa 800 mil | Londres 100 | Marinha Grande 3000 | Paris 100 | Portimão 5000 | Porto 400 mil | Santarém 500 | Setúbal 7000 | Sines 120 | Tomar 200 | Torres Novas 250 | Viana do Castelo 1000 | Vila Real 1800 (em actualização).


    A PAUPERIZAÇÃO DOS TRABALHADORES PORTUGUESES

    No 4º trimestre de 2012 o Índice do Custo de Trabalho (ICT) diminuiu 14,9% e os custos salariais diminuiram 16,1% em relação ao mesmo período do ano anterior , revelou o INE em 15/Fev/2013. No trimestre anterior, a variação homóloga do ICT fora de -14,2%.
    Confirma-se assim, a nível estatístico, a degradação das condições dos trabalhadores portugueses que continuam empregados. A troika rejubila com isso. A sua política de desvalorização interna está a provocar os efeitos que ela desejava. Com esta troika e sob a ditadura do euro o país está num processo, perverso e cumulativo, de ruína.

    PORTUGAL EM NÚMEROS

    OPERAÇÃO SECRETA: UE PROMOVE A PRIVATIZAÇÃO DA ÁGUA

    (legendado em português)
    Favor assinar esta petição: http://right2water.eu/
    RESISTIR.INFO EM 1º LUGAR
    Resistir.info não é propriamente um blog, uma vez que tem nome de domínio próprio. No entanto, foi classificado em primeiro lugar no concurso blogs do ano 2012 organizado por Aventar , categoria "Actualidade política internacional". Este sítio web não fez qualquer campanha para a obtenção de votos, o que torna o prémio agora recebido ainda mais satisfatório. Resistir.info agradece todos os votos recebidos, considerando-os como um prémio pelos seus esforços ao longo de dez anos. Os seus leitores e eleitores são também convidados a contribuir para a manutenção do sítio. As contribuições podem ser dadas através do

    52 FALÊNCIAS POR DIA EM 2012
    Em Portugal verificaram-se 52 falências por dia ao longo de 2012, um aumento de 62% em relação a 2011. Ao mesmo tempo, denuncia a CGTP, "A dívida aos trabalhadores que perderam os postos de trabalho em resultado do encerramento ou falência das empresas ultrapassa os 316 milhões de euros, afectando mais de 43 mil trabalhadores do sector público e privado, segundo dados apurados pela CGTP-IN. Na realidade o valor é muito superior, uma vez que este levantamento não abrange todos os distritos nem todos os sectores de actividade" . E com o Orçamento de Estado (inconstitucional) de 2013 é mais que certo que não haverá qualquer recuperação económica no próximo ano. A economia real portuguesa continuará nesse caminho para o abismo. Os aumentos na electricidade, gás, combustíveis, transportes, já anunciados para Janeiro, destinam-se a retirar ainda mais rendimento disponível dos trabalhadores e das PMEs (reduzindo-lhes a competitividade) e engordar o capital oligopolista.
    É preciso entender o que está realmente a acontecer: 1) A prioridade deste governo não é recuperar a economia real e sim satisfazer os credores externos de Portugal;   2) Com esse objectivo procura extorquir o máximo que pode do povo português, a qualquer custo e utilizando todas as manigâncias possíveis;   3) A lealdade do ministro das Finanças, Vitor Gaspar, é para com o capital financeiro e não para com o país que o viu nascer;   4) Ao "diluir" ao longo do ano os subsídios de férias e de Natal dos trabalhadores o plano não confessado do governo é vir a extingui-los.
    Correr com esta gente, recuperar a soberania monetária e romper as amarras com a UE é um imperativo de sobrevivência nacional.
    O DESCALABRO
    O descalabro das finanças públicas continua. Revela-se agora que a arrecadação fiscal caiu 5,8% entre Janeiro e Novembro de 2012 – consequência inelutável do pacote da troika. Além de levar o país à ruína, este governo de traição nacional continua o seu programa de privatizações selvagens. O cancelamento da venda da TAP a um suspeitíssimo sionista-colombiano constitui uma vitória parcial dos trabalhadores e da maioria do povo português. Mas a intenção de privatizá-la ainda continua de pé, assim como de privatizar a ANA, ENVC, RTP, as Águas de Portugal e o pouco que resta do sector empresarial do Estado. Um tal governo compromete não só as gerações presentes como também as futuras. Deitá-lo abaixo, com o seu Orçamento de 2013, é uma tarefa urgente. Figurinhas como o sr. Relvas, P. Coelho, António Borges e quejandos não são próprias de um país decente.
    SOLIDARIEDADE COM O POVO DE GAZA
    '.

    Notícias em:
  • Maan News Agency
  • Press TV
  • Resumen
  • FDLP
  • Electronic Intifada
  • Guerra e gás natural
    BALANÇO DA GREVE GERAL DE 14/NOVEMBRO

    www.cgtp.pt/

    Ver também: 90% de participação na Galiza!

    O OE-2013, A AGENDA OCULTA E A SAÍDA DA CRISE

    A aprovação do orçamento do desastre pela maioria PSD-CDS da Assembleia da República, dia 31 de Outubro, marca um ponto de inflexão na crise portuguesa. Dizer que se trata de um orçamento recessivo é pouco. É um orçamento que, se cumprido, significará a destruição generalizada do que resta das forças produtivas portuguesas.

    Há uma agenda oculta por trás deste Orçamento de Estado 2013. Aqueles que o elaboraram – V. Gaspar & troika – têm perfeita consciência de que a sua aplicação conduzirá a um fracasso clamoroso, mas fizeram-no precisamente com a intenção de que o previsível fracasso conduza a medidas ainda mais gravosas contra o povo português. A classe dominante quer ajustar contas com a Revolução de Abril, inclusive com a Constituição dela saída.

    O problema que hoje assola o mundo capitalista não é uma crise. É, sim, uma depressão . Ela teve início em 2008, mas esta palavra jamais é utilizada pelos analistas que pontificam nos media que se dizem "referência". Uma crise é um fenómeno episódico, conjuntural, pontual. Ela faz parte dos ciclos de negócios normais do modo de produção de capitalista. Uma depressão, em contra-partida, é um fenómeno prolongado no tempo. Considerar uma depressão como uma crise é um erro de diagnóstico que só pode conduzir a terapias erradas. Mas o capital financeiro tem interesse em aplicar as terapias erradas. No bojo da depressão pretende reforçar o seu poder e chegar ao domínio absoluto. O parasitismo do capital financeiro pretende vencer a sua guerra.

    No âmbito português, há duas condições necessárias para a saída da crise: 1ª) Recuperar a soberania monetária – não é possível qualquer solução válida para Portugal enquanto se mantiver na zona euro; 2ª) Adoptar uma moeda de emissão estatal, ou seja, eliminar o poder exorbitante dos banqueiros privados de criar meios de pagamentos a partir do nada. O governo deve exercer o seu poder soberano de emitir moeda. Esta segunda medida contribuiria poderosamente para o desendividamento do Estado – grande parte das despesas do orçamento consiste de encargos com a dívida pública.

    Estas são as duas mais importantes questões a discutir em Portugal, na Grécia, na Irlanda e nos demais países ameaçados pela UE. Ambos os pontos teriam de ser mais desenvolvidos, o que ultrapassa o espaço desta breve nota. Mas pode-se afirmar desde já que implorar negociações com credores mantendo um país no euro e o poder de emissão com os banqueiros privados é um caminnho ínvio e gerador de ilusões entre os povos.
    O FILME GREGO REENCENADO EM PORTUGAL
    O pacote de medidas apresentado dia 3 de Outubro pelo ministro V. Gaspar tem efeitos piores do que a medida da TSU que tanta indignação provocou. Verifica-se de facto que o filme imposto pela troika ao povo grego está a ser reapresentado em Portugal. A situação em que estava a Grécia há cerca de dois anos atrás é aquela que se vive hoje em Portugal. Consequentemente – se isso não for impedido – a situação de Portugal daqui a um par de anos será a da Grécia de hoje, um país exangue.
    Despedir este governo e rasgar o memorando da troika – o Pacto de Agressão – é um imperativo de sobrevivência nacional. A pauperização do povo português, brutalmente agravada com o pacote de 3 de Outubro, é a política imposta pela União Europeia. Por isso é preciso que se diga sem rodeios que os problemas de Portugal nunca poderão ser resolvidos no âmbito da UE, que a recuperação da soberania monetária é condição para a retomada do desenvolvimento económico, que o futuro que a UE nos reserva – depois de os vampiros sugarem ao máximo – é transformar-nos em servos do capital financeiro.
    A alternativa existe. É preciso ter lucidez e combater por ela.
    A MAIOR MANIFESTAÇÃO DOS ÚLTIMOS ANOS
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    (Clique a foto para ampliá-la)
    A grande manifestação nacional de 29 de Setembro da CGTP-IN foi uma jornada grandiosa. A entrada em cena dos trabalhadores organizados marca uma evolução qualitativa na luta contra a política imposta pela troika e executada pelo governo do sr. P. Coelho.
    Ver mais imagens da jornada do dia 29, a intervenção do secretário-geral da CGTP-IN e os próximos passos da luta em http://www.cgtp.pt/index.php
    SÚPLICA INDIGNA
    O primeiro-ministro grego, sr. Samaras, suplica de joelhos às potências europeias que lhe concedam mais prazo para pauperizar o seu próprio povo. Promete fazer um corte adicional de 11,5 mil milhões de euros nas despesas do estado grego. E isto num país em que a sua população activa já tem mais desempregados do que empregados. Além de indigno, o comportamento servil do sr. Samaras é catastrófico para o povo grego. Tais súplicas, se atendidas, só serviriam para prolongar ainda mais a agonia da Grécia sob a bota da troika. A única atitude correcta que atende aos interesses do povo grego é aquela defendida pelo KKE :   a ruptura com a UE, o BCE e demais organizações imperialistas, com recuperação da soberania monetária e independência nacional.
    Enquanto isso, os sociais-democratas do Syriza (os amigos do Bloco de Esquerda português), que tentam a viva-força uma conciliação com a UE, receberam esta semana a resposta que mereciam do presidente do Eurogrupo. Pediram uma audiência ao sr. Juncker e este bateu-lhes com a porta na cara. A UE não quer conciliação. Que isto sirva de lição aos conciliadores em terras lusitanas.
    INSOLVÊNCIAS E DEPRESSÃO
    Não se trata da "destruição criadora" de Schumpeter. Trata-se, sim, do início de uma depressão. A notícia de que em 2012 as "Insolvências de empresas vão aumentar 50% em Portugal" , no Jornal de Negócios, apresenta uma panorâmica da situação mundial.   Para a Espanha a previsão é de um aumento de 20% nas insolvências e para a Grécia de 30% (depois de cinco anos de crise em que o país foi deixado exangue pela troika BCE/UE/FMI).   Mesmo na Europa desenvolvida, as previsões de insolvências estão longe de amenas: +25% na Holanda. Até no "próspero" Brasil, que vai gastar desbragadamente com a construção dos estádios olímpicos de 2016, a previsão de aumento das insolvências este ano é de 28%. A fiabilidade destes números pode ser discutida, mas não o sentido geral para que apontam. Trata-se de uma destruição de tecido industrial em escala planetária. É como se o volume gigantesco de capital fictício que infesta o mundo estrangulasse o capital real e tangível que faz o mundo funcionar.
    O FIM DO EURO E AS NOVAS PRIVATIZAÇÕES
    Este governo ao serviço da troika anuncia novas privatizações. Trata-se de vender a preço vil o que resta do sector empresarial do Estado (ANA, TAP, etc). Tudo é efectuado de forma altamente opaca, com tramas nos bastidores e em meio a negociatas suspeitas (exemplo: a mal explicada venda pela Câmara Municipal de Lisboa dos terrenos do aeroporto da Portela).
    Deve-se registar que isto ocorre no momento em que já se antevê o fim do euro e, talvez antes disso, o fim da presença de Portugal na zona euro. Assim, as novas privatizações agora em curso resultam na alienação de activos que serão preciosos quando o país estiver fora do euro. Sendo a dívida externa bruta portuguesa de mais de 200% do PIB, é ridículo dizer que os encaixes destas privatizações permitiriam reduzi-la qualquer coisa que se visse e tivesse algum significado.
    Estamos na fase em que o país é sugado ao máximo. Depois, quando não restar senão bagaço, será relegado ao seu destino. De pés e mãos atados, com a propriedade dos seus activos entregue aos novos rentistas que agora os compram ao desbarato.
    O TERRORISMO CLIMÁTICO CONTINUA
    Acaba de ser lançado em Lisboa o filme "4:44 Último Dia na Terra" , dirigido pelo sr. Abel Ferrara. Trata-se de mais uma obra mistificatória construída para espalhar o pânico com o mítico aquecimento global. No momento em que o modo de produção de capitalista estala por todas as juntas, a classe dominante tem de inventar terrores fictícios a fim de disfarçar aqueles que são bem reais. A arte da desinformação tem muitas facetas.
    Mais esclarecimentos em:
  • Acerca da impostura global
  • Aquecimento global: uma impostura científica
    INCÊNDIOS FLORESTAIS
    Nos primeiros sete meses de 2012 houve 14 mil incêndios em Portugal nos quais arderam 67.052 hectares, informa o Público . Passam-se os anos e é sempre o mesmo. Este ano a área ardida foi o triplo da que se verificou no mesmo período de 2011, segundo informa a Autoridade Florestal Nacional.
    Seria curial que, além de fazer estatísticas, os governos tomassem medidas para evitar estas tragédias repetidas. No ano de 2005 resistir.info publicou uma proposta de plano nesse sentido: Como evitar incêndios florestais e produzir energia .
    Mas nos sete anos desde então decorridos, nada se fez nas linhas descritas no artigo. A proposta do Eng. António Lopes – que incide na prevenção – mereceu um silêncio total que perdura até hoje. Aparentemente, os governos consideram mais fácil comprar carros de bombeiros & aviões para combater os incêndios florestais.
    "ASCENSÃO E QUEDA DO EURO"
    'Ascensão e queda do euro'.
    Ascensão e queda do euro pode ser adquirido na Livraria Barata (Av. Roma, 11, Lisboa) ou encomendado on line à Bertrand , Wook , FNAC ou Chiado . A Bertrand, a Wook e a FNAC fazem desconto sobre o preço de capa (€14) mas cobram portes, a Chiado não cobra portes mas não faz desconto. .
    O livro reune trabalhos de um conjunto de investigadores que expõem as causas reais da crise da moeda comum europeia e da própria UE. Esta obra é uma tentativa de relançar as discussões que realmente importam – ultrapassando a desinformação dos media, com os seus economistas vulgares formatados na ideologia neoliberal.

    DONOS DE PORTUGAL
    Donos de Portugal é um documentário de Jorge Costa sobre cem anos de poder económico. O filme retrata a proteção do Estado às famílias que dominaram a economia do país, as suas estratégias de conservação de poder e acumulação de riqueza.
    Mello, Champalimaud, Espírito Santo – as fortunas cruzam-se pelo casamento e integram-se na finança. Ameaçado pelo fim da ditadura, o seu poder reconstitui-se sob a democracia, a partir das privatizações e da promiscuidade com o poder político. Novos grupos económicos – Amorim, Sonae, Jerónimo Martins - afirmam-se sobre a mesma base.
    ARGENTINA EXPROPRIA A REPSOL
    A nacionalização parcial e tímida de acções que a Repsol detinha na Yacimientos Petrolíferos Fiscales (YPF) argentina é uma medida corajosa do governo de Cristina Kirchner. Mas é de se perguntar porque, face ao comportamento predatório daquela multinacional, o governo argentino levou tantos anos para avançar com esta decisão. Quem tiver alguma dúvida acerca deste comportamento que assista ao filme "La memoria del saqueo" , de Fernando Pino Solanas.
    Seja como for, com ou sem nacionalização, os problemas de abastecimento de petróleo do país permanecerão pois a produção dos seus campos petrolíferos já entrou em declínio. Tal como o resto do mundo, também a Argentina ultrapassou o Pico de Hubbert e encontra-se na fase de esgotamento.
    REBELIÃO FISCAL: O EXEMPLO IRLANDÊS
    A rebelião fiscal já começou, na Irlanda. Depois de quatro anos de crise contínua, o governo de Dublin enfrenta o boicote fiscal dos cidadãos. Metade dos contribuintes aos quais era exigido uma taxa extraordinária de 100 euros por habitação não efectuaram o pagamento até à data limite de 31 de Março. O movimento de boicote foi liderado por nove deputados da "Aliança Esquerda Unida" e alguns independentes.
    Ver artigo a respeito em Jornal de Negócios .
    MEE: NEM UM TRILIÃO DE EUROS SERÁ SUFICIENTE
    Alastra-se o pânico. Na sexta-feira, 30 de Março, os ministros das Finanças europeus decidiram aumentar a dotação do MEE para 800 mil milhões de euros. O seu valor inicial revelou-se insuficiente antes mesmo de ter entrado em acção. Como diz o título da revista Der Spiegel, mesmo uma firewall de um milhão de milhões (trillion) de euros não seria suficiente .
    Por sua vez, o jornal Die Tageszeitung estima que seriam precisos pelo menos 1,5 milhão de milhões de euros como fundo de resgate da moeda europeia. E isto somado ao EFSF , cujos fundos são insuficientes para "salvar" a Itália e a Espanha e que continuará a funcionar ao invés de ser substituído pelo MEE como fora previsto.
    De onde virão os recursos para o MEE? Dos orçamentos nacionais de cada país, pois este tem o poder despótico de requisitar-lhes recursos a qualquer momento – os quais terão de ser transferidos no prazo de sete dias. Ou seja, o futuro que eles preparam é depauperar os orçamentos dos estados membros da zona euro – os quais cobrem as despesas sociais de cada país – em benefício do capital financeiro.
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    Acção colectiva contra o
    Mecanismo Europeu de Estabilidade,
    o novo ditador europeu

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    OS ABUTRES DA UE PÕEM A GRÉCIA SOB TUTELA ABSOLUTA
    A última declaração do eurogrupo acerca da Grécia pode ser caracterizada como uma manifestação de neocolonialismo predatório. Além de uma "reforçada e permanente presença sobre o terreno na Grécia" [da monitoragem da troika] o Eurogrupo da UE impôs a introdução na estrutura legal grega, dentro de dois meses, de "uma disposição que assegure que seja concedida prioridade aos pagamentos do serviço da dívida". E acrescenta que "Esta disposição será introduzida na Constituição grega tão logo quanto possível".
    A Europa dos monopólios e ao serviço do capital financeiro põe assim as suas garras de fora. Mesmo que falte leite para as crianças gregas, a prioridade terá que ser dada aos pagamentos do serviço da dívida. Esse é o caminho que eles preparam para todos nós, portugueses inclusive. Um vice-rei britânico na Índia colonial não agiria de forma mais despótica do que o faz agora a UE.
    A solidariedade com os trabalhadores gregos na sua luta pela ruptura com a ditadura da União Europeia e do capital financeiro é mais necessária do que nunca.
    A RENÚNCIA DO PR ALEMÃO
    Na Alemanha, Christian Wulff acaba de renunciar à Presidência da República. O Chefe do Estado alemão renunciou por ter aceite um empréstimo privado de 500 mil euros a uma taxa de juro favorável , bem como por alegações que pelos padrões portugueses são consideradas pouco significativas. Mas o que dizer de um Presidente da República envolvido no caso BPN e com amizades tão suspeitas como Dias Loureiro e Oliveira e Costa ?
    A DEMOCRACIA COMO FARSA
    A aprovação do novo memorando da Troika pelo parlamento grego, na madrugada do dia 13, significa que a democracia burguesa já deixou de funcionar na Grécia. O governo e o parlamento daquele país já não representam o seu povo. Tratam-se de meros fantoches submissos à Troika FMI-BCE-UE. O seu primeiro-ministro não eleito é um banqueiro imposto pela União Europeia.
    Os 199 deputados que aprovaram este diploma selvagem e de cumprimento impossível perderam os últimos resquícios de dignidade. As condições impostas foram tão revoltantes que 42 deputados da coligação governamental infringiram a disciplina partidária e votaram contra (21 da ND, o partido da direita, e outros 21 do Pasok).
    Este desenlace significa que a democracia burguesa na Grécia já deu o que tinha a dar e que a solução dos problemas do país passa pelo desligamento da UE, a ruptura com a Europa dos monopólios, o cancelamento unilateral da dívida e o poder popular. A luta heróica do povo grego continuará – é preciso apoiá-la.
    Por outro lado, pode-se antever que os sacrifícios inúteis agora impostos ao povo grego – assim como ao povo português, irlandês, espanhol e outros da Europa – constituem o começo do fim da UE e talvez do próprio euro enquanto moeda comum.
    MENSAGEM VINDA DA ACRÓPOLE
    Abaixo a ditadura da União Europeia dos monopólios.
    LIBERDADE PARA OS PRESOS POLÍTICOS DA COLÔMBIA
    .
    http://www.areitoimagen.blogspot.com/
    EUA: CANDIDATO DEFENDE O ASSASSÍNIO
    "O assassinato de cientistas iranianos é uma coisa maravilhosa" (sic). A afirmação é do sr. Rick Santorum, candidato à Presidência da República dos Estados Unidos da América (ver Digital Journal ). Ele diz o que a sra. Clinton pensa mas não diz.

    Assine a petição:
    Parar os preparativos de guerra!
    Acabar com o embargo!
    Solidariedade com os povos iraniano e sírio!

    PORTUGAL: A INIQUIDADE DESTA AUSTERIDADE
    Rendimento familiar disponível em países submetidos a medidas de austeridade.
    De todos os estados europeus submetidos a programas de austeridade, "Portugal é o único país com uma distribuição claramente regressiva, com perdas percentuais que são consideravelmente maiores no primeiro e segundo decil do que nos grupos mais altos da distribuição do rendimento. É o oposto do caso da Grécia onde as perdas percentuais são maiores nos decis do topo e aqueles na base perdem relativamente pouco" (sic).
    Esta afirmação consta na pg. 19 do relatório The distributional effects of austerity measures: a comparison of EU countries , publicado pela Comissão Europeia. Como se verifica no gráfico acima, Portugal é o único país onde as medidas de austeridade estão a exigir mais aos pobres do que aos ricos. A iniquidade das medidas de austeridade adoptadas pelo governo Troika-Passos Coelho – decorrente das suas opções de classe – é assim confirmada pela própria Comissão Europeia.

    A ESTRATÉGIA DA TENSÃO
    A histeria em relação ao suposto programa de armas nucleares do Irão continua a agitar os media ditos "de referência". Trata-se de uma campanha de mentiras orquestrada pelo imperialismo a fim de aumentar a tensão no Médio Oriente. Todos eles omitem, cuidadosamente, o facto de Israel dispor de um arsenal nuclear da ordem das 200 ogivas. E omitem igualmente a verdadeira "bomba atómica" do Irão:   a possibilidade de encerrar o transito no Estreito de Ormuz, por onde se escoa grande parte do petróleo mundial.

    Na semana passada, Obama assinou uma lei que lhe dá autoridade para novas sanções contra a República Islâmica. E enquanto intensifica a campanha anti-iraniana, prossegue o trabalho de sapa de desestabilizar a Síria através de ONGs financiadas e armadas pelo imperialismo. O lobby sionista domina os EUA e conduz o mundo a perigos crescentes.

    Tudo isto se passa no momento em que a humanidade já ultrapassou o Pico de Hubbert e tem início o esgotamento dos recursos petrolíferos mundiais. Uma agressão militar contra o Irão não é lógica nem racional – mas o imperialismo nem sempre é lógico ou racional. E sabemos que no passado todas as grandes crises do capitalismo resultaram em guerra.
    NOVA CARTA DE INTENÇÕES AO FMI
    Os submissos confirmaram a sua submissão com nova carta de intenções enviada ao FMI. A carta, datada de 9 de Dezembro, é assinada pelo ministro das Finanças e o governador do Banco de Portugal. Vale a pena lê-la para avaliar o tom geral de servilismo e os compromissos a que pretendem submeter o país até 2013. Se o povo português os deixar executar este programa ruinoso e de aniquilação do que resta das forças produtivas do país, Portugal chegará ao nível de desenvolvimento da Guiné-Bissau.
    EUA: OS CAMPOS DE CONCENTRAÇÃO DO FEMA
    (legendado em português)



    DESINTEGRAÇÃO DA EUROZONA E DITADURA DO MEE
    A última cimeira de Bruxelas deu mais um passo rumo à desintegração da eurozona. O processo avança enquanto os "líderes" europeus entretêm-se com contos de fadas, tais como o da mudança de tratados europeus. Tivéssemos em Portugal autoridades lúcidas, já estariam elas a estudar planos "B", ou seja, a elaboração de planos de contingência para a saída do euro. No estágio avançado de deterioração em que está a zona euro, agora mesmo as propostas reformistas inteligentes de Varoufakis e Stuart Holland (apresentadas há mais de um ano) provavelmente já não seriam viáveis.
    O verdadeiro plano que o capital financeiro prepara, mas de que pouco se fala nos jornais económicos, é o de uma nova ditadura europeia através do Mecanismo Europeu de Estabilidade (MEE) . O Tratado do MEE foi assinado – à socapa – em 20 de Junho de 2011 e aguarda ratificações dos parlamentos nacionais da zona euro. Assim, Portugal, que já perdeu a sua soberania monetária e está em vias de perder a sua soberania orçamental, se aprovar o MEE perderá também a soberania sobre o seu Tesouro público. Ou seja, cairá numa situação colonial de novo tipo.
    A VIDA APÓS O EURO
    Vários bancos centrais europeus estão a estudar a sua capacidade técnica para emitir papel-moeda caso haja uma ruptura da união monetária da zona euro. O banco central irlandês e grego têm capacidades de impressão próprias, embora possam precisar de capacidades adicionais. A notícia está no Wall Street Journal .
    O ASSALTO DO FMI, BCE & UE A PORTUGAL
    Portugal terá de pagar juros de 34,4 mil milhões de euros pelo salvamento de 78 mil milhões acordado este ano com o FMI, BCE & UE – ou seja, o total a ser devolvido aos ditos "salvadores" será de 112,4 mil milhões de euros (juros+principal). Um salvamento assim é como atar um peso de chumbo a alguém que esteja a afogar-se. Tal empréstimo jamais poderá ser pago – o objectivo deliberado da troika foi submeter o país de modo permanente à servidão da dívida.
    A verdadeira saída para esta situação, a única que atende realmente aos interesses do povo português, é a recuperação da soberania monetária do país e a libertação das peias da UE. Os custos da saída do euro são inferiores aos custos da permanência no mesmo, com a consequente escravização eterna à ditadura do capital financeiro.
    A GREVE GERAL, UMA AFIRMAÇÃO DE LUCIDEZ
    O enorme êxito da Greve Geral de 24 de Outubro é um facto que só os tolos tentam negar. Foi uma afirmação lúcida, importante e corajosa de quem realmente cria a riqueza. Ela verifica-se num momento de transe. O capitalismo europeu está em convulsões. Não se pode sequer ter a certeza de que ainda haverá euro e UE no futuro próximo. O capital financeiro pretende descarregar todos os custos da crise sobre os trabalhadores, quer retroceder ao século XIX. A ditadura da Troika é a sua expressão em Portugal. As suas medidas provocarão crescimentos negativos do PIB a partir de agora, conduzindo o país a uma espiral de afundamento tal como na Grécia. Há que por cobro a esta gente e esta política. As alternativas existem.
    A RECEITA TERCEIRO-MUNDISTA APLICADA A PORTUGAL
    "Na generalidade, o programa teve um bom começo. Contudo, o seu êxito depende crucialmente da implementação continuada de um vasto conjunto de reformas estruturais que removerão as rigidezes e estrangulamentos por trás da estagnação de Portugal durante uma década. A fim de melhorar a competitividade do custo do trabalho, os salários no sector privado deveriam seguir a direcção tomada pelo sector público e implementar cortes de pagamentos sustentados. O programa encara medidas para reduzir custos de demissões e aumentar a flexibilidade salarial ao nível da firma. Ao enfrentar práticas arraigadas que distorcem a competição, um fortalecimento do quadro de competição está a caminho e tem havido progresso em liberalizar os mercados de telecomunicações. No entanto, é necessário mais progresso em reprimir os que procuram rendas em sectores abrigados, particularmente na energia e profissões regulamentadas. A missão concorda com as autoridades em que um esforço novo e determinado é exigido para revigorar a agenda de reforma estrutural no seu âmbito, foco e especificidade".
    Esta prosa faz parte da declaração emitida pela última missão da Troika em Portugal e pode ser vista na íntegra no sítio web do FMI: http://www.imf.org/external/np/sec/pr/2011/pr11416.htm .
    Com tais "progressos", se continuarem, dentro em breve Portugal chegará à situação grega.
    NOVOS NEGÓCIOS GREGOS
    O governo dos EUA aprovou a entrega de 400 tanques Abrams à Grécia, tendo enviado ao seu governo uma carta quanto ao preço e disponibilidade. Por sua vez, o governo francês insiste em vender três fragatas à Grécia, o que tem provocado desgosto entre concorrentes da construção naval alemã. Assim se vê de onde vem o endividamento grego. Ao mesmo tempo, pode-se apreciar a qualidade de gestão de um governo sob a tutela da Troika FMI/BCE/UE.
    LÍBIA: A RESISTÊNCIA CONTINUA
    O martírio de Khadafi alvoroça os carrascos do povo líbio:   NATO, Klinton, Sarkozy, Cameron & transnacionais do petróleo, além dos seus serviçais locais, os bandos do CNT-Al Qaeda. O facto de se regozijarem com um assassinato mostra o nível ético a que chegaram. No plano moral já perderam a guerra há muito. A resistência de Sirte, sob os caça-bombardeiros da NATO, ficará como uma das páginas épicas da História. O heroísmo do povo de Sirte compara-se com o de Faluja, no Iraque, em ambos os casos submetidos à selvajaria fascista.
    Mas o contentamento dos abutres poderá ser sol de pouca dura. A resistência do povo líbio à guerra neocolonial continua. A História da Líbia não acabou. Continua a haver um governo legítimo e uma resistência valorosa – tal como no Iraque, no Afeganistão e em todos os países sob a bota da ocupação imperialista.
  • http://lavoixdelalibye.com/
  • http://www.resistencialibia.org/es/portada.aspx
  • http://leonorenlibia.blogspot.com/
  • http://www.algeria-isp.com/
  • http://libyasos.blogspot.com/
    A TRAGÉDIA GREGA REENCENADA EM PORTUGAL
    Eles estão na ofensiva. Querem a ruptura dos pactos sociais e não se importam com a ruína da economia real do país. A entrega da proposta de Orçamento para 2012 é a oficialização da ofensiva, a declaração de guerra a 99% dos portugueses. Diante desse ataque, a passividade, as meias medidas, as respostas tíbias são o caminho certo para a derrota. É preciso afirmar as coisas com clareza e sem rodeios:   existem soluções alternativas, mas nenhuma delas dentro do actual sistema. Nenhuma solução razoável pode ser encontrada enquanto Portugal não recuperar a sua soberania monetária. Esta recuperação permitiria o lançamento de uma moeda de emissão estatal (e não bancária como agora) para financiar a economia nacional. Tudo isto pode ser feito em conjunto com outros países que padecem situação semelhante. Além disso, o actual descalabro dos bancos portugueses – incapazes sequer de captar recursos internos para financiar a economia – permitirá uma nacionalização barata dos mesmos. Também é preciso afirmar com clareza que a dívida externa de Portugal (maior do que a da Grécia) é um problema mais grave e preocupante do que o défice das contas públicas e que os bancos portugueses são os principais responsáveis pela mesma.
    Eles, a troika e os seus capatazes locais, querem uma ruptura favorável ao capital financeiro. As forças progressistas devem contrapor uma proposta de ruptura favorável à esmagadora maioria do povo português. A timidez na contraproposta, o mero possibilismo , conduz a uma tragédia.
    UM DISCURSO TERRORISTA
    A declaração sobre o Orçamento de Estado para 2012 do sr. Passo Coelho mais parece um discurso do sr. Papandreu há dois anos atrás. As medidas anunciadas são uma declaração de guerra contra o povo português. Em ambos os casos, no do 1º ministro português e grego, os sacrifícios exigidos são inúteis e só agravarão os problemas já existentes. Este governo português actua como capataz da troika FMI/BCE/CE. Nada do que ele propõe terá o condão de recuperar a economia portuguesa e restabelecer o crescimento. A ruína actual da economia portuguesa é a consequência da vitória da contra-revolução ao longo das últimas décadas, que desindustrializou o país, destruiu o Sector Empresarial do Estado, a agricultura, as pescas e a frota mercante nacional, restabeleceu o capital monopolista, atrelou o país à UE, desbaratou as reservas ouro do banco central, abdicou da soberania monetária e, em conluio com o capital financeiro, instalou a corrupção nos mais altos níveis do aparelho de Estado. Resistir a tais medidas é um imperativo de sobrevivência do povo português.
    PORTUGAL ENREDADO
    "O Estado deve ao Estado rendas de edifícios que o Estado vendeu ao Estado para que o défice do Estado fosse menor e a dívida do Estado parecesse que não era do Estado". Se não entendeu na primeira leitura, tente uma segunda no Jornal de Negócios . A conclusão que se tira de tudo isto é que as trafulhices do governo Sócrates continuam imparáveis no governo do sr. Passos Coelho. As teias tecidas são fortes, as conivências PS-PPD ainda maiores e a vontade política de por tudo em pratos limpos é escassa. Por que é que pouco se fala das PPPs?
    À BEIRA DO COLAPSO
    O ministro das Finanças da Grécia, sr. Venizelos, diz que o seu país "está à beira do colapso" . A sua solução: "medidas de austeridade adicionais" (ainda mais!).   Se o programa da troika para Portugal for cumprido, daqui a um par de anos quem poderá estar a fazer afirmações e propostas de "solução" semelhantes é o ministro Vitor Gaspar.
    REDUÇÃO DAS DESPESAS DO ESTADO
    O primeiro-ministro Passos Coelho deu entrevista dia 20 à RTP1 em que reiterou a necessidade de cortes nas despesas do Estado a fim de cumprir os compromissos com a troika FMI/UE/BCE. Assim, para colaborar com Passos Coelho, alinham-se algumas sugestões de cortes:   retirar a tropa portuguesa que está no Afeganistão e outros lados ao serviço da NATO;   determinar a não entrega de quaisquer garantias ou dinheiros públicos para o novo aeroporto de Lisboa (o que certamente levará ao cancelamento definitivo do projecto);   adiar sine die o projecto de uma terceira ponte sobre o Tejo;   cancelar (e não apenas suspender) o projecto do TGV;   rescindir os contratos de PPPs sem indemnizações aos rentistas que exploram estradas e hospitais.
    "O COLAPSO DA EUROZONA É QUASE CERTO"
    "A menos que haja uma mudança dramática e simultânea na política da Itália, da Alemanha e do Banco Central Europeu, o colapso da eurozona é quase certo. Nem a Itália, nem a Espanha, Portugal, Irlanda ou Grécia serão capazes de manter a sua condição de membros da eurozona e manter a sustentabilidade da sua dívida soberana com os spreads actuais da taxa de juro. Alguma coisa terá de ceder".   Quem afirma isto é um editor do Finantial Times, Wolfgang Munchau. O seu artigo pode ser lido em Eurointelligence .
    Face a isto, cabe perguntar para onde nos leva a subserviência do governo PSD/CDS aos ditames da troika FMI/UE/BCE. O desligamento de Portugal da eurozona é inevitável e os sacrifícios agora impostos aos portugueses são inúteis. No fim do programa da troika Portugal estará numa situação económica pior do que agora. Não há luz no fundo deste túnel.
    11/SET DEZ ANOS DEPOIS

    As demolições controladas do WTC e o ataque – com míssil – ao Pentágono cumprem agora 10 anos. Tais eventos foram previstos em documentos dos neocom dos EUA, que os consideravam o sinal (necessário) para desencadear guerras e agressões contínuas por todo o mundo a fim de alcançar o que chamavam de "século americano". Esse desígnio louco desencadeou uma série de guerras bárbaras e criminosas por toda a parte do planeta, as quais ainda continuam.

    Tem importância estudar, dissecar e denunciar os eventos do 11/Set porque eles foram o pretexto forjado das novas agressões imperiais. Os eventos do 11/Set podem ser comparados aos acontecimentos de 1933 em Berlim, quando Goering ordenou incendiar o Reischstag para culpar os comunistas e alcançar o poder total para os nazis. Podem também ser comparados ao "incidente do Golfo de Tonquim", uma provocação montada em 1964 pelo imperialismo a fim de desencadear a Guerra do Vietname.

    Tais factos históricos devem ser recordados, porque nos media que se dizem "referência" (do que? e para quem?) continua a enxurrada de desinformação acerca do 11/Set, das guerras em curso promovidas pelo imperialismo (Iraque, Afeganistão, Líbia) e de outras que se ameaçam (Argélia, Síria, Irão, Iémen).

    OS ABUTRES REPARTEM O BOTIM
    Estão reunidos em Paris, numa cimeira convocada por Sarkozy & Cameron , os países que participaram da agressão contra a Líbia. Consideram eles que chegou o momento de repartir os despojos. E cada um deles quer garantir o seu naco o mais depressa possível, antes que o vizinho o tome. Falam em "ajuda" à Líbia, mas o que querem é saqueá-la – inclusive os activos do seu banco central e do seu Fundo Soberano congelados no estrangeiro.
    SACRIFÍCIOS INÚTEIS
    Multiplicam-se as declarações acerca do fim do euro. Um importante dirigente da indústria alemã defende que a Alemanha, Áustria, Holanda e Finlândia saiam do euro . O conhecido historiador Hans-Joachim Voth afirma que "O euro não pode sobreviver na sua forma actual" . O economista liberal Charles Gave considera que "o euro é um Frankenstein que não pode funcionar" . Tudo isso significa que os sacrifícios que estão a ser exigidos aos povos da Grécia, Irlanda e Portugal são inúteis. Trata-se de uma tentativa de espreme-los ao máximo, em benefício dos credores, antes de abandoná-los. Quando os abandonarem, no fim do processo, estarão numa situação económica pior do que a actual. Não há luz no fim deste túnel: só trevas.
    Tivéssemos nós uma classe dominante minimamente lúcida, não submetida ao diktat externo e intelectualmente preparada, tomaria ela a iniciativa de afastar Portugal do euro. O passo seguinte seria a criação de uma nova moeda – mas não o antigo escudo. A nova moeda deveria ser de emissão estatal, nos moldes propostos por Rudo de Rujiter (v. Sair do euro – e depois? ). Esta deveria ser a perspectiva também das forças progressistas. Propor o aumento da produção nacional é um objectivo louvável, mas de duvidosa factibilidade sob o euro e a ditadura da troika. Tal proposta traz implícita a ideia (errada) de que poderia haver soluções dentro do sistema actual.
    O CANCRO DO TGV CONTINUA A CORROER
    Os gastos com o TGV totalizavam 116 milhões de euros no fim de 2010, informa o Jornal de Negócios . Mas ninguém teve a coragem de cancelar um projecto que é tão insano quanto o de um novo aeroporto . Mesmo que a situação económica do país fosse excelente, não há tráfego de passageiros que justifique semelhantes dispêndios. Enquanto isso, o outro verdadeiro cancro que corroi o país – o consumo desbragado de petróleo – é ignorado pelos poderes públicos. Bastaria generalizar o gás natural como combustível para o transporte e a factura petrolífera do país – 6,7 mil milhões de euros em 2010 – cairia drasticamente. Mas o anunciado aumento do IVA sobre o gás natural, equalizando-o com o dos refinados de petróleo, desestimula esta substituição.
    AS CONVULSÕES DO CAPITALISMO
    Na civilizada Grã-Bretanha acontecem motins de rua. Os EUA são degradados pelas agências de classificação de crédito. O pânico atinge bolsas de valores de todo o mundo. A Espanha e a Itália ameaçam ser os próximos países insolventes (a seguir, na fila, está a Bélgica). O mundo já está em recessão e no limiar de uma depressão. Milhões perdem o emprego e as casas no centro do império. E este intensifica o seu belicismo, com agressões contra tudo e contra todos (Líbia, Afeganistão, Iraque, Somália, Colômbia, ...). O grande beneficiário, o capital financeiro, vive à custa dos erários públicos. O capitalismo está podre. Entrou numa fase autofágica e já não é "consertável". Há que substituí-lo.
    O VIÉS DE CLASSE DESTA OPÇÃO FISCAL
    Chama-se renda ( rent, em inglês) aos ganhos obtidos pelos detentores de determinados privilégios (exemplos: propriedade da terra, de PPPs, de títulos da dívida pública, de concessões de estradas portajadas ou de portos e aeroportos, etc). As rendas não correspondem ao trabalho efectuado pelos seus beneficiários. Elas devem ser contrapostas aos rendimentos do trabalho (exemplos: salários ou lucros de empresários produtivos). Os rendimentos do trabalho são ganhos merecidos, ao passo que as rendas não o são.

    A distinção entre ganhos merecidos e não merecidos tem todo o interesse em matéria de política fiscal. Tributar a propriedade e a riqueza é uma medida louvável pois reduz o grau de desigualdade da sociedade, tornando-a menos injusta. Tributar o trabalho é o caminho para o depauperamento do tecido social, a redução do rendimento disponível da população e, em última análise, uma medida recessiva. Mas foi este o caminho escolhido pelo governo do sr. Passos Coelho ao anunciar em sede de IRS um extra de 50% sobre o equivalente ao 13º mês dos assalariados (subsídio de Natal) e dos profissionais precários que emitem recibos verdes (metade de 1/14 avos do rendimento anual dos mesmos). Uma opção de classe contra o trabalho e a favor dos rentistas.

    Do lado das receitas, muitas outras opções haveria para atingir os mesmos objectivos (exemplos: tributar transferências financeiras, o off-shore da Madeira, as grandes fortunas, etc). Mas convém não esquecer que a promessa eleitoral do governo era actuar sobretudo do lado da despesa. Mudaram-se os tempos (só 15 dias), mudaram-se as vontades...
    DESCOBERTAS DE CAVACO
    O Presidente Cavaco e Silva agora descobriu que a agricultura existe e é importante. No seu discurso de sabor salazarista feito em Castelo Branco recomendou o desenvolvimento das actividades agrícolas. Há algum tempo atrás o Presidente também fez a descoberta tardia de que o mar era importante e que o país devia desenvolver a sua vocação marítima – quando há mais de um quarto de século o PCP fartou-se de denunciar a absurda destruição da frota pesqueira nacional. Como se recorda a CEE chegou a financiar o desmantelamento de traineiras (depois de ter financiado a construção de algumas). Nas cerimónias do 10 de Junho, o Presidente pregou ainda as virtudes da frugalidade e a contenção de despesas. Cabe perguntar quanto custou toda essa deslocação de tropas e aviões para a parada militar em Castelo Branco.
    O VERDADEIRO PROGRAMA
    O FMI divulgou dia 7 de Junho o programa do governo português para os próximos três anos. Os documentos, num total de 121 páginas, podem ser descarregados em http://www.imf.org/external/pubs/cat/longres.aspx?sk=24908.0 (alguns deles já haviam sido divulgados anteriormente). A confrontar com as declarações do sr. Passo Coelho de que pretende ultrapassar (!) as metas ditadas pelo FMI...
    TEIA DE ENGANOS
    A democracia portuguesa saiu pouco dignificada das eleições de 5 de Junho. A abstenção foi de 41,1%. A campanha eleitoral do PSD, PS e CDS primou pela camuflagem do verdadeiro programa de governo: o pacote ditado pelo FMI/BCE/UE. Os media ditos "de referência" cumpriram a sua missão de desinformar, encobrir e silenciar as consequências do pacote. As questões sérias e graves não foram tratados pelos três partidos da direita e os seus acólitos nos media. O cumprimento do cronograma de três anos ditado pela troika, prometido pelo líder do PSD, não levará a qualquer saída do tunel. Resitir é preciso.

    O DESVANECIMENTO DAS RESERVAS-OURO DO BP
    Em 31/Dezembro/1974 o Banco de Portugal (BP) tinha 865.936 kg de ouro nas suas reservas. Em 31/Dezembro/2010 as reservas-ouro do BP eram apenas de 382.509,58 kg. Ou seja, em 36 anos desapareceram 483.426,42 kg de ouro o que dá uma média de 13.428,5 kg por ano. Agora o Público noticia que a cotação do ouro atingiu o recorde histórico de US$1506,75 dólares por onça-troy (31,103 gr) e que, em consequência, valorizou-se o que resta nas reservas do BP (€12,5 mil milhões em Fevereiro).
    Quanto valeriam se o banco central houvesse preservado as suas reservas-ouro? Esta gente andou a desbaratá-lo quando a sua cotação era baixa e agora que esta dispara em flecha o BP tem menos da metade do que dispunha antes. Ninguém pede contas a Vitor Constâncio e aos ex-governadores anteriores?
    NOVO AEROPORTO: ELES ESTÃO LOUCOS
    Só em juros, o novo aeroporto de Lisboa custaria 3,66 mil milhões de euros . Foi o que afirmou em 18/Abril/2011 o responsável pela NAER , a empresa pública responsável por este elefante branco.
    Ou seja, o montante dos juros custaria mais do que o investimento na construção do próprio aeroporto. orçamentado em 3,1 mil milhões de euros. Desse total, apenas 800 a 940 milhões de euros seriam da responsabilidade do investidor privado que ficasse responsável pela sua construção e exploração.
    Esses juros teriam que ser pagos ao longo de um período de 28 anos, entre 2015 e 2043, disse o sr. Carlos Madeira, da NAER. Estranhamente, aquele responsável não quiz dizer a que taxa(s) foi calculado o montante de €3,66 mil milhões de juros.
    É aberrante que se continue a falar em tom sério deste projecto megalómano. Lisboa não precisa de qualquer novo aeroporto – mesmo que a situação económica do país fosse excelente. Mas no momento em que Portugal está num estado de descalabro económico e financeiro e com o FMI/UE/BCE a preparar medidas drásticas contra o padrão de vida dos portugueses, tal projecto torna-se mentecapto e monstruoso. É estranhíssima a passividade da sociedade portuguesa diante de tal aberração.
    Continua a ser válido sempre assinar a Petição contra a construção de um novo aeroporto .
    IRLANDA: QUEIMAR BANQUEIROS E SAIR DO EURO
    Quase a metade dos executivos das 200 principais empresas da Irlanda considera que os accionistas dos bancos deveriam ser "queimados" (sic), revela um inquérito do Sunday Independent . Trata-se de uma sequela das condições punitivas impostas pelo FMI/UE no acordo de €67,5 mil milhões para o salvamento da banca irlandesa. A Alemanha e a França pressionam por um aumento do imposto rendimento sobre as empresas em troca de um pequeno alívio nas condições de reembolso do empréstimo.
    "Alguns economistas acreditam que os problemas de dívida da Irlanda podiam ser resolvidos pela saída do euro e a desvalorização da sua divisa. A ideia de romper com a Eurozona ganhou terrenos nos últimos meses. Ela teria sido impensável antes da crise de dívida soberana que esmagou a Grécia, a Irlanda e mais recentemente Portugal, o qual pediu um salvamento na semana passada", informa o Independent. .
    MAGNÍFICA VITÓRIA DO POVO ISLANDÊS !
    No referendo de 9 de Abril de 2011 o povo islandês deu uma magnífica prova de lucidez, consciência e civismo ao votar "Não" ao pagamento das dívidas dos banqueiros corruptos do Icesave. Trata-se de uma vitória memorável que ficará registada na história económica mundial.
    Apesar das pressões brutais feitas em favor do "Sim", com ameaças de toda espécie por parte da União Europeia, do FMI, das agências de classificação, dos governos britânico e holandês e dos políticos locais que dominam o parlamento e cozinharam um acordo dito "menos mau" que o anterior (rejeitado num primeiro referendo), o povo islandês soube ver onde estavam os seus verdadeiros interesses.
    Contados 90% dos votos, os resultados mostram que o campo do "Não" tem 59,1 por cento e o do "Sim" apenas 40,9 por cento .
    Deve-se louvar a dignidade e coragem do Presidente da República da Islândia, que soube enfrentar pressões a favor do acordo cozinhado pelo parlamento e exigiu a sua ratificação em referendo popular.
    Ver também:
  • A crise económica na Islândia: o remédio do FMI não é a solução , de Michael Hudson
  • Islândia: a chantagem odiosa , de Jean Tosti
    Libertem Bradley Manning. OS DIREITOS HUMANOS NOS EUA
    O soldado Bradley Manning — acusado de transmitir documentos à WikiLeaks — foi declarado "inimigo" dos Estados Unidos.
    As altas patentes americanas consideram um crime denunciar os crimes da sua tropa e ele será submetido a julgamento em tribunal militar.
    Desde Agosto de 2010 está encerrado numa cela de 3 x 2 metros, sem luz natural, durante 23 horas por dia.
    Até agora podia estar vestido na sua cela, mas o regime foi agravado e doravante tem permanecer nu.
    O fascismo estado-unidense tem desses requintes.


    A QUEDA DO GOVERNO E A PIRUETA DO PSD
    Durante anos a fio o PSD foi conivente com todas as malfeitorias do governo Sócrates. Aprovou tudo o que este quis, orçamentos, PECs e tudo o mais. Deixou, aquiescentemente, que o governo PS fizesse o trabalho sujo. O PSD e o patronato estavam satisfeitos com as medidas anti-populares e ruinosas do governo do sr. Sócrates. Agora, 23 de Março, o PSD abandona a atitude de oposição fingida e dá mostras de virtuosa indignação – mas não com a sua política:  reclama apenas por não ter sido previamente consultado quanto ao PEC 4...
    Entre Sócrates e Passos Coelho há a mesma diferença que entre os inspectores Dupont e Dupond, personagens da banda desenhada do Tin-Tin Milou. "Eu ainda diria mais", corroborava Dupond ao que dizia Dupont.
    ARÁBIA SAUDITA ATINGIU O PICO, CONFIRMA A WIKILEAKS
    A Arábia Saudita não dispõe de suficientes reservas de petróleo para aumentar a sua produção , diz telegrama da Embaixada dos EUA em Riad revelado pela WikiLeaks. Este documento é apenas a confirmação daquilo que já se sabia há vários anos e que foi amplamente analisado pelo falecido banqueiro Matthew Simmons , dando origem ao seu livro Crepúsculo no deserto (Twilight in the Desert) . A fuga deste telegrama de Riad serve no entanto para confirmar que as autoridades dos EUA: 1) sabem muito bem que o mundo atingiu o Pico Petrolífero e que entramos agora na fase do declínio da produção; 2) adoptam uma política deliberada de silenciamento quanto a este problema crucial para os destinos humanos.
    O SORVEDOURO DO BPN
    O governo injectará mais 500 milhões de euros no BPN, anuncia o Público . Eles somam-se aos 4,8 mil milhões de euros já ali despejados após a sua nacionalização. O caso merece algumas observações:   1) O mesmo governo que deixou/deixa afundar centenas de empresas produtivas pelo país afora encontrou recursos vultuosos para salvar um banco insolvente – o contraste é chocante;   2) A nacionalização foi cuidadosamente circunscrita apenas ao próprio banco e não à sociedade que era sua proprietária (a qual supõe-se ainda ter património);   3) Os accionistas da holding proprietária do BPN (quem são?) foram assim poupados à nacionalização;   4) É lícito supor que esta nacionalização foi feita para evitar que o assunto fosse a tribunal, pois um processo de falência poderia tornar-se demasiado público para os interesses envolvidos;   5) O BPN ainda poderá exigir mais recursos do que os 5,3 mil milhões já recebidos, pois ninguém garante qual a dimensão do seu buraco.
    RUPTURA COM A AMAZON.FR
    Até hoje, 5 de Dezembro, resistir.info tinha um acordo de parceria com a Amazon.fr. Era um serviço adicional que prestava aos seus leitores e que lhe permitia receber uma pequena comissão na venda de livros, discos e outros produtos daquela empresa.

    Este acordo é agora rompido devido à atitude censórea da Amazon em relação ao Wikileaks. Doravante resistir.info recusa-se a colaborar com a Amazon e defende o boicote à referida empresa: não lhes comprar mais livros, discos ou quaisquer outros produtos.

    Resistir.info segue, assim, o apelo contido na na carta aberta de Daniel Ellsberg , em que condena a covardia e o servilismo da Amazon ao terminar abruptamente a hospedagem do Wikileaks no seu servidor devido a pressões de um senador dos EUA.

    Resistir.info sabe que sofrerá uma penalização financeira com a ruptura pois perderá as comissões acumuladas naquela empresa. Para reduzi-la solicita o apoio dos seus leitores.

    IRLANDA: SACRIFÍCIO INÚTIL
    Os termos do "salvamento" que o FMI/UE/BCE impôs à Irlanda são muito piores do que tudo o que já foi visto até agora. Até o dinheiro do Fundo de Reserva Nacional de Pensões (NPRF) foi devorado na voragem. Os abutres não perdoaram nem a pensão dos velhinhos! Este salvamento não é do povo irlandês e sim dos banqueiros privados irlandeses.
    A manobra decorreu em vários passos:  1) Num autêntico acto de traição nacional o governo irlandês resolveu garantir a dívida dos banqueiros privados irlandeses (os tais que estavam em situação muito saudável segundo o teste de stress feito em Julho pelo BCE);  2) Em consequência, de imediato o défice orçamental irlandês sofreu um aumento brutal, saltando de 11,9% do PIB para 32% do PIB;  3) Diante de tal défice a UE/FMI obrigou o governo irlandês a impor sacrifícios brutais ao seu povo (despedimentos em massa, cortes na educação, saúde, salários e pensões, etc) em troca do dito "salvamento".  4) Ainda assim, cedo ou tarde, a Irlanda (tal como a Grécia e outros países europeus) entrará em incumprimento (default).
    Destes tristes episódios podem-se tirar algumas lições:  1) Os sacrifícios que o capital financeiro pede/exige a governos servis como o irlandês, grego, português e outros são inúteis pois não levarão ao aumento das respectivas produções nacionais nem resolverão os problemas económicos subjacentes;  2) Em situações de insolvência mais vale declarar moratória antes de uma ruína total do que persistir inutilmente em pagar dívidas impagáveis;  3) Sacrificar povos no altar do capital financeiro é uma opção e não uma inevitabilidade;  4) Filosoficamente, a resolução de um problema de dívida incobrável pode-se dar tanto em favor dos credores como dos devedores;  5) Historicamente, verifica-se que as classes dominantes sempre optaram pela resolução em favor dos credores e as oprimidas sempre pretenderam o inverso.   6) A capitulação frente às exigências do capital financeiro leva à pauperização dos povos – cabe a estes tomarem o destino nas suas mãos se quiserem salvar-se.
    TRÊS MILHÕES MOSTRARAM O CARTÃO VERMELHO AO GOVERNO
    Em benefício do capital financeiro o governo do sr. Sócrates está disposto a sacrificar até o último dos trabalhadores. Mas esta política neoliberal foi ontem 24 repudiada por três milhões de trabalhadores portugueses. É o primeiro passo de uma luta que se adivinha longa.
    O balanço da jornada de ontem está em http://www.grevegeral.net/ .
    BOLÍVIA REDUZ A IDADE DE REFORMA!
    Enquanto na Europa tentam aumentar a idade de reforma e reduzir as pensões, na Bolívia o governo de Evo Morales lança um projecto de lei que reduz a idade da jubilação de 65 para 58 anos para os homens e de 62 para 56 anos para as mulheres.
    "Esta mudança é necessária. Nosso povo foi durante anos agravado. O tipo de trabalho que a maioria da população realiza é muito pesado. A diminuição da idade de reforma para os mineiros deve ser maior, para os 56 anos, e para os que vão ao fundo das minas deve diminuir para os 51 anos", afirmou o presidente Evo Morales.
    O vice-presidente, Álvaro García Linera, ressaltou qu o projecto rompe com o processo neoliberal engendrado pela lei de 1996. O novo sistema boliviano abolirá as Administradoras de Fundos de Pensões (AFP), que agora são dirigidas pelo grupo suíço Zurich e pelo banco espanhol BBV.
    A MONSTRUOSIDADE DESTA PROPOSTA DE OE
    Se a Constituição da República Portuguesa fosse cumprida o país não estaria agora a discutir o Orçamento de Estado de 2011 e sim um orçamento plurienal acompanhado do respectivo plano. A proposta de orçamento para 2011 ontem apresentada pelo governo à Assembleia da República é uma monstruosidade. Não há nela qualquer indício de desígnio estratégico ou indicação de caminho para sair da estagnação económica em que Portugal vive há mais de dez anos, um caminho de retomada do crescimento económico. Este orçamento é uma peça construída de forma atabalhoada para tapar buracos e encobrir a verdadeira dimensão do endividamento do Estado – mas esforçando-se por não prejudicar as clientelas do governo Sócrates. É assim que, mesmo em meio à crise, são mantidos intactos projectos aberrantes como o do novo e inútil aeroporto de Lisboa , o do TGV, o da terceira ponte sobre o Tejo, o do Hospital de Todos os Santos, etc. No exacto momento em que se corta brutalmente no rendimento disponível dos trabalhadores, em que o IVA é aumentado para a mais elevada taxa de toda a Europa, em que se retiram regalias sociais imensas, em que se provoca um aumento do desemprego ainda maior, o governo do sr. Sócrates insiste nos projectos megalómanos dos seus amigos empreiteiros. E isto sem falar nas parcerias público-privadas (PPP), que estão fora do OE e continuam de vento em popa.
    Um país que quer se desenvolver deve desonerar tributariamente aqueles que criam riqueza – a começar pelos trabalhadores – e financiar o Estado através da tributação dos sectores que não a criam, ou seja, os sectores rentistas (finanças, imobiliário e PPPs). Em Portugal os governos têm feito exactamente ao contrário: para a banca e os rentistas das auto-estradas, todos os benfícios fiscais possíveis e até salvamentos ruinososos (como no caso do BPN e do BPP); para os trabalhadores e empresários produtivos, o agravamento fiscal extorsivo.
    Aprovar esta proposta de OE é apenas adiar uma ruptura que se verificará dentro em breve, deixando o governo Sócrates continuar a endividar o país e a gastar desbragadamente por mais alguns meses. Se aprovados, os aumentos de impostos propostos serão devorados no sorvedouro do governo Sócrates. As soluções terão de ser outras e para alcançá-las Portugal terá de recuperar a sua soberania monetária. O abandono do Euro deveria começar a ser discutido.
    EM MEIO A CRISE, UM PERDÃO FISCAL
    A falência da Grécia foi conduzida pela sua classe dominante & o capital financeiro. Mas o governo Papandreu descarrega todo o ónus da crise sobre os trabalhadores gregos, através de medidas bárbaras : cortes de serviços públicos essenciais, cortes pensões, salários e subsídios, aumento de impostos sobre o consumo, etc. Tudo como manda o figurino da UE, do BCE e do FMI.
    Agora, em meio a essas medidas de pauperização, o governo do sr. Papandreu saiu-se com um gigantesco perdão fiscal! As autoridades resolveram perdoar dívidas dos gregos ricos que nos últimos dez anos deixaram de pagar impostos cujo montante é estimado em 35 mil milhões de euros. O governo liberta-os da carga dessa dívida: basta que paguem uma pequena multa, de valor simbólico, e estarão OK.
    Trata-se, como se vê, de uma austeridade selectiva. Para a sua clientela, tudo.
    VERTIGINOSO E ALUCINANTE
    Nos primeiros sete meses de 2010 a Dívida Directa do Estado português sofreu um acréscimo de 2,65 milhões de euros por hora (ver tabela).
    Stock de Dívida Directa do Estado.
    O jornal Público informa agora (3/Setembro) que em Agosto o governo Sócrates efectuou mais seis emissões de títulos da dívida pública, que perfazem um montante total de 5.272 milhões de euros . O ritmo do endividamento continua, portanto, em ritmo alucinante e vertiginoso — enquanto a economia portuguesa passa da estagnação ao declínio.
    Para onde vamos? Até quando pode durar esta orgia de endividamento? Quais as suas consequências para a geração presente e as futuras? Quando é que se põe cobro a esta selvageria económica? Por que é que o economista que preside a República não se manifesta? Por que é que quase ninguém fala no assunto? A austeridade do PEC é só para os assalariados? As despesas desbragadas do governo Sócrates podem continuar até arrebentar o país? Por que é que ninguém ousa defender o cancelamento de projectos ruinosos como o novo aeroporto, o TGV, a terceira ponte sobre o Tejo, o novo Hospital de Todos os Santos, obras rodoviárias inúteis e tantos outros? Por que é que os media corporativos, que se comprazem em fait divers abjectos, não falam das coisas sérias? Por que não há uma reacção nacional para por cobro a esta destruição da economia portuguesa?
    Perguntas angustiantes que continuam sem resposta.

    O DESEMPREGO E A INSÂNIA
    O desemprego em Portugal atingiu o recorde histórico de 10,8% da população activa , segundo informa o Eurostat. A situação é de alerta vermelho, como classifica a CGTP-IN . Entretanto, o governo comporta-se business as usual. Ainda ontem, 31, o sr. Sócrates inaugurava tranquilamente uma creche privada (co-financiada por dinheiros públicos). A insânia é tamanha que este governo sequer fala em cancelar projectos faraônicos como o do aeroporto novo e inútil ou o do TGV, que em nada beneficiam o tecido produtivo nacional e nem o nível de emprego permanente. No dito TGV, a única incorporação nacional que haveria seria a da pedra britada que vai como lastro entre os carris. O país está a saque com este governo servil aos grandes empreiteiros de obras públicas.
    Estatísticas do Eurostat.

    Clique a imagem para aceder ao movimento Boicote, Desinvestimento, Sanções
    A NOVA INFÃMIA DO ESTADO NAZI-SIONISTA
    O assassinato de 19 inocentes que iam levar socorro à população sitiada de Gaza é mais um crime do estado nazi-sionista.
    O regime do apartheid imposto pelo estado judeu ao martirizado povo palestino é um crime continuado no tempo.
    A impunidade com que o estado judeu comete as suas infâmias só acontece devido ao beneplácito dos governos ocidentais.
    Os crimes destes judeus hitlerianos verificam-se porque contam com o apoio do imperialismo americano e do sub-imperialismo europeu.
    É um dever dos cidadãos dignos do mundo todo levantar um brado de protesto contra tais atentados de lesa humanidade.
    Assine a petição do Tribunal BRussells
    MANIFESTAÇÃO HISTÓRICA EM LISBOA
    Com uma participação esmagadora de 300 mil pessoas – um recorde histórico – a manifestaçao nacional da CGTP-IN contra o PEC e a política de regressão social constituiu um protesto gigantesco contra o governo conluiado Sócrates-Passos Coelho, ao serviço da UE, do FMI, dos banqueiros e do capital monopolista. Os planos sinistros que eles tramam não serão aceites passivamente. Trabalhadores de todos os sectores, assim como desempregados e imigrantes, fizeram o seu primeiro e veemente protesto contra a marcha-atrás que lhes querem impor.
    .

    OPÇÕES FISCAIS E AUTOFAGIA
    Tributar a propriedade e a riqueza é o caminho para uma sociedade menos injusta. Tributar o trabalho e as actividades produtivas é o caminho para a recessão. Foi esta última a opção adoptada pelo governo conjunto Sócrates-Passos Coelho. Os aumentos de impostos (IVA, IRS, IRC) anunciados a 12 de Maio resultam de um Estado que continua a desbaratar recursos em obras inúteis e gasta a mãos-cheias em coisas de duvidosa utilidade. Trata-se de um Estado autofágico, que destrói património público (exemplo: demolições de edifícios escolares em bom estado) só para dar contratos a empreiteiros de construção civil. Do ponto de vista simbólico, seria mais decente que os ministros do governo Sócrates começassem por cortar os seus próprios salários.
    Em tempo: quanto está a custar ao erário público esta recepção ao papa?
    É PRECISO O CANCELAMENTO, NÃO O ADIAMENTO
    O primeiro-ministro anunciou dia 7 de Março o adiamento dos projectos do novo aeroporto e da terceira ponte sobre o Tejo . Trata-se de um recuo táctico do governo, motivado pelas más razões: a situação económica do país. Mesmo que a situação económica portuguesa fosse pujante, com o país a nadar em riqueza e superávites, ainda assim seria um erro monstruoso avançar com estes projectos ruinosos. Portugal precisa de investimento público, sim, mas investimentos rentáveis, com pay-back, investimentos que aumentem a capacidade produtiva do país, disseminados por todo o seu território, que utilizem inputs nacionais, que criem empregos permanentes, que preencham janelas vazias no tecido produtivo nacional e – sobretudo – que reduzam rapidamente o consumo de refinados de petróleo (ex.: massificar a utilização de veículos a gás natural).

    Por outro lado, o simples adiamento de tais projectos vem criar ainda mais problemas para os municípios envolvidos. Neste momento eles estão tolhidos por restrições de ordem urbanística, como as zonas non aedificandi, com numerosos projectos locais paralizados. O adiamento vem perenizar os problemas que já os afligem.

    A única solução justa é o cancelamento definitivo do projecto do novo aeroporto e da nova ponte rodoviária sobre o Tejo. No mundo pós Pico Petrolífero, as gerações vindouras ficarão gratas se não tiverem de arcar com tais elefantes brancos.
    POVOS DA EUROPA: LEVANTEM-SE
    Clique a imagem para ampliar .
    A Acrópole amanheceu com este apelo do Partido Comunista Grego.

    "CITAM-SE A PAR, GRÉCIA E PORTUGAL"
    "Nós estamos num estado comparável sómente à Grécia: mesma pobreza, mesma indignidade política, mesma trapalhada económica, mesmo abaixamento de caracteres, mesma decadência de espírito. Nos livros estrangeiros, nas revistas quando se fala num país caótico e que pela sua decadência progressiva, poderá... vir a ser riscado do mapa da Europa, citam-se a par, a Grécia e Portugal".

    Eça de Queirós, 1872, in "As Farpas"

    OS MESMOS DE SEMPRE AGORA FINGEM-SE SURPREENDIDOS
    Os mesmos indivíduos que assinaram o Tratado de Maastricht; os mesmos que defenderam com entusiasmo a perda da soberania monetária portuguesa com a adesão ao Euro; os mesmos que efectuaram privatizações selvagen; os mesmos que destruíram as duas maiores conquistas da Revolução de Abril – o Sector Empresarial do Estado e a Reforma Agrária –; os mesmos que alegremente endividaram o país de forma alucinante; os mesmos que dilapidaram as reservas ouro do Banco de Portugal (em 31/Dezembro/1974 havia 865.936 kg); os mesmos que promoveram a desindustrialização, com a destruição do tecido produtivo nacional e a liquidação de panos inteiros da economia (construção naval, siderurgia, pescas, metalurgia pesada, ...); os mesmos que restabeleceram em Portugal o capitalismo monopolista e financeiro; os mesmos que põem Portugal a reboque do imperialismo/NATO fornecendo-lhe tropa para ocupar o Afeganistão; os mesmos que depauperaram os trabalhadores piorando drasticamente a repartição do rendimento nacional; os mesmos que defenderam e defendem projectos ruinosos como a construção de estádios para o jogo da bola ou de um novo aeroporto inútil; os mesmos que carpinteiraram o PEC a fim de tentar disfarçar o descalabro e agravar ainda mais a situação; os mesmos que conduziram ao actual estado de estagnação económica (crescimento previsto do PIB de 0,3% em 2010); estes mesmos indivíduos fingem-se agora muito surpreendidos quando as agências de rating degradam a classificação portuguesa. São eles os dirigentes do PS, PPD/PSD & CDS. Eles falam em "contágio" da Grécia. Mas a peste está neles, não nos gregos.
    UMA EUROPA ASQUEROSA
    A óptica de classe dos governantes da União Europeia ficou bem caracterizada pelas últimas medidas adoptadas.
    Primeiro emprestaram a mão-cheias – à taxa de 1% – aos banqueiros que provocaram a crise. A seguir emprestam – à taxa de 5% – às vítimas gregas dessa mesma crise.
    Por outro lado, esta Europa pretende controlar os orçamentos dos Estados membros antes mesmo de estes serem aprovados pelos respectivos parlamentos. E ao mesmo tempo, recusa-se a aplicar um imposto aos bancos que provocaram a crise e que receberam centenas de milhares de milhões de euros de ajudas públicas para sanar os seus balanços apodrecidos — eles continuarão a obter lucros milionários.
    Estes desenvolvimentos mostram o que pode acontecer a Portugal se se submeter passivamente ao diktat da UE. A puxadela da orelha de Cavaco dada pelo presidente checo é só uma advertência suave.
    PETRÓLEO: RASPAR O FUNDO DO TACHO
    Cerca de 57% do petróleo consumido pelos EUA é importado e a produção mundial, como se sabe, está estagnada em torno dos 85 milhões de barris/dia. O seu declínio terá início após o fim do actual "plateau" (ver o gráfico de Hirsch, nesta coluna mais abaixo). O anúncio do presidente Obama de que irá abrir à perfuração novas zonas no offshore da costa Oeste e do Alasca tem tudo a ver com isso. Eles estão a raspar o fundo do tacho, numa tentativa de adiar as consequências do Pico Petrolífero. Segundo o secretário do Interior, Ken Salazar, nas zonas agora abertas à exploração haverá 39 a 63 mil milhões de barris de petróleo recuperável. Admitindo que isto seja verdade e que se possa realmente recuperar este petróleo até à última gota (e sem considerar os custos de extracção), estas reservas seriam suficientes para 459 a 741 dias do consumo mundial. E depois?
    VITÓRIA ESMAGADORA DO POVO ISLANDÊS
    Numa vitória esmagadora, 93% dos eleitores da Islândia disseram "Não" ao pagamento de prejuízos provocados pela falência de um banco privado. O referendo foi realizado no sábado, 6, e é o segundo da história do país. O povo islandês rejeitou assim as pressões impostas pelos governos britânico e holandês, bem como a atitude servil do seu governo e do seu parlamento que em Dezembro último assinaram um acordo comprometendo-se a pagar 3,9 mil milhões de euros aos credores do banco falido. Assim, a falência da ideologia neoliberal concretiza-se também no terreno prático. A pequena Islândia dá um exemplo a todos os países do mundo submetidos à extorsão. As vítimas da sanha do capital financeiro e imperialista começam a reagir.
    Ver "O esquema de reembolso é chantagem"
    A FORTALEZA DA ECONOMIA PORTUGUESA
    A fortaleza da economia portuguesa é espantosa. Continua viva apesar de 35 anos de saqueio, com privatizações selvagens, negociatas escandalosas, gestão ruinosa, estupidezes de política energética, incompetência governativa, desindustrialização, depauperação dos trabalhadores, desemprego, pioria da repartição do rendimento nacional, investimentos loucos, endividamento crescente. A tudo isso sobreviveu a economia portuguesa. Mas até quando será isso possível? A capacidade de resistência não é infinita. A gestão catastrófica e autista do sr. Sócrates, digno continuador dos seus antecessores, continua a agravar a situação, a ameaçar com a ruína a actual e as futuras gerações de portugueses. Há que atalhá-lo o mais breve possível. O Plano de Estabilidade e Crescimento que anda a cozinhar será uma continuação do presente, mais do mesmo. O povo grego está a dar resposta a planos desse jaez.
    REPÚDIO À PRESENÇA DA TROPA PORTUGUESA NO AFEGANISTÃO
    Recolha de assinaturas on line em
    http://www.petitiononline.com/otanitna/petition.html

    "PORTUGAL ENFRENTA RISCO DE MORTE LENTA"
    Diz a Moody's, agência de classificação de crédito, que "Portugal e Grécia enfrentam risco de morte lenta" . Depois da Islândia, eles estão assustados. Mas o susto deles não é com o destino dos povos português ou grego. O susto deles é um susto de credores: especuladores que querem recuperar o seu dinheiro. Mas a desmoralização das agências de classificação de crédito é mais do que muita. Elas não foram sequer capazes de prever o afundamento da Islândia, nem dos países bálticos e nem dos próprios Estados Unidos. Na realidade, a verdadeira morte lenta é a progressiva desindustrialização de Portugal, o encerramento de sectores inteiros da economia nacional, o desemprego crescente, a falta de perspectivas para a juventude, a ausência de política energética, os investimentos ruinosos – como o novo aeroporto – programados pelo governo do sr. Sócrates. Todo esse panorama sombrio foi preparado pelo PS & PPD, quando mancomunados destruíram o Sector Empresarial do Estado. Só com um novo programa de nacionalizações, a principiar pela banca privada, será possível escapar a isso.
    .
    Assine a petição online: http://petition.stopsoftwarepatents.eu/
    APAGÕES: DESINFORMAÇÃO POR OMISSÃO
    O ocultamento das realidades nos media que se dizem "referência" faz-se também por omissões e eufemismos. É exemplar este título do Público: Investimento feito pela EDP em nova rede e na conservação da existente tem vindo a abrandar . Fosse esse um jornal honesto e desejoso de esclarecer os seus leitores deveria titular: "Após a privatização a EDP cortou drasticamente os custos de manutenção e conservação da rede". E poderia acrescentar que assim é para aumentar a cotação das acções da EDP na bolsa e para permitir que a mesma faça investimentos de milhares de milhões de euros em centrais eólicas nos... Estados Unidos. E finalmente poderia chegar à conclusão de ordem geral de que as privatizações dos serviços públicos conduziram e conduzem a uma pioria da qualidade de serviço e a um agravamento dos custos para os seus clientes. Será esperar demais uma notícia assim?
    PORTUGAL: RECORDISTA NA DESIGUALDADE
    Na lista dos países com maior fosso entre ricos e pobres Portugal vem em 5º lugar. A classificação é feita pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Do ponto de vista da desigualdade só Hong Kong (1º), Singapura (2º), EUA (3º) e Israel (4º) estão em situação pior do que Portugal.
    O coeficiente de Gini que o PNUD atribuiu a Portugal foi de 38,5 (numa escala em que zero representa a igualdade absoluta e 100 a desigualdade absoluta). O PNUD afirma que os 10% mais pobres da população portuguêsa detêm apenas 2% do rendimento nacional, ao passo que os 10% mais ricos detêm 29,8% do mesmo.
    A notícia está em Yahoo Finance .
    PETRÓLEO: PRODUÇÃO JÁ NÃO CRESCE
    Produção estagnou.
    A imagem acima está contida na apresentação Power Point do Dr. Robert L. Hirsch, divulgada este mês na conferência da ASPO-USA. Para descarregar a apresentação completa clique com o botão direito do rato em for_peak_oil_trainers.pptx (270 kB).

    É mais válido do que nunca assinar a petição contra a construção de qualquer novo aeroporto em Portugal . A ignorância energética do governo português – e também dos partidos da oposição – deve ser combatida agora. Há que evitar um investimento ruinoso. No ano previsto para a inauguração deste aeroporto o mundo já estará em plena penúria petrolífera.
    CURSO RÁPIDO DE ECONOMIA E ENERGIA
    Crash course é um notável curso de economia, energia e meio ambiente: http://www.chrismartenson.com/crashcourse . Ele pode ser assistido em inglês, castelhano ou francês. São cerca de 20 lições. O curso cobre praticamente tudo que é realmente importante, desde a função exponencial e a reserva fraccionária dos bancos até o endividamento geral, o Pico Petrolífero e o esgotamento dos recursos. É claro que um trabalho tão rigoroso e exacto como esse nunca poderia ser realizado por um economista vulgar formatado na escola de pensamento neoliberal. O seu autor, Chris Martenson, é de facto um cientista e, espantosamente, a sua especialidade é num ramo completamente distinto:  a neurotoxicologia (!).
    PS & PPD, OS CONTINUADORES
    "A politica converteu-se em uma vasta associação de intriga, em que os socios combinam dividir-se em diversos grupos, cuja missão é impellirem-se e repellirem-se successivamente uns aos outros, até que a cada um d'elles chegue o mais frequentemente que for possivel a vez d'entrar e sair do governo. Nos pequenos periodos que decorrem entre a chegada e a partida de cada ministerio o grupo respectivo renova-se, depondo alguns dos seus membros nos cargos publicos que vagaram e recrutando novos adeptos candidatos aos logares que vierem a vagar. É este trabalho de assimilação e desassimilação dos partidos, que constitue a vida organica do que se chama a politica portugueza".
    Eça de Queirós e Ramalho Ortigão, As Farpas, Agosto-Setembro de 1877.
    RETRATO NEGRO SEM MEA CULPA
    O ministro das Finanças acaba de reconhecer a situação negra da economia portuguesa . No seu discurso de 15 de Maio prevê uma queda do PIB de -3,4% em 2009, uma taxa de desemprego de 8,8%, uma queda do investimento de 12%, uma queda das exportações de 14%. Para não reconhecer que há deflação (o que introduz um risco sistémico), o ministro ridiculamente previu uma inflação de 0,1% em 2009.
    Nada disto é novidade. Muitos observadores isentos já haviam feito tais previsões há mais de um ano. A novidade está mais naquilo que o ministro não disse do que naquilo que disse.
    O ministro Teixeira dos Santos não disse, por exemplo, que: 1) A destruição do Sector Empresarial do Estado, efectuada pelo PS e PPD, deixou Portugal indefeso face à crise; 2) A perda de soberania monetária, com a adesão ao Euro, deixa Portugal inerme, de pés e mãos atados; 3) A situação negra por ele descrita não o levou à conclusão lógica de cancelar o programa de investimentos ruinosos promovidos por este governo (novo aeroporto, TGV, terceira ponte sobre o Tejo, super-Hospital de Todos os Santos em Lisboa); 4) A necessidade imperiosa de aumentar o Rendimento Disponível do povo português, modificando drasticamente a repartição do Rendimento Nacional em favor dos trabalhadores; 5) A necessidade imperiosa de reduzir a enorme factura petrolífera do país.
    Em resumo: trata-se de um discurso pífio em que o ministro apenas reconhece o óbvio, sem tirar as devidas consequências do quadro negro que apresenta. O autismo deste governo será sem dúvida um factor de agravamento da crise. Se Portugal fosse uma aldeia deveríamos tocar os sinos a rebate.
    PAÍS A SAQUE E A CAMINHO DA RUÍNA
    A depressão económica que agora se inicia no mundo capitalista pode ser agravada ou amenizada pelas políticas dos governos nacionais. No caso português, o governo do sr. Sócrates parece apostado em agravá-la ao máximo. Fecham empresas todas as semanas, aumenta o desemprego, os défices tornam-se assustadores, a dívida externa agrava-se a níveis monstruosos, mas ele permanece impávido nos seus projectos ruinosos – como o novo aeroporto, TGV, terceira ponte sobre o Tejo, o super-hospital de Todos os Santos, etc, etc. Enquanto isso, as universidades vivem à míngua, maternidades e centros de saúde são encerrados, as pensões de reforma são uma miséria, a repartição do rendimento é a pior de todos os países da Europa (a do Leste inclusive).

    O custo do novo aeroporto está agora orçamentado em €5 mil milhões. E, como toda a gente sabe, os orçamentos têm o hábito de fazer derrapagens da ordem dos 40, 50 ou mais por cento. Ao mesmo tempo, este governo autista e de lesa economia nacional ignora deliberadamente a realidade do Pico Petrolífero. Como se os preços momentaneamente baixos do barril – devido em parte à recessão económica – pudessem perdurar para sempre (o banqueiro M. Simmons prevê uma alta significativa dentro de seis a nove meses). E mesmo com os actuais preços baixos do barril, a TAP acaba de anunciar que foi obrigada a cancelar 2400 voos no 2º semestre de 2009. Hoje, até mesmo altos dirigentes de companhias de petróleo recomendam "poupar, poupar, poupar" . Mas governos ao serviço dos grandes empreiteiros fazem orelhas moucas.
    Quem porá cobro a isto?
    Continua a ser mais válido do que nunca assinar a Petição contra o novo aeroporto .
    KEYNESIANISMO COXO
    Falar em medidas para a "saída da crise" no âmbito do capitalismo é um erro, pois elas não existem. A verdadeira saída é transcender o modo de produção capitalista. Entretanto, pode-se falar em medidas que amenizariam a crise para os trabalhadores. Estas resolvem-se a favor de umas classes e contra outras. As medidas de amenização nunca são neutras.
    Em Portugal, o governo do sr. Sócrates já começou a tomá-las. Concedeu ajudas elevadas aos banqueiros e, para a economia real, fala em reactivar o investimento público. Trata-se de um keynesianismo bastardo adoptado à última hora por um governo que desde sempre praticou uma política neoliberal.
    A tradução de "investimento público" para o sr. Sócrates é lançar mega-projectos absurdos como o do novo aeroporto, TGV e terceira ponte sobre o Tejo. É um programa ruinoso porque no caso de Portugal um eventual aumento do PIB não se traduziria no bem estar do seu povo. Encareceria o crédito para as PMEs, aumentaria brutalmente o nível já elevado da dívida externa do país e não activaria o debilitado tecido produtivo nacional (quase tudo nesses projectos seria importado).
    Além disso, não se pode esquecer que aquilo que realmente importa para o bem estar do povo português não é o PIB e sim o Rendimento Nacional Bruto a preços de mercado. Por outras palavras, o Produto Nacional Bruto. A equação é PNB = RNBpm = PIB + Balança de Rendimentos. Esta última tem-se tornado cada vez mais deficitária a cada ano que passa e os tais "grandes projectos" do sr. Sócrates agravariam ainda mais esta situação. Assim, um crescimento do PIB português poderia resultar num crescimento negativo do RNB.
    O que fazer então para amenizar a crise? A resposta correcta é um aumento imediato e significativo do Rendimento Disponível do povo português. Isto significa aumento imediato dos salários e pensões de reforma, assim como o desagravamento da carga fiscal que pesa sobre o trabalho. Contribuiria para desagravar a dívida interna das famílias, além de reforçar o mercado interno e a produção interna de bens e serviços. No imediato, e para começar, é isto que há a fazer.
    COISAS SÉRIAS & FUTILIDADES
    A inanidade das discussões públicas nos media corporativos portugueses é estarrecedora. Falam de tudo e mais alguma coisa, desde que não se trate de assunto sério. É assim que enchem o espaço com pequenas e médias corrupções (agora é o caso Freeport que está na moda, amanhã será outro qualquer), casamentos de gays, histerismos com o dito aquecimento global, jogo da bola, a censura no carnaval de Torres Vedras e outros diversionismos quejandos. Mas da crise que abala o mundo capitalista só se fala para desinformar. E sobretudo negam-se as responsabilidades históricas do conluio PS-PSD quanto a situação em que está Portugal. Se hoje ainda estivesse em vigor a Lei de Delimitação dos Sectores , de 1977, Portugal estaria muito melhor preparado para enfrentar a crise pois disporia de um forte Sector Empresarial do Estado. Com a liquidação daquela lei pelos comparsas PS e PSD, e com as privatizações selvagens que se seguiram, Portugal está hoje à mercê das transnacionais. E quando estas resolvem encerrar as suas fábricas aqui (Opel, Qimonda, etc), pouco se pode fazer. Ridiculamente o sr. Manuel Pinho, ministro da Economia, disse que ia falar com o seu colega alemão para lhe pedir que mantivesse a Qimonda a funcionar, como se este último não estivesse a marimbar-se para o sr. Pinho.
    ORIGENS DO TERRORISMO NO MÉDIO ORIENTE
    Quem começou o terrorismo no conflito árabe-israelense?
  • Bombas em cafés: utilizadas pelos sionistas pela primeira vez na Palestina em 17/Março/1937, em Jaffa.
  • Bombas em autocarros: utilizadas primeiro pelos sionistas em 20/Agosto e 26/Setembro/1937.
  • Bombas em mercados: utilizadas primeiro pelos sionistas em 06/Julho/1938, em Haifa.
  • Bombas em hoteis: utilizadas primeiro pelos sionistas em 22/Julho/1946, em Jerusalém.
  • Bombas em embaixadas estrangeiras: utilizadas primeiro pelos sionistas em 01/Outubro/1946, em Roma (contra britânicos).
  • Minagem de ambulâncias: utilizadas primeiro pelos sionistas em 31/Outubro/1946, em Petah Tikvah.
  • Cartas bomba: utilizadas primeiro pelos sionistas em Junho/1947 contra alvos britânicos no Reino Unido.
    Para documentação, consulte-se The Arab Women's Information Committee e The Institute for Palestine Studies, Who Are the Terrorists? Aspects of Zionist and Israeli Terrorism, (Beirut: Institute for Palestine Studies, 1972).
    OUTRA INFORMAÇÃO SOBRE GAZA:
  • Gaza Today
  • Gaza Siege
  • Maan News Agency
  • Angry Arab
  • Palestinian Information Center
  • Uruknet
  • Moments of Gaza
  • Apresentação Power Point: a_terra_prometida.pps (2551 kB). Clique com o botão direito do rato e faça "Save As..." para descarregar.
    DO GUETO DE VARSÓVIA AO GUETO DE GAZA
    Gueto de Varsóvia, 1943.
    Em Abril de 1943 os judeus do Gueto de Varsóvia foram massacrados pela máquina militar do III Reich nazi. Em Dezembro de 2008 os palestinos do Gueto de Gaza são massacrados pela máquina militar do IV Reich nazi-sionista. Ambos os povos exerceram o seu direito inalienável à revolta contra a opressão.

    É hipócrita e cínica a atitude do governo português a recomendar que cessem os ataques de ambos os lados. Com essa argumentação pretende-se comparar a resistência digna do povo palestino e a acção criminosa do invasor sionista que massacra a população civil e destrói a infraestrutura de Gaza, depois de sustentar durante meses um bloqueio total contra o seu povo.

    Este genocídio só é possível porque o lobby judeu mundial concede-lhe o combustível necessário, porque os EUA dá cobertura política, economica e bélica ao agressor, porque a União Europeia lhe deu um sinal verde e porque grande parte da população israelense dá apoio à limpeza étnica promovida pelo governo nazi-sionista.

    Só o levantamento generalizado no mundo árabe e a solidariedade internacional, com todo tipo de protestos por toda a parte, poderá deter essa acção criminosa. Neste momento é importante reiterar a solidariedade com o governo legítimo do Hamas e repudiar a posição cúmplice do actual presidente da Autoridade Nacional Palestina, sr. Mahmud Abbas. Este, apesar da carnificina em curso, optou por acusar o Hamas pelo que está a acontecer e de forma submissa procura negociar com os assassinos do seu povo.
    A CRIAÇÃO DO DINHEIRO
    .
    Quem cria o dinheiro? A resposta está em Money as Debt , filme de 47 minutos de Paul Grignon. O DVD em inglês pode ser encomendado aqui . Para assistir ao filme dobrado em castelhano clique em Diñero es Deuda . É melhor do que ouvir certos comentaristas económicos que peroram na TV portuguesa...
    Se quiser aprofundar o tema leia também
  • O banco central dos EUA: O templo e os seus segredos sujos
  • Custos, malfeitorias e perigos do dólar
  • Segredos do dinheiro, dos juros e da inflação .
    HISTERIA & IMBECILIDADE, C/ COPYRIGHT QUERCUS
    A campanha histérica acerca do suposto aquecimento global ganhou uma peça sinistra preparada pela agência de publicidade McCann. Temos agora um macaco que se enforca, um urso que se despenha num abismo e um cangurú que se deita sobre carris à espera de ser trucidado por um comboio. Tudo isso num cenário de pesadêlo. Tais aberrações são pagas pela Quercus, organização que se pretende ambientalista mas mais parece uma organização terrorista. Com esta campanha os aquecimentistas atingem um novo patamar na escalada da desinformação e da mentira.
    Para ter o desprazer de ver o vídeo com estas abencerragens clique aqui .
    OS ADORADORES DO DEUS MERCADO
    Os adoradores do deus mercado, os adeptos do neoliberalismo, os entusiastas do capitalismo high tech, os analistas económicos que debitam vulgaridades nos media "de referência", todos eles estão agora confrontados com uma realidade brutal: a ruína do capitalismo, pelo menos da forma em que o conhecemos. Estes últimos sete dias representaram uma viragem na história do capitalismo mundial (nacionalização de facto dos passivos da Fannie e do Freddie, falência do Lehman, salvamento da AIG, aumento gigantesco da dívida externa dos EUA, início do reflacionamento da economia estado-unidense).
    Há que ser claro: o que o Federal Reserve e o Tesouro dos EUA querem salvar não é a economia dos Estados Unidos e sim os seus banqueiros. O plano em curso é para reflacionar os activos imobiliários a fim de minorar os desastrosos balanços dos bancos. Por isso aumentarão o endividamento da população daquele país. Ou seja, resolvem um problema de dívidas insolventes com a acumulação de ainda mais dívidas. Trata-se de uma neo-escravização através da dívida. A repartição do rendimento nacional dos EUA obviamente irá piorar.
    A procissão ainda vai no adro. A crise sistémica do capitalismo está longe de acabada. As sequelas e repercussões pelo mundo afora têm desdobramentos que mal se podem adivinhar. O risco de o imperialismo empreender uma fuga para a frente através da guerra é enorme. Tudo isso num pano de fundo de uma realidade física inescapável: o mundo já atingiu o Pico Petrolífero, o que tem consequências fundas.

    DEPUTADOS BRITÂNICOS DÃO O BOM EXEMPLO
    Na Casa dos Comuns, em Londres, deputados britânicos deram um bom exemplo aos parlamentos de todo o mundo: constituíram o Grupo Parlamentar de Todos os Partidos sobre o Pico Petrolífero (All Party Parliamentary Group on Peak Oil, APPGOPO). Este grupo parlamentar acaba de divulgar um importante relatório que merece atenção. Nas suas 21 páginas analisam-se os impactos políticos e económicos do Pico Petrolífero, o impacto da escassez de energia nos assuntos humanos, soluções possíveis, sistemas de energia alternativos, produção alimentar e a concepção de comunidades preparadas para a nova realidade energética. Vale a pena ler este documento.
    Quando a Assembleia da República portuguesa tomará consciência do Pico Petrolífero? Tal como o governo Sócrates, até agora a AR tem assobiado para o lado. O projecto sobre o Protocolo de Esgotamento (Projecto de Resolução Nº 164/X), apresentado pelo PCP, arrasta-se nos meandros do palácio de S. Bento desde Dezembro de 2006 e nunca mais chega a plenário.
    INFLAÇÃO & DEFLAÇÃO EM SIMULTÂNEO
    A situação económica é, provavelmente, inédita. Não há memória de manifestações de inflação e de deflação em simultâneo . Por um lado, sobem os preços do petróleo e dos alimentos (mesmo sem considerar a desvalorização acelerada do dólar americano). Por outro, verifica-se uma queda nos valores dos bens imóveis, de muitas empresas industriais (se fossem vendidas hoje já não valeriam o mesmo que há um ano atrás) e obviamente das bolhas nos mercados de acções e outros títulos. Mais: o fenómeno tem um carácter mais ou menos generalizado entre os países da OCDE.
    O capitalismo pode conviver muito bem com a inflação. As advertências frequentes que os banqueiros fazem contra a inflação não passa de conversa destinada ao grande público. Mas daquilo que realmente os preocupa eles nunca falam: é a deflação. A deflação introduz um risco sistémico. Empréstimos efectuados tendo como base uma garantia colateral de um determinado valor tornam-se menos seguros. Se o montante em dívida ultrapassar o valor depreciado da garantia, o tomador será tentado a abandonar a sua obrigação contratual.
    Tudo isso indica que o mundo está a entrar em águas ignotas. Há um grande trabalho de investigação a fazer.
    AEROPORTO: O RECUO JÁ COMEÇOU
    Ainda que de uma forma tímida, encapotada e envergonhada, ilustres técnicos que defendiam a construção de um novo aeroporto para Lisboa já começaram a recuar nas suas posições. Nenhum deles, ainda, diz claramente que o novo aeroporto não deve ser construído. Por enquanto eles falam só em "faseamentos" e "flexibilizações" (ver Público ). No entanto, esta crise dos combustíveis era perfeitamente previsível e desde há muito tempo. Se estes ilustres técnicos lessem o resistir.info saberiam mais acerca do Pico Petrolífero e das suas consequências. E talvez chegassem à conclusão de que os investimentos que o governo prevê para infraestruturas rodoviárias também deveriam ser reanalisados.
    Mas a batalha contra o novo aeroporto ainda não está ganha e os jogos de interesses são muitos. Continua portanto a ser válido assinar a Petição contra a construção de qualquer novo aeroporto em Portugal .

    A CENTRALIDADE DO PICO PETROLÍFERO
    A questão do Pico Petrolífero é central, pois determina todas as outras. Isto é importante, em particular e sobretudo, na questão dos grandes investimentos públicos. Trata-se de despesas muitíssimo vultosas, elas provocam dívidas que comprometem não só a geração actual como gerações futuras.
    Este governo prevê investimentos colossais – como novo aeroporto, TGV e agora um terceiro atravessamento do Tejo – que não podem ser suportados pela combalida economia portuguesa. Além de serem investimentos que não se destinam a aumentar a capacidade de produção nacional, eles estão a ser decididos sem que sequer se tente antever o que virá a ser o mundo pós Pico Petrolífero.
    Gastar recursos em activos fixos que estimulam o tráfego rodoviário, aumentam o consumo de petróleo e dentro de poucos anos ficarão sub-utilizados é má utilização de recursos públicos.
    Muitos empreiteiros ganharão com isso, mas a sociedade como um todo perderá. Tais erros terão de ser pagos no futuro.
    100 MIL PROFESSORES MANIFESTAM-SE
    CONTRA O GOVERNO SÓCRATES

    Terreiro do Paço, 8 de Março.
    11/SET: COSSIGA NÃO TEM DÚVIDA QUANTO AOS AUTORES
    "Fazem-nos crer que Bin Laden teria confessado o ataque do 11 de Setembro 2001 às duas torres em Nova York – quando de facto os serviços secretos americanos e europeus sabem perfeitamente que este ataque desastroso foi planificado e executado pela CIA e pelo Mossad, a fim de acusar os países árabes de terrorismo e poder assim atacar o Iraque e o Afeganistão", afirmou Francesco Cossiga, ex-Presidente da Republica Italiana, em declarações ao Corriere Della Sera.
    In Voltaire Net.
    REALIDADE E FICÇÃO
    Os "aquecimentistas" globais juram a pés juntos que a temperatura do mundo está a aumentar. Com base nessa crença conseguem dos governos que lhes financiem passeios a Bali e outros lugares turísticos a fim de assistir às conferências do IPCC. E com base na crença no diabolismo do dióxido de carbono (CO2) os mais espertos arquitectam polpudos negócios relativos aos direitos de emissão. Por sua vez, os media que arrogantemente se auto-classificam como "referência" (do quê?) instilam o medo na opinião pública quanto a supostas tragédias que estariam para acontecer (alteamento dos mares, derretimento dos pólos, etc). A ignorância científica é tamanha que alguns até dizem que o CO2 seria um "poluente". Mal sabem tais escrevinhadores que cada vez que expiram estão a deitar CO2 cá para fora (ainda não se atreveram a recomendar que parássemos de respirar, por enquanto).

    No entanto, a realidade acaba por se impor às ficções (muitas delas interessadas) dos "aquecimentistas". Agora o artigo de um investigador português, Luís de Sousa , acaba de mostrar que na verdade a temperatura em muitas partes do mundo está a arrefecer. O seu artigo mostra que houve quedas de neve inéditas em Buenos Aires, Bagdad, norte da Arábia Saudita e em muitas outros lugares, bem como o espessamento do gelo no Árctico. A sua investigação empírica corrobora a tese do grande climatologista Marcel Leroux, que dissecou o aquecimento global classificando-o como uma impostura científica .

    Na verdade, a grande tragédia do mundo é a ignorância dos políticos que o governam — desde Al Gore até aqueles cá do burgo lusitano. Quanto tempo e quanto dinheiro não foi e continua ser desperdiçado no combate ao dito aquecimento global e às emissões de CO2? Tais recursos poderiam ter sido bem aplicados a problemas reais como o combate a emissões realmente nocivas para os seres humanos a exemplo do SO2, dos NOx e outros poluentes

    Por outro lado, verifica-se que o aparente arrefecimento do mundo detectado por Luis de Sousa irá coincidir no tempo com o Pico máximo da produção petrolífera mundial que está a ser atingido neste momento. Esta gente preparou o mundo para o aquecimento global e não o preparou para o Pico Petrolífero. Mas, tal como uma vingança da natureza, verifica-se uma onda de frio no exacto momento em que se inicia a escassez do principal combustível que permite o aquecimento.
    A HISTÓRIA SECRETA DO MERCADO "LIVRE"
    Para assistir "The Schock Doctrine", baseado no livro de Naomi Klein, clique
    http://www.youtube.com/watch?v=cvG0gbvZ4tY
    (legendas em castelhano).


    DECLÍNIO DA AVIAÇÃO APÓS O PICO PETROLÍFERO
    Clique a imagem para ver o documento completo.
    Após o Pico Petrolífero é expectável um declínio da ordem dos 25% a 50% na aviação mundial, segundo a intervenção de Roger Bezdek na conferência da ASPO-USA em Outubro p.p.
    Clique a imagem para ver esta comunicação.
    É necessário impedir o projecto ruinoso do novo aeroporto em Portugal.

    DO FRACASSO IDEOLÓGICO AO FRACASSO FACTUAL
    O neoliberalismo fracassou há muito no plano ideológico. A prova disso é que as políticas económicas neoliberais têm de ser impostas aos povos através das artes do engano e da mentira. Basta ver o caso português, onde uma feroz política anti-trabalho está a ser aplicada pelo governo de um partido que se diz socialista. Mais flagrante ainda é o caso do Brasil, onde a aplicar a política económica imposta pelos credores da Wall Street está um presidente que até já foi operário. Quando eles têm de usar máscaras 'de esquerda' para executar políticas de direita estão a passar um atestado de falência à ideologia que realmente aplicam.
    Entretanto, nada disto é grande novidade. A novidade está em que as políticas neoliberais agora começam a estalar também no plano factual. A gigantesca ruína do sistema financeiro dos EUA é uma consequência directa das políticas de desregulação iniciadas pelo governo Reagan. Elas conduziram o sistema financeiro estado-unidense ao desastre, além de muitas estruturas sociais ali existentes (saúde, educação, transportes, infraestruturas, etc). Esta crise sistémica – intrínseca ao capitalismo neoliberal – contagia agora os sistemas financeiros de todo o mundo, com pesadas consequências para todos o povos. Ela mal acaba de começar. Nos próximos tempos veremos os seus desenvolvimentos.
    A terceira crise anunciada é a do mundo pós Pico Petrolífero. O Pico já terá sido atingido ou está a sê-lo agora (antes de 2009 ou 2010, seguramente). Como será a conjugação das duas crises? Que consequências trará para a humanidade? Tudo indica que é o momento de tocar todas as campainhas de alarme. Enterrar o neoliberalismo e com ele o capitalismo é uma condição imperiosa de sobrevivência.
    GOVERNO DOS EUA:   BURNING PLATFORM
    Num discurso sombrio, o contabilista geral dos EUA, David M. Walker, afirmou que o governo federal se encontra numa "plataforma a arder" e que o modo actual de conduzir os seus assuntos é inaceitável por muitas razões.
    O General Comptroller destacou as seguintes:
    "-Tendências fiscais passadas e desafios de grande amplitude
    "-Tendências escolhidas e desafios que não têm fronteiras
    "-Exigências de recursos adicionais devido ao Iraque, Afeganistão, necessidades acrescidas de segurança interna e desastres naturais verificados nos EUA
    "-Numerosos desafios de alto risco quanto ao desempenho/contabilidade do governo
    "-Estruturas, políticas e práticas ultrapassadas do governo federal ".
    O seu discurso está em http://www.gao.gov/cghome/d071189cg.pdf .
    BÉLGICA PROÍBE MUNIÇÕES E BLINDAGENS DE URÂNIO
    A Bélgica foi o primeiro país do mundo a banir as armas de urânio empobrecido!
    A Comissão de Defesa Nacional da Câmara belga votou por unanimidade, a 7 de Março, a proibição da utilização de "munições inertes e placas de blindagem" de urânio empobrecido no território belga. Em 22 de Março a lei foi aprovada pelo Parlamento, com o voto unânime de todo o espectro político.
    Os deputados concordaram em que a fabricação, utilização, armazenagem, venda, aquisição, fornecimento e trânsito destes sistemas de armas convencionais deveria ser proibido. No último minuto a palavra "armas" foi apagada para garantir que a proposta de lei não abrangesse as bombas termonucleares estado-unidenses armazenadas na base da Força Aérea de Kleine Brogel.
    A Assembleia da República e o governo português, que está sempre a louvar as realizações europeias, têm aqui um excelente exemplo a seguir.
    A notícia está em Belgium Bans Uranium Weapons and Armour . A imprensa portuguesa que se diz "de referência" ignorou-a.
    COMPREENDER A FUNÇÃO EXPONENCIAL
    Compreender a função exponencial é uma tarefa urgente para a humanidade. Todos deveriam entendê-la, a principiar pelos políticos. Assim, não seria repetida tão frequentemente a lenga lenga mistificatória do "sustentável". Como mostrou Jared Diamond, em Collapse , a extinção de muitas civilizações deveu-se à não compreensão do que é uma função exponencial. O vídeo abaixo (em castelhano) é a reprodução de uma conferência do Dr. Albert A. Bartlett, da Universidade do Colorado. Para assistir ligue o alto-falante e clique sobre a imagem:
    Clique a imagem.
    PETIÇÃO INTERNACIONAL PARA PROIBIR
    AS ARMAS COM URÂNIO EMPOBRECIDO


    Clique a imagem para assinar.
    O PREÇO DO PETRÓLEO
    A tendência estrutural para a alta do preço do petróleo é inelutável. As causas básicas para isto estão na Curva de Hubbert , no pico petrolífero, na diminuição das reservas mundiais, no facto de os maiores campos petrolíferos do mundo estarem próximos do pico, no não planeamento do consumo deste recurso finito, na anarquia do mercado capitalista, no desperdício absurdo dos países desenvolvidos (a começar pelos EUA), no gigantesco fracasso militar dos EUA no Iraque. No entanto, nada disto transparece nos media ditos 'de referência' que continuam a desinformar os seus leitores com dados conjunturais e desenquadrados do contexto geral.
    Os piores cegos são aqueles que não só não querem ver como também desinformam os outros acerca da realidade. O não reconhecimento da realidade impede a adopção das medidas que se impõem.

    Clique para aceder ao texto em inglês.
    Texto do protocolo
    A POLÍCIA NAS BIBLIOTECAS
    O bibliotecário adverte...
    "ADVERTÊNCIA
    "Embora a Biblioteca de Santa Cruz faça todos os esforços para proteger a sua privacidade, sob a Lei Pública Federal 107-56, USA PATRIOT ACT, os registos dos livros e de outros materiais emprestados por esta biblioteca podem ser obtidos por agentes federais.
    "Aquela lei federal proíbe os funcionários da biblioteca de o informarem se agentes federais obtiveram registos sobre a sua pessoa. Questões acerca desta política deveriam ser dirigidas ao Procurador Geral John Ashcroft, Departamento da Justiça, Washington, D.C. 20530".


    "...sob certas condições, os capitalistas privados inevitavelmente controlam, directa ou indirectamente, as principais fontes de informação (imprensa, rádio, educação). É então extremamente difícil, e na maior parte dos casos na verdade quase impossível, para o cidadão individual chegar a conclusões objectivas".

    Albert Einstein, no seu ensaio de 1949   Porquê o socialismo .

    "As acções alcançaram o que parece ser um patamar permanentemente alto". Irving Fisher, Professor of Economics, Yale University, 1929.

    Liberdade para os cinco de Miami, nas garras do imperialismo

    Henry Kissinger: "O desafio básico é que a chamada globalização é realmente um outro nome para o papel dominante dos Estados Unidos". Palestra no Trinity College, Dublim, 12/Out/99.

    solidariedade com o povo palestino

    Goya, O massacre de 3 de Maio de 1808

    O mestre de Bush:
    "Com voz ou sem ela, o povo pode sempre ser levado a submeter-se à vontade dos dirigentes. É fácil. Tudo o que se tem de fazer é dizer-lhe que está a ser atacado, e denunciar os pacifistas por falta de patriotismo e por exporem o país ao perigo".
    Reichsmarschal Hermann Goering, comandante da Força Aérea Nazi (Luftwaffe), nos Julgamentos de Nuremberg.

    Goya, O sono da razão

    Em 1996, depois de cinco anos de sanções e de persistentes bombardeamentos contra o Iraque, o repórter da CBS Lesley Stahl fez a seguinte pergunta à embaixadora dos EUA nas Nações Unidas, Madeline Albright:
    — Ouvimos dizer que meio milhão de crianças morreu (em consequência da política americana contra o Iraque). Valeu a pena pagar esse preço?
    Resposta de Madeline Albright:
    — Nós pensamos que valeu a pena.


    Ver um crime com calma é cometê-lo.
    José Martí


    Porque resistir.info
    (documento de posição)

    Email: resistir[arroba]resistir.info

    Tradutores
    resistir.info é feito por voluntários não remunerados. Mas as tarefas são muitas e o pessoal que nele trabalha não chega. Assim, resistir.info gostaria de ter colaboradores benévolos que pudessem efectuar traduções de boa qualidade (do inglês, francês e espanhol) para o português. Os leitores de resistir.info que se identifiquem com as suas ideias e que tenham disponibilidade para colaborar queiram por favor entrar em contacto. resistir.info agradece que leiam previamente a página de normas .



    LIVROS A ENCOMENDAR
  • João Ferreira do Amaral, Porque devemos sair do euro , Lisboa, Ed. Lua de Papel, 2013, 128 p., ISBN 978-989-23-2314-5
  • Jacques Sapir, Faut-il sortir de l'euro? , Paris, Seuil, 2012, 200 p., ISBN 978-2-02-106282-3
  • Vários autores, Ascensão e queda do euro , Lisboa, Ed. Chiado, 2012, 351 p., ISBN: 978-989-697-548-7
  • Jean Salem, Élections, Piège À Cons? , Flammarion/Antidote, Paris, 2012, 104 pgs., ISBN: 978-2-08-124879-3
  • Carlos Gomes, A nacionalização da banca em Portugal , UNICEPE, Porto, 2011, 192 pgs., 8 euros.
  • Yannis Varoufakis, The Global Minotaur – America, The True Origins of the Financial Crisis and the Future of the World Economy , Zed Books, Londres, 2011, 252 pgs., ISBN 978178032014.
  • João Varela Gomes, Memória Ideológica no Centenário da República , 2011, 225 pgs.
  • Robert L. Hirsch, The Impending World Energy Mess , 2010, 256 pgs.
  • Michel Chossudovsky, The Global Economic Crisis – The Great Depression of the XXI Century , 2010, 416 pgs., ISBN 978-0-9737147-3-9
  • Jacques Gouverneur, Compreender a Economia: Introdução à análise económica marxista do capitalismo contemporâneo , Edições Avante!, 2010,
  • Georges Labica e Gérard Bensussan, Dictionnaire critique du marxisme , Quadrige/PUF, Paris, 1999, 1240 pgs, ISBN 2130498728


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    Estatísticas
  • Após recordes nas bolsas, o mergulho iminente na recessão económica , GEAB, 20/Mai

    Governo & troika pretendem cortes na despesa pública em 2014 e 2015 que agravarão a recessão económica em 4 pontos percentuais , Eugénio Rosa, 19/Mai

    Obituário de um povo , Paulo Metri, 12/Mai

    Instituições financeiras reconhecem que a austeridade fracassou , Ken Klippenstein, 11/Mai

    O aumento do horário de trabalho na função pública , Eugénio Rosa, 10/Mai

    Porque devemos sair do Euro, um livro indispensável , José Ferrer, 09/Mai

    Combustíveis fósseis e nuclear – a perspectiva da oferta , Dr. Werner Zittel, Dipl.-Ing. Jan Zerhusen, Dipl.-Ing. Martin Zerta, Ludwig-Bölkow, 08/Mai

    Bombas de Boston: Detonador para mobilizar todo o aparelho de segurança dos EUA , James Petras, 07/Mai

    Precisamos restaurar o Sistema Monetário Europeu , Oskar Lafontaine, 06/Mai

    Rendas (lucros) excessivas da EDP à custa dos consumidores , Eugénio Rosa, 04/Mai

    Conexões perigosas: a vigilância oculta na grande rede , Marcos Dantas, 03/Mai

    Recuperação para os 7 por cento , Paul Craig Roberts, 02/Mai

    As eleições paralisantes da Islândia , José M. Tirado, 01/Mai

    Rumo ao fim do euro? , Jacques Sapir, 30/Abr

    Portugal 2013, o direito à rebelião , Miguel Urbano Rodrigues, 29/Abr

    Mais uma manipulação , José Alberto Lourenço, 29/Abr

    A montanha pariu um rato , CPPME, 29/Abr

    O golpe de Thatcher , John Pilger, 27/Abr

    Nenhum depósito bancário será poupado ao confisco , Matthias Chang, 26/Abr

    Mais trampas do Banco Central Europeu para encobrir Merkel , Juan Torres López, 25/Abr

    A economia estado-unidense hoje: Entre a crise sistémica e a guerra permanente , Rémy Herrera, 24/Abr

    Quatro sinais de que o neoliberalismo está (quase) morto , Sameer Dossani, 23/Abr

    Sobre o imperialismo e a pirâmide imperialista , Aleka Papariga, 22/Abr

    Um passo para o precipício , Jacques Sapir, 21/Abr

    Declarada a guerra entre o mundo económico-político e a esfera financeira-bancária , GEAB, 20/Abr

    De paraíso fiscal em paraíso fiscal, fazem frutificar o seu capital , Robert Bibeau, 19/Abr

    Máquinas de controlo social , César Príncipe, 18/Abr

    Reflexões acerca da conferência "Pico Petrolífero: Desafios e oportunidades para os países do CCG" , Robert L. Hirsch, 17/Abr

    Não é fechando o país que se resolvem os problemas do país , António Sampaio da Nóvoa, 16/Abr

    Porque devemos sair do euro , João Ferreira do Amaral, 15/Abr

    A desindustrialização de Portugal e da União Europeia , Eugénio Rosa, 14/Abr

    A crise na Islândia, a recuperação e os actuais desafios , Már Guðmundssoni, 13/Abr

    A ganância do deus mercado , Beatriz Paganini, 12/Abr

    O que preocupa os norte-coreanos? , Gregory Elich, 11/Abr

    Os mitos e as mentiras da direita no ataque ao "estado social" , Eugénio Rosa, 08/Abr

    O assalto ao ouro , Paul Craig Roberts, 08/Abr

    Brasil: Seria bom se fosse verdade , Henrique Júdice Magalhães, 07/Abr

    O confisco de poupanças bancárias para "salvar os bancos" , Michel Chossudovsky, 06/Abr

    Isto pode acontecer aqui , Ellen Brown, 05/Abr

    Rutura democrática e República Galega , Carlos Morais, 05/Abr

    A tragédia da Grécia: Uma acusação à teoria económica neoliberal, à elite política interna e ao duo UE/FMI , C. J. Polychroniou, 04/Abr

    Uma importante inflexão do DKP , Günter Pohl, 04/Abr

    A água está ameaçada de privatização em Portugal , Luísa Tovar, 03/Abr

    Lições da crise cipriota , Jacques Sapir, 03/Abr

    Denunciar a decisão do Eurogrupo sobre Chipre , KKE, 02/Abr

    Mélenchon: o Euro e a insensatez , Jacques Sapir, 01/Abr

    O preço da gasolina 95 e do gasóleo sem impostos em Portugal continua a ser superior ao da União Europeia, enquanto a carga fiscal sobre os combustíveis em Portugal é inferior à da UE , Eugénio Rosa, 01/Abr

    O terrorismo de estado da administração Obama , Miguel Urbano Rodrigues, 01/Abr

    Portugal, o aluno que aprende bem as más lições , Alexandre Afonso, 31/Mar

    Banco Central Europeu: o enrascanço e a defesa secreta , Yéti, 30/Mar

    Algo de podre no estado de Israel , Lawrence Davidson, 29/Mar

    Chipre sob a mira:   A morte através do salvamento , Mike Whitney, 28/Mar

    Álvaro Cunhal , Pedro de Pezarat Correia, 28/Mar

    Chipre: Resgatada e atacada. Quem está por trás? , Pyotr Iskenderov, 27/Mar

    Chipre: Sobre o acordo com o Eurogrupo , AKEL, 26/Mar

    Debate "O Euro e a dívida – Défices estruturais" , PCP, 26/Mar

    Chipre: Intensificar a campanhar pela ruptura com a UE e as políticas do capital , KKE, 25/Mar

    O estudo da Mercer sobre remunerações , Eugénio Rosa, 24/Mar

    Chipre: Draghi utiliza o bloqueio monetário – Medida equivale a um "acto de guerra" , Jacques Sapir, 22/Mar

    Declarações em tribunal militar em que explica as suas acções como actos de consciência , Bradley Manning, 22/Mar

    A Grande Névoa Estatística , GEAB, 21/Mar

    O Iraque foi ocupado há 10 anos , Tribunal-Iraque, 21/Mar

    Censura e manipulação , César Príncipe, 20/Mar

    Descalabro económico e social em Portugal , Eugénio Rosa, 19/Mar

    Temas proibidos na TV portuguesa , Jorge Figueiredo, 18/Mar

    O "tributo da estabilidade" de Chipre: Outro triste eufemismo , Yanis Varoufakis, 17/Mar

    A nova propaganda é liberal. A nova escravidão é digital. , John Pilger, 17/Mar

    Marx e a crise:   os fantasmas, agora, são eles , Mauro Luís Iasi, 16/Mar

    Hugo Chávez , Paul Craig Roberts, 15/Mar

    Francisco I vem disputar o consenso social , Julio C. Gambina, 14/Mar

    A morte suspeita do Presidente Hugo Chávez , William Blum, 13/Mar

    A ilusão do metacontrole imperial do caos , Jorge Beinstein, 12/Mar

    Chavez, o desafio e a esperança , Miguel Urbano Rodrigues, 11/Mar

    Um modelo da actual crise da Zona Euro:   Do contágio à incoerência , Yanis Varoufakis, 10/Mar

    Por que os cortes nos salários e nas pensões atingem em 2013 níveis confiscatórios e chocantes? , Eugénio Rosa, 09/Mar

    A participação de PCs nos governos: Seria esta uma forma de sair da crise capitalista? , Herwig Lerouge, 08/Mar

    Muchas gracias y hasta siempre , Henrique Júdice, 07/Mar

    A catástrofe grega , James Petras, 06/Mar

    A dívida absurda ou a aberração da dívida , Guilherme da Fonseca-Statter, 05/Mar

    A economia grega está kaput , Mike Whitney, 04/Mar

    Ditadura na Europa , Juan Torres López, 03/Mar

    Sobre as eleições italianas , Jacques Sapir, 02/Mar

    Bradley Manning e os crimes de guerra dos EUA , Michael Ratner, 01/Mar

    A necessária saída da zona euro , João Carlos Graça, 28/Fev

    As ideias transformam-se em forças quando as massas as assumem , Miguel Urbano Rodrigues, 28/Fev

    Eleições na Itália: a degenerescência da vida política continua , AC, 27/Fev

    Informação aos associados do Montepio sobre a transformação do conselho geral em assembleia geral da Caixa Económica Montepio Geral , Eugénio Rosa, 27/Fev

    A permanência no Euro não é um desastre irreversível , Octávio Teixeira, 26/Fev

    O crescimento e a inflação contra a dívida , Jacques Sapir, 25/Fev

    O investimento afunda-se em Portugal , Eugénio Rosa, 24/Fev

    Como se gera e quem beneficia da privatização da saúde? , Ángeles Maestro, 23/Fev

    Governo continua a atacar os MPME , CPPME, 23/Fev

    Por que lutavam eles na defesa de Madrid em 1936? , Miguel Urbano Rodrigues, 22/Fev

    Segundo semestre de 2013: A realidade ou a antecipação do colapso do dólar obriga o mundo a reorganizar-se sobre novas bases , GEAB, 21/Fev

    Comunismo: um gigantesco processo de emancipação ainda longe de concluído , Domenico Losurdo, 20/Fev

    A história secreta da renúncia de Bento XVI , Eduardo Febbro, 19/Fev

    Desemprego e destruição de emprego aceleram, economia afunda-se e entra em espiral recessiva , Eugénio Rosa, 18/Fev

    O culminar da mutação: PCF renega a foice e o martelo , KKE, 18/Fev

    O papel dos EUA no Golpe de Estado na Guatemala , Rui Pedro Fonseca, 17/Fev

    Mentiras, cortinas de fumo e a vergonhosa difamação de Julian Assange , John Pilger, 16/Fev

    Prejuízo da Petrobrás: a grande mentira! , Emanuel Cancella, 15/Fev

    Equador:   Regimes políticos de centro-esquerda versus movimentos sociais radicais , James Petras, 14/Fev

    A austeridade é uma impostura: Legislação de crise e esquemas de reembolso da dívida trapaceira , Caoimhghin Ó Croidheáin, 13/Fev

    É preciso romper com o euro , Alberto Montero Soler, 12/Fev

    Proposta para o desenvolvimento rural com democratização, paz e justiça social na Colômbia , Delegação de paz das FARC-EP, 11/Fev

    As FARC-EP em Havana - A verdade e a mentira sobre uma guerrilha heróica , Miguel Urbano Rodrigues, 11/Fev

    Alternativas perante aceleraçom da crise do regime espanhol , Carlos Morais, 10/Fev

    O PCF e a guerra no Mali , Greg Oxley, 09/Fev

    Turismo en Espanha , Luis Sepùlveda, 08/Fev

    O fundo para a corrupção criado pela UE , Pyotr Iskenderov, 07/Fev

    A invasão real da África não está nos noticiários , John Pilger, 06/Fev

    Entender a crise e submeter o sistema à crítica , NL, 05/Fev

    A propósito do confisco fiscal , Guilherme da Fonseca Statter, 04/Fev

    Os lucros do BPI , José Alberto Lourenço, 03/Fev

    As bases americanas na Alemanha e a base ouro , Antal E. Fekete, 02/Fev

    Princípios elementares da propaganda de guerra , Michel Collon, 01/Fev

    Por que a Islândia experimentou uma forte recuperação económica após o colapso financeiro de 2008? , Martin Zeis, 31/Jan

    A razão à prova das grandes crises históricas , Domenico Losurdo, 30/Jan

    Sobre o euro , Vaz de Carvalho, 29/Jan

    A propósito da descida dos juros , Guilherme da Fonseca-Statter, 28/Jan

    Um jornal para nossa classe: dez anos do Brasil de Fato , Milton Pinheiro, 28/Jan

    O falso dilema de Vitor Gaspar , Eugénio Rosa, 27/Jan

    Portugal 2013 , Miguel Urbano Rodrigues, 26/Jan

    A ideologia do aquecimento global , Daniela de Souza Onça, 25/Jan

    Flexibilidade e desvalorização interna: Ideias perigosas na moda , Jacques Sapir, 24/Jan

    Reflexões sobre a crise , Remy Herrera, 23/Jan

    A ignorância sobre Portugal revelada por Selassie, chefe da missão do FMI na "Troika" , Eugénio Rosa, 22/Jan

    Os verdadeiros rostos do terrorismo em África , Komla Kpogli, 22/Jan

    Estados Unidos, Março-Junho de 2013:  Desligamento do doente e última fase de impacto da crise sistémica global , GEAB, 21/Jan

    Histeria no mercado de ouro , Michel Chossudovsky, 20/Jan

    Sair do euro, a melhor opção , Pedro Montes, 19/Jan

    Conseguiria Keynes evitar o colapso? , Guglielmo Carchedi, 18/Jan

    A guerra no Mali , R. Teichman, 17/Jan

    Cuba: as armadilhas no caminho , Frank Josué Solar Cabrales, 17/Jan

    A recessão é quase o dobro da previsão do Governo , CGTP-IN, 16/Jan

    Que alternativa à não saída do euro? , Octávio Teixeira, 15/Jan

    O FMI, utilizando dados incorretos, defende medidas neoliberais que destruiriam as funções sociais do Estado e lançariam o país numa recessão maior , Eugénio Rosa, 15/Jan

    10 de Janeiro de 2013:   Uma vitória dos povos da América Latina , Ivan Pinheiro, 14/Jan

    O valor do dinheiro , Prabhat Patnaik, 14/Jan

    "Reforma do estado" promove terrorismo social , CGTP-IN, 13/Jan

    Os erros da austeridade , Binoy Kampmark, 12/Jan

    Os Hamlets portugueses e a saída do Euro , João Carlos Graça, 11/Jan

    Acerca dos custos e benefícios da saída do euro , Jorge Figueiredo, 10/Jan

    A armadilha do crescente endividamento do Estado, das empresas e do país com o governo PSD/CDS e com a "troika", e a opção de sair do euro , Eugénio Rosa, 09/Jan

    ANA, grávida da nova Lisboa , Daniel Deusdado, 08/Jan

    O enganoso abismo orçamental dos EUA (4) , Michael Hudson, 07/Jan

    Governo mente quando afirma que todas as pensões mínimas foram atualizadas , Eugénio Rosa, 05/Jan

    O enganoso abismo orçamental dos EUA (3) , Michael Hudson, 04/Jan

    O enganoso abismo orçamental dos EUA (2) , Michael Hudson, 03/Jan

    O ouro e o "fim do mundo" , Valentin Katasonov, 02/Jan

    2012, um ano de muitas lutas , André Levy, 01/Jan/2013

    Sustentabilidade do SNS – Não há dinheiro? , Jorge F. Seabra, 31/Dez

    O enganoso abismo orçamental de 2012 dos EUA (1) , Michael Hudson, 30/Dez

    Brasil 2012: Tombo na economia e aumento dos conflitos sociais , Correio da Cidadania , 29/Dez

    As crises religiosas e sociais e suas consequências políticas , James Petras, 28/Dez

    Presente de "Ano Novo" para os pensionistas:   440 mil vão pagar IRS sobre um rendimento que não recebem , Eugénio Rosa, 27/Dez

    Os fracassos de Gaspar nas previsões não começaram agora , Vanessa Cruz, 27/Dez

    O papel da social-democracia na luta de classes , Francisco José Soares Teixeira, 26/Dez

    Acordo ultrajante com o HSBC prova que a guerra à droga é uma piada , Matt Taibbi, 24/Dez

    A Arábia Saudita envia para a Síria os seus condenados à morte a fim de travarem a "jihad" , 22/Dez

    Síria: Quais são as verdadeiras intenções dos Estados Unidos? , Amin Hoteit, 21/Dez

    Não foi para isto que se fez o 25 de Abril; foi por causa disto , Guilherme Alves Coelho, 20/Dez

    Não à Privatização da ANA e da TAP , 20/Dez

    2013, os primeiros passos num "mundo de amanhã" em pleno caos , GEAB, 19/Dez

    "A UE é uma união inter-estatal imperialista" , Giorgos Marinos, 18/Dez

    A análise económica da realidade , Michael Hudson, 17/Dez

    Acima do bem e do mal , Carlos Morais, 16/Dez

    Não seremos enganados outra vez?   O golpe da "ameaça" síria com ADMs , David Edwards, 14/Dez

    Troika & governo ignoram sistema de aposentação da função pública , Eugénio Rosa, 14/Dez

    Sair do euro? , Vicenç Navarro, Juan Torres López e Alberto Garzón, 13/Dez

    Espiral descendente:   Não há saída da crise da dívida , Claus Peter Ortlieb, 12/Dez

    A luta anti-imperialista é anticapitalista , Aleka Papariga, 11/Dez

    Os colégios para nobres e o elitismo no ensino , Vaz de Carvalho, 11/Dez

    "Imperialismo legal" e direito internacional , James Petras, 10/Dez

    Eleições no Montepio:   Lista C quadruplica votação e triplica número de eleitos , Eugénio Rosa, 09/Dez

    O alfaiate do nazismo , 08/Dez

    Oscar Niemeyer: uma legenda comunista para a história , PCB, 07/Dez

    Avaaz: uma cortina de fumo que esconde as bombas de urânio empobrecido , Dominique Guillet, 07/Dez

    O Povo Grego caluniado , Miguel Urbano Rodrigues, 06/Dez

    A identificar o "petróleo" que mais preocupa , Robert L. Hirsch, 05/Dez

    OE 2013: Para este governo os cidadãos não são todos iguais perante a lei , Eugénio Rosa, 04/Dez

    Manifesto:   Em defesa das funções sociais do Estado consagradas na Constituição da República , CGTP, 03/Dez

    Colômbia: Conversações de Paz em meio a bombardeios e guerra suja , Azalea Robles, 02/Dez

    Os motivos da operação israelense Pillar of Cloud , Rui Pedro Fonseca, 30/Nov

    Aprovação não é fim do processo , Octávio Teixeira, 29/Nov

    Primeiros elementos de análise sobre a ofensiva israelense contra Gaza , Julien Salingue, 29/Nov

    Desequilíbrios comerciais mundiais e no seio da UE contribuem para as crises e para a desindustrialização de muitos países , Eugénio Rosa, 28/Nov

    Resolução aprovada na concentração junto à Assembleia da República , 27/Nov

    "Não há mais espaço para ilusões reformistas" , Ivan Pinheiro, 27/Nov

    Obama II: o expurgo e o pacto , Thierry Meyssan, 27/Nov

    A explosão do desemprego na zona euro , Domenico Moro, 26/Nov

    Quando Gaza é trucidada outra vez é vital entender o papel histórico da BBC , John Pilger, 25/Nov

    Ilusão cruel , José Goulão, 24/Nov

    Intrigas da elite e expurgos militares: não se trata de sexo, estúpido! , James Petras, 23/Nov

    Produção de petróleo: Os retornos decrescentes e as previsões irrealistas da AIE , Gail Tverberg, 22/Nov

    Felizmente tudo vai bem , Octávio Teixeira, 22/Nov

    Fundos europeus: milhões ou tostões? , Demétrio Alves, 21/Nov

    FARC-EP decidem cessação unilateral de operações ofensivas , FARC-EP, 20/Nov

    Apelo aos associados do Montepio: Votem na Lista C para o Conselho Geral , Eugénio Rosa, 20/Nov

    O fim da América tal como era conhecida , GEAB, 19/Nov

    Aquele Tratado de Maastricht ! , Juan Torres López, 18/Nov

    Taxa de desemprego em Portugal atinge 23,7% , Eugénio Rosa, 17/Nov

    A ditadura militar no Brasil (1964-1985) e o massacre contra o PCB , Milton Pinheiro, 16/Nov

    A Irlanda nas garras da austeridade , Caoimhghin Ó Croidheáin, 15/Nov

    Um programa de emergência para a Grécia , Yannis Varoufakis, 14/Nov

    Auto-destruição sistémica global, insurgências e utopias , Jorge Beinstein, 13/Nov

    Sair do euro é preciso , Octávio Teixeira, 12/Nov

    Funções sociais do Estado:   Como o governo e a "troika" estão a procurar destrui-las , Eugénio Rosa, 12/Nov

    Petição Pela liberdade de investigação académica;   A tese "A implementação da Televisão Digital Terrestre em Portugal" , Sérgio Deniccoli dos Santos, 11/Nov

    São os juros, estúpido!   Porque os banqueiros dominam o mundo , Ellen Brown, 10/Nov

    Recepção da chanceler , César Príncipe, 09/Nov

    Travar o Governo, enquanto é tempo , Octávio Teixeira, 08/Nov

    EUA: O que nenhum dos candidatos disse acerca da energia e da economia , Charles A. Hall e Jan Lars Mueller, 07/Nov

    Eleições nos EUA: do mal menor ao mal maior , James Petras, 06/Nov

    Uma coisa é eliminar o desperdício, outra é destruir as funções sociais do Estado como quer o governo & a troika , Eugénio Rosa, 05/Nov

    As FARC-EP lutam pela Paz, o governo simula negociar , Miguel Urbano Rodrigues, 05/Nov

    Lições de manipulação , José Manzaneda, 04/Nov

    Refundição do Estado social , Octávio Teixeira, 03/Nov

    Incoerências estatísticas – A falta de rigor do Ministério das Finanças gerido por Vitor Gaspar , João Martins, 02/Nov

    Plano épico do FMI para eliminar dívida e destronar banqueiros , Ambrose Evans-Pritchard, 30/Out

    O OE 2013 e a isenção de IMI para "comunidades religiosas" , Ricardo Alves, 30/Out

    CIA procura afundar Correa , Craig Murray, 29/Out

    A Síria defende-se da agressão imperialista , John Catalinotto, 29/Out

    O estado policial nos EUA:   Na Amerika nunca haverá um debate real , Paul Craig Roberts, 28/Out

    As FARC-EP nas negociações de Oslo , Iván Márquez, 27/Out

    A proteção à infância e às famílias pobres no Brasil e na Argentina , Henrique Júdice Magalhães, 26/Out

    A propósito do Fiscal Multiplier , João Martins, 25/Out

    Os juros dos empréstimos bancários: que justificação têm e porque não deveríamos pagá-los? , Juan Torres López, 24/Out

    A salvaguarda das famílias de mais baixos rendimentos e a progressividade dos impostos de Vítor Gaspar não existem no OE-2013 , Eugénio Rosa, 23/Out

    Luiz Carlos Prestes, num livro de Anita Leocádia Prestes , Miguel Urbano Rodrigues, 23/Out

    Irlanda: Os trabalhadores precisam ter cuidado para não caírem na armadilha , PCI, 22/Out

    Sair da "Crise" , Adriano Benayon, 22/Out

    Outubro ou nada , Mauro Luis Iasi, 21/Out

    Outono de 2012: Bem-vindo às semanas da grande transição , GEAB, 20/Out

    Exposição enviada em 17/Outubro/2012 ao Banco de Portugal e à CMVM sobre o processo de alteração dos estatutos da Caixa Económica - Montepio , Eugénio Rosa, 19/Out

    O que fazem membros do PCP no "Congresso das Alternativas"? , Américo Nunes, 19/Out

    Omissões e rupturas , Miguel Urbano Rodrigues, 19/Out

    Cardeal da Troika , César Príncipe, 18/Out

    Crime financeiro no "Paraíso dos Parasitas" de Londres, ou o melhor santuário que o dinheiro pode comprar , James Petras, 17/Out

    O IMI comporta regras iníquas que perduram há nove anos , João Martins, 16/Out

    5ª carta aberta aos associados do Montepio , Eugénio Rosa, 15/Out

    Predadores financeiros contra o trabalho, a indústria e a democracia , Michael Hudson, 15/Out

    A Islândia mostrou o caminho: recusar a austeridade , Salim Lamrani, 14/Out

    A atribuição do Nobel da Paz à União Europeia , CGTP-IN, 14/Out

    Para uma melhor compreensão da crise do capitalismo , Manuel Brotas, 13/Out

    O novo pacote de medidas do governo contra os trabalhadores da Função Pública , Eugénio Rosa, 12/Out

    Líbia: A compra do silêncio , José Goulão, 12/Out

    Denúncia do "Memorando de Entendimento", renegociação da dívida… e depois, o quê? , João Carlos Graça, 11/Out

    A propósito do regresso aos mercados , João Martins, 10/Out

    Assimilação ou Rotura , Aleka Papariga, 09/Out

    Os "êxitos" de Vitor Gaspar , Eugénio Rosa, 08/Out

    Curso de chiens de garde , César Príncipe, 06/Out

    Texto da moção de censura ao governo apresentada pelo PCP , 05/Out

    O nó górdio , Octávio Teixeira, 04/Out

    Grécia: Grande participação na greve de 26 de Setembro , KKE, 04/Out

    Drones subaquáticos para as guerras dos EUA , Julie Lévesque, 03/Out

    4ª carta aberta aos associados do Montepio , Eugénio Rosa, 02/Out

    "É sempre perigoso dialogar debaixo de fogo" , Rodrigo Granda, 02/Out

    António Borges mentiu descaradamente quando afirmou que as despesas com pessoal na Administração Pública representam 80% das despesas totais , Eugénio Rosa, 01/Out

    Os Bolcheviques e a Revolução de Outubro , Miguel Urbano Rodrigues, 30/Set

    A narrativa ocidental sobre a Síria está em desintegração , Tony Cartalucci, 29/Set

    Acumulam-se as nuvens da guerra , KKE, 28/Set

    Escritórios de advogados e expansão do capital monopolista , Victor Paulo Gomes da Silva, 27/Set

    A indignação popular e o coro do medo , Miguel Urbano Rodrigues, 26/Set

    Irão e Israel: A dupla face dos media e do Conselho de Segurança da ONU , Rui Pedro Fonseca, 26/Set

    Ouro é dinheiro , Washington's Blog, 25/Set

    A economia da bolha e a deflação da dívida , Michael Hudson e Dirk Bezemer, 24/Set

    Propostas para evitar sacrifícios e a destruição da economia , CGTP-IN, 23/Set

    Manifesto em defesa da Cultura , 22/Set

    3ª carta aberta aos associados do Montepio , Eugénio Rosa, 21/Set

    O milagroso "reajustamento externo" do governo & da troika , Eugénio Rosa, 21/Set

    Outubro 2012: A economia global aspirada num buraco negro e a geopolítica mundial ao rubro , GEAB, 20/Set

    Friedmanitas à portuguesa , Guilherme Coelho, 18/Set

    A dissolução da zona euro e o futuro das divisas de reserva , Jacques Sapir, 16/Set

    A linguagem da verdade na luta de massas , Miguel Urbano Rodrigues, 15/Set

    2ª carta aberta aos associados do Montepio , Eugénio Rosa, 15/Set

    29 SETEMBRO: TODOS A LISBOA – TODOS AO TERREIRO DO PAÇO , CGTP-IN, 14/Set

    Algumas palavras sobre Enquanto a Memória Responde,de Miguel Urbano Rodriges , José Casanova, 14/Set

    O declínio do ocidente: Tragédia ou comédia? , Paul Craig Roberts, 13/Set

    Pela ruptura com o poder dos monopólios e as peias da UE, por um rumo vitorioso para as lutas populares , KKE, 12/Set

    A subida de 7 pontos percentuais na taxa de contribuições em 2013 , Eugénio Rosa, 12/Set

    PET: A terapia da cura por emagrecimento , João Cerqueira, 11/Set

    Mudanças climáticas e governação global , Luiz Carlos Baldicero Molion, 10/Set

    As medidas anunciadas por Passos Coelho para 2013 , Eugénio Rosa, 09/Set

    Os salvamentos da Grécia e o desastre económico e social , C. J. Polychroniou, 08/Set

    PCB saúda a militância do PCP e deseja êxito para a Festa do Avante , Comissão Política Nacional do PCB, 07/Set

    Obama pretende reescrever a história da Guerra do Vietname , Monthly Review , 06/Set

    Um lembrete enquanto se aguarda a declaração de 6 de Setembro do sr. Draghi:   "São os bancos alemães, estúpido!" , Yannis Varoufakis, 05/Set

    Energia & transportes:   Esperanças frustradas? , Jorge F. G. de Figueiredo, 05/Set

    Levantamento do cerco de Lisboa , César Príncipe, 04/Set

    Carta aberta a todos os associados do Montepio , Eugénio Rosa, 04/Set

    Colômbia: Acordo Geral para o término do conflito e a construção de uma paz estável e duradoura , 03/Set

    A guerra da Wall Street às cidades , Michael Hudson, 03/Set

    Romper a opressão do poder ocidental , Ismail Salami, 02/Set

    Diálogo com as FARC pode vir a ser uma vitória do povo colombiano , Ivan Pinheiro, 01/Set

    Uma nova arma na tentativa de banalizar a imagem de Luiz Carlos Prestes , Anita Leocadia Prestes, 01/Set

    É "pecado imperdoável" o uso de armas de destruição maciça , Aiatolá Ali Khamenei, 31/Ago

    Responder às novas medidas anti-povo com uma greve geral , KKE, 30/Ago

    A Cimeira de Teerão do Movimento dos Não Alinhados , Mahdi Darius Nazemroaya, 29/Ago

    A descida da América para a pobreza , Paul Craig Roberts, 28/Ago

    Porque a Síria não cairá:   A derrota esmagadora do chamado "Exército Sírio Livre" , Ghaleb Kandil, 27/Ago

    Um canhão no cu , Juan José Millás, 27/Ago

    Uma história em fascículos , Manuel Loff, 26/Ago

    Fundos comunitários não são utilizados, apesar da crise , Eugénio Rosa, 25/Ago

    A perseguição de Assange é um assalto à liberdade e um insulto ao jornalismo , John Pilger, 24/Ago

    Planos de guerra de Israel para atacar o Irão "antes das eleições nos EUA" , Michel Chossudovsky, 23/Ago

    Brasil: Um governo a serviço do grande capital , PCB, 23/Ago

    A promessa vazia do euro e os sado-monetaristas de Bruxelas , Brian Denny, 22/Ago

    O capital e a sua consciência do ambiente , Inny Accioly, 22/Ago

    Autores e directores ocultos do drama sírio , Olga Chetverikova, 21/Ago

    O Reino Unido como "estado canalha" , Atilio A. Boron, 21/Ago

    "Unir contra a opressão" , Julian Assange, 20/Ago

    Novos aumentos no preço dos combustíveis , Eugénio Rosa, 20/Ago

    Hillary, missionária na África , Manlio Dinucci, 19/Ago

    Depois da Europa connosco , César Príncipe, 18/Ago

    Presidente do Equador enfrenta a brutal Gestapo britânica , Paul Craig Roberts, 17/Ago

    Romney escolhe Ryan, a Wall Street quer a guerra de classe , Deirdre Griswold, 17/Ago

    Desemprego já atinge 1,3 milhão de portugueses , Eugénio Rosa, 16/Ago

    O desemprego aumenta inexoravelmente na Grécia , Capitaine Martin, 15/Ago

    Hillary Clinton em Ancara: arrogância & realidades duras , Louis Denghien, 13/Ago

    A situação na Colômbia e o projecto das FARC-EP , Miguel Urbano Rodrigues, 12/Ago

    São as armas; mas, não só as armas , Michael Moore, 11/Ago

    O fim do euro em Portugal , Pedro Braz Teixeira, 10/Ago

    EUA: A taxa de emprego agora é inferior à da recessão de 2008-2010 , Michael Snyder, 10/Ago

    A crise não está a atingir todas as empresas , Eugénio Rosa, 09/Ago

    A ascendência de uma elite financeira criminosa , James Petras, 09/Ago

    Pacto de agressão ou memorando de ajuda? , Daniel Vaz de Carvalho, 08/Ago

    Risco de convertibilidade: Reconhecido mas não tratado , Yannis Varoufakis, 07/Ago

    Dia da infâmia na Assembleia-Geral da ONU , Stephen Lendman, 06/Ago

    Mesmo na silly season, asneiras são asneiras , Filipe Diniz, 05/Ago

    O lançamento de uma "guerra humanitária" contra a Síria , Michel Chossudovsky, 04/Ago

    Escapar da teoria económica , Paul Craig Roberts, 03/Ago

    A esperança não morre , Miguel Urbano Rodrigues, 02/Ago

    A indústria petrolífera relança o conto falso da abundância , Kurt Cobb, 01/Ago

    EUA: A ascensão do estado policial e a ausência de oposição em massa , James Petras e Robin Eastman Abaya, 31/Jul

    A terceira onda da crise:   O capitalismo no olho do furacão , Edmilson Costa, 30/Jul

    O aumento da pobreza e das desigualdades em Portugal , Eugénio Rosa, 30/Jul

    A guerra dos EUA-NATO contra a Síria:   Forças navais do ocidente frente às da Rússia ao largo da Síria , Michel Chossudovsky, 29/Jul

    A situação actual da Colômbia , FARC-EP, 28/Jul

    O único meio que resta para salvar o euro , Paul Jorion, 27/Jul

    I have a dream:   a queda dos EUA , Manlio Dinucci, 27/Jul

    Meditar e inverter é preciso , Octávio Teixeira, 26/Jul

    Tráfico & corrupção: Doença genética do capitalismo , César Príncipe, 26/Jul

    Rumo à desintegração do euro , Council on the Euro Crisis, 25/Jul

    Síria: A 'mudança de regime' e o smart power de Hillary Clinton , M K Bhadrakumar, 25/Jul

    "O Euribor é um roubo monumental" , Moreno Yagüe, 24/Jul

    Blair, guerra, negócios olímpicos e o vislumbre de uma outra Grã-Bretanha , John Pilger, 23/Jul

    Síria: Àqueles que tocam os tambores da guerra , Bachar al-Jaafari, 22/Jul

    Doutoramento de Eugénio Rosa , Jorge Figueiredo, 22/Jul

    Por que o Brasil se atrasa , Adriano Benayon, 21/Jul

    Como a definição cambiante de petróleo tem enganado tanto o público como os decisores políticos , Kurt Cobb, 20/Jul

    Estados Unidos, Venezuela e Paraguai , Samuel Pinheiro Guimarães, 19/Jul

    Não se iludam, nem iludam , Octávio Teixeira, 19/Jul

    Agora é oficial:   O sistema de transmissão monetária da Eurozona está arruinado , Yannis Varoufakis, 18/Jul

    KKE apresenta projecto de lei para a abolição do memorando da troika, do acordo de empréstimo, das leis que o aplicam e do programa de médio prazo , KKE, 18/Jul

    As rupturas revolucionárias não são pré-datadas , Miguel Urbano Rodrigues, 17/Jul

    A Grande Transformação:   Do Estado previdência ao Estado polícial imperial , James Petras, 16/Jul

    O KKE continuará a luta pelo derrube da barbárie capitalista , Giorgios Marinos, 15/Jul

    Petrolíferas cobram aos portugueses preços sistematicamente superiores aos preços médios da UE , Eugénio Rosa, 14/Jul

    Cimeira da UE:   O novo compromisso significa intensificação da ofensiva anti-povo , Delegação do KKE no Parlamento Europeu, 07/Jul

    Governo e ERSE aumentam preço do gás às famílias quando o preço em Portugal é já bastante superior à média da UE , Eugénio Rosa, 06/Jul

    O SNS na mira , Octávio Teixeira, 05/Jul

    Governo pelos bancos e para os bancos , Ellen Brown, 04/Jul

    A história da dívida pública europeia:  Como os bancos privados enriqueceram às custas da população , Salim Lamrani, 03/Jul

    O KKE perdeu uma eleição, não a perspectiva revolucionária , Ivan Pinheiro, 03/Jul

    Crise na Zona Euro , Jorge Figueiredo, 02/Jul

    Economia política do "sistema euro" , Michel Husson, 01/Jul

    A provocação turca , César Príncipe, 30/Jun

    Espanha: "Um mau resgate que nos empurrará para o abismo" , Juan Torres López, 29/Jun

    A realidade não mente , Octávio Teixeira, 28/Jun

    Quando banqueiros se tornam ladrões, a economia desmorona , Devinder Sharma, 28/Jun

    A conclusão da ofensiva contra-revolucionária em Portugal e o seu significado , Pedro Miguel Lima, 27/Jun

    A Grécia é ingovernável (e o descarrilamento do euro continua) , Yanis Varoufakis, 27/Jun

    "Somos governados pela política de fascismo económico" , Agostinho Lopes, 26/Jun

    A "ajuda" à Grécia nada custa à Alemanha (e muito pouco à França) , Isabelle Couet, 25/Jun

    Entrevista a Rafael Correa, presidente do Equador , Julian Assange, 24/Jun

    Um ano de Programa de Assistência Financeira , Eugénio Rosa, 24/Jun

    A história é o inimigo quando as psy-ops se tornam notícia , John Pilger, 23/Jun

    Alerta vermelho para Set-Out/2012: Quando as trombetas de Jericó soarão sete vezes , GEAB, 22/Jun

    "Vocês podem cancelar a dívida" , Eric Toussaint, 21/Jun

    Os bancos ocidentais ganham milhões com a cocaína colombiana , Ed Vulliamy, 20/Jun

    O resultado da eleição grega: Uma avaliação , Yanis Varoufakis, 19/Jun

    Sobre os resultados das eleições de 17 de Junho de 2012 , KKE, 18/Jun

    Para que não se percam os frutos da civilização , Manuel Raposo, 18/Jun

    Guiné-Bissau resiste à "tropacracia" , Carlos Lopes Pereira, 18/Jun

    Desmontar a mentira para combater a alienação e dinamizar a luta , Miguel Urbano Rodrigues, 17/Jun

    O prémio Nobel da morte , José Miguel Arrugaeta, 17/Jun

    11/Setembro: novos indícios desmentem a versão oficial , Giulietto Chiesa, 16/Jun

    Saída do Euro? , Alberto Montero Soler, 15/Jun

    Banco de Portugal entra na campanha ideológica pela baixa dos salários em Portugal e no ataque aos sindicatos , Eugénio Rosa, 14/Jun

    Soluções que se afastem do poder popular servem o capital , Elisseos Vagenas, 14/Jun

    Rio + 20: A cimeira da hipocrisia global , Fausto Arruda, 13/Jun

    "Impulso jovem", mais uma trama do governo & troika , Eugénio Rosa, 12/Jun

    "A Grécia tem de sair do euro e declarar a moratória da dívida" , Costas Lapavitsas, 12/Jun

    Urgente: Iminente golpe de Estado na Síria , Thierry Meyssan, 11/Jun

    Federalismo: o plano B para a UE — qual será o plano C? , Daniel Vaz de Carvalho, 11/Jun

    Homenagem a dois homens , César Príncipe, 11/Jun

    Colapso financeiro à vista: Quando é o "mais cedo ou mais tarde"? , Paul Craig Roberts, 10/Jun

    O SYRIZA apresenta as suas "credenciais" aos EUA e à UE , KKE, 09/Jun

    Solidariedade estilo euro , Yanis Varoufakis, 08/Jun

    O fortalecimento do KKE determinará a posição do povo no dia seguinte às eleições , KKE, 08/Jun

    A continuar a actual politica de destruição de emprego Portugal arrisca-se a ter 1.383.000 desempregados no fim deste ano , Eugénio Rosa, 07/Jun

    Grécia: o caminho é e não é sempre em frente , Miguel Queiroz, 07/Jun

    O massacre Houla:   Terroristas da oposição mataram famílias leais ao governo , Marat Musin, 06/Jun

    O Governo prepara-se para desencadear a destruição integral do SNS , Federação Nacional Dos Médicos, 05/Jun

    Será que uma depressão induzida pela austeridade descerá a cortina final sobre o drama grego? , C. J. Polychroniou, 04/Jun

    FARC: 48 anos de luta revolucionária , Miguel Urbano Rodrigues, 03/Jun

    Intimidação e chantagem asseguram a vitória de um governo em bancarrota , PCI, 02/Jun

    A NATO e a UE preparam um banho de sangue , KKE, 01/Jun

    A Espanha é o 4º estado membro caído da Eurozona , Yanis Varoufakis, 31/Mai

    As condições políticas para o belicismo do capital , Milton Pinheiro, 30/Mai

    "A opção salvadorenha para a Síria" , Michel Chossudovsky, 29/Mai

    Vergonha da Europa , Günter Grass, 29/Mai

    A desinformação dos media "de referência" , James Petras, 28/Mai

    Investimento estrangeiro em Portugal e de Portugal no estrangeiro , Eugénio Rosa, 26/Mai

    Entre duas árduas batalhas , KKE, 25/Mai

    "Unidos" eles caem: A Grexit assombra a eurozona em conflito , Farooque Chowdhury, 24/Mai

    Nunca esqueça: a questão é Bradley Manning, não o casamento gay , John Pilger, 23/Mai

    A política da linguagem e a linguagem da regressão política , James Petras, 22/Mai

    Sim, há a Grécia... Mas e a Espanha? , Yanis Varoufakis, 21/Mai

    Um ano de "troika" e de governo PSD/CDS , Eugénio Rosa, 20/Mai

    2º semestre 2012 – Convergência de quatro factores explosivos:   Bancos, Bolsas, Reformas, Dívidas , GEAB, 19/Mai

    A aprender com a eurocrise , Michael Hudson, 18/Mai

    A actuação sem princípios do PcdoB , Paulo Schueler, 17/Mai

    Irlanda: Abaixo o Tratado de austeridade permanente! Vota Não , EMC, 16/Mai

    A cólera quando conduzida ao longo de caminhos militantes sempre proporciona algo melhor , KKE, 15/Mai

    Actualidade de Marx num mundo caótico à beira da barbárie , Miguel Urbano Rodrigues, 14/Mai

    Grécia: O chefe do SYRIZA oferece-se para colaborar com a UE , AC, 14/Mai

    Quase a metade dos fundos do QREN ficou por utilizar , Eugénio Rosa, 13/Mai

    O que é o factor limitativo? , Herman Daly, 12/Mai

    A divergência crescente das taxas aplicadas prenuncia a explosão monetária , François Asselineau, 11/Mai

    Um governo "de esquerda" é um bote furado para o povo que sofre , KKE, 10/Mai

    Acerca do resultado eleitoral de 6 de Maio de 2012 , KKE, 09/Mai

    Austeridade ou crescimento, a alternativa que não resolve os problemas da Europa , Juan Torres López, 08/Mai

    Acerca dos resultados das eleições de 6 de Maio de 2012 , Aleka Papariga, 07/Mai

    Quem foi Osama? Quem é Obama? , Michel Chossudovsky, 07/Mai

    Governo & troika dizem-se "surpreendidos" com o aumento do desemprego , Eugénio Rosa, 06/Mai

    CO2: O novo tráfico de indulgências , Umberto Mazzei, 05/Mai

    FMI & Banco Mundial não pedem perdão , Rubens Ricupero, 04/Mai

    A crise recorrente da dívida europeia , Satyajit Das, 03/Mai

    Entrevista ao Diário Liberdade , Miguel Urbano Rodrigues, 02/Mai

    As alterações das leis da administração pública e a destruição das funções sociais do estado , Eugénio Rosa, 02/Mai

    Nação valente e imortal , António Lobo Antunes, 01/Mai

    A colónia Europa submete-se às vontades de Washington , Capitaine Martin, 30/Abr

    Sem mais cartas na manga, Santos! , Timoleón Jiménez, 30/Abr

    Brasil: Estado máximo, só para os bancos , Maria Lucia Fattorelli, 29/Abr

    Protesto gigantesco na República Checa , 28/Abr

    O resto do que resta , Demétrio Alves, 27/Abr

    Agora todos vocês são suspeitos , John Pilger, 27/Abr

    O que o capitalismo proporciona , Richard D. Wolff, 26/Abr

    Preservativo económico aprisiona jornalistas , Soares Novais, 25/Abr

    Sobre as eleições presidenciais francesas , Aleka Papariga, 24/Abr

    Crise da eurozona 2.0 , C. J. Polychroniou, 24/Abr

    Dívidas à Segurança Social , Eugénio Rosa, 24/Abr

    Os desafios da nova YPF , Claudio Katz, 23/Abr

    Sobre os 90 anos do Partido Comunista Brasileiro , Miguel Urbano Rodrigues, 22/Abr

    Como se calcula a pensão de reforma da Segurança Social e a reforma antecipada no caso de desemprego de longa duração , Eugénio Rosa, 22/Abr

    O Mecanismo Europeu de Estabilização, ou como a Goldman Sachs capturou a Europa , Ellen Brown, 21/Abr

    Os preços voláteis do petróleo , Ali Kadri, 20/Abr

    Crónica de um naufrágio anunciado , Octávio Teixeira, 19/Abr

    França 2012-2014: O grande sismo republicano e o seu impacto internacional , GEAB, 19/Abr

    O mundo é finito, não é? , Tadeusz Patzek, 18/Abr

    Brasil redescoberto , Miguel Urbano Rodrigues, 17/Abr

    Já é tempo de abrir as caixas negras , Yanis Varoufakis, 16/Abr

    A traição , Juan Torres López, 15/Abr

    Ascensão e morte do capitalismo extractivista , James Petras e Henry Veltmeyer, 14/Abr

    Porque estou contra a proposta de revisão dos estatutos do Montepio apresentada pelo presidente do Conselho de Administração , Eugénio Rosa, 13/Abr

    Tratado estúpido , Octávio Teixeira, 12/Abr

    Governo de "esquerda plural": Uma perspectiva perigosa para o povo grego , KKE, 12/Abr

    Para Portugal, o tempo está a esgotar-se , Costas Lapavitsas e Nuno Teles, 11/Abr

    Os atingidos pela austeridade são os que menos têm , Eugénio Rosa, 10/Abr

    Os movimentos sociais e os processos revolucionários na América Latina: Uma crítica aos pós-modernistas , Edmilson Costa, 10/Abr

    Petróleo: Riscos globais no início do século XXI , Dean Fantazzini; Mikael Höök; André Angelantoni, 09/Abr

    A guerra dos EUA-Israel ao Irão: O mito de uma campanha limitada , James Petras, 08/Abr

    Obama prepara os EUA para uma nova guerra , Atilio A. Boron, 07/Abr

    Carta a um senador do PcdoB , Anita Leocádia Prestes, 06/Abr

    Timor Leste: porque o mais pobre é ameaça para o poderoso , John Pilger, 06/Abr

    O que há a dizer , Günter Grass, 05/Abr

    Prioridades de crédito , Octávio Teixeira, 05/Abr

    A tendência para a estagnação no capitalismo monopolista , Monthly Review, 04/Abr

    ONU desmente troika e retira credibilidade às suas exigências , Daniel Vaz de Carvalho, 04/Abr

    Nao ao tratado fiscal , 03/Abr

    O primeiro orçamento rectificativo de 2012 , Eugénio Rosa, 02/Abr

    Uma crise estrutural exige uma mudança estrutural , István Mészáros, 02/Abr

    Acerca da criação de campos de concentração para imigrantes , KKE, 01/Abr

    Os problemas da zona euro e a dificuldade de saída , Arturo Huerta González, 31/Mar

    O arrumar de poltronas no tombadilho do Titanic , ASPO-USA, 30/Mar

    Portugal a saque e a saldo , Eugénio Rosa, 29/Mar

    A centralidade ignorada do Pico Petrolífero , Jorge Figueiredo, 28/Mar

    Viva os 90 anos do PCB! , 28/Mar

    Custos do trabalho e produtividade em Portugal e nos países da UE , Eugénio Rosa, 19/Mar

    Austeridade automática , Corporate Europe Observatory, 19/Mar

    Os cinco furacões devastadores do Verão de 2012 , GEAB, 19/Mar

    Da utopia à revolta, da indignação à revolução , Miguel Urbano Rodrigues, 18/Mar

    A cortina de fumo do FMI para esconder mais um fracasso previsível , Yannis Varoufakis, 18/Mar

    O império mundial da violência contra-insurgente , Gilberto Lopez y Rivas, 17/Mar

    A crise económica da Europa , Bob Chapman, 16/Mar

    Travar a desastrosa política energética em curso desde há 30 anos , Agostinho Lopes, 15/Mar

    A UE assume o malthusianismo como política central , Daniel Vaz de Carvalho, 15/Mar

    Crise global: no olho do furacão , Alejandro Nadal, 15/Mar

    Um mundo de petróleo cada vez mais difícil , Michael T. Klare, 14/Mar

    O Tratado da austeridade da UE , Yiorgos Vassalos, 13/Mar

    A campanha de desinformação sobre a dívida grega e o plano de salvamento dos credores privados , CADTM, 12/Mar

    A sangrenta estrada para Damasco:   A guerra da tripla aliança contra um Estado soberano , James Petras, 11/Mar

    A destruição dos estabilizadores sociais automáticos pelo governo PSD/CDS , Eugénio Rosa, 10/Mar

    A suspeita seriedade desta auditoria às PPPs , Iniciativa Cidadã de Auditoria à Dívida Pública, 10/Mar

    As lágrimas de crocodilo devem parar! , KKE, 09/Mar

    Colômbia procura paz e justiça: O contexto internacional e nacional , James Petras, 08/Mar

    Duas previsões relativas ao futuro pós-petróleo , Peter Goodchild, 07/Mar

    Conversa$ sobre dinheiro , Yanis Varoufakis, 06/Mar

    "Portugal está a ser assassinado, como muitos países do terceiro mundo já foram" , John Perkins, 06/Mar

    A fusão destrutiva das freguesias em Portugal , Demétrio Alves, 05/Mar

    Brasil: Manifesto pela Reforma Agrária , MST, 05/Mar

    Acção colectiva europeia contra o MEE , Rudo de Ruijter, 04/Mar

    Até 2011 ficaram por utilizar 6120 milhões € de fundos comunitários do QREN , Eugénio Rosa, 03/Mar

    Sobre a economia política dos salvamentos na eurozona , Yannis Varoufakis, 02/Mar

    Lições do Sul para uma Europa em crise? , Rémy Herrera, 01/Mar

    FARC – A luta continua , Miguel Urbano Rodrigues, 29/Fev

    Chegou um e-mail da WikiLeaks , Santiago O'Donnell, 29/Fev

    Os ficheiros da Stratfor: 'The Global Intelligence' , WikiLeaks, 28/Fev

    Sobre prisioneiros e reféns , FARC-EP, 28/Fev

    Por que razão a retenção do IRS aos trabalhadores, aos reformados e aos aposentados, nomeadamente com baixos rendimentos, aumentou tanto em 2012? , Eugénio Rosa, 27/Fev

    Espionagem e propaganda utilizando o Facebook e o Twitter , Julie Lévesque, 27/Fev

    A desmontagem da "Democracia Representativa" , Miguel Urbano Rodrigues, 26/Fev

    Eurolândia 2012-2016 , GEAB, 26/Fev

    Os islandeses colhem os benefícios da sua revolta , Omar R. Valdimarsson, 25/Fev

    Colômbia: Dez anos depois , FARC-EP, 25/Fev

    Como se fica a saber que o debate do Pico Petrolífero já está (quase) ultrapassado , Kurt Cobb, 24/Fev

    O novo salvamento grego: apenas um apaziguamento da Crise , Yannis Varoufakis, 23/Fev

    A "crise do capitalismo global" – Crise de quem? Quem lucra? , James Petras, 22/Fev

    Acerca das manifestações de solidariedade com o povo grego , KKE, 21/Fev

    "Sinto-me ludibriado quanto à mudança climática" , Fritz Vahrenholt, 21/Fev

    MEE: A ilegalidade da emenda do artigo 136 , Rudo de Ruijter, 20/Fev

    O incumprimento grego NÃO equivale à saída grega , Yannis Varoufakis, 20/Fev

    Governo intensificou destruição do emprego e aumento do desemprego , Eugénio Rosa, 19/Fev

    Síria: O fiasco dos agentes secretos franceses em Homs , Boris Vian, 18/Fev

    O verdadeiro significado dos resultados negativos da banca , Honório Novo, 17/Fev

    O novo Plano A da Alemanha:   Amputar a Grécia e Portugal, cauterizar e imprimir dinheiro , Yannis Varoufakis, 16/Fev

    França acelera ratificação do MEE , Rudo de Ruijter, 15/Fev

    A cólera do povo estilhaçará a coligação governamental PASOK-ND , KKE, 14/Fev

    Síria, a nova Líbia , Pepe Escobar, 14/Fev

    Polícia grega quer prender responsáveis da UE e do FMI , 13/Fev

    Não à exploração, às desigualdades e ao empobrecimento , Arménio Carlos, 12/Fev

    Primeiro dia da greve de 48 horas, com ocupação do Ministério do Trabalho – Abaixo o governo e a plutocracia, desligamento da UE com poder popular , KKE, 12/Fev

    Síria: mais um passo na escalada , Ardeshir Ommani, 11/Fev

    Revelações da WikiLeaks sobre a actuação dos EUA na Síria , 10/Fev

    Carta aberta a Sua Exª o Ministro da Defesa Nacional , Manuel Martins Pereira Cracel, 10/Fev

    Sem crescimento económico o problema da divida portuguesa é irresolúvel – e não é possível ter crescimento com esta politica de austeridade , Eugénio Rosa, 10/Fev

    Primeira resposta: Manifestação do KKE e Greve Geral do PAME , Aleka Papariga, 09/Fev

    Síria: guerra por procuração , M.K. Bhadrakumar, 08/Fev

    Como os bancos romperam o contrato social ao promoverem os seus interesses particulares , Michael Hudson, 08/Fev

    Será a Grécia ainda viável? (E a Europa ainda é?) , Yannis Varoufakis, 07/Fev

    Os jornalistas e a reportagem da crise da eurozona: Lições da frente grega , Yannis Varoufakis, 06/Fev

    Alexandr Yakovlev e o anti-comunismo cavernícola , Miguel Urbano Rodrigues, 06/Fev

    Governo e "troika" põem em perigo o funcionamento do SNS em 2012 , Eugénio Rosa, 05/Fev

    O que os jornalistas precisam saber sobre o SOPA , Tracie Powell, 04/Fev

    A redução brutal das remunerações da função pública , Eugénio Rosa, 03/Fev

    "A economia americana está morta" , Paul Craig Roberts, 02/Fev

    Fúria sem sentido: Porque tanto os políticos alemães como os gregos cometem um erro ao ficarem raivosos , Yannis Varoufakis, 01/Fev

    J. Edgar e o terrorismo do filme , Jared Ball, 31/Jan

    Acerca da guarda armada em navios , Giorgos Marinos, 30/Jan

    Greve geral de toda a Ática – A agudização decisiva da luta , KKE, 29/Jan

    Irão corta petróleo à UE , 29/Jan

    Novos aumentos nos preços dos transportes e um plano estratégico do governo PSD/CDS que só agrava os problemas do sector e dos portugueses , Eugénio Rosa, 28/Jan

    Riscos da expansão de empresas não estatais na economia cubana e recomendações para os evitar , Camila Piñeiro Harnecker, 27/Jan

    Eutanásia económica , Robert Kurz, 26/Jan

    Davos e o futuro distópico , Octávio Teixeira, 26/Jan

    Censura no Facebook , Atilio A. Boron, 26/Jan

    Acerca do peso do Estado em Portugal , Daniel Vaz de Carvalho, 25/Jan

    A Carta Secreta de Obama para Teerão , Mahdi Darius Nazemroaya, 24/Jan

    O "acordo UGT/patrões/governo" não vai aumentar nem a competitividade nem o emprego mas apenas as desigualdades e a pobreza, agravando a crise , Eugénio Rosa, 23/Jan

    Um bloqueio à fraude do diálogo , KKE, 23/Jan

    As consequências da assimetria nuclear , Sued Lima, 22/Jan

    Um olhar resoluto sobre uma catástrofe nacional e a possível dissolução da Zona Euro: A crise da dívida grega no seu contexto , C. J. Polychroniou, 21/Jan

    Não ao retrocesso social! , CGTP-IN, 20/Jan

    Parar os preparativos de guerra! Acabar com o embargo! Solidariedade com os povos iraniano e sírio! , 20/Jan

    O que acontecerá à UE? , Wim Dierckxsens, 19/Jan

    2012: O ano da grande perturbação geopolítica mundial , GEAB, 18/Jan

    Sobre as verdadeiras causas do rebaixamento da França , Yannis Varoufakis, 17/Jan

    Capacidades militares do Irão , Russia Today, 16/Jan

    Parecer: O Orçamento do Estado para 2012 e os trabalhadores do sector público , Guilherme Fonseca, 16/Jan

    Rússia considera que Médio Oriente resvala para a guerra , M.K. Bhadrakumar, 15/Jan

    O imperialismo e o "anti-imperialismo" dos tolos , James Petras, 14/Jan

    Política de austeridade atinge principalmente as famílias com rendimentos mais baixos e com filhos , Eugénio Rosa, 13/Jan

    Crise do capitalismo , C. J. Polychroniou, 12/Jan

    Saudação aos povos do mundo , FARC-EP, 11/Jan

    A crise do pico petrolífero: balanço de 2011 , Tom Whipple, 10/Jan

    Os EUA a caminho de um estado totalitário e militar , Miguel Urbano Rodrigues, 09/Jan

    Dentro do sistema capitalista não há saídas da crise favoráveis ao povo , Aleka Papariga, 08/Jan

    Governo Passos Coelho vende EDP a preço de saldo , Eugénio Rosa, 07/Jan

    "Liquidar o monopólio ocidental da tecnologia é também luta revolucionária" , Domenico Losurdo, 06/Jan

    Ao povo colombiano , FARC-EP, 05/Jan

    Sobre o dilema que a coligação governamental e a plutocracia estão a colocar ao povo: Novos sacrifícios ou bancarrota e retorno ao dracma , KKE, 04/Jan

    O papel das CC OO em Espanha , 04/Jan

    "O BCE não é a solução mágica para a crise da eurozona" , Costas Lapavitsas, 03/Jan

    A inexorável crise económica global: Uma visão apocalíptica de 2012 , James Petras, 02/Jan

    A nova façanha da Wikileaks:  Identificar as empresas que vigiam o mundo , Ciper, 01/Jan/2012

    Será um ano novo? , Cid Simões, 31/Dez

    Respondendo a Ricardo Torres , Richards Levins e Aurora Levins Morales, 30/Dez

    "A saída da zona euro deve ser feita" , João Ferreira do Amaral, 30/Dez

    O défice orçamental fictício de 2011 , Eugénio Rosa, 29/Dez

    José Dias Coelho, 50 anos depois da sua morte , Margarida Tengarrinha, 29/Dez

    Uma fábula para os nossos tempos na conclusão de 2011 , Yannis Varoufakis, 28/Dez

    Saída do euro, mas com cancelamento da dívida , Gérard Duménil, 27/Dez

    A metade pobre dos EUA , Fred Goldstein, 26/Dez

    Aprofunda-se a crise da dívida da Europa , Richard D. Wolff, 24/Dez

    Sobre a cimeira da UE , KKE, 23/Dez

    Homenagem a José Morgado , César Príncipe, 22/Dez

    EUA 2012/2016: Um país insolvente e ingovernável , GEAB, 20/Dez

    O projecto do governo de aumento do horário de trabalho , Eugénio Rosa, 19/Dez

    Obama eleva as apostas militares:  Confrontação nas fronteiras com a China e a Rússia , James Petras, 19/Dez

    Revisitando a Venezuela (2):   Sobre a ideologia da Revolução Bolivariana , Miguel Urbano Rodrigues, 18/Dez

    Bancos apossam-se da Europa , Adriano Benayon, 18/Dez

    As cigarras e as formigas da Europa , Yannis Varoufakis, 17/Dez

    Revisitando a Venezuela (1):  A transição dificil , Miguel Urbano Rodrigues, 17/Dez

    Mensagem ao general Valencia Tovar , Timoleón Jiménez, 16/Dez

    Armas nucleares, robôs militares e guerra , Frederico Gama Carvalho, 15/Dez

    "Não há mais espaço para soluções reformistas" , Ivan Pinheiro, 13/Dez

    Keynes e a crise , Henri Houben, 12/Dez

    Governo francês recusa nacionalidade ao jornalista Hernando Calvo Ospina , 12/Dez

    Luta pelo derrube do capitalismo, não pelo seu branqueamento , KKE, 10/Dez

    Com o primado da guerra, a função do jornalismo torna-se tabu , John Pilger, 09/Dez

    Ficar ou sair da zona euro? , Vaz de Carvalho, 08/Dez

    Passos Coelho mentiu ao afirmar que os banqueiros haviam entregue a mais 2.000 milhões € de fundos de pensões , Eugénio Rosa, 07/Dez

    Saudação à constituição da CELAC , FARC, 06/Dez

    Golpe de Estado contra a democracia , Jérome Duval, 05/Dez

    A escravidão da dívida – Porque ela destruiu Roma e porque nos destruirá se não for travada , Michael Hudson, 04/Dez

    Pensão média da Segurança Social em 2011 é apenas de 409 € , Eugénio Rosa, 02/Dez

    Orçamento do Estado 2012: Um passo em frente no afundamento do país , Francisco Lopes, 01/Dez

    Carta à ministra francesa do Orçamento , Michel Cialdella, 01/Dez

    Recapitalizar a banca sim, favorecer os banqueiros não , Octávio Teixeira, 01/Dez

    Oposição social na era da Internet , James Petras, 30/Nov

    Abandonar um navio que afunda? Um plano para sair do euro , Yannis Varoufakis, 29/Nov

    Das dívidas de Estado à moeda de Estado , Rudo de Ruijter, 28/Nov

    A importância das funções sociais do Estado e dos trabalhadores da função pública para a população , Eugénio Rosa, 28/Nov

    A intervenção imperialista na Síria , KKE, 27/Nov

    A ninhada do ovo de serpente na grande depressão grega , Yannis Varoufakis, 26/Nov

    Acabem com o jogo europeu da culpa! , Yannis Varoufakis, 25/Nov

    Podemos ter uma greve histórica , Paulo Raimundo, 24/Nov

    Acerca das barreiras técnicas para o abandono do euro , Ed Dolan, 23/Nov

    A escolha dos camaradas , Loïc Ramirez, 22/Nov

    Capitalismo abutre: O novo desastre bancário da Islândia , Olafur Arnarson, Michael Hudson e Gunnar Tomasson, 21/Nov

    US$30x1012 de activos fantasmas desaparecerão daqui até o início de 2013 , GEAB, 19/Nov

    Recessão económica dispara taxa de desemprego efectivo , Eugénio Rosa, 18/Nov

    Fantasmas do Centenário , César Príncipe, 17/Nov

    Enfim uma luz? , Octávio Teixeira, 17/Nov

    O euro e as escolhas , Daniel Vaz de Carvalho, 16/Nov

    Obrigado pela tua vida camarada Alfonso Cano , Pável Blanco Cabrera, 16/Nov

    A crise na eurozona , James K. Galbraith, 15/Nov

    Se os povos da Europa não se levantarem, os bancos trarão o fascismo de volta , Mikis Theodorakis, 14/Nov

    Sobre o Acordo de Bruxelas: Alquimia invertida na Europa a todo vapor , Yanis Varoufakis, 13/Nov

    Grécia: A primeira resposta do povo ao novo governo , KKE, 12/Nov

    Ruptura – Uma via para sair da crise da Eurozona , C.Lapavitsas, A.Kaltenbrunner, D.Lindo, J.Meadway, J.Michell, J.P.Painceira, E.Pires, J.Powell, A.Stenfors, N.Teles, L.Vatikiotis, 11/Nov

    "Ruptura com a UE do capital e o seu instrumento, o euro" , Dominique Negri, 10/Nov

    Impor-se-ia um mínimo de senso , Octávio Teixeira, 10/Nov

    Capitalismo & crises econômicas , Jacques Gouverneur e Marcel Roelandts, 09/Nov

    O fim de Alfonso Cano não é o fim da insurgência , PCB, 09/Nov

    Acerca da negociação em curso para um governo de coligação PASOK-ND , KKE, 08/Nov

    Alfonso Cano, Herói da Colômbia , Miguel Urbano Rodrigues, 08/Nov

    Reconstruir o partido comunista, unir a esquerda, bater a direita , Domenico Losurdo, 07/Nov

    Declaração pública , FARC-EP, 06/Nov

    O ministro das Finanças engana os portugueses , Eugénio Rosa, 06/Nov

    Sem Alfonso Cano as FARC-EP continuam o combate , Marcelo Sepúlveda Araujo, 05/Nov

    Pela protecção dos direitos individuais e comuns à água – Iniciativa Legislativa de Cidadãos está em curso , Luisa Tovar, 05/Nov

    Não ao haircut de 50%, não à nova Ocupação , Comissão Grega de Auditoria da Dívida Pública, 04/Nov

    Agravamento selvagem da injustiça fiscal em 2012 , Eugénio Rosa, 04/Nov

    O povo deve provocar um boomerang à chantagem , KKE, 03/Nov

    É tempo de demitir-se sr. Papandreu , Yanis Varoufakis, 03/Nov

    Um referendo enviesado visando intimidar o povo grego , KKE, 02/Nov

    Grécia: Agora o povo tem de intervir mais decisivamente , KKE, 02/Nov

    Os dois pólos da acumulação , Monthly Review, 02/Nov

    Acerca do "haircut" da dívida e suas consequências para o povo grego , KKE, 01/Nov

    Compradores de CDS, feministas e Marx:   Estranhos companheiros de cama na era da euro crise , Yanis Varoufakis, 31/Out

    A vida entre os 1% , Michael Moore, 29/Out

    Imperialismo e democracia: Casa Branca ou Liberty Square? , James Petras, 28/Out

    Outro não-acontecimento emblemático na UE:   O novo "acordo" da UE, uma primeira reacção , Yanis Varoufakis, 27/Out

    A propaganda enganosa e o reformismo , PCB, 27/Out

    Golpe de estado anti-constitucional , César Príncipe, 26/Out

    O "Filho de África" reclama as jóias da coroa de todo um continente , John Pilger, 26/Out

    Das guerras do ópio às guerras do petróleo , Domenico Losurdo, 25/Out

    Agora que o bando ao serviço da CIA assassinou Kadafi, que país se seguirá à Líbia? , Paul Craig Roberts, 24/Out

    Um governo e uma "troika" sem credibilidade , Eugénio Rosa, 23/Out

    MEE, um golpe de estado em 17 países , Rudo de Ruijter, 22/Out

    Grécia: 2º dia da greve geral à escala nacional , KKE, 21/Out

    Khadafi morreu combatendo com dignidade e coerência , Miguel Urbano Rodrigues, 21/Out

    Greve Geral contra a exploração e o empobrecimento , CGTP-IN, 20/Out

    Um mar de povo sem precedentes no majestoso comício de greve do PAME em Atenas e em outras 70 cidades por toda a Grécia , KKE, 20/Out

    A caminho do desastre grego , Octávio Teixeira, 20/Out

    Primeiro semestre de 2012: Dizimação dos bancos ocidentais , GEAB, 19/Out

    Escalada de greves na Grécia , KKE, 18/Out

    Wall Street como inimigo público nº 1 , Glen Ford, 17/Out

    MEE, o novo ditador europeu , Rudo de Ruijter e Jozeph Muntenbergh, 16/Out

    Passos Coelho anuncia austeridade só para os trabalhadores , Eugénio Rosa, 15/Out

    Lições da América Latina para os EUA e a UE , James Petras, 14/Out

    Neolíngua , Luis Britto Garcia, 13/Out

    O fraco crescimento do PIB mundial e o Pico Petrolífero , Robert L. Hirsch, 12/Out

    Os protestos de Wall Street e as lutas em Portugal , Miguel Urbano Rodrigues, 11/Out

    Declaração da Conferência europeia contra a austeridade e a privatização , 11/Out

    Polarização financeira e corrupção: A política do engano de Obama , Michael Hudson, 10/Out

    Guerras benditas , Manlio Dinucci, 10/Out

    Brasil: Sem pressão das forças progressistas, Comissão da Verdade não irá além da mera encenação , Valéria Nader e Gabriel Brito, 09/Out

    A "obtenção" de Assange e o enlamear de uma revolução , John Pilger, 08/Out

    Estratégia e Tática: as mediações táticas da estratégia socialista , PCB, 07/Out

    A arte de ignorar os pobres , John Kenneth Galbraith, 06/Out

    Uma história da complexidade energética , Gail Tverberg, 05/Out

    Uma breve explicação económica do Pico Petrolífero , Chris Skrebowski, 04/Out

    Mudar de política para um Portugal com futuro , CGTP-IN, 03/Out

    A venda das empresas públicas a estrangeiros, como é intenção do governo, agravará ainda mais o défice e o endividamento externo , Eugénio Rosa, 02/Out

    A guerra ao terror é uma falsificação , Paul Craig Roberts, 01/Out

    Desafio popular em massa e organizado ao imposto de capitação , KKE, 30/Set

    Travar a queda livre ao invés de um plano para a "Boa Europa" , Yanis Varoufakis, 29/Set

    A crise atingiu o seu apogeu? , Eric Toussaint, 28/Set

    Guerra e compras – um extremismo que nunca diz o seu nome , John Pilger, 27/Set

    Lições da Argentina para a Grécia (e para Portugal também) , Claudio Katz, 26/Set

    Quase 2 milhões de portugueses vivem em situação de pobreza e 2,7 milhões só ainda não estão porque recebem prestações sociais que o governo está a cortar , Eugénio Rosa, 25/Set

    Discurso na 65ª sessão da assembleia-geral da ONU , Mahmoud Ahmadinejad, 24/Set

    Grécia: "Nós podemos travá-los! Não devemos nada – Não pagaremos o imposto de capitação!" , KKE, 23/Set

    O Povo da Grécia luta pela construção do futuro , Miguel Urbano Rodrigues, 23/Set

    O fracasso do Euro , Pedro Carvalho, 22/Set

    Grécia: Não se passa nada , Octávio Teixeira, 22/Set

    Chávez vs. Obama: Enfrentando as eleições presidenciais , James Petras, 21/Set

    Banco Central independente de quem? , Mark Weisbrot, 20/Set

    4º trimestre/2011: Fusão implosiva dos activos financeiros mundiais , GEAB, 19/Set

    Sobre a crise económica capitalista e a dívida , KKE, 12/Set

    Aprofunda-se a crise para os trabalhadores – Momento de revidar , Fred Goldstein, 12/Set

    Aclamação para os verdadeiros vitoriosos da revolução de Rupert , John Pilger, 11/Set

    11/Set: Demolições controladas , Manlio Dinucci, 10/Set

    NATO resgata o euro na Líbia , Xander Meyer, 09/Set

    A crise e a luta anticapitalista , PCB, 09/Set

    A solução islandesa , Eduardo Lucita, 08/Set

    Barreto e a universidade abécula , Fernando Campos, 07/Set

    "O sucesso do Governo do PSD/CDS será a tragédia do país" , Jerónimo de Sousa, 06/Set

    "Deixem os bancos pagarem as suas próprias contas" , Mike Whitney, 06/Set

    A estratégia orçamental do PSD/CDS , Eugénio Rosa, 05/Set

    Cuba não reconhece o Conselho Nacional de Transição , MINREX, 05/Set

    O Clube dos Abutres de Paris e a guerra de emancipação nacional , Carlos Aznárez, 05/Set

    O Peak Oil chegou ao mundo não-OPEP? , Christopher Helman, 04/Set

    O 11 de Setembro dez anos depois , Paul Craig Roberts, 03/Set

    O "Passe social +": incompetência ou intenção de agravar a injustiça social e enganar a opinião pública para aumentar ainda mais os preços dos transportes? , Eugénio Rosa, 02/Set

    Comandante das FARC responde a jornalista espanhol , Alfonso Cano, 01/Set/2011


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