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O JORNALISMO LIXO CORPORATIVO
Os padrões de qualidade no jornalismo corporativo sempre foram baixos, mas agora degradam-se cada vez mais. E quando se trata da República Democrática e Popular da Coreia, a degradação atinge uma insânia vertiginosa:   vale absolutamente tudo, qualquer estória, por mais descabelada e inverossímil que seja.
A mais recente é a de que o ministro da Defesa teria sido executado publicamente (sic) "a tiro de canhão" (sic) por ter dormido durante um discurso do presidente (sic). Isso foi propalado por todo o mundo nos media que têm a pretensão de serem sérios, como o jornal do Belmiro por exemplo.
A enxurrada de sandices, imbecilidades e lixo difundido diariamente por estes media corporativos faz parte da desinformação promovida pela classe dominante.
A fase histórica do capitalismo que agora vivemos – de depressão económica sem fim à vista – provoca os fenómenos mais aberrantes.
O MÍTICO FIM DA CRISE
Eles dizem que Portugal já está a sair da crise. Mas, revela-se agora, o número de penhoras duplicou em apenas dois anos . As cobranças coercivas do fisco passaram de 927mil euros em 2013 para mais de dois milhões em 2014.   A voracidade fiscal é tamanha que até clientes de restaurantes e lojas são notificados para penhora dos estabelecimentos onde pedem a e-factura com número de contribuinte (o que é uma razão de peso para nunca informar o número quando se faz uma compra).
Haverá tanta diferença assim entre Portugal e Grécia, como apregoa este governo? Aparentemente a diferença é só de dois anos:   Portugal está hoje na mesma situação em que estava a Grécia dois anos atrás.
Inverter a rota é preciso.
BANCO ANULA DÍVIDA DOS CLIENTES MAIS POBRES
O Banco de Pireu, um dos maiores da Grécia, decidiu anular as dívidas e congelar as hipotecas de clientes que devam até o máximo de 20 mil euros.  A decisão, destinada a aliviar o fardo da dívida que atinge os clientes mais pobres, poderá ser seguida por outros bancos gregos.  Este é o primeiro caso de uma anulação em massa de dívida.   Os media portugueses não deram relêvo a esta notícia.  Ela está aqui e aqui .

PETIÇÃO PARA O REFERENDO

Descarregue aqui o ficheiro, imprima-o, recolha as 16 assinaturas do formulário e envie-o para um dos endereços acima.  Só assinaturas recolhidas em papel têm validade legal para forçar um referendo.  São precisas pelo menos 75 mil assinaturas.

ODESSA DECLARA INDEPENDÊNCIA
Mais uma região importante da Ucrânia separa-se do regime nazi de Kiev. Agora foi Odessa, que acaba de proclamar a sua independência e a constituição de uma República Popular. Assim, depois das Repúblicas Populares de Donetsk e Lugansk, agora é a vez de Odessa tomar o destino nas suas mãos.
"À luz dos trágicos acontecimento que tiveram em Kiev (em Fevereiro de 2014) e em Odessa (em Maio de 2014), declaramos uma saída unilateral da República Popular de Odessa da Ucrânia e a urgente formação do Conselho de Ministros. Como chefe de estado, enfatizo que esta medida destina-se a proteger os valores democráticos da região de ataques de formações de extrema direita, trazidas ao território da antiga região de Odessa às ordens das chamadas autoridades de Kiev", declara o presidente do Conselho de Ministros da nova república, P.S. Kovalenko.   O novo gabinete já tem ministros da Defesa, dos Assuntos Internos, da Saúde, da Defesa Civil e Emergências, da Cultura e Turismo.
A notícia está aqui .
MILHARES DE UCRANIANOS PROTESTARAM DIANTE DA EMBAIXADA AMERICANA
Milhares de ucranianos protestaram em Kiev diante da Embaixada dos Estados Unidos , mas esta notícia foi cuidadosamente censurada nos media ucranianos (e portugueses). O regime instalado pelos EUA através do golpe de Fevereiro de 2014 exerce hoje uma repressão feroz sobre o povo ucraniano, através de um estado policial e de grupos militares nazis. Assim, o meio encontrado pelo povo para exprimir a sua revolta foi original e não verbal:   mugir dentro das instalações da embaixada. Foi como se dissessem: "Não somos gado". No fim alguém ainda lançou uma prenda nos jardins:   excrementos de vaca.
A resistência do povo da Ucrânia ocidental começa a manifestar-se em termos públicos e dirige-se – correctamente – contra o verdadeiro governante do país: o embaixador americano.
O DEDO DO IMPERIALISMO NO BRASIL
O dedo do imperialismo esteve presente nas manifestações de 15 de Março no Brasil, ainda que de forma discreta. Há precedente. Nos meses que antecederam o golpe de 1964 o imperialismo actuou intensamente para a criação de uma base social de apoio aos golpistas. Organizações como o IPES e o IBAD, dirigidas pelo agente da CIA Ivan Hasslocher, despejaram rios de dinheiro na compra de deputados, em denegrir o governo do presidente João Goulart e em criar o clima adequado para levar o general Castelo Branco (amigo de Vernon Walters, da CIA) a decidir-se pelo golpe.
Hoje passa-se algo semelhante no Brasil. Os métodos utilizados, como o lock-out de camionistas e os panelaços, são os mesmos que o imperialismo utilizou em 1973 para promover o golpe de Pinochet no Chile. A manipulação através de redes sociais das camadas médias e as palavras de ordem moralistas (como se a corrupção fosse uma exclusividade do PT) ocultam o desejo imperial de por no poder agentes directos seus, por meios constitucionais ou não.
Nestes últimos anos o imperialismo desenvolveu uma grande perícia para derrubar governos e criou novas agências especializadas para o efeito, a exemplo do NED . A crise actual é consequência da política capituladora do PT, com constantes e enormes cedências à reacção. As tentativas de conciliação com a direita conduzem a recuos cada vez maiores. O incêndio da sede do PT em Jundiaí e o pedido de intervenção militar de manifestantes no Rio de Janeiro são indícios preocupantes do que pode vir a seguir. A política de "gestor do capitalismo brasileiro" assumida pelo governo Dilma/PT tem pernas curtas. Se não der meia-volta pode ter um triste destino.
A ISLÂNDIA, A UE E A TV PORTUGUESA
A notícia mais importante do dia 12 de Março foi certamente a decisão do governo da Islândia de retirar a sua candidatura a membro da União Europeia. O pedido fora apresentado em Julho de 2009 e as negociações decorriam até agora, quando o governo (conservador) islandês disse um não definitivo à UE. A notícia tem importância internacional e de múltiplos pontos de vista, o que justificaria o destaque devido dos media assim como análises e comentários. No entanto, os noticiários da noite de 12 de Março da TV portuguesa praticamente ignoraram-na. A omissão de informação é a forma de censura preferida do telelixo português.
HIPERINFLAÇÃO NA UCRÂNIA
A inflação na Ucrânia já atinge os 272 por cento ao ano (não oficialmente) e quem o diz é o Washington Post . Para esta fonte estado-unidense, a situação está a piorar pois a taxa já vai nos 64,5 por cento mensais – o que, em termos anualizados, daria uma taxa de 39 mil por cento!  
Alguém acredita que tal situação seja viável?   Nem o FMI, que concede ao regime de Kiev empréstimos impagáveis a fim de que continuem a guerra contra os povos do Donbass e com a esperança de provocar uma intervenção russa.   Mas o mais provável é que os oligarcas ucranianos roubem o dinheiro dos empréstimos recebidos, como têm feito. Quanto ao material militar que recebem do ocidente, vendem-no no Médio Oriente e encaixam as receitas.
PUTIN E PASSOS COELHOS
O Presidente Putin resolveu cortar em 10% o seu próprio salário e o de todo o governo russo a fim de contornar dificuldades do país.   O secretário de imprensa do Kremlin teve o cuidado de enfatizar que esta medida "não deveria ser encarada como um sinal para o patronato".
A atitude ética do governo russo contrasta com os fantoches da Troika que governam Portugal.   Estes não se lembraram de fazer um corte, mesmo simbólico, nas suas próprias remunerações quando cortavam drasticamente o rendimento disponível do povo português através de uma carga tributária brutal, despedimentos e cortes salariais.   E para culminar, como agora se revela, o primeiro-ministro Passos Coelho fugiu durante anos a pagamentos de impostos e contribuições obrigatórias para a Segurança Social .
CRITÉRIOS CAPITALISTAS
Para um país arruinado e em guerra civil como a Ucrânia, governado por uma junta nazi-fascista, o FMI anunciou um empréstimo de US$17,5 mil milhões [€15,6 mil milhões]. O FMI ao conceder este empréstimo gigantesco rompeu os seus próprios estatutos, que proíbem emprestar a países em guerra. Diga-se de passagem que ele será impagável.
Em contrapartida, para a Grécia o Eurogrupo resolveu condicionar os míseros €7,2 mil milhões que já estavam acordados no memorando – a metade do dinheiro dado agora à Ucrânia – ao cumprimento de determinadas condições impostas ao governo Syriza, que a elas se submeteu.
A disparidade de critérios mostra como opera a Elite Transnacional.
A CAPITULAÇÃO DO GOVERNO SYRIZA
No dia 20 de Fevereiro consumou-se a capitulação do governo grego diante do Eurogrupo. Ela só desilude aqueles que alimentavam ilusões. Ao contrário do que diz a desinformação dos media de referência, o Syriza nada tem de radical – é apenas um partido social-democrata (herdeiro do apodrecido Pasok). Como sempre, o destino desta gente é capitular. Hoje já pouco ou nada distingue a social-democracia do neoliberalismo puro e duro. É o caso do Syriza, que nunca pôs em causa a saída do Euro, da UE ou da NATO e muito menos o capitalismo. Assim, bravatas à parte, a intransigência do Eurogrupo encontrou na verdade um governo grego submisso e cordato. Após as enormes cedências que já havia feito em relação ao seu programa eleitoral, o governo Syriza cedeu ainda mais durante as negociações e acabou por capitular em praticamente toda a linha. As "concessões" obtidas foram cosméticas. Exemplo: o que antes se chamava Troika agora passa a chamar-se "instituições" e estas são (adivinhem) o FMI, o BCE e a UE. Grande mudança! Os arraiais reformistas portugueses, que tão entusiasmados estavam com as ditas negociações, o que dirão agora?
A acta da capitulação está em www.consilium.europa.eu/...
QE, UMA MEDIDA DE DESESPERO E UM FRACASSO REENCENADO
A quantitative easing (QE) agora lançada pelo Banco Central Europeu é uma medida de desespêro. Há um par de anos atrás seria impensável que o sr. Mario Draghi se atrevesse a propor, ou sequer a falar nisso. Se o faz agora, é porque todos os outros remédios, receitas & mezinhas fracassaram.   Mesmo analistas conservadores reconhecem-no sem rodeios.   Wolfgang Münchau, escrevendo no Financial Times (19/Jan/15), considera que "Isto não vai ser uma versão preventiva do QE, mas uma versão pós-traumática. As expectativas inflacionárias afastaram-se do alvo faz tempo.   A inflação é negativa. A economia da Eurozona está doente" (sic).
Em tempos normais, a injecção monetária pode ser um estímulo ao investimento produtivo, via concessão de crédito. Mas os tempos actuais não são normais. As taxas de juro estão baixíssimas mas o investimento é mínimo – não por escassez de crédito, mas por falta de procura efectiva.  
No caso de Portugal, desde 2011 a Formação Líquida de Capital Fixo é negativa.   Isso significa que a capacidade produtiva do país não só não está a crescer como está mesmo a contrair. Diante disto, que sentido faz o BCE vir a comprar títulos da dívida pública dos países da Eurozona?   Assim, tudo indica que os 500 mil milhões anunciados pelo sr. Draghi não resolverão a crise das economias reais da zona Euro – apenas alimentarão bolhas nos mercados financeiros.   O fracasso da QE nos EUA – onde permitu o salvamento de bancos mas não o relançamento da actividade produtiva – será agora reencenado na Europa.
REVOLUCIONÁRIOS SEM ROSTO
Resistir.info dispõe de alguns exemplares de Revolucionários sem rosto – Uma história da Ação Popular , livro de Otto Filgueiras editado no Brasil pelo Instituto Caio Prado Jr. Os interessados em adquir a obra devem transferir 20 euros para o NIB 003601689910004600741 (com a devida identificação) e a seguir enviar um email com o endereço para resistir[arroba]resistir.info.
CRIMES ECONÓMICOS E CRIMES PENAIS
Os piores crimes que um governante pode cometer não estão capitulados no Código Penal, podem ser cometidos sem infringir nenhum dos seus artigos:   são os crimes de lesa economia nacional.   Desgraçadamente, Portugal tem experimentado uma série contínua deles ao longo das últimas décadas. Começaram pelas privatizações selvagens e pela destruição da Reforma Agrária. Continuaram com a entrada na UE e a adesão ao Euro. Prosseguiram ao longo de anos com projectos absurdos como a rodoviarização acelerada no tempo de Cavaco como primeiro-ministro; com o desbaratar de dinheiros públicos com a construção de estádios no tempo de Guterres; intensificaram-se no governo Sócrates com negócios concebidos ad hoc para o capital financeiro e monopolista como as PPPs, o TGV, o novo aeroporto, os veículos eléctricos e muitos outros.

É por crimes económicos como estes que os governantes deveriam ser julgados. O facto de muitos deles, incidirem também em crimes capituláveis no Código Penal é uma questão a latere. Tomá-la como principal é despolitizar os problemas, abdicar da análise numa óptica de classe e cair numa crítica moralista – como se o desastre a que Portugal foi conduzido fosse devido apenas à "desonestidade" de políticos. As portas giratórias entre governantes e capital monopolista continuam a girar intensamente e isso não é enquadrável no Código Penal. Se e quando alguns políticos são apanhados nas malhas da justiça por questões do dito Código, isso não deve fazer esquecer o principal.
EUA SOLIDÁRIOS COM O NAZISMO
Os Estados Unidos – com os seus acólitos ucraniano e canadiano – foram os três únicos países do mundo que na Assembleia Geral da ONU, em 21/Novembro, votaram contra uma proposta de condenação das tentativas de glorificar a ideologia nazista e de negar os crimes de guerra da Alemanha nazi .
O FIM DO MURO DA PAZ E O QUE SE SEGUIU
Hoje, com o pretexto do Muro de Berlim, a reacção festeja em triunfo e com fanfarras a derrota do socialismo.
Há que dizer que:   1) Hoje o mundo está muito pior do que há 25 anos atras, com guerras incessantes e a ameaça de uma guerra termonuclear;   2) Que a anexação da antiga República Democrática Alemã não beneficiou o seu povo, que hoje lamenta as benesses perdidas com a derrota do socialismo;   3) Que os trabalhadores do ocidente foram prejudicados com o fim do mundo socialista, pois agora os capitalistas consideram-se mais livres para explorá-los;   4) Que o imperialismo adquiriu uma nova agressividade após o desaparecimento do mundo socialista;   5) Que de 1961 a 1989 o Muro de Berlim, ou Muro da Paz, garantiu a tranquilidade na Europa, assim como a defesa da RDA contra a guerra implacável que sempre lhe foi movida com constante sabotagem económica, financeira, tecnológica, militar e psicológica;   6) Que esses clamores triunfantes da reacção fazem todos os possíveis por esquecer os tristes muros que hoje dividem o mundo, como as muralhas que retalham o estado nazi-sionista e encerram o povo palestino em guetos; a muralha mortal, física e electrónica, que assassina mexicanos pobres na fronteira com os EUA; o muro que o regime neo-nazi de Kiev agora está a construir nas fronteiras ucranianas, apesar da ruína económica em que está afundado;   7) Os palradores que hoje peroram na TV portuguesa acerca do Muro de Berlim deveriam meditar, se fossem capazes disso, na desgraçada situação económica, financeira, social, política, ecológica e energética em que está hoje o mundo capitalista – o seu triunfalismo seria arrefecido.
O CAPITALISMO COMO RELIGIÃO
O capitalismo como religião e a teoria económica dominante como teologia é o tema desta aula magnífica do Prof. Fernando López Castellano , da Universidade de Granada.   Vale a pena assisti-la na íntegra (1h27m de duração).   É um verdadeiro antídoto para os comentadores económicos que palram na TV portuguesa.
RELATÓRIO 2014 DA UNCTAD
Foi publicado em Setembro o relatório de 2014 da UNCTAD sobre comércio e desenvolvimento. O documento, uma análise abrangente, constata que "A economia mundial ainda não escapou da calmaria no crescimento a que foi abandonada durante os últimos quatro anos, e há um perigo crescente de que este estado de coisas esteja a tornar-se aceite como a 'nova normal' ", acrescentando que o seu crescimento "tem experimentado uma modesta melhoria em 2014, embora permaneça significativamente abaixo das alturas anteriores à crise". As análises da UNCTAD têm interesse pois, de certa forma, fazem contraponto às do FMI, Banco Mundial e UE. O relatório 2014 pode ser descarregado aqui .
A VITÓRIA PALESTINA
Quando uma potência militar não consegue subjugar um oponente muito mais fraco, isso constitui uma vitória para o oponente. Os 50 dias de carnificina que o estado nazi-sionista desencadeou contra o povo de Gaza saldaram-se num fracasso. O Hamas – felizmente – manteve e mantém a sua capacidade militar. A única coisa que a tropa nazi-sionista conseguiu foi massacrar população civil, mulheres e crianças, destruir hospitais, escolas e habitações. Massacrar inocentes desarmados é o que eles sabem fazer melhor. Mesmo com uma superioridade esmagadora a tropa sionista não conseguiu derrotar um adversário que não dispõe de força aérea, nem de marinha, nem de mísseis, nem de meios equivalentes em quantidade e qualidade. O mito da invencibilidade da tropa sionista começou a desmoronar-se com os golpes que lhe infligiu o Hezbollah na última guerra no Libano. E continuou agora depois desta nova agressão contra o povo Gaza. Falta saber se o acordo do Cairo de 26 de Agosto será respeitado pelos nazi-sionistas. Os seus crimes contra os direitos humanos continuam diariamente nos bantustões onde arrebanham palestinos. É indispensável continuar a campanha de boicote ao estado nazi-sionista .
Em tempo: Quem permite que a Embaixada de Israel em Portugal feche uma rua com uma cancela, vedando-a ao trânsito? O que tem a dizer acerca disto o Sr. António Costa, presidente da Câmara Municipal de Lisboa? As ruas da capital portuguesa já não são públicas? A municipalidade lisboeta permite a instalação de check points como na Faixa de Gaza?
R. António Enes, em Lisboa.
O DESCALABRO E AS NACIONALIZAÇÕES NECESSÁRIAS
A insolvência agora revelada do mais poderoso grupo financeiro português , o Espírito Santo, ficará na História Económica de Portugal.   O mito da gestão privada vem à luz do dia de forma gritante.   O descalabro do grupo Espírito Santos é a sequência de uma longa sucessão de escândalos (BPN, BPP, BANIF, BCP, ...) e de conivências numa trama de interesses com os partidos da burguesia, PSD & PS, que têm governado. A contra-revolução por eles promovida resultou nisso:   no descalabro geral e na ruína do país — mas seria inútil esperar qualquer auto-crítica da parte dessa gente.
Grande General Vasco Gonçalves, em 1975 fez o que era necessário: a nacionalização da banca e dos grupos monopolistas.   Aqueles que destruíram a sua obra e depois disso a Lei de Delimitação dos Sectores têm contas a prestar. Refazer o que foi criminosamente desfeito é uma condição de sobrevivência nacional. Portugal é hoje um "protetorado" (palavra utilizada pelo ministro P. Portas, em tom conformista). Para libertar-se, será preciso também recuperar a soberania monetária e romper com a UE.

GENOCÍDIO NA EUROPA
O governo neo-nazi de Kiev deu, dia 12 de Junho, um novo passo na escalada genocida contra o seu próprio povo:   a utilização de bombas incendiárias de fósforo contra a população civil de Slavyansk . Os media corporativos, ditos de "referência", calam-se. Ocultam deliberadamente este novo acto de barbárie dos fascistas ucranianos patrocinados pelo governo Obama. E a União Europeia permanece de cócoras, também calada, subserviente aos EUA e conivente com os seus crimes.
AINDA AS ELEIÇÕES PARA O PE
Todos falam da ascensão da extrema-direita nas eleições para essa instituição de fachada que é o Parlamento Europeu, nomeadamente dos 25% obtidos em França pela sra. Le Pen.   No entanto, há duas coisas que devem ser precisadas:
1) Ainda que a referida senhora (ou o pai dela) sejam de extrema-direita, o programa que a Frente Nacional apresentou ao povo francês não era de extrema-direita. Muitas das suas propostas eram perfeitamente razoáveis, corajosas e até meritórias, como a saída do euro e da UE, a defesa de indústria nacional, a ruptura com a globalização, a independência frente aos ditames estado-unidenses. Teses como essas não são de extrema-direita. São, sim, progressistas. O fracasso de forças de esquerda francesas em assumirem a sua defesa é uma mancha que ficará na sua história.
2) A verdadeira ascensão da extrema-direita na Europa está a verificar-se neste momento, de uma forma brutal e criminosa, mas na Ucrânia. Ali, uma junta neo-nazista , com o apoio dos Estados Unidos e a conivência da UE, desencadeia uma sangrenta guerra genocida contra o seu próprio povo, inclusive com bombardeamentos de populações civis. Os media corporativos omitem tais informações, desinformam ou procuram branquear as acções do governo de Kiev.

400 MERCENÁRIOS DA BLACKWATER NA UCRÂNIA
A junta neo-nazi de Kiev tem agora 400 mercenários da Blackwater e Greystone a operarem no terreno, anunciam os media alemães . São eles que conduzem os massacres de populações civis no leste da Ucrânia, enquadrando a tropa regular e os paramilitares neo-nazis (Svoboda e Right Sector). A contratação de mercenários estrangeiros constitui uma escalada para uma guerra civil generalizada e uma provocação contra uma potência nuclear. O jogo do imperialismo, ao animar os seus títeres de Kiev, é insano. Registe-se o papel subalterno e servil da UE, caudatária dos EUA mesmo contra os seus próprios interesses.
O SCRIPT UCRANIANO NA VENEZUELA BOLIVARIANA
Três generais da Força Aérea Venezuelana acabam de ser detidos por conspirarem um golpe de estado. Foram entregues a Tribunais Militares, nos termos da lei e da Constituição Bolivariana. Este episódio significa que o imperialismo conseguiu comprar alguns militares de alta patente. Mas significa também que a Revolução Bolivariana e suas Forças Armadas estão vigilantes, pois os conspiradores foram denunciados por outros oficiais. Na Ucrânia o imperialismo gastou (confessadamente) cinco mil milhões de dólares para desestabilizar o país e promover o golpe de estado. Quanto não terá gasto já na Venezuela? O script da desestabilização da Ucrânia está a ser seguido ao pé da letra na Venezuela Bolivariana. Contratação de mercenários, sabotagem económica, destruição de bens públicos, utilização de marginais, grupos fascistas e terrorismo. O assassinato de 35 soldados da Guarda Nacional Bolivariana, 21 deles por armas de fogo, mostra que – tal como na Ucrânia – o imperialismo já recorre a franco-atiradores (snipers). Há uma tentativa clara das agências imperialistas (CIA, NDE, etc) de levar o país à guerra civil. O espectro da intervenção militar directa do imperialismo é uma realidade. A Revolução Bolivariana terá de defender-se com mão dura se não quiser ter o mesmo destino da Ucrânia. A diferença entre a Venezuela e a Ucrânia é que a primeira tem um governo digno, patriota, revolucionário e com apoio do povo, ao passo que a Ucrânia não tinha. Por isso a Venezuela Bolivariana tem condições de vencer.
A VORACIDADE DO FISCO CONTRA OS AGRICULTORES
A "anulação das novas imposições sobre os pequenos e médios agricultores" é uma causa que merece apoio. Estas novas imposições fiscais vão provocar a ruína de dezenas de milhares de pequenas e médias explorações agro-alimentares familiares. Elas devem ser preservadas pois contribuem para a produção de alimentos de elevada qualidade, são indispensáveis para garantir rendimentos aos agricultores afectados e às suas famílias e para proporcionar coesão territorial.
Assine a petição lançada pela Confederação Nacional da Agricultura .
UE, CAUDATÁRIA DOS EUA
A crise da Ucrânia degradou ainda mais o papel da União Europeia. Antes a UE podia ser classificada como um sub-imperialismo, ou seja, um imperialismo de segunda categoria subordinado ao principal. Mas a partir de agora a Comissão Europeia tornou-se uma simples caudatária do governo americano. Passou a ser um moço de recados tão obediente ao seu patrão americano que até abdica dos seus próprios interesses. A subordinação é total e incondicional. Atiçada pelo governo de Washington, a UE alinhou-se completamente no apoio ao golpe de estado em Kiev e não teve pejo em utilizar os neo-nazis, que agora no governo interino ucraniano dirigem os Ministérios da Defesa, da Segurança Interna e outros mais. Ao embarcar no maximalismo de Washington e na sua geopolítica belicista, a Europa feriu profundamente os seus próprios interesses – que poderiam ter sido melhor atendidos através de um acordo razoável com a Ucrânia e a Rússia. A baronesa Ashton é a alter ego europeia da neocon Nuland.
Quanto à Ucrânia, o seu problema não é a separação da Criméia. O problema verdadeiro é a situação económica terrífica do país e no lado financeiro a perspectiva do incumprimento. Os milhares de milhões prometidos pela UE ainda estão no vamos ver. Se a ajuda da UE for como em Chipre e na Grécia, pobres ucranianos. Quanto aos 5 mil milhões de dólares que o imperialismo confessadamente gastou para derrubar o governo ucraniano, o seu reembolso começou de modo relâmpago: Foi o roubo das 40 toneladas de ouro do Banco Central da Ucrânia , agora "guardadas" nos EUA. Por que é que os media que se auto-proclamam como "referência" e padrão de "bom jornalismo" não mencionam o roubo do ouro ucraniano?
A TROIKA, AS FAMÍLIAS E A PRIVAÇÃO DE ÁGUA
Em 2013 a EPAL cortou o abastecimento de água 11.836 famílias. Este número representa um acréscimo de 15,41% em relação aos cortes verificados em 2012 e de 17,8% em relação aos de 2011. Assim, a pauperização do povo português imposta pelos serviçais da troika, o governo PSD-CDS, já atinge o bem mais vital de todos: a água. A ditadura do capital financeiro sobre Portugal assume aspectos cada vez mais perversos.
A notícia está aqui .
UCRÂNIA: IMPERIALISMO SAQUEIA 40 TONELADAS DE OURO
A pilhagem da Ucrânia intensifica-se em ritmo alucinante. Sexta-feira à noite, dia 7 de Março, um avião misterioso decolou do aeroporto de Boryspil com 40 toneladas de ouro. Essa quantidade corresponde às reservas do Banco Central da Ucrânia. Do golpe de estado em Kiev saiu um governo apoiado pelos EUA e integrado por neo-nazis. Ele está agora a pagar a factura ao imperialismo. Está-se a ver a "libertação" que as potências ocidentais oferecem ao povo ucraniano.
A notícia está aqui .
VITÓRIA DO POVO CIPRIOTA
Chipre derrotou as privatizações imposta pela UE. Sexta-feira, 28 de Fevereiro, o Parlamento de Chipre – após enormes manifestações populares – recusou-se a autorizar as privatizações selvagens impostas pela Troika. O plano de privatizações de três grandes empresas públicas teve 25 votos contra dos comunistas (AKEL) e outros partidos democráticos, 25 votos a favor e 5 abstenções. O plano de privatizações era um elemento chave do acordo com o FMI e a UE. Em consequência, após a rejeição do plano, o governo reaccionário local pediu a demissão. "Não aceitaremos a dilapidação do património nacional" , declara o AKEL. O AKEL recusa com firmeza as privatizações, defende a saída de Chipre do Euro e o abandono da UE.
Notícias como esta não são divulgadas na TV portuguesa...
A ARTE DO ENGANO DOS SUCESSORES DE GOEBBELS
"A arte do engano: treino para uma nova geração de operações encobertas online" é o título de um estudo secreto destinado apenas ao grupo de cinco países que participa em conjunto da operações de espionagem dos EUA (Grã-Bretanha, Austrália, Nova Zelândia, Canadá). O dito estudo foi preparado pelo Government Communications Headquarters (GCHQ), o serviço de inteligência britânico. Ele pode ser apreciado aqui .
UCRÂNIA E VENEZUELA, DOIS CASOS ANÁLOGOS
Tanto na Ucrânia como na Venezuela as perturbações que estão a decorrer têm as mesmas raízes: as actividades deliberadamente provocatórias dos EUA para desestabilizar esses países. Através de suas organizações especializadas, como a NED , a fundação do sr. Soros e outras, o imperialismo procura activamente não só derrubar os respectivos governos como mudar o regime. Foi o que fez em 1973 no Chile, em 1964 no Brasil e em muitos outros países. No caso da Ucrânia, os EUA agem (ou agiam?) em colaboração com a UE. A sra. Noland, da Secretaria de Estado dos EUA, reconheceu que chegaram a gastar US$5 mil milhões para promover as actuais perturbações na Ucrânia, as quais fazem parte do desígnio estratégico de cercar a Rússia. No caso da Venezuela, algum dia se saberá quanto o imperialismo tem gasto para derrubar o governo constitucional de Nicolas Maduro por meio de grupos paramilitares e grupos fascistas, agentes pagos que executam acções de violência.
A diferença entre a Ucrânia e a Venezuela é que a primeira tem um governo reaccionário e indeciso, ao passo que a Venezuela tem um governo bolivariano comprometido com o socialismo. O governo e o povo venezuelano têm portanto melhores condições para defender o seu país do que o governo e o povo ucraniano.
UM SITIO DE JOGOS PORTUGUES, PARA OS MAIS NOVOS
Jogos Gratis
GOVERNO PORTUGUÊS SUBSIDIA CASINOS
As contas da "Estoril Sol" (Casinos do Estoril, de Lisboa-Expo e da Póvoa de Varzim) respeitantes a 30/Set/2013 foram publicadas no sítio web da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM). Como pouca gente vê esse sítio e como os media "de referência" não as divulgaram, tais contas são praticamente desconhecidas do público.   Verifica-se ali que: 1) A empresa fechou o 3º trimestre com lucros de 1.258.281 €; 2) As receitas diminuíram 5% em relação às da mesma data de 2012. E, numa análise mais fina, constata-se que caíram 7% as receitas das slot machines mas subiram 2% aquelas do jogo bancado (bacará, gamão, etc).   No total de 137.771.294€ de receitas contabilizadas, 42% respeitam ao Casino de Lisboa-Expo, 37% ao do Estoril e 21% ao da Póvoa.   Por sua vez, os benefícios fiscais recebidos ascenderam a 2.736.516 €, ou seja, 2% do total das receitas e mais do dobro do lucro registado!   Os referidos benefícios foram atribuídos como apoio do Estado à "renovação de equipamentos" (2.331.516€) e à "animação realizada" (405.000€).
Aqui, mais uma vez, se vê o despudor deste governo.   No momento em que corta em pensões de poucas centenas de euros de viúvas e viúvos, assim como nas remunerações dos funcionários públicos, concede benefícios de milhões para a renovação de slot machines e de espectáculos nos casinos!
ECOSSISTEMA POLÍTICO-EMPRESARIAL
Uma aplicação interactiva permite examinar o ecossistema político-empresarial português. Foi criada por investigadores da Universidade de Coimbra e mostra o transito frenético entre os políticos da burguesia e o tecido empresarial, desde 1975 até 2013. Pode-se apreciá-la aqui:
http://pmcruz.com/eco/
O BOM EXEMPLO DA ISLÂNDIA
O governo da Islândia anunciou que cancelará 24 mil euros de cada hipoteca familiar, cumprindo a sua promessa eleitoral, apesar da crítica esmagadora das instituições financeiras internacionais. A medida foi apresentada pelo primeiro-ministro Sigmundur David Gunnlaugsson, do Partido Progressista (conservador) que ganhou as eleições de Abril deste ano com a promessa de aliviar a dívida familiar. Segundo a sítio web do governo islandês, a dívida familiar será reduzida uma média de 13 por cento. "Esta medida promoverá o rendimento disponível das famílias e estimulará as poupanças", afirma o governo. A notícia está em Russia Today .
Enquanto isso, em Portugal, há 636 mil portugueses em situação de incumprimento com o crédito bancário. Deste total, segundo o Banco de Portugal, 128 mil referem-se ao crédito à habitação.
A TEIMOSIA NO FRACASSO
A carta de demissão do ex-ministro das Finanças, Vitor Gaspar, era uma confissão do fracasso da política que seguira sob o diktat da troika. No entanto, apesar daquela confissão, manteve-se a mesma política como se nada se tivesse passado. E agora as troikas, nacional e estrangeira, anunciam que têm a intenção de continuar exactamente a mesma política, como se verifica na nova carta de intenções subscrita por P. Portas, M. L. Albuquerque e C. S. Costa. Estes três capatazes nacionais dos três funcionários da troika estrangeira cometem assim um acto de traição nacional:   esforçam-se por eternizar a servidão do país aos ditames do capital financeiro internacional.
O restabelecimento de um governo digno em Portugal é a condição prévia necessária para que o povo recupere a soberania nacional, com a ruptura em relação à zona euro, à UE, ao FMI, ao BCE, à NATO, à OMC. Retomar o destino nas suas mãos é a tarefa histórica que se depara ao povo português e a todos os povos oprimidos da Europa.
NOVO LIVRO DE EDMILSON COSTA
Resistir.info dispõe de alguns exemplares de "A crise económica mundial, a globalização e o Brasil", o novo livro de Edmilson Costa (287 pg., ed. ICP).   Custa 15 euros (porte incluido).   Os interessados poderão transferir essa quantia para o NIB 003601689910004600741 e a seguir informar (com nome/morada) para o email resistir[arroba]resistir.info.
ALEMANHA EXPORTA BANCARROTA E DESEMPREGO
"Mas um grande país [a Alemanha] com um enorme excedente estrutural de transacções correntes não exporta apenas produtos. Exporta também bancarrota e desemprego, particularmente se o fluxo de capital correspondente consiste em dívida a curto prazo". Quem o diz é Martin Wolf, colunista do Financial Times, a propósito da política económica do sr. Schäuble, ministro das Finanças alemão. Ver o seu artigo "O estranho universo paralelo da Alemanha – Plano de Merkel para a zona Euro é profundamente depressivo" .
Com tal política a sobrevivência da zona Euro é impossível. Donde se conclui que, para os países do Sul da Europa, o melhor caminho para evitar serem arrastados no naufrágio do Euro (e da UE) é a saída unilateral. Quanto mais cedo melhor.
FORAM OS SAUDITAS QUE ENTREGARAM ARMAS QUÍMICAS
Foram os serviços secretos da Arábia Saudita, dirigidos pelo príncipe Bandar, que entregaram armas químicas ao grupo "Jabhat al-Nusra", ligado à Al-Qaeda. Este bando terrorista actua na Síria por conta da Arábia Saudita e com salários pagos pelos seus serviços secretos.
A revelação está no sítio web da jornalista Silvia Cattori .

Acerca da Organização da ONU para a Proibição das Armas Químicas (OPAQ), ver em resistir.info:
  • O Brasil, os EUA, a OPAQ e Bustani , 27/Abril/2002
  • Como Washington destruiu a OPAQ , 28/Maio/2004
    A HISTERIA BELICISTA CONTRA A SÍRIA
    Em 2003 o imperialismo promoveu uma campanha histérica acerca de supostas armas de destruição maciça possuídas pelo Iraque. Como se viu, aquela mentira flagrante, cínica e deliberada do governo dos EUA destinou-se a justificar a invasão e ocupação daquele país. Hoje, mais uma vez, o imperialismo encena uma campanha mundial acerca de supostas "armas químicas" que teriam sido utilizadas pelas Forças Armadas sírias. Obama não apresentou uma única prova que corroborasse tal afirmação, mas a campanha prossegue. Destina-se a preparar a opinião pública para uma eventual agressão directa contra a República Síria à semelhança daquela desencadeada contra a Líbia. Diz-se a agressão directa porque a indirecta começou há vários anos com o armamento, treino e incentivo a bandos terroristas, os quais estão a ser derrotados pela Forças Armadas sírias. Tal como em 2003, os cães amestrados de Londres, Paris e Ancara ladram furiosamente a atiçar.
    Por outro lado, a crise financeira capitalista intensifica-se. O seu sistema bancário está em ruínas, tanto nos EUA como na Europa. Os monstruosos resgates governamentais com o dinheiro dos contribuintes e com emissões monetárias (bail-outs) fracassaram, tendo desaparecido no buraco negro da banca – agora já planeiam resgates internos (bail-ins) com o dinheiro dos depositantes. O que tem isto a ver com uma eventual agressão à Síria? Muito. Historicamente o imperialismo sempre procurou na guerra a saída para as suas crises.

    SWAPS: UM CASO DE POLÍCIA
    Destruir provas é crime. Pode-se presumir que os mandantes de uma destruição são presumíveis criminosos que procuram apagar o seu rastro. Assim, se a ministra das Finanças manda destruir documentos relativos aos swaps da Refer, Metro de Lisboa, Metro do Porto e TAP é lícito considerar que tais documentos a incriminariam. O agente que efectuou a destruição, sr. Heitor Agrochão, inspector geral da IGF, é um mero executor. Os/as responsáveis têm de ser procurados/as mais acima na hierarquia do governo PSD/CDS.
    A impudência desta gente não tem limites.
    O ÚLTIMO ACTO DE V. GASPAR FOI UM ROUBO
    O último acto de Vitor Gaspar como ministro das Finanças foi um roubo a todos os trabalhadores portugueses. A Portaria 216/A/2013 foi publicada em 2 de Julho, no mesmo dia em que V. Gaspar se demitiu do Ministério das Finanças. É assinada tanto por ele como por Mota Soares, que na altura também considerava demitir-se. Essa portaria passou quase desapercebida em meio a crise política que se seguiu. No entanto, é gravíssima pois concretiza as ameaças do governo ao Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social (FEFSS). O referido diploma ordena ao Instituto de Gestão de Fundos de Capitalização da Segurança Social (IGFCSS) que proceda à substituição dos activos em outros estados da OCDE por dívida pública portuguesa até ao limite de 90% da carteira de activos do Fundo. Ou seja, o dinheiro pertencente aos trabalhadores, acumulado naquele Fundo para servir a Segurança Social, será lançado à voragem do financiamento da impagável dívida pública portuguesa. Este governo moribundo até o último minuto cumpre as imposições da Troika. E o governo recauchutado que eles pretendem seria a continuação deste.
    PORTUGAL, UM POVO ESPOLIADO E SAQUEADO
    Não há dinheiro? Mas o rombo fraudulento do BPN está a custar 9 mil milhões de euros ao erário público; o défice da Madeira mais 5,8 mil milhões; o escândalo dos swaps monta a 3 mil milhões; e as PPPs rodoviárias a bagatela de 9 mil milhões de euros. Só estas quatro coisas significam um prejuízo de 26,8 mil milhões de euros para o Estado português – sem falar nas muitas outras que pejam a vida pública do país. Mas não passa pela cabeça deste serviçal da troika, o governo P.Coelho/P.Portas cortar em nada disso. O que eles querem é cortar mais 4,0 a 4,8 mil milhões de euros, até 15 de Julho próximo, nas pensões de reforma e nas remunerações de funcionários públicos.
    Por este governo na rua é um imperativo de sobrevivência nacional.

    OS COMPROMISSOS DELES
    Os compromissos assumidos pelo ministro das Finanças e pelo governador do Banco de Portugal estão aqui exarados: Letter of Intent, June 12, 2013 e memorandos que a acompanham.
    Mais vale ler a carta deles, com os compromissos reais, do que ouvir os discursos públicos em que frequentemente se contradizem ou dão o dito por não dito. Dentre outras coisas, no ponto 5 afirmam que "no fim da sessão legislativa (15/Julho/2013), finalizaremos todas as mudanças chave exigidas para implementar a revisão da despesa pública, através de aprovação pelo Conselho de Ministro ou submissão ao Parlamento se necessário, como especificado no anexo MEFP".   Recorde-se que a 8ª missão de revisão da Troika está prevista para meados de Julho.
    A carta conclui a afirmar que "Estamos prontos a tomar medidas adicionais se forem necessárias para atender aos objectivos do programa económico e consultaremos o FMI, a Comissão Europeia e o BCE antes de quaisquer revisões necessárias às políticas contidas nesta carta e no Memorando anexo". Servilismo q.b.

    DEMAGOGIA E REALIDADE
    Subitamente o governo Coelho-Portas descobriu que era preciso desenvolver a economia do país. Assim, no dia 23 de Abril, apregoou mais um pacote demagógico de medidas destinadas a incentivar os empresários a investirem e com isso aumentar o nível de emprego. É claro que já poucos acreditam nisso, mas sempre fica bem aos prepostos da troika fingirem que, além das finanças, também se interessam pela economia real. Mas a realidade desmente tais fantasias incentivadoras. Agora anuncia-se que a Salvador Caetano inaugura uma nova fábrica de carrocerias para autocarros, a qual criará 300 novos empregos.
    Onde será ela? Na China!
    MAIS UM CRIME DE LESA ECONOMIA NACIONAL
    O governo Coelho-Troika-Portas acaba de cometer mais um crime de lesa economia nacional com a extinção dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo, agora anunciada . As conversas balofas do Presidente República acerca de uma "economia do mar" resultam nisso, num país em que a marinha mercante está de rastros e a frota pesqueira mal consegue sobreviver. Os crimes de lesa economia nacional deste governo sucedem-se em catadupa. Agora é o semanário Expresso que anuncia a intenção de fechar a Siderurgia Nacional e mudar as suas fábricas da Maia e do Seixal para Espanha . O que está a suceder no país é um genocídio industrial, um genocídio da sua economia real. O famoso "consenso" com o PS que tanto desejam deve ser para melhor destruir a economia portuguesa. Um consenso na traição.
    IMPÉRIO PROMOVE A DESESTABILIZAÇÃO DA VENEZUELA
    Inconformadas com a derrota eleitoral, as agências do governo estado-unidense trabalham agora a todo o vapor para desestabilizar a situação na Venezuela. O objectivo último é desencadear um golpe fascista, como já tentaram antes. A situação evolui hora a hora. Ela pode ser acompanhada em:
  • Venezuelana de Televisão (VTV), canal estatal: www.vtv.gob.ve/en-vivo
  • Telesur: www.telesurtv.net/el-canal/senal-en-vivo
  • Ciudad de Caracas, jornal: www.ciudadccs.info/
  • Correo del Orinoco, jornal: www.correodelorinoco.gob.ve/
  • APORREA, sítio web: www.aporrea.org/
  • Resumen, sítio web: www.resumenlatinoamericano.org/
    AGENDA OCULTA E DESINFORMAÇÃO
    A campanha de desinformação acerca da Coreia continua intensa nos media que se auto-proclamam como "referência". A generalidade deles recorre a explicações do foro psico-patológico para definir o comportamento do governo norte coreano. Contudo, nenhum deles sequer aflora a agenda oculta do imperialismo. O objectivo não confessado do governo Obama é efectuar uma mudança de regime na Coreia do Norte – tal como as mudanças de regime que os EUA efectuaram no Iraque, na Líbia e na Jugoslávia e tal como as que está a tentar efectuar na Síria, Irão e Venezuela. Daí toda a série de provocações deliberadas, cuidadosamente medidas e calculadas, efectuadas pelo governo Obama. Elas estão a ser feitas nos planos económico, bancário, diplomático e militar. O objectivo é arruinar a economia coreana e fazer sofrer o seu povo a fim de gerar insatisfação contra o regime. Recorde-se que no momento da criminosa invasão do Iraque, em 2003, aquele país já havia sofrido dez anos de sanções económicas que o debilitara profundamente. Já não tinha meios nem forças para resistir. Por isso foi invadido e ocupado. Assim, o comportamento corajoso e combativo do governo e do povo norte-coreano tem lógica e racionalidade. Eles estão a lutar pela sobrevivência. Os coreanos sabem bem das atrocidades de que foi capaz de cometer o imperialismo na década de 1950, quando aviões da USAF espalhavam tapetes de napalm sobre aldeias camponesas, quando as cidades coreanas foram arrasadas, quando efectuaram ensaios de guerra bacteriológica e quando o general MacArthur ameaçou recorrer à bomba atómica para vencer a guerra (só por isso é que foi demitido por Truman, não pelos crimes anteriores).
    A solidariedade para com os países agredidos pelos imperialismo é um dever.
    O REEMBOLSO ADIADO
    Vai um grande alarido nos media porque o sr. Olli Rehn defende o adiamento dos reembolsos da dívida portuguesa . Manifestam-se exultantes e aliviados. Mas é preciso que se diga:   1) O Sr. Rehn não podia fazer outra coisa senão defender o adiamento dos reembolsos pois a perspectiva de um incumprimento seria muito pior para a UE;  2) Nenhum dos problemas portugueses fica sanado com tal adiamento e a dívida até é agravada;   3) O que o capital financeiro europeu pretende é transformar Portugal num eterno escravo da dívida;   4) Não existe qualquer solução real para os problemas económicos portugueses enquanto o país não recuperar a sua soberania monetária – a saída do euro é a condição necessária e indispensável, além obviamente do repúdio ao memorando de entendimento com a Troika.
    GOVERNO SABOTA A ECONOMIA NACIONAL
    Só a ligação ferroviária para um futuro terminal de contentores na Trafaria custaria 150 milhões de euros , anunciou o presidente da Refer. Além disso há que contabilizar o custo de construção do futuro porto (que ainda não existe) e do próprio terminal a ser construído. Por outro lado, os Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC) estão a pedir emprestado ao governo modestos 14 milhões de euros para poder efectuar a construção de um navio já encomendado.
    Destes dois episódios podem-se tirar algumas conclusões:
    1) Com este governo, tal como no socratismo, continua a mania dos projectos gigantes, de rentabilidade duvidosa e, em caso afirmativo, só a longo prazo.
    2) A opção pelos projectos gigantes prejudica as PMEs, que asseguram o maior número de postos de trabalho em Portugal. Tal como num jogo de soma zero, se há financiamento para projectos gigantes deixa de haver para o tecido de industrial e comercial português constituído por micros, pequenas e médias empresas.
    3) O fanatismo ideológico deste governo prejudica a economia nacional. O caso dos ENVC é exemplar:   a empresa é sabotada por este governo por ser estatal (ainda). O governo prejudica assim o nível geral de emprego e até mesmo as exportações nacionais (o cliente que encomendou o navio é estrangeiro).
    4) Factos como estes aparentemente não preocupam os comentaristas que peroram na TV acerca da situação económica portuguesa.
    DESEMPREGO NA EUROPA TENDE A CRESCER
    .
    "Nada se pode fazer sem a aprovação da Alemanha. E, francamente, a Alemanha seria insana se alterasse o status quo actual que a faz funcionar melhor que o resto da Eurozona. Simplesmente insana". Quem diz isto é o Dansk Bank . "Quem mais pode jactar-se de a sua taxa de desemprego ser significativamente inferior àquela de antes da crise financeira?", pergunta o banco dinamarquês. E conclui: "Portanto, aperto monetário, baixa inflação, austeridade. Isso está a funcionar em grande para o país que tem o poder".
    Está tudo dito. A saída da zona euro é uma necessidade objectiva para os países da Europa do Sul.
    OPERAÇÃO SECRETA: UE PROMOVE A PRIVATIZAÇÃO DA ÁGUA

    (legendado em português)
    Favor assinar esta petição: http://right2water.eu/
    52 FALÊNCIAS POR DIA EM 2012
    Em Portugal verificaram-se 52 falências por dia ao longo de 2012, um aumento de 62% em relação a 2011. Ao mesmo tempo, denuncia a CGTP, "A dívida aos trabalhadores que perderam os postos de trabalho em resultado do encerramento ou falência das empresas ultrapassa os 316 milhões de euros, afectando mais de 43 mil trabalhadores do sector público e privado, segundo dados apurados pela CGTP-IN. Na realidade o valor é muito superior, uma vez que este levantamento não abrange todos os distritos nem todos os sectores de actividade" . E com o Orçamento de Estado (inconstitucional) de 2013 é mais que certo que não haverá qualquer recuperação económica no próximo ano. A economia real portuguesa continuará nesse caminho para o abismo. Os aumentos na electricidade, gás, combustíveis, transportes, já anunciados para Janeiro, destinam-se a retirar ainda mais rendimento disponível dos trabalhadores e das PMEs (reduzindo-lhes a competitividade) e engordar o capital oligopolista.
    É preciso entender o que está realmente a acontecer: 1) A prioridade deste governo não é recuperar a economia real e sim satisfazer os credores externos de Portugal;   2) Com esse objectivo procura extorquir o máximo que pode do povo português, a qualquer custo e utilizando todas as manigâncias possíveis;   3) A lealdade do ministro das Finanças, Vitor Gaspar, é para com o capital financeiro e não para com o país que o viu nascer;   4) Ao "diluir" ao longo do ano os subsídios de férias e de Natal dos trabalhadores o plano não confessado do governo é vir a extingui-los.
    Correr com esta gente, recuperar a soberania monetária e romper as amarras com a UE é um imperativo de sobrevivência nacional.
    O DESCALABRO
    O descalabro das finanças públicas continua. Revela-se agora que a arrecadação fiscal caiu 5,8% entre Janeiro e Novembro de 2012 – consequência inelutável do pacote da troika. Além de levar o país à ruína, este governo de traição nacional continua o seu programa de privatizações selvagens. O cancelamento da venda da TAP a um suspeitíssimo sionista-colombiano constitui uma vitória parcial dos trabalhadores e da maioria do povo português. Mas a intenção de privatizá-la ainda continua de pé, assim como de privatizar a ANA, ENVC, RTP, as Águas de Portugal e o pouco que resta do sector empresarial do Estado. Um tal governo compromete não só as gerações presentes como também as futuras. Deitá-lo abaixo, com o seu Orçamento de 2013, é uma tarefa urgente. Figurinhas como o sr. Relvas, P. Coelho, António Borges e quejandos não são próprias de um país decente.
    SOLIDARIEDADE COM O POVO DE GAZA
    '.

    Notícias em:
  • Maan News Agency
  • Press TV
  • Resumen
  • FDLP
  • Electronic Intifada
  • Guerra e gás natural
    O FIM DO EURO E AS NOVAS PRIVATIZAÇÕES
    Este governo ao serviço da troika anuncia novas privatizações. Trata-se de vender a preço vil o que resta do sector empresarial do Estado (ANA, TAP, etc). Tudo é efectuado de forma altamente opaca, com tramas nos bastidores e em meio a negociatas suspeitas (exemplo: a mal explicada venda pela Câmara Municipal de Lisboa dos terrenos do aeroporto da Portela).
    Deve-se registar que isto ocorre no momento em que já se antevê o fim do euro e, talvez antes disso, o fim da presença de Portugal na zona euro. Assim, as novas privatizações agora em curso resultam na alienação de activos que serão preciosos quando o país estiver fora do euro. Sendo a dívida externa bruta portuguesa de mais de 200% do PIB, é ridículo dizer que os encaixes destas privatizações permitiriam reduzi-la qualquer coisa que se visse e tivesse algum significado.
    Estamos na fase em que o país é sugado ao máximo. Depois, quando não restar senão bagaço, será relegado ao seu destino. De pés e mãos atados, com a propriedade dos seus activos entregue aos novos rentistas que agora os compram ao desbarato.
    O TERRORISMO CLIMÁTICO CONTINUA
    Acaba de ser lançado em Lisboa o filme "4:44 Último Dia na Terra" , dirigido pelo sr. Abel Ferrara. Trata-se de mais uma obra mistificatória construída para espalhar o pânico com o mítico aquecimento global. No momento em que o modo de produção de capitalista estala por todas as juntas, a classe dominante tem de inventar terrores fictícios a fim de disfarçar aqueles que são bem reais. A arte da desinformação tem muitas facetas.
    Mais esclarecimentos em:
  • Acerca da impostura global
  • Aquecimento global: uma impostura científica
    INCÊNDIOS FLORESTAIS
    Nos primeiros sete meses de 2012 houve 14 mil incêndios em Portugal nos quais arderam 67.052 hectares, informa o Público . Passam-se os anos e é sempre o mesmo. Este ano a área ardida foi o triplo da que se verificou no mesmo período de 2011, segundo informa a Autoridade Florestal Nacional.
    Seria curial que, além de fazer estatísticas, os governos tomassem medidas para evitar estas tragédias repetidas. No ano de 2005 resistir.info publicou uma proposta de plano nesse sentido: Como evitar incêndios florestais e produzir energia .
    Mas nos sete anos desde então decorridos, nada se fez nas linhas descritas no artigo. A proposta do Eng. António Lopes – que incide na prevenção – mereceu um silêncio total que perdura até hoje. Aparentemente, os governos consideram mais fácil comprar carros de bombeiros & aviões para combater os incêndios florestais.
    DONOS DE PORTUGAL
    Donos de Portugal é um documentário de Jorge Costa sobre cem anos de poder económico. O filme retrata a proteção do Estado às famílias que dominaram a economia do país, as suas estratégias de conservação de poder e acumulação de riqueza.
    Mello, Champalimaud, Espírito Santo – as fortunas cruzam-se pelo casamento e integram-se na finança. Ameaçado pelo fim da ditadura, o seu poder reconstitui-se sob a democracia, a partir das privatizações e da promiscuidade com o poder político. Novos grupos económicos – Amorim, Sonae, Jerónimo Martins - afirmam-se sobre a mesma base.
    ARGENTINA EXPROPRIA A REPSOL
    A nacionalização parcial e tímida de acções que a Repsol detinha na Yacimientos Petrolíferos Fiscales (YPF) argentina é uma medida corajosa do governo de Cristina Kirchner. Mas é de se perguntar porque, face ao comportamento predatório daquela multinacional, o governo argentino levou tantos anos para avançar com esta decisão. Quem tiver alguma dúvida acerca deste comportamento que assista ao filme "La memoria del saqueo" , de Fernando Pino Solanas.
    Seja como for, com ou sem nacionalização, os problemas de abastecimento de petróleo do país permanecerão pois a produção dos seus campos petrolíferos já entrou em declínio. Tal como o resto do mundo, também a Argentina ultrapassou o Pico de Hubbert e encontra-se na fase de esgotamento.
    REBELIÃO FISCAL: O EXEMPLO IRLANDÊS
    A rebelião fiscal já começou, na Irlanda. Depois de quatro anos de crise contínua, o governo de Dublin enfrenta o boicote fiscal dos cidadãos. Metade dos contribuintes aos quais era exigido uma taxa extraordinária de 100 euros por habitação não efectuaram o pagamento até à data limite de 31 de Março. O movimento de boicote foi liderado por nove deputados da "Aliança Esquerda Unida" e alguns independentes.
    Ver artigo a respeito em Jornal de Negócios .
    MEE: NEM UM TRILIÃO DE EUROS SERÁ SUFICIENTE
    Alastra-se o pânico. Na sexta-feira, 30 de Março, os ministros das Finanças europeus decidiram aumentar a dotação do MEE para 800 mil milhões de euros. O seu valor inicial revelou-se insuficiente antes mesmo de ter entrado em acção. Como diz o título da revista Der Spiegel, mesmo uma firewall de um milhão de milhões (trillion) de euros não seria suficiente .
    Por sua vez, o jornal Die Tageszeitung estima que seriam precisos pelo menos 1,5 milhão de milhões de euros como fundo de resgate da moeda europeia. E isto somado ao EFSF , cujos fundos são insuficientes para "salvar" a Itália e a Espanha e que continuará a funcionar ao invés de ser substituído pelo MEE como fora previsto.
    De onde virão os recursos para o MEE? Dos orçamentos nacionais de cada país, pois este tem o poder despótico de requisitar-lhes recursos a qualquer momento – os quais terão de ser transferidos no prazo de sete dias. Ou seja, o futuro que eles preparam é depauperar os orçamentos dos estados membros da zona euro – os quais cobrem as despesas sociais de cada país – em benefício do capital financeiro.
    Subscreva a
    Acção colectiva contra o
    Mecanismo Europeu de Estabilidade,
    o novo ditador europeu

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    OS ABUTRES DA UE PÕEM A GRÉCIA SOB TUTELA ABSOLUTA
    A última declaração do eurogrupo acerca da Grécia pode ser caracterizada como uma manifestação de neocolonialismo predatório. Além de uma "reforçada e permanente presença sobre o terreno na Grécia" [da monitoragem da troika] o Eurogrupo da UE impôs a introdução na estrutura legal grega, dentro de dois meses, de "uma disposição que assegure que seja concedida prioridade aos pagamentos do serviço da dívida". E acrescenta que "Esta disposição será introduzida na Constituição grega tão logo quanto possível".
    A Europa dos monopólios e ao serviço do capital financeiro põe assim as suas garras de fora. Mesmo que falte leite para as crianças gregas, a prioridade terá que ser dada aos pagamentos do serviço da dívida. Esse é o caminho que eles preparam para todos nós, portugueses inclusive. Um vice-rei britânico na Índia colonial não agiria de forma mais despótica do que o faz agora a UE.
    A solidariedade com os trabalhadores gregos na sua luta pela ruptura com a ditadura da União Europeia e do capital financeiro é mais necessária do que nunca.
    A RENÚNCIA DO PR ALEMÃO
    Na Alemanha, Christian Wulff acaba de renunciar à Presidência da República. O Chefe do Estado alemão renunciou por ter aceite um empréstimo privado de 500 mil euros a uma taxa de juro favorável , bem como por alegações que pelos padrões portugueses são consideradas pouco significativas. Mas o que dizer de um Presidente da República envolvido no caso BPN e com amizades tão suspeitas como Dias Loureiro e Oliveira e Costa ?
    A DEMOCRACIA COMO FARSA
    A aprovação do novo memorando da Troika pelo parlamento grego, na madrugada do dia 13, significa que a democracia burguesa já deixou de funcionar na Grécia. O governo e o parlamento daquele país já não representam o seu povo. Tratam-se de meros fantoches submissos à Troika FMI-BCE-UE. O seu primeiro-ministro não eleito é um banqueiro imposto pela União Europeia.
    Os 199 deputados que aprovaram este diploma selvagem e de cumprimento impossível perderam os últimos resquícios de dignidade. As condições impostas foram tão revoltantes que 42 deputados da coligação governamental infringiram a disciplina partidária e votaram contra (21 da ND, o partido da direita, e outros 21 do Pasok).
    Este desenlace significa que a democracia burguesa na Grécia já deu o que tinha a dar e que a solução dos problemas do país passa pelo desligamento da UE, a ruptura com a Europa dos monopólios, o cancelamento unilateral da dívida e o poder popular. A luta heróica do povo grego continuará – é preciso apoiá-la.
    Por outro lado, pode-se antever que os sacrifícios inúteis agora impostos ao povo grego – assim como ao povo português, irlandês, espanhol e outros da Europa – constituem o começo do fim da UE e talvez do próprio euro enquanto moeda comum.
    MENSAGEM VINDA DA ACRÓPOLE
    Abaixo a ditadura da União Europeia dos monopólios.
    LIBERDADE PARA OS PRESOS POLÍTICOS DA COLÔMBIA
    .
    http://www.areitoimagen.blogspot.com/
    EUA: CANDIDATO DEFENDE O ASSASSÍNIO
    "O assassinato de cientistas iranianos é uma coisa maravilhosa" (sic). A afirmação é do sr. Rick Santorum, candidato à Presidência da República dos Estados Unidos da América (ver Digital Journal ). Ele diz o que a sra. Clinton pensa mas não diz.

    Assine a petição:
    Parar os preparativos de guerra!
    Acabar com o embargo!
    Solidariedade com os povos iraniano e sírio!

    PORTUGAL: A INIQUIDADE DESTA AUSTERIDADE
    Rendimento familiar disponível em países submetidos a medidas de austeridade.
    De todos os estados europeus submetidos a programas de austeridade, "Portugal é o único país com uma distribuição claramente regressiva, com perdas percentuais que são consideravelmente maiores no primeiro e segundo decil do que nos grupos mais altos da distribuição do rendimento. É o oposto do caso da Grécia onde as perdas percentuais são maiores nos decis do topo e aqueles na base perdem relativamente pouco" (sic).
    Esta afirmação consta na pg. 19 do relatório The distributional effects of austerity measures: a comparison of EU countries , publicado pela Comissão Europeia. Como se verifica no gráfico acima, Portugal é o único país onde as medidas de austeridade estão a exigir mais aos pobres do que aos ricos. A iniquidade das medidas de austeridade adoptadas pelo governo Troika-Passos Coelho – decorrente das suas opções de classe – é assim confirmada pela própria Comissão Europeia.

    A ESTRATÉGIA DA TENSÃO
    A histeria em relação ao suposto programa de armas nucleares do Irão continua a agitar os media ditos "de referência". Trata-se de uma campanha de mentiras orquestrada pelo imperialismo a fim de aumentar a tensão no Médio Oriente. Todos eles omitem, cuidadosamente, o facto de Israel dispor de um arsenal nuclear da ordem das 200 ogivas. E omitem igualmente a verdadeira "bomba atómica" do Irão:   a possibilidade de encerrar o transito no Estreito de Ormuz, por onde se escoa grande parte do petróleo mundial.

    Na semana passada, Obama assinou uma lei que lhe dá autoridade para novas sanções contra a República Islâmica. E enquanto intensifica a campanha anti-iraniana, prossegue o trabalho de sapa de desestabilizar a Síria através de ONGs financiadas e armadas pelo imperialismo. O lobby sionista domina os EUA e conduz o mundo a perigos crescentes.

    Tudo isto se passa no momento em que a humanidade já ultrapassou o Pico de Hubbert e tem início o esgotamento dos recursos petrolíferos mundiais. Uma agressão militar contra o Irão não é lógica nem racional – mas o imperialismo nem sempre é lógico ou racional. E sabemos que no passado todas as grandes crises do capitalismo resultaram em guerra.
    EUA: OS CAMPOS DE CONCENTRAÇÃO DO FEMA
    (legendado em português)



    DESINTEGRAÇÃO DA EUROZONA E DITADURA DO MEE
    A última cimeira de Bruxelas deu mais um passo rumo à desintegração da eurozona. O processo avança enquanto os "líderes" europeus entretêm-se com contos de fadas, tais como o da mudança de tratados europeus. Tivéssemos em Portugal autoridades lúcidas, já estariam elas a estudar planos "B", ou seja, a elaboração de planos de contingência para a saída do euro. No estágio avançado de deterioração em que está a zona euro, agora mesmo as propostas reformistas inteligentes de Varoufakis e Stuart Holland (apresentadas há mais de um ano) provavelmente já não seriam viáveis.
    O verdadeiro plano que o capital financeiro prepara, mas de que pouco se fala nos jornais económicos, é o de uma nova ditadura europeia através do Mecanismo Europeu de Estabilidade (MEE) . O Tratado do MEE foi assinado – à socapa – em 20 de Junho de 2011 e aguarda ratificações dos parlamentos nacionais da zona euro. Assim, Portugal, que já perdeu a sua soberania monetária e está em vias de perder a sua soberania orçamental, se aprovar o MEE perderá também a soberania sobre o seu Tesouro público. Ou seja, cairá numa situação colonial de novo tipo.
    A VIDA APÓS O EURO
    Vários bancos centrais europeus estão a estudar a sua capacidade técnica para emitir papel-moeda caso haja uma ruptura da união monetária da zona euro. O banco central irlandês e grego têm capacidades de impressão próprias, embora possam precisar de capacidades adicionais. A notícia está no Wall Street Journal .
    O ASSALTO DO FMI, BCE & UE A PORTUGAL
    Portugal terá de pagar juros de 34,4 mil milhões de euros pelo salvamento de 78 mil milhões acordado este ano com o FMI, BCE & UE – ou seja, o total a ser devolvido aos ditos "salvadores" será de 112,4 mil milhões de euros (juros+principal). Um salvamento assim é como atar um peso de chumbo a alguém que esteja a afogar-se. Tal empréstimo jamais poderá ser pago – o objectivo deliberado da troika foi submeter o país de modo permanente à servidão da dívida.
    A verdadeira saída para esta situação, a única que atende realmente aos interesses do povo português, é a recuperação da soberania monetária do país e a libertação das peias da UE. Os custos da saída do euro são inferiores aos custos da permanência no mesmo, com a consequente escravização eterna à ditadura do capital financeiro.
    NOVOS NEGÓCIOS GREGOS
    O governo dos EUA aprovou a entrega de 400 tanques Abrams à Grécia, tendo enviado ao seu governo uma carta quanto ao preço e disponibilidade. Por sua vez, o governo francês insiste em vender três fragatas à Grécia, o que tem provocado desgosto entre concorrentes da construção naval alemã. Assim se vê de onde vem o endividamento grego. Ao mesmo tempo, pode-se apreciar a qualidade de gestão de um governo sob a tutela da Troika FMI/BCE/UE.
    LÍBIA: A RESISTÊNCIA CONTINUA
    O martírio de Khadafi alvoroça os carrascos do povo líbio:   NATO, Klinton, Sarkozy, Cameron & transnacionais do petróleo, além dos seus serviçais locais, os bandos do CNT-Al Qaeda. O facto de se regozijarem com um assassinato mostra o nível ético a que chegaram. No plano moral já perderam a guerra há muito. A resistência de Sirte, sob os caça-bombardeiros da NATO, ficará como uma das páginas épicas da História. O heroísmo do povo de Sirte compara-se com o de Faluja, no Iraque, em ambos os casos submetidos à selvajaria fascista.
    Mas o contentamento dos abutres poderá ser sol de pouca dura. A resistência do povo líbio à guerra neocolonial continua. A História da Líbia não acabou. Continua a haver um governo legítimo e uma resistência valorosa – tal como no Iraque, no Afeganistão e em todos os países sob a bota da ocupação imperialista.
  • http://lavoixdelalibye.com/
  • http://www.resistencialibia.org/es/portada.aspx
  • http://leonorenlibia.blogspot.com/
  • http://www.algeria-isp.com/
  • http://libyasos.blogspot.com/
    A TRAGÉDIA GREGA REENCENADA EM PORTUGAL
    Eles estão na ofensiva. Querem a ruptura dos pactos sociais e não se importam com a ruína da economia real do país. A entrega da proposta de Orçamento para 2012 é a oficialização da ofensiva, a declaração de guerra a 99% dos portugueses. Diante desse ataque, a passividade, as meias medidas, as respostas tíbias são o caminho certo para a derrota. É preciso afirmar as coisas com clareza e sem rodeios:   existem soluções alternativas, mas nenhuma delas dentro do actual sistema. Nenhuma solução razoável pode ser encontrada enquanto Portugal não recuperar a sua soberania monetária. Esta recuperação permitiria o lançamento de uma moeda de emissão estatal (e não bancária como agora) para financiar a economia nacional. Tudo isto pode ser feito em conjunto com outros países que padecem situação semelhante. Além disso, o actual descalabro dos bancos portugueses – incapazes sequer de captar recursos internos para financiar a economia – permitirá uma nacionalização barata dos mesmos. Também é preciso afirmar com clareza que a dívida externa de Portugal (maior do que a da Grécia) é um problema mais grave e preocupante do que o défice das contas públicas e que os bancos portugueses são os principais responsáveis pela mesma.
    Eles, a troika e os seus capatazes locais, querem uma ruptura favorável ao capital financeiro. As forças progressistas devem contrapor uma proposta de ruptura favorável à esmagadora maioria do povo português. A timidez na contraproposta, o mero possibilismo , conduz a uma tragédia.
    PORTUGAL ENREDADO
    "O Estado deve ao Estado rendas de edifícios que o Estado vendeu ao Estado para que o défice do Estado fosse menor e a dívida do Estado parecesse que não era do Estado". Se não entendeu na primeira leitura, tente uma segunda no Jornal de Negócios . A conclusão que se tira de tudo isto é que as trafulhices do governo Sócrates continuam imparáveis no governo do sr. Passos Coelho. As teias tecidas são fortes, as conivências PS-PPD ainda maiores e a vontade política de por tudo em pratos limpos é escassa. Por que é que pouco se fala das PPPs?
    "O COLAPSO DA EUROZONA É QUASE CERTO"
    "A menos que haja uma mudança dramática e simultânea na política da Itália, da Alemanha e do Banco Central Europeu, o colapso da eurozona é quase certo. Nem a Itália, nem a Espanha, Portugal, Irlanda ou Grécia serão capazes de manter a sua condição de membros da eurozona e manter a sustentabilidade da sua dívida soberana com os spreads actuais da taxa de juro. Alguma coisa terá de ceder".   Quem afirma isto é um editor do Finantial Times, Wolfgang Munchau. O seu artigo pode ser lido em Eurointelligence .
    Face a isto, cabe perguntar para onde nos leva a subserviência do governo PSD/CDS aos ditames da troika FMI/UE/BCE. O desligamento de Portugal da eurozona é inevitável e os sacrifícios agora impostos aos portugueses são inúteis. No fim do programa da troika Portugal estará numa situação económica pior do que agora. Não há luz no fundo deste túnel.
    11/SET DEZ ANOS DEPOIS

    As demolições controladas do WTC e o ataque – com míssil – ao Pentágono cumprem agora 10 anos. Tais eventos foram previstos em documentos dos neocom dos EUA, que os consideravam o sinal (necessário) para desencadear guerras e agressões contínuas por todo o mundo a fim de alcançar o que chamavam de "século americano". Esse desígnio louco desencadeou uma série de guerras bárbaras e criminosas por toda a parte do planeta, as quais ainda continuam.

    Tem importância estudar, dissecar e denunciar os eventos do 11/Set porque eles foram o pretexto forjado das novas agressões imperiais. Os eventos do 11/Set podem ser comparados aos acontecimentos de 1933 em Berlim, quando Goering ordenou incendiar o Reischstag para culpar os comunistas e alcançar o poder total para os nazis. Podem também ser comparados ao "incidente do Golfo de Tonquim", uma provocação montada em 1964 pelo imperialismo a fim de desencadear a Guerra do Vietname.

    Tais factos históricos devem ser recordados, porque nos media que se dizem "referência" (do que? e para quem?) continua a enxurrada de desinformação acerca do 11/Set, das guerras em curso promovidas pelo imperialismo (Iraque, Afeganistão, Líbia) e de outras que se ameaçam (Argélia, Síria, Irão, Iémen).

    OS ABUTRES REPARTEM O BOTIM
    Estão reunidos em Paris, numa cimeira convocada por Sarkozy & Cameron , os países que participaram da agressão contra a Líbia. Consideram eles que chegou o momento de repartir os despojos. E cada um deles quer garantir o seu naco o mais depressa possível, antes que o vizinho o tome. Falam em "ajuda" à Líbia, mas o que querem é saqueá-la – inclusive os activos do seu banco central e do seu Fundo Soberano congelados no estrangeiro.
    SACRIFÍCIOS INÚTEIS
    Multiplicam-se as declarações acerca do fim do euro. Um importante dirigente da indústria alemã defende que a Alemanha, Áustria, Holanda e Finlândia saiam do euro . O conhecido historiador Hans-Joachim Voth afirma que "O euro não pode sobreviver na sua forma actual" . O economista liberal Charles Gave considera que "o euro é um Frankenstein que não pode funcionar" . Tudo isso significa que os sacrifícios que estão a ser exigidos aos povos da Grécia, Irlanda e Portugal são inúteis. Trata-se de uma tentativa de espreme-los ao máximo, em benefício dos credores, antes de abandoná-los. Quando os abandonarem, no fim do processo, estarão numa situação económica pior do que a actual. Não há luz no fim deste túnel: só trevas.
    Tivéssemos nós uma classe dominante minimamente lúcida, não submetida ao diktat externo e intelectualmente preparada, tomaria ela a iniciativa de afastar Portugal do euro. O passo seguinte seria a criação de uma nova moeda – mas não o antigo escudo. A nova moeda deveria ser de emissão estatal, nos moldes propostos por Rudo de Rujiter (v. Sair do euro – e depois? ). Esta deveria ser a perspectiva também das forças progressistas. Propor o aumento da produção nacional é um objectivo louvável, mas de duvidosa factibilidade sob o euro e a ditadura da troika. Tal proposta traz implícita a ideia (errada) de que poderia haver soluções dentro do sistema actual.
    O CANCRO DO TGV CONTINUA A CORROER
    Os gastos com o TGV totalizavam 116 milhões de euros no fim de 2010, informa o Jornal de Negócios . Mas ninguém teve a coragem de cancelar um projecto que é tão insano quanto o de um novo aeroporto . Mesmo que a situação económica do país fosse excelente, não há tráfego de passageiros que justifique semelhantes dispêndios. Enquanto isso, o outro verdadeiro cancro que corroi o país – o consumo desbragado de petróleo – é ignorado pelos poderes públicos. Bastaria generalizar o gás natural como combustível para o transporte e a factura petrolífera do país – 6,7 mil milhões de euros em 2010 – cairia drasticamente. Mas o anunciado aumento do IVA sobre o gás natural, equalizando-o com o dos refinados de petróleo, desestimula esta substituição.
    AS CONVULSÕES DO CAPITALISMO
    Na civilizada Grã-Bretanha acontecem motins de rua. Os EUA são degradados pelas agências de classificação de crédito. O pânico atinge bolsas de valores de todo o mundo. A Espanha e a Itália ameaçam ser os próximos países insolventes (a seguir, na fila, está a Bélgica). O mundo já está em recessão e no limiar de uma depressão. Milhões perdem o emprego e as casas no centro do império. E este intensifica o seu belicismo, com agressões contra tudo e contra todos (Líbia, Afeganistão, Iraque, Somália, Colômbia, ...). O grande beneficiário, o capital financeiro, vive à custa dos erários públicos. O capitalismo está podre. Entrou numa fase autofágica e já não é "consertável". Há que substituí-lo.
    O VIÉS DE CLASSE DESTA OPÇÃO FISCAL
    Chama-se renda ( rent, em inglês) aos ganhos obtidos pelos detentores de determinados privilégios (exemplos: propriedade da terra, de PPPs, de títulos da dívida pública, de concessões de estradas portajadas ou de portos e aeroportos, etc). As rendas não correspondem ao trabalho efectuado pelos seus beneficiários. Elas devem ser contrapostas aos rendimentos do trabalho (exemplos: salários ou lucros de empresários produtivos). Os rendimentos do trabalho são ganhos merecidos, ao passo que as rendas não o são.

    A distinção entre ganhos merecidos e não merecidos tem todo o interesse em matéria de política fiscal. Tributar a propriedade e a riqueza é uma medida louvável pois reduz o grau de desigualdade da sociedade, tornando-a menos injusta. Tributar o trabalho é o caminho para o depauperamento do tecido social, a redução do rendimento disponível da população e, em última análise, uma medida recessiva. Mas foi este o caminho escolhido pelo governo do sr. Passos Coelho ao anunciar em sede de IRS um extra de 50% sobre o equivalente ao 13º mês dos assalariados (subsídio de Natal) e dos profissionais precários que emitem recibos verdes (metade de 1/14 avos do rendimento anual dos mesmos). Uma opção de classe contra o trabalho e a favor dos rentistas.

    Do lado das receitas, muitas outras opções haveria para atingir os mesmos objectivos (exemplos: tributar transferências financeiras, o off-shore da Madeira, as grandes fortunas, etc). Mas convém não esquecer que a promessa eleitoral do governo era actuar sobretudo do lado da despesa. Mudaram-se os tempos (só 15 dias), mudaram-se as vontades...
    DESCOBERTAS DE CAVACO
    O Presidente Cavaco e Silva agora descobriu que a agricultura existe e é importante. No seu discurso de sabor salazarista feito em Castelo Branco recomendou o desenvolvimento das actividades agrícolas. Há algum tempo atrás o Presidente também fez a descoberta tardia de que o mar era importante e que o país devia desenvolver a sua vocação marítima – quando há mais de um quarto de século o PCP fartou-se de denunciar a absurda destruição da frota pesqueira nacional. Como se recorda a CEE chegou a financiar o desmantelamento de traineiras (depois de ter financiado a construção de algumas). Nas cerimónias do 10 de Junho, o Presidente pregou ainda as virtudes da frugalidade e a contenção de despesas. Cabe perguntar quanto custou toda essa deslocação de tropas e aviões para a parada militar em Castelo Branco.
    O VERDADEIRO PROGRAMA
    O FMI divulgou dia 7 de Junho o programa do governo português para os próximos três anos. Os documentos, num total de 121 páginas, podem ser descarregados em http://www.imf.org/external/pubs/cat/longres.aspx?sk=24908.0 (alguns deles já haviam sido divulgados anteriormente). A confrontar com as declarações do sr. Passo Coelho de que pretende ultrapassar (!) as metas ditadas pelo FMI...
    TEIA DE ENGANOS
    A democracia portuguesa saiu pouco dignificada das eleições de 5 de Junho. A abstenção foi de 41,1%. A campanha eleitoral do PSD, PS e CDS primou pela camuflagem do verdadeiro programa de governo: o pacote ditado pelo FMI/BCE/UE. Os media ditos "de referência" cumpriram a sua missão de desinformar, encobrir e silenciar as consequências do pacote. As questões sérias e graves não foram tratados pelos três partidos da direita e os seus acólitos nos media. O cumprimento do cronograma de três anos ditado pela troika, prometido pelo líder do PSD, não levará a qualquer saída do tunel. Resitir é preciso.

    O DESVANECIMENTO DAS RESERVAS-OURO DO BP
    Em 31/Dezembro/1974 o Banco de Portugal (BP) tinha 865.936 kg de ouro nas suas reservas. Em 31/Dezembro/2010 as reservas-ouro do BP eram apenas de 382.509,58 kg. Ou seja, em 36 anos desapareceram 483.426,42 kg de ouro o que dá uma média de 13.428,5 kg por ano. Agora o Público noticia que a cotação do ouro atingiu o recorde histórico de US$1506,75 dólares por onça-troy (31,103 gr) e que, em consequência, valorizou-se o que resta nas reservas do BP (€12,5 mil milhões em Fevereiro).
    Quanto valeriam se o banco central houvesse preservado as suas reservas-ouro? Esta gente andou a desbaratá-lo quando a sua cotação era baixa e agora que esta dispara em flecha o BP tem menos da metade do que dispunha antes. Ninguém pede contas a Vitor Constâncio e aos ex-governadores anteriores?
    NOVO AEROPORTO: ELES ESTÃO LOUCOS
    Só em juros, o novo aeroporto de Lisboa custaria 3,66 mil milhões de euros . Foi o que afirmou em 18/Abril/2011 o responsável pela NAER , a empresa pública responsável por este elefante branco.
    Ou seja, o montante dos juros custaria mais do que o investimento na construção do próprio aeroporto. orçamentado em 3,1 mil milhões de euros. Desse total, apenas 800 a 940 milhões de euros seriam da responsabilidade do investidor privado que ficasse responsável pela sua construção e exploração.
    Esses juros teriam que ser pagos ao longo de um período de 28 anos, entre 2015 e 2043, disse o sr. Carlos Madeira, da NAER. Estranhamente, aquele responsável não quiz dizer a que taxa(s) foi calculado o montante de €3,66 mil milhões de juros.
    É aberrante que se continue a falar em tom sério deste projecto megalómano. Lisboa não precisa de qualquer novo aeroporto – mesmo que a situação económica do país fosse excelente. Mas no momento em que Portugal está num estado de descalabro económico e financeiro e com o FMI/UE/BCE a preparar medidas drásticas contra o padrão de vida dos portugueses, tal projecto torna-se mentecapto e monstruoso. É estranhíssima a passividade da sociedade portuguesa diante de tal aberração.
    Continua a ser válido sempre assinar a Petição contra a construção de um novo aeroporto .
    IRLANDA: QUEIMAR BANQUEIROS E SAIR DO EURO
    Quase a metade dos executivos das 200 principais empresas da Irlanda considera que os accionistas dos bancos deveriam ser "queimados" (sic), revela um inquérito do Sunday Independent . Trata-se de uma sequela das condições punitivas impostas pelo FMI/UE no acordo de €67,5 mil milhões para o salvamento da banca irlandesa. A Alemanha e a França pressionam por um aumento do imposto rendimento sobre as empresas em troca de um pequeno alívio nas condições de reembolso do empréstimo.
    "Alguns economistas acreditam que os problemas de dívida da Irlanda podiam ser resolvidos pela saída do euro e a desvalorização da sua divisa. A ideia de romper com a Eurozona ganhou terrenos nos últimos meses. Ela teria sido impensável antes da crise de dívida soberana que esmagou a Grécia, a Irlanda e mais recentemente Portugal, o qual pediu um salvamento na semana passada", informa o Independent. .
    MAGNÍFICA VITÓRIA DO POVO ISLANDÊS !
    No referendo de 9 de Abril de 2011 o povo islandês deu uma magnífica prova de lucidez, consciência e civismo ao votar "Não" ao pagamento das dívidas dos banqueiros corruptos do Icesave. Trata-se de uma vitória memorável que ficará registada na história económica mundial.
    Apesar das pressões brutais feitas em favor do "Sim", com ameaças de toda espécie por parte da União Europeia, do FMI, das agências de classificação, dos governos britânico e holandês e dos políticos locais que dominam o parlamento e cozinharam um acordo dito "menos mau" que o anterior (rejeitado num primeiro referendo), o povo islandês soube ver onde estavam os seus verdadeiros interesses.
    Contados 90% dos votos, os resultados mostram que o campo do "Não" tem 59,1 por cento e o do "Sim" apenas 40,9 por cento .
    Deve-se louvar a dignidade e coragem do Presidente da República da Islândia, que soube enfrentar pressões a favor do acordo cozinhado pelo parlamento e exigiu a sua ratificação em referendo popular.
    Ver também:
  • A crise económica na Islândia: o remédio do FMI não é a solução , de Michael Hudson
  • Islândia: a chantagem odiosa , de Jean Tosti
    A QUEDA DO GOVERNO E A PIRUETA DO PSD
    Durante anos a fio o PSD foi conivente com todas as malfeitorias do governo Sócrates. Aprovou tudo o que este quis, orçamentos, PECs e tudo o mais. Deixou, aquiescentemente, que o governo PS fizesse o trabalho sujo. O PSD e o patronato estavam satisfeitos com as medidas anti-populares e ruinosas do governo do sr. Sócrates. Agora, 23 de Março, o PSD abandona a atitude de oposição fingida e dá mostras de virtuosa indignação – mas não com a sua política:  reclama apenas por não ter sido previamente consultado quanto ao PEC 4...
    Entre Sócrates e Passos Coelho há a mesma diferença que entre os inspectores Dupont e Dupond, personagens da banda desenhada do Tin-Tin Milou. "Eu ainda diria mais", corroborava Dupond ao que dizia Dupont.
    ARÁBIA SAUDITA ATINGIU O PICO, CONFIRMA A WIKILEAKS
    A Arábia Saudita não dispõe de suficientes reservas de petróleo para aumentar a sua produção , diz telegrama da Embaixada dos EUA em Riad revelado pela WikiLeaks. Este documento é apenas a confirmação daquilo que já se sabia há vários anos e que foi amplamente analisado pelo falecido banqueiro Matthew Simmons , dando origem ao seu livro Crepúsculo no deserto (Twilight in the Desert) . A fuga deste telegrama de Riad serve no entanto para confirmar que as autoridades dos EUA: 1) sabem muito bem que o mundo atingiu o Pico Petrolífero e que entramos agora na fase do declínio da produção; 2) adoptam uma política deliberada de silenciamento quanto a este problema crucial para os destinos humanos.
    O SORVEDOURO DO BPN
    O governo injectará mais 500 milhões de euros no BPN, anuncia o Público . Eles somam-se aos 4,8 mil milhões de euros já ali despejados após a sua nacionalização. O caso merece algumas observações:   1) O mesmo governo que deixou/deixa afundar centenas de empresas produtivas pelo país afora encontrou recursos vultuosos para salvar um banco insolvente – o contraste é chocante;   2) A nacionalização foi cuidadosamente circunscrita apenas ao próprio banco e não à sociedade que era sua proprietária (a qual supõe-se ainda ter património);   3) Os accionistas da holding proprietária do BPN (quem são?) foram assim poupados à nacionalização;   4) É lícito supor que esta nacionalização foi feita para evitar que o assunto fosse a tribunal, pois um processo de falência poderia tornar-se demasiado público para os interesses envolvidos;   5) O BPN ainda poderá exigir mais recursos do que os 5,3 mil milhões já recebidos, pois ninguém garante qual a dimensão do seu buraco.
    RUPTURA COM A AMAZON.FR
    Até hoje, 5 de Dezembro, resistir.info tinha um acordo de parceria com a Amazon.fr. Era um serviço adicional que prestava aos seus leitores e que lhe permitia receber uma pequena comissão na venda de livros, discos e outros produtos daquela empresa.

    Este acordo é agora rompido devido à atitude censórea da Amazon em relação ao Wikileaks. Doravante resistir.info recusa-se a colaborar com a Amazon e defende o boicote à referida empresa: não lhes comprar mais livros, discos ou quaisquer outros produtos.

    Resistir.info segue, assim, o apelo contido na na carta aberta de Daniel Ellsberg , em que condena a covardia e o servilismo da Amazon ao terminar abruptamente a hospedagem do Wikileaks no seu servidor devido a pressões de um senador dos EUA.

    Resistir.info sabe que sofrerá uma penalização financeira com a ruptura pois perderá as comissões acumuladas naquela empresa. Para reduzi-la solicita o apoio dos seus leitores.

    IRLANDA: SACRIFÍCIO INÚTIL
    Os termos do "salvamento" que o FMI/UE/BCE impôs à Irlanda são muito piores do que tudo o que já foi visto até agora. Até o dinheiro do Fundo de Reserva Nacional de Pensões (NPRF) foi devorado na voragem. Os abutres não perdoaram nem a pensão dos velhinhos! Este salvamento não é do povo irlandês e sim dos banqueiros privados irlandeses.
    A manobra decorreu em vários passos:  1) Num autêntico acto de traição nacional o governo irlandês resolveu garantir a dívida dos banqueiros privados irlandeses (os tais que estavam em situação muito saudável segundo o teste de stress feito em Julho pelo BCE);  2) Em consequência, de imediato o défice orçamental irlandês sofreu um aumento brutal, saltando de 11,9% do PIB para 32% do PIB;  3) Diante de tal défice a UE/FMI obrigou o governo irlandês a impor sacrifícios brutais ao seu povo (despedimentos em massa, cortes na educação, saúde, salários e pensões, etc) em troca do dito "salvamento".  4) Ainda assim, cedo ou tarde, a Irlanda (tal como a Grécia e outros países europeus) entrará em incumprimento (default).
    Destes tristes episódios podem-se tirar algumas lições:  1) Os sacrifícios que o capital financeiro pede/exige a governos servis como o irlandês, grego, português e outros são inúteis pois não levarão ao aumento das respectivas produções nacionais nem resolverão os problemas económicos subjacentes;  2) Em situações de insolvência mais vale declarar moratória antes de uma ruína total do que persistir inutilmente em pagar dívidas impagáveis;  3) Sacrificar povos no altar do capital financeiro é uma opção e não uma inevitabilidade;  4) Filosoficamente, a resolução de um problema de dívida incobrável pode-se dar tanto em favor dos credores como dos devedores;  5) Historicamente, verifica-se que as classes dominantes sempre optaram pela resolução em favor dos credores e as oprimidas sempre pretenderam o inverso.   6) A capitulação frente às exigências do capital financeiro leva à pauperização dos povos – cabe a estes tomarem o destino nas suas mãos se quiserem salvar-se.
    BOLÍVIA REDUZ A IDADE DE REFORMA!
    Enquanto na Europa tentam aumentar a idade de reforma e reduzir as pensões, na Bolívia o governo de Evo Morales lança um projecto de lei que reduz a idade da jubilação de 65 para 58 anos para os homens e de 62 para 56 anos para as mulheres.
    "Esta mudança é necessária. Nosso povo foi durante anos agravado. O tipo de trabalho que a maioria da população realiza é muito pesado. A diminuição da idade de reforma para os mineiros deve ser maior, para os 56 anos, e para os que vão ao fundo das minas deve diminuir para os 51 anos", afirmou o presidente Evo Morales.
    O vice-presidente, Álvaro García Linera, ressaltou qu o projecto rompe com o processo neoliberal engendrado pela lei de 1996. O novo sistema boliviano abolirá as Administradoras de Fundos de Pensões (AFP), que agora são dirigidas pelo grupo suíço Zurich e pelo banco espanhol BBV.

    OPÇÕES FISCAIS E AUTOFAGIA
    Tributar a propriedade e a riqueza é o caminho para uma sociedade menos injusta. Tributar o trabalho e as actividades produtivas é o caminho para a recessão. Foi esta última a opção adoptada pelo governo conjunto Sócrates-Passos Coelho. Os aumentos de impostos (IVA, IRS, IRC) anunciados a 12 de Maio resultam de um Estado que continua a desbaratar recursos em obras inúteis e gasta a mãos-cheias em coisas de duvidosa utilidade. Trata-se de um Estado autofágico, que destrói património público (exemplo: demolições de edifícios escolares em bom estado) só para dar contratos a empreiteiros de construção civil. Do ponto de vista simbólico, seria mais decente que os ministros do governo Sócrates começassem por cortar os seus próprios salários.
    Em tempo: quanto está a custar ao erário público esta recepção ao papa?
    É PRECISO O CANCELAMENTO, NÃO O ADIAMENTO
    O primeiro-ministro anunciou dia 7 de Março o adiamento dos projectos do novo aeroporto e da terceira ponte sobre o Tejo . Trata-se de um recuo táctico do governo, motivado pelas más razões: a situação económica do país. Mesmo que a situação económica portuguesa fosse pujante, com o país a nadar em riqueza e superávites, ainda assim seria um erro monstruoso avançar com estes projectos ruinosos. Portugal precisa de investimento público, sim, mas investimentos rentáveis, com pay-back, investimentos que aumentem a capacidade produtiva do país, disseminados por todo o seu território, que utilizem inputs nacionais, que criem empregos permanentes, que preencham janelas vazias no tecido produtivo nacional e – sobretudo – que reduzam rapidamente o consumo de refinados de petróleo (ex.: massificar a utilização de veículos a gás natural).

    Por outro lado, o simples adiamento de tais projectos vem criar ainda mais problemas para os municípios envolvidos. Neste momento eles estão tolhidos por restrições de ordem urbanística, como as zonas non aedificandi, com numerosos projectos locais paralizados. O adiamento vem perenizar os problemas que já os afligem.

    A única solução justa é o cancelamento definitivo do projecto do novo aeroporto e da nova ponte rodoviária sobre o Tejo. No mundo pós Pico Petrolífero, as gerações vindouras ficarão gratas se não tiverem de arcar com tais elefantes brancos.
    POVOS DA EUROPA: LEVANTEM-SE
    Clique a imagem para ampliar .
    A Acrópole amanheceu com este apelo do Partido Comunista Grego.

    "CITAM-SE A PAR, GRÉCIA E PORTUGAL"
    "Nós estamos num estado comparável sómente à Grécia: mesma pobreza, mesma indignidade política, mesma trapalhada económica, mesmo abaixamento de caracteres, mesma decadência de espírito. Nos livros estrangeiros, nas revistas quando se fala num país caótico e que pela sua decadência progressiva, poderá... vir a ser riscado do mapa da Europa, citam-se a par, a Grécia e Portugal".

    Eça de Queirós, 1872, in "As Farpas"

    OS MESMOS DE SEMPRE AGORA FINGEM-SE SURPREENDIDOS
    Os mesmos indivíduos que assinaram o Tratado de Maastricht; os mesmos que defenderam com entusiasmo a perda da soberania monetária portuguesa com a adesão ao Euro; os mesmos que efectuaram privatizações selvagen; os mesmos que destruíram as duas maiores conquistas da Revolução de Abril – o Sector Empresarial do Estado e a Reforma Agrária –; os mesmos que alegremente endividaram o país de forma alucinante; os mesmos que dilapidaram as reservas ouro do Banco de Portugal (em 31/Dezembro/1974 havia 865.936 kg); os mesmos que promoveram a desindustrialização, com a destruição do tecido produtivo nacional e a liquidação de panos inteiros da economia (construção naval, siderurgia, pescas, metalurgia pesada, ...); os mesmos que restabeleceram em Portugal o capitalismo monopolista e financeiro; os mesmos que põem Portugal a reboque do imperialismo/NATO fornecendo-lhe tropa para ocupar o Afeganistão; os mesmos que depauperaram os trabalhadores piorando drasticamente a repartição do rendimento nacional; os mesmos que defenderam e defendem projectos ruinosos como a construção de estádios para o jogo da bola ou de um novo aeroporto inútil; os mesmos que carpinteiraram o PEC a fim de tentar disfarçar o descalabro e agravar ainda mais a situação; os mesmos que conduziram ao actual estado de estagnação económica (crescimento previsto do PIB de 0,3% em 2010); estes mesmos indivíduos fingem-se agora muito surpreendidos quando as agências de rating degradam a classificação portuguesa. São eles os dirigentes do PS, PPD/PSD & CDS. Eles falam em "contágio" da Grécia. Mas a peste está neles, não nos gregos.
    UMA EUROPA ASQUEROSA
    A óptica de classe dos governantes da União Europeia ficou bem caracterizada pelas últimas medidas adoptadas.
    Primeiro emprestaram a mão-cheias – à taxa de 1% – aos banqueiros que provocaram a crise. A seguir emprestam – à taxa de 5% – às vítimas gregas dessa mesma crise.
    Por outro lado, esta Europa pretende controlar os orçamentos dos Estados membros antes mesmo de estes serem aprovados pelos respectivos parlamentos. E ao mesmo tempo, recusa-se a aplicar um imposto aos bancos que provocaram a crise e que receberam centenas de milhares de milhões de euros de ajudas públicas para sanar os seus balanços apodrecidos — eles continuarão a obter lucros milionários.
    Estes desenvolvimentos mostram o que pode acontecer a Portugal se se submeter passivamente ao diktat da UE. A puxadela da orelha de Cavaco dada pelo presidente checo é só uma advertência suave.
    A FORTALEZA DA ECONOMIA PORTUGUESA
    A fortaleza da economia portuguesa é espantosa. Continua viva apesar de 35 anos de saqueio, com privatizações selvagens, negociatas escandalosas, gestão ruinosa, estupidezes de política energética, incompetência governativa, desindustrialização, depauperação dos trabalhadores, desemprego, pioria da repartição do rendimento nacional, investimentos loucos, endividamento crescente. A tudo isso sobreviveu a economia portuguesa. Mas até quando será isso possível? A capacidade de resistência não é infinita. A gestão catastrófica e autista do sr. Sócrates, digno continuador dos seus antecessores, continua a agravar a situação, a ameaçar com a ruína a actual e as futuras gerações de portugueses. Há que atalhá-lo o mais breve possível. O Plano de Estabilidade e Crescimento que anda a cozinhar será uma continuação do presente, mais do mesmo. O povo grego está a dar resposta a planos desse jaez.
    APAGÕES: DESINFORMAÇÃO POR OMISSÃO
    O ocultamento das realidades nos media que se dizem "referência" faz-se também por omissões e eufemismos. É exemplar este título do Público: Investimento feito pela EDP em nova rede e na conservação da existente tem vindo a abrandar . Fosse esse um jornal honesto e desejoso de esclarecer os seus leitores deveria titular: "Após a privatização a EDP cortou drasticamente os custos de manutenção e conservação da rede". E poderia acrescentar que assim é para aumentar a cotação das acções da EDP na bolsa e para permitir que a mesma faça investimentos de milhares de milhões de euros em centrais eólicas nos... Estados Unidos. E finalmente poderia chegar à conclusão de ordem geral de que as privatizações dos serviços públicos conduziram e conduzem a uma pioria da qualidade de serviço e a um agravamento dos custos para os seus clientes. Será esperar demais uma notícia assim?
    PORTUGAL: RECORDISTA NA DESIGUALDADE
    Na lista dos países com maior fosso entre ricos e pobres Portugal vem em 5º lugar. A classificação é feita pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Do ponto de vista da desigualdade só Hong Kong (1º), Singapura (2º), EUA (3º) e Israel (4º) estão em situação pior do que Portugal.
    O coeficiente de Gini que o PNUD atribuiu a Portugal foi de 38,5 (numa escala em que zero representa a igualdade absoluta e 100 a desigualdade absoluta). O PNUD afirma que os 10% mais pobres da população portuguêsa detêm apenas 2% do rendimento nacional, ao passo que os 10% mais ricos detêm 29,8% do mesmo.
    A notícia está em Yahoo Finance .
    CURSO RÁPIDO DE ECONOMIA E ENERGIA
    Crash course é um notável curso de economia, energia e meio ambiente: http://www.chrismartenson.com/crashcourse . Ele pode ser assistido em inglês, castelhano ou francês. São cerca de 20 lições. O curso cobre praticamente tudo que é realmente importante, desde a função exponencial e a reserva fraccionária dos bancos até o endividamento geral, o Pico Petrolífero e o esgotamento dos recursos. É claro que um trabalho tão rigoroso e exacto como esse nunca poderia ser realizado por um economista vulgar formatado na escola de pensamento neoliberal. O seu autor, Chris Martenson, é de facto um cientista e, espantosamente, a sua especialidade é num ramo completamente distinto:  a neurotoxicologia (!).
    PS & PPD, OS CONTINUADORES
    "A politica converteu-se em uma vasta associação de intriga, em que os socios combinam dividir-se em diversos grupos, cuja missão é impellirem-se e repellirem-se successivamente uns aos outros, até que a cada um d'elles chegue o mais frequentemente que for possivel a vez d'entrar e sair do governo. Nos pequenos periodos que decorrem entre a chegada e a partida de cada ministerio o grupo respectivo renova-se, depondo alguns dos seus membros nos cargos publicos que vagaram e recrutando novos adeptos candidatos aos logares que vierem a vagar. É este trabalho de assimilação e desassimilação dos partidos, que constitue a vida organica do que se chama a politica portugueza".
    Eça de Queirós e Ramalho Ortigão, As Farpas, Agosto-Setembro de 1877.
    RETRATO NEGRO SEM MEA CULPA
    O ministro das Finanças acaba de reconhecer a situação negra da economia portuguesa . No seu discurso de 15 de Maio prevê uma queda do PIB de -3,4% em 2009, uma taxa de desemprego de 8,8%, uma queda do investimento de 12%, uma queda das exportações de 14%. Para não reconhecer que há deflação (o que introduz um risco sistémico), o ministro ridiculamente previu uma inflação de 0,1% em 2009.
    Nada disto é novidade. Muitos observadores isentos já haviam feito tais previsões há mais de um ano. A novidade está mais naquilo que o ministro não disse do que naquilo que disse.
    O ministro Teixeira dos Santos não disse, por exemplo, que: 1) A destruição do Sector Empresarial do Estado, efectuada pelo PS e PPD, deixou Portugal indefeso face à crise; 2) A perda de soberania monetária, com a adesão ao Euro, deixa Portugal inerme, de pés e mãos atados; 3) A situação negra por ele descrita não o levou à conclusão lógica de cancelar o programa de investimentos ruinosos promovidos por este governo (novo aeroporto, TGV, terceira ponte sobre o Tejo, super-Hospital de Todos os Santos em Lisboa); 4) A necessidade imperiosa de aumentar o Rendimento Disponível do povo português, modificando drasticamente a repartição do Rendimento Nacional em favor dos trabalhadores; 5) A necessidade imperiosa de reduzir a enorme factura petrolífera do país.
    Em resumo: trata-se de um discurso pífio em que o ministro apenas reconhece o óbvio, sem tirar as devidas consequências do quadro negro que apresenta. O autismo deste governo será sem dúvida um factor de agravamento da crise. Se Portugal fosse uma aldeia deveríamos tocar os sinos a rebate.
    PAÍS A SAQUE E A CAMINHO DA RUÍNA
    A depressão económica que agora se inicia no mundo capitalista pode ser agravada ou amenizada pelas políticas dos governos nacionais. No caso português, o governo do sr. Sócrates parece apostado em agravá-la ao máximo. Fecham empresas todas as semanas, aumenta o desemprego, os défices tornam-se assustadores, a dívida externa agrava-se a níveis monstruosos, mas ele permanece impávido nos seus projectos ruinosos – como o novo aeroporto, TGV, terceira ponte sobre o Tejo, o super-hospital de Todos os Santos, etc, etc. Enquanto isso, as universidades vivem à míngua, maternidades e centros de saúde são encerrados, as pensões de reforma são uma miséria, a repartição do rendimento é a pior de todos os países da Europa (a do Leste inclusive).

    O custo do novo aeroporto está agora orçamentado em €5 mil milhões. E, como toda a gente sabe, os orçamentos têm o hábito de fazer derrapagens da ordem dos 40, 50 ou mais por cento. Ao mesmo tempo, este governo autista e de lesa economia nacional ignora deliberadamente a realidade do Pico Petrolífero. Como se os preços momentaneamente baixos do barril – devido em parte à recessão económica – pudessem perdurar para sempre (o banqueiro M. Simmons prevê uma alta significativa dentro de seis a nove meses). E mesmo com os actuais preços baixos do barril, a TAP acaba de anunciar que foi obrigada a cancelar 2400 voos no 2º semestre de 2009. Hoje, até mesmo altos dirigentes de companhias de petróleo recomendam "poupar, poupar, poupar" . Mas governos ao serviço dos grandes empreiteiros fazem orelhas moucas.
    Quem porá cobro a isto?
    Continua a ser mais válido do que nunca assinar a Petição contra o novo aeroporto .
    COISAS SÉRIAS & FUTILIDADES
    A inanidade das discussões públicas nos media corporativos portugueses é estarrecedora. Falam de tudo e mais alguma coisa, desde que não se trate de assunto sério. É assim que enchem o espaço com pequenas e médias corrupções (agora é o caso Freeport que está na moda, amanhã será outro qualquer), casamentos de gays, histerismos com o dito aquecimento global, jogo da bola, a censura no carnaval de Torres Vedras e outros diversionismos quejandos. Mas da crise que abala o mundo capitalista só se fala para desinformar. E sobretudo negam-se as responsabilidades históricas do conluio PS-PSD quanto a situação em que está Portugal. Se hoje ainda estivesse em vigor a Lei de Delimitação dos Sectores , de 1977, Portugal estaria muito melhor preparado para enfrentar a crise pois disporia de um forte Sector Empresarial do Estado. Com a liquidação daquela lei pelos comparsas PS e PSD, e com as privatizações selvagens que se seguiram, Portugal está hoje à mercê das transnacionais. E quando estas resolvem encerrar as suas fábricas aqui (Opel, Qimonda, etc), pouco se pode fazer. Ridiculamente o sr. Manuel Pinho, ministro da Economia, disse que ia falar com o seu colega alemão para lhe pedir que mantivesse a Qimonda a funcionar, como se este último não estivesse a marimbar-se para o sr. Pinho.
    ORIGENS DO TERRORISMO NO MÉDIO ORIENTE
    Quem começou o terrorismo no conflito árabe-israelense?
  • Bombas em cafés: utilizadas pelos sionistas pela primeira vez na Palestina em 17/Março/1937, em Jaffa.
  • Bombas em autocarros: utilizadas primeiro pelos sionistas em 20/Agosto e 26/Setembro/1937.
  • Bombas em mercados: utilizadas primeiro pelos sionistas em 06/Julho/1938, em Haifa.
  • Bombas em hoteis: utilizadas primeiro pelos sionistas em 22/Julho/1946, em Jerusalém.
  • Bombas em embaixadas estrangeiras: utilizadas primeiro pelos sionistas em 01/Outubro/1946, em Roma (contra britânicos).
  • Minagem de ambulâncias: utilizadas primeiro pelos sionistas em 31/Outubro/1946, em Petah Tikvah.
  • Cartas bomba: utilizadas primeiro pelos sionistas em Junho/1947 contra alvos britânicos no Reino Unido.
    Para documentação, consulte-se The Arab Women's Information Committee e The Institute for Palestine Studies, Who Are the Terrorists? Aspects of Zionist and Israeli Terrorism, (Beirut: Institute for Palestine Studies, 1972).
    OUTRA INFORMAÇÃO SOBRE GAZA:
  • Gaza Today
  • Gaza Siege
  • Maan News Agency
  • Angry Arab
  • Palestinian Information Center
  • Uruknet
  • Moments of Gaza
  • Apresentação Power Point: a_terra_prometida.pps (2551 kB). Clique com o botão direito do rato e faça "Save As..." para descarregar.
    DO GUETO DE VARSÓVIA AO GUETO DE GAZA
    Gueto de Varsóvia, 1943.
    Em Abril de 1943 os judeus do Gueto de Varsóvia foram massacrados pela máquina militar do III Reich nazi. Em Dezembro de 2008 os palestinos do Gueto de Gaza são massacrados pela máquina militar do IV Reich nazi-sionista. Ambos os povos exerceram o seu direito inalienável à revolta contra a opressão.

    É hipócrita e cínica a atitude do governo português a recomendar que cessem os ataques de ambos os lados. Com essa argumentação pretende-se comparar a resistência digna do povo palestino e a acção criminosa do invasor sionista que massacra a população civil e destrói a infraestrutura de Gaza, depois de sustentar durante meses um bloqueio total contra o seu povo.

    Este genocídio só é possível porque o lobby judeu mundial concede-lhe o combustível necessário, porque os EUA dá cobertura política, economica e bélica ao agressor, porque a União Europeia lhe deu um sinal verde e porque grande parte da população israelense dá apoio à limpeza étnica promovida pelo governo nazi-sionista.

    Só o levantamento generalizado no mundo árabe e a solidariedade internacional, com todo tipo de protestos por toda a parte, poderá deter essa acção criminosa. Neste momento é importante reiterar a solidariedade com o governo legítimo do Hamas e repudiar a posição cúmplice do actual presidente da Autoridade Nacional Palestina, sr. Mahmud Abbas. Este, apesar da carnificina em curso, optou por acusar o Hamas pelo que está a acontecer e de forma submissa procura negociar com os assassinos do seu povo.
    A CRIAÇÃO DO DINHEIRO
    .
    Quem cria o dinheiro? A resposta está em Money as Debt , filme de 47 minutos de Paul Grignon. O DVD em inglês pode ser encomendado aqui . Para assistir ao filme dobrado em castelhano clique em Diñero es Deuda . É melhor do que ouvir certos comentaristas económicos que peroram na TV portuguesa...
    Se quiser aprofundar o tema leia também
  • O banco central dos EUA: O templo e os seus segredos sujos
  • Custos, malfeitorias e perigos do dólar
  • Segredos do dinheiro, dos juros e da inflação .
    OS ADORADORES DO DEUS MERCADO
    Os adoradores do deus mercado, os adeptos do neoliberalismo, os entusiastas do capitalismo high tech, os analistas económicos que debitam vulgaridades nos media "de referência", todos eles estão agora confrontados com uma realidade brutal: a ruína do capitalismo, pelo menos da forma em que o conhecemos. Estes últimos sete dias representaram uma viragem na história do capitalismo mundial (nacionalização de facto dos passivos da Fannie e do Freddie, falência do Lehman, salvamento da AIG, aumento gigantesco da dívida externa dos EUA, início do reflacionamento da economia estado-unidense).
    Há que ser claro: o que o Federal Reserve e o Tesouro dos EUA querem salvar não é a economia dos Estados Unidos e sim os seus banqueiros. O plano em curso é para reflacionar os activos imobiliários a fim de minorar os desastrosos balanços dos bancos. Por isso aumentarão o endividamento da população daquele país. Ou seja, resolvem um problema de dívidas insolventes com a acumulação de ainda mais dívidas. Trata-se de uma neo-escravização através da dívida. A repartição do rendimento nacional dos EUA obviamente irá piorar.
    A procissão ainda vai no adro. A crise sistémica do capitalismo está longe de acabada. As sequelas e repercussões pelo mundo afora têm desdobramentos que mal se podem adivinhar. O risco de o imperialismo empreender uma fuga para a frente através da guerra é enorme. Tudo isso num pano de fundo de uma realidade física inescapável: o mundo já atingiu o Pico Petrolífero, o que tem consequências fundas.

    DEPUTADOS BRITÂNICOS DÃO O BOM EXEMPLO
    Na Casa dos Comuns, em Londres, deputados britânicos deram um bom exemplo aos parlamentos de todo o mundo: constituíram o Grupo Parlamentar de Todos os Partidos sobre o Pico Petrolífero (All Party Parliamentary Group on Peak Oil, APPGOPO). Este grupo parlamentar acaba de divulgar um importante relatório que merece atenção. Nas suas 21 páginas analisam-se os impactos políticos e económicos do Pico Petrolífero, o impacto da escassez de energia nos assuntos humanos, soluções possíveis, sistemas de energia alternativos, produção alimentar e a concepção de comunidades preparadas para a nova realidade energética. Vale a pena ler este documento.
    Quando a Assembleia da República portuguesa tomará consciência do Pico Petrolífero? Tal como o governo Sócrates, até agora a AR tem assobiado para o lado. O projecto sobre o Protocolo de Esgotamento (Projecto de Resolução Nº 164/X), apresentado pelo PCP, arrasta-se nos meandros do palácio de S. Bento desde Dezembro de 2006 e nunca mais chega a plenário.
    INFLAÇÃO & DEFLAÇÃO EM SIMULTÂNEO
    A situação económica é, provavelmente, inédita. Não há memória de manifestações de inflação e de deflação em simultâneo . Por um lado, sobem os preços do petróleo e dos alimentos (mesmo sem considerar a desvalorização acelerada do dólar americano). Por outro, verifica-se uma queda nos valores dos bens imóveis, de muitas empresas industriais (se fossem vendidas hoje já não valeriam o mesmo que há um ano atrás) e obviamente das bolhas nos mercados de acções e outros títulos. Mais: o fenómeno tem um carácter mais ou menos generalizado entre os países da OCDE.
    O capitalismo pode conviver muito bem com a inflação. As advertências frequentes que os banqueiros fazem contra a inflação não passa de conversa destinada ao grande público. Mas daquilo que realmente os preocupa eles nunca falam: é a deflação. A deflação introduz um risco sistémico. Empréstimos efectuados tendo como base uma garantia colateral de um determinado valor tornam-se menos seguros. Se o montante em dívida ultrapassar o valor depreciado da garantia, o tomador será tentado a abandonar a sua obrigação contratual.
    Tudo isso indica que o mundo está a entrar em águas ignotas. Há um grande trabalho de investigação a fazer.
    AEROPORTO: O RECUO JÁ COMEÇOU
    Ainda que de uma forma tímida, encapotada e envergonhada, ilustres técnicos que defendiam a construção de um novo aeroporto para Lisboa já começaram a recuar nas suas posições. Nenhum deles, ainda, diz claramente que o novo aeroporto não deve ser construído. Por enquanto eles falam só em "faseamentos" e "flexibilizações" (ver Público ). No entanto, esta crise dos combustíveis era perfeitamente previsível e desde há muito tempo. Se estes ilustres técnicos lessem o resistir.info saberiam mais acerca do Pico Petrolífero e das suas consequências. E talvez chegassem à conclusão de que os investimentos que o governo prevê para infraestruturas rodoviárias também deveriam ser reanalisados.
    Mas a batalha contra o novo aeroporto ainda não está ganha e os jogos de interesses são muitos. Continua portanto a ser válido assinar a Petição contra a construção de qualquer novo aeroporto em Portugal .
    A CENTRALIDADE DO PICO PETROLÍFERO
    A questão do Pico Petrolífero é central, pois determina todas as outras. Isto é importante, em particular e sobretudo, na questão dos grandes investimentos públicos. Trata-se de despesas muitíssimo vultosas, elas provocam dívidas que comprometem não só a geração actual como gerações futuras.
    Este governo prevê investimentos colossais – como novo aeroporto, TGV e agora um terceiro atravessamento do Tejo – que não podem ser suportados pela combalida economia portuguesa. Além de serem investimentos que não se destinam a aumentar a capacidade de produção nacional, eles estão a ser decididos sem que sequer se tente antever o que virá a ser o mundo pós Pico Petrolífero.
    Gastar recursos em activos fixos que estimulam o tráfego rodoviário, aumentam o consumo de petróleo e dentro de poucos anos ficarão sub-utilizados é má utilização de recursos públicos.
    Muitos empreiteiros ganharão com isso, mas a sociedade como um todo perderá. Tais erros terão de ser pagos no futuro.
    11/SET: COSSIGA NÃO TEM DÚVIDA QUANTO AOS AUTORES
    "Fazem-nos crer que Bin Laden teria confessado o ataque do 11 de Setembro 2001 às duas torres em Nova York – quando de facto os serviços secretos americanos e europeus sabem perfeitamente que este ataque desastroso foi planificado e executado pela CIA e pelo Mossad, a fim de acusar os países árabes de terrorismo e poder assim atacar o Iraque e o Afeganistão", afirmou Francesco Cossiga, ex-Presidente da Republica Italiana, em declarações ao Corriere Della Sera.
    In Voltaire Net.
    REALIDADE E FICÇÃO
    Os "aquecimentistas" globais juram a pés juntos que a temperatura do mundo está a aumentar. Com base nessa crença conseguem dos governos que lhes financiem passeios a Bali e outros lugares turísticos a fim de assistir às conferências do IPCC. E com base na crença no diabolismo do dióxido de carbono (CO2) os mais espertos arquitectam polpudos negócios relativos aos direitos de emissão. Por sua vez, os media que arrogantemente se auto-classificam como "referência" (do quê?) instilam o medo na opinião pública quanto a supostas tragédias que estariam para acontecer (alteamento dos mares, derretimento dos pólos, etc). A ignorância científica é tamanha que alguns até dizem que o CO2 seria um "poluente". Mal sabem tais escrevinhadores que cada vez que expiram estão a deitar CO2 cá para fora (ainda não se atreveram a recomendar que parássemos de respirar, por enquanto).

    No entanto, a realidade acaba por se impor às ficções (muitas delas interessadas) dos "aquecimentistas". Agora o artigo de um investigador português, Luís de Sousa , acaba de mostrar que na verdade a temperatura em muitas partes do mundo está a arrefecer. O seu artigo mostra que houve quedas de neve inéditas em Buenos Aires, Bagdad, norte da Arábia Saudita e em muitas outros lugares, bem como o espessamento do gelo no Árctico. A sua investigação empírica corrobora a tese do grande climatologista Marcel Leroux, que dissecou o aquecimento global classificando-o como uma impostura científica .

    Na verdade, a grande tragédia do mundo é a ignorância dos políticos que o governam — desde Al Gore até aqueles cá do burgo lusitano. Quanto tempo e quanto dinheiro não foi e continua ser desperdiçado no combate ao dito aquecimento global e às emissões de CO2? Tais recursos poderiam ter sido bem aplicados a problemas reais como o combate a emissões realmente nocivas para os seres humanos a exemplo do SO2, dos NOx e outros poluentes

    Por outro lado, verifica-se que o aparente arrefecimento do mundo detectado por Luis de Sousa irá coincidir no tempo com o Pico máximo da produção petrolífera mundial que está a ser atingido neste momento. Esta gente preparou o mundo para o aquecimento global e não o preparou para o Pico Petrolífero. Mas, tal como uma vingança da natureza, verifica-se uma onda de frio no exacto momento em que se inicia a escassez do principal combustível que permite o aquecimento.
    COMPREENDER A FUNÇÃO EXPONENCIAL
    Compreender a função exponencial é uma tarefa urgente para a humanidade. Todos deveriam entendê-la, a principiar pelos políticos. Assim, não seria repetida tão frequentemente a lenga lenga mistificatória do "sustentável". Como mostrou Jared Diamond, em Collapse , a extinção de muitas civilizações deveu-se à não compreensão do que é uma função exponencial. O vídeo abaixo (em castelhano) é a reprodução de uma conferência do Dr. Albert A. Bartlett, da Universidade do Colorado. Para assistir ligue o alto-falante e clique sobre a imagem:
    Clique a imagem.
    PETIÇÃO INTERNACIONAL PARA PROIBIR
    AS ARMAS COM URÂNIO EMPOBRECIDO


    Clique a imagem para assinar.
    O PREÇO DO PETRÓLEO
    A tendência estrutural para a alta do preço do petróleo é inelutável. As causas básicas para isto estão na Curva de Hubbert , no pico petrolífero, na diminuição das reservas mundiais, no facto de os maiores campos petrolíferos do mundo estarem próximos do pico, no não planeamento do consumo deste recurso finito, na anarquia do mercado capitalista, no desperdício absurdo dos países desenvolvidos (a começar pelos EUA), no gigantesco fracasso militar dos EUA no Iraque. No entanto, nada disto transparece nos media ditos 'de referência' que continuam a desinformar os seus leitores com dados conjunturais e desenquadrados do contexto geral.
    Os piores cegos são aqueles que não só não querem ver como também desinformam os outros acerca da realidade. O não reconhecimento da realidade impede a adopção das medidas que se impõem.

    Clique para aceder ao texto em inglês.
    Texto do protocolo
    A POLÍCIA NAS BIBLIOTECAS
    O bibliotecário adverte...
    "ADVERTÊNCIA
    "Embora a Biblioteca de Santa Cruz faça todos os esforços para proteger a sua privacidade, sob a Lei Pública Federal 107-56, USA PATRIOT ACT, os registos dos livros e de outros materiais emprestados por esta biblioteca podem ser obtidos por agentes federais.
    "Aquela lei federal proíbe os funcionários da biblioteca de o informarem se agentes federais obtiveram registos sobre a sua pessoa. Questões acerca desta política deveriam ser dirigidas ao Procurador Geral John Ashcroft, Departamento da Justiça, Washington, D.C. 20530".


    "...sob certas condições, os capitalistas privados inevitavelmente controlam, directa ou indirectamente, as principais fontes de informação (imprensa, rádio, educação). É então extremamente difícil, e na maior parte dos casos na verdade quase impossível, para o cidadão individual chegar a conclusões objectivas".

    Albert Einstein, no seu ensaio de 1949   Porquê o socialismo .

    "As acções alcançaram o que parece ser um patamar permanentemente alto". Irving Fisher, Professor of Economics, Yale University, 1929.

    Liberdade para os cinco de Miami, nas garras do imperialismo

    Henry Kissinger: "O desafio básico é que a chamada globalização é realmente um outro nome para o papel dominante dos Estados Unidos". Palestra no Trinity College, Dublim, 12/Out/99.

    solidariedade com o povo palestino

    Goya, O massacre de 3 de Maio de 1808

    O mestre de Bush:
    "Com voz ou sem ela, o povo pode sempre ser levado a submeter-se à vontade dos dirigentes. É fácil. Tudo o que se tem de fazer é dizer-lhe que está a ser atacado, e denunciar os pacifistas por falta de patriotismo e por exporem o país ao perigo".
    Reichsmarschal Hermann Goering, comandante da Força Aérea Nazi (Luftwaffe), nos Julgamentos de Nuremberg.

    Goya, O sono da razão

    Em 1996, depois de cinco anos de sanções e de persistentes bombardeamentos contra o Iraque, o repórter da CBS Lesley Stahl fez a seguinte pergunta à embaixadora dos EUA nas Nações Unidas, Madeline Albright:
    — Ouvimos dizer que meio milhão de crianças morreu (em consequência da política americana contra o Iraque). Valeu a pena pagar esse preço?
    Resposta de Madeline Albright:
    — Nós pensamos que valeu a pena.


    Ver um crime com calma é cometê-lo.
    José Martí


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    O antigo contador de visitas foi desactivado em Agosto/2009.
    O resumo das estatisticas que coligiu entre 2002 e 2009 pode ser visto aqui .
    Os pormenores desse período continuam em antigo contador .


    Contador actual:

    Estatísticas

  • Ilyá Ehrenburg e a Espanha da II República , Miguel Urbano Rodrigues, 23/Mai

    Concepções erradas acerca do neoliberalismo , Prabhat Patnaik, 22/Mai

    França, estado policial , José Goulão, 21/Mai

    Seymour Hersh sucumbe à desinformação , Paul Craig Roberts, 20/Mai

    Call centers:   Um exemplo a seguir , João Vilela, 19/Mai

    Como combater a propaganda ocidental , Andre Vltchek, 18/Mai

    O mito da redução da TSU para acabar com o trabalho precário e o novo contrato do PS (?) para facilitar o despedimento individual , Eugénio Rosa, 17/Mai

    Já é tempo de celebrar os heróis reais, como o que acabámos de perder , John Pilger, 16/Mai

    A vulgar e sorrateira actividade do Syriza no dia 9 de Maio , KKE, 14/Mai

    Em estudo na Islândia:   Retirar aos bancos comerciais a capacidade de criar moeda , Romaric Godin, 14/Mai

    Serás pobre , Sandra Monteiro, 13/Mai

    Emprego, exclusão do mercado de trabalho e baixa de salários no período da "troika" e do governo PSD/CDS , Eugénio Rosa, 12/Mai

    A vitória deles e a nossa , João Vilela, 12/Mai

    Colômbia: A planificação do Terrorismo de Estado e a estratégia de confundir , Azalea Robles, 11/Mai

    Comando e controle , Jorge Figueiredo, 10/Mai

    Advertência de generais da antiga RDA , 08/Mai

    Ordem é ninguém passar fome e Progresso é o povo feliz , Otto Filgueiras, 07/Mai

    A voz do dono torna a censura obsoleta , Manuel Augusto Araújo, 06/Mai

    Ser de esquerda , Daniel Vaz de Carvalho, 05/Mai

    As diferenças no cálculo da pensão na Segurança Social e na CGA , Eugénio Rosa, 04/Mai

    Os "esquadrões da morte" uniformizados dos Estados des-Unidos , Wayne Madsen, 03/Mai

    16 sinais de que a economia dos EUA está encalhada , Michael Snyder, 02/Mai

    A fraude do aquecimento global de origem antropogénica , Signatários da carta aberta, 01/Mai

    Grécia atravessa as linhas vermelhas , Michael Roberts, 30/Abr

    EUA atravessam o sinal amarelo , M K Bhadrakumar, 29/Abr

    Missão impossível para a UE, não para a NATO , Manlio Dinucci, 28/Abr

    Até à Vitória Final , João Vilela, 28/Abr

    O Trotsky de Padura, Danton e a Revolução , Miguel Urbano Rodrigues, 27/Abr

    A utilização da Segurança Social para aumentar a competitividade determina a sua transformação numa segurança social minimalista e assistencialista , Eugénio Rosa, 26/Abr

    A Austrália secreta trava guerra contra o seu próprio povo , John Pilger, 25/Abr

    De onde vem o conservadorismo? , Mauro Luis Iasi, 24/Abr

    O sistema bancário ocidental é um castelo de cartas , Valentim Katasonov, 23/Abr

    Primárias e partido único , José Goulão, 22/Abr

    Exegese de uma "notícia" da Bloomberg , Joaquin Flores, 21/Abr

    A alternância e seus consensos , Daniel Vaz de Carvalho, 20/Abr

    Um cenário croata na Ucrânia , The Saker, 19/Abr

    Piketty: Regular o capitalismo através da fiscalidade? , Tony Andreani e Rémy Herrera, 17/Abr

    Basta de falsas ilusões! , Julio Díaz, 16/Abr

    "Os EUA combaterão pelo Donbass até ao último ucraniano" , Leonid Reshetnikov, 15/Abr

    Plano para recuperar o poder de criação monetária , Raúl Ilargi Meijer, 14/Abr

    Ucrânia bloqueia milhares de sítios web e confisca jornal , Eric Zuesse, 13/Abr

    Os BRICS e a ficção da "desdolarização" , Michel Chossudovsky, 11/Abr

    Jean Salem e a cultura integral , Miguel Urbano Rodrigues, 10/Abr

    O machado da guerra, o anzol da paz e os crápulas transparentes , Jorge Beinstein, 09/Abr

    "Uma espécie de golpe de estado está em curso no Montepio" , Eugénio Rosa, 09/Abr

    Os bancos centrais como bancarrotas de último recurso , Valentin Katasonov, 08/Abr

    A governanta confiável do imperialismo , Zoltan Zigedy, 07/Abr

    A guerra termonuclear como possibilidade real , Paul Craig Roberts, 06/Abr

    E depois do Adeus , César Príncipe, 04/Abr

    Carta de Albert Einstein alertando para o fascismo sionista em Israel , Albert Einstein, 03/Abr

    Grécia: Nenhum apoio ao governo, o povo deve lançar a sua contra-ofensiva , KKE, 02/Abr

    Snowden, Obama e o IV Reich Americano , Miguel Urbano Rodrigues, 01/Abr

    O conceito de imperialismo , Prabhat Patnaik, 31/Mar

    Cofres do Estado cheios, bolsos dos portugueses vazios , Eugénio Rosa, 29/Mar

    Cidadão sob ataque do estado policial lituano e o mundo sob o ataque de Washington , Paul Craig Roberts, 27/Mar

    Haverá sangue... , Jacques Sapir, 26/Mar

    Burocracia e fascismo no Brasil , João Vilela, 25/Mar

    Que o povo governe: Aí é que está a dignidade , Red Roja, 25/Mar

    "O Capital no Século XXI" , Michel Gruselle, 24/Mar

    Um barril de escorpiões , Coronel Cassad, 23/Mar

    A situação atual da banca em Portugal e a má gestão que continua a imperar , Eugénio Rosa, 22/Mar

    Colombo, um D. Quixote que chegou à América desafiando a Geografia e a História , Miguel Urbano Rodrigues, 21/Mar

    A América Latina na dinâmica da guerra global , Jorge Beinstein, 20/Mar

    As negociações gregas e as "linhas vermelhas" , KKE, 19/Mar

    A veia terrorista de Barack Obama , José Goulão, 18/Mar

    O laço do BCE em torno da Grécia: Como bancos centrais arreiam governos , Ellen Brown, 17/Mar

    Sobre a direita no Donbass antifascista , Oscar Valadares, 16/Mar

    Brasil: Contra a chantagem do impeachment e a conciliação governista , PCB, 15/Mar

    As dívidas à Segurança Social aumentaram com o governo PSD/CDS , Eugénio Rosa, 15/Mar

    As consequências laborais do TTIP: crónica de um desastre anunciado , Stop TTIP, 14/Mar

    O capital fictício, como a finança se apropria do nosso futuro , Daniel Vaz de Carvalho, 13/Mar

    Maduro: "Sanções dos Estados Unidos são prólogo de agressão" , Miguel Urbano Rodrigues, 12/Mar

    Exército europeu unificado , Coronel Cassad, 12/Mar

    O fascismo está outra vez em ascensão , John Pilger, 11/Mar

    Reforma política e corrupção , Samuel Pinheiro Guimarães, 10/Mar

    Porque a união energética da UE irá fracassar , Igor Alexeev, 09/Mar

    O aumento dos desequilíbrios entre os países da UE agrava a crise europeia , Eugénio Rosa, 08/Mar

    O euro e as lições da história , Alexandre Abreu, 07/Mar

    A balcanização da Ucrânia , Miroslav Lazanski, 06/Mar

    Venezuela: Golpe no Caribe , Luis Britto García, 05/Mar

    A desilusão: a hera na lapela , Mauro Luis Iasi, 04/Mar

    O ódio aos russos do fascismo ucraniano , Miguel Urbano Rodrigues, 04/Mar

    Grécia: Grande comício contra o novo acordo anti-povo , KKE, 03/Mar

    Um modelo que gera o atraso e o endividamento do país , Eugénio Rosa, 02/Mar

    A desindustrialização da Ucrânia , Ivan Lizan, 02/Mar

    Acerca de negociações:   lições do caso Syriza , Daniel Vaz de Carvalho, 01/Mar

    Grécia: os próximos quatro meses , Michael Roberts, 27/Fev

    Grécia: Nenhuma tolerância ao novo acordo entre o governo e a UE , KKE, 26/Fev

    No que se tornaram os economistas e a economia americana , Paul Craig Roberts, 25/Fev

    Causas da degradação da administração pública em Portugal , Eugénio Rosa, 24/Fev

    Grécia: "ajuda" estilo terceiro mundo e dívida , Michael Roberts, 24/Fev

    A luta contra a UE e a libertação dos povos: sobre a derrota da euro-esquerda grega , João Vilela, 23/Fev

    O primeiro aniversário do início da guerra civil na Ucrânia , Coronel Cassad, 22/Fev

    Troika, Grexit ou Plano B? , Michael Roberts, 21/Fev

    O euro em fase terminal , Jorge Bateira, 20/Fev

    Cuba/EUA: que mudanças? , Rémy Herrera, 20/Fev

    SYRIZA: Quando eles dizem que carne na verdade é peixe , KKE, 19/Fev

    Será que o FMI anexou a Ucrânia? , Michael Hudson, 18/Fev

    Vitória russa no conflito da Ucrânia , M K Bhadrakumar, 14/Fev

    Estratégias da direita , Daniel Vaz de Carvalho, 13/Fev

    Somos todos gregos!  Imasté Olli Hellines!! , PRCF, 12/Fev

    Um ajuste fiscal para cevar os banqueiros e rentistas, ou o mimetismo degenerado do camaleão proletário , Edmilson Costa, 11/Fev

    A opção Faluja na Ucrânia do Leste , Mike Whitney, 10/Fev

    O mito de que é a Alemanha que financia a União Europeia , Eugénio Rosa, 09/Fev

    Diplomacia franco-germânica , Jacques Sapir, 08/Fev

    Sobre a perigosa e enganosa campanha da chamada "solidariedade com o povo grego" , KKE, 07/Fev

    A significância da vitória do Syriza , Prabhat Patnaik, 02/Fev

    Organização popular e eleitoralismo , João Vilela, 02/Fev

    A União Europeia e o Euro serviram para enriquecer a Alemanha , Eugénio Rosa, 01/Fev

    A Rússia na mira , Paul Craig Roberts, 30/Jan

    A auto-destruição da Europa , EKAI, 29/Jan

    Liberdade, onde estás? Não na América ou na Europa , Paul Craig Roberts, 28/Jan

    O fortalecimento do KKE indica, de novo, uma tendência para o reagrupamento de forcas à sua volta , KKE, 27/Jan

    A espoliação dos trabalhadores de "recibo verde" , Eugénio Rosa, 27/Jan

    O BCE, a QE e a fuga à estagnação , Michael Roberts, 26/Jan

    Apelo ao voto no KKE , 24/Jan

    A QE do BCE , Jacques Sapir, 23/Jan

    O futuro dos EUA será a ruína , Paul Craig Roberts, 22/Jan

    A UE não existe , Daniel Vaz de Carvalho, 21/Jan

    A Rússia deixa no frio o comissário europeu da energia , Aleksei Kettunen, 20/Jan

    A difícil luta pela paz na Colômbia , Miguel Urbano Rodrigues, 19/Jan

    Que jogo está a jogar a Casa de Saud? , Pepe Escobar, 18/Jan

    A reforma e a aposentação antecipadas na Segurança Social e na CGA em 2015 e os cortes a que estão sujeitas as pensões , Eugénio Rosa, 16/Jan

    As eleições gregas de 25 de Janeiro , Giorgos Marinos, 14/Jan

    O regresso do fascismo – A propósito do Charlie Hebdo , Jorge Beinstein, 13/Jan

    Da leitura de Bernstein e Kautsky à teoria e prática Marxistas de Lenine , Miguel Urbano Rodrigues, 12/Jan

    As remunerações e os custos do trabalho em Portugal e na UE , Eugénio Rosa, 12/Jan

    Eu sou todos os Charlies , Soares Novais, 11/Jan

    Quem foi o mandante do atentado contra Charlie Hebdo? , Thierry Meyssan, 09/Jan

    Atentado em Paris contra o Charlie Hebdo: o horror , PRCF, 07/Jan

    Infraestrutura e superestrutura: o antifascismo e o anticapitalismo , João Vilela, 07/Jan

    A chanceler e os cegos , Jacques Sapir, 06/Jan

    Os custos da desigualdade , Daniel Vaz de Carvalho, 05/Jan

    Perspectivas para 2015 , Jorge Figueiredo, 03/Jan

    A defesa do imperialismo do dólar , Mike Whitney, 02/Jan

    O capital fictício, nova obra de Cédric Durand , Jacques Sapir, 01/Jan/2015

    Modernidade de Marx , Miguel Urbano Rodrigues, 31/Dez

    A mensagem de Natal de Passos Coelho e o seu "milagre" da redução do desemprego , Eugénio Rosa, 30/Dez

    Será a arma do preço do petróleo realmente eficaz contra a Rússia? , Olga Shedrova, 29/Dez

    Um Zoo humano de inimigos do povo , Miguel Urbano Rodrigues, 26/Dez

    Surgiram provas: foi um caça dos fascistas ucranianos que derrubou o MH17 malaio , Vladimir Markin, 25/Dez

    Requisição civil no Grupo TAP coloca o Governo fora da lei! , CGTP-IN, 24/Dez

    De Internacional Socialista a internacional putchista , Maurice Lemoine, 23/Dez

    Petróleo, moedas, finanças, sociedades, Médio-Oriente:   A grande tempestade no Ocidente! , GEAB, 22/Dez

    Mudança de regime em Cuba , Paul Craig Roberts, 21/Dez

    A NATO é um tigre de papel , Alexander Zapolskis, 20/Dez

    O aumento fenomenal na desigualdade de riqueza , Prabhat Patnaik, 19/Dez

    Propriedade pública e socialismo , João Vilela, 18/Dez

    "As raizes da crise na China capitalista" , Miguel Urbano Rodrigues, 17/Dez

    A manipulação dos dados do desemprego e do emprego pelo governo , Eugénio Rosa, 17/Dez

    Presidente Rousseff declara guerra à classe trabalhadora , James Petras, 16/Dez

    Confrontação Norte-Sul… ou aliança entre trabalhadores do Norte e povos do Sul? , Rémy Herrera, 15/Dez

    O ébola e a dívida , Jubilee Debt Campaign, 11/Dez

    A guerra pelos media e o triunfo da propaganda , John Pilger, 09/Dez

    O "Turk Stream", outra proeza de Moscovo , The Saker, 08/Dez

    A lenda do mal menor ou a arte de votar útil e ganhar um governo inútil , Edmilson Costa, 06/Dez

    Reencontro com o Brasil , Miguel Urbano Rodrigues, 05/Dez

    "Segundo governo Dilma será bem mais conservador que o primeiro" , Mauro Iasi, 03/Dez

    A importância do "Económico" , Prabhat Patnaik, 02/Dez

    MH17: Afastar a Malásia da investigação tresanda a encobrimento , Ulson Gunnar, 01/Dez

    Projecto Ucrânia completado , Rostislav Ishchenko, 28/Nov

    Amigos de Mário Soares , César Príncipe, 27/Nov

    Demitam-nos! , Daniel Vaz de Carvalho, 26/Nov

    O acumular das nuvens de recessão , Prabhat Patnaik, 25/Nov

    A importância da banca para a economia e a subserviência do poder politico e dos supervisores aos banqueiros , Eugénio Rosa, 24/Nov

    Guerra total na Ucrânia: "Ofensiva final" da NATO , James Petras, 23/Nov

    Se a Itália sair do Euro… , Jacques Sapir, 22/Nov

    As dinâmicas do futuro afastam a Europa das lógicas de guerra do Ocidente , GEAB, 21/Nov

    Colômbia: A estratégia dual do regime Santos , James Petras, 20/Nov

    A crise capitalista e as confusões entre marxistas , Zoltan Zigedy, 19/Nov

    O cerco a Julian Assange é uma farsa , John Pilger, 18/Nov

    A anatomia do Estado sob o neoliberalismo , Prabhat Patnaik, 17/Nov

    Caça ao Outubro Vermelho ao largo de Brisbane , M. K. Bhadrakumar, 15/Nov

    Que futuro espera a Novorússia? , Vladislav Breeg, 14/Nov

    A troika interna e seus consensos (2) , Daniel Vaz de Carvalho, 13/Nov

    Acordo comercial UE-EUA: Comissão Europeia levada a tribunal por "sufocar a dissidência" , 12/Nov

    A troika interna e seus consensos (1) , Daniel Vaz de Carvalho, 12/Nov

    Brasil: Recados eleitorais para a nova etapa do jogo político , Hamilton Octavio de Souza, 11/Nov

    Inflação e deflação em simultâneo , Ismael Hossein-Zadeh, 10/Nov

    Sobre o ataque à Linha Justa a pretexto do combate ao sectarismo , João Vilela, 09/Nov

    Mais uma estória falsa de Bin Laden , Paul Craig Roberts, 08/Nov

    A Europa irá pagar toda a confusão na Ucrânia , Michael Hudson, 07/Nov

    A realidade negra do desemprego em Portugal , Eugénio Rosa, 07/Nov

    O principal Estado terrorista , Noam Chomsky, 06/Nov

    O discurso económico infantil de Passos Coelho , Eugénio Rosa, 05/Nov

    A agenda real da Fundação Gates , Jacob Levich, 04/Nov

    Mudanças decisivas no sistema global , Jorge Beinstein, 03/Nov

    Revolucionários sem rosto: Uma história da Ação Popular , Edmilson Costa, 31/Out

    A estória do ébola não cheira bem , Paul Craig Roberts, 31/Out

    Colômbia: As coisas não serão como sonha a oligarquia , Timoleón Jiménez, 30/Out

    Quem cozinhou a sopa em Hong Kong? , M K Bhadrakumar, 29/Out

    Brasil: Metástase da corrupção e eleição da hipocrisia , Correio da Cidadania, 28/Out

    Partidos antissistémicos funcionais para o sistema , Carlos Morais, 27/Out

    Botão de pânico da Europa , Patrick L. Young, 24/Out

    A entrada do ébola nos EUA tem todas as marcas de um acontecimento planeado , Paul Craig Roberts, 23/Out

    Capitalismo e discriminação entre trabalhadores , Prabhat Patnaik, 22/Out

    Temos de saltar do comboio – mesmo que esteja em andamento! , João Carlos Graça, 21/Out

    A guerra saudita do petróleo contra a Rússia, o Irão e os EUA , Pepe Escobar, 20/Out

    2015: O mundo vira-se para o Leste , GEAB, 20/Out

    Em 2015 os portugueses pagarão mais €2.006 milhões de impostos e as empresas menos €892 milhões , Eugénio Rosa, 18/Out

    O sexto turno eleitoral , Mauro Iasi, 17/Out

    Cretinismo parlamentar e democracia oligárquica , Daniel Vaz de Carvalho, 16/Out

    Ucrânia levanta-se contra a NATO, os neoliberais e os oligarcas , Boris Kagarlitsky, 15/Out

    As vantagens da saída do Euro , Eugénio Rosa, 14/Out

    Brasil: Nem Aécio nem Dilma , PCB, 13/Out

    As origens da crise do ébola , Tariq Ali e Allyson Pollock, 13/Out

    É urgente uma reforma democrática do sistema fiscal português , Eugénio Rosa, 12/Out

    De Pol Pot ao ISIS: "Qualquer coisa que voe sobre tudo o que se mova" , John Pilger, 10/Out

    A magnitude impressionante da crise , Juan Torres López, 09/Out

    Sair do Euro para recuperar a soberania e desenvolver o país , Octávio Teixeira, 08/Out

    A banca, a saída do euro e o desenvolvimento do país , Eugénio Rosa, 07/Out

    Como enfrentar os fundos abutres e o imperialismo financeiro , Eric Toussaint, 06/Out

    Em Hong Kong tentam mais uma daquelas revoluções coloridas , James Petras, 05/Out

    Como sair do euro – Breves considerações políticas, legais e práticas , Manuel Brotas, 03/Out

    Brasil: "A verdadeira tarefa da esquerda vem depois das eleições:  construir a alternativa ao bloco dominante" , Gabriel Brito e Valéria Nader, 03/Out

    "Portugal poderá perder ainda mais com a permanência no Euro" , João Ferreira, 02/Out

    Brasil: Os abutres financeiros querem a chave do cofre , EdmiIson Costa, 29/Set

    Sobre os bombardeamentos norte-americanos em território da Síria , CPPC, 28/Set

    EUA: um estado terrorista inimigo da humanidade , Miguel Urbano Rodrigues, 27/Set

    O ocidente bate em retirada na Ucrânia , M. K. Bhadrakumar, 27/Set

    Os prós e os contras dos Acordos de Minsk , Federico Pieraccini, 26/Set

    Geopolítica do petróleo e gás natural , Rui Namorado Rosa, 25/Set

    Os manipuladores do ouro , Paul Craig Roberts, 24/Set

    Brasil: A manipulação das eleições burguesas e a Frente de Esquerda , PCB, 23/Set

    TTIP: A Comissão Europeia cava a sua sepultura , Mark Bergfeld, 22/Set

    Analogias entre a agressão à Jugoslávia e à Ucrânia , Stephen Karganovic, 22/Set

    Análise do crash do voo MH17 da Malaysian Airlines , União Russa dos Engenheiros, 21/Set

    Europa 2020 – Comunidade ou império? , GEAB, 20/Set

    O destino de Portugal pode ser outro , Daniel Vaz de Carvalho, 18/Set

    Redesenhar o mapa da Federação Russa:   Partição da Rússia após uma III Guerra Mundial? , Mahdi Darius Nazemroaya, 17/Set

    As armas da crítica e a crítica das armas , João Vilela, 16/Set

    O relatório da comissão holandesa sobre o crash do MH17 malaio "não vale o papel em que está escrito" , Peter Haisenko, 15/Set

    O empréstimo do FMI à Ucrânia, sob a nova guerra fria , Michael Hudson, 14/Set

    Presidente em decomposição , Jacques Sapir, 12/Set

    Lenin e o revisionismo , Miguel Urbano Rodrigues, 11/Set

    Brasil: Como sobreviver? , Adriano Benayon, 11/Set

    Dragui, ou o fracasso da Europa , Juan Torres López, 10/Set

    A peste fascista está a ser inoculada outra vez na Europa , Yuriy Rubtsov, 09/Set

    A NATO encara a Rússia como adversária , M. K. Bhadrakumar, 08/Set

    UE, um modelo de capitalismo dependente , Daniel Vaz de Carvalho, 08/Set

    Reforma Política no Brasil , Ivan Pinheiro, 08/Set

    Ucrânia: A trégua , Coronel Cassad, 06/Set

    BCE passa a conceder empréstimos aos banqueiros privados com juros reais negativos , Eric Toussaint, 06/Set

    Obama, a máscara do fariseu , Miguel Urbano Rodrigues, 06/Set

    Obama subjuga a Europa: Sanções aprofundam a recessão , James Petras, 05/Set

    Brasil: Sobre partidos, classes e ordem do capital , Virgínia Fontes, 04/Set

    Situação militar na Ucrânia (II) , Jacques Sapir, 03/Set

    Relatório de uma visita à Ucrânia , Madalena Santos e António Negrão, 02/Set

    Dívida, neoliberalismo e classes sociais , Renaud Duterme, 31/Ago

    "O ISIS é uma operação encoberta dos EUA" , Kemal Okuyan, 30/Ago

    Ucrânia: derrota e perspectiva , Jacques Sapir, 29/Ago

    As Repúblicas Populares resistem e fortalecem-se no Leste da Ucrânia , Coronel Cassad, 28/Ago

    Os silêncios e as omissões do caso BES/GES e a evolução do Novo Banco e das restantes empresas , Jorge Pires, 27/Ago

    As primorosamente balanceadas conversações de Minsk sobre a Ucrânia , M.K. Bhadrakumar, 26/Ago

    Os 20 anos do Plano Real:   Uma herança terrível para os trabalhadores brasileiros , Edmilson Costa, 25/Ago

    Porque o regime ucraniano pode ser caracterizado como fascista , Coronel Cassad, 24/Ago

    Sobre o centenário da Primeira Guerra Mundial , Prabhat Patnaik, 23/Ago

    Resposta ao presidente do Montepio e quem mente , Eugénio Rosa, 22/Ago

    Carta aberta a François Hollande , Jacques Sapir, 21/Ago

    Ucrânia: O comboio humanitário russo , Dimitri Orlov, 20/Ago

    "Sangue nas mãos americanas" – Richard Falk na Palestina , C.J. Polychroniou, 20/Ago

    Informação aos associados do Montepio , Eugénio Rosa, 19/Ago

    Encobrimento? Por que os media e a administração Obama ficaram silenciosos acerca do MH17? , Niles Williamson, 19/Ago

    JJ, a alma negra da direita latino-americana , Gerardo Szalkowicz, 18/Ago

    Querem ser a cadela do Tio Sam? Então aguentem! , The Saker, 17/Ago

    O caso da dívida argentina , Prabhat Patnaik, 16/Ago

    Produção de petróleo:   Os países pré pico e pós pico , Steve Andrews, 15/Ago

    As contas do sr. Medina Carreira , Daniel Vaz de Carvalho, 14/Ago

    O genocídio israelense e seus cúmplices prestativos , James Petras, 13/Ago

    A ressurreição da ortodoxia , Prabhat Patnaik, 12/Ago

    A destruição da capacidade produtiva do país e de valor no BES , Eugénio Rosa, 11/Ago

    BES: Descascando a cebola , Sandro Mendonça, 11/Ago

    A degradação ideológica da direita: três componentes (3) , Daniel Vaz de Carvalho, 11/Ago

    Matemática aprisionada , Jorge Rezende, 10/Ago

    A degradação ideológica da direita: três componentes (2) , Daniel Vaz de Carvalho, 08/Ago

    Crime de alta traição na Palestina , Christophe Oberlin, 07/Ago

    Presidente da Comissão Europeia é um espião norte-americano , Thierry Meyssan, 06/Ago

    As sanções contra Rússia e o pico petrolífero , Jorge Figueiredo, 05/Ago

    A espoliação dos pequenos acionistas do BES , Eugénio Rosa, 05/Ago

    Sobre o anúncio do Governador do Banco de Portugal de uma nova canalização de recursos públicos para a banca privada , Agostinho Lopes, 04/Ago

    A responsabilidade do Banco de Portugal no caso GES/BES , Eugénio Rosa, 04/Ago

    O FMI empurra a Ucrânia para um "suicídio voluntário" , Michael Hudson, 02/Ago

    Comentário acerca das novas sanções anti-russas adoptadas pela UE , Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia, 01/Ago

    O MH17 malaio foi abatido por caças do regime de Kiev , Peter Haisenko, 01/Ago

    A semana que anunciou solenemente a nova Guerra-fria , M. K. Bhadrakumar, 31/Jul

    A degradação ideológica da direita: três componentes (1) , Daniel Vaz de Carvalho, 31/Jul

    O anteprojeto de reforma do IRS do PSD/CDS , Eugénio Rosa, 30/Jul

    Joaquín Becerra e o neofascismo colombiano , Miguel Urbano Rodrigues, 29/Jul

    O retorno de Orwell: a guerra contra a Palestina, a Ucrânia e a verdade , John Pilger, 29/Jul

    O banco dos BRICS , Prabhat Patnaik, 28/Jul

    A ascensão e a queda do sul global , Prabhat Patnaik, 26/Jul

    Alternativas à dívida e sua renegociação , Eric Toussaint, 25/Jul

    Gaza: o genocídio e suas (des)razões , Atilio A. Boron, 24/Jul

    Sobre a questão do Estado , Miguel Urbano Rodrigues, 23/Jul

    Ordenaram ao MH17 da Malaysian Airlines que voasse sobre a zona de guerra no Leste da Ucrânia , Michel Chossudovsky, 22/Jul

    A destruição do SNS pelo governo , Eugénio Rosa, 09/Jul

    Que fazer com a dívida? , Alejandro Teitelbaum, 09/Jul

    Os perigos da distribuição regressiva do rendimento , Prabhat Patnaik, 08/Jul

    A Shell e a limpeza étnica no Dombass , Olga Chetverikova, 07/Jul

    Os cortes nas pensões nominais ilíquidas , Eugénio Rosa, 07/Jul

    A Rand, consultora das forças armadas dos EUA, planeia campos de internamento e execuções na Ucrânia , 06/Jul

    Ao punir a França os EUA aceleraram a morte do dólar , Tyler Durden, 06/Jul

    A hipocondria da antipolítica , João Carlos Graça, 05/Jul

    Formulário de candidatura para rebeldes sírios moderados , Andy Borowitz, 05/Jul

    Por que razão o desemprego oficial está a diminuir em Portugal? , Eugénio Rosa, 04/Jul

    A crise do processo de acumulação venezuelano e o empobrecimento da classe operária , Juan C. Villegas P., 03/Jul

    A grande reconfiguração geopolítica mundial , GEAB, 02/Jul

    A Ucrânia e a ascensão do euro-fascismo , Sergei Glazyev, 30/Jun

    A destruição da Administração Pública , Eugénio Rosa, 30/Jun

    Todo apoio militante aos antifascistas ucranianos , PCB e EM-CMI, 29/Jun

    TISA, mais um tratado negociado em segredo , 28/Jun

    Poderá a diplomacia de Putin prevalecer sobre a coerção de Washington? , Paul Craig Roberts, 27/Jun

    Os impasses do "europeísmo" face à crise económica:   um regresso à democracia? , João Carlos Graça, 26/Jun

    Resposta ao documento da FIFA "Acabar com mal entendidos" , Eddie Cottle, 25/Jun

    A guerra económica na Venezuela , Luis Britto Garcia, 24/Jun

    Capitalismo, violência e decadência sistémica , Jorge Beinstein, 23/Jun

    Os acontecimentos no Iraque , Tribunal-Iraque, 22/Jun

    O populismo: antecâmara do fascismo (2) , Daniel Vaz de Carvalho, 21/Jun

    O populismo: antecâmara do fascismo (1) , Daniel Vaz de Carvalho, 20/Jun

    O escravo da Casa Grande e o desprezo pela esquerda , Mauro Luis Iasi, 19/Jun

    A NATO é a agressora , Associação Alemã de Livres-Pensadores, 18/Jun

    "Impedir o reforço do exército ucraniano" , UNIAN, 17/Jun

    Desporto e mercantilização , Marco A. Gandásegui, 16/Jun

    A Polónia dirige as operações militares na Ucrânia , Andrew Korybko, 15/Jun

    Mobilizações tomam as ruas do Brasil no primeiro dia da Copa do Mundo , Marcela Belchior, 13/Jun

    Sobre a crise económica global , Prabhat Patnaik, 12/Jun

    O discurso insano , Miguel Urbano Rodrigues, 11/Jun

    Retrocesso social na função pública e arbitrariedades na CGA , Eugénio Rosa, 11/Jun

    Lissabonner Requiem , César Príncipe, 10/Jun

    As caras do golpe de Estado em preparação na Venezuela , Thierry Derone, 09/Jun

    As eleições na União Europeia , John Catalinotto, 08/Jun

    A energia e as rendas excessivas , Eugénio Rosa, 07/Jun

    Nem monarquia nem república espanhola: República Galega , Carlos Morais, 06/Jun

    Brasil: A luta dos trabalhadores triunfa sobre o espectáculo , James Petras, 05/Jun

    O regime de Kiev não é "oficialmente" um governo neo-nazi , Michel Chossudovsky, 04/Jun

    Começou a represssão aberta contra a esquerda ucraniana , Sergueï Kiritchouk, 03/Jun

    A fragilização crescente da economia portuguesa, a perda de competitividade, o aumento da divida e a inutilidade dos sacrifícios , Eugénio Rosa, 03/Jun

    Respostas às perguntas feitas pelo semanário Expresso , Eugénio Rosa, 02/Jun

    Ucrânia: motivação para matar , Anna News, 01/Jun

    A explosão social bate às portas do Brasil , Edmilson Costa, 30/Mai

    Regime de Kiev lança campanha genocida contra o Donbass , Olga Shedrova, 29/Mai

    Smith, Marx e alienação , Prabhat Patnaik, 28/Mai

    Donald Rumsfeld e a demolição do WTC 7 , Kevin Ryan, 27/Mai

    O capital financeiro parasitário , Ismael Hossein-zadeh, 26/Mai

    A tributação da riqueza , Prabhat Patnaik, 24/Mai

    Os mediocres fundadores da União Europeia , Jacques-Marie Bourget, 23/Mai

    A OCDE revela: PIB português diminuirá 0,5% ao ano até 2030 , O Economista Português, 23/Mai

    Ofensiva militarizada com objectivos totalitários na Ucrânia , James Petras, 22/Mai

    Regime de Kiev trava guerra para reduzir a população da Ucrânia , Olga Shedrova, 21/Mai

    Enterro da Europa Connosco , César Príncipe, 20/Mai

    Os tabus e as alternativas , Daniel Vaz de Carvalho, 20/Mai

    Por trás do capuz , Luis Britto García, 19/Mai

    Parlamento Europeu para que? , Bernard Gensane, 19/Mai

    O que o governo quer comemorar em 17/Maio/2014 , Eugénio Rosa, 17/Mai

    A máquina de punir , Serge Halimi, 17/Mai

    Os perigos do fascismo na Europa , Dimitris Koutsoumpas, 16/Mai

    Romper o silêncio: o assomar de uma guerra mundial , John Pilger, 15/Mai

    TTIP: o tratado da capitulação da Europa , Capitaine Martin, 14/Mai

    O golpe de Kiev: Trabalhadores rebeldes tomam o poder no leste , James Petras, 13/Mai

    Programas eleitorais da esquerda acerca da Europa: Pânico e desolação , Pedro Montes, 12/Mai

    Crescimento económico anémico não cria mais emprego , Eugénio Rosa, 12/Mai

    Brasil: Cinquenta anos depois: os comunistas e o golpe de 1964 , Pedro Alves, 11/Mai

    Exercícios militares russos para repelir ataque nuclear , 10/Mai

    Moedas falsas digitais e outras , Claus Peter Ortlieb, 09/Mai

    Força Aérea russa desmoraliza a US Navy , Pavel Zolotarev, 08/Mai

    Livro Branco sobre as violações dos direitos humanos e da regra da lei na Ucrânia , Oriental Review, 07/Mai

    Informação em contínuo, jornalismo ausente , Hassina Mechaï, 06/Mai

    Europa reocupada , César Príncipe, 05/Mai

    O pacote de resgate do FMI coage a Ucrânia à guerra civil , Peter Koenig, 05/Mai

    Avaliando os "avaliadores" da troika , Daniel Vaz de Carvalho, 04/Mai

    A Estratégia e a Tática da Revolução Socialista no Brasil , PCB, 04/Mai

    Documento de Estratégia Orçamental 2014-2018 , Eugénio Rosa, 02/Mai

    A crise ucraniana acelera a recomposição do mundo , Pierre Charasse, 02/Mai

    Concluído com êxito o XV Congresso Nacional do PCB , 01/Mai

    Uma saída não limpa , Eugénio Rosa, 30/Abr

    Euro eleições: À procura do presidente Nemo , Patrick L. Young, 30/Abr

    O aproximar da guerra , Paul Craig Roberts, 29/Abr

    As mãos sujas do NED na Venezuela , Eva Golinger, 28/Abr

    Como nasceu a camisa de força orçamental da UE , Tom Gill, 27/Abr

    Problema nosso , David Martelo, 26/Abr

    O 25 de Abril e o direito à rebelião , Miguel Urbano Rodrigues, 26/Abr

    O efeito Strangelove: Como somos levados a aceitar uma nova guerra mundial , John Pilger, 26/Abr

    Portugal: Empresários, agricultores e dirigentes associativos exigem reforma da justiça e da fiscalidade , CNA, CPCCRD, CPPME, 25/Abr

    O que fará o FBI com os activos roubados à Ucrânia? , Valentin Katasonov, 25/Abr

    O ajuste de contas com o 25 de Abril , Daniel Vaz de Carvalho, 24/Abr

    Sair do Euro , Jacques Sapir, 23/Abr

    A teoria da relatividade… do empobrecimento , Daniel Vaz de Carvalho, 22/Abr

    Gabriel García Márquez, in memoriam , FARC-EP, 21/Abr

    A Europa arrastada a uma divisão do mundo entre devedores e credores – as soluções desesperadas dos EUA para não afundarem sós , GEAB, 20/Abr

    A privatização é uma porta para a corrupção e a indiferença uma porta para a guerra , Paul Craig Roberts, 19/Abr

    O combate à ortodoxia e o ataque à desigualdade do Prof. Piketty , Charles Andrews, 18/Abr

    Economia estagnada, finança próspera , Costas Lapavitsas, 17/Abr

    A ligação das pensões à economia e à demografia já existe, mas a politica do governo PSD/CDS e da "troika"está a destruir a Segurança Social , Eugénio Rosa, 17/Abr

    Guerra e morte do dólar americano? , Paul Craig Roberts, 16/Abr

    Tempo de vaquírias , César Príncipe, 15/Abr

    NATO treina terroristas para desestabilizar a Ucrânia , Michel Chossudovsky, 15/Abr

    Sobre as perseguições a cientistas durante o fascismo , Jorge Rezende, 14/Abr

    Se a oposição venezuelana fosse francesa… , Salim Lamrani, 13/Abr

    Sobre a necessidade de uma posição anti-Euro e anti-UE , Panagiotis Sotiris, 12/Abr

    Neoliberalismo e democracia , Prabhat Patnaik, 11/Abr

    A ética do dinheiro e o dinheiro da ética (2) , Daniel Vaz de Carvalho, 10/Abr

    A ética do dinheiro e o dinheiro da ética (1) , Daniel Vaz de Carvalho, 09/Abr

    PE: Riscos de uma campanha eleitoral falhada , Octávio Teixeira, 07/Abr

    Os planos da CIA na Venezuela e no mundo , Raúl Capote, 06/Abr

    Sobre a construção do Partido Comunista do Vietnam , Miguel Urbano Rodrigues, 05/Abr

    Venezuela: Os 1% de privilegiados, com o apoio dos EUA, querem derrubar o governo legal , Nicolás Maduro, 04/Abr

    Acta da Rendição , João Carlos Lopes Pereira, 03/Abr

    Cinquenta anos após o golpe de 1964 , PCB, 02/Abr

    Para lá do euro , João Ferreira, 01/Abr

    O FMI na Ucrânia , Jack Rasmus, 31/Mar

    Política anti-drogas para a soberania e o bem-estar dos pobres do campo , FARC-EP, 30/Mar

    Venezuela: Derrotar o fascismo antes que seja demasiado tarde , James Petras, 29/Mar

    Uma admissão , Jacques Sapir, 28/Mar

    Violência e terror:   A via ucraniana e colombiana para a construção do Império , James Petras, 26/Mar

    A unidade comunista e os seus falsos amigos , Zoltan Zigedy, 25/Mar

    Queremos criar empregos? Saiamos do euro e da UE , Joan Tafalla, 24/Mar

    As micro, pequenas e médias empresas e o 25 de abril , Daniel Vaz de Carvalho, 23/Mar

    Discurso sobre a Integração da Crimeia , Vladimir Putin, 21/Mar

    Acerca da Ucrânia e do referendo na Criméia , KKE, 20/Mar

    O golpe esquecido , John Pilger, 19/Mar

    50 anos do golpe militar: de tragédias e farsas , Mauro Iasi, 18/Mar

    Os povos da Europa podem quebrar as correntes da UE e dos monopólios , Dimitris Koutsoumpas, 17/Mar

    Reservas-ouro da Ucrânia evacuadas secretamente , Michel Chossudovsky, 16/Mar

    Catherine Ashton:   Vítima do sistema de ensino superior de Bolonha , Dmitriy Sedov, 15/Mar

    Português de Montenegro , César Príncipe, 14/Mar

    Da revolução (mundial e permanente) à reestruturação (honrada e responsável) , João Vilela, 13/Mar

    Não ao nazifascismo na Ucrânia , PCB, 13/Mar

    A promover o império da América:   Golpe, pilhagem e duplicidade , James Petras, 12/Mar

    A Ucrânia e as sanções económicas contra a Rússia , Valentin Katasonov, 11/Mar

    Austeridade e "receita económica" do FMI:   Começou o saqueio da Ucrânia , Paul Craig Roberts, 10/Mar

    Crises, os desenlaces possíveis , Jorge Figueiredo, 09/Mar

    A Grécia encurralada , Jacques Sapir, 08/Mar

    A solidariedade com a Venezuela Bolivariana é uma exigência revolucionária , Miguel Urbano Rodrigues, 07/Mar

    A ligação Clinton-Pinchuk, uma oligarquia ucraniano-americana , Manlio Dinucci, 06/Mar

    FMI / Troika: prosseguir a destruição do país , Daniel Vaz de Carvalho, 05/Mar

    A crise na Ucrânia: O que significa ser saqueado pelo ocidente , Paul Craig Roberts, 04/Mar

    "Ou se desvaloriza a moeda ou se desvalorizam salários. Não há milagres!" , Octávio Teixeira, 03/Mar

    A conspiração na Venezuela, ou a praça Maidan na versão latino-americana , Nil Nikandrov, 03/Mar

    A doença da Ucrânia... e a cura europeia , Eric Draitser, 02/Mar

    Bósnia: UE apoia governo corrupto e dispõe-se a enviar tropas para ajudá-lo , AC, 01/Mar

    Por que caem as taxas de juro das obrigações do tesouro? , Manuel Brotas, 28/Fev

    União Europeia e EUA cúmplices do fascismo ucraniano , Miguel Urbano Rodrigues, 27/Fev

    Três anos da Troica em Portugal , CGTP-IN, 27/Fev

    Destruir a Revolução Bolivariana, objectivo do imperialismo , Miguel Urbano Rodrigues, 26/Fev

    Preparar a saída do euro , João Ferreira, 25/Fev

    Tendências, disparadores e tulipas , Michael Roberts, 24/Fev

    Notas sobre a problemática da dívida pública , Octávio Teixeira, 23/Fev

    Protestos na Ucrânia são cuidadosamente orquestrados , F. William Engdahl, 22/Fev

    Falemos a sério sobre a desigualdade , Zoltan Zigedy, 21/Fev

    O necessário debate sobre o Euro , Daniel Vaz de Carvalho, 20/Fev

    A economia política dos jogos online , Luís Miguel Magalhães, 19/Fev

    "O governo de Maduro deve actuar com mais energia" , James Petras, 18/Fev

    O tacho do dinheiro mal amanhado com cartões de crédito , Ellen Brown, 18/Fev

    Guerra "boa", guerra "má" , John Pilger, 17/Fev

    Capucho e o concerto da direita , Miguel Urbano Rodrigues, 16/Fev

    Protestos orquestrados por Washington desestabilizam a Ucrânia , Paul Craig Roberts, 15/Fev

    A UE e a desindustrialização da França , PRCF, 14/Fev

    O comércio internacional de droga e a lavagem de dinheiro , Valentin Katasonov, 12/Fev

    Crescimento e desenvolvimento , Daniel Vaz de Carvalho, 11/Fev

    Acerca do desenvovimento industrial , Daniel Vaz de Carvalho, 10/Fev

    Portugal estaria melhor fora do Euro , Bernd Lucke, 10/Fev

    A Ucrânia e o renascimento do fascismo na Europa , Eric Draitser, 09/Fev

    Serão os media apenas uma outra palavra para controle? , John Pilger, 07/Fev

    O movimento anti-UE propaga-se por toda a Europa ... excepto na Ucrânia , Takis Fotopoulos, 06/Fev

    Brasil: É a estrutura, aldrabões , Adriano Benayon, 05/Fev

    Euro: Questões frequentemente perguntadas (II) , Jacques Sapir, 04/Fev

    Euro: Questões frequentemente perguntadas (I) , Jacques Sapir, 03/Fev

    Vésperas de ditaduras do capital? , Miguel Urbano Rodrigues, 02/Fev

    Ucrânia: "A opção europeia será também a opção militar a favor da NATO" , Jean -Marie Chauvier, 01/Fev

    A repatriação das reservas de ouro alemãs , Michel Chossudovsky, 31/Jan

    Sair do Euro e da União Europeia pela esquerda , PRCF, 30/Jan

    O temor à realidade objectiva e o oportunismo , Rómulo Pardo Silva, 29/Jan

    Sobre a execução orçamental de 2013 , José Alberto Lourenço, 27/Jan

    A classe operária e as camadas populares precisam de um Partido Comunista forte , Dimitris Koutsoumpas, 26/Jan

    Editado o Ato Institucional nº 1 da era petista , PCB, 25/Jan

    Pela Paz na Colômbia , carta aberta, 24/Jan

    As verdadeiras causas da catastrófica crise na Grécia e a "esquerda" , Takis Fotopoulos, 23/Jan

    Como encriptar emails , Friedrich Lindenberg e Christian Stöcker, 22/Jan

    Arábia Saudita: Uma retrógrada ditadura rentista e terrorismo global , James Petras, 20/Jan

    Gestão desastrosa dos recursos humanos na Ciência , Organização dos Trabalhadores Científicos, 19/Jan

    2014: Caos político mundial, "smog" estatístico, risco de explosão do planeta financeiro , GEAB, 18/Jan

    Falácias e mentiras sobre pensões , António Bagão Félix, 17/Jan

    Reindustrializar… dizem eles , Daniel Vaz de Carvalho, 14/Jan

    Sair do pesadelo do euro , Alberto Montero Soler, 11/Jan

    O tabu do 11 de Setembro à beira do abismo , dedefensa.org, 10/Jan

    Uma estratégia que contemple a saída do euro , Salvador López Arnal, 09/Jan

    A saga da documentarista que respondeu a um email de Edward Snowden , Peter Maass, 08/Jan

    A fuga de Peniche no centenário de Alvaro Cunhal , Miguel Urbano Rodrigues, 07/Jan

    Na Índia, um espectro assombra todos nós , John Pilger, 06/Jan

    "O capitalismo hoje promove uma produção destrutiva" , István Mészáros, 05/Jan

    Uma Europa sem futuro , Vladimir Nesterov, 04/Jan

    As muitas faces da ira saudita (I, II, III) , Melkulangara Bhadrakumar, 03/Jan

    Mandela foi-se, mas o apartheid está bem vivo na Austrália , John Pilger, 02/Jan

    Rememorando cinco anos de perturbação económica:   azia ou ataque de coração? , Zoltan Zigedy, 31/Dez

    Madame Merkel e os seus "contratos" , Jacques Sapir, 30/Dez

    Saudação de fim de ano das FARC-EP aos povos do mundo , 30/Dez

    Sobre ratos, transgênicos e apagamento de pistas , Jean Remy Davée Guimarães, 29/Dez

    No quinto aniversário da operação "chumbo fundido" , MPPM, 29/Dez

    Primeiro-ministro manipula números do emprego , CGTP-IN, 28/Dez

    Federal Reserve: Agonia mortal no seu 100º aniversário , Valentin Katasonov, 27/Dez

    A mentira pela omissão e o papel da desinformação , Jorge Figueiredo, 26/Dez

    Um guião político para as Europeias de 2014 , Alexandre Abreu, João Rodrigues e Nuno Teles, 25/Dez

    Colaboracionismo e traição , Miguel Urbano Rodrigues, 24/Dez

    Ainda não chegámos ao fim da história , Jorge Bateira, 23/Dez

    Sobre o 15º Encontro internacional de Partidos Comunistas e Operários em Lisboa , Giorgos Marinos, 22/Dez

    Hobsbawm, o Marxismo e os intelectuais , Miguel Urbano Rodrigues, 21/Dez

    2014: a "grande retirada" americana , GEAB, 20/Dez

    Venezuela: não só com eleição se faz revolução! , Ivan Pinheiro, 19/Dez

    O tratado de comércio livre EUA-UE:   a grande golpada , Daniel Vaz de Carvalho, 18/Dez

    Uma depressão keynesiana ou marxista? , Michael Roberts, 17/Dez

    "Recuperação da nossa soberania": uma impostura do governo irlandês , PCI, 16/Dez

    "As possibilidades de renegociar planos de austeridade são nulas" , Jacques Sapir, 15/Dez

    Mandela: Os elogios dos sem vergonha , Georges Gastaud, 14/Dez

    A reação voltou a perder na Venezuela , Daniel Vaz de Carvalho, 13/Dez

    Posição da CGTP-IN sobre a 10ª avaliação da troica , 13/Dez

    O legado económico de Mandela , Michael Roberts, 132/Dez

    O cessar fogo e as hostilidades , Secretariado Nacional das FARC-EP, 12/Dez

    Alguns traços do oportunismo na América , Pável Blanco Cabrera e Héctor Colío Galindo, 11/Dez

    Libertar o País da armadilha da dívida , Octávio Teixeira, 10/Dez

    Propriedade pública , Sandra Monteiro, 09/Dez

    O rei vai nu , PCI, 09/Dez

    A bitcoin e a perigosa fantasia da moeda "apolítica" , Yanis Varoufakis, 08/Dez

    50 verdades sobre Nelson Mandela , Salim Lamrani, 07/Dez

    Prefácio a "O Canto da Sereia" , James Petras, 06/Dez

    É necessária umha política radical para a Galiza , Carlos Morais, 06/Dez

    2013: ponto de inflexão na longa decadência ocidental , Jorge Beinstein, 05/Dez

    Descobrir o poder da história do povo – e porque hoje ela é temida , John Pilger, 04/Dez

    Sintomas de viragem , Miguel Urbano Rodrigues, 03/Dez

    A escadaria e o Estado de Direito fascista , Luís Alves Fraga, 03/Dez

    O oportunismo na estrada do comunismo , Miguel Urbano Rodrigues, 02/Dez

    Irlanda: A Ilha Esmeralda permanece nas grilhetas , Yanis Varoufakis, 22/Nov

    "Abrem-se janelas de oportunidades para a emergência do movimento popular" , Edmilson Costa, 22/Nov

    Contra o euro , João Rodrigues, 21/Nov

    Não à diluição dos PCs, pela saída do capitalismo , Giorgos Marinos, 20/Nov

    Economia e democracia na UE – II , Daniel Vaz de Carvalho, 20/Nov

    Economia e democracia na UE – I , Daniel Vaz de Carvalho, 19/Nov

    Sobre o Irão, a Arábia Saudita e o centenário do Federal Reserve , Valentin Katasonov, 19/Nov

    2014 – Internacionalização do Yuan, abertura da Arábia Saudita, explosão da UE:   os três últimos sustentáculos do dólar entram em colapso , GEAB, 18/Nov

    O acordo secreto de Parceria Trans-Pacífico (TPP) , WikiLeaks, 17/Nov

    O rumo do Brasil na luta pelo socialismo , Miguel Urbano Rodrigues, 15/Nov

    Israel compra o Congresso dos EUA:   Sabotagem das negociações de paz EUA-Irão , James Petras, 14/Nov

    O "May be man" , Mia Couto, 13/Nov

    Carta aberta ao ministro que temos , AOFA, 12/Nov

    "EUA não vão deixar de espionar, vão é tentar evitar outro Snowden" , Hernando Calvo Ospina, 11/Nov

    Seis razões pelas quais privatizações geralmente terminam em desastres , Paul Buchheit, 09/Nov

    Um manifesto pela verdade , Edward Snowden, 08/Nov

    A pirâmide da riqueza global , Credit Suisse Research Institute, 07/Nov

    A "explosão da cidade" e a trajectória do capitalismo , Bruno Lamas, 06/Nov

    Um orçamento imoral , Eugénio Rosa, 05/Nov

    Sair do Euro, para sair do capitalismo , Maurice Decaillot, 04/Nov

    "Dark Mail Alliance" planeia manter a NSA fora da sua caixa de correio , Ryan Gallagher, 03/Nov

    O Brasil está maduro para o socialismo , Edmilson Costa, 02/Nov

    O país "normal" de Cavaco Silva , Daniel Vaz de Carvalho, 01/Nov

    Grã-Bretanha:   Altas das tarifas de energia exigem nacionalização e ruptura com a UE , AC, 01/Nov

    Como a NSA penetrou as redes de telecomunicações latino-americanas , Wayne Madsen, 31/Out

    A injusta distribuição de alimento: o grão para o "bife" e as pessoas sem grão , Rui Pedro Fonseca, 30/Out

    O jogo especulativo final:   A "paralisação" do governo e o "incumprimento da dívida" , Michel Chossudovsky, 29/Out

    Carta Aberta para Judite de Sousa – Programa Olhos nos Olhos , José Manuel Catarino Soares, 28/Out

    "A luta contra o reformismo e o oportunismo é a principal batalha dos revolucionários na actualidade" , Ivan Pinheiro, 28/Out

    Passos Coelho, personagem das contra-utopias , Miguel Urbano Rodrigues, 26/Out

    Brasil: Leiloamos um bilhete premiado , Fernando Siqueira, 26/Out

    As inconsistências problemáticas da "reforma" do IRC , Elisabete Miranda, 25/Out

    Linhas Gerais do OE/2014 , José Alberto Lourenço, 24/Out

    A lei fundamental da economia… para não economistas (2ª parte) , Daniel Vaz de Carvalho, 23/Out

    Colômbia: Estagnação nas conversações de Havana , Miguel Urbano Rodrigues, 22/Out

    Ferraris para os ricos e nada para os outros , Mike Whitney, 21/Out

    A construção do império, o tecto da dívida, o défice orçamental e a "solução Sansão" , James Petras, 20/Out

    Unir a esquerda e a direita anti-Euro , Jacques Sapir, 19/Out

    Começou a desamericanização do mundo , GEAB, 18/Out

    The Obama regime , Atilio A. Boron, 17/Out

    A nova Roma:   a UE e a pilhagem dos países endividados , C. J. Polychroniou, 16/Out

    Novo jogo, nova obsessão, novo inimigo – agora é a China , John Pilger, 15/Out

    Qual a resposta da classe para a saída da crise? , Nikos Seretakis, 14/Out

    Passos Coelho: da ambição de poder à vocação para a ditadura , Miguel Urbano Rodrigues, 13/Out

    A lei fundamental da economia… para não economistas (1ª parte) , Daniel Vaz de Carvalho, 12/Out

    O PCB e o Movimento de Massas , PCB, 11/Out

    "Os EUA são o pior inimigo da democracia nas Relações Internacionais" , Domenico Losurdo, 10/Out

    A lei marcial e a economia , Ellen Brown, 09/Out

    A Estratégia e a Tática da Revolução Socialista no Brasil , PCB, 07/Out

    A involução do jogo "Monopoly" , Monthly Review, 06/Out

    EUA, estado policial , 05/Out

    Retóricas de exclusão e negação , César Príncipe, 04/Out

    A maldição do Euro , David Cronin, 03/Out

    As falsas esperanças no shale oil , Steve Andrews, 02/Out

    "A austeridade não funciona e só protege os ricos" , Eleonora de Lucena, 01/Out

    Carta aos jovens atletas que sonham vir a Tóquio em 2020 , Takashi Hirose, 30/Set

    As armas químicas e os dadores de lições , Chems Eddine Chitour, 29/Set

    A Síria e os mercenários lituanos , Nikolai Malishevski, 28/Set

    Do derrubamento de Mossadegh à ofensiva contra a Síria , Miguel Urbano Rodrigues, 27/Set

    Reverter a entrega de Libra , Adriano Benayon, 27/Set

    Dissolver o Euro: uma ideia que se imporá , Jacques Sapir, 26/Set

    A Alemanha engana-se e engana a Europa , Juan Torres López, 25/Set

    A última eleição nacional na Noruega , Asbjørn Wahl e Roy Pedersen, 24/Set

    O espectro da austeridade , Prabhat Patnaik, 23/Set

    Brasil: Romper os acordos militares com os EUA e suspender o leilão do Campo de Libra , PCB, 22/Set

    Razões para optimismo numa era de "realistas" e vigilantes , John Pilger, 22/Set

    Passos – Portas & companhia – um governo Kafkiano , Miguel Urbano Rodrigues, 21/Set

    A natureza da actual crise capitalista , Prabhat Patnaik, 20/Set

    Nem Cila nem Caríbdis , Elisseos Vagenas, 19/Set

    Finanças, economia, política e a situação mundial no fim de 2013: três fagulhas e um barril de pólvora , GEAB, 18/Set

    "Intransigencias" , Alexandra Nariño, 17/Set

    Desvendar o núcleo financeiro da classe capitalista transnacional , Peter Phillips e Brady Osborne, 16/Set

    O segredo do gás israelense , Thierry Meyssan, 15/Set

    Sobre a proposta de reforma do IRC , CGTP-IN, 14/Set

    De Hiroshima à Síria:  O inimigo cujo nome não ousamos pronunciar , John Pilger, 13/Set

    Neoliberalismo e consumo alienado. O impacto cultural. , José C. Valenzuela Feijóo, 12/Set

    A economia, o capitalismo e a guerra , Juan Torres Lopez, 11/Set

    O direito à cidade nas manifestações urbanas , David Harvey, 10/Set

    Declaração ao povo da Síria , Partido Comunista Sirio, 09/Set

    Síria: Carta de um antigo embaixador francês a François Hollande , Pierre Charasse, 09/Set

    A indústria da mentira, parte da máquina de guerra do imperialismo , Domenico Losurdo, 08/Set

    O Irão defenderá a Síria com todo o seu poder , Nikolai Bobkin, 07/Set

    Capitalismo contemporâneo, imperialismo e agressividade , Edmilson Costa, 06/Set

    Obama aproxima-se do ponto de não retorno , Melkulangara Bhadrakumar, 05/Set

    Ataque unilateral à Síria:   Obama decidiu ser mais seguro comprar o Congresso do que avançar só , Paul Craig Roberts, 04/Set

    Em defesa da paz , Comité de cidadãos para a paz e contra a ingerência, 03/Set

    "Fundos abutre": a dívida em debate e o cerco financeiro à Argentina , Eduardo Lucita, 03/Set

    Síria: As armas químicas foram fornecidas pelos sauditas , Dale Gavlak e Yahya Ababneh, 02/Set

    "Nem terra nem água para os carniceiros dos povos" , KKE, 02/Set

    Capitalismo monopolista:   Da estagnação económica à depressão , Monthly Review, 02/Set

    EUA preparam ataque à Síria , Tribunal-Iraque, 01/Set

    De Carmona a Cavaco e à "salvação nacional" , Daniel Vaz de Carvalho, 31/Ago

    Os cenários de dissolução do Euro , Jacques Sapir, 30/Ago

    O Irão pode ser a mais refinada herança de Obama , Melkulangara Bhadrakumar, 29/Ago

    Síria: Mais um crime de guerra ocidental em preparação , Paul Craig Roberts, 28/Ago

    EUA utilizam crimes passados para legalizar crimes futuros , Diana Johnstone, 27/Ago

    Colômbia: Reflexões elementares perante o projecto de Santos , Timoleón Jiménez, 27/Ago

    As FARC decidem fazer uma pausa nas negociações de Havana , Delegação de paz das FARC-EP, 26/Ago

    Alto risco no sistema financeiro , EKAI Center, 26/Ago

    O Ocidente revida na Síria , Melkulangara Bhadrakumar, 25/Ago

    Base secreta de vigilância da Internet no Médio Oriente , Duncan Campbell, Oliver Wright, James Cusick, Kim Sengupta, 24/Ago

    Desconstrução de alguns "programas informativos" da indústria de exploração de animais , Rui Pedro Fonseca, 24/Ago

    O Estado gangster EUA/Reino Unido , Paul Craig Roberts, 23/Ago

    O Egipto de Sisi expulsa os cães selvagens , M. K. Bhadrakumar, 22/Ago

    "Fomenta-se a luta armada no Egipto" , James Petras, 21/Ago

    A Junta do Egipto não tem nada a perder , Melkulangara Bhadrakumar, 20/Ago

    Zumbis, vampiros e capitalismo global , Jorge Figueiredo, 19/Ago

    O regime Obama inventou uma "conspiração do terror" em defesa da polícia de estado , James Petras, 18/Ago

    A CIA e a guerra fria cultural , Miguel Urbano Rodrigues, 17/Ago

    Reforma Política:  Tática oportunista para as eleições de 2014 e diversionista para as lutas de massa , Ivan Pinheiro, 16/Ago

    Grécia: A troika transforma a recessão em depressão , Jérome Duval, 15/Ago

    O fim do Minotauro e a bancorruptocracia , David Laibman, 14/Ago

    Quatro caminhos para reduzir a espionagem da NSA , Nick Pearson, 13/Ago

    SWAP: Consistências tóxicas , Sandra Monteiro, 12/Ago

    O amuo de Obama com Putin , Thierry Meyssan, 12/Ago

    "Não confiem dados privados a uma companhia com laços físicos aos EUA" , Ladar Levison, 11/Ago

    A verdade sob a mira , John Pilger, 10/Ago

    XKeyscore: A ferramenta da NSA que colecta "quase tudo o que um utilizador faz na internet" , Glenn Greenwald, 09/Ago

    A cura , Mauro Iasi, 08/Ago

    A campanha eleitoral australiana é conduzida pela barbárie , John Pilger, 08/Ago

    A institucionalização e a hegemonia reformista no Foro de São Paulo , PCB, 07/Ago

    O mundo sob a vigilância do governo estado-unidense e dos bancos , Valentin Katasonov, 06/Ago

    Ocultando a depressão económica com conversa fiada , Paul Craig Roberts, 05/Ago

    Reforma do IRC é um embuste , CGTP-IN, 04/Ago

    "Somos optimistas: é o momento de buscar a paz" , Hernando Calvo Ospina, 03/Ago

    Brasil: extraordinária jornada de lutas , Edmilson Costa, 02/Ago

    Bradley Manning sentenciado em corte marcial , Julian Assange, 01/Ago

    Os "incentivos" e os "estímulos" da política de direita , Daniel Vaz de Carvalho, 31/Jul

    As contradições da União Europeia face ao Hezbolá , Thierry Meyssan, 30/Jul

    Brasil: O capitalismo extractivo e o grande salto para trás , James Petras, 29/Jul

    Inversão da espada , César Príncipe, 28/Jul

    Como estamos empobrecidos, aburguesados e silenciados , John Pilger, 27/Jul

    Pôr a austeridade em causa , Louis Gill, 26/Jul

    Israel nuclear: a arma clandestina , Frederico Carvalho, 25/Jul

    Nuvens tempestuosas? , Zoltan Zigedy, 24/Jul

    Venezuela termina conversações para regularizar relações diplomáticas com os EUA , MPPRE, 23/Jul

    Carta a José Gomes Ferreira , Agostinho Lopes, 22/Jul

    Brasil: Na contramão das ruas , Correio da Cidadania, 22/Jul

    Europa em crise , Joseph Halevi, 21/Jul

    Henri Alleg (1921-2013): Um Comunista e Revolucionário exemplar , Miguel Urbano Rodrigues, 20/Jul

    O artigo da Reuters sobre Snowden , Glenn Greenwald, 19/Jul

    Mercosul, a nova Alca e a China , Samuel Pinheiro Guimarães, 18/Jul

    A crise sistémica do euro , Heiner Flassbeck e Costas Lapavitsas, 17/Jul

    O legado manchado de Mandela , John Pilger, 16/Jul

    As forças por trás deste ambientalismo centrado no carbono , James F. Tracy, 15/Jul

    Prémio Nobel da Paz para Snowden , 14/Jul

    Uma decisão moral , Edward Snowden, 14/Jul

    Brasil: Por um plebiscito popular! , PCB, 13/Jul

    Chipre: AKEL defende a saída do Euro , AC, 12/Jul

    Um apelo às armas da codificação , Julian Assange, 11/Jul

    A NSA e os seus prestativos ajudantes , Edward Snowden, 10/Jul

    Pensa que o seu dinheiro está seguro numa conta bancária? Pense bem , Ellen Brown, 09/Jul

    O triunfo da revolução do grande povo egípcio , PCE, 09/Jul

    Resolução:   Evitar o colapso político e social do país;   Demissão do governo, eleições antecipadas já! , CGTP-IN, 08/Jul

    A ilegalidade é a nova normalidade , Paul Craig Roberts, 07/Jul

    Pátria, lugar de exílio , César Príncipe, 06/Jul

    Declaração de Cochabamba , UNASUL, 05/Jul

    Demissão do Governo, Eleições antecipadas já! , CGTP-IN, 05/Jul

    Caso Evo Morales/Edward Snowden: 25 verdades , Salim Lamrani, 04/Jul

    Declaração da Segunda Cimeira do Gás , GECF, 03/Jul

    A quebra do investimento em Portugal , Eugénio Rosa, 02/Jul

    Equador: fim da política da amnésia , Hernando Calvo Ospina, 01/Jul

    Declaração após um ano na Embaixada do Equador , Julian Assange, 30/Jun

    O assalto do Fed ao ouro – A "venda a descoberto" e a falsificação do mercado do ouro , Paul Craig Roberts, 29/Jun

    Brasil: Pode ser a gota d'água:   enfrentar a direita avançando a luta socialista , Mauro Iasi, 28/Jun

    Capitalismo, democracia e eleições , Richard D. Wolff, 27/Jun

    Brasil: Frente anticapitalista para avançar! , PCB, 26/Jun

    Turquia: "Derrotar o AKP é justo e mobilizador" , Aydemir Güler, 26/Jun

    Greve Geral , César Príncipe, 25/Jun

    O PCF e o mito do "outro euro" , Jacques Sapir, 25/Jun

    Raízes históricas da crise social no Brasil – O papel do FMI , Michel Chossudovsky, 24/Jun

    O PRISM e a ascensão de um novo fascismo , John Pilger, 23/Jun

    O marxismo e o carácter social da China , Fred Goldstein, 22/Jun

    Pico da produção petrolífera:   Os países que já o ultrapassaram e aqueles que ainda não , Steve Andrews e Randy Udall, 21/Jun

    Presidente da Síria põe os pingos nos i's , Bashar Al-Assad, 21/Jun

    Com Bangladesh no horizonte , Daniel Vaz de Carvalho, 20/Jun

    Brasil: Não basta se indignar: é preciso mudar o sistema! , PCB, 19/Jun

    Alerta no 2º semestre de 2013: Crise sistémica global II , GEAB, 19/Jun

    Mais importante que pensar no pós-troika é impedir que a "troika" e este governo destruam ainda mais a economia e a sociedade portuguesa , Eugénio Rosa, 18/Jun

    O significado mais profundo da espionagem em massa nos EUA , James Petras, 17/Jun

    A verdade proibida: Os EUA estão a canalizar armas química para a Al Qaeda na Síria , Michel Chossudovsky, 16/Jun

    A crise do euro e a crise sistêmica global , Edmilson Costa, 15/Jun

    Origem e declínio do capitalismo , Jorge Beinstein, 13/Jun

    América Latina: Ofensiva imperialista em grande escala , Carlos Aznárez, 12/Jun

    O aprendiz de "Harry Potter" e a Turquia , KKE, 12/Jun

    Dilma vai às compras em Portugal , PCB, 11/Jun

    Da diferença entre rebelião e revolução , Kemal Okuyan, 11/Jun

    A cegueira e a incapacidade de Vitor Gaspar e do governo para compreender o funcionamento da economia real e os problemas do país , Eugénio Rosa, 11/Jun

    Revolucionar é preciso: a crise portuguesa (e nós?) , Marcelo Badaró Mattos, 10/Jun

    O que os media corporativos não contam acerca da explosão social na Turquia , LibreRed, 09/Jun

    Olli Rehn deveria demitir-se por crimes contra a Grécia e a teoria económica , Ambrose Evans-Pritchard, 08/Jun

    A "democracia para o povo dos senhores", no passado e no presente , Domenico Losurdo, 07/Jun

    Turquia: A alternativa para a classe trabalhadora certamente será criada , TKP, 06/Jun

    Sobre a Cimeira Alternativa em Atenas e os seus perigosos propósitos , KKE, 06/Jun

    Austeridade, desemprego maciço e emigração na UE – Irlanda e País Basco , James Petras, 05/Jun

    Sobre a situação econômica e sócio-política da Grécia , KKE, 04/Jun

    Basta de exploração e empobrecimento – GOVERNO RUA! , CGTP-IN, 03/Jun

    As FARC-EP, meio século de luta pela paz , Miguel Urbano Rodrigues, 03/Jun

    Um ardil da razão internacionalista , Cédric Durand, 02/Jun

    Definir austeridade , Yanis Varoufakis, 01/Jun

    Contra a Exploração e o Empobrecimento – Governo Rua! , Arménio Carlos, 31/Mai

    Vindo do Iraque, um trágico apelo ao processo dos criminosos de guerra , John Pilger, 30/Mai

    Declaração da delegação das FARC em Havana , 29/Mai

    O sistema bancário em resumo , Rudo de Ruijter, 29/Mai

    Que cenários para uma dissolução da Zona Euro? , Jacques Sapir, 28/Mai

    Electro-DECO , Demétrio Alves, 27/Mai

    Novo corte de 152 milhões € nas remunerações dos trabalhadores da função pública e nas pensões dos aposentados , Eugénio Rosa, 27/Mai

    Como pássaros da mesma plumagem , KKE, 26/Mai

    Ao povo de 1383 , César Príncipe, 25/Mai

    A falácia dos "cortes na despesa" , Vaz de Carvalho, 24/Mai

    Ameaça à hegemonia do US Dólar? – O mercado manipulado do ouro , Paul Craig Roberts, 23/Mai

    O leilão do petróleo, parte do maior processo de privatizações na história do Brasil , PCB, 22/Mai

    Sair do euro e desvalorizar, a opção , Octávio Teixeira, 21/Mai

    Após recordes nas bolsas, o mergulho iminente na recessão económica , GEAB, 20/Mai

    Governo & troika pretendem cortes na despesa pública em 2014 e 2015 que agravarão a recessão económica em 4 pontos percentuais , Eugénio Rosa, 19/Mai

    Obituário de um povo , Paulo Metri, 12/Mai

    Instituições financeiras reconhecem que a austeridade fracassou , Ken Klippenstein, 11/Mai

    O aumento do horário de trabalho na função pública , Eugénio Rosa, 10/Mai

    Porque devemos sair do Euro, um livro indispensável , José Ferrer, 09/Mai

    Combustíveis fósseis e nuclear – a perspectiva da oferta , Dr. Werner Zittel, Dipl.-Ing. Jan Zerhusen, Dipl.-Ing. Martin Zerta, Ludwig-Bölkow, 08/Mai

    Bombas de Boston: Detonador para mobilizar todo o aparelho de segurança dos EUA , James Petras, 07/Mai

    Precisamos restaurar o Sistema Monetário Europeu , Oskar Lafontaine, 06/Mai

    Rendas (lucros) excessivas da EDP à custa dos consumidores , Eugénio Rosa, 04/Mai

    Conexões perigosas: a vigilância oculta na grande rede , Marcos Dantas, 03/Mai

    Recuperação para os 7 por cento , Paul Craig Roberts, 02/Mai

    As eleições paralisantes da Islândia , José M. Tirado, 01/Mai

    Rumo ao fim do euro? , Jacques Sapir, 30/Abr

    Portugal 2013, o direito à rebelião , Miguel Urbano Rodrigues, 29/Abr

    Mais uma manipulação , José Alberto Lourenço, 29/Abr

    A montanha pariu um rato , CPPME, 29/Abr

    O golpe de Thatcher , John Pilger, 27/Abr

    Nenhum depósito bancário será poupado ao confisco , Matthias Chang, 26/Abr

    Mais trampas do Banco Central Europeu para encobrir Merkel , Juan Torres López, 25/Abr

    A economia estado-unidense hoje: Entre a crise sistémica e a guerra permanente , Rémy Herrera, 24/Abr

    Quatro sinais de que o neoliberalismo está (quase) morto , Sameer Dossani, 23/Abr

    Sobre o imperialismo e a pirâmide imperialista , Aleka Papariga, 22/Abr

    Um passo para o precipício , Jacques Sapir, 21/Abr

    Declarada a guerra entre o mundo económico-político e a esfera financeira-bancária , GEAB, 20/Abr

    De paraíso fiscal em paraíso fiscal, fazem frutificar o seu capital , Robert Bibeau, 19/Abr

    Máquinas de controlo social , César Príncipe, 18/Abr

    Reflexões acerca da conferência "Pico Petrolífero: Desafios e oportunidades para os países do CCG" , Robert L. Hirsch, 17/Abr

    Não é fechando o país que se resolvem os problemas do país , António Sampaio da Nóvoa, 16/Abr

    Porque devemos sair do euro , João Ferreira do Amaral, 15/Abr

    A desindustrialização de Portugal e da União Europeia , Eugénio Rosa, 14/Abr

    A crise na Islândia, a recuperação e os actuais desafios , Már Guðmundssoni, 13/Abr

    A ganância do deus mercado , Beatriz Paganini, 12/Abr

    O que preocupa os norte-coreanos? , Gregory Elich, 11/Abr

    Os mitos e as mentiras da direita no ataque ao "estado social" , Eugénio Rosa, 08/Abr

    O assalto ao ouro , Paul Craig Roberts, 08/Abr

    Brasil: Seria bom se fosse verdade , Henrique Júdice Magalhães, 07/Abr

    O confisco de poupanças bancárias para "salvar os bancos" , Michel Chossudovsky, 06/Abr

    Isto pode acontecer aqui , Ellen Brown, 05/Abr

    Rutura democrática e República Galega , Carlos Morais, 05/Abr

    A tragédia da Grécia: Uma acusação à teoria económica neoliberal, à elite política interna e ao duo UE/FMI , C. J. Polychroniou, 04/Abr

    Uma importante inflexão do DKP , Günter Pohl, 04/Abr

    A água está ameaçada de privatização em Portugal , Luísa Tovar, 03/Abr

    Lições da crise cipriota , Jacques Sapir, 03/Abr

    Denunciar a decisão do Eurogrupo sobre Chipre , KKE, 02/Abr

    Mélenchon: o Euro e a insensatez , Jacques Sapir, 01/Abr

    O preço da gasolina 95 e do gasóleo sem impostos em Portugal continua a ser superior ao da União Europeia, enquanto a carga fiscal sobre os combustíveis em Portugal é inferior à da UE , Eugénio Rosa, 01/Abr

    O terrorismo de estado da administração Obama , Miguel Urbano Rodrigues, 01/Abr

    Portugal, o aluno que aprende bem as más lições , Alexandre Afonso, 31/Mar

    Banco Central Europeu: o enrascanço e a defesa secreta , Yéti, 30/Mar

    Algo de podre no estado de Israel , Lawrence Davidson, 29/Mar

    Chipre sob a mira:   A morte através do salvamento , Mike Whitney, 28/Mar

    Álvaro Cunhal , Pedro de Pezarat Correia, 28/Mar

    Chipre: Resgatada e atacada. Quem está por trás? , Pyotr Iskenderov, 27/Mar

    Chipre: Sobre o acordo com o Eurogrupo , AKEL, 26/Mar

    Debate "O Euro e a dívida – Défices estruturais" , PCP, 26/Mar

    Chipre: Intensificar a campanhar pela ruptura com a UE e as políticas do capital , KKE, 25/Mar

    O estudo da Mercer sobre remunerações , Eugénio Rosa, 24/Mar

    Chipre: Draghi utiliza o bloqueio monetário – Medida equivale a um "acto de guerra" , Jacques Sapir, 22/Mar

    Declarações em tribunal militar em que explica as suas acções como actos de consciência , Bradley Manning, 22/Mar

    A Grande Névoa Estatística , GEAB, 21/Mar

    O Iraque foi ocupado há 10 anos , Tribunal-Iraque, 21/Mar

    Censura e manipulação , César Príncipe, 20/Mar

    Descalabro económico e social em Portugal , Eugénio Rosa, 19/Mar

    Temas proibidos na TV portuguesa , Jorge Figueiredo, 18/Mar

    O "tributo da estabilidade" de Chipre: Outro triste eufemismo , Yanis Varoufakis, 17/Mar

    A nova propaganda é liberal. A nova escravidão é digital. , John Pilger, 17/Mar

    Marx e a crise:   os fantasmas, agora, são eles , Mauro Luís Iasi, 16/Mar

    Hugo Chávez , Paul Craig Roberts, 15/Mar

    Francisco I vem disputar o consenso social , Julio C. Gambina, 14/Mar

    A morte suspeita do Presidente Hugo Chávez , William Blum, 13/Mar

    A ilusão do metacontrole imperial do caos , Jorge Beinstein, 12/Mar

    Chavez, o desafio e a esperança , Miguel Urbano Rodrigues, 11/Mar

    Um modelo da actual crise da Zona Euro:   Do contágio à incoerência , Yanis Varoufakis, 10/Mar

    Por que os cortes nos salários e nas pensões atingem em 2013 níveis confiscatórios e chocantes? , Eugénio Rosa, 09/Mar

    A participação de PCs nos governos: Seria esta uma forma de sair da crise capitalista? , Herwig Lerouge, 08/Mar

    Muchas gracias y hasta siempre , Henrique Júdice, 07/Mar

    A catástrofe grega , James Petras, 06/Mar

    A dívida absurda ou a aberração da dívida , Guilherme da Fonseca-Statter, 05/Mar

    A economia grega está kaput , Mike Whitney, 04/Mar

    Ditadura na Europa , Juan Torres López, 03/Mar

    Sobre as eleições italianas , Jacques Sapir, 02/Mar

    Bradley Manning e os crimes de guerra dos EUA , Michael Ratner, 01/Mar/2013


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