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A INCAPACIDADE DOS PODERES PÚBLICOS PORTUGUESES
A incapacidade dos poderes públicos em Portugal é terrífica. Todos os anos há o mesmo drama dos incêndios florestais, mas eles nada fazem para preveni-los. Não cabe aos bombeiros fazerem prevenção – eles existem para apagar fogos, não para fazer prevenção. A responsabilidade primária pela prevenção cabe ao Ministério da Agricultura, que dorme. Não é indispensável ter um cadastro rural actualizado para limpar o lixo que se acumula nas florestas. Se os seus proprietários são absenteístas, os poderes públicos devem intervir e providenciar a limpeza. Victor Louro, técnico do MA, já demonstrou que isso era possível, em coordenação com a GNR e as autarquias. Há medidas factíveis para resolver esse problema grave. Já em 2005 resistir.info mostrou como isso poderia ser feito (ver Como evitar incêndios florestais e produzir energia ).
Mas os lastimáveis governos portugueses só cuidam da pequena política, tanto faz serem do PSD ou do PS.
ALEPO: UMA ENORME VITÓRIA
A libertação (em curso) de Alepo pelo governo legítimo da República Árabe Síria constitui uma enorme vitória.  Esta nova derrota do Daesh significa um ponto de viragem na guerra cruel imposta ao povo sírio pelas potências ocidentais e os terroristas seus apaniguados.  Os mercenários do Daesh foram finalmente expulsos de Alepo – uma das mais antigas cidades do mundo – pelas heróicas Forças Armadas Sírias, com a colaboração das Forças Aeroespaciais Russas.  Doravante nada será como dantes nesta guerra infame promovida pelos EUA, pela UE, por monarquias árabes corruptas e (até há pouco) pela Turquia.  O martirizado povo sírio tem agora mais razões para esperança.  A Síria não será uma nova Líbia.
DESAGREGAÇÃO DA UE, CRISE E SANÇÕES
A desagregação da União Europeia já começou. Intensificada com o Brexit, agora o edifício comunitário estala por todas as juntas. Já não há consensos e ninguém se entende nos seus organismos. Tudo isto potenciado por crises bancárias. Na Alemanha paira a ameaça da explosão do sistémico Deutsche Bank, o qual tem uma exposição de 55,6 milhões de milhões de euros a instrumentos financeiros derivativos — quando os seus activos não passam de 575 mil milhões de euros. Para comparação: esta exposição do Deutsche Bank a derivativos é 20,6 vezes maior que o PIB alemão (2,7 milhões de milhões de euros). Seria boa altura de a sra. Merkel & o sr. Schlaube aplicarem à Alemanha os remédios que impuseram à Grécia e a Chipre...
Em meio a essa crise, a entidade ilegal chamada Eurogrupo — ilegal porque não faz parte do organograma oficial da UE — ameaça sancionar Portugal por um suposto desvio de 0,2% na execução orçamental. E nos plagos lusitanos políticos e governantes servis tremem de terror diante de tal ameaça.
Quando em Portugal surgirá um governo digno que repudie os Tratados Orçamental, de Lisboa e de Maastricht, rompa com a UE, recupere a soberania monetária e liberte o país da opressão do capital financeiro?

Novo capítulo da novela das sanções :   Dia 12/Julho o Eurogrupo decidiu impor sanções que ficarão registadas mas poderão não ser aplicadas (?). Os próximos capítulos serão em registo de apagada e vil tristeza:   choradinhos a favor da não aplicação.
No século XVI Portugal teve audácia para dar novos mundos ao mundo. Era então um país soberano.

Happy end? :   Dia 27/Julho a Comissão Europeia decidiu não aplicar as sanções. A iniquidade foi afastada, provisoriamente. Mas resta de pé o Tratado Orçamental e a possibilidade de sanções futuras enquanto Portugal a ele permanecer atado. O happy end é apenas parcial. E a propósito: nenhuma sumidade da UE até hoje explicou de onde saiu o número mágico dos 3% de défice orçamental.

RETORNO AO PADRÃO OURO, DEFENDE GREENSPAN
Durante anos banqueiros centrais tentaram convencer-nos de que o ouro já não tinha importância, que era um metal desmonetizado e como outro qualquer. Agora, como um raio em ceu azul, o próprio Greenspan vem defender publicamente o retorno ao padrão ouro tal como existia antes de 1913. "Se voltássemos ao padrão ouro e aderíssemos à estrutura real do padrão ouro como existia antes de 1913, estaríamos bem. Recordem que o período de 1870 a 1913 foi um dos mais economicamente agressivos que tivermos nos Estados Unidos e que foi um período dourado do padrão ouro".
Ignorando o seu próprio papel na formação de bolhas, o ex-governador do banco central dos EUA chega a declarar: "Este é o pior período de que me recordo desde que entrei para o serviço público. Não há nada como isto, incluindo a crise de 19/Outubro/1987, quando o Dow teve uma queda recorde de 23 por cento". Ele descartou falsas narrativas de uma "recuperação" e considerou que a economia dos EUA está efectivamente em "estagnação" (sic). E concluiu: "Historicamente, as moedas fiduciárias (fiat money) sempre acabaram assim" (sic).

UM DISCURSO IMPRESSIONANTE
O silenciamento quase total dos media portugueses acerca das eleições sírias só foi rompido por calúnias bolsadas pela RTP2 (programa "Olhar o mundo"). Igualmente silenciado foi o discurso do Presidente Assad perante o Parlamento sírio , hoje reproduzido por resistir.info. Trata-se de uma peça impressionante e mesmo comovente. Este discurso reflecte a tragédia de todo um povo sacrificado barbaramente pelo imperialismo, com a vergonhosa colaboração de uma União Europeia em total degradação moral e política. Mas mesmo neste transe terrível o povo sírio e as suas heróicas forças armadas resistem e lutam. Eles não querem ter o mesmo destino de povos trucidados pelos imperialismo, como os da Líbia, Iraque, Afeganistão, Iémen e tantos outros. Apesar das tragédias humanas provocadas pelo terrorismo patrocinado pelos países da NATO, longe vão os tempos em que os governantes dos EUA e os seus serviçais da UE diziam que o Presidente sírio não duravava mais de seis meses!
A (DES)UNIÃO EUROPEIA
A câmara alta do Parlamento suíço acaba de cancelar o pedido de adesão do país à União Europeia , que fora apresentado em 1992. Vinte e sete senadores votaram pelo cancelamento, 13 foram contra e dois se abstiveram.
E no referendo do proximo dia 23 a Grã-Bretanha irá votar o Brexit, o abandono da UE. Enquanto isso em França, centro da UE, todo o povo está em revolta aberta contra os seus ditames relativos às leis do trabalho e o servilismo do governo Hollande. Qual dos 28 será o próximo a por em causa a pertença à UE?
Na verdade, Portugal tem muito mais razões que a Grã-Bretanha para romper com a UE – esta pelo menos manteve a sua soberania monetária e um certo grau de autonomia em relação a Bruxelas.   Aqui, nem isso.   Portugal está submetido e sufocado pela UE.   O seu presidente e os seus governantes, de modo humilhante, peregrinam pelas capitais europeias a pedirem pelo amor dos deuses para não serem submetidos às sanções de Bruxelas. Eles, e os media corporativos que os servem, instilam falsos medos quanto à ruptura porque não têm dignidade para propô-la.
O GOLPE NO BRASIL
Em 12 de Maio o Senado brasileiro consumou o impeachment da presidente Dilma Rousseff, com a suspensão do seu mandato. Acerca desse episódio, amplamente noticiado, devem-se destacar alguns pontos:
1) Trata-se de um golpe jurídico e político, sim, mas um golpe intra-burguês.
2) O governo da sra. Rousseff já havia capitulado à reacção em todas as frentes, numa tentativa de apaziguá-la.
3) Nunca se fizeram tantas privatizações e medidas anti-populares como no governo soi-disant "de esquerda" da sra. Rousseff.
4) Em Junho de 2013 o povo brasileiro fez uma fortíssima advertência ao governo da sra. Rousseff , exigindo uma mudança de rumos – mas tal advertência não foi atendida.
5) Por isso mesmo os trabalhadores brasileiros estão a manter-se relativamente passivos diante do golpe do impeachment.
6) O seu sucessor, sr. Temer, é um político do PMDB reconhecidamente corrupto – mas a política económica do seu governo será uma continuidade com a da sua antecessora
7) A falsa imagem "de esquerda" dos governos PT deve ser desmistificada – a verdadeira esquerda brasileira não é encarnada por um partido degenerado como o PT.
8) O golpe foi dado para: a) acelerar as medidas anti-povo, lançando todo o custo da crise sobre os trabalhadores; e   b) barrar investigações de corrupção ("Lava Jato") que atingem 60% dos membros do Congresso.
PORTUGAL, AS GARRAS DA UE E O CRITÉRIO DOS 3%

Anuncia-se agora que Bruxelas iniciou tramitações para suspender fundos europeus a Portugal e ameaça enquadrar o país no Procedimento de Défice Excessivo (PDE) pois de 2013 a 2015 teria ultrapassado o critério dos 3% de défice imposto pelo Tratado Orçamental.   As garras da União Europeia começam assim a apertar-se sobre o pescoço português, tal como na Grécia e nos demais países do sul da Europa.   Consequentemente, a UE ameaça cortar até 50% dos fundos comunitários a Portugal e obrigar o governo português a prestar contas a Bruxelas de três em três meses.

Para apreciar os muito "científicos" critérios impostos pela UE ao adoptar este percentual dos 3% leia-se este artigo em resistir.info: Como nasceu a camisa de força orçamental da UE . O seu criador, sr. Guy Abeille, explica que inventou este número dos 3% em menos de uma hora, fazendo contas "nas costas de um envelope, sem qualquer reflexão teórica".

Tal invenção transformou-se em lei comunitária e agora destroi povos e países.   Só a ruptura com a UE e o Euro poderá libertar os povos europeus desta camisa de força.
MAIS TRÊS BANCOS A SEREM RESGATADOS
Pode haver "mais três bancos na linha para serem resgatados", declarou João Salgueiro em entrevista à Antena 1. O ex-ministro das Finanças e ex-presidente da Associação Portuguesa de Bancos considerou que se trata do BCP, da CGD e de "um banco mais modesto", os quais "podem ficar caríssimos para os contribuintes". João Salgueiro defende a nacionalização do Novo Banco e recusa que sejam aceites ordens de Bruxelas contra a recapitalização da CGD. "Há empresas públicas em França e na Alemanha. Então agora é proibido ter empresas públicas?", questiona Salgueiro.
NÃO AO CETA COMO FACTO CONSUMADO
Assine a petição Pelo debate e decisão sobre a ratificação do CETA na Assembleia da República . São precisas 4.000 assinaturas para que a petição seja discutida na AR.
O Acordo de comércio e investimento CETA (Comprehensive Economic and Trade Agreement) entre a UE e o Canadá foi negociado sigilosamente entre a Comissão Europeia e o Canadá, tendo a sua versão final sido tornada pública pela Comissão Europeia em Fevereiro de 2016.
A notória falta de transparência perante os deputados eleitos pelos cidadãos e a sociedade civil que caracterizou o processo de elaboração do texto do Acordo contrasta fortemente com a enorme influência exercida, durante o mesmo, pelos lobistas representantes da Indústria e Instituições Financeiras.
É preciso 1) que o texto do CETA e as suas consequências sejam debatidos publicamente na Assembleia da República; e   2) que a decisão sobre a sua ratificação ou não ratificação tenha lugar na Assembleia da República.
O FRACASSO DA SOCIAL-DEMOCRACIA LULISTA
Ela prosternou-se diante do Capital, seguindo os passos do seu mentor Lula. Fez todas as concessões possíveis e imagináveis à classe dominante, contra os trabalhadores e os pobres que a elegeram. Nomeou um banqueiro neoliberal para o Ministério das Finanças; aprovou em Abril uma lei dita "anti-terrorista" contra o movimentos sociais; manteve congelada a Reforma Agrária; nomeou uma latifundiária para o Ministério da Agricultura; aceitou submissamente que o Império espionasse as suas ligações telefónicas; leiloou ministérios inteiros à reacção em troca do apoio político de um parlamento corrupto — mas nada disso adiantou. Hoje, 17/Abril/2016, num espectáculo pouco edificante um parlamento presidido por um indivíduo arqui-corrupto e dominado por latifundiários, evangélicos, polícias e militares votou pelo impeachment da sra. Dilma Roussef. As suas concessões de nada adiantaram, foi ejectada tal como se cospe o bagaço de uma laranja depois de chupada. O PT é hoje um partido desmoralizado e a democracia burguesa brasileira está podre. Faz falta e é urgente constituir um bloco de forças revolucionário e anti-capitalista que dinamize as lutas que se seguirão. A social-democracia lulista já deu o que tinha a dar.
DERIVA POLICIALESCA INTENSIFICA-SE NA UE
Com o pretexto do "combate ao terrorismo", hoje 14/Abril o Parlamento Europeu aprovou a diretiva "Passenger Name Record" . Esta lei obriga as companhias aéreas a registarem dados pessoais dos seus passageiros, como nome, morada, número de telefone, número do cartão de crédito e forma de pagamento, nome dos acompanhantes (se os houver), bagagem e itinerário da viagem. Os dados serão retidos durante quatro anos. A deriva policialesca da União Europeia segue pari passu a rota traçada pelo seu amo estado-unidense. Lá como cá, estão em causa os direitos, liberdades e garantias dos cidadãos. Eles praticam terrorismo de estado e depois valem-se disso para implantar estados policiais. É necessário abandonar a UE para preservar a democracia.
A ÁUSTRIA FAZ O SEU PRIMEIRO BAIL-IN
A Áustria tornou-se o primeiro país da UE, após Chipre, a recorrer à directiva europeia BRRD, que prevê o salvamento interno (bail-in) dos bancos à custa dos seus depositantes. A notícia está aqui , no entanto provocou uma fraca cobertura mediática. A directiva BRRD foi posta em vigor em Portugal pela Lei 23-A/2015 , de 26/Março.
Ver também A punção das contas bancárias já foi legalizada .
FACTOS OCULTADOS A NÃO ESQUECER
Portugal está agora a pagar o regabofe das privatizações da banca.
As receitas das privatizações do Sector Bancário do período 1989/1997 foram avaliadas em 3,63 mil milhões de euros a preços correntes, ou seja, 3,6% do PIB (1997), como recordou Agostinho Lopes no seminário "Controle público da banca".
Há que comparar este montante e esta percentagem com o que o Estado português já gastou a salvar bancos privados. Segundo o BCE (2015) no período 2008-2014 foram gastos 19,5 mil milhões de euros, ou seja, 11,3% do PIB (e ainda falta contabilizar os custos com o Banif).
Mas os "comentaristas económicos" que peroram na TV & jornais portugueses nunca falam destas coisas – ou seguem a voz do dono ou são dispensados.
BCE REFORÇA AS DOSES DE HEROÍNA E COCAÍNA
A impotência dos bancos centrais confirmou-se dia 10 de Março com o anúncio do BCE de ainda mais facilidades quantitativas (QE) e novas reduções da taxa de juro. A partir de agora o BCE injectará 80 mil milhões de euros por mês (criados ex nihilo) em bancos europeus e entra no perigoso território das taxas de juro zero ou negativas. Trata-se de medidas de desespero que não resolverão o problema sistémico do capitalismo actual:   a gigantesca acumulação de capital fictício . As injecções de QE são como as de heroína e cocaína, como declarou um ex-presidente do Fed dos EUA. Podem dar ao paciente algum alívio momentâneo, mas viciam e não curam a doença.
Na verdade, a economia real pouco ou nada será beneficiada com a nova QE do sr. Mario Draghi. E, significativamente, o preço do ouro começou a subir imediatamente após o anúncio destas medidas.
COCAINA, HEROINA & RITALIN
"Nós injectámos cocaína e heroína no sistema" para criar um efeito riqueza e "agora estamos a mantê-lo com Ritalin" (droga para tratar problemas de défice de atenção).   Quem diz isso é o antigo presidente do Federal Reserve dos EUA, sr. Dick Fischer.   O sr. Fisher, no 7º aniversário da crise, reconhece que o tratamento com cocaína e heroína não funcionou "apesar do seu êxito em elevar preços de activos".   O ex-presidente do banco central dos Estados Unidos confirmou agora sua advertência anterior:   "O Fed é uma arma gigante à qual já não restam munições".   A notícia está aqui .
Notáveis confissões.
OS BAIL-IN CHEGARAM A PORTUGAL
No dia 30 de Dezembro de 2015 os bail-in chegaram a Portugal.   É o salvamento dito "interno" de bancos, em oposição aos bail-outs que são salvamentos externos (geralmente à custa dos contribuintes).   No caso do escândalo do BANIF este governo PS aprovou um bail-out , no qual os contribuintes portugueses ficaram a arder em mais 3 mil milhões de euros (1,1% do PIB do país).   Agora, no caso do Novo Banco, o rombo é de 2 mil milhões de euros – retirados aos obrigacionistas do NB, ou seja, fundos de pensões, de investimento e outros bancos.
O que mais irá acontecer à banca portuguesa em 2016?
Não existe nenhuma solução boa para o povo português no âmbito da União Europeia e do seu Tratado Orçamental.   A libertação das garras do capital financeiro e a recuperação da soberania monetária é condição sine qua non para a sobrevivência da Nação.   A UE é o Comité Executivo dos interesses do capital financeiro transnacional.   Só os que não se movem é que não se sentem tolhidos.
ISLÂNDIA E PORTUGAL
A Islândia já condenou 26 banqueiros à prisão pela crise financeira de 2008. A actuação das autoridades islandesas contrasta agudamente com a das portuguesas. Aqui os banksters permanecem impunes e os culpados nunca aparecem (e muito menos o dinheiro que arrecadaram). O novo escândalo do BANIF – um rombo da ordem dos 3 mil milhões de euros – segue-se aos do BPN, BPP, BES, ...
O que mais irá acontecer com tais supervisores & tribunais?
DINAMARCA DIZ NÃO À UNIÃO EUROPEIA
No referendo do dia 3 de Dezembro o povo dinamarquês disse um NÃO rotundo à integração na União Europeia . No entanto, quem acompanha as notícias através dos media corporativos lusos mal se apercebeu de que houve um referendo na Dinamarca. Hoje, com esta TV e estes jornais que se dizem "de referência", a censura em Portugal é mais feroz do que antes do 25 de Abril.
CONTRATOS SECRETOS DO GOVERNO PSD-CDS
Os portugueses arriscam-se a pagar ainda mais portagens do que já pagam graças aos contratos secretos legados pelo governo do sr. Passos Coelho. Os referidos contratos secretos prevêem a instalação de novas portagens, nomeadamente na A3 e A4 no Porto.   Este novo esqueleto descoberto no armário do governo PSD-CDS vem somar-se ao outro da TAP em que o Estado assume compromissos financeiros vultuosos.   Quantos mais esqueletos terá deixado o governo do sr. Coelho & sr. Portas?
NÃO À HISTERIA COM O TERRORISMO
A campanha de intoxicação colectiva continua. O seu objectivo é criar um clima de histeria para facilitar a eliminação de direitos, liberdades e garantias dos cidadãos. As restrições e a censura já começaram em França. E agora põem soldados e carros de combate nas ruas de Bruxelas – mas o terrorismo é um assunto de polícia, não de tropa na rua. Essa exibição de força seria ridícula se não fosse sinistra. Os governantes europeus hoje são meros serviçais dos seus amos estado-unidenses. Seguem à risca o script americano do 11/Set.
OS ATENTADOS DE PARIS
Os atentados criminosos de Paris inserem-se numa sequência que vai do 11/Set/2001 aos atentados do Charlie Hebdo. No 11/Set as demolições das Torres Gémeas foram utilizadas para justificar modificações profundas do regime estado-unidense num sentido fascizante (Patriot Act, reforço policialesco, criação do Homeland Dept, mais poderes à NSA, etc).
Em França, após os atentados de 14/Nov, o sr. Hollande decretou o estado de emergência e tenta institucionalizar medidas contra as liberdades individuais e sindicais. Mas é o seu governo que mantém relações indecentes com as petromonarquias integristas – financiadoras do terrorismo fanático – e colabora com os terroristas ditos "moderados" que travam uma guerra de morte contra o Estado laico e soberano da Síria. A História mostra que estes ataques terroristas costumam ser utilizados por aqueles que planeiam intervenções militares imperialistas e novas medidas repressivas contra os povos.
A solidariedade com as vítimas destes crimes odiosos não deve fazer esquecer o contexto em que se dão.   É preciso vigilância em relação à desinformação que os media propalam.
O DESCARAMENTO DOS FACTOS CONSUMADOS
O governo rejeitado no dia 10 de Novembro insiste numa política de factos consumados. Apesar de agora os seus poderes estarem limitados à gestão corrente, no dia 12 de Novembro assinou ilegalmente o contrato de privatização da TAP. Querem assim comprometer a liberdade de acção do futuro governo PS, assumindo compromissos financeiros penalizadores. Eles que tanto falam em "estabilidade" são os que mais promovem a instabilidade e a ruína.

A POBREZA EM PORTUGAL
O INE acaba de divulgar os resultados definitivos do "Inquérito às Condições de Vida e Rendimento", realizado em 2014 com dados de 2013.   Vale a pena examinar o documento síntese do inquérito.   Ele confirma o agravamento tanto da Taxa de Risco de Pobreza; como da Taxa de Intensidade de Pobreza; da Privação Material Severa e da Desigualdade do Rendimento.   As consequências das imposições da troika – a que o governo PSD-CDS se submeteu com entusiasmo – já são mensuráveis ao nível estatístico.   Mesmo assim o PR e o resto da direita querem prolongar indefinidamente a pauperização do povo português.

A GOVERNAÇÃO PSD--CDS
A governação PSD-CDS louvada por Cavaco deu nisto:   o rácio dívida/PIB de Portugal era de 96,2% em 2010. Mas depois pauperização do país imposta a partir de 2011 pela Troika e aplicada com diligência pelo governo PSD-CDS, em 2014 o rácio tornou-se ainda pior: saltou para os 130,2%.   Os sacrifícios do povo português foram inúteis e a dita "recuperação económica" com que eles acenaram antes das eleições é uma miragem.
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A ARROGÂNCIA DE BRUXELAS
Habituada ao servilismo do governo PSD-CDS, neste momento a Comissão Europeia comporta-se de modo ainda mais arrogante do que o habitual.   A procissão ainda vai no adro, mas Bruxelas "exige" e "já" o Orçamento de Estado e ameaça com sanções se não for entregue para exame prévio.   A UE actua como uma potência colonial diante do seu preposto num protetorado.   Os eurocratas parecem contaminados pelo pânico que agora grassa na direita portuguesa diante da perspectiva de perder o poleiro.   Para ela, nada valem as soluções de governo estabelecidas na Constituição da República.
Alguém já disse que para esta direita indígena a formação de governo é como as touradas de Barrancos:   o que conta não são as regras constitucionais estabelecidas e sim a "tradição".

O FASCISMO CLIMÁTICO DE OBAMA
A decadência económica da Grã-Bretanha foi acelerada quando Margaret Thatcher resolveu destruir a sua indústria carbonífera. Foi uma decisão puramente política motivada pela guerra de classes:   ela queria quebrar a força de um dos sectores mais organizados e combativos da classe operária britânica. Em termos de política energética foi uma decisão monstruosa pois o petróleo do Mar do Norte, com que contava Thatcher para substituir o carvão, foi sol de pouca dura (as reservas hoje estão esgotadas).
Nos EUA, o sr. Obama parece decidido a seguir pelo mesmo caminho da sra. Thatcher e as consequência provavelmente serão as mesmas. Ele quer destruir a indústria carbonífera americana , fiado no fracking para extrair hidrocarbonetos de xisto – o qual tem custos de produção incomportáveis e consequências ecológicas e sísmicas desastrosas.
Estes novos pregos no caixão da economia estado-unidense estão a ser cravados em nome da maior impostura de toda a história da ciência , o chamado "aquecimento global". Tal como os demais políticos e jornalistas ignorantes, o sr. Obama confunde ambiente com clima e apresenta como um facto comprovado aquilo que não passa de uma simples hipótese que já deveria ter sido descartada há muito. Hoje não há nenhum climatologista sério no mundo que defenda o dito aquecimento global e o grande cientista Marcel Leroux já desmontou os erros em que repousa a teorização (arcaica) do IPCC.
Tudo indica que para combater os males reais do mundo capitalista a classe dominante inventa terrores fictícios, como o papão do aquecimento global e do efeito estufa provocado pelo dióxido de carbono (CO2) – um gás não poluente, inofensivo para a saúde humana. Cabe recordar, mais uma vez, que o ar que respiramos é composto em 78% por azoto, 21% por oxigênio e apenas 1% por todos os outros gases. Nestes "todos os outros" é que se inclui o CO2 (0,04% do total) e a parte do mesmo de origem antropogénica é absolutamente desprezível. Transformar o CO2 em vilão universal é o maior disparate científico de todos os tempos e mostra bem a irracionalidade do mundo em que vivemos.
Em Portugal o governo P. Coelho segue pelo mesmo caminho, pois endossa a teoria do aquecimento global e do vilão CO2. Asneiradas deste naipe têm consequências económicas pois levam a desperdícios e más aplicações de recursos.
AUMENTAM AS PENHORAS DE PENSÕES DE REFORMA EM PORTUGAL
Em 2014 foram penhoradas 195.800 pensões de reforma em Portugal , o que representa um aumento de 8% em relação ao ano anterior.   O aumento das penhoras deve-se aos "aperfeiçoamentos" da máquina fiscal do governo PSD/CDS, que passaram a permitir penhoras automáticas sem a intervenção de um juiz.   Assim se vê a "recuperação económica" trombeteada pelo sr. Passos Coelho.

O cervejeiro que exerce as funções de ministro da Economia anunciou que 6ª feira, 12 de Junho, o governo tomará uma decisão sobre a venda da TAP. Seja qual for a decisão deste Conselho de Ministros ela será ilegal pois o Supremo Tribunal Administrativo aceitou uma providência cautelar ordenando a imediata suspensão do processo de privatização do Grupo TAP. Ver o comunicado de 3 de Junho do SNPVAC .

IMPORTANTES REVELAÇÕES DO WIKILEAKS
O Wikileaks divulgou hoje (03/Junho/2015) 17 documentos relativos às negociações secretas para Acordo de Comércio e Serviços (Trade In Services Agrement, TISA) entre os EUA, a UE e 23 outros países, incluindo Turquia, México, Canadá, Austrália, Paquistão, Formosa & Israel — os quais representam em conjunto dois terços do PIB mundial. O TISA faz parte da "trindade" estratégica TPP-TISA-TTIP e é provavelmente o mais importante dos três pois inclui os serviços financeiros.   Desta "trindade" estão excluídos os países BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).
Os media portugueses não deram esta notícia na primeira página.
ENSINAR O ASSASSÍNIO A CRIANÇAS
O estado nazi-sionista ensina o assassínio a crianças de tenra idade. Um infantário de Jerusalém Leste resolveu ensaiar uma peça teatral em que uma criança (vestida como soldado israelense) assassina outra (palestina) a tiros de fuzil . Compreende-se assim porque só em Gaza foram mortos 2270 palestinos no ano passado, incluindo 590 crianças.
DOS BAIL-OUTS AOS BAIL-INS, COMO EM CHIPRE
Os jornais portugueses não deram esta notícia:   A União Europeia está a forçar os países europeus a publicarem legislações nacionais em favor de bail-ins (salvamentos internos) para bancos em apuros.   Ou seja, a UE considera que os bail-outs (salvamentos externos com dinheiros públicos) já não serão suficientes para as crises bancárias que hão de vir.
É espantoso que os media portugueses que se auto-intitulam como "referência" silenciem a directiva BRRD .   No entanto, tal medida está em tramitação desde Abril de 2014, ver EU Bank Recovery and Resolution Directive (BRRD) .   E anteriormente já fora aplicada em Chipre, onde os bancos insolventes foram salvos por meio de um confisco de depósitos.
E ainda há comentaristas que têm o descaramento de dizer que a economia europeia está em recuperação...
Deve-se notar que os milionários geralmente estão mais bem informados que a massa dos depositantes bancários e nesta altura já terão posto o seu dinheiro a bom recato em paraísos off-shore ou em metais preciosos — os outros, a grande maioria dos depositantes, a qualquer momento poderão ter uma surpresa pouco agradável.

O MÍTICO FIM DA CRISE
Eles dizem que Portugal já está a sair da crise. Mas, revela-se agora, o número de penhoras duplicou em apenas dois anos . As cobranças coercivas do fisco passaram de 927mil euros em 2013 para mais de dois milhões em 2014.   A voracidade fiscal é tamanha que até clientes de restaurantes e lojas são notificados para penhora dos estabelecimentos onde pedem a e-factura com número de contribuinte (o que é uma razão de peso para nunca informar o número quando se faz uma compra).
Haverá tanta diferença assim entre Portugal e Grécia, como apregoa este governo? Aparentemente a diferença é só de dois anos:   Portugal está hoje na mesma situação em que estava a Grécia dois anos atrás.
Inverter a rota é preciso.
O DEDO DO IMPERIALISMO NO BRASIL
O dedo do imperialismo esteve presente nas manifestações de 15 de Março no Brasil, ainda que de forma discreta. Há precedente. Nos meses que antecederam o golpe de 1964 o imperialismo actuou intensamente para a criação de uma base social de apoio aos golpistas. Organizações como o IPES e o IBAD, dirigidas pelo agente da CIA Ivan Hasslocher, despejaram rios de dinheiro na compra de deputados, em denegrir o governo do presidente João Goulart e em criar o clima adequado para levar o general Castelo Branco (amigo de Vernon Walters, da CIA) a decidir-se pelo golpe.
Hoje passa-se algo semelhante no Brasil. Os métodos utilizados, como o lock-out de camionistas e os panelaços, são os mesmos que o imperialismo utilizou em 1973 para promover o golpe de Pinochet no Chile. A manipulação através de redes sociais das camadas médias e as palavras de ordem moralistas (como se a corrupção fosse uma exclusividade do PT) ocultam o desejo imperial de por no poder agentes directos seus, por meios constitucionais ou não.
Nestes últimos anos o imperialismo desenvolveu uma grande perícia para derrubar governos e criou novas agências especializadas para o efeito, a exemplo do NED . A crise actual é consequência da política capituladora do PT, com constantes e enormes cedências à reacção. As tentativas de conciliação com a direita conduzem a recuos cada vez maiores. O incêndio da sede do PT em Jundiaí e o pedido de intervenção militar de manifestantes no Rio de Janeiro são indícios preocupantes do que pode vir a seguir. A política de "gestor do capitalismo brasileiro" assumida pelo governo Dilma/PT tem pernas curtas. Se não der meia-volta pode ter um triste destino.
A ISLÂNDIA, A UE E A TV PORTUGUESA
A notícia mais importante do dia 12 de Março foi certamente a decisão do governo da Islândia de retirar a sua candidatura a membro da União Europeia. O pedido fora apresentado em Julho de 2009 e as negociações decorriam até agora, quando o governo (conservador) islandês disse um não definitivo à UE. A notícia tem importância internacional e de múltiplos pontos de vista, o que justificaria o destaque devido dos media assim como análises e comentários. No entanto, os noticiários da noite de 12 de Março da TV portuguesa praticamente ignoraram-na. A omissão de informação é a forma de censura preferida do telelixo português.
CRITÉRIOS CAPITALISTAS
Para um país arruinado e em guerra civil como a Ucrânia, governado por uma junta nazi-fascista, o FMI anunciou um empréstimo de US$17,5 mil milhões [€15,6 mil milhões]. O FMI ao conceder este empréstimo gigantesco rompeu os seus próprios estatutos, que proíbem emprestar a países em guerra. Diga-se de passagem que ele será impagável.
Em contrapartida, para a Grécia o Eurogrupo resolveu condicionar os míseros €7,2 mil milhões que já estavam acordados no memorando – a metade do dinheiro dado agora à Ucrânia – ao cumprimento de determinadas condições impostas ao governo Syriza, que a elas se submeteu.
A disparidade de critérios mostra como opera a Elite Transnacional.
QE, UMA MEDIDA DE DESESPERO E UM FRACASSO REENCENADO
A quantitative easing (QE) agora lançada pelo Banco Central Europeu é uma medida de desespêro. Há um par de anos atrás seria impensável que o sr. Mario Draghi se atrevesse a propor, ou sequer a falar nisso. Se o faz agora, é porque todos os outros remédios, receitas & mezinhas fracassaram.   Mesmo analistas conservadores reconhecem-no sem rodeios.   Wolfgang Münchau, escrevendo no Financial Times (19/Jan/15), considera que "Isto não vai ser uma versão preventiva do QE, mas uma versão pós-traumática. As expectativas inflacionárias afastaram-se do alvo faz tempo.   A inflação é negativa. A economia da Eurozona está doente" (sic).
Em tempos normais, a injecção monetária pode ser um estímulo ao investimento produtivo, via concessão de crédito. Mas os tempos actuais não são normais. As taxas de juro estão baixíssimas mas o investimento é mínimo – não por escassez de crédito, mas por falta de procura efectiva.  
No caso de Portugal, desde 2011 a Formação Líquida de Capital Fixo é negativa.   Isso significa que a capacidade produtiva do país não só não está a crescer como está mesmo a contrair. Diante disto, que sentido faz o BCE vir a comprar títulos da dívida pública dos países da Eurozona?   Assim, tudo indica que os 500 mil milhões anunciados pelo sr. Draghi não resolverão a crise das economias reais da zona Euro – apenas alimentarão bolhas nos mercados financeiros.   O fracasso da QE nos EUA – onde permitu o salvamento de bancos mas não o relançamento da actividade produtiva – será agora reencenado na Europa.
REVOLUCIONÁRIOS SEM ROSTO
Resistir.info dispõe de alguns exemplares de Revolucionários sem rosto – Uma história da Ação Popular , livro de Otto Filgueiras editado no Brasil pelo Instituto Caio Prado Jr. Os interessados em adquir a obra devem transferir 20 euros para o NIB 003601689910004600741 (com a devida identificação) e a seguir enviar um email com o endereço para resistir[arroba]resistir.info.
CRIMES ECONÓMICOS E CRIMES PENAIS
Os piores crimes que um governante pode cometer não estão capitulados no Código Penal, podem ser cometidos sem infringir nenhum dos seus artigos:   são os crimes de lesa economia nacional.   Desgraçadamente, Portugal tem experimentado uma série contínua deles ao longo das últimas décadas. Começaram pelas privatizações selvagens e pela destruição da Reforma Agrária. Continuaram com a entrada na UE e a adesão ao Euro. Prosseguiram ao longo de anos com projectos absurdos como a rodoviarização acelerada no tempo de Cavaco como primeiro-ministro; com o desbaratar de dinheiros públicos com a construção de estádios no tempo de Guterres; intensificaram-se no governo Sócrates com negócios concebidos ad hoc para o capital financeiro e monopolista como as PPPs, o TGV, o novo aeroporto, os veículos eléctricos e muitos outros.

É por crimes económicos como estes que os governantes deveriam ser julgados. O facto de muitos deles, incidirem também em crimes capituláveis no Código Penal é uma questão a latere. Tomá-la como principal é despolitizar os problemas, abdicar da análise numa óptica de classe e cair numa crítica moralista – como se o desastre a que Portugal foi conduzido fosse devido apenas à "desonestidade" de políticos. As portas giratórias entre governantes e capital monopolista continuam a girar intensamente e isso não é enquadrável no Código Penal. Se e quando alguns políticos são apanhados nas malhas da justiça por questões do dito Código, isso não deve fazer esquecer o principal.
EUA SOLIDÁRIOS COM O NAZISMO
Os Estados Unidos – com os seus acólitos ucraniano e canadiano – foram os três únicos países do mundo que na Assembleia Geral da ONU, em 21/Novembro, votaram contra uma proposta de condenação das tentativas de glorificar a ideologia nazista e de negar os crimes de guerra da Alemanha nazi .
O FIM DO MURO DA PAZ E O QUE SE SEGUIU
Hoje, com o pretexto do Muro de Berlim, a reacção festeja em triunfo e com fanfarras a derrota do socialismo.
Há que dizer que:   1) Hoje o mundo está muito pior do que há 25 anos atras, com guerras incessantes e a ameaça de uma guerra termonuclear;   2) Que a anexação da antiga República Democrática Alemã não beneficiou o seu povo, que hoje lamenta as benesses perdidas com a derrota do socialismo;   3) Que os trabalhadores do ocidente foram prejudicados com o fim do mundo socialista, pois agora os capitalistas consideram-se mais livres para explorá-los;   4) Que o imperialismo adquiriu uma nova agressividade após o desaparecimento do mundo socialista;   5) Que de 1961 a 1989 o Muro de Berlim, ou Muro da Paz, garantiu a tranquilidade na Europa, assim como a defesa da RDA contra a guerra implacável que sempre lhe foi movida com constante sabotagem económica, financeira, tecnológica, militar e psicológica;   6) Que esses clamores triunfantes da reacção fazem todos os possíveis por esquecer os tristes muros que hoje dividem o mundo, como as muralhas que retalham o estado nazi-sionista e encerram o povo palestino em guetos; a muralha mortal, física e electrónica, que assassina mexicanos pobres na fronteira com os EUA; o muro que o regime neo-nazi de Kiev agora está a construir nas fronteiras ucranianas, apesar da ruína económica em que está afundado;   7) Os palradores que hoje peroram na TV portuguesa acerca do Muro de Berlim deveriam meditar, se fossem capazes disso, na desgraçada situação económica, financeira, social, política, ecológica e energética em que está hoje o mundo capitalista – o seu triunfalismo seria arrefecido.
O CAPITALISMO COMO RELIGIÃO
O capitalismo como religião e a teoria económica dominante como teologia é o tema desta aula magnífica do Prof. Fernando López Castellano , da Universidade de Granada.   Vale a pena assisti-la na íntegra (1h27m de duração).   É um verdadeiro antídoto para os comentadores económicos que palram na TV portuguesa.
RELATÓRIO 2014 DA UNCTAD
Foi publicado em Setembro o relatório de 2014 da UNCTAD sobre comércio e desenvolvimento. O documento, uma análise abrangente, constata que "A economia mundial ainda não escapou da calmaria no crescimento a que foi abandonada durante os últimos quatro anos, e há um perigo crescente de que este estado de coisas esteja a tornar-se aceite como a 'nova normal' ", acrescentando que o seu crescimento "tem experimentado uma modesta melhoria em 2014, embora permaneça significativamente abaixo das alturas anteriores à crise". As análises da UNCTAD têm interesse pois, de certa forma, fazem contraponto às do FMI, Banco Mundial e UE. O relatório 2014 pode ser descarregado aqui .
A VITÓRIA PALESTINA
Quando uma potência militar não consegue subjugar um oponente muito mais fraco, isso constitui uma vitória para o oponente. Os 50 dias de carnificina que o estado nazi-sionista desencadeou contra o povo de Gaza saldaram-se num fracasso. O Hamas – felizmente – manteve e mantém a sua capacidade militar. A única coisa que a tropa nazi-sionista conseguiu foi massacrar população civil, mulheres e crianças, destruir hospitais, escolas e habitações. Massacrar inocentes desarmados é o que eles sabem fazer melhor. Mesmo com uma superioridade esmagadora a tropa sionista não conseguiu derrotar um adversário que não dispõe de força aérea, nem de marinha, nem de mísseis, nem de meios equivalentes em quantidade e qualidade. O mito da invencibilidade da tropa sionista começou a desmoronar-se com os golpes que lhe infligiu o Hezbollah na última guerra no Libano. E continuou agora depois desta nova agressão contra o povo Gaza. Falta saber se o acordo do Cairo de 26 de Agosto será respeitado pelos nazi-sionistas. Os seus crimes contra os direitos humanos continuam diariamente nos bantustões onde arrebanham palestinos. É indispensável continuar a campanha de boicote ao estado nazi-sionista .
Em tempo: Quem permite que a Embaixada de Israel em Portugal feche uma rua com uma cancela, vedando-a ao trânsito? O que tem a dizer acerca disto o Sr. António Costa, presidente da Câmara Municipal de Lisboa? As ruas da capital portuguesa já não são públicas? A municipalidade lisboeta permite a instalação de check points como na Faixa de Gaza?
R. António Enes, em Lisboa.
O DESCALABRO E AS NACIONALIZAÇÕES NECESSÁRIAS
A insolvência agora revelada do mais poderoso grupo financeiro português , o Espírito Santo, ficará na História Económica de Portugal.   O mito da gestão privada vem à luz do dia de forma gritante.   O descalabro do grupo Espírito Santos é a sequência de uma longa sucessão de escândalos (BPN, BPP, BANIF, BCP, ...) e de conivências numa trama de interesses com os partidos da burguesia, PSD & PS, que têm governado. A contra-revolução por eles promovida resultou nisso:   no descalabro geral e na ruína do país — mas seria inútil esperar qualquer auto-crítica da parte dessa gente.
Grande General Vasco Gonçalves, em 1975 fez o que era necessário: a nacionalização da banca e dos grupos monopolistas.   Aqueles que destruíram a sua obra e depois disso a Lei de Delimitação dos Sectores têm contas a prestar. Refazer o que foi criminosamente desfeito é uma condição de sobrevivência nacional. Portugal é hoje um "protetorado" (palavra utilizada pelo ministro P. Portas, em tom conformista). Para libertar-se, será preciso também recuperar a soberania monetária e romper com a UE.

GENOCÍDIO NA EUROPA
O governo neo-nazi de Kiev deu, dia 12 de Junho, um novo passo na escalada genocida contra o seu próprio povo:   a utilização de bombas incendiárias de fósforo contra a população civil de Slavyansk . Os media corporativos, ditos de "referência", calam-se. Ocultam deliberadamente este novo acto de barbárie dos fascistas ucranianos patrocinados pelo governo Obama. E a União Europeia permanece de cócoras, também calada, subserviente aos EUA e conivente com os seus crimes.
400 MERCENÁRIOS DA BLACKWATER NA UCRÂNIA
A junta neo-nazi de Kiev tem agora 400 mercenários da Blackwater e Greystone a operarem no terreno, anunciam os media alemães . São eles que conduzem os massacres de populações civis no leste da Ucrânia, enquadrando a tropa regular e os paramilitares neo-nazis (Svoboda e Right Sector). A contratação de mercenários estrangeiros constitui uma escalada para uma guerra civil generalizada e uma provocação contra uma potência nuclear. O jogo do imperialismo, ao animar os seus títeres de Kiev, é insano. Registe-se o papel subalterno e servil da UE, caudatária dos EUA mesmo contra os seus próprios interesses.
O SCRIPT UCRANIANO NA VENEZUELA BOLIVARIANA
Três generais da Força Aérea Venezuelana acabam de ser detidos por conspirarem um golpe de estado. Foram entregues a Tribunais Militares, nos termos da lei e da Constituição Bolivariana. Este episódio significa que o imperialismo conseguiu comprar alguns militares de alta patente. Mas significa também que a Revolução Bolivariana e suas Forças Armadas estão vigilantes, pois os conspiradores foram denunciados por outros oficiais. Na Ucrânia o imperialismo gastou (confessadamente) cinco mil milhões de dólares para desestabilizar o país e promover o golpe de estado. Quanto não terá gasto já na Venezuela? O script da desestabilização da Ucrânia está a ser seguido ao pé da letra na Venezuela Bolivariana. Contratação de mercenários, sabotagem económica, destruição de bens públicos, utilização de marginais, grupos fascistas e terrorismo. O assassinato de 35 soldados da Guarda Nacional Bolivariana, 21 deles por armas de fogo, mostra que – tal como na Ucrânia – o imperialismo já recorre a franco-atiradores (snipers). Há uma tentativa clara das agências imperialistas (CIA, NDE, etc) de levar o país à guerra civil. O espectro da intervenção militar directa do imperialismo é uma realidade. A Revolução Bolivariana terá de defender-se com mão dura se não quiser ter o mesmo destino da Ucrânia. A diferença entre a Venezuela e a Ucrânia é que a primeira tem um governo digno, patriota, revolucionário e com apoio do povo, ao passo que a Ucrânia não tinha. Por isso a Venezuela Bolivariana tem condições de vencer.
A VORACIDADE DO FISCO CONTRA OS AGRICULTORES
A "anulação das novas imposições sobre os pequenos e médios agricultores" é uma causa que merece apoio. Estas novas imposições fiscais vão provocar a ruína de dezenas de milhares de pequenas e médias explorações agro-alimentares familiares. Elas devem ser preservadas pois contribuem para a produção de alimentos de elevada qualidade, são indispensáveis para garantir rendimentos aos agricultores afectados e às suas famílias e para proporcionar coesão territorial.
Assine a petição lançada pela Confederação Nacional da Agricultura .
UE, CAUDATÁRIA DOS EUA
A crise da Ucrânia degradou ainda mais o papel da União Europeia. Antes a UE podia ser classificada como um sub-imperialismo, ou seja, um imperialismo de segunda categoria subordinado ao principal. Mas a partir de agora a Comissão Europeia tornou-se uma simples caudatária do governo americano. Passou a ser um moço de recados tão obediente ao seu patrão americano que até abdica dos seus próprios interesses. A subordinação é total e incondicional. Atiçada pelo governo de Washington, a UE alinhou-se completamente no apoio ao golpe de estado em Kiev e não teve pejo em utilizar os neo-nazis, que agora no governo interino ucraniano dirigem os Ministérios da Defesa, da Segurança Interna e outros mais. Ao embarcar no maximalismo de Washington e na sua geopolítica belicista, a Europa feriu profundamente os seus próprios interesses – que poderiam ter sido melhor atendidos através de um acordo razoável com a Ucrânia e a Rússia. A baronesa Ashton é a alter ego europeia da neocon Nuland.
Quanto à Ucrânia, o seu problema não é a separação da Criméia. O problema verdadeiro é a situação económica terrífica do país e no lado financeiro a perspectiva do incumprimento. Os milhares de milhões prometidos pela UE ainda estão no vamos ver. Se a ajuda da UE for como em Chipre e na Grécia, pobres ucranianos. Quanto aos 5 mil milhões de dólares que o imperialismo confessadamente gastou para derrubar o governo ucraniano, o seu reembolso começou de modo relâmpago: Foi o roubo das 40 toneladas de ouro do Banco Central da Ucrânia , agora "guardadas" nos EUA. Por que é que os media que se auto-proclamam como "referência" e padrão de "bom jornalismo" não mencionam o roubo do ouro ucraniano?
A TROIKA, AS FAMÍLIAS E A PRIVAÇÃO DE ÁGUA
Em 2013 a EPAL cortou o abastecimento de água 11.836 famílias. Este número representa um acréscimo de 15,41% em relação aos cortes verificados em 2012 e de 17,8% em relação aos de 2011. Assim, a pauperização do povo português imposta pelos serviçais da troika, o governo PSD-CDS, já atinge o bem mais vital de todos: a água. A ditadura do capital financeiro sobre Portugal assume aspectos cada vez mais perversos.
A notícia está aqui .
UCRÂNIA: IMPERIALISMO SAQUEIA 40 TONELADAS DE OURO
A pilhagem da Ucrânia intensifica-se em ritmo alucinante. Sexta-feira à noite, dia 7 de Março, um avião misterioso decolou do aeroporto de Boryspil com 40 toneladas de ouro. Essa quantidade corresponde às reservas do Banco Central da Ucrânia. Do golpe de estado em Kiev saiu um governo apoiado pelos EUA e integrado por neo-nazis. Ele está agora a pagar a factura ao imperialismo. Está-se a ver a "libertação" que as potências ocidentais oferecem ao povo ucraniano.
A notícia está aqui .
VITÓRIA DO POVO CIPRIOTA
Chipre derrotou as privatizações imposta pela UE. Sexta-feira, 28 de Fevereiro, o Parlamento de Chipre – após enormes manifestações populares – recusou-se a autorizar as privatizações selvagens impostas pela Troika. O plano de privatizações de três grandes empresas públicas teve 25 votos contra dos comunistas (AKEL) e outros partidos democráticos, 25 votos a favor e 5 abstenções. O plano de privatizações era um elemento chave do acordo com o FMI e a UE. Em consequência, após a rejeição do plano, o governo reaccionário local pediu a demissão. "Não aceitaremos a dilapidação do património nacional" , declara o AKEL. O AKEL recusa com firmeza as privatizações, defende a saída de Chipre do Euro e o abandono da UE.
Notícias como esta não são divulgadas na TV portuguesa...
A ARTE DO ENGANO DOS SUCESSORES DE GOEBBELS
"A arte do engano: treino para uma nova geração de operações encobertas online" é o título de um estudo secreto destinado apenas ao grupo de cinco países que participa em conjunto da operações de espionagem dos EUA (Grã-Bretanha, Austrália, Nova Zelândia, Canadá). O dito estudo foi preparado pelo Government Communications Headquarters (GCHQ), o serviço de inteligência britânico. Ele pode ser apreciado aqui .
UCRÂNIA E VENEZUELA, DOIS CASOS ANÁLOGOS
Tanto na Ucrânia como na Venezuela as perturbações que estão a decorrer têm as mesmas raízes: as actividades deliberadamente provocatórias dos EUA para desestabilizar esses países. Através de suas organizações especializadas, como a NED , a fundação do sr. Soros e outras, o imperialismo procura activamente não só derrubar os respectivos governos como mudar o regime. Foi o que fez em 1973 no Chile, em 1964 no Brasil e em muitos outros países. No caso da Ucrânia, os EUA agem (ou agiam?) em colaboração com a UE. A sra. Noland, da Secretaria de Estado dos EUA, reconheceu que chegaram a gastar US$5 mil milhões para promover as actuais perturbações na Ucrânia, as quais fazem parte do desígnio estratégico de cercar a Rússia. No caso da Venezuela, algum dia se saberá quanto o imperialismo tem gasto para derrubar o governo constitucional de Nicolas Maduro por meio de grupos paramilitares e grupos fascistas, agentes pagos que executam acções de violência.
A diferença entre a Ucrânia e a Venezuela é que a primeira tem um governo reaccionário e indeciso, ao passo que a Venezuela tem um governo bolivariano comprometido com o socialismo. O governo e o povo venezuelano têm portanto melhores condições para defender o seu país do que o governo e o povo ucraniano.
ECOSSISTEMA POLÍTICO-EMPRESARIAL
Uma aplicação interactiva permite examinar o ecossistema político-empresarial português. Foi criada por investigadores da Universidade de Coimbra e mostra o transito frenético entre os políticos da burguesia e o tecido empresarial, desde 1975 até 2013. Pode-se apreciá-la aqui:
http://pmcruz.com/eco/
O BOM EXEMPLO DA ISLÂNDIA
O governo da Islândia anunciou que cancelará 24 mil euros de cada hipoteca familiar, cumprindo a sua promessa eleitoral, apesar da crítica esmagadora das instituições financeiras internacionais. A medida foi apresentada pelo primeiro-ministro Sigmundur David Gunnlaugsson, do Partido Progressista (conservador) que ganhou as eleições de Abril deste ano com a promessa de aliviar a dívida familiar. Segundo a sítio web do governo islandês, a dívida familiar será reduzida uma média de 13 por cento. "Esta medida promoverá o rendimento disponível das famílias e estimulará as poupanças", afirma o governo. A notícia está em Russia Today .
Enquanto isso, em Portugal, há 636 mil portugueses em situação de incumprimento com o crédito bancário. Deste total, segundo o Banco de Portugal, 128 mil referem-se ao crédito à habitação.
A TEIMOSIA NO FRACASSO
A carta de demissão do ex-ministro das Finanças, Vitor Gaspar, era uma confissão do fracasso da política que seguira sob o diktat da troika. No entanto, apesar daquela confissão, manteve-se a mesma política como se nada se tivesse passado. E agora as troikas, nacional e estrangeira, anunciam que têm a intenção de continuar exactamente a mesma política, como se verifica na nova carta de intenções subscrita por P. Portas, M. L. Albuquerque e C. S. Costa. Estes três capatazes nacionais dos três funcionários da troika estrangeira cometem assim um acto de traição nacional:   esforçam-se por eternizar a servidão do país aos ditames do capital financeiro internacional.
O restabelecimento de um governo digno em Portugal é a condição prévia necessária para que o povo recupere a soberania nacional, com a ruptura em relação à zona euro, à UE, ao FMI, ao BCE, à NATO, à OMC. Retomar o destino nas suas mãos é a tarefa histórica que se depara ao povo português e a todos os povos oprimidos da Europa.
ALEMANHA EXPORTA BANCARROTA E DESEMPREGO
"Mas um grande país [a Alemanha] com um enorme excedente estrutural de transacções correntes não exporta apenas produtos. Exporta também bancarrota e desemprego, particularmente se o fluxo de capital correspondente consiste em dívida a curto prazo". Quem o diz é Martin Wolf, colunista do Financial Times, a propósito da política económica do sr. Schäuble, ministro das Finanças alemão. Ver o seu artigo "O estranho universo paralelo da Alemanha – Plano de Merkel para a zona Euro é profundamente depressivo" .
Com tal política a sobrevivência da zona Euro é impossível. Donde se conclui que, para os países do Sul da Europa, o melhor caminho para evitar serem arrastados no naufrágio do Euro (e da UE) é a saída unilateral. Quanto mais cedo melhor.
FORAM OS SAUDITAS QUE ENTREGARAM ARMAS QUÍMICAS
Foram os serviços secretos da Arábia Saudita, dirigidos pelo príncipe Bandar, que entregaram armas químicas ao grupo "Jabhat al-Nusra", ligado à Al-Qaeda. Este bando terrorista actua na Síria por conta da Arábia Saudita e com salários pagos pelos seus serviços secretos.
A revelação está no sítio web da jornalista Silvia Cattori .

Acerca da Organização da ONU para a Proibição das Armas Químicas (OPAQ), ver em resistir.info:
  • O Brasil, os EUA, a OPAQ e Bustani , 27/Abril/2002
  • Como Washington destruiu a OPAQ , 28/Maio/2004
    A HISTERIA BELICISTA CONTRA A SÍRIA
    Em 2003 o imperialismo promoveu uma campanha histérica acerca de supostas armas de destruição maciça possuídas pelo Iraque. Como se viu, aquela mentira flagrante, cínica e deliberada do governo dos EUA destinou-se a justificar a invasão e ocupação daquele país. Hoje, mais uma vez, o imperialismo encena uma campanha mundial acerca de supostas "armas químicas" que teriam sido utilizadas pelas Forças Armadas sírias. Obama não apresentou uma única prova que corroborasse tal afirmação, mas a campanha prossegue. Destina-se a preparar a opinião pública para uma eventual agressão directa contra a República Síria à semelhança daquela desencadeada contra a Líbia. Diz-se a agressão directa porque a indirecta começou há vários anos com o armamento, treino e incentivo a bandos terroristas, os quais estão a ser derrotados pela Forças Armadas sírias. Tal como em 2003, os cães amestrados de Londres, Paris e Ancara ladram furiosamente a atiçar.
    Por outro lado, a crise financeira capitalista intensifica-se. O seu sistema bancário está em ruínas, tanto nos EUA como na Europa. Os monstruosos resgates governamentais com o dinheiro dos contribuintes e com emissões monetárias (bail-outs) fracassaram, tendo desaparecido no buraco negro da banca – agora já planeiam resgates internos (bail-ins) com o dinheiro dos depositantes. O que tem isto a ver com uma eventual agressão à Síria? Muito. Historicamente o imperialismo sempre procurou na guerra a saída para as suas crises.

    SWAPS: UM CASO DE POLÍCIA
    Destruir provas é crime. Pode-se presumir que os mandantes de uma destruição são presumíveis criminosos que procuram apagar o seu rastro. Assim, se a ministra das Finanças manda destruir documentos relativos aos swaps da Refer, Metro de Lisboa, Metro do Porto e TAP é lícito considerar que tais documentos a incriminariam. O agente que efectuou a destruição, sr. Heitor Agrochão, inspector geral da IGF, é um mero executor. Os/as responsáveis têm de ser procurados/as mais acima na hierarquia do governo PSD/CDS.
    A impudência desta gente não tem limites.
    O ÚLTIMO ACTO DE V. GASPAR FOI UM ROUBO
    O último acto de Vitor Gaspar como ministro das Finanças foi um roubo a todos os trabalhadores portugueses. A Portaria 216/A/2013 foi publicada em 2 de Julho, no mesmo dia em que V. Gaspar se demitiu do Ministério das Finanças. É assinada tanto por ele como por Mota Soares, que na altura também considerava demitir-se. Essa portaria passou quase desapercebida em meio a crise política que se seguiu. No entanto, é gravíssima pois concretiza as ameaças do governo ao Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social (FEFSS). O referido diploma ordena ao Instituto de Gestão de Fundos de Capitalização da Segurança Social (IGFCSS) que proceda à substituição dos activos em outros estados da OCDE por dívida pública portuguesa até ao limite de 90% da carteira de activos do Fundo. Ou seja, o dinheiro pertencente aos trabalhadores, acumulado naquele Fundo para servir a Segurança Social, será lançado à voragem do financiamento da impagável dívida pública portuguesa. Este governo moribundo até o último minuto cumpre as imposições da Troika. E o governo recauchutado que eles pretendem seria a continuação deste.
    PORTUGAL, UM POVO ESPOLIADO E SAQUEADO
    Não há dinheiro? Mas o rombo fraudulento do BPN está a custar 9 mil milhões de euros ao erário público; o défice da Madeira mais 5,8 mil milhões; o escândalo dos swaps monta a 3 mil milhões; e as PPPs rodoviárias a bagatela de 9 mil milhões de euros. Só estas quatro coisas significam um prejuízo de 26,8 mil milhões de euros para o Estado português – sem falar nas muitas outras que pejam a vida pública do país. Mas não passa pela cabeça deste serviçal da troika, o governo P.Coelho/P.Portas cortar em nada disso. O que eles querem é cortar mais 4,0 a 4,8 mil milhões de euros, até 15 de Julho próximo, nas pensões de reforma e nas remunerações de funcionários públicos.
    Por este governo na rua é um imperativo de sobrevivência nacional.

    OS COMPROMISSOS DELES
    Os compromissos assumidos pelo ministro das Finanças e pelo governador do Banco de Portugal estão aqui exarados: Letter of Intent, June 12, 2013 e memorandos que a acompanham.
    Mais vale ler a carta deles, com os compromissos reais, do que ouvir os discursos públicos em que frequentemente se contradizem ou dão o dito por não dito. Dentre outras coisas, no ponto 5 afirmam que "no fim da sessão legislativa (15/Julho/2013), finalizaremos todas as mudanças chave exigidas para implementar a revisão da despesa pública, através de aprovação pelo Conselho de Ministro ou submissão ao Parlamento se necessário, como especificado no anexo MEFP".   Recorde-se que a 8ª missão de revisão da Troika está prevista para meados de Julho.
    A carta conclui a afirmar que "Estamos prontos a tomar medidas adicionais se forem necessárias para atender aos objectivos do programa económico e consultaremos o FMI, a Comissão Europeia e o BCE antes de quaisquer revisões necessárias às políticas contidas nesta carta e no Memorando anexo". Servilismo q.b.

    DEMAGOGIA E REALIDADE
    Subitamente o governo Coelho-Portas descobriu que era preciso desenvolver a economia do país. Assim, no dia 23 de Abril, apregoou mais um pacote demagógico de medidas destinadas a incentivar os empresários a investirem e com isso aumentar o nível de emprego. É claro que já poucos acreditam nisso, mas sempre fica bem aos prepostos da troika fingirem que, além das finanças, também se interessam pela economia real. Mas a realidade desmente tais fantasias incentivadoras. Agora anuncia-se que a Salvador Caetano inaugura uma nova fábrica de carrocerias para autocarros, a qual criará 300 novos empregos.
    Onde será ela? Na China!
    MAIS UM CRIME DE LESA ECONOMIA NACIONAL
    O governo Coelho-Troika-Portas acaba de cometer mais um crime de lesa economia nacional com a extinção dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo, agora anunciada . As conversas balofas do Presidente República acerca de uma "economia do mar" resultam nisso, num país em que a marinha mercante está de rastros e a frota pesqueira mal consegue sobreviver. Os crimes de lesa economia nacional deste governo sucedem-se em catadupa. Agora é o semanário Expresso que anuncia a intenção de fechar a Siderurgia Nacional e mudar as suas fábricas da Maia e do Seixal para Espanha . O que está a suceder no país é um genocídio industrial, um genocídio da sua economia real. O famoso "consenso" com o PS que tanto desejam deve ser para melhor destruir a economia portuguesa. Um consenso na traição.
    IMPÉRIO PROMOVE A DESESTABILIZAÇÃO DA VENEZUELA
    Inconformadas com a derrota eleitoral, as agências do governo estado-unidense trabalham agora a todo o vapor para desestabilizar a situação na Venezuela. O objectivo último é desencadear um golpe fascista, como já tentaram antes. A situação evolui hora a hora. Ela pode ser acompanhada em:
  • Venezuelana de Televisão (VTV), canal estatal: www.vtv.gob.ve/en-vivo
  • Telesur: www.telesurtv.net/el-canal/senal-en-vivo
  • Ciudad de Caracas, jornal: www.ciudadccs.info/
  • Correo del Orinoco, jornal: www.correodelorinoco.gob.ve/
  • APORREA, sítio web: www.aporrea.org/
  • Resumen, sítio web: www.resumenlatinoamericano.org/
    AGENDA OCULTA E DESINFORMAÇÃO
    A campanha de desinformação acerca da Coreia continua intensa nos media que se auto-proclamam como "referência". A generalidade deles recorre a explicações do foro psico-patológico para definir o comportamento do governo norte coreano. Contudo, nenhum deles sequer aflora a agenda oculta do imperialismo. O objectivo não confessado do governo Obama é efectuar uma mudança de regime na Coreia do Norte – tal como as mudanças de regime que os EUA efectuaram no Iraque, na Líbia e na Jugoslávia e tal como as que está a tentar efectuar na Síria, Irão e Venezuela. Daí toda a série de provocações deliberadas, cuidadosamente medidas e calculadas, efectuadas pelo governo Obama. Elas estão a ser feitas nos planos económico, bancário, diplomático e militar. O objectivo é arruinar a economia coreana e fazer sofrer o seu povo a fim de gerar insatisfação contra o regime. Recorde-se que no momento da criminosa invasão do Iraque, em 2003, aquele país já havia sofrido dez anos de sanções económicas que o debilitara profundamente. Já não tinha meios nem forças para resistir. Por isso foi invadido e ocupado. Assim, o comportamento corajoso e combativo do governo e do povo norte-coreano tem lógica e racionalidade. Eles estão a lutar pela sobrevivência. Os coreanos sabem bem das atrocidades de que foi capaz de cometer o imperialismo na década de 1950, quando aviões da USAF espalhavam tapetes de napalm sobre aldeias camponesas, quando as cidades coreanas foram arrasadas, quando efectuaram ensaios de guerra bacteriológica e quando o general MacArthur ameaçou recorrer à bomba atómica para vencer a guerra (só por isso é que foi demitido por Truman, não pelos crimes anteriores).
    A solidariedade para com os países agredidos pelos imperialismo é um dever.
    O REEMBOLSO ADIADO
    Vai um grande alarido nos media porque o sr. Olli Rehn defende o adiamento dos reembolsos da dívida portuguesa . Manifestam-se exultantes e aliviados. Mas é preciso que se diga:   1) O Sr. Rehn não podia fazer outra coisa senão defender o adiamento dos reembolsos pois a perspectiva de um incumprimento seria muito pior para a UE;  2) Nenhum dos problemas portugueses fica sanado com tal adiamento e a dívida até é agravada;   3) O que o capital financeiro europeu pretende é transformar Portugal num eterno escravo da dívida;   4) Não existe qualquer solução real para os problemas económicos portugueses enquanto o país não recuperar a sua soberania monetária – a saída do euro é a condição necessária e indispensável, além obviamente do repúdio ao memorando de entendimento com a Troika.
    GOVERNO SABOTA A ECONOMIA NACIONAL
    Só a ligação ferroviária para um futuro terminal de contentores na Trafaria custaria 150 milhões de euros , anunciou o presidente da Refer. Além disso há que contabilizar o custo de construção do futuro porto (que ainda não existe) e do próprio terminal a ser construído. Por outro lado, os Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC) estão a pedir emprestado ao governo modestos 14 milhões de euros para poder efectuar a construção de um navio já encomendado.
    Destes dois episódios podem-se tirar algumas conclusões:
    1) Com este governo, tal como no socratismo, continua a mania dos projectos gigantes, de rentabilidade duvidosa e, em caso afirmativo, só a longo prazo.
    2) A opção pelos projectos gigantes prejudica as PMEs, que asseguram o maior número de postos de trabalho em Portugal. Tal como num jogo de soma zero, se há financiamento para projectos gigantes deixa de haver para o tecido de industrial e comercial português constituído por micros, pequenas e médias empresas.
    3) O fanatismo ideológico deste governo prejudica a economia nacional. O caso dos ENVC é exemplar:   a empresa é sabotada por este governo por ser estatal (ainda). O governo prejudica assim o nível geral de emprego e até mesmo as exportações nacionais (o cliente que encomendou o navio é estrangeiro).
    4) Factos como estes aparentemente não preocupam os comentaristas que peroram na TV acerca da situação económica portuguesa.
    O DESCALABRO
    O descalabro das finanças públicas continua. Revela-se agora que a arrecadação fiscal caiu 5,8% entre Janeiro e Novembro de 2012 – consequência inelutável do pacote da troika. Além de levar o país à ruína, este governo de traição nacional continua o seu programa de privatizações selvagens. O cancelamento da venda da TAP a um suspeitíssimo sionista-colombiano constitui uma vitória parcial dos trabalhadores e da maioria do povo português. Mas a intenção de privatizá-la ainda continua de pé, assim como de privatizar a ANA, ENVC, RTP, as Águas de Portugal e o pouco que resta do sector empresarial do Estado. Um tal governo compromete não só as gerações presentes como também as futuras. Deitá-lo abaixo, com o seu Orçamento de 2013, é uma tarefa urgente. Figurinhas como o sr. Relvas, P. Coelho, António Borges e quejandos não são próprias de um país decente.
    SOLIDARIEDADE COM O POVO DE GAZA
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    Notícias em:
  • Maan News Agency
  • Press TV
  • Resumen
  • FDLP
  • Electronic Intifada
  • Guerra e gás natural
    O FIM DO EURO E AS NOVAS PRIVATIZAÇÕES
    Este governo ao serviço da troika anuncia novas privatizações. Trata-se de vender a preço vil o que resta do sector empresarial do Estado (ANA, TAP, etc). Tudo é efectuado de forma altamente opaca, com tramas nos bastidores e em meio a negociatas suspeitas (exemplo: a mal explicada venda pela Câmara Municipal de Lisboa dos terrenos do aeroporto da Portela).
    Deve-se registar que isto ocorre no momento em que já se antevê o fim do euro e, talvez antes disso, o fim da presença de Portugal na zona euro. Assim, as novas privatizações agora em curso resultam na alienação de activos que serão preciosos quando o país estiver fora do euro. Sendo a dívida externa bruta portuguesa de mais de 200% do PIB, é ridículo dizer que os encaixes destas privatizações permitiriam reduzi-la qualquer coisa que se visse e tivesse algum significado.
    Estamos na fase em que o país é sugado ao máximo. Depois, quando não restar senão bagaço, será relegado ao seu destino. De pés e mãos atados, com a propriedade dos seus activos entregue aos novos rentistas que agora os compram ao desbarato.
    O TERRORISMO CLIMÁTICO CONTINUA
    Acaba de ser lançado em Lisboa o filme "4:44 Último Dia na Terra" , dirigido pelo sr. Abel Ferrara. Trata-se de mais uma obra mistificatória construída para espalhar o pânico com o mítico aquecimento global. No momento em que o modo de produção de capitalista estala por todas as juntas, a classe dominante tem de inventar terrores fictícios a fim de disfarçar aqueles que são bem reais. A arte da desinformação tem muitas facetas.
    Mais esclarecimentos em:
  • Acerca da impostura global
  • Aquecimento global: uma impostura científica
    INCÊNDIOS FLORESTAIS
    Nos primeiros sete meses de 2012 houve 14 mil incêndios em Portugal nos quais arderam 67.052 hectares, informa o Público . Passam-se os anos e é sempre o mesmo. Este ano a área ardida foi o triplo da que se verificou no mesmo período de 2011, segundo informa a Autoridade Florestal Nacional.
    Seria curial que, além de fazer estatísticas, os governos tomassem medidas para evitar estas tragédias repetidas. No ano de 2005 resistir.info publicou uma proposta de plano nesse sentido: Como evitar incêndios florestais e produzir energia .
    Mas nos sete anos desde então decorridos, nada se fez nas linhas descritas no artigo. A proposta do Eng. António Lopes – que incide na prevenção – mereceu um silêncio total que perdura até hoje. Aparentemente, os governos consideram mais fácil comprar carros de bombeiros & aviões para combater os incêndios florestais.
    DONOS DE PORTUGAL
    Donos de Portugal é um documentário de Jorge Costa sobre cem anos de poder económico. O filme retrata a proteção do Estado às famílias que dominaram a economia do país, as suas estratégias de conservação de poder e acumulação de riqueza.
    Mello, Champalimaud, Espírito Santo – as fortunas cruzam-se pelo casamento e integram-se na finança. Ameaçado pelo fim da ditadura, o seu poder reconstitui-se sob a democracia, a partir das privatizações e da promiscuidade com o poder político. Novos grupos económicos – Amorim, Sonae, Jerónimo Martins - afirmam-se sobre a mesma base.
    ARGENTINA EXPROPRIA A REPSOL
    A nacionalização parcial e tímida de acções que a Repsol detinha na Yacimientos Petrolíferos Fiscales (YPF) argentina é uma medida corajosa do governo de Cristina Kirchner. Mas é de se perguntar porque, face ao comportamento predatório daquela multinacional, o governo argentino levou tantos anos para avançar com esta decisão. Quem tiver alguma dúvida acerca deste comportamento que assista ao filme "La memoria del saqueo" , de Fernando Pino Solanas.
    Seja como for, com ou sem nacionalização, os problemas de abastecimento de petróleo do país permanecerão pois a produção dos seus campos petrolíferos já entrou em declínio. Tal como o resto do mundo, também a Argentina ultrapassou o Pico de Hubbert e encontra-se na fase de esgotamento.
    REBELIÃO FISCAL: O EXEMPLO IRLANDÊS
    A rebelião fiscal já começou, na Irlanda. Depois de quatro anos de crise contínua, o governo de Dublin enfrenta o boicote fiscal dos cidadãos. Metade dos contribuintes aos quais era exigido uma taxa extraordinária de 100 euros por habitação não efectuaram o pagamento até à data limite de 31 de Março. O movimento de boicote foi liderado por nove deputados da "Aliança Esquerda Unida" e alguns independentes.
    Ver artigo a respeito em Jornal de Negócios .
    MEE: NEM UM TRILIÃO DE EUROS SERÁ SUFICIENTE
    Alastra-se o pânico. Na sexta-feira, 30 de Março, os ministros das Finanças europeus decidiram aumentar a dotação do MEE para 800 mil milhões de euros. O seu valor inicial revelou-se insuficiente antes mesmo de ter entrado em acção. Como diz o título da revista Der Spiegel, mesmo uma firewall de um milhão de milhões (trillion) de euros não seria suficiente .
    Por sua vez, o jornal Die Tageszeitung estima que seriam precisos pelo menos 1,5 milhão de milhões de euros como fundo de resgate da moeda europeia. E isto somado ao EFSF , cujos fundos são insuficientes para "salvar" a Itália e a Espanha e que continuará a funcionar ao invés de ser substituído pelo MEE como fora previsto.
    De onde virão os recursos para o MEE? Dos orçamentos nacionais de cada país, pois este tem o poder despótico de requisitar-lhes recursos a qualquer momento – os quais terão de ser transferidos no prazo de sete dias. Ou seja, o futuro que eles preparam é depauperar os orçamentos dos estados membros da zona euro – os quais cobrem as despesas sociais de cada país – em benefício do capital financeiro.
    Subscreva a
    Acção colectiva contra o
    Mecanismo Europeu de Estabilidade,
    o novo ditador europeu

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    OS ABUTRES DA UE PÕEM A GRÉCIA SOB TUTELA ABSOLUTA
    A última declaração do eurogrupo acerca da Grécia pode ser caracterizada como uma manifestação de neocolonialismo predatório. Além de uma "reforçada e permanente presença sobre o terreno na Grécia" [da monitoragem da troika] o Eurogrupo da UE impôs a introdução na estrutura legal grega, dentro de dois meses, de "uma disposição que assegure que seja concedida prioridade aos pagamentos do serviço da dívida". E acrescenta que "Esta disposição será introduzida na Constituição grega tão logo quanto possível".
    A Europa dos monopólios e ao serviço do capital financeiro põe assim as suas garras de fora. Mesmo que falte leite para as crianças gregas, a prioridade terá que ser dada aos pagamentos do serviço da dívida. Esse é o caminho que eles preparam para todos nós, portugueses inclusive. Um vice-rei britânico na Índia colonial não agiria de forma mais despótica do que o faz agora a UE.
    A solidariedade com os trabalhadores gregos na sua luta pela ruptura com a ditadura da União Europeia e do capital financeiro é mais necessária do que nunca.
    A RENÚNCIA DO PR ALEMÃO
    Na Alemanha, Christian Wulff acaba de renunciar à Presidência da República. O Chefe do Estado alemão renunciou por ter aceite um empréstimo privado de 500 mil euros a uma taxa de juro favorável , bem como por alegações que pelos padrões portugueses são consideradas pouco significativas. Mas o que dizer de um Presidente da República envolvido no caso BPN e com amizades tão suspeitas como Dias Loureiro e Oliveira e Costa ?
    A DEMOCRACIA COMO FARSA
    A aprovação do novo memorando da Troika pelo parlamento grego, na madrugada do dia 13, significa que a democracia burguesa já deixou de funcionar na Grécia. O governo e o parlamento daquele país já não representam o seu povo. Tratam-se de meros fantoches submissos à Troika FMI-BCE-UE. O seu primeiro-ministro não eleito é um banqueiro imposto pela União Europeia.
    Os 199 deputados que aprovaram este diploma selvagem e de cumprimento impossível perderam os últimos resquícios de dignidade. As condições impostas foram tão revoltantes que 42 deputados da coligação governamental infringiram a disciplina partidária e votaram contra (21 da ND, o partido da direita, e outros 21 do Pasok).
    Este desenlace significa que a democracia burguesa na Grécia já deu o que tinha a dar e que a solução dos problemas do país passa pelo desligamento da UE, a ruptura com a Europa dos monopólios, o cancelamento unilateral da dívida e o poder popular. A luta heróica do povo grego continuará – é preciso apoiá-la.
    Por outro lado, pode-se antever que os sacrifícios inúteis agora impostos ao povo grego – assim como ao povo português, irlandês, espanhol e outros da Europa – constituem o começo do fim da UE e talvez do próprio euro enquanto moeda comum.
    MENSAGEM VINDA DA ACRÓPOLE
    Abaixo a ditadura da União Europeia dos monopólios.
    LIBERDADE PARA OS PRESOS POLÍTICOS DA COLÔMBIA
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    http://www.areitoimagen.blogspot.com/
    EUA: CANDIDATO DEFENDE O ASSASSÍNIO
    "O assassinato de cientistas iranianos é uma coisa maravilhosa" (sic). A afirmação é do sr. Rick Santorum, candidato à Presidência da República dos Estados Unidos da América (ver Digital Journal ). Ele diz o que a sra. Clinton pensa mas não diz.

    Assine a petição:
    Parar os preparativos de guerra!
    Acabar com o embargo!
    Solidariedade com os povos iraniano e sírio!

    PORTUGAL: A INIQUIDADE DESTA AUSTERIDADE
    Rendimento familiar disponível em países submetidos a medidas de austeridade.
    De todos os estados europeus submetidos a programas de austeridade, "Portugal é o único país com uma distribuição claramente regressiva, com perdas percentuais que são consideravelmente maiores no primeiro e segundo decil do que nos grupos mais altos da distribuição do rendimento. É o oposto do caso da Grécia onde as perdas percentuais são maiores nos decis do topo e aqueles na base perdem relativamente pouco" (sic).
    Esta afirmação consta na pg. 19 do relatório The distributional effects of austerity measures: a comparison of EU countries , publicado pela Comissão Europeia. Como se verifica no gráfico acima, Portugal é o único país onde as medidas de austeridade estão a exigir mais aos pobres do que aos ricos. A iniquidade das medidas de austeridade adoptadas pelo governo Troika-Passos Coelho – decorrente das suas opções de classe – é assim confirmada pela própria Comissão Europeia.

    A ESTRATÉGIA DA TENSÃO
    A histeria em relação ao suposto programa de armas nucleares do Irão continua a agitar os media ditos "de referência". Trata-se de uma campanha de mentiras orquestrada pelo imperialismo a fim de aumentar a tensão no Médio Oriente. Todos eles omitem, cuidadosamente, o facto de Israel dispor de um arsenal nuclear da ordem das 200 ogivas. E omitem igualmente a verdadeira "bomba atómica" do Irão:   a possibilidade de encerrar o transito no Estreito de Ormuz, por onde se escoa grande parte do petróleo mundial.

    Na semana passada, Obama assinou uma lei que lhe dá autoridade para novas sanções contra a República Islâmica. E enquanto intensifica a campanha anti-iraniana, prossegue o trabalho de sapa de desestabilizar a Síria através de ONGs financiadas e armadas pelo imperialismo. O lobby sionista domina os EUA e conduz o mundo a perigos crescentes.

    Tudo isto se passa no momento em que a humanidade já ultrapassou o Pico de Hubbert e tem início o esgotamento dos recursos petrolíferos mundiais. Uma agressão militar contra o Irão não é lógica nem racional – mas o imperialismo nem sempre é lógico ou racional. E sabemos que no passado todas as grandes crises do capitalismo resultaram em guerra.
    DESINTEGRAÇÃO DA EUROZONA E DITADURA DO MEE
    A última cimeira de Bruxelas deu mais um passo rumo à desintegração da eurozona. O processo avança enquanto os "líderes" europeus entretêm-se com contos de fadas, tais como o da mudança de tratados europeus. Tivéssemos em Portugal autoridades lúcidas, já estariam elas a estudar planos "B", ou seja, a elaboração de planos de contingência para a saída do euro. No estágio avançado de deterioração em que está a zona euro, agora mesmo as propostas reformistas inteligentes de Varoufakis e Stuart Holland (apresentadas há mais de um ano) provavelmente já não seriam viáveis.
    O verdadeiro plano que o capital financeiro prepara, mas de que pouco se fala nos jornais económicos, é o de uma nova ditadura europeia através do Mecanismo Europeu de Estabilidade (MEE) . O Tratado do MEE foi assinado – à socapa – em 20 de Junho de 2011 e aguarda ratificações dos parlamentos nacionais da zona euro. Assim, Portugal, que já perdeu a sua soberania monetária e está em vias de perder a sua soberania orçamental, se aprovar o MEE perderá também a soberania sobre o seu Tesouro público. Ou seja, cairá numa situação colonial de novo tipo.
    A VIDA APÓS O EURO
    Vários bancos centrais europeus estão a estudar a sua capacidade técnica para emitir papel-moeda caso haja uma ruptura da união monetária da zona euro. O banco central irlandês e grego têm capacidades de impressão próprias, embora possam precisar de capacidades adicionais. A notícia está no Wall Street Journal .
    O ASSALTO DO FMI, BCE & UE A PORTUGAL
    Portugal terá de pagar juros de 34,4 mil milhões de euros pelo salvamento de 78 mil milhões acordado este ano com o FMI, BCE & UE – ou seja, o total a ser devolvido aos ditos "salvadores" será de 112,4 mil milhões de euros (juros+principal). Um salvamento assim é como atar um peso de chumbo a alguém que esteja a afogar-se. Tal empréstimo jamais poderá ser pago – o objectivo deliberado da troika foi submeter o país de modo permanente à servidão da dívida.
    A verdadeira saída para esta situação, a única que atende realmente aos interesses do povo português, é a recuperação da soberania monetária do país e a libertação das peias da UE. Os custos da saída do euro são inferiores aos custos da permanência no mesmo, com a consequente escravização eterna à ditadura do capital financeiro.
    NOVOS NEGÓCIOS GREGOS
    O governo dos EUA aprovou a entrega de 400 tanques Abrams à Grécia, tendo enviado ao seu governo uma carta quanto ao preço e disponibilidade. Por sua vez, o governo francês insiste em vender três fragatas à Grécia, o que tem provocado desgosto entre concorrentes da construção naval alemã. Assim se vê de onde vem o endividamento grego. Ao mesmo tempo, pode-se apreciar a qualidade de gestão de um governo sob a tutela da Troika FMI/BCE/UE.
    LÍBIA: A RESISTÊNCIA CONTINUA
    O martírio de Khadafi alvoroça os carrascos do povo líbio:   NATO, Klinton, Sarkozy, Cameron & transnacionais do petróleo, além dos seus serviçais locais, os bandos do CNT-Al Qaeda. O facto de se regozijarem com um assassinato mostra o nível ético a que chegaram. No plano moral já perderam a guerra há muito. A resistência de Sirte, sob os caça-bombardeiros da NATO, ficará como uma das páginas épicas da História. O heroísmo do povo de Sirte compara-se com o de Faluja, no Iraque, em ambos os casos submetidos à selvajaria fascista.
    Mas o contentamento dos abutres poderá ser sol de pouca dura. A resistência do povo líbio à guerra neocolonial continua. A História da Líbia não acabou. Continua a haver um governo legítimo e uma resistência valorosa – tal como no Iraque, no Afeganistão e em todos os países sob a bota da ocupação imperialista.
  • http://lavoixdelalibye.com/
  • http://www.resistencialibia.org/es/portada.aspx
  • http://leonorenlibia.blogspot.com/
  • http://www.algeria-isp.com/
  • http://libyasos.blogspot.com/
    A TRAGÉDIA GREGA REENCENADA EM PORTUGAL
    Eles estão na ofensiva. Querem a ruptura dos pactos sociais e não se importam com a ruína da economia real do país. A entrega da proposta de Orçamento para 2012 é a oficialização da ofensiva, a declaração de guerra a 99% dos portugueses. Diante desse ataque, a passividade, as meias medidas, as respostas tíbias são o caminho certo para a derrota. É preciso afirmar as coisas com clareza e sem rodeios:   existem soluções alternativas, mas nenhuma delas dentro do actual sistema. Nenhuma solução razoável pode ser encontrada enquanto Portugal não recuperar a sua soberania monetária. Esta recuperação permitiria o lançamento de uma moeda de emissão estatal (e não bancária como agora) para financiar a economia nacional. Tudo isto pode ser feito em conjunto com outros países que padecem situação semelhante. Além disso, o actual descalabro dos bancos portugueses – incapazes sequer de captar recursos internos para financiar a economia – permitirá uma nacionalização barata dos mesmos. Também é preciso afirmar com clareza que a dívida externa de Portugal (maior do que a da Grécia) é um problema mais grave e preocupante do que o défice das contas públicas e que os bancos portugueses são os principais responsáveis pela mesma.
    Eles, a troika e os seus capatazes locais, querem uma ruptura favorável ao capital financeiro. As forças progressistas devem contrapor uma proposta de ruptura favorável à esmagadora maioria do povo português. A timidez na contraproposta, o mero possibilismo , conduz a uma tragédia.
    PORTUGAL ENREDADO
    "O Estado deve ao Estado rendas de edifícios que o Estado vendeu ao Estado para que o défice do Estado fosse menor e a dívida do Estado parecesse que não era do Estado". Se não entendeu na primeira leitura, tente uma segunda no Jornal de Negócios . A conclusão que se tira de tudo isto é que as trafulhices do governo Sócrates continuam imparáveis no governo do sr. Passos Coelho. As teias tecidas são fortes, as conivências PS-PPD ainda maiores e a vontade política de por tudo em pratos limpos é escassa. Por que é que pouco se fala das PPPs?
    "O COLAPSO DA EUROZONA É QUASE CERTO"
    "A menos que haja uma mudança dramática e simultânea na política da Itália, da Alemanha e do Banco Central Europeu, o colapso da eurozona é quase certo. Nem a Itália, nem a Espanha, Portugal, Irlanda ou Grécia serão capazes de manter a sua condição de membros da eurozona e manter a sustentabilidade da sua dívida soberana com os spreads actuais da taxa de juro. Alguma coisa terá de ceder".   Quem afirma isto é um editor do Finantial Times, Wolfgang Munchau. O seu artigo pode ser lido em Eurointelligence .
    Face a isto, cabe perguntar para onde nos leva a subserviência do governo PSD/CDS aos ditames da troika FMI/UE/BCE. O desligamento de Portugal da eurozona é inevitável e os sacrifícios agora impostos aos portugueses são inúteis. No fim do programa da troika Portugal estará numa situação económica pior do que agora. Não há luz no fundo deste túnel.
    11/SET DEZ ANOS DEPOIS

    As demolições controladas do WTC e o ataque – com míssil – ao Pentágono cumprem agora 10 anos. Tais eventos foram previstos em documentos dos neocom dos EUA, que os consideravam o sinal (necessário) para desencadear guerras e agressões contínuas por todo o mundo a fim de alcançar o que chamavam de "século americano". Esse desígnio louco desencadeou uma série de guerras bárbaras e criminosas por toda a parte do planeta, as quais ainda continuam.

    Tem importância estudar, dissecar e denunciar os eventos do 11/Set porque eles foram o pretexto forjado das novas agressões imperiais. Os eventos do 11/Set podem ser comparados aos acontecimentos de 1933 em Berlim, quando Goering ordenou incendiar o Reischstag para culpar os comunistas e alcançar o poder total para os nazis. Podem também ser comparados ao "incidente do Golfo de Tonquim", uma provocação montada em 1964 pelo imperialismo a fim de desencadear a Guerra do Vietname.

    Tais factos históricos devem ser recordados, porque nos media que se dizem "referência" (do que? e para quem?) continua a enxurrada de desinformação acerca do 11/Set, das guerras em curso promovidas pelo imperialismo (Iraque, Afeganistão, Líbia) e de outras que se ameaçam (Argélia, Síria, Irão, Iémen).

    OS ABUTRES REPARTEM O BOTIM
    Estão reunidos em Paris, numa cimeira convocada por Sarkozy & Cameron , os países que participaram da agressão contra a Líbia. Consideram eles que chegou o momento de repartir os despojos. E cada um deles quer garantir o seu naco o mais depressa possível, antes que o vizinho o tome. Falam em "ajuda" à Líbia, mas o que querem é saqueá-la – inclusive os activos do seu banco central e do seu Fundo Soberano congelados no estrangeiro.
    SACRIFÍCIOS INÚTEIS
    Multiplicam-se as declarações acerca do fim do euro. Um importante dirigente da indústria alemã defende que a Alemanha, Áustria, Holanda e Finlândia saiam do euro . O conhecido historiador Hans-Joachim Voth afirma que "O euro não pode sobreviver na sua forma actual" . O economista liberal Charles Gave considera que "o euro é um Frankenstein que não pode funcionar" . Tudo isso significa que os sacrifícios que estão a ser exigidos aos povos da Grécia, Irlanda e Portugal são inúteis. Trata-se de uma tentativa de espreme-los ao máximo, em benefício dos credores, antes de abandoná-los. Quando os abandonarem, no fim do processo, estarão numa situação económica pior do que a actual. Não há luz no fim deste túnel: só trevas.
    Tivéssemos nós uma classe dominante minimamente lúcida, não submetida ao diktat externo e intelectualmente preparada, tomaria ela a iniciativa de afastar Portugal do euro. O passo seguinte seria a criação de uma nova moeda – mas não o antigo escudo. A nova moeda deveria ser de emissão estatal, nos moldes propostos por Rudo de Rujiter (v. Sair do euro – e depois? ). Esta deveria ser a perspectiva também das forças progressistas. Propor o aumento da produção nacional é um objectivo louvável, mas de duvidosa factibilidade sob o euro e a ditadura da troika. Tal proposta traz implícita a ideia (errada) de que poderia haver soluções dentro do sistema actual.
    O CANCRO DO TGV CONTINUA A CORROER
    Os gastos com o TGV totalizavam 116 milhões de euros no fim de 2010, informa o Jornal de Negócios . Mas ninguém teve a coragem de cancelar um projecto que é tão insano quanto o de um novo aeroporto . Mesmo que a situação económica do país fosse excelente, não há tráfego de passageiros que justifique semelhantes dispêndios. Enquanto isso, o outro verdadeiro cancro que corroi o país – o consumo desbragado de petróleo – é ignorado pelos poderes públicos. Bastaria generalizar o gás natural como combustível para o transporte e a factura petrolífera do país – 6,7 mil milhões de euros em 2010 – cairia drasticamente. Mas o anunciado aumento do IVA sobre o gás natural, equalizando-o com o dos refinados de petróleo, desestimula esta substituição.
    O VIÉS DE CLASSE DESTA OPÇÃO FISCAL
    Chama-se renda ( rent, em inglês) aos ganhos obtidos pelos detentores de determinados privilégios (exemplos: propriedade da terra, de PPPs, de títulos da dívida pública, de concessões de estradas portajadas ou de portos e aeroportos, etc). As rendas não correspondem ao trabalho efectuado pelos seus beneficiários. Elas devem ser contrapostas aos rendimentos do trabalho (exemplos: salários ou lucros de empresários produtivos). Os rendimentos do trabalho são ganhos merecidos, ao passo que as rendas não o são.
    A distinção entre ganhos merecidos e não merecidos tem todo o interesse em matéria de política fiscal. Tributar a propriedade e a riqueza é uma medida louvável pois reduz o grau de desigualdade da sociedade, tornando-a menos injusta. Tributar o trabalho é o caminho para o depauperamento do tecido social, a redução do rendimento disponível da população e, em última análise, uma medida recessiva. Mas foi este o caminho escolhido pelo governo do sr. Passos Coelho ao anunciar em sede de IRS um extra de 50% sobre o equivalente ao 13º mês dos assalariados (subsídio de Natal) e dos profissionais precários que emitem recibos verdes (metade de 1/14 avos do rendimento anual dos mesmos). Uma opção de classe contra o trabalho e a favor dos rentistas.
    Do lado das receitas, muitas outras opções haveria para atingir os mesmos objectivos (exemplos: tributar transferências financeiras, o off-shore da Madeira, as grandes fortunas, etc). Mas convém não esquecer que a promessa eleitoral do governo era actuar sobretudo do lado da despesa. Mudaram-se os tempos (só 15 dias), mudaram-se as vontades...
    O DESVANECIMENTO DAS RESERVAS-OURO DO BP
    Em 31/Dezembro/1974 o Banco de Portugal (BP) tinha 865.936 kg de ouro nas suas reservas. Em 31/Dezembro/2010 as reservas-ouro do BP eram apenas de 382.509,58 kg. Ou seja, em 36 anos desapareceram 483.426,42 kg de ouro o que dá uma média de 13.428,5 kg por ano. Agora o Público noticia que a cotação do ouro atingiu o recorde histórico de US$1506,75 dólares por onça-troy (31,103 gr) e que, em consequência, valorizou-se o que resta nas reservas do BP (€12,5 mil milhões em Fevereiro).
    Quanto valeriam se o banco central houvesse preservado as suas reservas-ouro? Esta gente andou a desbaratá-lo quando a sua cotação era baixa e agora que esta dispara em flecha o BP tem menos da metade do que dispunha antes. Ninguém pede contas a Vitor Constâncio e aos ex-governadores anteriores?
    NOVO AEROPORTO: ELES ESTÃO LOUCOS
    Só em juros, o novo aeroporto de Lisboa custaria 3,66 mil milhões de euros . Foi o que afirmou em 18/Abril/2011 o responsável pela NAER , a empresa pública responsável por este elefante branco.
    Ou seja, o montante dos juros custaria mais do que o investimento na construção do próprio aeroporto. orçamentado em 3,1 mil milhões de euros. Desse total, apenas 800 a 940 milhões de euros seriam da responsabilidade do investidor privado que ficasse responsável pela sua construção e exploração.
    Esses juros teriam que ser pagos ao longo de um período de 28 anos, entre 2015 e 2043, disse o sr. Carlos Madeira, da NAER. Estranhamente, aquele responsável não quiz dizer a que taxa(s) foi calculado o montante de €3,66 mil milhões de juros.
    É aberrante que se continue a falar em tom sério deste projecto megalómano. Lisboa não precisa de qualquer novo aeroporto – mesmo que a situação económica do país fosse excelente. Mas no momento em que Portugal está num estado de descalabro económico e financeiro e com o FMI/UE/BCE a preparar medidas drásticas contra o padrão de vida dos portugueses, tal projecto torna-se mentecapto e monstruoso. É estranhíssima a passividade da sociedade portuguesa diante de tal aberração.
    Continua a ser válido sempre assinar a Petição contra a construção de um novo aeroporto .
    IRLANDA: QUEIMAR BANQUEIROS E SAIR DO EURO
    Quase a metade dos executivos das 200 principais empresas da Irlanda considera que os accionistas dos bancos deveriam ser "queimados" (sic), revela um inquérito do Sunday Independent . Trata-se de uma sequela das condições punitivas impostas pelo FMI/UE no acordo de €67,5 mil milhões para o salvamento da banca irlandesa. A Alemanha e a França pressionam por um aumento do imposto rendimento sobre as empresas em troca de um pequeno alívio nas condições de reembolso do empréstimo.
    "Alguns economistas acreditam que os problemas de dívida da Irlanda podiam ser resolvidos pela saída do euro e a desvalorização da sua divisa. A ideia de romper com a Eurozona ganhou terrenos nos últimos meses. Ela teria sido impensável antes da crise de dívida soberana que esmagou a Grécia, a Irlanda e mais recentemente Portugal, o qual pediu um salvamento na semana passada", informa o Independent. .
    MAGNÍFICA VITÓRIA DO POVO ISLANDÊS !
    No referendo de 9 de Abril de 2011 o povo islandês deu uma magnífica prova de lucidez, consciência e civismo ao votar "Não" ao pagamento das dívidas dos banqueiros corruptos do Icesave. Trata-se de uma vitória memorável que ficará registada na história económica mundial.
    Apesar das pressões brutais feitas em favor do "Sim", com ameaças de toda espécie por parte da União Europeia, do FMI, das agências de classificação, dos governos britânico e holandês e dos políticos locais que dominam o parlamento e cozinharam um acordo dito "menos mau" que o anterior (rejeitado num primeiro referendo), o povo islandês soube ver onde estavam os seus verdadeiros interesses.
    Contados 90% dos votos, os resultados mostram que o campo do "Não" tem 59,1 por cento e o do "Sim" apenas 40,9 por cento .
    Deve-se louvar a dignidade e coragem do Presidente da República da Islândia, que soube enfrentar pressões a favor do acordo cozinhado pelo parlamento e exigiu a sua ratificação em referendo popular.
    Ver também:
  • A crise económica na Islândia: o remédio do FMI não é a solução , de Michael Hudson
  • Islândia: a chantagem odiosa , de Jean Tosti
    ARÁBIA SAUDITA ATINGIU O PICO, CONFIRMA A WIKILEAKS
    A Arábia Saudita não dispõe de suficientes reservas de petróleo para aumentar a sua produção , diz telegrama da Embaixada dos EUA em Riad revelado pela WikiLeaks. Este documento é apenas a confirmação daquilo que já se sabia há vários anos e que foi amplamente analisado pelo falecido banqueiro Matthew Simmons , dando origem ao seu livro Crepúsculo no deserto (Twilight in the Desert) . A fuga deste telegrama de Riad serve no entanto para confirmar que as autoridades dos EUA: 1) sabem muito bem que o mundo atingiu o Pico Petrolífero e que entramos agora na fase do declínio da produção; 2) adoptam uma política deliberada de silenciamento quanto a este problema crucial para os destinos humanos.
    O SORVEDOURO DO BPN
    O governo injectará mais 500 milhões de euros no BPN, anuncia o Público . Eles somam-se aos 4,8 mil milhões de euros já ali despejados após a sua nacionalização. O caso merece algumas observações:   1) O mesmo governo que deixou/deixa afundar centenas de empresas produtivas pelo país afora encontrou recursos vultuosos para salvar um banco insolvente – o contraste é chocante;   2) A nacionalização foi cuidadosamente circunscrita apenas ao próprio banco e não à sociedade que era sua proprietária (a qual supõe-se ainda ter património);   3) Os accionistas da holding proprietária do BPN (quem são?) foram assim poupados à nacionalização;   4) É lícito supor que esta nacionalização foi feita para evitar que o assunto fosse a tribunal, pois um processo de falência poderia tornar-se demasiado público para os interesses envolvidos;   5) O BPN ainda poderá exigir mais recursos do que os 5,3 mil milhões já recebidos, pois ninguém garante qual a dimensão do seu buraco.
    RUPTURA COM A AMAZON.FR
    Até hoje, 5 de Dezembro, resistir.info tinha um acordo de parceria com a Amazon.fr. Era um serviço adicional que prestava aos seus leitores e que lhe permitia receber uma pequena comissão na venda de livros, discos e outros produtos daquela empresa.

    Este acordo é agora rompido devido à atitude censórea da Amazon em relação ao Wikileaks. Doravante resistir.info recusa-se a colaborar com a Amazon e defende o boicote à referida empresa: não lhes comprar mais livros, discos ou quaisquer outros produtos.

    Resistir.info segue, assim, o apelo contido na na carta aberta de Daniel Ellsberg , em que condena a covardia e o servilismo da Amazon ao terminar abruptamente a hospedagem do Wikileaks no seu servidor devido a pressões de um senador dos EUA.

    Resistir.info sabe que sofrerá uma penalização financeira com a ruptura pois perderá as comissões acumuladas naquela empresa. Para reduzi-la solicita o apoio dos seus leitores.

    IRLANDA: SACRIFÍCIO INÚTIL
    Os termos do "salvamento" que o FMI/UE/BCE impôs à Irlanda são muito piores do que tudo o que já foi visto até agora. Até o dinheiro do Fundo de Reserva Nacional de Pensões (NPRF) foi devorado na voragem. Os abutres não perdoaram nem a pensão dos velhinhos! Este salvamento não é do povo irlandês e sim dos banqueiros privados irlandeses.
    A manobra decorreu em vários passos:  1) Num autêntico acto de traição nacional o governo irlandês resolveu garantir a dívida dos banqueiros privados irlandeses (os tais que estavam em situação muito saudável segundo o teste de stress feito em Julho pelo BCE);  2) Em consequência, de imediato o défice orçamental irlandês sofreu um aumento brutal, saltando de 11,9% do PIB para 32% do PIB;  3) Diante de tal défice a UE/FMI obrigou o governo irlandês a impor sacrifícios brutais ao seu povo (despedimentos em massa, cortes na educação, saúde, salários e pensões, etc) em troca do dito "salvamento".  4) Ainda assim, cedo ou tarde, a Irlanda (tal como a Grécia e outros países europeus) entrará em incumprimento (default).
    Destes tristes episódios podem-se tirar algumas lições:  1) Os sacrifícios que o capital financeiro pede/exige a governos servis como o irlandês, grego, português e outros são inúteis pois não levarão ao aumento das respectivas produções nacionais nem resolverão os problemas económicos subjacentes;  2) Em situações de insolvência mais vale declarar moratória antes de uma ruína total do que persistir inutilmente em pagar dívidas impagáveis;  3) Sacrificar povos no altar do capital financeiro é uma opção e não uma inevitabilidade;  4) Filosoficamente, a resolução de um problema de dívida incobrável pode-se dar tanto em favor dos credores como dos devedores;  5) Historicamente, verifica-se que as classes dominantes sempre optaram pela resolução em favor dos credores e as oprimidas sempre pretenderam o inverso.   6) A capitulação frente às exigências do capital financeiro leva à pauperização dos povos – cabe a estes tomarem o destino nas suas mãos se quiserem salvar-se.
    OPÇÕES FISCAIS E AUTOFAGIA
    Tributar a propriedade e a riqueza é o caminho para uma sociedade menos injusta. Tributar o trabalho e as actividades produtivas é o caminho para a recessão. Foi esta última a opção adoptada pelo governo conjunto Sócrates-Passos Coelho. Os aumentos de impostos (IVA, IRS, IRC) anunciados a 12 de Maio resultam de um Estado que continua a desbaratar recursos em obras inúteis e gasta a mãos-cheias em coisas de duvidosa utilidade. Trata-se de um Estado autofágico, que destrói património público (exemplo: demolições de edifícios escolares em bom estado) só para dar contratos a empreiteiros de construção civil. Do ponto de vista simbólico, seria mais decente que os ministros do governo Sócrates começassem por cortar os seus próprios salários.
    Em tempo: quanto está a custar ao erário público esta recepção ao papa?
    É PRECISO O CANCELAMENTO, NÃO O ADIAMENTO
    O primeiro-ministro anunciou dia 7 de Março o adiamento dos projectos do novo aeroporto e da terceira ponte sobre o Tejo . Trata-se de um recuo táctico do governo, motivado pelas más razões: a situação económica do país. Mesmo que a situação económica portuguesa fosse pujante, com o país a nadar em riqueza e superávites, ainda assim seria um erro monstruoso avançar com estes projectos ruinosos. Portugal precisa de investimento público, sim, mas investimentos rentáveis, com pay-back, investimentos que aumentem a capacidade produtiva do país, disseminados por todo o seu território, que utilizem inputs nacionais, que criem empregos permanentes, que preencham janelas vazias no tecido produtivo nacional e – sobretudo – que reduzam rapidamente o consumo de refinados de petróleo (ex.: massificar a utilização de veículos a gás natural).

    Por outro lado, o simples adiamento de tais projectos vem criar ainda mais problemas para os municípios envolvidos. Neste momento eles estão tolhidos por restrições de ordem urbanística, como as zonas non aedificandi, com numerosos projectos locais paralizados. O adiamento vem perenizar os problemas que já os afligem.

    A única solução justa é o cancelamento definitivo do projecto do novo aeroporto e da nova ponte rodoviária sobre o Tejo. No mundo pós Pico Petrolífero, as gerações vindouras ficarão gratas se não tiverem de arcar com tais elefantes brancos.
    POVOS DA EUROPA: LEVANTEM-SE
    Clique a imagem para ampliar .
    A Acrópole amanheceu com este apelo do Partido Comunista Grego.

    "CITAM-SE A PAR, GRÉCIA E PORTUGAL"
    "Nós estamos num estado comparável sómente à Grécia: mesma pobreza, mesma indignidade política, mesma trapalhada económica, mesmo abaixamento de caracteres, mesma decadência de espírito. Nos livros estrangeiros, nas revistas quando se fala num país caótico e que pela sua decadência progressiva, poderá... vir a ser riscado do mapa da Europa, citam-se a par, a Grécia e Portugal".

    Eça de Queirós, 1872, in "As Farpas"

    OS MESMOS DE SEMPRE AGORA FINGEM-SE SURPREENDIDOS
    Os mesmos indivíduos que assinaram o Tratado de Maastricht; os mesmos que defenderam com entusiasmo a perda da soberania monetária portuguesa com a adesão ao Euro; os mesmos que efectuaram privatizações selvagen; os mesmos que destruíram as duas maiores conquistas da Revolução de Abril – o Sector Empresarial do Estado e a Reforma Agrária –; os mesmos que alegremente endividaram o país de forma alucinante; os mesmos que dilapidaram as reservas ouro do Banco de Portugal (em 31/Dezembro/1974 havia 865.936 kg); os mesmos que promoveram a desindustrialização, com a destruição do tecido produtivo nacional e a liquidação de panos inteiros da economia (construção naval, siderurgia, pescas, metalurgia pesada, ...); os mesmos que restabeleceram em Portugal o capitalismo monopolista e financeiro; os mesmos que põem Portugal a reboque do imperialismo/NATO fornecendo-lhe tropa para ocupar o Afeganistão; os mesmos que depauperaram os trabalhadores piorando drasticamente a repartição do rendimento nacional; os mesmos que defenderam e defendem projectos ruinosos como a construção de estádios para o jogo da bola ou de um novo aeroporto inútil; os mesmos que carpinteiraram o PEC a fim de tentar disfarçar o descalabro e agravar ainda mais a situação; os mesmos que conduziram ao actual estado de estagnação económica (crescimento previsto do PIB de 0,3% em 2010); estes mesmos indivíduos fingem-se agora muito surpreendidos quando as agências de rating degradam a classificação portuguesa. São eles os dirigentes do PS, PPD/PSD & CDS. Eles falam em "contágio" da Grécia. Mas a peste está neles, não nos gregos.
    UMA EUROPA ASQUEROSA
    A óptica de classe dos governantes da União Europeia ficou bem caracterizada pelas últimas medidas adoptadas.
    Primeiro emprestaram a mão-cheias – à taxa de 1% – aos banqueiros que provocaram a crise. A seguir emprestam – à taxa de 5% – às vítimas gregas dessa mesma crise.
    Por outro lado, esta Europa pretende controlar os orçamentos dos Estados membros antes mesmo de estes serem aprovados pelos respectivos parlamentos. E ao mesmo tempo, recusa-se a aplicar um imposto aos bancos que provocaram a crise e que receberam centenas de milhares de milhões de euros de ajudas públicas para sanar os seus balanços apodrecidos — eles continuarão a obter lucros milionários.
    Estes desenvolvimentos mostram o que pode acontecer a Portugal se se submeter passivamente ao diktat da UE. A puxadela da orelha de Cavaco dada pelo presidente checo é só uma advertência suave.
    A FORTALEZA DA ECONOMIA PORTUGUESA
    A fortaleza da economia portuguesa é espantosa. Continua viva apesar de 35 anos de saqueio, com privatizações selvagens, negociatas escandalosas, gestão ruinosa, estupidezes de política energética, incompetência governativa, desindustrialização, depauperação dos trabalhadores, desemprego, pioria da repartição do rendimento nacional, investimentos loucos, endividamento crescente. A tudo isso sobreviveu a economia portuguesa. Mas até quando será isso possível? A capacidade de resistência não é infinita. A gestão catastrófica e autista do sr. Sócrates, digno continuador dos seus antecessores, continua a agravar a situação, a ameaçar com a ruína a actual e as futuras gerações de portugueses. Há que atalhá-lo o mais breve possível. O Plano de Estabilidade e Crescimento que anda a cozinhar será uma continuação do presente, mais do mesmo. O povo grego está a dar resposta a planos desse jaez.
    APAGÕES: DESINFORMAÇÃO POR OMISSÃO
    O ocultamento das realidades nos media que se dizem "referência" faz-se também por omissões e eufemismos. É exemplar este título do Público: Investimento feito pela EDP em nova rede e na conservação da existente tem vindo a abrandar . Fosse esse um jornal honesto e desejoso de esclarecer os seus leitores deveria titular: "Após a privatização a EDP cortou drasticamente os custos de manutenção e conservação da rede". E poderia acrescentar que assim é para aumentar a cotação das acções da EDP na bolsa e para permitir que a mesma faça investimentos de milhares de milhões de euros em centrais eólicas nos... Estados Unidos. E finalmente poderia chegar à conclusão de ordem geral de que as privatizações dos serviços públicos conduziram e conduzem a uma pioria da qualidade de serviço e a um agravamento dos custos para os seus clientes. Será esperar demais uma notícia assim?
    CURSO RÁPIDO DE ECONOMIA E ENERGIA
    Crash course é um notável curso de economia, energia e meio ambiente: http://www.chrismartenson.com/crashcourse . Ele pode ser assistido em inglês, castelhano ou francês. São cerca de 20 lições. O curso cobre praticamente tudo que é realmente importante, desde a função exponencial e a reserva fraccionária dos bancos até o endividamento geral, o Pico Petrolífero e o esgotamento dos recursos. É claro que um trabalho tão rigoroso e exacto como esse nunca poderia ser realizado por um economista vulgar formatado na escola de pensamento neoliberal. O seu autor, Chris Martenson, é de facto um cientista e, espantosamente, a sua especialidade é num ramo completamente distinto:  a neurotoxicologia (!).
    PS & PPD, OS CONTINUADORES
    "A politica converteu-se em uma vasta associação de intriga, em que os socios combinam dividir-se em diversos grupos, cuja missão é impellirem-se e repellirem-se successivamente uns aos outros, até que a cada um d'elles chegue o mais frequentemente que for possivel a vez d'entrar e sair do governo. Nos pequenos periodos que decorrem entre a chegada e a partida de cada ministerio o grupo respectivo renova-se, depondo alguns dos seus membros nos cargos publicos que vagaram e recrutando novos adeptos candidatos aos logares que vierem a vagar. É este trabalho de assimilação e desassimilação dos partidos, que constitue a vida organica do que se chama a politica portugueza".
    Eça de Queirós e Ramalho Ortigão, As Farpas, Agosto-Setembro de 1877.
    RETRATO NEGRO SEM MEA CULPA
    O ministro das Finanças acaba de reconhecer a situação negra da economia portuguesa . No seu discurso de 15 de Maio prevê uma queda do PIB de -3,4% em 2009, uma taxa de desemprego de 8,8%, uma queda do investimento de 12%, uma queda das exportações de 14%. Para não reconhecer que há deflação (o que introduz um risco sistémico), o ministro ridiculamente previu uma inflação de 0,1% em 2009.
    Nada disto é novidade. Muitos observadores isentos já haviam feito tais previsões há mais de um ano. A novidade está mais naquilo que o ministro não disse do que naquilo que disse.
    O ministro Teixeira dos Santos não disse, por exemplo, que: 1) A destruição do Sector Empresarial do Estado, efectuada pelo PS e PPD, deixou Portugal indefeso face à crise; 2) A perda de soberania monetária, com a adesão ao Euro, deixa Portugal inerme, de pés e mãos atados; 3) A situação negra por ele descrita não o levou à conclusão lógica de cancelar o programa de investimentos ruinosos promovidos por este governo (novo aeroporto, TGV, terceira ponte sobre o Tejo, super-Hospital de Todos os Santos em Lisboa); 4) A necessidade imperiosa de aumentar o Rendimento Disponível do povo português, modificando drasticamente a repartição do Rendimento Nacional em favor dos trabalhadores; 5) A necessidade imperiosa de reduzir a enorme factura petrolífera do país.
    Em resumo: trata-se de um discurso pífio em que o ministro apenas reconhece o óbvio, sem tirar as devidas consequências do quadro negro que apresenta. O autismo deste governo será sem dúvida um factor de agravamento da crise. Se Portugal fosse uma aldeia deveríamos tocar os sinos a rebate.
    PAÍS A SAQUE E A CAMINHO DA RUÍNA
    A depressão económica que agora se inicia no mundo capitalista pode ser agravada ou amenizada pelas políticas dos governos nacionais. No caso português, o governo do sr. Sócrates parece apostado em agravá-la ao máximo. Fecham empresas todas as semanas, aumenta o desemprego, os défices tornam-se assustadores, a dívida externa agrava-se a níveis monstruosos, mas ele permanece impávido nos seus projectos ruinosos – como o novo aeroporto, TGV, terceira ponte sobre o Tejo, o super-hospital de Todos os Santos, etc, etc. Enquanto isso, as universidades vivem à míngua, maternidades e centros de saúde são encerrados, as pensões de reforma são uma miséria, a repartição do rendimento é a pior de todos os países da Europa (a do Leste inclusive).

    O custo do novo aeroporto está agora orçamentado em €5 mil milhões. E, como toda a gente sabe, os orçamentos têm o hábito de fazer derrapagens da ordem dos 40, 50 ou mais por cento. Ao mesmo tempo, este governo autista e de lesa economia nacional ignora deliberadamente a realidade do Pico Petrolífero. Como se os preços momentaneamente baixos do barril – devido em parte à recessão económica – pudessem perdurar para sempre (o banqueiro M. Simmons prevê uma alta significativa dentro de seis a nove meses). E mesmo com os actuais preços baixos do barril, a TAP acaba de anunciar que foi obrigada a cancelar 2400 voos no 2º semestre de 2009. Hoje, até mesmo altos dirigentes de companhias de petróleo recomendam "poupar, poupar, poupar" . Mas governos ao serviço dos grandes empreiteiros fazem orelhas moucas.
    Quem porá cobro a isto?
    Continua a ser mais válido do que nunca assinar a Petição contra o novo aeroporto .
    COISAS SÉRIAS & FUTILIDADES
    A inanidade das discussões públicas nos media corporativos portugueses é estarrecedora. Falam de tudo e mais alguma coisa, desde que não se trate de assunto sério. É assim que enchem o espaço com pequenas e médias corrupções (agora é o caso Freeport que está na moda, amanhã será outro qualquer), casamentos de gays, histerismos com o dito aquecimento global, jogo da bola, a censura no carnaval de Torres Vedras e outros diversionismos quejandos. Mas da crise que abala o mundo capitalista só se fala para desinformar. E sobretudo negam-se as responsabilidades históricas do conluio PS-PSD quanto a situação em que está Portugal. Se hoje ainda estivesse em vigor a Lei de Delimitação dos Sectores , de 1977, Portugal estaria muito melhor preparado para enfrentar a crise pois disporia de um forte Sector Empresarial do Estado. Com a liquidação daquela lei pelos comparsas PS e PSD, e com as privatizações selvagens que se seguiram, Portugal está hoje à mercê das transnacionais. E quando estas resolvem encerrar as suas fábricas aqui (Opel, Qimonda, etc), pouco se pode fazer. Ridiculamente o sr. Manuel Pinho, ministro da Economia, disse que ia falar com o seu colega alemão para lhe pedir que mantivesse a Qimonda a funcionar, como se este último não estivesse a marimbar-se para o sr. Pinho.
    ORIGENS DO TERRORISMO NO MÉDIO ORIENTE
    Quem começou o terrorismo no conflito árabe-israelense?
  • Bombas em cafés: utilizadas pelos sionistas pela primeira vez na Palestina em 17/Março/1937, em Jaffa.
  • Bombas em autocarros: utilizadas primeiro pelos sionistas em 20/Agosto e 26/Setembro/1937.
  • Bombas em mercados: utilizadas primeiro pelos sionistas em 06/Julho/1938, em Haifa.
  • Bombas em hoteis: utilizadas primeiro pelos sionistas em 22/Julho/1946, em Jerusalém.
  • Bombas em embaixadas estrangeiras: utilizadas primeiro pelos sionistas em 01/Outubro/1946, em Roma (contra britânicos).
  • Minagem de ambulâncias: utilizadas primeiro pelos sionistas em 31/Outubro/1946, em Petah Tikvah.
  • Cartas bomba: utilizadas primeiro pelos sionistas em Junho/1947 contra alvos britânicos no Reino Unido.
    Para documentação, consulte-se The Arab Women's Information Committee e The Institute for Palestine Studies, Who Are the Terrorists? Aspects of Zionist and Israeli Terrorism, (Beirut: Institute for Palestine Studies, 1972).
    OUTRA INFORMAÇÃO SOBRE GAZA:
  • Gaza Today
  • Gaza Siege
  • Maan News Agency
  • Angry Arab
  • Palestinian Information Center
  • Uruknet
  • Moments of Gaza
  • Apresentação Power Point: a_terra_prometida.pps (2551 kB). Clique com o botão direito do rato e faça "Save As..." para descarregar.
    DO GUETO DE VARSÓVIA AO GUETO DE GAZA
    Gueto de Varsóvia, 1943.
    Em Abril de 1943 os judeus do Gueto de Varsóvia foram massacrados pela máquina militar do III Reich nazi. Em Dezembro de 2008 os palestinos do Gueto de Gaza são massacrados pela máquina militar do IV Reich nazi-sionista. Ambos os povos exerceram o seu direito inalienável à revolta contra a opressão.

    É hipócrita e cínica a atitude do governo português a recomendar que cessem os ataques de ambos os lados. Com essa argumentação pretende-se comparar a resistência digna do povo palestino e a acção criminosa do invasor sionista que massacra a população civil e destrói a infraestrutura de Gaza, depois de sustentar durante meses um bloqueio total contra o seu povo.

    Este genocídio só é possível porque o lobby judeu mundial concede-lhe o combustível necessário, porque os EUA dá cobertura política, economica e bélica ao agressor, porque a União Europeia lhe deu um sinal verde e porque grande parte da população israelense dá apoio à limpeza étnica promovida pelo governo nazi-sionista.

    Só o levantamento generalizado no mundo árabe e a solidariedade internacional, com todo tipo de protestos por toda a parte, poderá deter essa acção criminosa. Neste momento é importante reiterar a solidariedade com o governo legítimo do Hamas e repudiar a posição cúmplice do actual presidente da Autoridade Nacional Palestina, sr. Mahmud Abbas. Este, apesar da carnificina em curso, optou por acusar o Hamas pelo que está a acontecer e de forma submissa procura negociar com os assassinos do seu povo.
    A CRIAÇÃO DO DINHEIRO
    .
    Quem cria o dinheiro? A resposta está em Money as Debt , filme de 47 minutos de Paul Grignon. O DVD em inglês pode ser encomendado aqui . Para assistir ao filme dobrado em castelhano clique em Diñero es Deuda . É melhor do que ouvir certos comentaristas económicos que peroram na TV portuguesa...
    Se quiser aprofundar o tema leia também
  • O banco central dos EUA: O templo e os seus segredos sujos
  • Custos, malfeitorias e perigos do dólar
  • Segredos do dinheiro, dos juros e da inflação .
    OS ADORADORES DO DEUS MERCADO
    Os adoradores do deus mercado, os adeptos do neoliberalismo, os entusiastas do capitalismo high tech, os analistas económicos que debitam vulgaridades nos media "de referência", todos eles estão agora confrontados com uma realidade brutal: a ruína do capitalismo, pelo menos da forma em que o conhecemos. Estes últimos sete dias representaram uma viragem na história do capitalismo mundial (nacionalização de facto dos passivos da Fannie e do Freddie, falência do Lehman, salvamento da AIG, aumento gigantesco da dívida externa dos EUA, início do reflacionamento da economia estado-unidense).
    Há que ser claro: o que o Federal Reserve e o Tesouro dos EUA querem salvar não é a economia dos Estados Unidos e sim os seus banqueiros. O plano em curso é para reflacionar os activos imobiliários a fim de minorar os desastrosos balanços dos bancos. Por isso aumentarão o endividamento da população daquele país. Ou seja, resolvem um problema de dívidas insolventes com a acumulação de ainda mais dívidas. Trata-se de uma neo-escravização através da dívida. A repartição do rendimento nacional dos EUA obviamente irá piorar.
    A procissão ainda vai no adro. A crise sistémica do capitalismo está longe de acabada. As sequelas e repercussões pelo mundo afora têm desdobramentos que mal se podem adivinhar. O risco de o imperialismo empreender uma fuga para a frente através da guerra é enorme. Tudo isso num pano de fundo de uma realidade física inescapável: o mundo já atingiu o Pico Petrolífero, o que tem consequências fundas.

    INFLAÇÃO & DEFLAÇÃO EM SIMULTÂNEO
    A situação económica é, provavelmente, inédita. Não há memória de manifestações de inflação e de deflação em simultâneo . Por um lado, sobem os preços do petróleo e dos alimentos (mesmo sem considerar a desvalorização acelerada do dólar americano). Por outro, verifica-se uma queda nos valores dos bens imóveis, de muitas empresas industriais (se fossem vendidas hoje já não valeriam o mesmo que há um ano atrás) e obviamente das bolhas nos mercados de acções e outros títulos. Mais: o fenómeno tem um carácter mais ou menos generalizado entre os países da OCDE.
    O capitalismo pode conviver muito bem com a inflação. As advertências frequentes que os banqueiros fazem contra a inflação não passa de conversa destinada ao grande público. Mas daquilo que realmente os preocupa eles nunca falam: é a deflação. A deflação introduz um risco sistémico. Empréstimos efectuados tendo como base uma garantia colateral de um determinado valor tornam-se menos seguros. Se o montante em dívida ultrapassar o valor depreciado da garantia, o tomador será tentado a abandonar a sua obrigação contratual.
    Tudo isso indica que o mundo está a entrar em águas ignotas. Há um grande trabalho de investigação a fazer.
    A CENTRALIDADE DO PICO PETROLÍFERO
    A questão do Pico Petrolífero é central, pois determina todas as outras. Isto é importante, em particular e sobretudo, na questão dos grandes investimentos públicos. Trata-se de despesas muitíssimo vultosas, elas provocam dívidas que comprometem não só a geração actual como gerações futuras.
    Este governo prevê investimentos colossais – como novo aeroporto, TGV e agora um terceiro atravessamento do Tejo – que não podem ser suportados pela combalida economia portuguesa. Além de serem investimentos que não se destinam a aumentar a capacidade de produção nacional, eles estão a ser decididos sem que sequer se tente antever o que virá a ser o mundo pós Pico Petrolífero.
    Gastar recursos em activos fixos que estimulam o tráfego rodoviário, aumentam o consumo de petróleo e dentro de poucos anos ficarão sub-utilizados é má utilização de recursos públicos.
    Muitos empreiteiros ganharão com isso, mas a sociedade como um todo perderá. Tais erros terão de ser pagos no futuro.
    REALIDADE E FICÇÃO
    Os "aquecimentistas" globais juram a pés juntos que a temperatura do mundo está a aumentar. Com base nessa crença conseguem dos governos que lhes financiem passeios a Bali e outros lugares turísticos a fim de assistir às conferências do IPCC. E com base na crença no diabolismo do dióxido de carbono (CO2) os mais espertos arquitectam polpudos negócios relativos aos direitos de emissão. Por sua vez, os media que arrogantemente se auto-classificam como "referência" (do quê?) instilam o medo na opinião pública quanto a supostas tragédias que estariam para acontecer (alteamento dos mares, derretimento dos pólos, etc). A ignorância científica é tamanha que alguns até dizem que o CO2 seria um "poluente". Mal sabem tais escrevinhadores que cada vez que expiram estão a deitar CO2 cá para fora (ainda não se atreveram a recomendar que parássemos de respirar, por enquanto).

    No entanto, a realidade acaba por se impor às ficções (muitas delas interessadas) dos "aquecimentistas". Agora o artigo de um investigador português, Luís de Sousa , acaba de mostrar que na verdade a temperatura em muitas partes do mundo está a arrefecer. O seu artigo mostra que houve quedas de neve inéditas em Buenos Aires, Bagdad, norte da Arábia Saudita e em muitas outros lugares, bem como o espessamento do gelo no Árctico. A sua investigação empírica corrobora a tese do grande climatologista Marcel Leroux, que dissecou o aquecimento global classificando-o como uma impostura científica .

    Na verdade, a grande tragédia do mundo é a ignorância dos políticos que o governam — desde Al Gore até aqueles cá do burgo lusitano. Quanto tempo e quanto dinheiro não foi e continua ser desperdiçado no combate ao dito aquecimento global e às emissões de CO2? Tais recursos poderiam ter sido bem aplicados a problemas reais como o combate a emissões realmente nocivas para os seres humanos a exemplo do SO2, dos NOx e outros poluentes

    Por outro lado, verifica-se que o aparente arrefecimento do mundo detectado por Luis de Sousa irá coincidir no tempo com o Pico máximo da produção petrolífera mundial que está a ser atingido neste momento. Esta gente preparou o mundo para o aquecimento global e não o preparou para o Pico Petrolífero. Mas, tal como uma vingança da natureza, verifica-se uma onda de frio no exacto momento em que se inicia a escassez do principal combustível que permite o aquecimento.
    COMPREENDER A FUNÇÃO EXPONENCIAL
    Compreender a função exponencial é uma tarefa urgente para a humanidade. Todos deveriam entendê-la, a principiar pelos políticos. Assim, não seria repetida tão frequentemente a lenga lenga mistificatória do "sustentável". Como mostrou Jared Diamond, em Collapse , a extinção de muitas civilizações deveu-se à não compreensão do que é uma função exponencial. O vídeo abaixo (em castelhano) é a reprodução de uma conferência do Dr. Albert A. Bartlett, da Universidade do Colorado. Para assistir ligue o alto-falante e clique sobre a imagem:
    Clique a imagem.
    PETIÇÃO INTERNACIONAL PARA PROIBIR
    AS ARMAS COM URÂNIO EMPOBRECIDO


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    O PREÇO DO PETRÓLEO
    A tendência estrutural para a alta do preço do petróleo é inelutável. As causas básicas para isto estão na Curva de Hubbert , no pico petrolífero, na diminuição das reservas mundiais, no facto de os maiores campos petrolíferos do mundo estarem próximos do pico, no não planeamento do consumo deste recurso finito, na anarquia do mercado capitalista, no desperdício absurdo dos países desenvolvidos (a começar pelos EUA), no gigantesco fracasso militar dos EUA no Iraque. No entanto, nada disto transparece nos media ditos 'de referência' que continuam a desinformar os seus leitores com dados conjunturais e desenquadrados do contexto geral.
    Os piores cegos são aqueles que não só não querem ver como também desinformam os outros acerca da realidade. O não reconhecimento da realidade impede a adopção das medidas que se impõem.

    Clique para aceder ao texto em inglês.
    Texto do protocolo
    A POLÍCIA NAS BIBLIOTECAS
    O bibliotecário adverte...
    "ADVERTÊNCIA
    "Embora a Biblioteca de Santa Cruz faça todos os esforços para proteger a sua privacidade, sob a Lei Pública Federal 107-56, USA PATRIOT ACT, os registos dos livros e de outros materiais emprestados por esta biblioteca podem ser obtidos por agentes federais.
    "Aquela lei federal proíbe os funcionários da biblioteca de o informarem se agentes federais obtiveram registos sobre a sua pessoa. Questões acerca desta política deveriam ser dirigidas ao Procurador Geral John Ashcroft, Departamento da Justiça, Washington, D.C. 20530".


    "...sob certas condições, os capitalistas privados inevitavelmente controlam, directa ou indirectamente, as principais fontes de informação (imprensa, rádio, educação). É então extremamente difícil, e na maior parte dos casos na verdade quase impossível, para o cidadão individual chegar a conclusões objectivas".

    Albert Einstein, no seu ensaio de 1949   Porquê o socialismo .

    "As acções alcançaram o que parece ser um patamar permanentemente alto". Irving Fisher, Professor of Economics, Yale University, 1929.

    Liberdade para os cinco de Miami, nas garras do imperialismo

    Henry Kissinger: "O desafio básico é que a chamada globalização é realmente um outro nome para o papel dominante dos Estados Unidos". Palestra no Trinity College, Dublim, 12/Out/99.

    solidariedade com o povo palestino

    Goya, O massacre de 3 de Maio de 1808

    O mestre de Bush:
    "Com voz ou sem ela, o povo pode sempre ser levado a submeter-se à vontade dos dirigentes. É fácil. Tudo o que se tem de fazer é dizer-lhe que está a ser atacado, e denunciar os pacifistas por falta de patriotismo e por exporem o país ao perigo".
    Reichsmarschal Hermann Goering, comandante da Força Aérea Nazi (Luftwaffe), nos Julgamentos de Nuremberg.

    Goya, O sono da razão

    Em 1996, depois de cinco anos de sanções e de persistentes bombardeamentos contra o Iraque, o repórter da CBS Lesley Stahl fez a seguinte pergunta à embaixadora dos EUA nas Nações Unidas, Madeline Albright:
    — Ouvimos dizer que meio milhão de crianças morreu (em consequência da política americana contra o Iraque). Valeu a pena pagar esse preço?
    Resposta de Madeline Albright:
    — Nós pensamos que valeu a pena.


    Ver um crime com calma é cometê-lo.
    José Martí


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    (documento de posição)

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    Estatísticas
  • Sigam a pista do dinheiro para perceber a origem da 'ameaça russa' , Neil Clark, 29/Ago

    Os desafios futuros à nova administração da CGD , Eugénio Rosa, 28/Ago

    O euro e as mentiras , Jacques Sapir, 23/Ago

    A lógica do capitalismo neoliberal , Prabhat Patnaik, 22/Ago

    Brasil: Bloco da Esquerda Socialista emite declaração , 20/Ago

    Uma nova elite jornalística , Fernando Correia, 18/Ago

    O neoliberalismo no sector dos transportes , José Manuel Oliveira, 17/Ago

    A fraqueza da Rússia é sua política económica , Paul Craig Roberts e Michael Hudson, 16/Ago

    Teerão contra Washington: Da defensiva à ofensiva , Valentin Katasonov, 15/Ago

    O Brasil ficou barato e o mundo ficou caro , Octávio Linera e José Martins, 14/Ago

    Obama contra Trump, Putin e Erdogan , James Petras, 13/Ago

    Coronel desmascara o telelixo e os jornais portugueses , Carlos de Matos Gomes, 12/Ago

    A Rússia derrota terrorismo... enquanto a América aclama um show monstruoso , Finian Cunningham, 11/Ago

    A longa depressão , Michael Roberts, 10/Ago

    Dirigentes da UE ao serviço dos EUA actuam contra os interesses dos povos europeus , Pyotr Iskenderov, 09/Ago

    Quem é o general Campbell e como ele preparou o golpe turco , Anastasia Kazimirko-Kirillova, 08/Ago

    Uma guerra esquecida – A derrota dos EUA no Laos , Miguel Urbano Rodrigues, 08/Ago

    A OPA dos grupos económicos sobre a futura administração da CGD:   Conivência do governo e passividade dos partidos que o apoiam? , Eugénio Rosa, 07/Ago

    "A guerra que está para vir entre a China e a América" , John Pilger, 05/Ago

    Democracia e soberania popular em vez da integração neoliberal e de um sistema monetário falhado , Lexit network, 03/Ago

    A reposição dos rendimentos dos trabalhadores em 2016 , Eugénio Rosa, 02/Ago

    Estará a Europa condenada à vassalagem a Washington? , Paul Craig Roberts, 01/Ago

    A dura literatura russa anticapitalista , Andre Vltchek, 31/Jul

    Sanções:   Uma pedra a menos no caminho e o essencial dos problemas por resolver , Ricardo Paes Mamede, 29/Jul

    Integração económica e livre mobilidade do trabalho , Prabhat Patnaik, 28/Jul

    O tratamento inaceitável aplicado à CGD , Eugénio Rosa, 27/Jul

    Os ingleses destruíram em 1814 a Casa Branca e o Capitólio , Miguel Urbano Rodrigues, 26/Jul

    Quem tem autoridade na Europa? , Valentin Katasonov, 25/Jul

    Crítica da crítica acrítica (I) , Daniel Vaz de Carvalho, 24/Jul

    Polícia anti-terrorista francesa pede destruição das provas de Nice , Paul Craig Roberts, 23/Jul

    Pokemon, o jogo que traz espiões para dentro de casa , Sergey Kolyasnikov, 22/Jul

    Começa uma nova etapa da luta de classes no Brasil , Edmilson Costa, 20/Jul

    Nada mais feroz do que um sultão desprezado , Pepe Escobar, 19/Jul

    Comissão Europeia chantageia Portugal , Eugénio Rosa, 18/Jul

    As nove vidas de Erdogan e o golpe de Gulen , M K Bhadrakumar, 17/Jul

    Turquia: Não há alternativa excepto o povo , PCT, 16/Jul

    Acerca da estagnação secular , Monthly Review , 15/Jul

    América Latina, da ficção à realidade , Miguel Urbano Rodrigues, 13/Jul

    Consequências do actual Tratado Orçamental , Eugénio Rosa, 12/Jul

    A globalização e os trabalhadores do mundo , Prabhat Patnaik, 11/Jul

    Alertas vermelhos: Sinais de implosão na economia global , Jorge Beinstein, 10/Jul

    Reflexões da classe dominante , Daniel Vaz de Carvalho, 09/Jul

    Repressão brutal em França , CGT, 08/Jul

    Recapitalizar a CGD: O Banco Público, apesar de tudo! , José Alberto Lourenço, 07/Jul

    O silêncio da esquerda: Brexit, euro-austeridade e TTIP , Michael Hudson, 06/Jul

    Escritos de Marx sobre as bolhas financeiras:   Visões mais aguçadas do que as de economistas contemporâneos , Ismael Hossein-Zadeh, 05/Jul

    A teoria económica dos 1%:   Como desconstruir a teoria convencional , John Weeks, 04/Jul

    Brexit: Uma revolta contra a hegemonia da finança globalizada , Prabhat Patnaik, 03/Jul

    Do cessar-fogo na Colômbia à paz, desejada mas muito distante , Miguel Urbano Rodrigues, 01/Jul

    O povo chinês sente-se ultrajado , Andre Vltchek, 30/Jun

    Estados disfuncionais – II: O desmantelamento do poder do Estado face ao capital , Daniel Vaz de Carvalho, 29/Jun

    Many Thanks to the English Working Class , João Rodrigues, 28/Jun

    Porque os britânicos disseram não à Europa , John Pilger, 28/Jun

    Taxas de juro, empreendedores e rentistas , Prabhat Patnaik, 27/Jun

    A União Europeia está morta , Pierre Lévy, 26/Jun

    O resultado do referendo britânico sobre a saída da UE , KKE, 25/Jun

    Tenha esperança, agora é possível outra Grã-Bretanha e outra Europa , TUAEU, 24/Jun

    Rússia arrebenta o plano B do EUA para a Síria , M K Bhadrakumar, 23/Jun

    Não temos outra escolha senão a vitória! , Presidente Bachar al-Assad, 21/Jun

    Governo português & UE colaboram com torturadores , 21/Jun

    Uma oportunidade para golpear o capitalismo , Daphne Liddle, 19/Jun

    Quinze factos acerca da implosão da economia estado-unidense , Michael Snyder, 18/Jun

    Ensino: Lucros privados, financiamento público , Eugénio Rosa, 17/Jun

    Guerra não convencional contra a Venezuela , Gustavo Borges Revilla, Diego Sequera, 16/Jun

    A caotizaçao do Brasil , Andrew Fishman, 15/Jun

    A estratégia dos EUA , Jorge Beinstein, 14/Jun

    França: Choramingões indignos , Jacques Sapir, 13/Jun

    A Wall Street por trás do golpe de Estado no Brasil , Michel Chossudovsky, 09/Jun

    Hillary Clinton, a rainha do caos – um livro de Diana Johnstone , Miguel Urbano Rodrigues, 07/Jun

    Como a Rússia está a preparar-se para a III Guerra Mundial , The Saker, 06/Jun

    Sobre a evolução da situação no Brasil , Rizospastis , 04/Jun

    Pobreza mundial , Prabhat Patnaik, 03/Jun

    Síntese do desmoronar europeu agora em curso , Pierre Leconte, 02/Jun

    O governo grego arcará com uma grave responsabilidade se arrastar o país à participação num novo massacre na Líbia , KKE, 01/Jun

    Estados disfuncionais (I): A liberdade irrestrita para o capital , Daniel Vaz de Carvalho, 01/Jun

    A silenciar a América quando ela prepara uma nova guerra , John Pilger, 31/Mai

    A natureza da crise sistêmica global: às vésperas do choque das placas tectônicas do capital , Edmilson Costa, 30/Mai

    Administração Pública: Inversão da destruição que estava em curso? , Eugénio Rosa, 28/Mai

    Grécia: Sobre o acordo do Eurogrupo , KKE, 27/Mai

    Carta à ministra do Mar acerca dos estivadores de Lisboa , International Dockworkers Council, 26/Mai

    O usurpador e o caminho da usurpação , Mauro Luis Iasi, 26/Mai

    Lançado no Brasil o Bloco da Esquerda Socialista , 25/Mai

    O Euro e a crise na e da União Europeia , João Ferreira, 24/Mai

    O mini-plano de Vieira da Silva de combate à evasão e fraude dos patrões , Eugénio Rosa, 23/Mai

    A social-democracia apunhalou a revolução alemã em 1918 , Miguel Urbano Rodrigues, 23/Mai

    Eurocomunismo, ou o render dos ideais (II) , Catarina Casanova, 19/Mai

    O colapso da União Europeia: Voltar à soberania nacional e a europeus felizes? , Peter Koenig, 18/Mai

    Nove teses sobre a contra-revolução neoliberal , Juarez Guimarães, 17/Mai

    O golpeachment no Brasil, a nova revolução colorida , Pepe Escobar, 16/Mai

    "Portugal precisa de se libertar do euro" , Vasco Cardoso, 16/Mai

    Organizar a luta contra o ilegítimo governo Temer e os ataques do capital , PCB, 14/Mai

    Brasil: Nós acusamos , Vladimir Safatle, 14/Mai

    Nota do MST sobre afastamento da presidente Dilma Roussef , 13/Mai

    Apontamentos críticos sobre o artigo "O sistema de ensino em Portugal", de Eugénio Rosa , Eugénio Rosa, 12/Mai

    "Com as decisões nas mãos do atual Congresso, não há democracia nem legitimidade. Por isso insisto em eleições gerais" , Luciana Genro, 11/Mai

    Origem e apogeu das lumpen-burguesias latino-americanas , Jorge Beinstein, 11/Mai

    Na "guerra de quarta geração", o inimigo somos nós , Ignácio Ramonet, 10/Mai

    O sistema de ensino em Portugal , Eugénio Rosa, 09/Mai

    Nove teses acerca da guerra em que estamos envolvidos , Rostislav Ishchenko, 08/Mai

    O governo SYRIZA-ANEL treme diante da raiva e indignação do povo e já ultrapassou todas as fronteiras da vilania política , Dimitris Koutsoumpas, 07/Mai

    Eurocomunismo, ou o render dos ideais , Catarina Casanova, 07/Mai

    Do Estado oligárquico ao Estado democrático , Daniel Vaz de Carvalho, 06/Mai

    O sistema SWIFT: Uma arma potencial na Guerra Híbrida , Valentin Katasonov, 05/Mai

    Começou a III Guerra Mundial , Paul Craig Roberts, 04/Mai

    Brasil: O Império do Caos ataca outra vez , Pepe Escobar, 03/Mai

    O PE 2016-2020 do governo PS está dependente da conjuntura e contem ameaças de mais austeridade , Eugénio Rosa, 02/Mai

    Brasil: "O golpe em boa parte já foi dado" , Virgínia Fontes, 01/Mai

    Lenine e o imperialismo , Miguel Urbano Rodrigues, 01/Mai

    Trump e Clinton: Censurando o intragável , John Pilger, 23/Abr

    A boa UE, o mau FMI e o governo SYRIZA-ANEL , Dimitris Koutsoumpas, 23/Abr

    Brasil: Após o golpe de domingo 17/Abril , Ruy Braga, 22/Abr

    Brasil: Só a luta dos trabalhadores pode construir uma alternativa à esquerda no nosso país , PCB, 21/Abr

    ADSE: Contributos para reflexão e debate sobre o seu futuro , Eugénio Rosa, 21/Abr

    Jogo jogado? , Marcelo Badaró Mattos, 20/Abr

    Guerra híbrida das hienas dilacera o Brasil , Pepe Escobar, 20/Abr

    Os antecedentes da tormenta indicam por onde recomeçar , Saul Leblon, 19/Abr

    Crise no Brasil , Perry Anderson, 18/Abr

    O materialismo contra o moralismo , João Vilela, 18/Abr

    Nem impeachment nem pacto com a burguesia:   A saída é pela esquerda! , PCB, 16/Abr

    Uma crítica aos pós-modernistas , Edmilson Costa, 16/Abr

    Presidente Killary , Paul Craig Roberts, 15/Abr

    Centrismo ou linha revolucionária , Catarina Casanova, 14/Abr

    Lutar ! , Samuel Pinheiro Guimarães, 12/Abr

    Sobre o marxismo e a questão da casta , Prabhat Patnaik, 11/Abr

    Panama papers: A WikiLeaks põe em causa a credibilidade da ICIJ , Bruno Bertez, 09/Abr

    RDPC: isolada, demonizada e desumanizada pelo Ocidente , Andre Vltchek, 08/Abr

    A Argentina depois do golpe brando , Jorge Beinstein, 07/Abr

    Autópsia de uma cobertura jornalística , Media Lens, 06/Abr

    Como manipular eleições , Jordan Robertson, Michael Riley e Andrew Willis, 05/Abr

    "A degradação institucional brasileira chegou ao seu ponto mais agudo" , Ricardo Antunes, 04/Abr

    Acerca da assembleia-geral de 31/Março do Montepio , Eugénio Rosa, 04/Abr

    Terror, terrorismo, terroristas , João Carlos Lopes Pereira, 03/Abr

    Em 2015 agravou-se a desigualdade na repartição do rendimento em Portugal , Eugénio Rosa, 02/Abr

    O último cavalo encilhado! , Ivan Pinheiro, 01/Abr

    O novo Admirável mundo novo , Daniel Vaz de Carvalho, 01/Abr

    Alexandra Kollontai, uma mulher à frente do seu tempo , Miguel Urbano Rodrigues, 31/Mar

    O sistema financeiro mundial, a banca nacional e a soberania , Carlos Carvalhas, 31/Mar

    "Nacionalizar é necessário mas não basta. É preciso socializar os bancos públicos" , Octávio Teixeira, 30/Mar

    A saída pela esquerda é a formação de um bloco anticapitalista , PCB, 30/Mar

    A revolução do pato amarelo no Brasil , Wayne Madsen, 29/Mar

    As hipócritas preleções dos EUA a Cuba , Marjorie Cohn, 28/Mar

    Controlo público da banca , Eugénio Rosa, 27/Mar

    Um golpe e nada mais , Vladimir Safatle, 26/Mar

    Uma guerra mundial começou – rompa o silêncio , John Pilger, 25/Mar

    Ilusões progressistas devoradas pela crise , Jorge Beinstein, 24/Mar

    A "revolução" do Brasil começa a revelar suas verdadeiras cores , Pepe Escobar, 23/Mar

    Todos à Assembleia-Geral do Montepio , Eugénio Rosa, 22/Mar

    Brasil: Enfrentar a ofensiva do capital a partir das lutas dos trabalhadores , PCB, 22/Mar

    Brasil: A imposição do medo à maioria da população , Virgínia Fontes, 21/Mar

    Acerca das taxas de rendimento negativas , Bruno Bertez, 20/Mar

    O Brasil no rescaldo das manifestações de 13 de março , Ana Saldanha, 18/Mar

    EUA: Umas eleições infernais , William Blum, 18/Mar

    Brasil: Dois clãs em disputa pelo aparelho de Estado , Valéria Nader e Gabriel Brito, 17/Mar

    Fagocitose e declínio económico , Liliane Held-Khawam, 17/Mar

    Brasil: A pantomima da ética fascista e das bravatas de Luiz Inácio , Fausto Arruda, 16/Mar

    Análise da retirada militar russa da Síria , The Saker, 15/Mar

    Por que temos desemprego? , Prabhat Patnaik, 15/Mar

    Acerca do planeamento democrático do desenvolvimento: Lenine, Keynes e Hayek , Daniel Vaz de Carvalho, 14/Mar

    Administração pública, das palavras à realidade , Eugénio Rosa, 13/Mar

    O novo patrão da Casa Branca será tal como o anterior, seja quem for , John W. Whitehead, 11/Mar

    Bem-vindo a França, Orwell – mais uma vez! , Finian Cunningham, 10/Mar

    A questão dos refugiados-imigrantes , KKE, 09/Mar

    Sanções da ONU impõem sofrimento ao povo norte-coreano , Gregory Elich, 09/Mar

    Comércio Mundial: Os sinais de advertência de 2015 , Valentin Katasonov, 08/Mar

    Brasil: O impasse da conciliação e o caminho da luta , PCB, 07/Mar

    Capitalismo: Uma história fantasmática , Arundhati Roy, 07/Mar

    Transportes: O desastre provocado pela política neoliberal e privatizadora , Carlos Carvalho, 06/Mar

    O aumento das dívidas à Segurança Social , Eugénio Rosa, 06/Mar

    Brasil: Como superar os males do lulismo , Hamilton Octavio de Souza, 04/Mar

    A derrocada em câmara lenta da Europa , Pepe Escobar, 04/Mar

    DU: Munições perfurantes, choque tóxico , Phil Butler, 03/Mar

    A oligarquia financeira comparada à aristocracia feudal , Ismael Hossein-Zadeh e Anthony A. Gabb, 02/Mar

    Será que os americanos vivem numa realidade falsa criada por orquestração? , Paul Craig Roberts, 01/Mar

    Putin não pode inclinar-se, as tensões com os EUA aumentarão , M K Bhadrakumar, 29/Fev

    Eleições presidenciais de 2016 nos EUA: A revolta das massas , James Petras, 29/Fev

    Os pensionistas são esquecidos no OE-2016 , Eugénio Rosa, 29/Fev

    TAP: Trampolinices , Henrique Custódio, 28/Fev

    Capitalismo: competição, conflito, crise , Anwar Shaikh, 26/Fev

    O ocidente está reduzido a canibalizar-se , Paul Craig Roberts, 24/Fev

    Os polícias de tráfego "de esquerda" do capitalismo , KKE, 23/Fev

    Negócios sem dinheiro , Valentin Katasonov, 22/Fev

    Reencontro com Florestan Fernandes , Miguel Urbano Rodrigues, 21/Fev

    Crise dos imigrantes: Factos, mito ou conspiração? , Brainstorm, 19/Fev

    "EUNAVFOR MED – Operação Sofia" , WikiLeaks, 18/Fev

    A finança global e o imposto Robin Hood , Valentin Katasonov, 17/Fev

    Os lucros exorbitantes das petrolíferas , Eugénio Rosa, 16/Fev

    Saiam das nossas costas! , João Vilela, 15/Fev

    Capital fictício , L. N. Krasavina, 13/Fev

    Como obter um certificado de democracia , Daniel Vaz de Carvalho, 12/Fev

    Ensaio termonuclear da Coreia do Norte: Desafio ao mundo ou auto-preservação? , Alexander Vorontsov, 11/Fev

    A carga fiscal em 2016 , Eugénio Rosa, 10/Fev

    A estratégia atlantista para atacar a Rússia é a privatização , Paul Craig Roberts e Michael Hudson, 10/Fev

    A inundação de refugiados na Europa , Ghassan Kadi, 09/Fev

    Trabalhadores gregos exigiram: Retirem a lei guilhotina , KKE, 08/Fev

    Destruição da capacidade produtiva e défice estrutural , Eugénio Rosa, 07/Fev

    Libertar Julian Assange: O último capítulo , John Pilger, 06/Fev

    Quem possui o vírus Zika? , Guillaume Kress, 05/Fev

    Por um Imposto sobre Transacções Financeiras , Prabhat Patnaik, 03/Fev

    Grécia 2016: Intensificação da resistência popular ao governo SYRIZA-ANEL , KKE, 02/Fev

    Porque o petróleo abaixo dos US$30/barril é um grande problema , Gail Tverberg, 01/Fev

    O ministro Vieira da Silva pretende alterar o regime de reforma antecipada , Eugénio Rosa, 01/Fev

    República da Cromolândia , César Príncipe, 29/Jan

    Galeria de bandidos do FMI: vigaristas, violadores e trapaceiros , James Petras, 27/Jan

    Portugal: Os mais ricos entre os ricos não pagam os impostos devidos , Paulo Sá, 26/Jan

    O "esboço do OE 2016" do governo PS , Eugénio Rosa, 25/Jan

    Crescimento através da redistribuição , Prabhat Patnaik, 24/Jan

    O mundo enfrenta uma onda gigantesca de incumprimentos , Ambrose Evans-Pritchard, 23/Jan

    Quem ouve o grito dos pobres, o clamor dos trabalhadores, a voz da terra? , Manuel Brotas, 22/Jan

    O herdeiro , Manuel Loff, 21/Jan

    O cartel bancário que dirige o mercado petrolífero , Valentin Katasonov, 20/Jan

    Guerra, terrorismo e crise econômica global em 2015 , Michel Chossudovsky, 19/Jan

    O mito do horário semanal de 40 horas no setor privado , Eugénio Rosa, 18/Jan

    A querela saudita-iraniana: Outra escaramuça na guerra do petróleo , Pepe Escobar, 18/Jan

    Apontamento sobre a metamorfose de Pacheco Pereira , Miguel Urbano Rodrigues, 16/Jan

    Casus belli , KKE, 15/Jan

    Preço do petróleo: Rússia rompe o monopólio da Wall Street , F. William Engdahl, 14/Jan

    O levante dos secundaristas em São Paulo , Edmilson Costa, 13/Jan

    Crise económica e má gestão na banca em Portugal , Eugénio Rosa, 13/Jan

    Comunicado da Força Armada Nacional Bolivariana , Gen. Padrino Lópes, 12/Jan

    O governo dos EUA é a mais completa organização criminosa da História da humanidade , Paul Craig Roberts, 12/Jan

    Acerca do capitalismo monopolista transnacional , Daniel Vaz de Carvalho, 11/Jan

    Finança internacional: A herança de 2015 , Valentin Katasonov, 08/Jan

    A indiscutível ditadura dos banqueiros , João Carlos Lopes Pereira, 07/Jan

    A contra utopia de Huxley e o seu pessimismo , Miguel Urbano Rodrigues, 06/Jan

    Os patrões de Novembro e os excluídos de Abril , João Vilela, 05/Jan

    A nova estratégia de negociação comercial do imperialismo , Prabhat Patnaik, 04/Jan

    Esclarecimentos aos associados do Montepio , Eugénio Rosa, 03/Jan

    Marcelux , César Príncipe, 02/Jan

    Christine Lagarde sobe ao palco pela última vez? , Valentin Katasonov, 31/Dez

    Breve perfil científico e político de Einstein , Jorge Rezende, 30/Dez

    A Argentina oscila entre a crise de governabilidade e a ditadura mafiosa , Jorge Beinstein, 29/Dez

    Erro 451 – o código de censura da web , UnderNews, 27/Dez

    Cenário de 19 Fukushimas paira sobre a Ucrânia , Dmitry Orlov, 26/Dez

    Banif:   Estória sem exemplo , Fernando Campos, 24/Dez

    A defesa do capitalismo liberal , Prabhat Patnaik, 22/Dez

    A "guerra invisível" da diplomacia russa , Rostilav Ischenko, 21/Dez

    A herança de pobreza deixada pelo governo PSD/CDS no Natal de 2015 , Eugénio Rosa, 20/Dez

    O colapso da ordem financeira global começa dia 21 , Valentin Katasonov, 19/Dez

    Resposta de um criminoso climático , Chris Horner, 18/Dez

    As 1000 famílias que mandam nisto tudo (e não pagam impostos) , Elisabete Miranda, 16/Dez

    Reinventar a banca:   da Rússia à Islândia e ao Equador , Ellen Brown, 15/Dez

    Como os EUA e a UE manipulam a consciência pública:   o caso de Montenegro , Ion Todescu, 14/Dez

    Em fase terminal , Jorge Bateira, 13/Dez

    Os sectores estratégicos e a política de transportes da UE , Miguel Viegas, 13/Dez

    O FMI perdoou a dívida da Ucrânia à Rússia , Michael Hudson, 10/Dez

    As novas ideias liberticidas do governo francês , Guillaume Champeau, 09/Dez

    Venezuela: derrota eleitoral revolucionária, por agora! , Carlos Morais, 08/Dez

    O embuste do modelo baseado nas exportações , Eugénio Rosa, 08/Dez

    Brasil: O processo de impeachment em nada favorece os trabalhadores, seja qual for o resultado , PCB, 08/Dez

    A CNN e o sistema eleitoral venezuelano , Eva Golinger, 07/Dez

    Cientista alemão mostra que a NASA manipula dados climáticos , Joshua Krause, 06/Dez

    As eleições de 2/12/2015 para a Associação Mutualista Montepio Geral , Eugénio Rosa, 05/Dez

    Governo grego obriga contribuintes a declararem o dinheiro "debaixo do colchão" , Tyler Durden, 04/Dez

    Estará a Turquia a travar guerra à Rússia também na Crimeia, no Cáucaso e na Ásia Central? , Ekaterina Blinova, 02/Dez

    É urgente uma reforma democrática do sistema fiscal para corrigir as profundas injustiças introduzidas pela "troika" e PSD/CDS , Eugénio Rosa, 01/Dez

    Rumo ao domínio corporativo global , Prabhat Patnaik, 30/Nov

    Quando o velho se esconde por detrás do novo , Ana Saldanha, 29/Nov

    Os contornos da criminosa tentativa de privatização da TAP , Célula do PCP na TAP/SPDH, 28/Nov

    Apelo final aos associados do Montepio:   Votem na lista C , Eugénio Rosa, 27/Nov

    A inversão da razão , Prabhat Patnaik, 26/Nov

    25 de Novembro , César Príncipe, 25/Nov

    A estratégia da direita e a teoria do PREC 2 , Daniel Vaz de Carvalho, 23/Nov

    Carta aos associados do Montepio para reflexão , Eugénio Rosa, 22/Nov

    De Pol Pot ao ISIS:   O sangue nunca secou , John Pilger, 20/Nov

    O que precedeu os ataques do estado islâmico na França , Moon of Alabama, 19/Nov

    Atentado em Paris: as lágrimas de crocodilo dos dirigentes europeus e dos EUA , Edmilson Costa, 18/Nov

    A volta dos passaportes abandonados , Jean-Claude Paye, 17/Nov

    Massacre de 13/Nov em Paris: Cui Bono? , Pepe Escobar, 16/Nov

    Os ataques terroristas de Paris e a "narrativa oficial" , Paul Craig Roberts, 15/Nov

    A recuperação da memória na luta dos Povos , Miguel Urbano Rodrigues, 15/Nov

    Sete ideias falsas instiladas pelo governo PSD-CDS , João Oliveira, 13/Nov

    A reescravização dos povos ocidentais , Paul Craig Roberts, 12/Nov

    O slogan "Fabricar na Índia" , Prabhat Patnaik, 11/Nov

    Matando o hospedeiro , Michael Hudson, 10/Nov

    Os comissários de Bruxelas: ao serviço de si próprios e das multinacionais , Bernard Gensane, 09/Nov

    O tratamento desigual a que estão a ser sujeitas as listas para as eleições do Montepio e o programa da lista C , Eugénio Rosa, 08/Nov

    A punção das contas bancárias já foi legalizada , Philippe Herlin, 07/Nov

    Carta aberta aos associados do Montepio , Eugénio Rosa, 06/Nov

    O Vietname entrega o seu futuro soberano à TPP , Sergei Solodovnik, 06/Nov

    O Brasil está parado, mas os bancos continuam lucrando , Maria Lucia Fattorelli, 05/Nov

    Sobre o ruído de fundo , César Príncipe, 04/Nov

    Como falar de modo "equilibrado" acerca do conflito na Palestina , Majed Bamya, 03/Nov

    Fortalecer a luta da classe trabalhadora contra a exploração capitalista, as guerras imperialistas e o fascismo , Dimitris Koutsoumbas, 02/Nov

    A privatização da EDP e a subida do preço da eletricidade em Portugal , Eugénio Rosa, 01/Nov

    Passos julga que ainda governa Portugal , César Príncipe, 31/Out

    Nazi-sionistas da Argentina processam o director de "Resumen Latinoamericano" , Carlos Aznárez, 31/Out

    O Acordo TPP: o tratado de comércio livre mais agressivo da História , Florentino Lopez Martinez, 30/Out

    Bancos centrais: Confusão e medo na antecipação de choques , Valentin Katasonov, 29/Out

    A estrutura da força de trabalho mundial , Prabhat Patnaik, 28/Out

    A migração estratégica engendrada como arma de guerra , Leonid Savin, 27/Out

    O jogo da hipocrisia num sistema institucional apodrecido , Miguel Urbano Rodrigues, 26/Out

    A "objetividade" do jornalismo em Portugal e a degradação dos serviços públicos essenciais à população , Eugénio Rosa, 26/Out

    Os presstitutos a actuarem , Paul Craig Roberts, 26/Out

    A aristocracia não está satisfeita – quer ainda mais , Eric Zuesse, 25/Out

    O usurpador , César Príncipe, 23/Out

    Companhias militares privadas ao serviço da classe capitalista transnacional , Peter Phillips, 23/Out

    Não nos intimidamos! , PCB, 22/Out

    Ui! a NATO! , César Príncipe, 20/Out

    Termina o jogo , Ángeles Maestro, 19/Out

    Por que razão me candidato ao Conselho de Administração da Associação Mutualista - Montepio Geral , Eugénio Rosa, 18/Out

    Democracia capturada , César Príncipe, 17/Out

    O "relatório" MH-17 , Paul Craig Roberts, 15/Out

    As posições revisionistas (oportunistas) do marxismo, o reformismo burguês e a situação no Brasil de hoje , Anita Leocádia Prestes, 15/Out

    A privatização da RDA: um exemplo para a Grécia? , Herwig Lerouge, 14/Out

    Incumprimento técnico ou sentença de morte para a economia ucraniana? , Valentin Katasonov, 12/Out

    COP21: O clima vai bem, obrigado! , István E. Markó, 11/Out

    Reflexão sobre as eleições , Miguel Urbano Rodrigues, 08/Out

    Isto tornou-se rotina , Paul Craig Roberts, 07/Out

    Carta a um internacionalista , César Príncipe, 06/Out

    O Partido Trabalhista britânico, o marxista McDonnell e a negação do défice , Michael Roberts, 05/Out

    Partido das sondagens , César Príncipe, 03/Out

    O acto revolucionário de contar a verdade , John Pilger, 03/Out

    A libertação do euro , João Oliveira, 02/Out

    Votar contra o reino cadaveroso , César Príncipe, 01/Out

    O Estado e a esquerda , Prabhat Patnaik, 30/Set

    Economia política, políticas económicas e eleições , Daniel Vaz de Carvalho, 29/Set

    Viagem ao Brasil , Jorge Figueiredo, 28/Set

    Ciência e tecnologia nos programas eleitorais , OTC, 28/Set

    "Desligamento" e reacção interna , Prabhat Patnaik, 02/Set

    Equilíbrio competitivo ou planeamento económico? , Daniel Vaz de Carvalho, 01/Set

    Agitação popular e ódio de classe , João Vilela, 01/Set

    Mentiras acerca do colapso económico em curso , Brandon Smith, 31/Ago

    Agatha Christie - O segredo do seu êxito , Miguel Urbano Rodrigues, 31/Ago

    Syriza v.2: Que interesses de classe diz representar , Antonis, 30/Ago

    O crash no mercado de acções , Deirdre Griswold, 29/Ago

    Os bancos centrais engendraram este colapso financeiro , James Corbett, 28/Ago

    Frente às eleições antecipadas , KKE, 27/Ago

    A desvalorização do yuan , Prabhat Patnaik, 25/Ago

    A era das guerras imperiais , James Petras, 24/Ago

    "Os EUA financiam a imigração maciça para a Europa" , Pierre-Alain Depauw, 22/Ago

    Guerras híbridas, novo instrumento dos EUA , 21/Ago

    Golpe branco no Brasil:  O capital ganha com a crise e os trabalhadores pagam a conta , PCB, 20/Ago

    A campanha eleitoral e a politização , João Vilela, 19/Ago

    Em defesa dos migrantes que chegam à Grécia , PAME, 18/Ago

    O euro e o desemprego em Portugal , Manuel Brotas, 17/Ago

    O que é "a Esquerda"? Dez observações , Antonis, 17/Ago

    Três crises… falta uma , Mauro Luis Iasi, 16/Ago

    Oráculo de Yeborath , César Príncipe, 15/Ago

    Em defesa da Valorsul como empresa pública , 14 Câmaras Municipais, 14/Ago

    "O que ocorreu na Grécia demonstra que outro capitalismo é impossível" , Angeles Maestro, 14/Ago

    "A proposta do KKE é a única realista e a favor do povo" , Dimitris Koutsoumbas, 13/Ago

    A quebra dos salários e dos rendimentos das famílias e o agravamento das desigualdades com o governo PSD/CDS , Eugénio Rosa, 12/Ago

    A recessão mundial está destinada a agravar-se , Prabhat Patnaik, 11/Ago

    Porque os baixos preços do petróleo podem transformar-se em algo muito pior , Gail Tverberg, 10/Ago

    Portugal: Defesa da agricultura exige ruptura com a UE , Miguel Viegas, 09/Ago

    A política venenosa da Plataforma de Esquerda do SYRIZA , Antonis, 07/Ago

    O quatrilião de dólares de derivativos: Os bail-ins vêm aí , Bill Holter, 05/Ago

    A crise grega, o desastre da chamada "esquerda radical" e as carpideiras neoreformistas no Brasil , Edmilson Costa, 04/Ago

    Cinco lições e uma conclusão acerca do caso SYRIZA , Daniel Vaz de Carvalho, 03/Ago

    Assange: a história não contada de uma luta heróica pela justiça , John Pilger, 02/Ago

    A situação na Grécia e o papel anti-povo do SYRIZA , Giorgos Marinos, 31/Jul

    A ilusão da redução do desemprego em Portugal , Eugénio Rosa, 31/Jul

    Lições gregas , Manuel Loff, 30/Jul

    Cunhal e o anti-imperialismo: a propósito da Grécia , João Vilela, 29/Jul

    Greece for Sale , Prabhat Patnaik, 28/Jul

    O comboio do Euro descarrila , Michael Roberts, 27/Jul

    Este texto não é sobre a Grécia , Miguel Tiago, 25/Jul

    Declaração conjunta de solidariedade com o KKE , 24/Jul

    As aldrabices estatísticas de Passos Coelho , Eugénio Rosa, 23/Jul

    Grécia, o arauto do colapso financeiro global , Valentin Katasonov, 22/Jul

    Jornalismo bumbum , César Príncipe, 21/Jul

    O papel canalha da Confederação Europeia de Sindicatos , PAME, 20/Jul

    Tribunal de Contas condena governo P. Coelho , Eugénio Rosa, 19/Jul

    A doença degenerativa da economia: o neoclassicismo , Daniel Vaz de Carvalho, 17/Jul

    Declaração acerca do novo acordo-memorando , KKE, 16/Jul

    Pacote Tsipras: Um acto de traição contra o povo grego , Michel Chossudovsky, 15/Jul

    A crise grega demonstra que a alternativa ao sistema capitalista passa pela Revolução , Miguel Urbano Rodrigues, 14/Jul

    O ataque financeiro à Grécia , Michael Hudson, 13/Jul

    Não ao novo memorando "de esquerda" , KKE, 11/Jul

    Governo grego ameaça capitular diante da Troika , Stephen Lendman, 10/Jul

    A operação em curso – nome de código: Grécia , Daniel Vaz de Carvalho, 09/Jul

    Contra o consenso dos partidos burgueses anti-povo , KKE, 08/Jul

    Grécia rejeita a Troika , Michael Hudson, 07/Jul

    Acerca do referendo-relâmpago , Dimitris Koutsoumbas, 06/Jul

    O espectro dos anos trinta , Prabhat Patnaik, 05/Jul

    Vermo-nos gregos… , João Carlos Graça, 04/Jul

    Grécia: um país e um povo em luta pela sua dignidade e pelo seu futuro , Eugénio Rosa, 04/Jul

    Grécia: Saída da UE, com o povo no poder , Kostas Papadakis, 03/Jul

    Razões para desconfiar desta "aristocracia" , Daniel Vanhove, 02/Jul

    A burguesia lusitana e as eleições , José Ferreira, 01/Jul

    O referendo de 5 de Julho e a posição do KKE , KKE, 29/Jun

    Grécia: Declaração de Delphi , Peter Koenig, 29/Jun

    Não à continuação da bancarrota do povo , KKE, 27/Jun

    Do capitalismo para o socialismo, um processo de transição , Daniel Vaz de Carvalho, 25/Jun

    A injustiça contra Julian Assange tem de terminar , John Pilger, 24/Jun

    Colapso: Grécia , Charles Hugh-Smith, 23/Jun

    Grécia: Todos às ruas! , PAME, 22/Jun

    Sobre a libertação da Grécia , João Vilela, 22/Jun

    Brasil: "É preciso acabar com a sangria da dívida pública" , Maria Lúcia Fattorelli, 22/Jun

    Syriza: Saqueio, pilhagem e prostração , James Petras, 21/Jun

    A Associação Mutualista e a alteração dos estatutos da Caixa Económica-MG , Eugénio Rosa, 20/Jun

    Miséria económica e caos sangrento , Tommy McKearney, 19/Jun

    "O plano de ajuda à Grécia era ilegal e ilegítimo" , Dominique Berns e Eric Toussaint, 18/Jun

    Fome é o preço que os gregos pagarão para permanecerem na UE , Paul Craig Roberts, 17/Jun

    A crise da partidocracia espanhola e o surgimento de partidos emergentes , Angeles Maestro, 17/Jun

    Grécia: O caminho da ruptura é o da saída real , Dimitris Koutsoumpas, 16/Jun

    Ucrânia: Nasce a "Oposição da Esquerda Unida" , 16/Jun

    Implicações económicas do incumprimento da Ucrânia , Michael Hudson, 15/Jun

    O PCP tornado invisível pela comunicação social , José Pacheco Pereira, 14/Jun

    Programas eleitorais do PSD/CDS e PS , Eugénio Rosa, 13/Jun

    Governo insiste na destruição da TAP , SITAVA, 12/Jun

    O declínio mundial das reservas cambiais estrangeiras , Prabhat Patnaik, 12/Jun

    Um grande Povo e a sua grande herança , Miguel Urbano Rodrigues, 11/Jun

    Estaremos na antecâmara de uma ditadura financeira? , Liliane Held-Khawam, 10/Jun

    Marx no Largo do Rato , César Príncipe, 09/Jun

    Por que é urgente lutar contra a OTAN e redescobrir o sentido da ação política , Domenico Losurdo, 08/Jun

    Nos EUA até candeeiros de rua espiam o povo , 07/Jun

    Grécia mártir, heroica, humanizada , Miguel Urbano Rodrigues, 06/Jun

    Campo de concentração da banca , Valentin Katasonov, 05/Jun

    A onda conservadora no mundo e as lutas atuais na América Latina , Ivan Pinheiro, 05/Jun

    Um lugar para o socialismo. Socialismo, porquê , Daniel Vaz de Carvalho, 04/Jun

    A duplicidade como política de Washington para a América Latina , James Petras, 03/Jun

    O SYRIZA sem máscara , Miguel Urbano Rodrigues, 02/Jun

    A repartição entre o "Trabalho" e o "Capital" da riqueza criada em Portugal, 2010-2014 , Eugénio Rosa, 02/Jun

    Os silêncios de ouro no sistema de propaganda dos EUA , Edward S. Herman, 01/Jun

    Plano de emergência para o combate à precariedade e ao desemprego , Associação de Combate à Precariedade, 24/Mai

    Uma revolução colorida na Macedónia , Paul Craig Roberts, 24/Mai

    Ilyá Ehrenburg e a Espanha da II República , Miguel Urbano Rodrigues, 23/Mai

    Concepções erradas acerca do neoliberalismo , Prabhat Patnaik, 22/Mai

    França, estado policial , José Goulão, 21/Mai

    Seymour Hersh sucumbe à desinformação , Paul Craig Roberts, 20/Mai

    Call centers:   Um exemplo a seguir , João Vilela, 19/Mai

    Como combater a propaganda ocidental , Andre Vltchek, 18/Mai

    O mito da redução da TSU para acabar com o trabalho precário e o novo contrato do PS (?) para facilitar o despedimento individual , Eugénio Rosa, 17/Mai

    Já é tempo de celebrar os heróis reais, como o que acabámos de perder , John Pilger, 16/Mai

    A vulgar e sorrateira actividade do Syriza no dia 9 de Maio , KKE, 14/Mai

    Em estudo na Islândia:   Retirar aos bancos comerciais a capacidade de criar moeda , Romaric Godin, 14/Mai

    Serás pobre , Sandra Monteiro, 13/Mai

    Emprego, exclusão do mercado de trabalho e baixa de salários no período da "troika" e do governo PSD/CDS , Eugénio Rosa, 12/Mai

    A vitória deles e a nossa , João Vilela, 12/Mai

    Colômbia: A planificação do Terrorismo de Estado e a estratégia de confundir , Azalea Robles, 11/Mai

    Comando e controle , Jorge Figueiredo, 10/Mai

    Advertência de generais da antiga RDA , 08/Mai

    Ordem é ninguém passar fome e Progresso é o povo feliz , Otto Filgueiras, 07/Mai

    A voz do dono torna a censura obsoleta , Manuel Augusto Araújo, 06/Mai

    Ser de esquerda , Daniel Vaz de Carvalho, 05/Mai

    As diferenças no cálculo da pensão na Segurança Social e na CGA , Eugénio Rosa, 04/Mai

    Os "esquadrões da morte" uniformizados dos Estados des-Unidos , Wayne Madsen, 03/Mai

    16 sinais de que a economia dos EUA está encalhada , Michael Snyder, 02/Mai

    A fraude do aquecimento global de origem antropogénica , Signatários da carta aberta, 01/Mai

    Grécia atravessa as linhas vermelhas , Michael Roberts, 30/Abr

    EUA atravessam o sinal amarelo , M K Bhadrakumar, 29/Abr

    Missão impossível para a UE, não para a NATO , Manlio Dinucci, 28/Abr

    Até à Vitória Final , João Vilela, 28/Abr

    O Trotsky de Padura, Danton e a Revolução , Miguel Urbano Rodrigues, 27/Abr

    A utilização da Segurança Social para aumentar a competitividade determina a sua transformação numa segurança social minimalista e assistencialista , Eugénio Rosa, 26/Abr

    A Austrália secreta trava guerra contra o seu próprio povo , John Pilger, 25/Abr

    De onde vem o conservadorismo? , Mauro Luis Iasi, 24/Abr

    O sistema bancário ocidental é um castelo de cartas , Valentim Katasonov, 23/Abr

    Primárias e partido único , José Goulão, 22/Abr

    Exegese de uma "notícia" da Bloomberg , Joaquin Flores, 21/Abr

    A alternância e seus consensos , Daniel Vaz de Carvalho, 20/Abr

    Um cenário croata na Ucrânia , The Saker, 19/Abr

    Piketty: Regular o capitalismo através da fiscalidade? , Tony Andreani e Rémy Herrera, 17/Abr

    Basta de falsas ilusões! , Julio Díaz, 16/Abr

    "Os EUA combaterão pelo Donbass até ao último ucraniano" , Leonid Reshetnikov, 15/Abr

    Plano para recuperar o poder de criação monetária , Raúl Ilargi Meijer, 14/Abr

    Ucrânia bloqueia milhares de sítios web e confisca jornal , Eric Zuesse, 13/Abr

    Os BRICS e a ficção da "desdolarização" , Michel Chossudovsky, 11/Abr

    Jean Salem e a cultura integral , Miguel Urbano Rodrigues, 10/Abr

    O machado da guerra, o anzol da paz e os crápulas transparentes , Jorge Beinstein, 09/Abr

    "Uma espécie de golpe de estado está em curso no Montepio" , Eugénio Rosa, 09/Abr

    Os bancos centrais como bancarrotas de último recurso , Valentin Katasonov, 08/Abr

    A governanta confiável do imperialismo , Zoltan Zigedy, 07/Abr

    A guerra termonuclear como possibilidade real , Paul Craig Roberts, 06/Abr

    E depois do Adeus , César Príncipe, 04/Abr

    Carta de Albert Einstein alertando para o fascismo sionista em Israel , Albert Einstein, 03/Abr

    Grécia: Nenhum apoio ao governo, o povo deve lançar a sua contra-ofensiva , KKE, 02/Abr

    Snowden, Obama e o IV Reich Americano , Miguel Urbano Rodrigues, 01/Abr

    O conceito de imperialismo , Prabhat Patnaik, 31/Mar

    Cofres do Estado cheios, bolsos dos portugueses vazios , Eugénio Rosa, 29/Mar

    Cidadão sob ataque do estado policial lituano e o mundo sob o ataque de Washington , Paul Craig Roberts, 27/Mar

    Haverá sangue... , Jacques Sapir, 26/Mar

    Burocracia e fascismo no Brasil , João Vilela, 25/Mar

    Que o povo governe: Aí é que está a dignidade , Red Roja, 25/Mar

    "O Capital no Século XXI" , Michel Gruselle, 24/Mar

    Um barril de escorpiões , Coronel Cassad, 23/Mar

    A situação atual da banca em Portugal e a má gestão que continua a imperar , Eugénio Rosa, 22/Mar

    Colombo, um D. Quixote que chegou à América desafiando a Geografia e a História , Miguel Urbano Rodrigues, 21/Mar

    A América Latina na dinâmica da guerra global , Jorge Beinstein, 20/Mar

    As negociações gregas e as "linhas vermelhas" , KKE, 19/Mar

    A veia terrorista de Barack Obama , José Goulão, 18/Mar

    O laço do BCE em torno da Grécia: Como bancos centrais arreiam governos , Ellen Brown, 17/Mar

    Sobre a direita no Donbass antifascista , Oscar Valadares, 16/Mar

    Brasil: Contra a chantagem do impeachment e a conciliação governista , PCB, 15/Mar

    As dívidas à Segurança Social aumentaram com o governo PSD/CDS , Eugénio Rosa, 15/Mar

    As consequências laborais do TTIP: crónica de um desastre anunciado , Stop TTIP, 14/Mar

    O capital fictício, como a finança se apropria do nosso futuro , Daniel Vaz de Carvalho, 13/Mar

    Maduro: "Sanções dos Estados Unidos são prólogo de agressão" , Miguel Urbano Rodrigues, 12/Mar

    Exército europeu unificado , Coronel Cassad, 12/Mar

    O fascismo está outra vez em ascensão , John Pilger, 11/Mar

    Reforma política e corrupção , Samuel Pinheiro Guimarães, 10/Mar

    Porque a união energética da UE irá fracassar , Igor Alexeev, 09/Mar

    O aumento dos desequilíbrios entre os países da UE agrava a crise europeia , Eugénio Rosa, 08/Mar

    O euro e as lições da história , Alexandre Abreu, 07/Mar

    A balcanização da Ucrânia , Miroslav Lazanski, 06/Mar

    Venezuela: Golpe no Caribe , Luis Britto García, 05/Mar

    A desilusão: a hera na lapela , Mauro Luis Iasi, 04/Mar

    O ódio aos russos do fascismo ucraniano , Miguel Urbano Rodrigues, 04/Mar

    Grécia: Grande comício contra o novo acordo anti-povo , KKE, 03/Mar

    Um modelo que gera o atraso e o endividamento do país , Eugénio Rosa, 02/Mar

    A desindustrialização da Ucrânia , Ivan Lizan, 02/Mar

    Acerca de negociações:   lições do caso Syriza , Daniel Vaz de Carvalho, 01/Mar

    Grécia: os próximos quatro meses , Michael Roberts, 27/Fev

    Grécia: Nenhuma tolerância ao novo acordo entre o governo e a UE , KKE, 26/Fev

    No que se tornaram os economistas e a economia americana , Paul Craig Roberts, 25/Fev

    Causas da degradação da administração pública em Portugal , Eugénio Rosa, 24/Fev

    Grécia: "ajuda" estilo terceiro mundo e dívida , Michael Roberts, 24/Fev

    A luta contra a UE e a libertação dos povos: sobre a derrota da euro-esquerda grega , João Vilela, 23/Fev

    O primeiro aniversário do início da guerra civil na Ucrânia , Coronel Cassad, 22/Fev

    Troika, Grexit ou Plano B? , Michael Roberts, 21/Fev

    O euro em fase terminal , Jorge Bateira, 20/Fev

    Cuba/EUA: que mudanças? , Rémy Herrera, 20/Fev

    SYRIZA: Quando eles dizem que carne na verdade é peixe , KKE, 19/Fev

    Será que o FMI anexou a Ucrânia? , Michael Hudson, 18/Fev

    Vitória russa no conflito da Ucrânia , M K Bhadrakumar, 14/Fev

    Estratégias da direita , Daniel Vaz de Carvalho, 13/Fev

    Somos todos gregos!  Imasté Olli Hellines!! , PRCF, 12/Fev

    Um ajuste fiscal para cevar os banqueiros e rentistas, ou o mimetismo degenerado do camaleão proletário , Edmilson Costa, 11/Fev

    A opção Faluja na Ucrânia do Leste , Mike Whitney, 10/Fev

    O mito de que é a Alemanha que financia a União Europeia , Eugénio Rosa, 09/Fev

    Diplomacia franco-germânica , Jacques Sapir, 08/Fev

    Sobre a perigosa e enganosa campanha da chamada "solidariedade com o povo grego" , KKE, 07/Fev

    A significância da vitória do Syriza , Prabhat Patnaik, 02/Fev

    Organização popular e eleitoralismo , João Vilela, 02/Fev

    A União Europeia e o Euro serviram para enriquecer a Alemanha , Eugénio Rosa, 01/Fev

    A Rússia na mira , Paul Craig Roberts, 30/Jan

    A auto-destruição da Europa , EKAI, 29/Jan

    Liberdade, onde estás? Não na América ou na Europa , Paul Craig Roberts, 28/Jan

    O fortalecimento do KKE indica, de novo, uma tendência para o reagrupamento de forcas à sua volta , KKE, 27/Jan

    A espoliação dos trabalhadores de "recibo verde" , Eugénio Rosa, 27/Jan

    O BCE, a QE e a fuga à estagnação , Michael Roberts, 26/Jan

    Apelo ao voto no KKE , 24/Jan

    A QE do BCE , Jacques Sapir, 23/Jan

    O futuro dos EUA será a ruína , Paul Craig Roberts, 22/Jan

    A UE não existe , Daniel Vaz de Carvalho, 21/Jan

    A Rússia deixa no frio o comissário europeu da energia , Aleksei Kettunen, 20/Jan

    A difícil luta pela paz na Colômbia , Miguel Urbano Rodrigues, 19/Jan

    Que jogo está a jogar a Casa de Saud? , Pepe Escobar, 18/Jan

    A reforma e a aposentação antecipadas na Segurança Social e na CGA em 2015 e os cortes a que estão sujeitas as pensões , Eugénio Rosa, 16/Jan

    As eleições gregas de 25 de Janeiro , Giorgos Marinos, 14/Jan

    O regresso do fascismo – A propósito do Charlie Hebdo , Jorge Beinstein, 13/Jan

    Da leitura de Bernstein e Kautsky à teoria e prática Marxistas de Lenine , Miguel Urbano Rodrigues, 12/Jan

    As remunerações e os custos do trabalho em Portugal e na UE , Eugénio Rosa, 12/Jan

    Eu sou todos os Charlies , Soares Novais, 11/Jan

    Quem foi o mandante do atentado contra Charlie Hebdo? , Thierry Meyssan, 09/Jan

    Atentado em Paris contra o Charlie Hebdo: o horror , PRCF, 07/Jan

    Infraestrutura e superestrutura: o antifascismo e o anticapitalismo , João Vilela, 07/Jan

    A chanceler e os cegos , Jacques Sapir, 06/Jan

    Os custos da desigualdade , Daniel Vaz de Carvalho, 05/Jan

    Perspectivas para 2015 , Jorge Figueiredo, 03/Jan

    A defesa do imperialismo do dólar , Mike Whitney, 02/Jan

    O capital fictício, nova obra de Cédric Durand , Jacques Sapir, 01/Jan/2015

    Modernidade de Marx , Miguel Urbano Rodrigues, 31/Dez

    A mensagem de Natal de Passos Coelho e o seu "milagre" da redução do desemprego , Eugénio Rosa, 30/Dez

    Será a arma do preço do petróleo realmente eficaz contra a Rússia? , Olga Shedrova, 29/Dez

    Um Zoo humano de inimigos do povo , Miguel Urbano Rodrigues, 26/Dez

    Surgiram provas: foi um caça dos fascistas ucranianos que derrubou o MH17 malaio , Vladimir Markin, 25/Dez

    Requisição civil no Grupo TAP coloca o Governo fora da lei! , CGTP-IN, 24/Dez

    De Internacional Socialista a internacional putchista , Maurice Lemoine, 23/Dez

    Petróleo, moedas, finanças, sociedades, Médio-Oriente:   A grande tempestade no Ocidente! , GEAB, 22/Dez

    Mudança de regime em Cuba , Paul Craig Roberts, 21/Dez

    A NATO é um tigre de papel , Alexander Zapolskis, 20/Dez

    O aumento fenomenal na desigualdade de riqueza , Prabhat Patnaik, 19/Dez

    Propriedade pública e socialismo , João Vilela, 18/Dez

    "As raizes da crise na China capitalista" , Miguel Urbano Rodrigues, 17/Dez

    A manipulação dos dados do desemprego e do emprego pelo governo , Eugénio Rosa, 17/Dez

    Presidente Rousseff declara guerra à classe trabalhadora , James Petras, 16/Dez

    Confrontação Norte-Sul… ou aliança entre trabalhadores do Norte e povos do Sul? , Rémy Herrera, 15/Dez

    O ébola e a dívida , Jubilee Debt Campaign, 11/Dez

    A guerra pelos media e o triunfo da propaganda , John Pilger, 09/Dez

    O "Turk Stream", outra proeza de Moscovo , The Saker, 08/Dez

    A lenda do mal menor ou a arte de votar útil e ganhar um governo inútil , Edmilson Costa, 06/Dez

    Reencontro com o Brasil , Miguel Urbano Rodrigues, 05/Dez

    "Segundo governo Dilma será bem mais conservador que o primeiro" , Mauro Iasi, 03/Dez

    A importância do "Económico" , Prabhat Patnaik, 02/Dez

    MH17: Afastar a Malásia da investigação tresanda a encobrimento , Ulson Gunnar, 01/Dez

    Projecto Ucrânia completado , Rostislav Ishchenko, 28/Nov

    Amigos de Mário Soares , César Príncipe, 27/Nov

    Demitam-nos! , Daniel Vaz de Carvalho, 26/Nov

    O acumular das nuvens de recessão , Prabhat Patnaik, 25/Nov

    A importância da banca para a economia e a subserviência do poder politico e dos supervisores aos banqueiros , Eugénio Rosa, 24/Nov

    Guerra total na Ucrânia: "Ofensiva final" da NATO , James Petras, 23/Nov

    Se a Itália sair do Euro… , Jacques Sapir, 22/Nov

    As dinâmicas do futuro afastam a Europa das lógicas de guerra do Ocidente , GEAB, 21/Nov

    Colômbia: A estratégia dual do regime Santos , James Petras, 20/Nov

    A crise capitalista e as confusões entre marxistas , Zoltan Zigedy, 19/Nov

    O cerco a Julian Assange é uma farsa , John Pilger, 18/Nov

    A anatomia do Estado sob o neoliberalismo , Prabhat Patnaik, 17/Nov

    Caça ao Outubro Vermelho ao largo de Brisbane , M. K. Bhadrakumar, 15/Nov

    Que futuro espera a Novorússia? , Vladislav Breeg, 14/Nov

    A troika interna e seus consensos (2) , Daniel Vaz de Carvalho, 13/Nov

    Acordo comercial UE-EUA: Comissão Europeia levada a tribunal por "sufocar a dissidência" , 12/Nov

    A troika interna e seus consensos (1) , Daniel Vaz de Carvalho, 12/Nov

    Brasil: Recados eleitorais para a nova etapa do jogo político , Hamilton Octavio de Souza, 11/Nov

    Inflação e deflação em simultâneo , Ismael Hossein-Zadeh, 10/Nov

    Sobre o ataque à Linha Justa a pretexto do combate ao sectarismo , João Vilela, 09/Nov

    Mais uma estória falsa de Bin Laden , Paul Craig Roberts, 08/Nov

    A Europa irá pagar toda a confusão na Ucrânia , Michael Hudson, 07/Nov

    A realidade negra do desemprego em Portugal , Eugénio Rosa, 07/Nov

    O principal Estado terrorista , Noam Chomsky, 06/Nov

    O discurso económico infantil de Passos Coelho , Eugénio Rosa, 05/Nov

    A agenda real da Fundação Gates , Jacob Levich, 04/Nov

    Mudanças decisivas no sistema global , Jorge Beinstein, 03/Nov

    Revolucionários sem rosto: Uma história da Ação Popular , Edmilson Costa, 31/Out

    A estória do ébola não cheira bem , Paul Craig Roberts, 31/Out

    Colômbia: As coisas não serão como sonha a oligarquia , Timoleón Jiménez, 30/Out

    Quem cozinhou a sopa em Hong Kong? , M K Bhadrakumar, 29/Out

    Brasil: Metástase da corrupção e eleição da hipocrisia , Correio da Cidadania, 28/Out

    Partidos antissistémicos funcionais para o sistema , Carlos Morais, 27/Out

    Botão de pânico da Europa , Patrick L. Young, 24/Out

    A entrada do ébola nos EUA tem todas as marcas de um acontecimento planeado , Paul Craig Roberts, 23/Out

    Capitalismo e discriminação entre trabalhadores , Prabhat Patnaik, 22/Out

    Temos de saltar do comboio – mesmo que esteja em andamento! , João Carlos Graça, 21/Out

    A guerra saudita do petróleo contra a Rússia, o Irão e os EUA , Pepe Escobar, 20/Out

    2015: O mundo vira-se para o Leste , GEAB, 20/Out

    Em 2015 os portugueses pagarão mais €2.006 milhões de impostos e as empresas menos €892 milhões , Eugénio Rosa, 18/Out

    O sexto turno eleitoral , Mauro Iasi, 17/Out

    Cretinismo parlamentar e democracia oligárquica , Daniel Vaz de Carvalho, 16/Out

    Ucrânia levanta-se contra a NATO, os neoliberais e os oligarcas , Boris Kagarlitsky, 15/Out

    As vantagens da saída do Euro , Eugénio Rosa, 14/Out

    Brasil: Nem Aécio nem Dilma , PCB, 13/Out

    As origens da crise do ébola , Tariq Ali e Allyson Pollock, 13/Out

    É urgente uma reforma democrática do sistema fiscal português , Eugénio Rosa, 12/Out

    De Pol Pot ao ISIS: "Qualquer coisa que voe sobre tudo o que se mova" , John Pilger, 10/Out

    A magnitude impressionante da crise , Juan Torres López, 09/Out

    Sair do Euro para recuperar a soberania e desenvolver o país , Octávio Teixeira, 08/Out

    A banca, a saída do euro e o desenvolvimento do país , Eugénio Rosa, 07/Out

    Como enfrentar os fundos abutres e o imperialismo financeiro , Eric Toussaint, 06/Out

    Em Hong Kong tentam mais uma daquelas revoluções coloridas , James Petras, 05/Out

    Como sair do euro – Breves considerações políticas, legais e práticas , Manuel Brotas, 03/Out

    Brasil: "A verdadeira tarefa da esquerda vem depois das eleições:  construir a alternativa ao bloco dominante" , Gabriel Brito e Valéria Nader, 03/Out

    "Portugal poderá perder ainda mais com a permanência no Euro" , João Ferreira, 02/Out

    Brasil: Os abutres financeiros querem a chave do cofre , EdmiIson Costa, 29/Set

    Sobre os bombardeamentos norte-americanos em território da Síria , CPPC, 28/Set

    EUA: um estado terrorista inimigo da humanidade , Miguel Urbano Rodrigues, 27/Set

    O ocidente bate em retirada na Ucrânia , M. K. Bhadrakumar, 27/Set

    Os prós e os contras dos Acordos de Minsk , Federico Pieraccini, 26/Set

    Geopolítica do petróleo e gás natural , Rui Namorado Rosa, 25/Set

    Os manipuladores do ouro , Paul Craig Roberts, 24/Set

    Brasil: A manipulação das eleições burguesas e a Frente de Esquerda , PCB, 23/Set

    TTIP: A Comissão Europeia cava a sua sepultura , Mark Bergfeld, 22/Set

    Analogias entre a agressão à Jugoslávia e à Ucrânia , Stephen Karganovic, 22/Set

    Análise do crash do voo MH17 da Malaysian Airlines , União Russa dos Engenheiros, 21/Set

    Europa 2020 – Comunidade ou império? , GEAB, 20/Set

    O destino de Portugal pode ser outro , Daniel Vaz de Carvalho, 18/Set

    Redesenhar o mapa da Federação Russa:   Partição da Rússia após uma III Guerra Mundial? , Mahdi Darius Nazemroaya, 17/Set

    As armas da crítica e a crítica das armas , João Vilela, 16/Set

    O relatório da comissão holandesa sobre o crash do MH17 malaio "não vale o papel em que está escrito" , Peter Haisenko, 15/Set

    O empréstimo do FMI à Ucrânia, sob a nova guerra fria , Michael Hudson, 14/Set

    Presidente em decomposição , Jacques Sapir, 12/Set

    Lenin e o revisionismo , Miguel Urbano Rodrigues, 11/Set

    Brasil: Como sobreviver? , Adriano Benayon, 11/Set

    Dragui, ou o fracasso da Europa , Juan Torres López, 10/Set

    A peste fascista está a ser inoculada outra vez na Europa , Yuriy Rubtsov, 09/Set

    A NATO encara a Rússia como adversária , M. K. Bhadrakumar, 08/Set

    UE, um modelo de capitalismo dependente , Daniel Vaz de Carvalho, 08/Set

    Reforma Política no Brasil , Ivan Pinheiro, 08/Set

    Ucrânia: A trégua , Coronel Cassad, 06/Set

    BCE passa a conceder empréstimos aos banqueiros privados com juros reais negativos , Eric Toussaint, 06/Set

    Obama, a máscara do fariseu , Miguel Urbano Rodrigues, 06/Set

    Obama subjuga a Europa: Sanções aprofundam a recessão , James Petras, 05/Set

    Brasil: Sobre partidos, classes e ordem do capital , Virgínia Fontes, 04/Set

    Situação militar na Ucrânia (II) , Jacques Sapir, 03/Set

    Relatório de uma visita à Ucrânia , Madalena Santos e António Negrão, 02/Set

    Dívida, neoliberalismo e classes sociais , Renaud Duterme, 31/Ago

    "O ISIS é uma operação encoberta dos EUA" , Kemal Okuyan, 30/Ago

    Ucrânia: derrota e perspectiva , Jacques Sapir, 29/Ago

    As Repúblicas Populares resistem e fortalecem-se no Leste da Ucrânia , Coronel Cassad, 28/Ago

    Os silêncios e as omissões do caso BES/GES e a evolução do Novo Banco e das restantes empresas , Jorge Pires, 27/Ago

    As primorosamente balanceadas conversações de Minsk sobre a Ucrânia , M.K. Bhadrakumar, 26/Ago

    Os 20 anos do Plano Real:   Uma herança terrível para os trabalhadores brasileiros , Edmilson Costa, 25/Ago

    Porque o regime ucraniano pode ser caracterizado como fascista , Coronel Cassad, 24/Ago

    Sobre o centenário da Primeira Guerra Mundial , Prabhat Patnaik, 23/Ago

    Resposta ao presidente do Montepio e quem mente , Eugénio Rosa, 22/Ago

    Carta aberta a François Hollande , Jacques Sapir, 21/Ago

    Ucrânia: O comboio humanitário russo , Dimitri Orlov, 20/Ago

    "Sangue nas mãos americanas" – Richard Falk na Palestina , C.J. Polychroniou, 20/Ago

    Informação aos associados do Montepio , Eugénio Rosa, 19/Ago

    Encobrimento? Por que os media e a administração Obama ficaram silenciosos acerca do MH17? , Niles Williamson, 19/Ago

    JJ, a alma negra da direita latino-americana , Gerardo Szalkowicz, 18/Ago

    Querem ser a cadela do Tio Sam? Então aguentem! , The Saker, 17/Ago

    O caso da dívida argentina , Prabhat Patnaik, 16/Ago

    Produção de petróleo:   Os países pré pico e pós pico , Steve Andrews, 15/Ago

    As contas do sr. Medina Carreira , Daniel Vaz de Carvalho, 14/Ago

    O genocídio israelense e seus cúmplices prestativos , James Petras, 13/Ago

    A ressurreição da ortodoxia , Prabhat Patnaik, 12/Ago

    A destruição da capacidade produtiva do país e de valor no BES , Eugénio Rosa, 11/Ago

    BES: Descascando a cebola , Sandro Mendonça, 11/Ago

    A degradação ideológica da direita: três componentes (3) , Daniel Vaz de Carvalho, 11/Ago

    Matemática aprisionada , Jorge Rezende, 10/Ago

    A degradação ideológica da direita: três componentes (2) , Daniel Vaz de Carvalho, 08/Ago

    Crime de alta traição na Palestina , Christophe Oberlin, 07/Ago

    Presidente da Comissão Europeia é um espião norte-americano , Thierry Meyssan, 06/Ago

    As sanções contra Rússia e o pico petrolífero , Jorge Figueiredo, 05/Ago

    A espoliação dos pequenos acionistas do BES , Eugénio Rosa, 05/Ago

    Sobre o anúncio do Governador do Banco de Portugal de uma nova canalização de recursos públicos para a banca privada , Agostinho Lopes, 04/Ago

    A responsabilidade do Banco de Portugal no caso GES/BES , Eugénio Rosa, 04/Ago

    O FMI empurra a Ucrânia para um "suicídio voluntário" , Michael Hudson, 02/Ago

    Comentário acerca das novas sanções anti-russas adoptadas pela UE , Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia, 01/Ago

    O MH17 malaio foi abatido por caças do regime de Kiev , Peter Haisenko, 01/Ago

    A semana que anunciou solenemente a nova Guerra-fria , M. K. Bhadrakumar, 31/Jul

    A degradação ideológica da direita: três componentes (1) , Daniel Vaz de Carvalho, 31/Jul

    O anteprojeto de reforma do IRS do PSD/CDS , Eugénio Rosa, 30/Jul

    Joaquín Becerra e o neofascismo colombiano , Miguel Urbano Rodrigues, 29/Jul

    O retorno de Orwell: a guerra contra a Palestina, a Ucrânia e a verdade , John Pilger, 29/Jul

    O banco dos BRICS , Prabhat Patnaik, 28/Jul

    A ascensão e a queda do sul global , Prabhat Patnaik, 26/Jul

    Alternativas à dívida e sua renegociação , Eric Toussaint, 25/Jul

    Gaza: o genocídio e suas (des)razões , Atilio A. Boron, 24/Jul

    Sobre a questão do Estado , Miguel Urbano Rodrigues, 23/Jul

    Ordenaram ao MH17 da Malaysian Airlines que voasse sobre a zona de guerra no Leste da Ucrânia , Michel Chossudovsky, 22/Jul

    A destruição do SNS pelo governo , Eugénio Rosa, 09/Jul

    Que fazer com a dívida? , Alejandro Teitelbaum, 09/Jul

    Os perigos da distribuição regressiva do rendimento , Prabhat Patnaik, 08/Jul

    A Shell e a limpeza étnica no Dombass , Olga Chetverikova, 07/Jul

    Os cortes nas pensões nominais ilíquidas , Eugénio Rosa, 07/Jul

    A Rand, consultora das forças armadas dos EUA, planeia campos de internamento e execuções na Ucrânia , 06/Jul

    Ao punir a França os EUA aceleraram a morte do dólar , Tyler Durden, 06/Jul

    A hipocondria da antipolítica , João Carlos Graça, 05/Jul

    Formulário de candidatura para rebeldes sírios moderados , Andy Borowitz, 05/Jul

    Por que razão o desemprego oficial está a diminuir em Portugal? , Eugénio Rosa, 04/Jul

    A crise do processo de acumulação venezuelano e o empobrecimento da classe operária , Juan C. Villegas P., 03/Jul

    A grande reconfiguração geopolítica mundial , GEAB, 02/Jul

    A Ucrânia e a ascensão do euro-fascismo , Sergei Glazyev, 30/Jun

    A destruição da Administração Pública , Eugénio Rosa, 30/Jun

    Todo apoio militante aos antifascistas ucranianos , PCB e EM-CMI, 29/Jun

    TISA, mais um tratado negociado em segredo , 28/Jun

    Poderá a diplomacia de Putin prevalecer sobre a coerção de Washington? , Paul Craig Roberts, 27/Jun

    Os impasses do "europeísmo" face à crise económica:   um regresso à democracia? , João Carlos Graça, 26/Jun

    Resposta ao documento da FIFA "Acabar com mal entendidos" , Eddie Cottle, 25/Jun

    A guerra económica na Venezuela , Luis Britto Garcia, 24/Jun

    Capitalismo, violência e decadência sistémica , Jorge Beinstein, 23/Jun

    Os acontecimentos no Iraque , Tribunal-Iraque, 22/Jun

    O populismo: antecâmara do fascismo (2) , Daniel Vaz de Carvalho, 21/Jun

    O populismo: antecâmara do fascismo (1) , Daniel Vaz de Carvalho, 20/Jun

    O escravo da Casa Grande e o desprezo pela esquerda , Mauro Luis Iasi, 19/Jun

    A NATO é a agressora , Associação Alemã de Livres-Pensadores, 18/Jun

    "Impedir o reforço do exército ucraniano" , UNIAN, 17/Jun

    Desporto e mercantilização , Marco A. Gandásegui, 16/Jun

    A Polónia dirige as operações militares na Ucrânia , Andrew Korybko, 15/Jun

    Mobilizações tomam as ruas do Brasil no primeiro dia da Copa do Mundo , Marcela Belchior, 13/Jun

    Sobre a crise económica global , Prabhat Patnaik, 12/Jun

    O discurso insano , Miguel Urbano Rodrigues, 11/Jun

    Retrocesso social na função pública e arbitrariedades na CGA , Eugénio Rosa, 11/Jun

    Lissabonner Requiem , César Príncipe, 10/Jun

    As caras do golpe de Estado em preparação na Venezuela , Thierry Derone, 09/Jun

    As eleições na União Europeia , John Catalinotto, 08/Jun

    A energia e as rendas excessivas , Eugénio Rosa, 07/Jun

    Nem monarquia nem república espanhola: República Galega , Carlos Morais, 06/Jun

    Brasil: A luta dos trabalhadores triunfa sobre o espectáculo , James Petras, 05/Jun

    O regime de Kiev não é "oficialmente" um governo neo-nazi , Michel Chossudovsky, 04/Jun

    Começou a represssão aberta contra a esquerda ucraniana , Sergueï Kiritchouk, 03/Jun

    A fragilização crescente da economia portuguesa, a perda de competitividade, o aumento da divida e a inutilidade dos sacrifícios , Eugénio Rosa, 03/Jun

    Respostas às perguntas feitas pelo semanário Expresso , Eugénio Rosa, 02/Jun

    Ucrânia: motivação para matar , Anna News, 01/Jun

    A explosão social bate às portas do Brasil , Edmilson Costa, 30/Mai

    Regime de Kiev lança campanha genocida contra o Donbass , Olga Shedrova, 29/Mai

    Smith, Marx e alienação , Prabhat Patnaik, 28/Mai

    Donald Rumsfeld e a demolição do WTC 7 , Kevin Ryan, 27/Mai

    O capital financeiro parasitário , Ismael Hossein-zadeh, 26/Mai

    A tributação da riqueza , Prabhat Patnaik, 24/Mai

    Os mediocres fundadores da União Europeia , Jacques-Marie Bourget, 23/Mai

    A OCDE revela: PIB português diminuirá 0,5% ao ano até 2030 , O Economista Português, 23/Mai

    Ofensiva militarizada com objectivos totalitários na Ucrânia , James Petras, 22/Mai

    Regime de Kiev trava guerra para reduzir a população da Ucrânia , Olga Shedrova, 21/Mai

    Enterro da Europa Connosco , César Príncipe, 20/Mai

    Os tabus e as alternativas , Daniel Vaz de Carvalho, 20/Mai

    Por trás do capuz , Luis Britto García, 19/Mai

    Parlamento Europeu para que? , Bernard Gensane, 19/Mai

    O que o governo quer comemorar em 17/Maio/2014 , Eugénio Rosa, 17/Mai

    A máquina de punir , Serge Halimi, 17/Mai

    Os perigos do fascismo na Europa , Dimitris Koutsoumpas, 16/Mai

    Romper o silêncio: o assomar de uma guerra mundial , John Pilger, 15/Mai

    TTIP: o tratado da capitulação da Europa , Capitaine Martin, 14/Mai

    O golpe de Kiev: Trabalhadores rebeldes tomam o poder no leste , James Petras, 13/Mai

    Programas eleitorais da esquerda acerca da Europa: Pânico e desolação , Pedro Montes, 12/Mai

    Crescimento económico anémico não cria mais emprego , Eugénio Rosa, 12/Mai

    Brasil: Cinquenta anos depois: os comunistas e o golpe de 1964 , Pedro Alves, 11/Mai

    Exercícios militares russos para repelir ataque nuclear , 10/Mai

    Moedas falsas digitais e outras , Claus Peter Ortlieb, 09/Mai

    Força Aérea russa desmoraliza a US Navy , Pavel Zolotarev, 08/Mai

    Livro Branco sobre as violações dos direitos humanos e da regra da lei na Ucrânia , Oriental Review, 07/Mai

    Informação em contínuo, jornalismo ausente , Hassina Mechaï, 06/Mai

    Europa reocupada , César Príncipe, 05/Mai

    O pacote de resgate do FMI coage a Ucrânia à guerra civil , Peter Koenig, 05/Mai

    Avaliando os "avaliadores" da troika , Daniel Vaz de Carvalho, 04/Mai

    A Estratégia e a Tática da Revolução Socialista no Brasil , PCB, 04/Mai

    Documento de Estratégia Orçamental 2014-2018 , Eugénio Rosa, 02/Mai

    A crise ucraniana acelera a recomposição do mundo , Pierre Charasse, 02/Mai

    Concluído com êxito o XV Congresso Nacional do PCB , 01/Mai

    Uma saída não limpa , Eugénio Rosa, 30/Abr

    Euro eleições: À procura do presidente Nemo , Patrick L. Young, 30/Abr

    O aproximar da guerra , Paul Craig Roberts, 29/Abr

    As mãos sujas do NED na Venezuela , Eva Golinger, 28/Abr

    Como nasceu a camisa de força orçamental da UE , Tom Gill, 27/Abr

    Problema nosso , David Martelo, 26/Abr

    O 25 de Abril e o direito à rebelião , Miguel Urbano Rodrigues, 26/Abr

    O efeito Strangelove: Como somos levados a aceitar uma nova guerra mundial , John Pilger, 26/Abr

    Portugal: Empresários, agricultores e dirigentes associativos exigem reforma da justiça e da fiscalidade , CNA, CPCCRD, CPPME, 25/Abr

    O que fará o FBI com os activos roubados à Ucrânia? , Valentin Katasonov, 25/Abr

    O ajuste de contas com o 25 de Abril , Daniel Vaz de Carvalho, 24/Abr

    Sair do Euro , Jacques Sapir, 23/Abr

    A teoria da relatividade… do empobrecimento , Daniel Vaz de Carvalho, 22/Abr

    Gabriel García Márquez, in memoriam , FARC-EP, 21/Abr

    A Europa arrastada a uma divisão do mundo entre devedores e credores – as soluções desesperadas dos EUA para não afundarem sós , GEAB, 20/Abr

    A privatização é uma porta para a corrupção e a indiferença uma porta para a guerra , Paul Craig Roberts, 19/Abr

    O combate à ortodoxia e o ataque à desigualdade do Prof. Piketty , Charles Andrews, 18/Abr

    Economia estagnada, finança próspera , Costas Lapavitsas, 17/Abr

    A ligação das pensões à economia e à demografia já existe, mas a politica do governo PSD/CDS e da "troika"está a destruir a Segurança Social , Eugénio Rosa, 17/Abr

    Guerra e morte do dólar americano? , Paul Craig Roberts, 16/Abr

    Tempo de vaquírias , César Príncipe, 15/Abr

    NATO treina terroristas para desestabilizar a Ucrânia , Michel Chossudovsky, 15/Abr

    Sobre as perseguições a cientistas durante o fascismo , Jorge Rezende, 14/Abr

    Se a oposição venezuelana fosse francesa… , Salim Lamrani, 13/Abr

    Sobre a necessidade de uma posição anti-Euro e anti-UE , Panagiotis Sotiris, 12/Abr

    Neoliberalismo e democracia , Prabhat Patnaik, 11/Abr

    A ética do dinheiro e o dinheiro da ética (2) , Daniel Vaz de Carvalho, 10/Abr

    A ética do dinheiro e o dinheiro da ética (1) , Daniel Vaz de Carvalho, 09/Abr

    PE: Riscos de uma campanha eleitoral falhada , Octávio Teixeira, 07/Abr

    Os planos da CIA na Venezuela e no mundo , Raúl Capote, 06/Abr

    Sobre a construção do Partido Comunista do Vietnam , Miguel Urbano Rodrigues, 05/Abr

    Venezuela: Os 1% de privilegiados, com o apoio dos EUA, querem derrubar o governo legal , Nicolás Maduro, 04/Abr

    Acta da Rendição , João Carlos Lopes Pereira, 03/Abr

    Cinquenta anos após o golpe de 1964 , PCB, 02/Abr

    Para lá do euro , João Ferreira, 01/Abr/2014


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