Apelo à ONU, OMS, UE, Conselho da Europa e governos de todas as
nações
Resistir.info não tem competências científicas para avaliar
o conteúdo deste apelo. No entanto, divulga-o por considerar que
os problemas nele levantados são suficientemente alarmantes para
justificar um debate público entre pessoas qualificadas e isentas.
Além disso, por considerar suspeito o silenciamento em torno do
assunto por parte dos media que se auto-proclamam como
"referência".
Este silêncio é tanto mais estranho quando eles fazem grande
alarde acerca de problemas fictícios como a impostura do
"aquecimento global", já transformada numa espécie de
nova religião catastrofista.
Por que é que se tenta aterrorizar toda a gente com um problema
inventado e que (supostamente) só se verificaria daqui a 100 anos e ao
mesmo ignoram-se problemas prementes e imediatos como estes anunciados
malefícios da rede de quinta geração? Será
por colocarem em causa os interesses do capital, os grupos poderosos das
transnacionais das telecomunicações?
resistir.info
Nós, abaixo-assinados, cientistas, médicos,
organizações ambientais e cidadãos de (...) países,
pedimos urgentemente a suspensão da implantação da rede
sem fios 5G (quinta geração), incluindo o 5G de satélites
espaciais. O 5G aumentará maciçamente a exposição
à radiação de radiofrequência (RF) sobrepondo-se
às redes 2G, 3G e 4G das telecomunicações já
instaladas. Tem-se demonstrado que a radiação de RF é
prejudicial para os seres humanos e o meio ambiente. A
implantação do 5G constitui um experimento sobre a humanidade e o
meio ambiente que é definido como um crime sob o direito internacional.
Sumário executivo
As empresas de telecomunicações de todo o mundo, com o apoio dos
governos, estão preparadas nos próximos dois anos para implantar
a rede sem fio de quinta geração (5G). Prevê-se, tal como
é reconhecido, que venha a dar lugar a uma mudança social sem
precedentes à escala global. Teremos casas "inteligentes",
empresas "inteligentes", rodovias "inteligentes", cidades
"inteligentes" e carros autónomos. Praticamente tudo o que
possuímos e compramos, de frigoríficos/geladeiras, a
máquinas de lavar, embalagens de leite, escovas de cabelo e fraldas
infantis conterão antenas e
microchips
que estarão conectados à Internet
sem fios. Cada pessoa na Terra terá acesso instantâneo a
comunicações sem fio de muito alta velocidade e baixa
latência, a partir de qualquer ponto do planeta, mesmo em florestas
tropicais, no meio do oceano e na Antárctida.
O que não é amplamente reconhecido é o facto de que isso
também resultará em mudanças ambientais sem precedentes
à escala global. A densidade planeada de transmissores de
radiofrequência é impossível de visualizar. Além de
milhões de novas estações-base 5G na Terra e 20 mil novos
satélites no Espaço, 200 mil milhões de objectos
transmissores, segundo estimativas, farão parte da
Internet das Coisas
até 2020, e um milhão de milhões de objectos alguns anos
depois. O 5G comercial em frequências mais baixas e velocidades mais
lentas foi implantado no Qatar, na Finlândia e na Estónia em
meados de 2018. O lançamento do 5G em frequências extremamente
altas (ondas milimétricas) está previsto para começar no
final de 2018.
Apesar da negação generalizada, a evidência de que a
radiação de radiofrequência (RF) é prejudicial
à vida já é esmagadora. A evidência clínica
acumulada de seres humanos doentes, diminuídos e em sofrimento,
evidências experimentais danosas sobre o ADN, células e sistemas
de órgãos numa ampla variedade de plantas e animais, e
evidências epidemiológicas de que as principais doenças da
civilização moderna cancro, doenças
cardíacas e diabetes são em grande parte causadas pela
poluição electromagnética, constitui uma base de
literatura de mais de 10 mil estudos "revistos por pares".
Se os planos do sector de telecomunicações para o 5G se
concretizarem, nenhuma pessoa, nenhum animal, nenhum pássaro, nenhum
insecto e nenhuma planta na Terra será capaz de evitar a
exposição, 24 horas por dia, 365 dias por ano, a níveis de
radiação de RF que são dezenas a centenas de vezes maiores
do que o que existe hoje, sem nenhuma possibilidade de escapar, esteja onde
estiver no planeta. Esses planos 5G ameaçam provocar efeitos
sérios e irreversíveis nos seres humanos e danos permanentes a
todos os ecossistemas da Terra.
Medidas imediatas devem ser tomadas para proteger a humanidade e o meio
ambiente, de acordo com imperativos éticos e acordos internacionais.
(Nota: Referências são fornecidas nas notas finais.)
5G resultará numa massiva, inescapável e involuntária
exposição a radiação sem fios
5G instalado no solo
No sentido de transmitir as enormes quantidades de dados exigidos pela
Internet das Coisas (Internet of Things, IoT),
a tecnologia 5G, quando inteiramente desenvolvida, irá usar ondas
milimétricas que têm dificuldade em passar através de
materiais sólidos. Tal requer a instalação de
estações transmissoras a "cada 100 metros
[1]
em todas as áreas urbanas do mundo. Ao contrário de outros
dispositivos sem fios, em que uma única antena transmite para uma
área alargada, as estações 5G e os aparelhos 5G possuem
múltiplas antenas agrupadas em feixes
[2]
,
[3]
trabalhando em conjunto para emitir feixes dirigíveis que se detectam
mutuamente.
Cada telemóvel 5G conterá dúzias de antenas, todas
trabalhando juntas para detectar os feixes das torres mais próximas. A
Comissão Federal de Comunicações norte-americana (FCC)
já adoptou normas
[4]
permitindo que a intensidade desses feixes atinja os
20 Watts, ou seja, 10 vezes mais poderosos do que os actuais níveis
permitidos para os telemóveis.
Cada estação 5G vai conter centenas de milhares de antenas para
receber e enviar enormes quantidades de feixes simultaneamente para todos os
telemóveis e aparelhos na zona. É uma tecnologia denominada
"entradas e saídas múltiplas" (MIMO). De facto, as
normas da FCC permitem que a potência efectiva dos feixes de
estações 5G atinja valores na ordem dos 30 mil watts por cada 100
MHz do espectro,2 ou o equivalente a 300 mil watts por GHz do espectro, ou
seja, dezenas a centenas de vezes mais potente do que os níveis
permitidos para as estações actuais.
5G instalado no Espaço
Pelo menos cinco empresas
[5]
propõem-se disponibilizar 5G a partir do
Espaço, através da combinação de 20 mil
satélites em órbita baixa e média, de modo a cobrir a
Terra com um manto de feixes poderosos, focáveis e orientáveis.
Cada satélite emite ondas milimétricas com uma potência
radiante de até 5 milhões de watts
[6]
a partir de milhares de
antenas organizadas em feixes. Embora a energia que atinge o solo seja menor do
que a das estações terrestres, irão irradiar áreas
não alcançadas por outros transmissores, adicionando-se às
transmissões 5G terrestres de milhares de milhões de objectos
(IoT). Ainda
mais importante, os satélites situar-se-ão na zona da
magnetosfera que exerce uma significativa influência sobre as
propriedades eléctricas da atmosfera.
A alteração do meio ambiente electromagnético da Terra
pode constituir uma ameaça ainda maior para a vida do que a
radiação das antenas colocadas no solo
(ver em baixo).
Os efeitos perigosos da radiação de radiofrequências
já são conhecidos
Ainda antes do 5G ter sido proposto, dúzias de petições e
apelos
[7]
feitos por cientistas internacionais, incluindo o Apelo de Freiburger
assinado por mais de 3 mil médicos, exigem o fim da expansão da
tecnologia sem fios e uma moratória na construção de
estações no solo.
[8]
Em 2015, 215 cientistas de 41 países comunicaram o seu alarme às
Nações Unidas (ONU) e à Organização Mundial
de Saúde (OMS).
[9]
Declararam que "numerosas publicações científicas
têm mostrado que as EMF [campos electromagnéticos] afectam os
organismos vivos a níveis bem abaixo da vasta maioria dos limites
estabelecidos pelas normas nacionais e internacionais". Mais do que 10 mil
estudos científicos "revistos por pares" demonstram a
nocividade para a saúde humana da radiação de RF
[10]
,
[21]
. Os efeitos incluem:
|
Alteração do ritmo cardíaco
[12]
|
Impactos no bem-estar geral
[20]
|
|
Expressão alterada dos genes
[13]
|
Aumento dos radicais livres
[21]
|
|
Alterações metabólicas
[14]
|
Défices de aprendizagem e memória
[22]
|
|
Alterações no desenvolvimento das células-tronco
[15]
|
Deterioração da função e qualidade do
esperma
[23]
|
|
Cancros
[16]
|
Abortos involuntários
[24]
|
|
Doenças cardiovasculares
[17]
|
Danos neurológicos
[25]
|
|
Deterioração cognitiva
[18]
|
Obesidade e diabetes
[26]
|
|
Danos no ADN
[19]
|
Stress oxidativo
[27]
|
Efeitos em crianças incluem autismo
[28]
, transtorno por défice de atenção e hiperactividade
(TDAH),
[29]
,
[30]
e asma.
[31]
Os danos vão bem para lá dos seres humanos, há abundante
comprovação da nocividade sobre as plantas e a vida selvagem,
[32]
,
[33]
e animais de laboratório, incluindo:
Também se registaram efeitos microbiológicos
[48]
negativos.
A Agência Internacional de Investigação sobre o Cancro
(IARC) da OMS concluiu em 2011 que a radiação de RF entre 30 kHz
- 300 GHz são possivelmente cancerígenas para seres humanos
(Grupo 2B).
[49]
Porém, comprovações recentes, incluindo os últimos
estudos sobre o uso de telemóveis e os riscos de cancro cerebral,
indicam que a radiação de RF é comprovadamente
cancerígena para humanos
[50]
e deveria agora ser classificada como "cancerígena do Grupo
1" tal como o fumo do tabaco e o amianto.
A maioria dos sinais actuais (sem fios) são pulsados e modulados. O dano
é causado tanto pela onda portadora de alta-frequência como pelas
pulsações de baixa frequência.
[51]
A implantação de satélites 5G deve ser proibida
A Terra, a ionosfera e a baixa atmosfera formam o circuito eléctrico
global
[52]
em que vivemos. Está bem estabelecido que os ritmos
biológicosde humanos,
[53]
,
[54]
aves,
[55]
porquinhos-da-índia,
[56]
e aranhas
[57]
,
[58]
são controlados pelo meio ambiente electromagnético
natural da Terra e o bem-estar de todos os organismos depende da estabilidade
desse meio ambiente, incluindo as propriedades eléctricas da atmosfera.
[59]
,
[60]
,
[61]
,
[62]
Cherry, em um estudo inovador
[63]
explicou a importância da ressonância de Schumann
[64]
e porque perturbações na ionosfera podem alterar a
pressão sanguínea e a melatonina causando "cancro,
doenças reprodutivas, cardíacas e neurológicas, e a
morte".
Estes elementos do nosso meio ambiente electromagnético têm
já vindo a ser alterados pela radiação das linhas de alta
tensão. A radiação harmónica das linhas de alta
tensão
[65]
alcança a ionosfera e a magnetosfera da Terra, onde é
amplificada pelas interacções onda-partícula.
[66]
,
[67]
Em 1985, o Dr. Robert O. Becker avisou que a radiação
harmónica das linhas de alta tensão já tinha alterado a
estrutura da magnetosfera, e que a continuada expansão deste efeito
"ameaça a viabilidade de toda a Vida na Terra".
[68]
A colocação de dezenas de milhares de satélites,
directamente, tanto na ionosfera como na magnetosfera, emitindo sinais
modulados a milhões de watts e em milhões de frequências,
é plausível de vir a alterar o nosso meio ambiente
electromagnético para lá da nossa capacidade de
adaptação.
[69]
O monitoramento informal já revelou a confirmação
indicativa de efeitos importantes sobre humanos e animais dos quase 100
satélites em baixa órbita que desde 1998 fornecem o
serviço telefónico do 2G e 3G. Tais efeitos não podem ser
entendidos apenas considerando os baixos níveis de
radiação no solo. O conhecimento de outras disciplinas
científicas relevantes deve ser levado em consideração,
incluindo os campos de Física atmosférica e da Acupunctura.
[70]
,
[71]
,
[72]
,
[73]
Adicionar 20 mil satélites de 5G poluirá mais o circuito
eléctrico global
[74]
,
[75]
e pode alterar a ressonância de Schumann,
[76]
com a qual toda a Vida se tem desenvolvido. Os efeitos serão universais
e podem ser profundamente prejudiciais.
O 5G é qualitativa e quantitativamente diferente do 4G
A ideia que nós toleraremos dezenas a centenas de vezes mais
radiação a comprimentos de onda millimétrica tem por base
um modelo falacioso de corpo humano como um invólucro repleto de um
líquido homogéneo.
[77]
,
[78]
A assumpção que as ondas milimétricas não penetram
além da pele ignora completamente nervos,
[79]
vasos sanguíneos
[80]
,
[81]
e outras estruturas electricamente condutoras que podem transportar correntes
induzidas pela radiação, até bem fundo no corpo.
[82]
,
[83]
,
[84]
Outro erro, potencialmente mais sério, são as antenas de feixes
que não são antenas ordinárias. Quando campos
electromagnéticos ordinários entram no corpo, causam movimentos
de carga e fluxos de corrente. Mas quando pulsos electromagnéticos
extremamente curtos entram no corpo, algo mais acontece: as próprias
cargas em movimento tornam-se pequenas antenas que re-irradiam o campo
electromagnético e o enviam para dentro do corpo. Estas ondas reemitidas
são chamadas de percursores de Brillouin.
[85]
Elas tornam-se relevantes quando a potência ou a fase das ondas muda com
suficiente rapidez.
[86]
Provavelmente, o 5G satisfaz ambos os critérios.
Além disso, a penetração superficial, por si só,
representa um perigo para os olhos e para o maior órgão do corpo,
a pele, bem como para as criaturas pequenas. Recentemente foram publicados
estudos "revistos por pares" prevendo que a radiação 5G
pode provocar queimaduras térmicas na pele
[87]
em humanos e a absorção ressonante por insectos,
[88]
cuja absorção de radiação aumenta até 100
vezes mais em comprimentos de onda milimétrica, do que nos comprimentos
de onda usados actualmente. Desde 1989 que as populações de
insectos voadores têm vindo a declinar em 75-80%, mesmo em áreas
protegidas,
[89]
a radiação 5G pode ter efeitos catastróficos nas
populações mundiais de insectos. Um estudo de 1986 por Om Gandhi
avisou que as ondas milimétricas são fortemente absorvidas pela
córnea do olho, e que as roupas comuns, sendo de uma espessura
milimétrica aumentam a absorção da energia por via
cutânea devido ao efeito do tipo ressonante.
[90]
Russell (2018) revê os efeitos conhecidos das ondas milimétricas
na pele, olhos (incluindo cataratas), ritmo cardíaco, sistema
imunitário e ADN.
[91]
Reguladores excluíram deliberadamente as provas científicas de
dano
Até ao momento, as partes interessadas no desenvolvimento do 5G
têm sido a indústria e os governos, enquanto renomados cientistas
internacionais, especialistas em EMF, têm documentado efeitos
biológicos em humanos, animais, insectos e plantas, e efeitos alarmantes
na saúde e no meio ambiente, em milhares de estudos "revistos por
pares" que têm sido excluídos. A razão para os actuais
padrões inadequados de segurança está no conflito de
interesses em organismos que definem normas e critérios "devido
às suas relações com empresas de
telecomunicações e/ou de electricidade, minam a imparcialidade
que deveria determinar a regulação de Padrões de
Exposição Pública para radiação
não-ionizante".
[92]
O Professor Emeritus Martin L. Pall expõe detalhadamente os conflitos
de interesse e as listas de estudos importantes que foram excluídos, na
sua revisão da literatura.
[93]
A hipótese térmica está obsoletanovos padrões
de segurança são necessários
Os padrões actuais de segurança baseiam-se na hipótese
obsoleta de que o aquecimento é o único efeito danoso das EMF.
Como afirmaram Markov e Grigoriev, "os padrões actuais não
consideram a real poluição do meio ambiente por
radiação não-ionizante".
[94]
Centenas de cientistas, incluindo muitos signatários deste apelo,
têm comprovado que muitos tipos diferentes de doenças e
lesões agudas e crónicas são causadas sem aquecimento
("efeitos não-térmicos") em níveis de
radiação bem abaixo dos padrões internacionais
estabelecidos.9 Efeitos biológicos ocorrem mesmo a níveis de
potência próximos de zero. Foram encontrados efeitos a 0,02
picowatts (trilionésimo de watt) por centímetro quadrado ou
menos, incluindo a estrutura genética alterada em E. coli
[95]
e em ratos,
[96]
alterações de EEG em humanos,
[97]
e estimulação do crescimento na planta do feijão,
[98]
e estimulação da ovulação em galinhas.
[99]
Na protecção contra efeitos não-térmicos, a
duração da exposição deve ser considerada. O 5G
irá submeter todos a muito mais transmissões simultâneas e
contínuas, dia e noite sem cessar. Novos padrões de
segurança são necessários e devem levar em conta a
exposição cumulativa
e
não somente os níveis de potência
, mas também a frequência, a largura de banda, a
modulação, a forma da onda, a amplitude de pulso e outras
propriedades que são biologicamente importantes. As antenas devem ser
confinadas a locais específicos identificados publicamente. Para a
protecção humana, as antenas devem ser localizadas longe de onde
as pessoas vivem e trabalham, e excluídas dos caminhos públicos
por onde as pessoas andam. Para protecção da vida selvagem, devem
ser excluídas das áreas protegidas e santuários selvagens,
e estritamente minimizadas nas áreas remotas da Terra. Para proteger a
toda a Vida, os satélites comerciais de comunicações devem
ser limitados em número e proibidos em órbita terrestre baixa e
média. Antenas de feixes devem ser proibidas na Terra e no
Espaço.
A radiação de RF tem efeitos agudos e crónicos
A radiação de RF tem efeitos tanto imediatos como a longo prazo.
O cancro e a doença cardíaca são exemplos de efeitos a
longo prazo. A alteração do ritmo cardíaco
[100]
e mudanças na função cerebral (EEG)
[101]
são exemplos de efeitos imediatos. O síndrome chamado de o mal
da onda de rádio
[102]
na antiga União Soviética e a chamada hipersensibilidade
electromagnética (EHS) em todo o mundo actual
[103]
pode ser tanto aguda como crónica. O Professor Dr. Karl Hecht publicou
a história detalhada desses síndromes, compilados de uma
revisão de mais de 1500 estudos científicos russos e de
histórias clínicas de mais de 1000 dos seus próprios
pacientes na Alemanha. Os achados encontrados incluem desordens do sono,
pressão sanguínea e anomalias do ritmo cardíaco, desordens
digestivas, perda de cabelo, zumbidos e erupções cutâneas.
Os sintomas subjectivos incluem tonturas, náusea, dor de cabeça,
perda de memória, incapacidade de concentração, fadiga,
sintomas semelhantes aos da gripe e dor cardíaca.
[104]
O EUROPAEM EMF Guideline 2016 refere que a EHS desenvolve-se quando as pessoas
estão "continuamente expostas na sua vida quotidiana" a
crescentes níveis de EMF, e que "a redução e
prevenção da exposição a EMF" é
necessária ao retorno à saúde desses pacientes.
[105]
A EHS deverá passar a ser considerada um dano e não uma
doença, um dano por exposição a tóxico ambiental, e
que afecta um número crescente da população, estima-se
já em 100 milhões de pessoas em todo o mundo,
[106]
,
[107]
e que em breve pode afectar toda a gente
[108]
se o lançamento mundial do 5G for permitido.
A Científica International sobre EHS e Sensibilidade Química
Múltipla (MCS), Bruxelas, declarou em 2015 que a
"[in]acção é um custo para a sociedade e não
mais uma opção
reconhecido por unanimidade este grave risco para a saúde
pública
[requer urgentemente] que
medidas significativas de prevenção primária sejam
adoptadas e priorizadas, para enfrentar esta futura pandemia mundial
" (ênfase adicionada).
[109]
Os governos mundiais estão a falhar no seu dever de cuidar das
populações que governam
Na pressa de implementar o 5G e encorajar o uso sem restrições do
Espaço, a União Europeia, os Estados Unidos da América e
governos nacionais de todo o mundo estão a tomar medidas para garantir
um ambiente regulatório "livre de barreiras".
[110]
Eles estão proibindo as autoridades locais de reforçar leis
ambientais,
[111]
e "em nome da rapidez e da viabilidade económica", remover
"fardos desnecessários
como os procedimentos locais de
planeamento [e] a variação de limites específicos de
emissões de EMF e dos métodos requeridos para as determinar".
[112]
Os governos estão igualmente a promulgar leis que permitam a
disseminação no espaço público do acesso à
rede de telecomunicações sem fios.
[113]
Até este momento, a maioria das instalações sem fios
têm sido localizadas em propriedade privada, a alguma distância de
casas e estabelecimentos. Porém, para que o espaçamento das
antenas de 5G seja inferior a 100 metros, essas antenas deverão ser
localizadas nas ruas,
directamente diante de
casas e estabelecimentos, e perto da cabeça dos pedestres, incluindo das
mães com bebés.
Os requisitos de aviso público e audições públicas
estão a ser evitados e eliminados. Mesmo se houvesse uma
audição pública de 100 peritos científicos a
testemunhar contra o 5G, leis têm vindo a ser passadas no sentido de o
tornar ilegal, para que as autoridades locais sejam impossibilitadas de
considerar esse testemunho. A lei norte-americana, por exemplo, proíbe
que o governo local regule a tecnologia sem fios "atendendo aos efeitos
ambientais da radiação de radiofrequência",
[114]
e os tribunais têm revertido decisões regulatórias sobre a
colocação de torres de telecomunicações,
simplesmente, porque a maioria dos testemunhos públicos é sobre
queixas de saúde.
[115]
As seguradoras não oferecem cobertura contra riscos associados a
exposição a EMF,
[116]
e a transparência é zero no que se refere a que entidade é
legalmente responsável por danos contra a Vida, pessoas e propriedade
que surjam da exposição a 5G, instaladas no solo ou no
Espaço.
[117]
Na ausência de um regime legal abrangente e acordado que possa reger as
actividades no Espaço, a responsabilidade legal por essas actividades
é inexistente, apesar da perspectiva de continentes inteiros, da
atmosfera e dos oceanos serem colocados sob risco, por esta tecnologia.
Acordos internacionais estão a ser violados
Crianças e o dever de cuidar
A Convenção sobre os Direitos da Criança das
Nações Unidas: os Estados devem "comprometer-se a garantir
à criança a protecção e os cuidados
necessários para o seu bem-estar" (art. 3), "garantir
a
sobrevivência e o desenvolvimento da criança" (art. 6) e
"tomar medidas apropriadas para combater a doença
levando em
consideração os perigos e os riscos da poluição do
meio ambiente" (art. 24(c)).
O Código de Nuremberga (1949) aplica-se a todos os experimentos sobre
seres humanos, por isso incluindo a implantação do 5G com a
exposição a radiação de RF nova e mais elevada,
cuja segurança não foi testada, antes de chegar ao mercado.
"O consentimento voluntário do sujeito humano é
absolutamente essencial" (art. 1). A exposição ao 5G
será involuntária. "Nenhum experimento deve ser conduzido,
onde há uma razão prévia para acreditar que a morte ou a
lesão incapacitante ocorrerá" (art. 5). Os achados de mais
de 10 mil estudos científicos e das vozes de centenas de
organizações internacionais representando milhares de membros que
já sofrem de lesões incapacitantes e/ou já foram
deslocados de suas casas pelas instalações de
telecomunicações já existentes, são "à
partida, razão para crer que a morte ou a lesão incapacitante
ocorrerá".
Dever de informar e as EMFs
A Assembleia Mundial de Normalização das
Telecomunicações (2012) da União Internacional de
Telecomunicações (ITU) afirmou que "existe a necessidade de
informar o público sobre os potenciais efeitos da
exposição a campos electromagnéticos (EMF)" e
convidou os Estados-Membros a "adoptar medidas adequadas com o objectivo
de assegurar o cumprimento das recomendações internacionais
relevantes na protecção da saúde contra os efeitos
adversos das EMF".
A revisão intercalar do Plano de Acção Europeu para o
Ambiente e a Saúde 2004-2010 (2008): "O Parlamento Europeu
refere que os limites de exposição a campos
electromagnéticos que foram estabelecidos para o público em geral
são obsoletos,
obviamente não têm em conta o
desenvolvimento da informação e das tecnologias de
informação, das recomendações emitidas pela
Agência Europeia do Ambiente ou os padrões de emissões mais
estritas, por exemplo, da Bélgica, Itália e Áustria, nem
aborda a questão dos grupos vulneráveis, tais como as mulheres
grávidas, os recém-nascidos e as crianças."
A Resolução 1815 (Conselho da Europa, 2011): "Tomem-se todas
as medidas razoáveis para reduzir a exposição a campos
electromagnéticos, especialmente a radiofrequências de
telemóveis e particularmente, a exposição de
crianças e jovens."
Meio ambiente
A Declaração da Conferência das Nações Unidas
sobre o Meio Ambiente Humano (1972): "A descarga de substâncias
tóxicas
em quantidades ou concentrações que excedam
a capacidade do meio ambiente de torná-las inofensivas, deve ser
interrompida a fim de assegurar que danos sérios ou irreversíveis
não sejam infligidos sobre os ecossistemas" (princípio 6).
A Carta Mundial da Natureza (1982): "As actividades que possam causar
danos irreversíveis à natureza devem ser evitadas
Onde os
efeitos adversos não sejam totalmente compreendidos, as actividades
não devem prosseguir" (art. 11).
A Declaração do Rio sobre Meio Ambiente e o Desenvolvimento
(1992): "Os Estados têm
a responsabilidade de garantir que as
actividades dentro da sua jurisdição ou controle não
causem danos ao meio ambiente de outros Estados ou de áreas além
dos limites da jurisdição nacional" (princípio 2).
A Cúpula Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável das
Nações Unidas (2002): "Há uma necessidade urgente
de
criar respostas políticas nacionais e regionais mais efectivas
às ameaças ambientais à saúde humana" (para.
54(k)).
A Convenção Africana sobre a Conservação da
Natureza e dos Recursos Naturais (2017): "As Partes deverão
tomar todas as medidas apropriadas para prevenir, mitigar e eliminar ao
máximo os efeitos prejudiciais do meio ambiente, em particular, das
substâncias radioactivas, tóxicas, e outras substâncias e
resíduos perigosos" (art. 13).
Saúde e direitos humanos
A Declaração Universal dos Direitos do Homem: "Todos
têm o direito à Vida, à liberdade e à
segurança pessoal" (art. 3).
A Estratégia Global das Nações Unidas para a Saúde
da Mulher, da Criança e do Adolescente (2016-2030) tem por objectivos e
metas "transformar", expandindo ambientes favoráveis;
"sobreviver", pela redução da mortalidade maternal e
neonatal; e "prosperar" garantindo a saúde e o bem-estar, e
reduzindo mortes e doenças relacionadas com a poluição.
Espaço
O Tratado do Espaço (1967) exige que o uso do Espaço seja
conduzido de modo a evitar a [sua] contaminação prejudicial e
também mudanças adversas ao meio ambiente da Terra"(art.
IX).
As Directrizes das Nações Unidas para a Sustentabilidade a Longo
Prazo das Actividades Espaciais (2018): "Estados e
organizações intergovernamentais internacionais devem
abordar
os riscos para as pessoas, a propriedade, a saúde
pública e o meio ambiente associados ao lançamento,
operação em órbita e reentrada de objectos espaciais"
(directiva 2.2(c)).
Governos mundiais estão a brincar aos dados com a Vida na Terra
A famosa afirmação de Albert Einstein "Deus não joga
aos dados".
[118]
No entanto, ao perseguir a transmissão na Terra e no Espaço do
5G, uma tecnologia de ondas milimétricas sem precedentes anteriormente
usada enquanto arma de energia em operações militares e de
controlo de multidões,
[119]
os governos mundiais estão a jogar de modo imprudente com o futuro da
Vida na Terra.
Recusar-se a aceitar a aplicação de conhecimentos
científicos relevantes e válidos é eticamente
inaceitável. A pesquisa existente mostra que o 5G e
especialmente, o 5G instalado no Espaço contraria os
princípios consagrados numa série de acordos internacionais.
Apelamos à ONU, OMS, UE, Conselho da Europa e governos de todas
nações,
(a)
Tomar
medidas imediatas para deter a implantação do 5G na Terra e no
Espaço, a fim de proteger toda a humanidade, especialmente os
nascituros, bebés, adolescentes e mulheres grávidas, bem como
todo o ambiente;
(b) Seguir a Convenção dos Direitos da Criança das
Nações Unidas e a Resolução 1815 do Conselho da
Europa informando os cidadãos, incluindo os professores e médicos
sobre os riscos para a saúde (de adultos e crianças) da
radiação de RF, e porque e como devem evitar as
comunicações sem fios e instalações desse tipo,
particularmente dentro ou perto de creches, escolas, hospitais,
residências e locais de trabalho;
(c)
Favorecer e implementar
telecomunicações com fio, em lugar das sem fio;
(d)
Proibir
a indústria de telecomunicações sem fio através das
suas organizações de lobby de persuadir decisores
políticos no sentido de expandir mais a radiação de RF,
incluindo instalações 5G no solo e no Espaço;
(e)
Nomear
imediatamente sem influência da indústriagrupos
internacionais de cientistas independentes, cientistas em EMF e saúde
realmente imparciais, sem conflito de interesses,
[120]
com o objectivo de estabelecer novos padrões internacionais de
segurança para a radiação de RF não assente
unicamente na potência, mas que considere os efeitos cumulativos da
exposição, e que proteja contra
todos
os efeitos na saúde e no meio ambiente, não assente apenas nos
efeitos térmicos e nos efeitos sobre os seres humanos;
(f)
Nomear
imediatamentesem influência da indústriagrupos
internacionais de cientistas, peritos em EMF, em saúde, biologia e
física da atmosfera com a finalidade de desenvolver um quadro
regulatório abrangente que garanta um uso seguro do Espaço para
os seres humanos e o meio ambiente, considerando a radiação de
RF, os gases de exaustão de foguetes, a fuligem e detritos espaciais, e
os seus impactos no ozono,
[121]
no aquecimento global,
[122]
na atmosfera e na preservação da Vida
na Terra. Não só a tecnologia instalada no solo como
também a instalada no Espaço deve ser sustentável
[123]
para
adultos e crianças, animais e plantas.
A sua resposta deve ser enviada ao Administrador do Apelo indicado em baixo
detalhando as medidas que tencionem tomar para proteger a
população global contra a exposição a
radiação de RF, especialmente a radiação 5G.
Este Apelo e a sua resposta estarão disponíveis ao público
em
www.5gSpaceAppeal.org
.
Respeitosamente entregue,
Arthur Firstenberg, Appeal Administrator,
info@5gSpaceAppeal.org
.
Signatários iniciais
ÁFRICA
Lauraine Margaret Helen Vivian
, PhD, Anthropology and Psychiatry; Honorary Research Associate, Faculty of
Health and Medical Sciences, University of Copenhagen, Denmark. Signatory for
South Africa
ÁSIA
Girish Kumar
, PhD, Professor, Electrical Engineering Department, Indian Institute of
Technology Bombay, Powai, Mumbai,
India
AUSTRÁLIA
Don Maisch
, PhD, Independent researcher, author of "The Procrustean Approach",
Lindisfarne, Tasmania,
Australia
EUROPA
Alfonso Balmori
, BSc, Master in Environmental Education, Biologist. Valladolid,
Spain
Klaus Buchner
, Dr. rer. nat., Professor, MEP Member of the European Parliament,
Kompetenzinitiative zum Schutz von Mensch, Umwelt und Demokratie e.V.,
München,
Germany
Daniel Favre
, Dr. phil. nat., Biologist, A.R.A. (Association Romande Alerte aux Ondes
Electromagnétiques),
Switzerland
Annie Sasco
, MD, DrPH, SM, HDR, former Chief of Research Unit of Epidemiology for Cancer
Prevention at the International Agency for Research on Cancer (IARC), Lyon;
former Acting Chief, Programme for Cancer Control of the World Health
Organization (WHO); former Director of Research at the Institut National de la
Santé et de la Recherche Médicale (INSERM);
France
AMÉRICA DO NORTE
Martin Pall
, Professor Emeritus of Biochemistry and Basic Medical Sciences, Washington
State University, residing in Portland, Oregon,
USA
Kate B. Showers
, PhD, Soil Science, Senior Research Fellow, Centre for World Environmental
History, University of Sussex, Falmer, Brighton, UK, residing in Bolton-Est,
Québec,
Canada
AMÉRICA DO SUL
Carlos Sosa
, MD, University of Antioquia, Medellín,
Colombia
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emissions." Courts have reversed regulatory decisions about cell tower
placement simply because most of the public testimony was about health.
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"[A]n increasing level of interconnectivity and the growing prevalence of
digital steering and feedback systems also give rise to new vulnerabilities.
These could involve cascading effects with multiple damages as well as
long-lasting interruptions if the problems turned out to be complex and/or
difficult to repair. Interconnectivity and permanent data generation give rise
to concerns about data privacy, and exposure to electromagnetic fields may also
increase."
118 Albert Einstein, letter to Max Born, Dec. 4, 1926.
119 Active Denial Technology. Non-Lethal Weapons Program.
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120 Conflicts of interest have frequently arisen in the past. For example, the
EU Commission (2008/721/EC) appointed industry-supportive members for SCENIHR
who submitted to the EU a misleading SCENIHR report on health risks, which gave
the telecommunications industry carte blanche to irradiate EU citizens. The
report is now quoted by radiation safety agencies in the EU. Another example is
the US National Toxicology Program contracting with the IT'IS Foundation, which
is funded by the entire telecommuni-cations industry, to design, build and
monitor the exposure facility for a two-year, 25-million-US-dollar study of
cell phones. It subsequently produced a misleading report that is now quoted by
industry officials in the US.
121 Ross M, Mills M, Toohey D. Potential climate impact of black carbon emitted
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(organizações)
Ver também:
Movimento Português de Prevenção do Electrosmog
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static1.squarespace.com/...
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http://resistir.info/
.
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