O papel do integralismo no Brasil do pós-guerra
por Gilberto Grassi Calil
[*]
O movimento integralista desempenhou um papel importante para a
manutenção da dominação burguesa entre 1945 e 1964.
Esta hipótese geral orientou nossa pesquisa, e sua
confirmação evidencia-se nas diversas tarefas desempenhadas pelo
integralismo no enfrentamento, contenção e denúncia dos
"comunistas"; na afirmação de uma
concepção excludente de "democracia"; na defesa
incondicional da propriedade privada; e em sua presença cotidiana nos
mais diversos espaços institucionais buscando afirmar seu projeto por
meio de graduais reformas regressivas, em consonância com a ordem
dominante em suas características fundamentais.
A avaliação da relevância da intervenção do
integralismo deve necessariamente levar em conta a especificidade do papel
desempenhado pelo partido por ele constituído, tendo em vista que sua
organização era bastante peculiar, diferenciando-se claramente
dos principais partidos burgueses como PSD e UDN. Enquanto estes tinham
como função o gerenciamento dos interesses imediatos do capital,
representando suas diferentes frações no controle do aparelho
estatal (executivo e legislativo) e, portanto, contando com uma estrutura
interna flexível e essencialmente voltada à
ocupação de posições de poder no interior do
aparelho de Estado, o PRP desempenhava um papel mediato, assumindo tarefas de
médio e longo prazo, como a sistemática propagação
do anticomunismo e a permanente afirmação de uma
concepção excludente de democracia. Desta
observação decorre nossa percepção de que se torna
insuficiente e até equivocado dimensionar a importância da
intervenção integralista exclusivamente a partir da
observação dos resultados eleitorais obtidos pelo PRP. De fato,
as tarefas assumidas pelos integralistas transcendem as funções
tradicionalmente desempenhadas pelos partidos burgueses, envolvendo uma
mobilização ativa de um determinado setor social, com a
criação de diversas organizações
extrapartidárias; a disseminação permanente de uma
ideologia legitimadora da ordem burguesa, a manutenção de uma
rede de jornais, revistas e de uma editora, voltados não apenas à
obtenção de resultados eleitorais, mas fundamentalmente à
propagação de sua ideologia.
A primeira de nossas hipóteses subsidiárias propõe que
para cumprir um papel de reforço à dominação
burguesa entre 1945 e 1964, o integralismo reformulou sua estratégia,
abandonando a perspectiva de assalto ao poder a curto prazo e optando pelo
enquadramento na ordem institucional vigente. De fato, o integralismo passou
por um processo de reformulação significativa, modificando sua
estratégia, na medida em que, constrangido pelos condicionantes externos
internacionais e nacionais , deixou de se organizar voltado para a
tomada imediata do poder e reformulação radical dos mecanismos de
imposição da ordem burguesa, segundo uma perspectiva fascista.
Esta modificação, no entanto, não implicou em abandono dos
elementos centrais da ideologia integralista, mas apenas na opção
por uma estratégia de afirmação progressiva deste projeto,
sem descartar o retorno à estratégia anterior, quando a
conjuntura política o permitisse. De fato, parece evidente que mais do
que uma opção, esta reformulação apresentava-se
como única possibilidade para a reestruturação do
movimento integralista no contexto de completo descrédito das ideologias
e movimentos explicitamente fascistas, no imediato pós-guerra. O fato de
que em meados dos anos 50 alguns elementos da tradição
integralista dos anos 30 foram retomados - voltando o movimento a adotar o
Sigma como seu símbolo e chegando a promover desfiles públicos
reforça este argumento, já que tal
recuperação só ocorreu quando o registro partidário
estava garantido e as relações estabelecidas com os diversos
dirigentes s políticos garantiam que ele não seria
ameaçado. É importante também considerar que elementos
importantes do projeto integralista foram colocados em prática pelo
Estado Novo e consolidados pela Constituição de 1946, com grande
destaque para o controle estatal sobre a organização dos
trabalhadores. Se isto parecia retirar dos integralistas algumas de suas
bandeiras fundamentais, e evidenciava sua proximidade com os setores
dominantes, por outro lado, facilitava-lhe a defesa da ordem vigente tal como
estava constituída, restringindo suas propostas à permanente
demanda do acirramento da repressão contra os comunistas e do controle
sobre os trabalhadores em geral. A ênfase "espiritualista" e o
desenvolvimento do "conceito cristão de democracia" foram, ao
mesmo tempo, uma necessidade para a justificação do alegado
"caráter democrático do integralismo" e elementos
utilizados para justificar a proposição de uma
"democracia" abertamente elistista e excludente. A estratégia
de "guerra de posição", ocupando posições
no parlamento e no executivo, além de facilitar a sobrevivência
material do integralismo, permitiu-lhe colocar em prática alguns
elementos de sua ideologia, ainda que em um ritmo e intensidade que muitas
vezes decepcionava e desanimava seus adeptos, o que se deve não apenas
à nova estratégia assumida pelo movimento, mas também pela
própria inviabilidade de concretização coerente do projeto
integralista, claramente contraditório e irracionalista, como qualquer
projeto fascista. Em termos gerais, a reformulação
estratégica foi uma resposta aos desafios da nova conjuntura
político-social, tendo obtido um relativo êxito, na medida em que
tornou possível a intervenção do integralismo nas duas
décadas seguintes e permitiu que os integralistas se apresentassem como
"antifascistas", o que, a despeito de todas as evidências em
contrário, era reiteradamente admitido por grupos políticos e
sociais vinculados às classes dominantes.
As diferentes fases da trajetória do PRP não se explicam
exclusivamente por fatores internos a sua organização, mas
vinculam-se claramente às distintas conjunturas da luta de classes.
Assim, seu apoio ao governo Dutra, além de facilitar a
obtenção do registro partidário, correspondeu à
única opção que restava ao integralismo em um contexto de
unificação dos grupos dominantes: seu alinhamento à
coalizão conservadora. A fase seguinte iniciada em 1952, com o
movimento de "Independência Partidária", a
formação dos centros culturais, a oposição a Vargas
e a reestruturação dos serviços de espionagem -,
não apenas atendeu aos anseios da militância integralista, mas
também implicou em adaptação a um contexto de intenso
conflito social, frente ao qual os novos instrumentos criados (como centros
culturais de juventude, editora e imprensa integralista) foram eficazes,
permitindo que o integralismo cumprisse com maior desenvoltura o papel a que se
propunha. Igualmente a retomada do legado integralista correspondia a uma
progressiva recuperação de formas organizativas mais abertamente
fascistas, de grande utilidade em um contexto de agudo enfrentamento social. O
restabelecimento da plena hegemonia burguesa, sob formas renovadas, no governo
Kubitschek, no entanto, torna compreensível o recuo da retomada do
legado integralista e a incorporação do PRP na coalizão
dominante, efetivada através de seu ingresso no governo federal e em
governos estaduais, como o de Leonel Brizola (PTB) no Rio Grande do Sul.
Enquanto esta coalizão se manteve e atendeu aos interesses da grande
burguesia brasileira até o primeiro ano do governo Goulart -, o
PRP manteve-se vinculado a ela. Com seu rompimento, os integralistas se
incorporaram ao bloco golpista, desde meados de 1962, participando ativamente
da articulação e mobilização que desencadearia a
deposição de Goulart. Em todas estas "fases", a
despeito da diversidade das alianças estabelecidas pelo PRP e dos
diferentes instrumentos de que lançou mão, a
posição integralista manteve-se coerente com o papel desempenhado
pelo movimento, adaptando-se continuamente às diferentes conjunturas
político-sociais.
O estudo da trajetória integralista fornece diversos elementos para a
reflexão em torno das características limitadas e restritas do
processo democrático brasileiro. Destaca-se de maneira evidente o
reconhecimento do pretenso "caráter democrático" do
integralismo pelos principais agentes políticos
"liberais", "autoritários" e
"trabalhistas", nacionalistas, desenvolvimentistas ou
"entreguistas" consubstanciado nas centenas de
alianças, nas declarações formais acerca do programa do
PRP e da doutrina integralista e na participação de integralistas
em governos municipais, estaduais e no próprio governo federal. Todos os
partidos legalmente registrados com exceção apenas o
Partido Socialista Brasileiro legitimavam a pretensão do
integralismo em apresentar-se como "democrático", o que
evidencia claramente o sentido conservador de suas concepções de
democracia, tendo em vista que todos estes agentes conheciam o passado fascista
do integralismo e, a despeito de sua "reorientação
doutrinária", poderiam facilmente identificar no programa e na
práxis do PRP as marcas de um projeto fascistizante. Isto fica ainda
mais evidente com a decisão do Tribunal Superior Eleitoral confirmando o
"caráter democrático" do PRP, poucos meses depois de
cancelar o registro do Partido Comunista do Brasil (PCB). Tal questão
transcende os objetivos deste trabalho, uma vez que implica na necessidade de
uma reavaliação global do "período
democrático". Ainda assim, no que se refere mais especificamente
à inserção do integralismo neste processo, cabe destacar
que a aceitação de sua proposta fascistizante
"renovada" deve levar-nos, no mínimo, a reconhecer que o
integralismo não era um elemento estranho na política brasileiro,
nem tampouco um grupo marginalizado e irrelevante.
Um aspecto particularmente relevante, ainda que cuidadosamente obscurecido pelo
discurso integralista, é o estabelecimento de vínculos com a
grande burguesia brasileira, em suas diferentes frações.
Não resta dúvidas que jamais o integralismo chegou a ser a
opção preferencial da burguesia brasileira o que se
explica pelo fato de que esta conseguiu manter a organização
operária sob certos limites utilizando-se dele e de outros instrumentos,
e também pelo estágio de desenvolvimento do capitalismo
brasileiro. Isto não significa, no entanto, que o integralismo fosse por
ela descartado como instrumento acessório da imposição e
manutenção de sua dominação. Explica-se, assim, que
o integralismo tenha recebido recursos de grandes industriais, banqueiros e
comerciantes, ainda que não os recebesse com a regularidade e no volume
desejados. Explica-se também a aparentemente paradoxal
indignação de Salgado, que mesmo sustentando uma crítica
superficial à "burguesia gozadora" e a seu comportamento
"anti-cristão", tinha clareza do papel desempenhado pelo
integralismo na sustentação da dominação burguesa
e, portanto, irritava-se continuamente com o que considerava como um
financiamento abaixo do necessário. Para a burguesia, tal
situação era extremamente favorável: mantinha o
integralismo sob controle, beneficiando-se de sua pregação e sua
práxis anticomunista permanentes e podendo utilizar-se de seus
serviços, em outro patamar, no caso de um acirramento da luta de classes
e da necessidade de contar com uma tropa de choque anticomunista disciplinada.
Ainda que tal situação não tenha se efetivado, a
manutenção dos vínculos entre o integralismo e a grande
burguesia evidencia que esta era uma possibilidade concreta.
Em vista destas considerações, nossa hipótese geral parece
plenamente confirmada, podendo-se afirmar que a intervenção
política do integralismo entre 1945 e 1965 cumpriu um papel relevante
para a dominação burguesa. Em sua relação com os
diversos partidos políticos, os integralistas sempre se orientaram pela
defesa da manutenção da ordem política vigente, da
estabilização institucional, da preservação do
status quo, com especial destaque para a defesa da propriedade privada e da
manutenção do controle sobre os trabalhadores. Sua
intervenção nas crises políticas é reveladora: os
integralistas somaram-se à oposição a Vargas às
vésperas de sua deposição e suicídio;
contrapuseram-se à tentativa de impedir a posse de Juscelino Kubitschek,
assim como boa parte da burguesia brasileira; atuaram na defesa do golpe
parlamentarista em 1961, retirando os poderes presidenciais de Goulart sem
provocar uma ruptura institucional aberta; e somaram-se à
mobilização e articulação golpista entre 1963 e
1964, quando o conjunto da burguesia brasileira optou pela
deposição de Goulart e imposição de uma ditadura
civil-empresarial-militar. Nos momentos de relativa estabilidade institucional,
os integralistas destacaram-se pela permanente defesa de um modelo de
"democracia defensiva", justificada pela sua leitura do cristianismo,
caracterizada por rigoroso controle social e desqualificação das
massas populares; e também pela sistemática campanha
anticomunista, que se desdobrava em diversas ações: conflitos de
rua; pregação pública através de livros, folhetos,
panfletos e jornais; campanhas desenvolvidas em comícios públicos
e programas radiofônicos; cursos de "formação
anticomunista"; defesa de uma política externa anticomunista;
espionagem das atividades dos comunistas e seus aliados; e denúncia
pública de atividades promovidas pelos comunistas e de candidaturas
supostamente comunistas. Tanto a campanha anticomunista como a defesa da
imposição de limites à prática democrática e
fortalecimento dos mecanismos de repressão eram desenvolvidas
continuamente, não se restringindo aos períodos de maior
acirramento da luta de classes. Este caráter permanente do anticomunismo
e da defesa de uma democracia restrita diferencia o papel desempenhado pelo
integralismo dos demais partidos burgueses, os quais, embora em grande parte
compartilhassem com tais posições, não as colocavam como
preocupação central e permanente, a não ser em contextos
políticos de radicalização dos setores subalternos, como
as conjunturas de 1953-54 e 1963-64. Ainda que nestes momentos de
mobilização anticomunista do conjunto dos grupos dominantes os
integralistas deixassem de aparecer como os principais protagonistas das
campanhas anticomunistas, sua ação sistemática e
permanente durante os períodos de menor confrontação
social que precedem as conjunturas de crise hegemônica devem ser levados
em consideração para a compreensão do posicionamento
anticomunista e antidemocrático assumido pela maior parte da pequena
burguesia, e, conseqüentemente, de seu alinhamento com os grupos
dominantes, em oposição aos setores populares.
[*]
Docente dos cursos de graduação e pós-graduação stricto sensu em História da
Universidade Estadual do Oeste do Paraná. Autor de
O integralismo no pós-guerra: a formação do PRP, 1945-1950
(Porto Alegre, Edipucrs, 2001) e de
Integralismo e hegemonia burguesa: a intervenção do PRP na política brasileira,
1945-1965
(Cascavel, Edunioeste, 2010, 390 pgs., ISBN 978-85-7644-206-6).
O presente texto é o capítulo "Considerações finais" desta última.
O plano geral da obra é este:
Introdução
Capítulo 1 1945-1952: Formação e
Afirmação Institucional do Partido de Representação
Popular
1.1 A formação do Partido de Representação Popular
1.1.1 O contexto hostil de 1945 e as denúncias contra o integralismo
1.1.2 O integralismo na defensiva
1.1.3 O integralismo se rearticula: do início de 1945 ao
"Manifesto-Diretiva"
1.1.4 Das negociações com Dutra e o PSD à
fundação do PRP
1.1.5 A obtenção e manutenção do registro
partidário
1.2 A justificação das alianças
1.3 O apoio a Dutra e a aliança preferencial com o PSD
1.3.1 O apoio à candidatura Dutra em 1945
1.3.2 O apoio ao governo Dutra
1.3.3 O PRP nas eleições estaduais de 1947
1.3.4 O PRP contra o Acordo Interpartidário
1.4 O PRP e as eleições gerais de 1950
1.4.1 A oposição à candidatura única
1.4.2 O acordo eleitoral com a UDN e o apoio à candidatura Eduardo Gomes
1.4.3 As eleições nos estados e a participação em
governos
1.5 O PRP sob o governo Vargas
1.5.1 Do antivarguismo radical à defesa da posse de Vargas
1.5.2 As eleições municipais e o acordo com o PTB no Rio Grande
do Sul
Capítulo 2 - 1952-1957: A "independência
partidária" e a reivindicação do legado integralista
2.1 A política de independência partidária
2.1.1 1952-1953 A gênese da independência partidária
2.1.2 Rompimento com Vargas: do apoio velado à oposição
aberta
2.1.3 As eleições estaduais e municipais de 1954 e 1955
2.1.4 A eleição e o governo de Jorge Lacerda em Santa Catarina
2.2 A candidatura de Plínio Salgado à Presidência da
República
2.2.1 O PRP contra a União Nacional
2.2.2 Entendimentos com Juscelino Kubitschek
2.2.3 Ensaio geral: a disputa da prefeitura de São Paulo
2.2.4 O lançamento da candidatura de Salgado
2.2.5 A campanha eleitoral
2.2.6 PRP X UDN o conflito aberto pelo eleitorado conservador
2.2.7. Os resultados alcançados e sua repercussão no PRP
2.3 O descontentamento da militância e a retomada da simbologia
integralista
2.3.1 A militância descontente
2.3.2 A retomada da simbologia integralista
2.3.3 Os limites da retomada integralista
Capítulo 3 - 1957-1961: O PRP nos governos Kubitschek e Jânio
Quadros
3.1 O PRP no governo Juscelino Kubitscheck
3.1.1 Da defesa da posse à participação no Bloco
Majoritário
3.1.2 O PRP no governo e a gestão do INIC
3.1.3 As eleições de 1958 e a formação da
"Bancada Plínio Salgado"
3.1.4 A defesa pública da doutrina integralista no parlamento
3.2 A defesa do corporativismo
3.3 O PRP e a sucessão presidencial
3.3.1 O PRP às vésperas da eleição: entre a
participação no governo e a "independência
partidária"
3.3.2 As pressões do governo e a difícil definição
do PRP
3.3.3 O apoio a Lott e Jango
3.3.4 O PRP no IPASE
3.3.5 As eleições estaduais de 1960
3.3.6 O PRP nos governos estaduais (1961-64)
3.4 O PRP e o governo Jânio Quadros: oposição ou governo?
3.4.1 O PRP e Jânio antes da eleição: o antijanismo radical
3.4.2 Revisando as criticas e mantendo-se no governo
3.4.3 A denúncia da política externa independente
Capítulo 4 - 1961-1965: O PRP contra Jango: articulação
golpista e apoio à ditadura
4.1 O PRP e o governo João Goulart
4.1.1 O PRP na defesa da posse de Jango e na articulação do golpe
parlamentarista
4.1.2 A participação no governo Goulart
4.1.3. O PRP contra a política externa de Goulart (1961-62)
4.1.4 O rompimento com o governo Jango
4.1.5 As eleições estaduais de 1962
4.1.6 O PRP nos governos estaduais (1963-66)
4.1.7 Novo movimento pela retomada do legado integralista
4.1.8 O Movimento de Reconstrução Nacional
4.2 O PRP, o golpe e a ditadura civil-militar
4.2.1 A campanha anticomunista e a defesa do golpe civil-militar
4.2.2 A participação nas articulações e
mobilizações golpistas
4.2.3 O PRP na ditadura civil-militar
4.2.4 As eleições estaduais de 1965
4.2.5 O PRP contra a extinção dos partidos políticos
4.2.6 A reação ao AI2 e a difícil
incorporação na Arena
4.2.7 Os integralistas depois de 1966
Considerações finais
Arquivos e Fontes Consultados
A) Arquivo Público e Histórico de Rio Claro
B) Centro de Documentação sobre a Ação Integralista
Brasileira e o Partido de Representação Popular
a) Fundos Documentais:
b) Depoimentos Orais e Entrevistas
c) Livros integralistas:
d) Folhetos integralistas:
e) Jornais integralistas
C) Museu de Comunicação Social Hipólito José da
Costa
Bibliografia Citada
Anexo
Este texto encontra-se em
http://resistir.info/
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