Fundos europeus: milhões ou tostões?
por Demétrio Alves
Em agosto de 2006, há mais de seis anos, publicámos
aqui
, um artigo onde se contestaram as opiniões do, à data,
presidente da CCDR LVT, acerca daquilo que designava como "Fundos
Comunitários: As Mudanças Necessárias".
Relembra-se que, no texto criticado, se dizia: "o próximo
período (2007-2013) será a última oportunidade de Portugal
receber ajudas financeiras significativas", e, por outro lado, que
"estando colmatadas as carências básicas em
infraestruturas" é fundamental avançar para "projetos
estruturantes e intermunicipais", incidindo, sobretudo, "nos
domínios da inovação, do desenvolvimento
tecnológico e dos fatores produtivos e da competitividade".
Hoje, em vésperas da concretização de um novo
Período de Programação Financeira Comunitária
(2014-2020), comprova-se aquilo que então dissemos: agitar, em 2006, a
tese da "última oportunidade", não tinha qualquer
fundamento sério.
O problema não era, como então se disse, o de não estar
assegurado um Quadro Financeiro Plurianual (QFP) de mais sete anos no
pós-2013, mas, sim, o da desadequação daquele que
então se ia iniciar face às necessidades reais de desenvolvimento
harmónico dos vários países e regiões europeias.
Sobretudo, era já evidente a sua debilidade quantitativa e qualitativa
para dar corpo visível à muito apregoada política de
coesão económica, social e territorial.
Já então (2006) se percebia que a União Europeia iria
acentuar a deriva neoliberal no sentido de impor mais
"competição" num tecido territorial, económico e
social, em que deveria ser a perspetiva da "coesão" a
predominar. E, sobretudo, percecionava-se que a UE iria rechear os documentos
estruturais com muitas palavras-contentor, que não explicam o que
têm dentro.
Aliás, o referido ex-presidente da CCDR LVT, a isso batia palmas,
designadamente quando insistia nos temas da produtividade e da competitividade,
embrulhadas em muita governança e parceirização.
De facto, seis anos depois, verificamos que Portugal e a Região Lisboa
não progrediram relativamente aos países e regiões mais
ricas da Europa, e, o que é bastante mais grave, dentro da região
aumentou o fosso entre a Grande Lisboa e a Península de Setúbal.
Pode afirmar-se que a política de coesão económica, social
e territorial implementada pela União Europeia em Portugal, não
tem resultado.
Poder-se-á dizer que esta situação se deve à crise
que, entretanto, se instalou na Europa, com particular destaque em Portugal.
Acontece, porém, que quando se observam os números
económicos e sociais disponíveis no Eurostat, dados até
2011, se verifica que, também na UE, tanto a 27 como a 15, houve descida
dos rácios (por exemplo PIB/hab, em PPS), e, quanto ao desvio
médio, tem-se mantido, embora com oscilações. Isto
é, não tem havido convergência em muitos dos
parâmetros que caracterizam a coesão.
Um dos objetivos centrais da UE estabelecido no Tratado (Artigo 2º)
é a "promoção de um progresso económico e
social e de um nível de emprego elevado e a obtenção de um
desenvolvimento equilibrado e sustentável, nomeadamente mediante a
criação de uma área sem fronteira internas, mediante o
reforço da coesão económica e social e o estabelecimento
da união económica e monetária". Significa isto que
as pessoas não poderão ser prejudicadas em virtude do lugar da
União onde residem ou trabalham. Ora, se formos rigorosos, sabemos que
isto não acontece.
Aqui chegados é importante notar que, embora falando-se muito em
coesão económica, social e territorial, estamos muito longe de
ter uma definição consensual para este conceito, tanto do ponto
de vista técnico-científico (académico), como numa
perspetiva política.
Todos nós poderemos dar a nossa opinião sobre o que entendemos
que ela é ou devia ser, mas, surge logo outra opinião
também legítima e sustentada em argumentos plausíveis.
Não sendo o momento e o local mais apropriado para entrar numa profunda
análise desta matéria, dizer que, da muito variada literatura
produzida, se retém, como plataforma de partida razoável, aquela
que se encontra plasmada num recente estudo realizado no âmbito do EPRC
European Policies Research Centre
[1]
, que aponta para o seguinte registo:
-
Coesão Económica Está focada na necessidade de
diminuir as disparidades em termos produtivos (output) e do emprego.
-
Coesão Social Concentra-se nas questões das desigualdades
interpessoais, com foco especial na eliminação da pobreza e da
exclusão social, assim como da criação de oportunidades de
emprego.
-
Coesão Territorial Tem o seu centro de ação nas
questões da sustentabilidade e equidade da distribuição
espacial de atividades e serviços.
E, acrescenta o citado estudo, não é possível tratar as
três vertentes da coesão de forma separada, isto no domínio
da ação política.
O Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) para 2007-2013
assumiu, com grande alarde, ser seu grande desígnio estratégico a
"qualificação dos portugueses e das portuguesas, valorizando
o conhecimento, a ciência, a tecnologia e a inovação, bem
como a promoção de níveis elevados e sustentados de
desenvolvimento económico e sociocultural e de
qualificação territorial, num quadro de valorização
da igualdade de oportunidades e, bem assim, do aumento da eficiência e
qualidade das instituições públicas".
Estamos em finais de 2012 e poderemos dizer que o tal desígnio
estratégico ficou muito longe de ser cumprido.
O QREN estava imbuído daquilo que derivava da Estratégia de
Lisboa, lançada durante o Conselho Europeu de Lisboa, em março de
2000, com o objetivo de tornar a União Europeia, dizia-se, na
"economia mais competitiva do mundo e alcançar o objetivo de pleno
emprego até 2010".
A essa mesma estratégia chama-se hoje, por decisão do Conselho
Europeu de junho 2010, Estratégia Europa 2020. Diz-se agora ser a
estratégia da UE virada para um "crescimento inteligente,
sustentável e inclusivo". Mais do mesmo, portanto. Será que
vai resultar? É improvável.
Para um melhor enquadramento do tema em apreciação afigura-se
necessário referir que o novo Período de
Programação Financeira Comunitária (2014-2020), cuja
preparação foi iniciada formalmente em junho de 2011, com a
decisão da Comissão Europeia (CE), COM (2011) 500 final,
Bruxelas, 29.6.2011, se encontra agora numa fase crucial, prevendo-se que, no
Conselho Europeu de 13 de novembro deste ano, se possam vir a aprovar as
perspetivas financeiras e orçamentais europeias definitivas, ou seja,
entre elas, o envelope financeiro que alimentará um futuro
"QREN", no período 2014-2020.
Em junho de 2011, sob a proposta da CE já referida, adiantou-se um
Quadro Financeiro Plurianual (QFP) à volta de 1025 mil milhões de
euros (a preços 2011) para o período referido (sete anos) como se
poderá constatar no Quadro 1.
Quadro 1
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1- Crescimento Inteligente e Inclusivo No qual está a Política de
Coesão com 336 mil milhões de euros
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490 mil milhões de euros
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2- Crescimento Sustentável (Recursos Naturais)
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382,9 mil milhões de euros
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3- Segurança e Cidadania
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18,5 mil milhões de euros
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4- Europa Global
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70 mil milhões de euros
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5- Custos da Administração
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62,6 mil milhões de euros
|
O valor referido representa 1,05 % da riqueza (RNB - Rendimento Nacional Bruto)
da União Europeia.
A proposta da CE para o QFP prevê, no seu documento COM (2011) 614 final
2011/0275 (COD),
um montante de 376 mil milhões de euros destinadas à
política de coesão económica, social e territorial
para o período de 2014-2020, repartidos entre 336 mil milhões de
euros para o FEDER e 68,7 mil milhões de euros em Fundo de
Coesão, que, de acordo com o Quadro 2, se distribuirão
regionalmente da seguinte forma:
Quadro 2
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Regiões menos desenvolvidas
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162,6 mil milhões de euros
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Regiões de transição
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38,9 mil milhões de euros
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Regiões mais desenvolvidas
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53,1 mil milhões de euros
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Cooperação territorial
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11,7 mil milhões de euros
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Fundo de Coesão
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68,7 mil milhões de euros
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Dotação extra para as regiões ultraperiféricas e
regiões de fraca densidade populacional
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0,926 mil milhões de euros
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Mecanismo "Interligar a Europa" para os transportes, energia e TIC
|
[2]
40 mil milhões de euros
|
No Quadro 2, que, de acordo com o previsto no Regulamento do Parlamento Europeu
e do Conselho, reflete as disposições específicas
relativas ao FEDER e ao objetivo de Investimento no Crescimento e no Emprego, e
que revoga o Regulamento (CE) n.º 1080/2006, inclui-se a futura
distinção entre regiões: as menos desenvolvidas, as
regiões em transição e regiões mais desenvolvidas.
Ou seja, e em síntese, tudo isto significa que as verbas propostas para
a Política de Coesão significariam cerca de 37% do total do
futuro QFP, isto é, verifica-se uma significativa e preocupante baixa
relativamente ao período anterior.
De facto, se analisarmos o QFP correspondente ao período 2007-2013,
ainda em vigor, o montante financeiro global é de 862 mil
milhões. E, mais relevante, o montante das verbas dedicadas à
Política de Coesão, no período ainda em curso, é de
cerca de 450 mil milhões de euros! Ou seja, a preços constantes
comparáveis, a proposta da Comissão Europeia aponta para um muito
ligeiro crescimento de verbas disponíveis para o QFP global, mas,
há uma descida efetiva quanto à Coesão, como já foi
referido.
Contudo, e apesar desta moderação da CE, os países mais
ricos, através da Carta dos Cinco, aos quais se vieram juntar a
Áustria, a Suécia e a Dinamarca, manifestaram-se no sentido de
quer reduzir o montante proposto pela Comissão em 100 a 150 mil
milhões de euros, invocando, entre outras razões, o conceito
muito discutível do "justo retorno", o que significaria uma
descida dramaticamente acentuada, designadamente quando se sabe que estamos num
período de profunda crise económica e social.
A provisão financeira dos vários fundos europeus com os quais se
tem tentado desenvolver a política de coesão, o FEDER, o FSE e o
FUNDO DE COESÃO, e, por outro lado, aqueles que suportam as
políticas agrícolas e da pesca, o FEADER, o FEAGA e o FEP
[3]
, dependem muito das verbas inscritas no Quadro Financeiro Plurianual.
Para se perceber melhor o que estes números significam, referir, por
exemplo, que o orçamento da União Europeia, em 2011, se situou em
cerca 142 mil milhões de euros, e foi cerca de 50 vezes mais
pequeno do que a soma dos orçamentos nacionais dos 27 Estados Membro da
UE nesse mesmo ano, que ascendeu a mais de 6 200 mil milhões de
euros.
É esta a verdadeira importância relativa da UE face ao peso dos
Estados Membro naquilo que tem a ver com os orçamentos públicos!
E mais: dos 142 mil milhões já referidos, apenas 45% foram
destinados à política de coesão. Não obstante esta
clara tendência da descida do financiamento da coesão, verifica-se
que uma fatia cada vez maior desses fundos está, em acréscimo, a
ser formatada por critérios característicos da
"competitividade", ou seja, ao serviço das empresas privadas e
critérios de mercado. De 2014 a 2020 essa tendência
acentuar-se-á, designadamente através de um crescente grau de
introdução de parcerias entre as entidades públicas e as
privadas empresariais.
Para colocar tudo isto em perspetiva, dizer que o cidadão
"standard" da UE pagou cerca 67 cêntimos de euro, em
média, por dia, para financiar o orçamento anual em 2010.
Na realidade, o orçamento da UE é menor do que o orçamento
de um Estado-Membro de média dimensão como a Áustria ou a
Bélgica.
Tudo isto causa grande perplexidade num contexto em que a UE já tem um
elevado grau de comando sobre as políticas nacionais, embora sem
adequada cobertura democrática!
Região Lisboa e Península de Setúbal
Na Região Lisboa temos duas sub-regiões NUT's III, a Grande
Lisboa e a Península de Setúbal, muito diferentes entre si dos
pontos de vista económico e social.
O número de empresas, trabalhadores, equipamentos, impostos recolhidos,
etc, é muito superior na Grande Lisboa. Os municípios da
Península não conseguem ter uma receita fiscal significativa,
quando comparados com quase todos os situados na Grande Lisboa.
Se olharmos para o Atlas Estatístico, 2012, Eurostat, veremos, com
grande clareza, que a Península de Setúbal tem muitas
características socioeconómicas que a deveriam fazer integrar a
Região Alentejo, passando, assim, a beneficiar dos fundo próprios
de uma Região da "convergência", ou seja, uma
região menos desenvolvida.
No gráfico anexo, onde se evidencia o desenvolvimento do PIB/hab a
preços correntes, verificamos que a divergência entre as suas NUT
III da Região Lisboa aumentou até 2010.
Mas, a Península de Setúbal é, também, uma
importante parte territorial da AML Área Metropolitana de Lisboa,
com características geográficas que lhe conferem um
caráter de forte pertença e imprescindibilidade à
única área metropolitana de nível europeu existente em
Portugal que, na sua globalidade, deverá ser vista e governada como um
todo. A capital não poderia ter o papel e projeção
nacional e europeia que tem, se não estivesse umbilicalmente ligada
à Península de Setúbal.
Não sendo este, um problema novo, o que não se esperaria, depois
de tantos anos de "política de coesão", é que a
situação se mantivesse e, ainda, se agravasse.
Há que corrigir, com caráter urgente, esta
situação, de preferência mantendo-se a Região Lisboa
no seu desenho coincidente com a AML. Se isso não acontecer
surgirão tensões e forças centrífugas que
tenderão a desmembrar este espaço territorial vital para o nosso
país.
Aliás, mesmo ao nível da Grande Lisboa poderão aparecer
fenómenos secessionistas em municípios como Mafra e Vila Franca,
face às evidentes vantagens teriam se migrassem para uma região
de convergência vizinha.
No próximo período de programação financeira
2014-2020, as taxas máximas de cofinanciamento serão as seguintes:
75-85 % nas regiões menos desenvolvidas e ultraperiféricas
60 % nas regiões em transição
50 % nas regiões mais desenvolvidas
Ou seja, a Grande Lisboa e a Península de Setúbal
receberão cofinanciamentos à mesma taxa de 50%. Isto é, as
entidades públicas e privadas que recorram a estes cofinanciamentos,
têm que fazer um grande esforço, que é completamente
desadequado no caso da Península.
Esta questão, a de haver fortes divergências
socioeconómicas a nível sub-regional numa região que, no
seu conjunto, é considerada de nível alto, não é
ímpar na Europa.
A Auditoria Urban II, atualmente disponível para 189 cidades dos UE15
(65 no pentágono central e 124 nos territórios
periféricos) permite analisar três tipos de disparidades: entre as
cidades do centro e da periferia, entre as cidades grandes e médias, e
entre diferentes zonas urbanas nas áreas metropolitanas.
A DG Regio da UE reconhece que "As cidades da Europa apresentam um
paradoxo. Por um lado são os motores do crescimento numa economia cada
vez mais global, concentrando nelas riqueza, conhecimento e capacidade
técnica. São também centros de prestação de
serviços públicos, como a educação, cuidados de
saúde e transportes. Ao mesmo tempo, porém, muitos dos problemas
mais graves que a sociedade enfrenta atualmente estão concentrados em
zonas urbanas, designadamente a exclusão económica e social, a
degradação do ambiente natural e construído, o
sobrepovoamento, a criminalidade, a intolerância e o racismo e a perda da
identidade local"
[4]
.
Este paradoxo, que, aliás, tem outras explicações mais
profundas relacionadas com o modo de produção determinante na
Europa, tem que ser enfrentado, designadamente na Região Lisboa, que
é, simultaneamente, uma Área Metropolitana.
Não foi possível responder a esse desafio através do QREN
no período 2007 a 2013, tanto porque os volumes financeiros são
muito baixos, como, em acréscimo, as regras e metodologias
regulamentares impostas, designadamente a opção concursal,
não permitem fazer qualquer tipo de perequação
socioeconómica entre a Grande Lisboa e a Península de
Setúbal.
Pelo que já se conhece do próximo Quadro Estratégico Comum
para 2014-2020, não se vislumbram instrumentos para fazer face a este
grave problema.
Assim, parece ser altura das autoridades e entidades centrais e regionais,
aproveitando o pouco tempo útil ainda possível, se mobilizarem no
sentido de se encontrar soluções para esta situação.
Novembro/2012
1- The objective of economics and social cohesion in the economic policies of
member states, November 2010; DG Regio
2- Com um montante adicional de 10 mil milhões de euros especificamente
destinado no âmbito do Fundo de Coesão
3- No futuro, para o horizonte 2014-2020, os cinco fundos do designado Quadro
Estratégico Comum (QEC), serão: o Fundo Europeu de
Desenvolvimento Regional (FEDER), o Fundo Social Europeu (FSE), o Fundo de
Coesão, o Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural
(FEADER) e o Fundo Europeu para os Assuntos Marítimos e as Pescas
(FEAMP).
4- Publicação " Parceria com as cidades A Iniciativa
comunitária Urban"; 2003
Este artigo encontra-se em
http://resistir.info/
.
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