Eleições parlamentares de 25/Janeiro
Apelo ao voto no KKE
É necessário que haja um forte KKE no dia seguinte às
eleições!
Uma forte oposição, aliança e luta do povo pelo derrube do
sistema!
Trabalhadores, empregados, trabalhadores por conta própria,
desempregados, camponeses, pensionistas, jovens e mulheres das famílias
populares,
Apelamos a que apoiem e reforcem decisivamente o KKE nas eleições
parlamentares.
Devem pensar no facto de que, no dia seguinte às eleições,
seja quem for que esteja no governo, com a UE e os "memorandos
permanentes" vão ainda
continuar as velhas e novas medidas exigidas pelo capital a fim de
torná-lo mais competitivo no mercado capitalista global,
eles continuará aqui e a sangrar o povo.
As leis antipopulares, na sua totalidade, continuarão em vigor. Leis que
foram votadas por todos os governos e que eles não vão abolir.
A insuportável dívida continuará, o que é
reconhecido pela coligação NDPASOK, pelo SYRIZA e pelos outros
partidos que apoiam a UE. Eles apelam ao povo para pagar essa dívida.
Mas não foi o povo que a criou e por isso não deve nada.
As contradições e disputas dentro da Eurozona continuarão.
Os conflitos situam-se na gestão dos défices e das dívidas
que são gerados pelos capitalistas e são reembolsados com o
objetivo de aumentar os lucros capitalistas, o poder do mais forte, sempre
à custa dos interesses do povo.
Acima de tudo, o capital, os monopólios, tanto nacionais como
estrangeiros, vão continuar. São eles que detêm as chaves
da economia, o poder real e vão exigir ainda mais privilégios em
qualquer fase de recuperação, sempre à custa do povo. Eles
vão exigir uma força de trabalho ainda mais barata e mais
subjugada para continuarem os investimentos. O desemprego continuará,
mesmo que haja alguns investimentos.
O poder do capital continuará, bem como o Estado que serve sempre os
interesses dos monopólios à custa do povo e determina o papel de
cada governo.
Independentemente do curso das negociações com a Troika e da
transição para a nova fase de supervisão, os
monopólios estão a exigir novas medidas antipopulares, como o
desmantelamento completo do sistema de segurança social, novas
reduções nos salários e nos meios de subsistência do
povo, privatizações, ou a restrição da atividade
sindical. Por esta razão, sem luta ou sem confronto com os interesses do
capital não pode haver nenhum alívio para os trabalhadores, seja
na crise, seja na fase de recuperação.
Por esta razão, os trabalhadores precisam de um poderoso KKE, em todos
os lugares, no dia seguinte às eleições para o parlamento,
uma força para a resistência e o contra-ataque dos trabalhadores e
do povo.
Essa é a real garantia entre a incerteza e a insegurança
em que a classe operária e o povo podem confiar.
Um poderoso KKE, para abrir o caminho à única
solução a favor do povo: o cancelamento unilateral e completo da
dívida, a saída da UE e da NATO e a socialização
dos monopólios, para a prosperidade popular, com a classe
operária e o povo à frente do poder, numa perspetiva socialista.
O povo precisa do seu próprio governo, o governo do poder dos
trabalhadores e do povo e o KKE irá aí desempenhar um papel de
liderança. Assim, os ideais e valores do povo podem tornar-se uma
realidade, por uma sociedade sem exploração do homem pelo homem.
Um poderoso KKE
, para que o povo não mais seja enganado com chantagens e
ilusões. Porque ele vai ter de enfrentar governos da uma ou outra
versão da gestão burguesa, que não só não
garantem a recuperação das enormes perdas sofridas, como seguem o
mesmo caminho que conduz a cada vez maiores riscos e tentarão
enganá-lo com migalhas. O KKE irá desempenhar um papel de
liderança, dentro e fora do parlamento, para que possa haver uma
militante oposição popular que exerça uma pressão
efetiva. Isto é algo que não tem existido até agora,
devido a hesitações ou ilusões.
Um poderoso KKE
, porque é a força que, sem recuos e retratações,
desempenha o papel de direção na organização da
luta popular pela abolição de todos os memorandos e
legislação conexa e pela recuperação das perdas
populares. Também é a força que, consistentemente e de
forma abnegada, luta pela justa causa dos trabalhadores e empregados e pelos
direitos da juventude, das mulheres, dos desempregados, dos trabalhadores por
conta própria e dos agricultores pobres, a fim de organizar a
solidariedade popular.
Um poderoso KKE
, porque luta contra a participação da Grécia em
alianças e guerras imperialistas que estão a ocorrer ou a ser
preparadas para servirem os interesses dos grandes grupos económicos.
Defende os direitos soberanos do país, contra a NATO e a UE e contra
aqueles que tentam enganar o povo, dizendo que estas organizações
imperialistas protegerão os seus direitos soberanos, a paz e a
segurança. Luta pela saída da Grécia da NATO. Luta
também para que a Grécia deixa de apoiar e participar em
intervenções militares à custa dos povos.
Um poderoso KKE
, para que o movimento laboral-popular possa ser reativado e para que a
aliança social-popular contra os monopólios e o capitalismo possa
ser estabelecida e reforçada. O KKE luta para isolar e derrotar a
ideologia fascista e a atividade do nazi Aurora Dourada.
Trabalhadores e trabalhadoras, jovens, desempregados, pensionistas,
Perante a batalha eleitoral, o governo de coligação ND-PASOK
e figuras da UE estão a investir de novo em afirmações
alarmistas e ameaçadoras, a fim de enganar o povo e conseguir o seu
consentimento para a continuação da linha política
antipopular. Invocam a estabilidade e a alegada necessidade de não
pôr mais uma vez em perigo os sacrifícios do povo grego. Os
dilemas intimidatórios não são principalmente visados nas
suas disputas político-partidárias com o SYRIZA. O governo sabe
muito bem que o SYRIZA não contesta a UE e o sistema capitalista. As
ameaças e os dilemas são dirigidos, acima de tudo, ao povo e
visam garantir a submissão do povo ao mesmo caminho antipopular e aos
novos tormentos que ele trará.
O governo mente quando afirma que as novas medidas antipopulares podem ser
evitadas, se houver estabilidade política e os credores forem aplacados.
É por isso que as velhas e as novas medidas antipopulares não
são apenas exigências dos credores. Elas foram, durante muitos
anos, opções da UE, parte integrante da estratégia do
grande capital na Grécia e na Europa, para que a força de
trabalho se tornasse ainda mais barata. Tais reformas antipopulares
estão a ser concretizadas em todos os países da UE-eurozona por
governos de direita (por exemplo, na Alemanha) ou socialdemocratas (por
exemplo, na França e na Itália).
Também por esse motivo, o governo e outros centros do situacionismo
(meios de comunicação de massas, Federação dos
Industriais Gregos, etc.) estão constantemente a falar sobre "a
necessidade de continuar as reformas, mesmo que os outros não no-lo
exijam". O SYRIZA esconde esta realidade do povo. As reformas que
propõe seguem a lógica da UE e dos empresários.
O SYRIZA não é uma solução alternativa para o povo.
Na sua ânsia de ganhar as eleições, completou rapidamente a
sua transformação num partido de gestão burguesa
antipopular. Esconde as causas da crise económica capitalista e
não responsabiliza o capitalismo explorador, o poder do capital.
A liderança do SYRIZA não só dá garantias aos
credores a UE e os "mercados" de que não vai
agir unilateralmente, mas insta-os a confiar e apoiar um governo do SYRIZA,
porque pode servir melhor os seus interesses (por exemplo, as reuniões
com os fundos de investimento na City londrina). Ele tem, mesmo a nível
de consignas, abandonado as declarações sobre a
"anulação" e a "abolição" do
memorando e da legislação conexa, sobre a
recuperação das perdas sofridas pelo povo, o retorno dos
13.º e 14.º meses, quer nos salários, quer nas pensões,
ou a abolição dos pesados impostos. Não põe em
causa os mecanismos de supervisão da UE ou o equilíbrio dos
orçamentos, os semestres europeus, ou seja, os "permanentes
memorandos", concretizados à custa do povo. Neste quadro,
está a engajar-se em alianças com exquadros, ministros e
deputados do PASOK, da Esquerda Democrática (Dimar) etc., que têm
apoiado os memorandos e as medidas e antipopulares.
Ao mesmo tempo, utilizando a falsa retórica "radical" de
forças oportunistas que o integram, especialmente da chamada
"Plataforma de Esquerda", o SYRIZA está a tentar enganar
pessoas de esquerda, jovens trabalhadores que estão preocupados e
têm uma postura política militante. Isto é uma
repetição das bem conhecidas táticas da social-democracia,
do PASOK no passado, que apresenta uma "tendência de esquerda"
que, alegadamente, está a pressionar a liderança, mas, na
realidade, apoiaa com um álibi de esquerda. Na mesma linha, as
alianças eleitorais formados pelo ANTARSYA são enganadoras.
Apontam para determinados objetivos de luta, como "a saída do
euro", sem a rutura com o quadro económico que é hoje
controlado pelo poder do capital.
O SYRIZA, principalmente após os últimos dois anos, tem
demonstrado ser útil para o capital, a fim de minar o movimento laboral
e popular. Não é só a não utilização
da sua alta percentagem no reforço das mobilizações
populares, mas, por outro lado, promoveu a lógica do esperar para ver,
de as pessoas entregarem o seu destino a outros, restringindo a
intervenção do povo à participação em
eleições e à escolha do governo que implementará as
políticas antipopulares. Isso demonstra que não tem vontade
política para entrar em conflito com os interesses capitalistas na
Grécia e na Europa. A vida demonstrou que quanto maior é a
percentagem eleitoral do SYRIZA, mais ele age contra a luta dos trabalhadores e
do povo.
Trabalhadores e trabalhadoras, jovens, desempregados, pensionistas,
No período recente, tornou-se ainda mais óbvio que a
discussão entre o governo e o SYRIZA está focada nos
"mercados", ou seja, no capital e, em particular, sobre qual dos dois
vai ganhar o seu "favor". Cada um deles está a tentar assumir
o papel do negociador mais capaz para os interesses do capital e não
para os interesses do povo. Ambos falam sobre um "consenso nacional",
o que significa a paz social de classe, a subjugação do povo aos
interesses do capital.
As suas diferenças estão relacionadas com a fórmula de
gestão do desenvolvimento capitalista. Ambos embelezam o seu
conteúdo de classe e antipopular. O SYRIZA está a exigir o
relaxamento da disciplina fiscal restrita, unindo forças com a
França e a Itália, que estão continuamente a tomar medidas
contra os seus povos, a fim de exercer uma maior pressão sobre a
Alemanha.
Ao mesmo tempo, contudo, o governo e o SYRIZA estão a esconder que
qualquer ajustamento da dívida e relaxamento da disciplina fiscal
não vão levar ao alívio do povo, mas ao aumento do apoio
do Estado aos grupos económicos locais e investimentos. O alívio
da dívida, seja pela proposta da ND, ou pela do SYRIZA ocorrerá
através de um acordo com os parceiros, e, por isso, será
acompanhada por novos compromissos antipopulares, como aconteceu em
relação ao "corte de cabelo" do PSI em 2012, e
também em outros países.
No entanto, nenhuma mudança na forma de gestão pode cancelar a
eclosão da crise, ou levar ao desenvolvimento capitalista a favor do
povo. Os exemplos dos EUA e do Japão provam isso.
Tanto o governo de coligação da ND-PASOK como o SYRIZA, apesar
das suas diferenças, enganam o povo, prometendo a mesma coisa: que, se a
economia capitalista for reforçada, o povo será beneficiado.
Estão a mentir. Qualquer forma de recuperação capitalista
irá basear-se nas ruínas dos direitos dos trabalhadores e do povo
e não dará trabalho decente aos milhões de desempregados.
As chamadas vantagens "comparativas" para a
reconstrução da economia do país, que são invocadas
pelo SYRIZA, estão relacionadas ao potencial para grandes
negócios, para alcançar ainda maior rentabilidade.
A recuperação, mesmo que fosse alcançada, seria fraca e
iria ocorrer num período de recessão para os países
capitalistas fortes e o endividamento de Estados que pressagiam um novo e mais
profundo ciclo de crise. Por esta razão, o capital continua a insistir
no "consenso nacional", o que não é rejeitado pela
ND-PASOK ou o SYRIZA, enredando o povo dentro do quadro de interesses do
capital. A sua discussão é sobre quem ficará em vantagem.
Da nova festa do capital, apenas migalhas vão chegar às pessoas.
O governo e o SYRIZA estão a competir e prometem apenas migalhas para a
"pobreza extrema", que surgirá a partir da hemorragia dos que
ainda têm trabalho, e que se evaporará no dia seguinte, devido
às medidas globais antipopulares. E ambos promovem a linha
política da UE e do capital, com medidas do género "tirar
aos pobres para ajudar os que nada têm", o que nada custa ao
capital. Eles servem o objetivo do capital, que é o de fazer com que a
base dos salários e pensões passe a ser o rendimento
mínimo garantido de subsistência.
Com uma mão lançam "dividendos sociais", com a outra
prometem sopa dos pobres e o regresso do 13.º só aos pensionistas
mais carentes. Mesmo a proposta do SYRIZA para o salário mínimo
é uma frase vazia, uma vez que não afeta os milhares de
trabalhadores, particularmente jovens trabalhadores, que trabalham com
relações de trabalho flexíveis e nem sequer recebem o
diminuto salário mínimo. Ele está a promover, no
essencial, a bem conhecida propaganda reacionária sobre trabalhadores
"privilegiados" e "não privilegiados", que abre o
caminho ao ataque à maioria dos trabalhadores com melhores
salários. Além disso, o aumento do salário mínimo
em muitos países da União Europeia, de forma isolada, sem um
regresso dos acordos coletivos de trabalho, foi utilizado para reduzir os
salários médios.
Não nos devemos contentar com migalhas. As necessidades atuais do povo e
dos seus filhos deve ser um critério para a sua posição e
luta. Também deve ser um critério a existência de enormes
possibilidades oferecidas pela tecnologia e a ciência e o potencial de
desenvolvimento do país para satisfazer as necessidades do povo, se
todas estas coisas forem colocadas ao seu serviço.
Trabalhadores e trabalhadoras, jovens, desempregados, pensionistas,
Dirigimo-nos a vós, compreendendo o vosso desejo de se verem livres dos
memorandos, das políticas injustas e dos governos antipopulares.
Sentimos a vossa ansiedade sobre o futuro e os vossos filhos, para que possam
experimentar dias melhores.
Nós confiamos no povo e na sua força. O povo tem a força
e, também, a responsabilidade de não ser passivo ou espetador
enganado dos ataques antipopulares levados a cabo pelos governos da UE e do
capital. Pode tirar conclusões e evitar uma repetição do
sistema bipartidário antipopular do passado.
Temos de ter um poderoso KKE em todos os lugares, porque é o
único adversário real dos monopólios, do seu poder, da
União Europeia dos permanentes memorandos e dos governos antipopulares.
Haverá um governo após as eleições. Em qualquer
caso, há muitos que estão dispostos partidos e
formações de uma vida útil limitada a contribuir
para isso. O que é importante para o povo é que haja um KKE forte
e, por isso, as próprias pessoas podem ser fortes.
Conhece-se o KKE como uma força constante e inabalável contra
todas as ofensivas antitrabalhadores e antipopulares. Conhece-se o que o KKE
fez durante 96 anos e que foi a única força da
oposição dos trabalhadores e do povo, dentro e fora do
parlamento, nos últimos três anos, desde as eleições
de 2012. Para onde quer que se olhe, ver-se-á a
contribuição e o impacto da luta dos comunistas. Entretanto,
sabe-se que a redução eleitoral do KKE teve um impacto negativo
no dinamismo e no caráter de massas do movimento laboral e popular.
Sabe-se que, apesar de tudo isso, o KKE não desistiu. Apoiou empregados,
camponeses, trabalhadores por conta própria, pensionistas e estudantes
no direito à saúde, à segurança social, às
pensões, à educação, à
proteção do rendimento e à habitação, bem
como o direito às instalações profissionais dos
trabalhadores por conta própria e dos camponeses perante
empréstimos usurários e impostos insuportáveis. O KKE
nunca mentiu ao povo.
Dirigimo-nos, em particular, a todos aqueles que, justificadamente, pensam que
a situação não pode continuar assim, que "eles
têm de ir embora". Temos de rejeitar o governo de hoje, rejeitando a
estratégia da UE e do capital e não escolhendo qualquer outro
governo que vá aplicar a mesma estratégia, com algumas
diferenças, que não vão ter um efeito positivo para o
povo. Todos devemos considerar o seguinte: em anos anteriores, governos de um
partido e em coligação iam e vinham, extorquindo o voto popular
algumas vezes, por medo do "pior" ou, então, por
ilusões sobre o mal "menor". O que mudou para o povo? À
medida que o governo administra a riqueza do povo e do país,
armadilhada nos grilhões da UE e no caminho do desenvolvimento
capitalista, que está obsoleto e apodrecido, esta ratoeira do mal menor
conduzirá continuadamente a novos governos antipopulares. O povo tem de
ser libertado de todos os governos antipopulares e da sua linha
política, ele mesmo é que deve tomar o poder. A
situação hoje na Grécia e internacionalmente
não permite perdas de tempo.
Dirigimo-nos àqueles que se sentem radicais, de esquerda, progressistas,
que têm experiência e memória e tomaram parte em lutas e,
hoje, estão a pensar votar no SYRIZA, com um coração
pesado e pouca esperança, com base na lógica do "mal
menor". Hoje, pode ver-se mais claramente que a liderança do
SYRIZA, com as credenciais que entrega ao capital e às
organizações imperialistas, está a cortar todos os
laços com a história do movimento popular. Está a oferecer
às forças mais reacionárias a oportunidade para caluniarem
as tradições militantes do nosso povo. Está, muito
rapidamente, a tomar o lugar da social-democracia e de uma versão ainda
pior do que antes, porque a situação do capitalismo é pior
e a situação no movimento operário também é
pior.
Dirigimo-nos aos que não concordam com o KKE sobre tudo, ou têm
reservas sobre algumas das suas posições, mas que compreendem que
o KKE é o apoio consistente do povo. Tudo o que foi ganho pelo povo foi
conquistado através de lutas, com o KKE na vanguarda. Se o movimento e o
KKE forem enfraquecidos, é o povo que perde.
Pensem sobre qual a força que, amanhã, estará ao lado do
povo, na linha da frente da luta por salários, empregos e pelos seus
direitos.
O KKE apela a todos os jovens interessados, trabalhadores, pensionistas, todos
os que não estão comprometidos com a miséria e o
derrotismo, para unir forças com ele.
Apela a que votem no KKE e o fortaleçam, em todos os lugares. Assim, as
próprias pessoas se tornarão mais fortes e a resistência e
a luta do povo serão reforçadas. Assim, a Aliança do Povo
contra os monopólios e o capitalismo será fortalecida, para que
possamos preparar o caminho para a perspetiva do poder dos trabalhadores e do
povo.
A versão em inglês encontra-se em
inter.kke.gr/...
e a tradução para português em
www.pelosocialismo.net
Este apelo encontra-se em
http://resistir.info/
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