Manifesto por uma saída razoável para a crise da Covid

– Escapar à ditadura sanitária imposta por transnacionais & governo espanhol

Os signatários [*]

Exercício de equilíbrio.

A sociedade espanhola sente nestes momentos um compreensível cansaço em tudo o que se refere à crise da Covid. A tensão enfraqueceu-se consideravelmente e não poucas pessoas quiseram virar a página e falar de outras questões depois de 20 meses do mesmo tema. Contudo, algumas das medidas contra a Covid que se aplicam no nosso país ou em outros da nossa envolvente (passaportes sanitários, vacinação indiscriminada, etc) não têm neste momento nem verdadeira base científica nem justificação sanitária alguma, mas atentam contra os direitos fundamentais das pessoas e abriram algumas tendências muito perigosas para o desenvolvimento democrático e ecológico das sociedades contemporâneas.

Por outro lado, é provável que o Inverno traga uma nova subida de casos, como as que já estão a experimentar outros países[1], por isso queremos reivindicar algumas linhas de acção que ainda são muito necessárias e foram relegadas pelas autoridades sanitárias espanholas (as quais centraram praticamente toda a sua estratégia em torno das vacinações e das medidas de distanciamento social). Por isso, as pessoas abaixo assinadas, profissionais da saúde, investigadores no campo da medicina e da biologia, cientistas de outros campos, filósofos, activistas, comunicadores e cidadãos em geral, preocupados pela saúde pública, que é nossa saúde, declarmos o seguinte:

1- É preciso abandonar enfoques reducionistas centrados unicamente na vacinação.

Durante estes meses numerosos foram os cientistas e profissionais de inegável reputação que colocaram a necessidade de abordar a Covid a todos os níveis[2]: profilaxia, tratamento precoce, tratamento hospitalar e vacinação. Apesar da lógica impecável desta colocação, nossos governantes, seguindo recomendações da OMS, apenas prestaram atenção ao tratamento precoce. Não é fácil compreender esta falta de atenção e ainda menos tendo em conta que este vírus chegou em diferentes momentos a saturar UCIs e hospitais e a superar a capacidade do sistema de saúde pública.

Neste momento, são milhares os médicos de todo o mundo que comunicam resultados não desprezíveis na atenção precoce[3] e inclusive na profilaxia, com protocolos compostos de medicamentos como a Ivermectina, a fluvoxamina, a quercetina, o zinco, a hidroxicloroquina, a melatonina ou a vitamina D[4]. Em países como o México[5], Índia[6], Zimbabue[7], Madagascar[8], alguns estados do Peru[9] e Argentina[10] foram usados de forma ampla kits de tratamento precoce que, segundo seus defensores, tiveram impactos muito positivos[11]. É oportuno destacar que a Ivermectina e outros fármacos que se tem usado no tratamento precoce da Covid são bastante económicos, pois estão livres de patentes e seus efeitos secundários não são consideráveis ou podem ser manejados adequadamente por serem medicamentos muito utilizados desde há muito tempo.

Contudo, o governo espanhol e a maior parte dos governos europeus não prestaram atenção a estas intervenções farmacológicas precoces, em consonância com as directrizes de entidades como a OMS e a EMA, directrizes essas que nos perguntamos se puderam ser condicionadas pelo facto de que o financiamento desses organismos depende em grande medidas de empresas farmacêuticas e outras entidades privadas[12]. Depois de 19 meses de intensa investigação e numerosos ensaios clínicos com todo tipo de medicamentos[13], o tratamento precoce das pessoas enfermas de Covid continua a limitar-se ao confinamento no domicílio e ao uso de analgésicos até que estas se encontrem tão enfermas que devem ir a um hospital[14]. Nessa fase hospitalar, segundo médicos com ampla experiência no tratamento precoce, é muito mais complicado combater a enfermidade e as possibilidades de cura são muito menores[15].

As organizações internacionais relacionadas com a saúde, como a OMS, a EMA e a FDA, desaconselham todos estes tratamentos precoces com o argumento único de que não há dados concludentes sobre a sua utilidades[16]. Isto contrasta com o facto de que não foi empregada a mesma cautela com as vacinas e é, no mínimo, negligente, uma vez que depois de tantos meses de pandemia, houve tempo mais que suficiente para analisá-los em profundidade e obter conclusões sobre a sua eficácia.

Estas mesmas instituições internacionais, em contrapartida, aprovaram em Março de 2020 o antiviral Remdesivir para o tratamento do Covid (cujo preço chegou a ascender a 2.000 euros por paciente[17]) na base de dois estudos clínicos controlados que só encontraram sinais muito modestos da sua eficácia[18]. Nestas semanas várias empresas farmacêuticas estão a solicitar autorizações de emergência para a aprovação de novos medicamentos sujeitos a patente para o tratamento precoce da Covid. Apesar de terem recebido generosa atenção nos media, os ensaios que mostram a sua eficácia são muito menos do que os de outros tratamentos precoces e a sua segurança está muito longe de ter as garantias de fármacos conhecidos desde há décadas. Em contrapartida, o tratamento precoce de Ivermectina para a Covid continua sem obter a aprovação destas agências depois de 30 estudos clínicos aleatorizados e controlados, dos quais 27 lançam resultados claramente positivos[19], apesar de ser um medicamento com um perfil de segurança excelente[20] que foi aprovado contra a sarna com o respaldo de apenas 10 estudos e nas mesmas doses agora propostas para a Covid[21].

Por outro lado, o sistema de saúde pública mal se reforçou desde o início desta conjuntura. Antes pelo contrário, degradou-se tanto na atenção primária como na hospitalar. Tão pouco dedicaram-se esforços substanciais à investigação e aplicação de tratamentos precoces, limitando a acção sanitária à vacinação, à hospitalização dos casos graves, ao uso de máscaras e às restrições na mobilidade e no direito de reunião.

2- Estão a considerar-se as vacinas como uma questão de saúde colectiva sem que exista base científica para isso e estão a administrá-las sem conhecer os riscos a médio e longo prazo e sem ter em conta as particularidades individuais.

Apesar da alta percentagem de pessoas que foram vacinadas contra a COVID no nosso país[22] e em muitos outros, a descida nos índices de contágios e hospitalizações não foram o esperado[23]. Ainda que a situação na Espanha tenha melhorado, os dados demonstram que as vacinas não foram tão eficazes como alguns prometiam e todos teríamos desejado[24].

Para que as vacinas permitissem alcançar a imunidade de grupo deveriam ser capazes de reduzir significativamente a transmissão do vírus. Se esta premissa não for cumprida, a vacinação acaba por ser uma opção individual, respeitável, mas sem repercussões sociais. Isto faz com que a urgência em conseguir vacinar toda a população ou a imposição de passes Covid para aceder a espaços públicos convertam-se em medidas absurdas e, inclusive, contraproducentes, porque criam uma falsa sensação de segurança.

Nestas últimas semanas vieram à luz diversos dados que confirmam que as vacinas contra a Covid não oferecem, nestes momentos, praticamente nenhuma protecção frente ao contágio. Destacamos os seguintes:

Perante a grande quantidade de dados a demonstrarem que as vacinas não são capazes de diminuir a transmissão da Covid, não tem nenhum sentido impor “passaportes de vacinação” que discriminam fortemente as pessoas que optam por não se vacinar por qualquer tipo de motivo, seja este de saúde, de consciência ou simples dúvidas acerca da relação risco/benefício.

Como denunciaram vários europarlamentares de diversos países e diferentes cores políticas em 20 de Outubro último[33], este tipo de passes sanitários fere direitos humanos básicos e só se poderia justificar em circunstâncias excepcionais e se estivessem suficientemente respaldados por dados científicos inequívocos. Constituem, de facto, um verdadeiro apartheid de novo cunho que coage a população a aceitar ser tratada com um medicamento experimental cuja eficácia, necessidade e segurança são, pelo menos, duvidosas. A liberdade de circulação, emprego, saúde, igualdade, livre associação, educação e livre expressão de pensamento estão a ser gravemente violadas sem motivo e, em alguns países europeus, os protestos pacíficos contra estas medidas inauditas e sem fundamento sanitário estão a ser reprimidos violentamente.

Por outro lado, é preciso ter em conta que as vacinas actuais demonstraram ter um número de efeitos adversos muito maior do que o habitual[34]. Algumas fontes estimam que os sistemas de vigilância da Eudra Vigilance da Open Vaers registaram mais 40.000 mortes relacionadas com a vacinação nos EUA[35] e na UE[36], o que está causando que alguns países estejam a suspender o seu uso em jovens[37].

Perante este elevado número de efeitos adversos detectados no curto prazo, as instituições sanitárias competentes deveriam apresentar dados pormenorizados, tanto dos casos e mortes por Covid por idades e estado de vacinação como de todos os efeitos adversos que se estão a verificar pelas vacinações. Dessa forma, poder-se-ia fazer uma avaliação dos rácios risco/benefício por idade e os facultativos poderiam optar por desaconselhar a vacinação em pessoas que apenas corram riscos diante da enfermidade como as crianças e os jovens. Estes dados não estão a ser divulgados[38], nem tão pouco se está a pedir o necessário consentimento informado às pessoas que se vacinam[39].

A indústria farmacêutica, por outro lado, está a promover novas campanhas de vacinação, supostamente para suprir a perda de eficácia das doses anteriores[40], mas nossas autoridades sanitárias deveriam exigir a estas companhias um produto de maior segurança e melhor eficácia antes de continuar a investir enormes quantidades de dinheiro público em sucessivas campanhas maciças de vacinação, sobretudo se existem evidências mais que suficientes de tratamentos eficazes que podem ajudar a gerir de forma muito mais económica e segura esta crise sanitária.

Não podemos ignorar que este exclusivismo na estratégia frente à COVID permitiu às grandes indústrias farmacêuticas assinarem contratos multimilionários para a venda das suas vacinas, disparando seus lucros de um modo exorbitante. Os referidos contratos, além disso, isentam os fornecedores de toda responsabilidade pelos seus possíveis danos ou efeitos adversos. É preciso recordar que a Agência Europeia do Medicamento continua a dar a estes tratamentos apenas uma “autorização comercial condicional” e não uma autorização plena, uma vez que ainda estão em fase experimental[41] e, de facto, não encaixam dentro da definição clássica de vacina[42].

Em contrapartida, tratamentos precoces com excelentes perfis de segurança e aprovados para uso humano desde há décadas, continuam à espera da sua aprovação. Nem sequer se contemplam medidas de profilaxia tão simples como fazer um acompanhamento dos níveis de vitamina D, apesar de vários estudos confirmarem a relação entre os níveis baixos desta vitamina e os casos mais graves de Covid[43].

Em visto de tudo isto reclamamos ao Governo espanhol e às instituições sanitárias das Comunidades Autónomas:

1. A inclusão dos tratamentos precoces na estratégia para afrontar a Covid, especialmente todos aqueles baseados em fármacos de custo reduzido que foram usados com êxito em outros países[44]. Reclamamos, também, atenção e apoio ao desenvolvimento de outras possíveis vacinas independentes das grandes farmacêuticas, das que já há projecto no nosso país.

2. Solicitamos que não seja contemplada a vacinação infantil, uma vez que em menores de idade a incidência da infecção é muito reduzida e os efeitos adversos da vacinação são mais habituais e graves e chegam a ser maiores os riscos do que os benefícios[45]. Solicitamos também a moratória na vacinação de outros colectivos mais susceptíveis aos efeitos adversos, como as mulheres grávidas. Exigimos que se aplique o princípio do consentimento informado em todas as vacinações.

3. As tentativas de estabelecer algum tipo de “passaporte Covid” e a discriminação das pessoas não vacinadas em todo tipo de espaços e serviços públicos devem ser descartadas, tanto pelo escasso êxito que as vacinas estão a ter na prevenção da infecção como pelo facto de que violam liberdades essenciais que toda democracia deveria garantir e proteger. Consideramos que não existe justificação alguma para a actual pressão institucional e mediática para vacinar toda a população e que a segregação das pessoas não vacinadas é contraproducente (por criar uma falsa sensação de protecção) e profundamente anti-democrática.

4. Não nos parece lógico continuar a destinar o grosso da despesa pública em saúde a novas compras de vacinas nem de outros tratamentos caros e pouco provados enquanto não se estudarem outras possibilidades de tratamento com fármacos de menor curso e de segurança comprovada.

5. Reclamamos o livre acesso público aos textos integrais dos contratos já estabelecidos com as multinacionais farmacêuticas. Em questões tão importantes para a vida de todos, o secretismo e a opacidade são inaceitáveis.

6. Exigimos um maior esforço de investimento no sistema de saúde pública, tanto em meios materiais como em pessoal. Deve ser garantido, com as oportunas medidas de segurança, a atenção presencial do médico ao paciente em todos os casos. É preciso acabar já com os múltiplos efeitos negativos que esta falta de atenção está a provocar.

7. Reclamamos, na medida do possível, a eliminação das medidas de controlo que restringem a mobilidade e as relações interpessoais, devido aos danos sociais, económicos, psicológicos e de saúde que causam.

Por outro lado, queremos dirigir-nos, também, aos meios de comunicação.

Temos observado com grande preocupação a escassa presença nas grandes instituições jornalísticas de espaços que dêm voz a todos os actores relevantes, bem como de debates construtivos sobre esta crise sanitária. Existe uma preocupante homogeneidade nos conteúdos que se publicam e uma ausência quase total de vozes críticas. Toda objecção a qualquer mínimo aspecto das vacinações é qualificada como “negacionista”, quando não de “conspiranóica” ou “ultra-direitista” e propicia-se um clima de segregação e culpabilização injustificados para com aqueles que não querem vacinar-se. Vemos que numerosas figuras relevantes da medicina de outros países que foram críticas do discurso oficial estiveram completamente ausentes dos media espanhóis e a informação que se apresentou ignorou os resultados de numerosos estudos científicos.

Ao meios de comunicação pedimos portanto uma posição mais imparcial e respeitosa para com a sua própria deontologia nestes temas. Existem numerosas voezes que, a partir da ciência e da experiência clínica, estão a apresentar críticas muito valiosas que não estão a chegar à sociedade. Instamos os meios de comunicação a que procurem directamente as fontes de informação científica e os profissionais que trabalham no terreno e não se restrinjam unicamente às versões das instituições oficiais ou as das empresas farmacêuticas. Pedimos também ao conjunto da sociedade que cesse a discriminação dos dissidentes e do enquadramento de toda opinião crítica nesses estreitos estereótipos em que se viu metida durante estes meses.

Com tudo isto queremos defender o direito de toda a cidadania aos melhores tratamentos disponíveis para fazer frente à doença da Covid. Temos direito a todos os tratamentos eficazes e aos melhores frutos da investigação científica, independentemente dos interesses económicos que estejam envolvidos. Queremos também reivindicar as liberdades de opinião, de expressão e de autonomia sobre a própria saúde, bem como que se deixem de utilizar medidas coercivas – sem justificação alguma como medidas sanitárias – com a desculpa de que servem para defender a saúde pública.

Para isso, encorajamos todas as mentes livres – e muito especialmente aqueles que estão comprometidos na promoção da saúde, na defesa dos direitos humanos e da democracia – a aderirem a este manifesto.

[1] Em países com elevadas taxas de vacinação como a Lituania, Bélgica, Singapura e Reino Unido está observar-se um aumento dos casos nas últimas semanas
https://ourworldindata.org/covid-cases

[2] https://covid19criticalcare.com/wp-content/uploads/2021/05/PROTOCOLO-DE-GESTIO%C3%ACN-COVID-Math-y-IMASK.pdf
https://aapsonline.org/mccullough-protocol-3-page.pdf
https://vladimirzelenkomd.com/treatment-protocol/

[3] O World Ivermectin Day e o International Covid Summit contarom com a participação de centenas de médicos de todo o mundo
https://worldivermectinday.org/ https://globalcovidsummit.org/
Os principais defensores do uso da ivermectina para o tratamento do Covid são a Front Line Critical Care Covid Allicance, http://www.FLCCC.net que publicou esta revisão de todas as evidências https://covid19criticalcare.com/wp-content/uploads/2021/08/SUMMARY-OF-THE-EVIDENCE-BASE-FINAL.pdf
e o grupo BIRD https://bird-group.org/
O Dr. Omura, que recebeu o prémio Nobel por descobrir a ivermectina, realizou esta revisão
http://jja-contents.wdc-jp.com/pdf/JJA74/74-1-open/74-1_44-95.pdf e manifestou-se publicamente a seu favor https://www.youtube.com/watch?v=k6eV47e0GFo e o Dr. Luc Montagnier, prémio Nobel de medicina, fala dela como alternativa às vacinas

[4] O uso da ivermectina para o tratamento da Covid conta com várias metanálises:
https://journals.lww.com/americantherapeutics/Fulltext/2021/08000/Ivermectin_for_Prevention_and_Treatment_of.7.aspx
https://journals.lww.com/americantherapeutics/Fulltext/2021/06000/Review_of_the_Emerging_Evidence_Demonstrating_the.4.ax
https://onlinelibrary.wiley.com/doi/epdf/10.1002/rmv.2265
https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S2452318621000350?via%3Dihub
https://journals.lww.com/americantherapeutics/Fulltext/2021/10000/Bayesian_Hypothesis_Testing_and_Hierarchical.8.aspx
https://apps.who.int/iris/bitstream/handle/10665/340374/WHO-2019-nCoV-therapeutics-2021.1-eng.pdf
A vitamina D foi objecto de um intenso estudo https://c19vitamind.com/ e encontrou-se uma forte correlação entre niveis baixos desta medicina com os casos Covid que terminan em hospitalizações e mortes https://www.medrxiv.org/content/10.1101/2021.09.22.21263977v1
https://journals.sagepub.com/doi/full/10.1177/20503121211014073
https://www.mdpi.com/2072-6643/13/6/1760
Também a melatonina https://c19melatonin.com/, o zinco, a fluvoxamina https://c19fluvoxamine.com/, e a quercetina https://c19quercetin.com/ foram asinaladas como eficazes.
Em https://ivmmeta.com/ pode-se encontrar uma exaustiva recopilação de todos os estudios clínicos e publicações de vários tratamentos precoces contra a Covid https://c19early.com/

[5] https://lopezdoriga.com/nacional/seguira-cdmx-en-semaforo-rojo-por-covid-19-la-proxima-semana/

[6] https://www.newsbytesapp.com/news/india/centre-s-sops-to-combat-covid-19-in-rural-areas/story
https://indianexpress.com/article/india/up-new-protocol-ivermectin-to-replace-hcq-in-treatment-of-covid-patients-6545236/
https://telugustop.com/up-covid-tests-ivermectin-doses-for-kalpvasis-at-magh-mela-national-politics-religion-latest-news/
https://www.reuters.com/world/india/indian-states-turn-anti-parasitic-drug-fight-covid-19-against-who-advice-2021-05-13/

[7] https://covid19criticalcare.com/ivermectin-in-covid-19/epidemiologic-analyses-on-covid19-and-ivermectin/

[8] Madagascar declarou em várias ocasiões que está usando protocolos baseados em plantas como a Artemisia Annua e provavelmente também ivermectina. Os casos e mortes por Covid que este país relata foram especialmente baixos desde o inicio da crise.
https://www.aa.com.tr/en/africa/madagascar-slams-who-for-not-endorsing-its-herbal-cure/1836905
http://www.spentamexico.org/v15-n3/A1.15(3)1-35.pdf?fbclid=IwAR33gqE13AkwNAWOoh2O3wbXvJfj_ar1CPlJVPFWU1QVuWiGCsRNqgHVh78

[9] https://papers.ssrn.com/sol3/papers.cfm?abstract_id=3765018
https://www.idl-reporteros.pe/el-hospital-san-jose/?s=09

[10] https://papers.ssrn.com/sol3/papers.cfm?abstract_id=3765018
https://www.idl-reporteros.pe/el-hospital-san-jose/?s=09

[11] https://covid19criticalcare.com/ivermectin-in-covid-19/epidemiologic-analyses-on-covid19-and-ivermectin/

[12] http://www.migueljara.com/2021/04/15/la-agencia-europea-de-medicamentos-esta-financiada-por-las-farmaceuticas/ ….
https://apps.who.int/gb/ebwha/pdf_files/WHA72/A72_35-en.pdf

[13] https://c19early.com/

[14] https://www.who.int/es/emergencies/diseases/novel-coronavirus-2019/question-and-answers-hub/q-a-detail/coronavirus-disease-covid-19

[15] https://vimeo.com/488778689 https://ratical.org/PandemicParallaxView/DrMcCulloughC19OutpatientTreatmnt.html https://www.youtube.com/watch?v=uAn4Vyeoiis

[16] https://www.who.int/es/news-room/feature-stories/detail/who-advises-that-ivermectin-only-be-used-to-treat-covid-19-within-clinical-trials
https://www.ema.europa.eu/en/news/ema-advises-against-use-ivermectin-prevention-treatment-covid-19-outside-randomised-clinical-trials

[17] https://www.elindependiente.com/vida-sana/salud/2020/07/07/el-alto-precio-del-remdesivir-hace-temer-que-se-dispare-el-de-las-vacunas-contra-el-covid-19/

[18] O Remdesivir só garantia uma diminuição do tempo de hospitalização mas não menor mortandade
https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(20)31022-9/fulltext fue finalmente desaconsejado por la OMS por su ineficacia
https://www.who.int/es/news-room/feature-stories/detail/who-recommends-against-the-use-of-remdesivir-in-covid-19-patients.
A Merck anunciou o molnupiravir https://c19mp.com/ (5 ensaios, 4 deles positivos) e a Pfizer o Paxlovid (um ensaio conhecido até à data) https://c19early.com/pl
https://www.eldiario.es/sociedad/ultima-hora-coronavirus-actualidad-politica-1-octubre_6_8356142_1078560.html
https://www.telecinco.es/informativos/ciencia/pfizer-pildora-pastilla-contra-coronavirus-reduce-casos-graves-muerte-covid_18_3230072511.html

[19] https://c19ivermectin.com/

[20] A segurança da ivermectina foi comprovada neste estudo com dose 10 vezes superior aos 0,2mg/kg utilizados habitualmente para o Covid https://accp1.onlinelibrary.wiley.com/doi/abs/10.1177/009127002237994
A OMS há anos recomenda a ivermectina para algumas parasitoses, https://www.who.int/es/news-room/fact-sheets/detail/onchocerciasis

[21] https://rescue.substack.com/p/pierre-kory-responds-to-critics-hollywood

[22] https://www.mscbs.gob.es/profesionales/saludPublica/ccayes/alertasActual/nCov/situacionActual.htm

[23] https://www.abc.es/sociedad/abci-muertes-covid-multiplicaron-cuatro-agosto-respecto-mismo-pasado-202109040215_noticia.html

[24] https://elpais.com/sociedad/2021-08-02/las-nuevas-variantes-del-coronavirus-convierten-la-inmunidad-de-rebano-en-una-meta-inalcanzable-a-corto-plazo.html

[25] https://www.reuters.com/world/uk/england-says-delta-infections-produce-similar-virus-levels-regardless-vaccine-2021-08-06/ https://www.nature.com/articles/d41586-021-02187-1

[26] https://link.springer.com/content/pdf/10.1007/s10654-021-00808-7.pdf

[27] Esta falta de imunidade já se previa antes das vacunaciones https://www.actasanitaria.com/vacunas-covid19-es-fantasia-el-me-protejo-te-protejo/
https://www.medrxiv.org/content/10.1101/2021.10.20.21265137v1.full.pdf

[28] https://www.news-medical.net/news/20211001/Similar-viral-load-in-vaccinated-and-unvaccinated-individuals-infected-with-SARS-CoV-2-Delta-variant.aspx

[29] https://papers.ssrn.com/sol3/papers.cfm?abstract_id=3897733

[30] https://ourworldindata.org/covid-cases

[31] https://assets.publishing.service.gov.uk/government/uploads/system/uploads/attachment_data/file/1027511/Vaccine-surveillance-report-week-42.pdf

[32] https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(21)02183-8/fulltext
https://edition.cnn.com/2021/10/06/health/pfizer-vaccine-waning-immunity/index.html
https://trialsitenews.com/major-icmr-study-of-indian-healthcare-workers-reveals-covid-19-vaccine-antibodies-wane-within-2-months-for-covaxin-3-months-for-covishield-astrazeneca/
O Dr. Peter Doshi, Editor Associado do British Medical Journal, duvida que os ensaios iniciais das vacinas demonstrassem sua eficácia https://www.youtube.com/watch?v=OvM5meOXk9o

[33] https://www.youtube.com/watch?v=9pMTpt231BY

[34] No Reino Unido observa-se que a soma dos observados nos últimos 11 anos é quatro vezes maior e nos EUA maior que a soma dos observados durante 30 anos.
https://diario16.com/consentimiento-informado-para-recibir-la-vacuna-covid/

[35] Esta web diz ter sido criada por familiares de pessoas afectadas pelas vacinações e dedica-se a recopilar e apresentar de forma simples os resultados do sistema VAERS do sistema de saúde norte-americano https://openvaers.com/index.php

[36] https://cienciaysaludnatural.com/la-inyeccion-contra-k0-b1t-ya-causo-41978-muertes-y-3201165-efectos-adversos-entre-europa-y-ee-uu-hasta-el-25-set-21/

[37] https://www.latimes.com/espanol/internacional/articulo/2021-10-07/finlandia-se-suma-a-suecia-y-dinamarca-y-suspende-la-vacuna-moderna-en-jovenes

[38] O Reino Unido sim, dá datos pormenorizados de mortes por estado de vacinação e por idades https://assets.publishing.service.gov.uk/government/uploads/system/uploads/attachment_data/file/1027511/Vaccine-surveillance-report-week-42.pdf, coisa que o Ministério da Saúde não faz
https://www.mscbs.gob.es/profesionales/saludPublica/ccayes/alertasActual/nCov/situacionActual.htm mas os efeitos adversos continuam dependendo de reportes voluntários que, pensa-se, estão muito subestimados uma vez que os profissionais sanitários não têm nenhum incentivo para realizá-los.

[39] https://diario16.com/consentimiento-informado-para-recibir-la-vacuna-covid/, https://resistir.info/pandemia/angeles_21out21.html

[40] https://www.aemps.gob.es/informa/notasinformativas/medicamentosusohumano-3/2021-medicamentosusohumano-3/recomendaciones-de-la-ema-sobre-terceras-dosis-y-dosis-de-refuerzo-de-las-vacunas-frente-a-la-covid-19-comirnaty-y-spikevax/

[41] https://www.ema.europa.eu/en/medicines/human/EPAR/comirnaty
https://www.ema.europa.eu/en/medicines/human/EPAR/spikevax

[42] https://www.youtube.com/watch?v=OvM5meOXk9o 

[43] https://www.mdpi.com/2072-6643/13/6/1760
https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0188440921001983 https://www.jstage.jst.go.jp/article/tjem/255/2/255_127/_article/-char/en https://www.medrxiv.org/content/10.1101/2021.09.22.21263977v1

[44] https://www.youtube.com/watch?v=jBjULEZWl6c

[45] https://insurgente.org/carta-solicitud-al-ministerio-de-sanidad-ante-la-vacunacion-a-los-ninos/

20/Novembro/2021

[*] O manifesto já conta com centenas de assinaturas. Uma das suas promotoras foi a Dra. Ángeles Maestro, médica, técnica superior de Saúde Pública e colaboradora do resistir.info.

O original encontra-se em salidarazonablecovid.es/ e em
diario16.com/academicos-y-expertos-lanzan-un-manifiesto-por-una-salida-razonable-de-la-crisis-de-la-covid/

Este artigo encontra-se em resistir.info

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