Depois de três anos de Covid e de restrições maciças dos nossos direitos fundamentais, é tempo de fazer o balanço. Tanto mais porque os políticos afirmam que numerosos factos não eram conhecidos na época. Realmente? Este breve esboço põe em evidência o que era conhecido e em que momento, assim como que tinha finalmente a razão – os políticos e os peritos do governo ou os detratores das medidas, difamados como conspiradores.
Há três anos que o Covid domina o nosso quotidiano. Verificando-se que um discurso crítica acerca da maneira de proceder foi amplamente impedido e que os críticos foram difamados como teóricos da conspiração, já é tempo de fazer o balanço. E de ver aquilo que era conhecido e em que momento. Pois certos políticos e representantes dos media afirmam hoje que na época ninguém teria podido sabe-lo.
Será isto realmente o caso? Ou não se tratará, antes, de desviar a atenção das medidas e da vacina Covid para as quais eles haviam feito uma promoção veemente, difamando as pessoas de opinião diferente – ou até mesmo querendo privá-las dos seus direitos fundamentais?
1. Pandemia ou pandemia de teste
Em Março de 2020 sabia-se que o Covid era uma pandemia de teste! Sabia-se que o aumento extremo do número de casos era devido a um teste totalmente inadequado. É o que foi sublinhado em 15 de Março de 2020 aquando da difusão da entrevista do Dr. Köhnlein. Mais tarde foi igualmente provado cientificamente que o teste Covid era totalmente inadequado.
2. Atentados aos direitos fundamentais
Em Abril de 2020 sabia-se que as medidas Covid constituíam atentados ilegais aos nossos direitos fundamentais. Nós o dissemos em 13 de Abril por ocasião da queixa apresentada por um advogado junto ao Ministério Público da Confederação Suíça.
Como sabemos todos nós, as medidas foram a seguir consideravelmente reforçadas, até ao confinamento!
3. Pressão social para uma vacinação “voluntária” obrigatória
Em Maio de 2020, ou seja, mais de seis meses ANTES de as injeções de terapia genética Covid estarem disponíveis, era evidente uma vacinação em massa iria ser imposta. Na emissão de 15 de Maio de 2020 apresentámos indícios mais que evidentes e uma petição a respeito. Isso foi maciçamente negado pelos políticos e pelos verificadores de factos. Como sabemos hoje, a introdução de uma vacinação obrigatória para o conjunto da população pôde ser evitada por pouco no Bundestag. Mas debaixo da pressão social maciça, um grande número de pessoas sentiu-se obrigada a deixar-se vacinar contra as suas convicções.
4. Intervenção sobre o ADN
Desde o início, os primeiros factos respeitantes à vacina ARNm mostraram que ela podia interferir com o ADN e implicar problemas maciços. Certos peritos chamaram a atenção para este ponto, o que lhes valeu serem fortemente postos sob pressão e sancionados. Participámos destes factos e destes pareceres de peritos em Julho de 2020, ou seja, mais de cinco meses ANTES do começo das primeiras vacinações na Alemanha. Isso não foi considerada pelas instâncias competentes como o RKI e o PEI, nem refletida pelos media. Como demonstram hoje os numerosos danos causados pelas vacinas, não há dúvida de que estes peritos fora da corrente dominante tinham razão.
5. Aumento das mortes após as primeiras vacinações
Apenas três meses após o começo das “vacinações genéticas”, os primeiros efeitos devastadores das vacinas apareceram em lares de idosos. Mas nem o nosso primeiro apelo à vigilância, lançado em meados de Abril de 2021 e assistido por mais de 3 milhões de telespectadores, nem os apelos seguintes, foram ouvidos. Ao invés de parar imediatamente esta vacinação mortal para numerosas pessoas, a campanha de vacinação foi estendida maciçamente.
6. Taxa de ocupação dos leitos de cuidados intensivos
Em Abril de 2021, os primeiros lançadores de alerta indicaram que a pretensa sobrecarga das unidades de cuidados intensivos não existia como foi alegado. Ao contrário, os leitos foram maciçamente suprimidos. Apesar disso, a população foi totalmente aterrorizada pela pretensa ameaça de superlotação nas unidades de cuidados intensivos. Meses mais tarde, profissionais analisaram os números e demonstraram claramente que as afirmações dos políticos eram falsa.
7. Os danos ligados à vacinação assumem relevância
Embora os relatos sobre sobre os danos provocados pelas vacinas estarem a acumular-se mês a mês e a hashtag #plötzlich-und-unerwartet (súbita e inesperada) explodir no Twitter devido a numerosas mortes surpreendentes, continua-se a promover maciçamente a “picada genética” e a difamar os seus detratores. Mesmo em meados de Agosto de 2021, [o ministro] Karl Lauterbach ainda afirmava sem o menor constrangimento que a vacina Covid não tinha qualquer efeito secundário e que protegia!
Num momento em que já era conhecido não só o aumento maciço dos danos causados pelas vacinas como também que os estudos de eficácia eram falsos. Como se descobrirá mais tarde interrogando o Parlamento Europeu, a eficácia das vacinas ARNm não foi sequer testada!
Quando os políticos ainda pareciam ser homens de honra, eles não se agarravam aos seus cargos e demitiam-se voluntariamente após a revelação de declarações falsas tão flagrantes e com consequências tão graves.
Uma história sem fim
O caso ainda poderia ser examinado sob muitos outros aspectos. Quer se trate das consequências sobre a fertilidade e a gravidez; dos resultados das autópsias citadas na conferência dos patologistas; dos dados de faturação das caixas de seguros-doença, que rapidamente mostraram que havia mais lesões devidas à vacinação do que ao Covid; etc; etc. Sobre praticamente todos os pontos, as pessoas difamadas como críticas e conspiradoras tiveram razão e os políticos e peritos governamentais estiveram errados. É particularmente interessante notar que a maior parte destas pessoas reuniu-se e publicou estes factos benevolamente durante o seu seu tempo livre e não dispuseram de orçamentos de muitos milhões e de um exército de colaboradores como as autoridades competentes ou os media de referência.
O que é necessário agora
Pelo menos desde a audição da comissão de saúde do Budestag alemão em 14 de Março de 2022, nenhum político pode pretender que não estava a par dos numerosos efeitos secundários e danos dramáticos ligados à vacinação. Apesar disso, o pessoal de saúde continuou a ser fustigado pela obrigação de vacinação e a vacinação continuou a ser recomendada. E isto, apesar de o próprio ministro federal da Saúde, Karl Lauterbach, ter admitido que a vacinação não protege do contágio!
Mas tais contradições não são novas em Karl Lauterbach, como já mostrou o documentário que lhe é consagrado.
Desde então, vários tribunais confirmaram que numerosas destas medidas eram ilegais. Perante isto, o mínimo que se deveria fazer era que as vítimas das medidas e das difamações fossem reabilitadas e indemnizadas pelos ganhadores da crise. Além disso, é claro que seria preciso apresentar desculpas públicas e restabelecer a boa reputação das pessoas denegridas.
Também seria necessário realizar uma investigação criminal. Com uma proibição vitalícia ao condenados de ocuparem qualquer cargo político, científico e de responsabilidade, a fim de que isso realmente não possa se reproduzir! Num Estado de direito, isso deveria ser óbvio! Sem que as pessoas tenham de exigi-lo primeiro!
É evidente que com uma vacina que não protege contra o contágio mas que pode implicar danos maciços, as vacinações deveriam ser interrompidas de imediato. Quem continua a vacinar-se apesar destes factos aceita de bom grado infligir-se lesões corporais e mesmo a morte!
Ajude-nos a difundir estes factos e estas correlações. Só em conjunto temos possibilidade de corrigir estas disfunções mundiais. Muito obrigado!