Suspeitos do atentado de Madrid em 11/Março/2004 tinham ligações com os serviços de segurança espanhois

por Michel Chossudovsky [*]

A investigação espanhola revelou que dois indivíduos envolvidos no alegado fornecimento de explosivos aos alegados terroristas do 11 de Março em Madrid eram informadores da polícia. Mais especificamente, Rafa Zouhier era um informador policial para uma unidade de elite da Guardia Civil conhecida como Unidad Central de Operaciones (UCO). O segundo indivíduo, José Emilio Suarez Trashorras, era um informador do Cuerpo Nacional de Polícia, mais especificamente do chefe da Brigada de Estupefacientes de Aviles.

O silêncio do media ocidentais é ensurdecedor. Os poucos relatos de imprensa (fora da Espanha), apesar de confirmarem os nomes dos indivíduos deixam de mencionar as suas ligações com a polícia espanhola.

A esposa de Trashorras tem na sua posse o número de telefone do Chefe do Tedax, Juan Jesus Sanchez Manzano. O Tedax é o esquadrão de bombas da Guardia Civil espanhola, uma divisão muito especializada da polícia. Um responsável desta unidade esteve de facto envolvido na desactivação de uma das bombas que ia ser colocada no comboio.

Num desenvolvimento relacionado, os três marroquinos acusados dos ataques do 11 de Março foram libertados. Estes haviam sido presos a seguir à morte dos sete primeiros suspeitos, os quais alegadamente "explodiram-se a si próprios num apartamento suburbano ao invés de se renderem".

22/Jun/2004

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23/Jun/04