Perspectivas de novos auto-atentados em 2008:
As três cidades-alvo nos EUA

por Cap. Eric H. May [*]

Capitão Eric H. May. A forma mais fácil de executar um ataque sob bandeira falsa (false flag) é montar um exercício militar que simule esse mesmo ataque que se pretende efectuar. Como pormenorizo a seguir, foi exactamente assim que os criminosos do governo dos EUA e do Reino Unido manusearam os ataques "terroristas" do 11 de Setembro e do 7 de Julho, que na verdade foram ataques governamentais atribuídos a "terroristas".

Embora problemas de saúde me impeçam de trabalhar na área da análise de ataques simulados como costumava fazer, a pressão de editores e de funcionários de informações independentes obrigaram-me a escrever este artigo. Vou fazê-lo de forma breve para leitores com tempo escasso, mas vou incluir elos valiosos para os que quiserem aprofundar mais e compreender melhor.

O meu objectivo, enquanto antigo funcionário de informações militares que passou cinco anos na 75ª Divisão do Exército dos EUA a liderar exercícios de guerra militares, é convencer o povo americano de que o "próximo 11/Set" – constantemente anunciado por funcionários e pelos meios de comunicação –será provavelmente concretizado sob a capa de futuros exercícios militares. Se o povo americano estiver consciente dos exercícios programados e do perigo que eles representam, então esses exercícios não poderão "viver" e provocar os reais incidentes terroristas contra os quais supostamente estão a ser efectuados.

Exercícios militares

Os ataques de 11/Set de 2001 nos Estados Unidos e os ataques de 7/Jul de 2005 no Reino Unido têm ambos indícios que provam que os assassinos de massas não foram terroristas estrangeiros mas ditadores domésticos. Os governos dos dois países estavam a realizar exercícios militares que simulavam exactamente os acontecimentos que iam ocorrer.

A Comissão Americana do 11/Set deparou com fortes indícios de traição de Dick Cheney quando entrevistou o secretário de Transportes Norman Mineta, que estava presente no famoso bunker de comando de Cheney quando o Voo 77 se precipitou sobre Washington, DC. Cheney estava no centro dos exercícios militares nacionais simulando ataques terroristas à aviação americana – exactamente na mesma altura em que esses ataques estavam a ocorrer em tempo real. Em 23 de Maio de 2003 o secretário Mineta testemunhou:

"Na altura em que o avião estava a chegar ao Pentágono, apareceu um jovem que disse ao vice-presidente, "O avião está a 80 km". "O avião está a 48 km". E quando chegou a "o avião está a 16 km", o jovem disse ao vice-presidente, "Mantêm-se as ordens?" E o vice-presidente virou o pescoço e disse, "Claro que as ordens se mantêm. Ouviu alguma coisa em contrário?"

O co-presidente da Comissão do 11/Set, Lee Hamilton, não deu seguimento a esta revelação explosiva e desviou-se rapidamente do assunto. Graças ao YouTube, podemos rever a espantosa revelação de Mineta e a estranha reacção de Hamilton num clip de três minutos: http://www.youtube.com/watch?v=bDfdOwt2v3Y

No caso das bombas na estação de caminho-de-ferro de Londres, há evidências do mesmo dia numa entrevista da BBC a um antigo agente antiterrorista da Scotland Yard, Peter Power, que era empregado contratado a trabalhar em exercícios governamentais:

Power: "Às nove e meia da manhã estávamos a realizar um exercício para uma companhia de mais de mil pessoas em Londres com base em bombas a explodir simultaneamente exactamente nas estações de caminho-de-ferro onde isto aconteceu hoje de manhã, por isso ainda sinto os cabelos em pé".

BBC: "Vamos esclarecer bem isto, vocês estavam a realizar um exercício para ver como é que conseguiam lidar com isso e isso aconteceu enquanto estavam a realizar o exercício?"

Power: "Exactamente".

Podem ver o conteúdo das declarações acima, num excerto de um minuto, em: http://www.youtube.com/watch?v=JKvkhe3rqtc

Meios de comunicação dominantes

Não vale a pena dizer que um inquérito sério dos meios de comunicação poderia analisar rapidamente os factos demonstrando alta traição nos casos de 9/Set e de 7/Jul. Também não é preciso dizer, infelizmente, que os traidores por detrás dos dois falsos ataques sabiam isso muito bem, e não teriam feito o que fizeram sem luz verde dos meios de comunicação colaboradores.

Os edifícios do World Trade Center ruíram na cidade de Nova Iorque em 11 de Setembro de 2001: o WTC 1 e o WTC 2 (as Torres Gémeas) de manhã e o WTC 7 (o edifício Salomão) às 17h20. Dado que todas as fontes governamentais afirmaram que todos estes três edifícios ruíram inesperadamente, não há nenhuma razão – a não ser a cumplicidade – que explique como é que a BBC noticiou o colapso do WTC 7 vinte minutos antes de ele acontecer:
http://www.youtube.com/watch?v=C7SwOT29gbc&feature=related

O noticiário da Fox denunciou-se ao anunciar que o WTC 7 tinha desabado – embora mostrasse uma reportagem em directo da baixa de Nova Iorque com o WTC 7 ainda de pé. Alguns segundos depois o edifício ruiu, surpreendendo compreensivelmente os locutores:
http://www.youtube.com/watch?v=GwUJ9MhzgK

O proprietário dos três edifícios era Larry Silverstein, que pouco tempo antes tinha duplicado o valor do seguro das Torres Gémeas. Espantosamente, "o Sortudo Larry" declarou posteriormente numa entrevista à PBS que ele e o Departamento de Incêndios de Nova Iorque tinham acordado numa demolição controlada do WTC 7. Como os arranha-céus não estão preparados para demolição – a não ser que haja alguém que pretenda demoli-los – a declaração de Silverstein é o reconhecimento de que o 11/Set foi uma tarefa interna: http://www.youtube.com/watch?v=7WYdAJQV100

"A mentira nobre"

Penso que, perante os cinco extractos do YouTube acima referidos, devia haver indícios mais do que suficientes para que uma investigação objectiva justificasse o impedimento (impeachment) legal de Bush e Cheney com base em acusação de alta traição, e para a convocação de um grande júri que implicaria muitos outros em acusações de alta traição contra Larry Silverstein e outros possíveis colaboradores do 11/Set. Penso que o povo americano, se fosse confrontado com uma única das notícias apresentadas nos cinco extractos do YouTube, exigiria que o processo de alta traição fosse levado até às últimas consequências.

Mas o Congresso não pronunciou o impedimento do presidente. Os meios de comunicação predominantes, para os quais eu costumava escrever, não vão investigar nem noticiar a história. Os militares que foram utilizados como um instrumento para o assassínio de massas de cidadãos americanos não vão tomar qualquer acção contra os traidores de uniforme que sabiam exactamente o que estavam a fazer em 11/Set, ou contra os muitos mais idiotas de uniforme que julgavam que estavam a fazer exercícios militares até que ocorreram os incidentes de 11/Set. Até hoje não houve qualquer acção adversa – que exigiria investigação e apreciação – contra qualquer militar envolvido naquilo a que até os apologistas oficiais chamam do maior fracasso de defesa da história americana. Tudo isto demonstra que houve tramóia e que estamos metidos numa tramóia.

Os altos funcionários, os executivos dos meios de comunicação e os oficiais militares que estão amarrados pela lei e pela ética ao serviço do povo americano tornaram-se num exemplo de compêndio duma grande conspiração. Se olharmos para isso segundo a sua perspectiva, eles são apenas actores históricos que estão para além do bem e do mal, que têm que estimular o povo americano, seja como for, para uma aventura geo-estratégica necessária. Para eles, o relato oficial do ataque "terrorista" de 11/Set é o que Platão descreveu como uma "mentira nobre", uma falsidade necessária contada a um público infantil a fim de o orientar de forma adulta. A simples verdade é que o 11/Set justificou a tentativa de apropriação e controlo de um importantíssimo recurso geo-estratégico: o petróleo. Quem controla o petróleo do Médio Oriente controla o mundo.

As três cidades-alvo americanas prioritárias

No ano passado publiquei "O próximo 11/Set, no verão de 2007?" em resposta ao mesmo tipo de pedidos que me levaram a publicar este artigo como actualização de 2008. As minhas três cidades mais prováveis em 2007 para o 11/Set seguinte eram Houston, Chicago e Portland. Este ano considero que essas mesmas três cidades continuam a ser as mais prováveis, já que os militares americanos escolheram Texas, Indiana e Oregon como três dos quatro estados alvo na versão 2008 dos seus exercícios militares Noble Resolve. [1] Embora Chicago se situe no Illinois, e não em Indiana, Indiana está muito perto e tem sido utilizada para ensaio de forças em exercícios contra-terroristas efectuados em Chicago nos últimos anos.

Pode ser uma surpresa para as pessoas que não estão familiarizadas com os preparativos militares que estas mesmas cidades se mantenham na lista apesar de analistas como eu as terem publicitado largamente. Há grandes dificuldades em organizar os actores políticos, policiais, militares e meios de comunicação necessários para apoiar um ataque simulado. Embora muitos dos movimentos pela verdade do 11/Set achem que as forças militares nacionais podem atacar qualquer cidade em qualquer altura, isso não é assim tão fácil – graças a Deus. Por um lado felizmente, isso significa que os que, como nós, estudam as perspectivas de um falso ataque, se podem concentrar nos alvos mais prováveis; por outro lado, infelizmente, isso significa também que as cidades alvo não deixam de o ser só porque as detectamos, denunciamos e prevemos uma tentativa de falso ataque.

Segue-se uma breve análise das três cidades alvo prioritárias.

Primeiro Alvo: Houston, Durante os últimos quatro anos, veteranos militares e policiais como eu têm vindo a alertar o público para os exercícios governamentais visando a destruição nuclear dos subúrbios petrolíferos de Houston. Por cinco vezes nesses quatro anos pudemos prever no prazo de um dia importantes explosões petroquímicas nesses subúrbios petrolíferos. As probabilidades contra este tipo de rigor são astronómicas. Enquanto centro do Grande Petróleo e da Família Bush, Houston mantém-se como a cidade que corre maior perigo em toda a América. Qualquer grupo patriótico, como o meu, que tente alertar a sua cidade natal para os perigos de um falso ataque devia ler o meu artigo recente, "O Atentado Nuclear de 31/Jan: Provas para Ron Paul" sobre a frustração bem sucedida duma tentativa nuclear em 2006 contra a cidade do Texas.
http://www.thepriceofliberty.org/08/01/28/may.htm

Segundo Alvo: Chicago. Embora Houston seja a cidade que corre maior perigo, o edifício que corre maior perigo – o melhor candidato a ser o próximo World Trade Center – é a Torre Sears. Fontes oficiais referiram-no desde o primeiro ataque de 11/Set, quando disseram que estava na lista da al Qaeda. Larry Silverstein, que comprou as Torres Gémeas dois meses antes do 11/Set, chefiou um grupo que comprou a Torre Sears em 11/Março de 2004, no dia das explosões bombistas de Madrid. Funcionários federais têm vindo a apontar para Chicago e a sua Torre Sears como alvos da al Qaeda desde os ataques de 11/Set, e desde aí têm repetido essa ameaça. Em Maio de 2006, o governo programou exercícios secretos tipo 11/Set em Chicago, enquanto Daley, o Mayor de Chicago, foi mantido convenientemente em Israel na sua primeira visita a este país. Enviei um comunicado amplamente lido ao governador de Illinois, Blagojevich, numa bem sucedida tentativa através da Internet para impedir o iminente falso ataque.
http://tekgnosis.typepad.com/tekgnosis/2006/05/ghost_troop_com.html

Terceiro Alvo: Portland. Portland, conhecido por "Pequena Beirute" pelos amigalhaços de Bush dada a sua inimizade para com Bush 41 e Bush 43, só no verão passado passou para a minha lista dos três mais, quando foi apontado como alvo para um ataque nuclear por sucessivos exercícios Noble Resolve e TOPOFF. A linguagem utilizada num comunicado oficial à imprensa expunha o caso muito claramente: "Noble Resolve vai coordenar com funcionários de Oregon para simular um ataque nuclear a Portland". Ao investigar Portland para uma série de artigos, escrevi sobre a cidade e sobre esses exercícios. Descobri que Stanford e Harvard tinham preparado um detalhado mapa sobre chuva radioactiva, que os comandantes militares nacionais e os comandantes da Guarda Nacional estadual andavam a contar versões diferentes sobre os objectivos dos exercícios e que o jornal The Oregonian de Portland andava a fazer tudo o que podia para evitar investigações sobre essas inquietantes anomalias. Não fiquei nada surpreendido que o último dia dos exercícios encontrasse o director da Segurança Nacional, Michael Chertoff, na baixa de Portland, que foi fechada em grande parte por causa de uma ameaça de bomba "inesperada".

Para outra perspectiva profissional sobre a dimensão da existência desse perigo na altura – e que pode voltar a existir – remeto o leitor à análise do meu colega, major William B. Fox (USMC):
http://www.lonestaricon.com/absolutenm/anmviewer.asp?a=2006&z=186

PostScript

"Bom dia. Neste momento, algures no mundo, há terroristas a planear novos ataques ao nosso país. O seu objectivo é provocar a destruição nas nossas praias, numa acção que fará empalidecer o 11 de Setembro" – George W. Bush, 11 de Fevereiro, 2008.

Não consigo encontrar assunto mais importante do que onde será tentado o próximo 11/Setembro. O senso comum leva a que todos nós, os que compreendemos a verdade sobre o 11/Set, cheguemos à conclusão de que os seus perpetradores vão voltar a atacar. Com efeito, todas as directivas, acções e decisões do nosso executivo unitário pós 11/Set, dos cobardes do Congresso e da justiça Judas têm reforçado o poder do governo federal para desencadear a Guerra Global e impor o Estado Nação.

Por que razão os que já são culpados de alta traição, de crime de massas e de crimes de guerras haviam de desistir dos seus esforços? Eles sabem muito bem que a Guerra Global está a correr mal e que o Estado Nação está a sair muito caro, e que só uma repetição de um falso ataque terrorista forçará o povo americano a prosseguir com a nossa loucura nacional pós 11/Set.

No entanto, por cada pessoa que comenta critica ou construtivamente este artigo, haverá sempre uma outra que utiliza a divisão, a violência e o ridículo contra mim ou contra qualquer outro que defenda o ponto de vista do bom senso de que os falsos ataques vão continuar, tal como os assassinos vão continuar a assassinar e os ladrões vão continuar a roubar. É newtoniano na sua simplicidade: as coisas continuam a suceder da forma que acontecem a não ser que sejam impedidas.

Só poderemos fazer parar a corrente mortífera da América se percebermos o 11/Set e prevermos o 11/Set seguinte. Muitas das vozes vocifererantes que inibem a nossa compreensão e antevisão estão a prestar um serviço vital à traição. O governo federal utilizou outrora programas de contra informação (COINTELPRO) contra o movimento anti-guerra e dos direitos civis na era do Vietname, e o senso comum sugere que está a usá-los de novo na era pós 11/Set, desta vez contra o movimento anti-guerra e pela verdade do 11/Set. As vozes mais perigosas de todas são as dos falsos amigos que se infiltraram entre nós para nos baralhar até que os traidores que executaram o 11/Set possam repetir o seu desempenho.

23/Fevereiro/2008

[1] Noble Resolve: plano de campanha experimental do Comando das Forças Unidas dos Estados Unidos (USJFCOM) para reforço da segurança nacional e melhoria do apoio militar às autoridades civis na prevenção e acompanhamento de desastres naturais ou provocados pelo homem (N.T.)

[*] Ex-oficial do U.S. Army, responsável por inteligência militar e assuntos públicos, e ex-redactor de editoriais da NBC. As suas análises políticas e militares foram publicadas no The Wall Street Journal, no Houston Chronicle e no Military Intelligence Magazine.

O original encontra-se em http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=8165 .
Tradução de Margarida Ferreira.


Este artigo encontra-se em http://resistir.info/ .
03/Mar/08