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'Um tiro, duas mortes'. ATROCIDADES NAZI-SIONISTAS

Uma t-shirt ostentando uma palestina grávida sob uma alça de mira e a inscrição "Um tiro duas mortes". Foi a imagem escolhida por snipers (atiradores de elite) da infantaria israelense. Outras t-shirts exibem bebés mortos, mães a chorarem sobre os túmulos dos seus filhos, armas apontadas a crianças e mesquitas bombardeadas. Há uma loja em Tel Aviv especializada em imprimir as ditas t-shirts e cada pelotão escolhe a imagem que vai usar. As atrocidades praticadas pela entidade nazi-sionista já não são escondidas – são mesmo exibidas.
O "TRAÇO HUMANO INATO" DO SR. WENNING
"A busca do lucro é um traço humano inato", afirmou o sr. Werner Wenning, presidente da Bayer, em entrevista à Der Spiegel . Quando o principal responsável de uma empresa farmacêutica gigante como a Bayer comete uma frase assim, podemos ter dúvidas quanto ao estado de lucidez dos altos responsáveis das transnacionais. A falta de cultura histórica do sr. Wenning conjuga-se com uma óptica de classe limitadíssima, pois considera os valores da sua classe social como se fossem universais. Quanto ao facto de este traço ser "inato", teríamos de admitir que desde tenra idade, quando ainda bebé ou criança, o sr. Wenning tenderia obsessivamente à "busca do lucro". Se isto fosse verdade, não haveria remédios da Bayer que pudessem curar uma tal patologia.
200 MIL MANIFESTANTES EM LISBOA Clique a imagem para pormenores.
NACIONALIZAÇÃO IMEDIATA DA BANCA E DOS SEGUROS
Portugal não deve chegar à situação da Islândia, onde a nacionalização de toda a banca só se verificou depois de o último banco privado se ter declarado insolvente. A nacionalização de todo o sector bancário e dos seguros é uma medida que se impõe desde já. A banca e os seguros devem estar ao serviço do país e não de banqueiros trapaceiros. Isto é o que se impõe para combater a crise. Isto é o que acaba de propor o PCP .
KEYNESIANISMO COXO
Falar em medidas para a "saída da crise" no âmbito do capitalismo é um erro, pois elas não existem. A verdadeira saída é transcender o modo de produção capitalista. Entretanto, pode-se falar em medidas que amenizariam a crise para os trabalhadores. Estas resolvem-se a favor de umas classes e contra outras. As medidas de amenização nunca são neutras.
Em Portugal, o governo do sr. Sócrates já começou a tomá-las. Concedeu ajudas elevadas aos banqueiros e, para a economia real, fala em reactivar o investimento público. Trata-se de um keynesianismo bastardo adoptado à última hora por um governo que desde sempre praticou uma política neoliberal.
A tradução de "investimento público" para o sr. Sócrates é lançar mega-projectos absurdos como o do novo aeroporto, TGV e terceira ponte sobre o Tejo. É um programa ruinoso porque no caso de Portugal um eventual aumento do PIB não se traduziria no bem estar do seu povo. Encareceria o crédito para as PMEs, aumentaria brutalmente o nível já elevado da dívida externa do país e não activaria o debilitado tecido produtivo nacional (quase tudo nesses projectos seria importado).
Além disso, não se pode esquecer que aquilo que realmente importa para o bem estar do povo português não é o PIB e sim o Rendimento Nacional Bruto a preços de mercado. Por outras palavras, o Produto Nacional Bruto. A equação é PNB = RNBpm = PIB + Balança de Rendimentos. Esta última tem-se tornado cada vez mais deficitária a cada ano que passa e os tais "grandes projectos" do sr. Sócrates agravariam ainda mais esta situação. Assim, um crescimento do PIB português poderia resultar num crescimento negativo do RNB.
O que fazer então para amenizar a crise? A resposta correcta é um aumento imediato e significativo do Rendimento Disponível do povo português. Isto significa aumento imediato dos salários e pensões de reforma, assim como o desagravamento da carga fiscal que pesa sobre o trabalho. Contribuiria para desagravar a dívida interna das famílias, além de reforçar o mercado interno e a produção interna de bens e serviços. No imediato, e para começar, é isto que há a fazer.
COISAS SÉRIAS & FUTILIDADES
A inanidade das discussões públicas nos media corporativos portugueses é estarrecedora. Falam de tudo e mais alguma coisa, desde que não se trate de assunto sério. É assim que enchem o espaço com pequenas e médias corrupções (agora é o caso Freeport que está na moda, amanhã será outro qualquer), casamentos de gays, histerismos com o dito aquecimento global, jogo da bola, a censura no carnaval de Torres Vedras e outros diversionismos quejandos. Mas da crise que abala o mundo capitalista só se fala para desinformar. E sobretudo negam-se as responsabilidades históricas do conluio PS-PSD quanto a situação em que está Portugal. Se hoje ainda estivesse em vigor a Lei de Delimitação dos Sectores , de 1977, Portugal estaria muito melhor preparado para enfrentar a crise pois disporia de um forte Sector Empresarial do Estado. Com a liquidação daquela lei pelos comparsas PS e PSD, e com as privatizações selvagens que se seguiram, Portugal está hoje à mercê das transnacionais. E quando estas resolvem encerrar as suas fábricas aqui (Opel, Qimonda, etc), pouco se pode fazer. Ridiculamente o sr. Manuel Pinho, ministro da Economia, disse que ia falar com o seu colega alemão para lhe pedir que mantivesse a Qimonda a funcionar, como se este último não estivesse a marimbar-se para o sr. Pinho.
O SAPATO COMO MONUMENTO
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Um monumento ao sapato acaba de ser inaugurado na cidade de Tikrit, no Iraque. O modelo do sapato é igual aos do jornalista Muntadhir Al Zaidi. A escultura, feita inteiramente em cobre, mostra os sentimentos do povo iraquiano para com Bush e o seu império.
Ver também Pela criação da "Ordem do Sapato" .
Adenda: O governo títere iraquiano mandou as autoridades provinciais demolirem o monumento. Entretanto, o jornalista Muntadhir Al Zaidi continua preso em Bagdad.

MAIS ATROCIDADES NAZI-SIONISTAS
'Flechette'. Além de munições com urânio empobrecido e armas de fósforo, proibidas pelas Convenções de Genebra, revela-se agora que o exército israelense utilizou um novo tipo de armamento em áreas civis densamente povoadas: "flechettes".
Trata-se de dardos de metal com 4 cm de comprimento com quatro aletas atrás. São acondicionadas 5000 a 8000 "flechettes" em cada bomba de 120mm, as quais costumam ser disparadas por tanques. A bomba explode no ar e dispersa as "flechettes" numa área de aproximadamente 300m por 100m.
A notícia está em Uruknet .
LISBOA SOLIDÁRIA COM O POVO PALESTINO
Manifestação de sábado, 24 de Janeiro.

Milhares de manifestantes concentraram-se dia 24 de Janeiro no Largo Camões, em Lisboa, em solidariedade com o povo palestino. Nas intervenções ali efectuadas foi condenado o banditismo do Estado israelense, a sua política genocida, a sua utilização de armas ilegais como urânio e fósforo branco em Gaza e o cinismo do governo português que equipara os criminosos às suas vítimas. Um dos oradores anunciou que a Assembleia Municipal de Lisboa aprovou dia 20, por maioria, a geminação da Cidade de Lisboa com Gaza.
Após a concentração no Largo Camões os manifestantes desceram a Rua do Alecrim em direcção à Câmara Municipal de Lisboa, com palavras de ordem defendendo o fim dos massacres do Povo Palestiniano, a investigação e processo dos responsáveis israelenses pelos crimes de guerra e contra a Humanidade; o fim ao Bloqueio a Gaza; o fim à Ocupação da Palestina; e uma Paz Justa e duradoura no Médio Oriente

MANIFESTAÇÃO EM LISBOA
Manifestação dia 8.
Apesar do frio (6º C), quase 2000 pessoas protestaram dia 8 frente à Embaixada de Israel em Lisboa. O protesto contra o massacre em curso do povo palestino de Gaza reuniu os apoios de mais de uma centena de organizações. Falaram na manifestação representantes da CGTP-IN, do CPPC, do MPPM, do Tribunal Iraque e outras entidades.

No Rio de Janeiro, a manifestação em solidariedade à Palestina reuniu mais de 1000 pessoas no dia 8. Foram queimadas bandeiras de Israel e lançados sapatos contra o Consulado dos Estados Unidos. As fotos da manifestação estão em www.apn.org.br/ .
ORIGENS DO TERRORISMO NO MÉDIO ORIENTE
Quem começou o terrorismo no conflito árabe-israelense?
  • Bombas em cafés: utilizadas pelos sionistas pela primeira vez na Palestina em 17/Março/1937, em Jaffa.
  • Bombas em autocarros: utilizadas primeiro pelos sionistas em 20/Agosto e 26/Setembro/1937.
  • Bombas em mercados: utilizadas primeiro pelos sionistas em 06/Julho/1938, em Haifa.
  • Bombas em hoteis: utilizadas primeiro pelos sionistas em 22/Julho/1946, em Jerusalém.
  • Bombas em embaixadas estrangeiras: utilizadas primeiro pelos sionistas em 01/Outubro/1946, em Roma (contra britânicos).
  • Minagem de ambulâncias: utilizadas primeiro pelos sionistas em 31/Outubro/1946, em Petah Tikvah.
  • Cartas bomba: utilizadas primeiro pelos sionistas em Junho/1947 contra alvos britânicos no Reino Unido.
    Para documentação, consulte-se The Arab Women's Information Committee e The Institute for Palestine Studies, Who Are the Terrorists? Aspects of Zionist and Israeli Terrorism, (Beirut: Institute for Palestine Studies, 1972).
    OUTRA INFORMAÇÃO SOBRE GAZA:
  • Gaza Today
  • Gaza Siege
  • Maan News Agency
  • Angry Arab
  • Palestinian Information Center
  • Uruknet
  • Moments of Gaza
  • Apresentação Power Point: a_terra_prometida.pps (2551 kB). Clique com o botão direito do rato e faça "Save As..." para descarregar.
    DO GUETO DE VARSÓVIA AO GUETO DE GAZA
    Gueto de Varsóvia, 1943.
    Em Abril de 1943 os judeus do Gueto de Varsóvia foram massacrados pela máquina militar do III Reich nazi. Em Dezembro de 2008 os palestinos do Gueto de Gaza são massacrados pela máquina militar do IV Reich nazi-sionista. Ambos os povos exerceram o seu direito inalienável à revolta contra a opressão.

    É hipócrita e cínica a atitude do governo português a recomendar que cessem os ataques de ambos os lados. Com essa argumentação pretende-se comparar a resistência digna do povo palestino e a acção criminosa do invasor sionista que massacra a população civil e destrói a infraestrutura de Gaza, depois de sustentar durante meses um bloqueio total contra o seu povo.

    Este genocídio só é possível porque o lobby judeu mundial concede-lhe o combustível necessário, porque os EUA dá cobertura política, economica e bélica ao agressor, porque a União Europeia lhe deu um sinal verde e porque grande parte da população israelense dá apoio à limpeza étnica promovida pelo governo nazi-sionista.

    Só o levantamento generalizado no mundo árabe e a solidariedade internacional, com todo tipo de protestos por toda a parte, poderá deter essa acção criminosa. Neste momento é importante reiterar a solidariedade com o governo legítimo do Hamas e repudiar a posição cúmplice do actual presidente da Autoridade Nacional Palestina, sr. Mahmud Abbas. Este, apesar da carnificina em curso, optou por acusar o Hamas pelo que está a acontecer e de forma submissa procura negociar com os assassinos do seu povo.
    DA RESPONSABILIDADE COLECTIVA DE UM POVO
    As novas atrocidades cometidas pelo estado judeu colocam questões candentes. O bombardeamento indiscriminado da população de Gaza pelos caças F-16 da entidade sionista até agora já provocou quase 300 mortos e 900 feridos. Isto vem na sequência de um sitiamento prolongado, em que se priva aquela população de alimentos, combustíveis e medicamentos. A palavra genocídio tem razão de ser. Ele está a ser efectuado desde há anos. É um genocídio em câmara lenta. A cumplicidade/passividade da União Europeia e dos governos de muitos países árabes (a começar pelo do Egipto) é notória. Mas acima de tudo é notória a conivência de grande parte dos cidadãos de Israel.

    Na década de 1930 o cidadão médio da Alemanha podia alegar desconhecimento dos crimes perpetrados pelo nazismo. O aparelho de propaganda hitleriano jamais mencionava o holocausto em curso. A existência dos campos de concentração e dos fornos crematórios era cuidadosamente escondida. Os media da Alemanha nazi nunca mencionavam a existência de tais infâmias.

    E o que se passa hoje em Israel? Os crimes do estado sionista são bem conhecidos. A realidade do apartheid é evidente para todos, basta olhar as muralhas que esquartejam a Palestina. Os assassinatos das sinistras polícias políticas de Israel são (em parte) divulgados nos media. As 100 toneladas de bombas já despejadas sobre a população indefesa de Gaza são anunciadas nos jornais israelenses. As perseguições ao espoliado povo palestino (10 mil palestinos presos) são notórias. Por isso – ao contrário do povo alemão dos anos 30-40 – o povo de Israel não pode alegar ignorância. Assim, exceptuando as forças democráticas e progressistas (como o PCI, o Hadash e algumas personalidades dignas) deve-se colocar o problema da responsabilidade colectiva dos cidadãos israelenses que permanecem passivos ou dão apoio (inclusive com o seu voto) a um governo que comete tais atrocidades.

    O repúdio à barbárie nazi-sionista deve ser universal. As manifestações contra o massacre já começaram nos EUA e em outros países. O apêlo ao boicote a Israel e ao desinvestimento deve transformar-se em realidade.
    EQUADOR ADOPTA POSIÇÃO LÚCIDA E CORAJOSA
    O presidente do Equador anunciou dia 20 de Novembro que o governo não pagará a dívida externa do país. Rafael Correa classificou tal dívida como "ilegítima, corrupta e ilegal". A decisão do governo equatoriano foi tomada após um relatório de análise realizada pela Comissão para Auditoria Integral do Crédito. O relatório (76 pgs.) encontra-se em Informe final .
    Os passos adoptados pelos governo equatoriano, desde 2006, para efectuar a auditoria são mostrados aqui . O comunicado oficial do governo equatoriano encontra-se em http://www.presidencia.gov.ec/noticias.asp?noid=16559 .
    Muitos observadores consideram que o gesto de soberania e dignidade adoptado pelo governo equatoriano ao repudiar uma dívida externa usurária, espoliadora, corrupta e ilegítima poderá estimular atitudes semelhantes por parte de outros governos latino-americanos.
    Ver também: Comité para a anulação da dívida do Terceiro Mundo ; Dívida ecológica e Adital .
    A CRIAÇÃO DO DINHEIRO
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    Quem cria o dinheiro? A resposta está em Money as Debt , filme de 47 minutos de Paul Grignon. O DVD em inglês pode ser encomendado aqui . Para assistir ao filme dobrado em castelhano clique em Diñero es Deuda . É melhor do que ouvir certos comentaristas económicos que peroram na TV portuguesa...
    Se quiser aprofundar o tema leia também
  • O banco central dos EUA: O templo e os seus segredos sujos
  • Custos, malfeitorias e perigos do dólar
  • Segredos do dinheiro, dos juros e da inflação .
    LISBOA: A MAIOR MANIFESTAÇÃO DE SEMPRE
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    Mais de dois terços dos 150 mil professores portugueses manifestaram-se em Lisboa dia 8 de Novembro. Foi a maior manifestação nacional de sempre dos professores, ultrapassando a de 8 de Março deste ano. Ao longo de todo o percurso, desde o Terreiro do Paço até o Marquês de Pombal, a multidão foi compacta desde as 15 até às 19 horas.
    A arrogância e a intransigência do governo Sócrates e da sua ministra da educação tiveram uma resposta à altura.

    NACIONALIZAÇÃO DO BPN
    Neste fim de semana (03/Novembro) o governo anunciou a proposta de nacionalização do Banco Português de Negócios (BPN). O Banco de Portugal identificou ali "operações clandestinas de centenas de milhões de euros" . Em toda a parte é a mesma história, seja Portugal, EUA ou alhures: contabilidades paralelas e negócios escusos, os quais são altamente facilitados pelos paraísos fiscais offshore. Verifica-se, como matéria de facto, que o sistema bancário privado é estruturalmente predador e desonesto — não serve aos interesses das sociedades em que estão implantados, serve-se delas.
    Bem fez o grande General Vasco Gonçalves, em 1975, ao nacionalizar toda a banca portuguesa. A sua re-privatização posterior é um ónus que pesa sobre Portugal, debilitando-o para o enfrentamento da crise capitalista mundial que agora se inicia.
    HISTERIA & IMBECILIDADE, C/ COPYRIGHT QUERCUS
    A campanha histérica acerca do suposto aquecimento global ganhou uma peça sinistra preparada pela agência de publicidade McCann. Temos agora um macaco que se enforca, um urso que se despenha num abismo e um cangurú que se deita sobre carris à espera de ser trucidado por um comboio. Tudo isso num cenário de pesadêlo. Tais aberrações são pagas pela Quercus, organização que se pretende ambientalista mas mais parece uma organização terrorista. Com esta campanha os aquecimentistas atingem um novo patamar na escalada da desinformação e da mentira.
    Para ter o desprazer de ver o vídeo com estas abencerragens clique aqui .
    O PRECIPITAR DA CRISE
    Os acontecimentos precipitam-se, dia a dia, hora a hora. A crise capitalista mundializa-se atingindo os mais diversos países, desde a Islândia até ao Paquistão. Nos EUA e na Europa as repercussões são mais do que muitas. Já se fala em estagnação-deflação . Contudo, os jornais portugueses apresentam uma rósea visão mistificadora desta macro crise — não reconhecem sequer que se trata do início de uma depressão. É a desinformação no seu mais alto grau, tanto pela acção de branqueamento como pela omissão. Ainda mais importante do que a informação é a compreensão. Neste aspecto os media lusos são absolutamente lastimáveis, com os seus comentadores de serviço que debitam vulgaridades. Promovem assim a incompreensão das causas e consequências da crise. Querem manter o povo sossegado para que o grande capital financeiro possa preparar o seu próprio salvamento.
    O governo Sócrates, por sua vez, continua a falar insensatamente em projectos megalómanos como o do novo aeroporto , TGV, terceira ponte rodoviária sobre o Tejo, etc, etc. Além de não reconhecer a realidade do Pico Petrolífero, agora tão pouco reconhece a realidade da crise (a que chama de simples recessão). É o autismo elevado ao mais alto grau. Portugal perde assim um tempo precioso. Este período deveria ser aproveitado para tomar medidas destinadas a minimizar o impacto da depressão mundial que se avizinha, em concomitância com o fim do "plateau" petrolífero.
    APRESAMENTO DE DEPÓSITOS BANCÁRIOS
    O governo britânico apoderou-se dos activos de um banco islandês insolvente (Landesbanki) na Grã-Bretanha – e isso foi feito com base numa legislação anti-terrorista! A Islândia por sua vez apresentou queixa – e incrivelmente esta foi feita à NATO! Só faltava isto como coroamento da crise. Se a moda de apresamentos de depósitos bancários entre países vier a generalizar-se o pandemônio mundial será terrífico.
    A notícia está em www.icelandreview.com
    AVAL: ESTÍMULO AO AUMENTO DA DÍVIDA EXTERNA
    A dívida externa bruta de Portugal era de 343,97 milhões de euros em Junho de 2008. Com o aval de 20 mil milhões de euros que o Estado agora concedeu aos banqueiros portugueses, pode-se dizer que a dívida externa do país irá aumentar no mesmo montante.
    A banca portuguesa é a principal responsável pelo endividamento externo do país. Ela tem exercido um papel de intermediário:   toma empréstimos no estrangeiro e concede-os a retalho no mercado interno português, a taxas mais elevadas. Com a garantia agora oferecida pelo Estado, os banqueiros locais serão estimulados a incrementar esta prática.
    As condições do aval não estão claras. Será que esta medida extraordinária beneficiará alguma coisa os 1.310.000 mutuários do crédito à habitação? Ou as PMEs? Irá o governo fixar um spread máximo como contrapartida a este aval? Exigirá o governo que o Estado receba acções ordinárias dos bancos caso tenha de dispender recursos financeiros em decorrência desta garantia?
    MOVIMENTO IVA COM RECIBO
    IVA com recibo é um movimento justo. É uma iniquidade que as PMEs portuguesas sejam obrigadas a pagar o IVA a partir do momento que emitem uma factura. Sabendo-se do problema crónico dos atrasos de pagamentos em Portugal (inclusive os do próprio Estado), verifica-se que as PMEs estão de facto a financiar o erário público com os seus magros fundos de maneio. Assim, muito mais correcto é que o pagamento do IVA seja devido a partir do momento em que as facturas são efectivamente recebidas. Mais vale ajudar as PMEs portuguesas – as principais empregadoras do país – do que banqueiros em bancarrota. Neste momento de crise financeira mundial, esta reivindicação adquire ainda maior relevância.
    Se concorda com isso, assine a petição on line:
    http://www.pnetpetições.pt/ivacomrecibo/
    UM BANCO CENTRAL PRESTAMISTA DIRECTO?
    O banco central dos EUA, Federal Reserve, está a considerar uma alteração inédita no sistema financeiro estado-unidense e mundial: passaria a comprar grandes quantidades de dívidas a curto prazo conhecidas como papeis comerciais (letras). Tal medida, se concretizada, poderia converter o Fed num prestamista directo das empresas dos EUA. Seria espantoso o envolvimento directo de um banco central nesse género de operação. Mas o facto de alguém ter pensado nisso constitui uma indicação do grau de desconfiança em relação aos bancos comerciais existentes. Passam-se coisas deveras estranhas no capitalismo estado-unidense.
    A notícia está em Democracy Now!
    OS ADORADORES DO DEUS MERCADO
    Os adoradores do deus mercado, os adeptos do neoliberalismo, os entusiastas do capitalismo high tech, os analistas económicos que debitam vulgaridades nos media "de referência", todos eles estão agora confrontados com uma realidade brutal: a ruína do capitalismo, pelo menos da forma em que o conhecemos. Estes últimos sete dias representaram uma viragem na história do capitalismo mundial (nacionalização de facto dos passivos da Fannie e do Freddie, falência do Lehman, salvamento da AIG, aumento gigantesco da dívida externa dos EUA, início do reflacionamento da economia estado-unidense).
    Há que ser claro: o que o Federal Reserve e o Tesouro dos EUA querem salvar não é a economia dos Estados Unidos e sim os seus banqueiros. O plano em curso é para reflacionar os activos imobiliários a fim de minorar os desastrosos balanços dos bancos. Por isso aumentarão o endividamento da população daquele país. Ou seja, resolvem um problema de dívidas insolventes com a acumulação de ainda mais dívidas. Trata-se de uma neo-escravização através da dívida. A repartição do rendimento nacional dos EUA obviamente irá piorar.
    A procissão ainda vai no adro. A crise sistémica do capitalismo está longe de acabada. As sequelas e repercussões pelo mundo afora têm desdobramentos que mal se podem adivinhar. O risco de o imperialismo empreender uma fuga para a frente através da guerra é enorme. Tudo isso num pano de fundo de uma realidade física inescapável: o mundo já atingiu o Pico Petrolífero, o que tem consequências fundas.

    11/SETEMBRO: UMA DATA IMPORTANTE
    A última vez que os Estados Unidos foram atacados no seu próprio território por um inimigo externo verificou-se em 1814, quando as tropas britânicas puseram Washington a ferro e fogo. A Casa Branca foi então incendiada pelas tropas de sua graciosa majestade, assim como o edifício onde funcionava o Departamento do Tesouro. O U.S. Army, encolhido, não deu resposta às tropas do ex-colonizador. Diga-se de passagem que este episódio é cuidadosamente "esquecido" pela historiografia oficial estado-unidense.

    De todas as explicações acerca dos atentados de 11 de Setembro de 2001 as menos críveis são exactamente aquelas propaladas pelo governo do sr. Bush. A barragem de falsificações e mentiras apregoadas pelo seu governo — e pressurosamente reflectidas pelos media corporativos servis ao poder, os tais que arrogantemente se proclamam como "referência" — diz muito acerca da época que vivemos. Assim, a opinião pública foi e é deliberadamente desinformada e enganada pelos media ao serviço do império bushiano. Tal desinformação serviu e serve para justificar os crimes cometidos após os 11/Set, como a invasão do Afeganistão e do Iraque com o cortejo de atrocidades ali cometidas pelas tropas de ocupação.

    Por mais repetidas que sejam, as mentiras não passam a ser verdades. As investigações acerca do 11/Set prosseguem, nos EUA e em todo o mundo. Entretanto, não foram os primeiros auto-atentados da história cometidos com objectivos políticos. Basta pensar, por exemplo, no incêndio do Reichstag, na Berlim de 1933. Hoje, é cada vez maior o número de personalidades que contestam as várias e sucessivas versões oficiais do governo Bush.
    O sítio http://patriotsquestion911.com/ , por exemplo, informa que 140 oficiais superiores das forças armadas, responsáveis de serviços de inteligência e polícias dos EUA põem em causa a versão oficial, assim como 530 engenheiros e arquitectos, 120 pilotos e profissionais da aviação, 300 professores, 210 sobreviventes e familiares das vítimas do 11/Set e 160 artistas e profissionais dos media. São homens e mulheres corajosos que se atreveram a romper com a hierarquia de comando, a por em risco as suas carreiras ou a obtenção de contratos do governo bushiano e manifestar-se em público. Muitos outros aprofundamentos das investigações prosseguem, como se pode ver nesta colecção de links sobre o 11/Set . Algum dia a verdade plena virá ao de cima.

    Os governos portugueses não estão inocentes nos crimes cometidos na sequência do 11/Set: prestaram-se a enviar carne de canhão portuguesa para o Iraque, Jugoslávia e Afeganistão. O do sr. Sócrates colabora neste momento com os EUA/NATO na agressão ao povo afegão. O silenciamento dos media portugueses quanto à presença da tropa portuguesa no Afeganistão diz muito acerca da qualidade da informação existente no país. Só quando há um morto ou um ferido é que eles publicam uma pequena nota a respeito. Mas nada dizem dos que voltam contaminados pelo urânio empobrecido apanhado no Iraque, na ex-Jugoslávia ou no Afeganistão, com envenenamentos físicos, químicos e radiológicos. Trata-se de assunto tabu para o Ministério da Defesa e para as TVs e jornais portugueses ditos "de referência". Seria inútil procurar tais informações nos media lusitanos. No tempo do fascismo os jornais ostentavam um anúncio que dizia: "Este número foi visado pela censura". O fascismo não enganava ninguém, a censura era declarada explicitamente. Hoje já não há tal anúncio, mas a censura em Portugal é maior e mais subtil do que antes do 25 de Abril.

    Para concluir esta nota, não se pode esquecer o outro 11 de Setembro. O de 1973, quando um golpe sangrento patrocinado pelo imperialismo estado-unidense derrubou o governo democrático do grande Presidente Salvador Allende Gossens. O Chile até hoje não se recuperou da barbárie neoliberal imposta pelos Chicago Boys pinochetistas.
    MANIFESTAÇÕES ANTI-IMPERIALISTAS NOS EUA
    Cabeça da manifestação em Nova York.
    Milhares de cidadãos dos EUA manifestaram-se dia 2 de Agosto contra a ameaça de agressão ao Irão e contra as guerras imperialistas em curso no Iraque e no Afeganistão. As manifestações decorreram em Nova York, Cleveland, Detroit, Buffalo e 87 outras cidades dos EUA. Os media portugueses não deram esta notícia.
    Ver http://www.stopwaroniran.org/

    TEMPESTADE ATINGE DEUTSCHE BANK
    O poderoso Deutsche Bank AG anunciou uma redução do valor contabilístico do seus activos em mais de US$11 mil milhões, em consequência da crise financeira global. Até agora pensava-se, erradamente, que a nau capitania do sistema financeiro alemão saira incólume da crise. As perdas do Deutsche Bank ultrapassaram as do seu rival Credit Suisse Group AG, que atingiram os US$8 mil milhões.
    A notícia está em Deutsche Bank Writedowns .
    DEPUTADOS BRITÂNICOS DÃO O BOM EXEMPLO
    Na Casa dos Comuns, em Londres, deputados britânicos deram um bom exemplo aos parlamentos de todo o mundo: constituíram o Grupo Parlamentar de Todos os Partidos sobre o Pico Petrolífero (All Party Parliamentary Group on Peak Oil, APPGOPO). Este grupo parlamentar acaba de divulgar um importante relatório que merece atenção. Nas suas 21 páginas analisam-se os impactos políticos e económicos do Pico Petrolífero, o impacto da escassez de energia nos assuntos humanos, soluções possíveis, sistemas de energia alternativos, produção alimentar e a concepção de comunidades preparadas para a nova realidade energética. Vale a pena ler este documento.
    Quando a Assembleia da República portuguesa tomará consciência do Pico Petrolífero? Tal como o governo Sócrates, até agora a AR tem assobiado para o lado. O projecto sobre o Protocolo de Esgotamento (Projecto de Resolução Nº 164/X), apresentado pelo PCP, arrasta-se nos meandros do palácio de S. Bento desde Dezembro de 2006 e nunca mais chega a plenário.
    UM MILHÃO DE "TERRORISTAS"
    Já vai em um milhão de nomes a lista de nomes de terroristas a serem observados no império bushiano. A lista inclui membros do Congresso, freiras, heróis de guerra e outros com "carácter suspeito". Nos aeroportos e em outros lugares as pessoas na lista são retidas, interrogadas e vexadas.
    Ver notícia em ACLU .
    INFLAÇÃO & DEFLAÇÃO EM SIMULTÂNEO
    A situação económica é, provavelmente, inédita. Não há memória de manifestações de inflação e de deflação em simultâneo . Por um lado, sobem os preços do petróleo e dos alimentos (mesmo sem considerar a desvalorização acelerada do dólar americano). Por outro, verifica-se uma queda nos valores dos bens imóveis, de muitas empresas industriais (se fossem vendidas hoje já não valeriam o mesmo que há um ano atrás) e obviamente das bolhas nos mercados de acções e outros títulos. Mais: o fenómeno tem um carácter mais ou menos generalizado entre os países da OCDE.
    O capitalismo pode conviver muito bem com a inflação. As advertências frequentes que os banqueiros fazem contra a inflação não passa de conversa destinada ao grande público. Mas daquilo que realmente os preocupa eles nunca falam: é a deflação. A deflação introduz um risco sistémico. Empréstimos efectuados tendo como base uma garantia colateral de um determinado valor tornam-se menos seguros. Se o montante em dívida ultrapassar o valor depreciado da garantia, o tomador será tentado a abandonar a sua obrigação contratual.
    Tudo isso indica que o mundo está a entrar em águas ignotas. Há um grande trabalho de investigação a fazer.
    TRABALHADORES PORTUGUESES RESISTEM
    Manifestação de 28 de Junho em Lisboa. As manifestações nacionais promovidas pela CGTP-IN foram um êxito.
    Em mais de 20 cidades do país os trabalhadores manifestaram-se dia 28 de Junho contra a reforma das leis laborais promovida pelo governo neoliberal do sr. Sócrates.
    Em Lisboa, apesar do calor de mais de 30º C, a manifestação reuniu mais de 30 mil trabalhadores.
    Em conivência com a central sindical amarela da UGT, o governo e o patronato pretendem reverter em profundidade as conquistas dos trabalhadores portugueses.
    Tão grandiosas foram as manifestações que até os meios portugueses de desinformação, TV & jornais ao serviço do capital, foram obrigados a mencioná-las.
    Fotos da manifestação de Lisboa podem se encontradas aqui .
    AEROPORTO: O RECUO JÁ COMEÇOU
    Ainda que de uma forma tímida, encapotada e envergonhada, ilustres técnicos que defendiam a construção de um novo aeroporto para Lisboa já começaram a recuar nas suas posições. Nenhum deles, ainda, diz claramente que o novo aeroporto não deve ser construído. Por enquanto eles falam só em "faseamentos" e "flexibilizações" (ver Público ). No entanto, esta crise dos combustíveis era perfeitamente previsível e desde há muito tempo. Se estes ilustres técnicos lessem o resistir.info saberiam mais acerca do Pico Petrolífero e das suas consequências. E talvez chegassem à conclusão de que os investimentos que o governo prevê para infraestruturas rodoviárias também deveriam ser reanalisados.
    Mas a batalha contra o novo aeroporto ainda não está ganha e os jogos de interesses são muitos. Continua portanto a ser válido assinar a Petição contra a construção de qualquer novo aeroporto em Portugal .
    REJEITADO O TRATADO EUROPEU !!!
    Graças ao povo irlandês, a Europa foi salva do Tratado de Lisboa que lhe queriam impor. No referendo realizado dia 12 Junho a maioria do povo celta rejeitou este arremedo de constituição europeia, que em outra versão já fora rejeitado pelos povos francês e holandês.
    Em Portugal, o governo Sócrates deu o dito por não dito e recusou-se a efectuar um referendo popular por medo dos seus resultados. Nos demais países europeus, excepto a Irlanda, passou-se o mesmo: recusaram aos povos o direito de se pronunciarem contra a política neoliberal que se tentava plasmar num documento pseudo-constitucional.
    A notícia está em The Irish Times .
    Ver reacções em http://www.communistpartyofireland.ie/
    250 MIL MANIFESTAM-SE CONTRA O GOVERNO SÓCRATES
    Manifestação em Lisboa, 05/Junho/2008.
    Para ver mais fotos da manifestação clique aqui .
    "DEIXE O PETRÓLEO ANTES QUE ELE NOS DEIXE"
    O director da Agência Internacional de Energia (AIE) da OCDE, Fatih Birol, declarou que "O mundo pode ficar desprovido de petróleo mais rapidamente do que o esperado – o perigo de uma escassez de oferta está a aumentar", afirmou.
    O director da AIE considerou que neste momento estão a faltar 12,5 milhões de barris por dia, cerca de 15% da procura global de petróleo. "Este fosso significa que poderíamos enfrentar uma escassez de oferta e preços muito altos durante os próximos anos", explicou.
    A edição do World Energy Outlook, publicada em Novembro de 2007, prevê que o declínio rápido da produção de petróleo será a taxas entre 3,7 e 4,2 por cento ao ano.
    A entrevista de Fatih Birol está em Energy Bulletin .

    BARRIL CHEGA AOS US$118,
    MAS GOVERNO FINANCIA FÓRMULA 1

    Dia 22 de Abril a cotação WTI do barril do petróleo atingiu os 118 dólares. Por sua vez, a cotação do Brent no mesmo dia atingiu um máximo de US$116,67.

    Pois é nestas alturas que o governo Sócrates resolve gastar 2 milhões de euros do dinheiro dos contribuintes para subsidiar, a fundo perdido, um corredor de Fórmula 1. É o que se chama um subsídio errado, num momento errado e a transmitir a mensagem errada de gastar ainda mais petróleo, No entanto, o secretário de Estado que o concedeu classifica tal desperdício de dinheiros públicos como "acto normal" .

    A centralidade do Pico Petrolífero não é uma questão de somenos importância. O novo Plano Nacional de Acção para a Eficiência Energética , agora anunciado pelo governo Sócrates, não corresponde de forma alguma à magnitude dos problemas que terão de ser enfrentados nos anos pós-Pico.

    Não é com as medidas triviais preconizadas nesse plano, como substituição de lâmpadas de filamento por lâmpadas económicas e quejandas, que se resolverão os graves problemas energéticos portugueses – em particular no sector dos transportes.
    Seria aconselhável que os responsáveis pela energia neste governo estudassem o Paradoxo de Jevons a fim de entender porque aumentos de eficiência energética conduzem a aumentos do consumo total de energia.
    A CENTRALIDADE DO PICO PETROLÍFERO
    A questão do Pico Petrolífero é central, pois determina todas as outras. Isto é importante, em particular e sobretudo, na questão dos grandes investimentos públicos. Trata-se de despesas muitíssimo vultosas, elas provocam dívidas que comprometem não só a geração actual como gerações futuras.
    Este governo prevê investimentos colossais – como novo aeroporto, TGV e agora um terceiro atravessamento do Tejo – que não podem ser suportados pela combalida economia portuguesa. Além de serem investimentos que não se destinam a aumentar a capacidade de produção nacional, eles estão a ser decididos sem que sequer se tente antever o que virá a ser o mundo pós Pico Petrolífero.
    Gastar recursos em activos fixos que estimulam o tráfego rodoviário, aumentam o consumo de petróleo e dentro de poucos anos ficarão sub-utilizados é má utilização de recursos públicos.
    Muitos empreiteiros ganharão com isso, mas a sociedade como um todo perderá. Tais erros terão de ser pagos no futuro.
    NÃO À PRIVATIZAÇÃO DA ÁGUA
    . A luta em defesa da água pública é mais necessária do que nunca.
    Os interesses privatizadores atacam em Portugal.
    A água é de todos.
    Diga não à privatização.
    Assine a petição on line promovida pela Associação Água Pública .
    DOIS PARTIDOS
    "Dois partidos (...), sem ideias, sem planos, sem convicções, incapazes (...) vivendo ambos do mesmo utilitarismo céptico e pervertido, análogos nas palavras, idênticos nos actos, iguais um ao outro como duas metades do mesmo zero, e não se amalgando e fundindo, apesar disso, pela razão que alguém deu no parlamento, – de não caberem todos duma vez na mesma sala de jantar (...)".
    Não, o texto acima não se refere ao PS e ao PPD/PSD. É de Guerra Junqueiro e foi escrito em 1896.
    PROMOÇÃO DO FEUDALISMO TIBETANO
    A promoção do feudalismo tibetano continua a desenrolar-se, sob o alto patrocínio da CIA. Os actuais protestos no Tibete, em ligação com os Jogos Olímpicos na China, haviam sido planeados e discutidos em Julho de 2007 em Nova Delhi sob a égide do embaixador estado-unidense, do sr. Jamyang Norbu que se apresenta como escritor exilado e desse bandalho do Dalai Lama que se apresenta como "líder espiritual" do Tibete. O objectivo era fazer mais uma das revoluções coloridas , ao estilo da CIA. A seguir àquela reunião a sra. Paula Dobriansky , sub-secretária de Estado dos EUA, neocon membro do PNAC, efectuou uma visita ao sr. D. Lama para coordenação. A dita sra. Dobriansky já estivera envolvida nas tais 'revoluções coloridas' na Europa do Leste. Promover revoltas com a cobertura do governo americano é uma actividade muito rentável para alguns.
    A estratégia delineada em N. Delhi previa uma marcha de exilados e protestos dentro do Tibete, sempre com financiamento ciático. Está tudo a ser seguido ao pé da letra. A orquestração nos media que se dizem "de referência" não podia, é claro, deixar de faltar.

    100 MIL PROFESSORES MANIFESTAM-SE
    CONTRA O GOVERNO SÓCRATES

    Terreiro do Paço, 8 de Março.
    OBSCENIDADE
    Tony Blair, o criminoso que foi co-responsável pela morte de um milhão de pessoas no Iraque, irá ensinar religião na Universidade de Yale. O ex primeiro-ministro britânico aguarda nomeação. O presidente daquela universidade estado-unidense, sr. Levin, assevera ser "essencial que exploremos como os valores religiosos podem ser canalizados para a reconciliação e não para a polarização".
    A notícia está no Guardian .
    "SOMOS MUITOS, MUITO MAIS DE CINCO MIL"
    Pelo menos 60 mil pessoas participaram da Marcha pela Liberdade e a Democracia, em Lisboa, dia 1 de Março. A cabeça da manifestação entrou na Rua de O Século às 15h00 e até às 16h20, durante uma hora e 20 minutos, os manifestantes estiveram a passar por ali. Em frente ao Tribunal Constitucional, na R. de O Século, os militantes do PCP exibiram os seus cartões do Partido e clamaram em uníssono: "Somos muitos, muitos mil, muito mais de cinco mil". Foi uma contestação frontal à política pidesca do governo Sócrates, que tem a pretensão de fazer com que o ministério da polícia vasculhe os ficheiros do Partido a fim de verificar se tem o número mínimo de cinco mil inscritos.
    Chegada ao Rossio.
    Clique aqui para ver mais fotos da manifestação.

  • A DESINFORMAÇÃO DO BARCLAYS
    A desinformação acerca do preço do petróleo faz-se de maneiras subtis. Uma delas é a das previsões fantasiosas. O banco Barclays, por exemplo, previu um preço do barril a US$137 em 2015 . Mas se já daqui a 12 meses o mercado de futuros de N. York cota o barril a US$129, como é que seis anos depois o preço seria só de US$137? Chama-se a isso mistificação.
    11/SET: COSSIGA NÃO TEM DÚVIDA QUANTO AOS AUTORES
    "Fazem-nos crer que Bin Laden teria confessado o ataque do 11 de Setembro 2001 às duas torres em Nova York – quando de facto os serviços secretos americanos e europeus sabem perfeitamente que este ataque desastroso foi planificado e executado pela CIA e pelo Mossad, a fim de acusar os países árabes de terrorismo e poder assim atacar o Iraque e o Afeganistão", afirmou Francesco Cossiga, ex-Presidente da Republica Italiana, em declarações ao Corriere Della Sera.
    In Voltaire Net.
    UMA REACÇÃO SAUDÁVEL
    A comunidade científica portuguesa começa a reagir ao embuste do chamado "aquecimento global de origem antropogénica". Primeiro foi o Prof. Delgado Domingos , cientista com um curriculum vitae impressionante, que se distanciou dos alarmistas do clima. O Power Point da sua mais recente intervenção pode ser descarregado aqui .
    Agora é o Prof. Corte Real, o decano dos climatologistas portugueses, que em entrevista ao Expresso afirma sem rodeios: "Não estamos à beira de qualquer catástrofe".
    Trata-se de reacções saudáveis e corajosas de dois cientistas eminentes que se dispuseram a arrostar a ira dos fanáticos do "aquecimentismo". Esta ideologia, endossada pelo governo Sócrates, já ganhou foros de verdade científica nos meios de desinformação portugueses.
    DIRECTOR DA CIA DEFENDE SIMULAÇÃO DA ASFIXIA PARA INTERROGAR
    O director dos serviços secretos estado-unidenses (CIA), Michael Hayden, defendeu no Congresso dos EUA a utilização do waterboarding, denominação em inglês da simulação de asfixia por meio de água. O sr. Hayden considerou esta técnica de interrogatório como "necessária, ainda que provavelmente não seja legal" (sic).
    REALIDADE E FICÇÃO
    Os "aquecimentistas" globais juram a pés juntos que a temperatura do mundo está a aumentar. Com base nessa crença conseguem dos governos que lhes financiem passeios a Bali e outros lugares turísticos a fim de assistir às conferências do IPCC. E com base na crença no diabolismo do dióxido de carbono (CO2) os mais espertos arquitectam polpudos negócios relativos aos direitos de emissão. Por sua vez, os media que arrogantemente se auto-classificam como "referência" (do quê?) instilam o medo na opinião pública quanto a supostas tragédias que estariam para acontecer (alteamento dos mares, derretimento dos pólos, etc). A ignorância científica é tamanha que alguns até dizem que o CO2 seria um "poluente". Mal sabem tais escrevinhadores que cada vez que expiram estão a deitar CO2 cá para fora (ainda não se atreveram a recomendar que parássemos de respirar, por enquanto).

    No entanto, a realidade acaba por se impor às ficções (muitas delas interessadas) dos "aquecimentistas". Agora o artigo de um investigador português, Luís de Sousa , acaba de mostrar que na verdade a temperatura em muitas partes do mundo está a arrefecer. O seu artigo mostra que houve quedas de neve inéditas em Buenos Aires, Bagdad, norte da Arábia Saudita e em muitas outros lugares, bem como o espessamento do gelo no Árctico. A sua investigação empírica corrobora a tese do grande climatologista Marcel Leroux, que dissecou o aquecimento global classificando-o como uma impostura científica .

    Na verdade, a grande tragédia do mundo é a ignorância dos políticos que o governam — desde Al Gore até aqueles cá do burgo lusitano. Quanto tempo e quanto dinheiro não foi e continua ser desperdiçado no combate ao dito aquecimento global e às emissões de CO2? Tais recursos poderiam ter sido bem aplicados a problemas reais como o combate a emissões realmente nocivas para os seres humanos a exemplo do SO2, dos NOx e outros poluentes

    Por outro lado, verifica-se que o aparente arrefecimento do mundo detectado por Luis de Sousa irá coincidir no tempo com o Pico máximo da produção petrolífera mundial que está a ser atingido neste momento. Esta gente preparou o mundo para o aquecimento global e não o preparou para o Pico Petrolífero. Mas, tal como uma vingança da natureza, verifica-se uma onda de frio no exacto momento em que se inicia a escassez do principal combustível que permite o aquecimento.
    SHELL RECONHECE O PICO PETROLÍFERO
    O presidente da Royal Dutch Shell reconheceu explicitamente o pico petrolífero da produção, mas só para daqui a sete anos. "Depois de 2015, a oferta facilmente acessível de petróleo e gás provavelmente já não acompanhará a procura", afirmou em comunicado público.
    Ver o comunicado no sítio web da Shell .
    EXPLODIR AS MURALHAS DO APARTHEID ! A muralha derrubada.
    As muralhas do apartheid impostas pela sanguinária entidade sionista ao povo palestino começaram a ser explodidas em Gaza!
    Com árduos trabalhos, utilizando ferramentas de oxi-acetileno para o corte do aço, na mais rigorosa clandestinidade, dia 23 militantes do Hamas conseguiram destruir parcialmente a muralha de betão armado que isola 1.500.000 de pessoas do resto do mundo.
    O genocídio perpetrado pela entidade sionista contra o povo de Gaza agravou-se nas últimas semanas com o corte do fornecimento de electricidade e alimentos. Com esta acção recebe agora resposta dos seus combatentes. Solidariedade com o povo palestino, não ao silenciamento da opressão, não ao apartheid.
    Ver também:
  • A conivência europeia com Israel no genocídio palestino
  • Declaração da FDLP .
    PETRÓLEO IRAQUIANO PARA REFUGIADOS IRAQUIANOS
    Iniciativa Iraquiana Internacional sobre Refugiados. As receitas do petróleo iraquiano devem ser destinadas aos refugiados iraquianos. Mais de 4,5 milhões de iraquianos – um quinto da população – foi deslocada dentro e fora do país devido à ocupação e aos governos ali instalados desde a invasão ilegal em 2003.
    A comunidade internacional, os poderes ocupantes e o governo no Iraque devem legalmente apoiar e proteger os refugiados iraquianos. Os refugiados são cidadãos iraquianos iguais aos outros e têm o pleno direito de viver com dignidade, de beneficiar igualmente dos recursos nacionais e de retornar aos seus lares.
    O Conselho de Segurança das Nações Unidas tem o poder e o dever legal de assegurar que as necessidades dos refugiados iraquianos sejam atendidas. Basta aprovar uma resolução a exigir que o estado iraquiano destine receitas a agências responsáveis e aos países que abrigam os refugiados.
    Assine a petição on line.
    NOVO AEROPORTO
    O governo anunciou dia 10 de Janeiro que se decidiu por outra localização para o novo aeroporto, agora em Alcochete. Poucos, quase ninguém (com a excepção notável do Dr. João Soares) referiu-se ao problema real que está a montante do da localização:   será que Portugal precisaria realmente de um novo aeroporto?
    Seja como for, no mundo pós-Pico Petrolífero o mais provável é que tal obra nunca venha a avançar. Quando, nos próximos anos, o preço do barril de petróleo subir às centenas de dólares as apetências privadas pelo sector aeroportuário tenderão a desvanecer-se. Para daqui a 12 meses o mercado de futuros em N. York já regista um preço de US$ 122. Qual será ele daqui a 24, 36 ou 48 meses?
    Sucatear o já existente Aeroporto da Portela, um investimento colossal feito ao longo de gerações, é algo próprio de selvagens. É característico desta fase autofágica do capitalismo, em que tem de destruir o que já existe a fim de proporcionar lucros aos negócios do capital monopolista.
    Assim, continua a ser válido assinar a Petição contra um novo aeroporto .
    UMA PERSONAGEM SOMBRIA
    Clique com o botão direito do rato para descarregar.
    Esta biografia, com 260 páginas, é o resultado do trabalho de investigação de Joseph Contreras, correspondente da revista. Newsweek. Ela revela a trajectória de um indivíduo que se guindou do narcotráfico à presidência da Colômbia.
    Para descarregar o livro (em castelhano) clique aqui com o botão direito do rato e faça Save As... (PDF, 1216kB).

    UMA ADIVINHA
    O presidente A propõe uma nova Constituição e submete-a à votação do seu povo.
    O presidente B também propõe uma Constituição. Quando uma parte do povo diz não, cessa a votação. Um pouco mais tarde, esta mesma Constituição é imposta — mas sem votação.
    Qual dos dois é o democrata? Erraram todos.
    O primeiro presidente chama-se Chávez e portanto é um populista e um ditador.
    O segundo presidente chama-se Sarkozy e União Europeia e portanto estes são democratas.
    Viva a democracia!

    A adivinha é de Michel Collon .
    A HISTÓRIA SECRETA DO MERCADO "LIVRE"
    Para assistir "The Schock Doctrine", baseado no livro de Naomi Klein, clique
    http://www.youtube.com/watch?v=cvG0gbvZ4tY
    (legendas em castelhano).


    QUEM SALVA O SALVADOR?
    O banco britânico Northern Rock esteve à beira da falência, severamente afectado pela crise financeira estado-unidense. Para a sua sobrevivência o Banco da Inglaterra teve de dar-lhe um empréstimo de emergência no montante de 23 mil milhões de libras (32 mil milhões de euros]. Agora anuncia-se que o Banco da Inglaterra poderá não voltar a ver esse dinheiro: os srs. administradores do Northern Rock transferiram a dívida hipotecária do banco para uma sociedade offshore por ele controlada. O Banco da Inglaterra perdeu assim a garantia colateral para fazer valer os seus direitos. Assim vão as finanças capitalistas mundiais. A crise ainda vai no adro.
    A notícia está em Jornal de Negócios .
    Adenda notável:
    A augusta revista britânica The Economist já defende a nacionalização!
    "Este jornal, para dizer suavemente, nunca foi um fan da nacionalização. Mas com o Northern Rock isto parece crescentemente como a opção menos má do ponto de vista do contribuinte (a menos que apareça um comprador crível). Em qualquer caso, o dano está semi-feito: o Estado já possui realmente um bocado dele" (sic), afirma a publicação. Ver em The Economist .
    THE WALL STREET JOURNAL RECONHECE O PICO
    "O mundo está a aproximar-se praticamente do limite do número de barris de petróleo bruto que podem ser bombeados a cada dia", admitiu na primeira página The Wall Street Journal, principal porta-voz do capital financeiro.
    A notícia está em Oil Officials See Limit Looming on Production .
    Durante longo tempo aquele jornal omitiu tal informação, desinformando os seus leitores com notícias irrelevantes de descobertas no deep-offshore (ignorando o custo da extracção em águas profundas) ou da recuperação de petróleo de areias betuminosas (ignorando o custo energético do vapor para extraí-lo).
    Tal omissão e desinformação — praticada pela generalidade dos media que se dizem "de referência" — não abona a credibilidade da imprensa corporativa. O problema mais importante com que se depara a humanidade foi até agora sistematicamente omitido, ou escondido, por estes media.
    Depois deste reconhecimento explícito só falta os provincianos media portugueses, com pretensões a serem "referência" (do que?) começarem a falar do Pico Petrolífero. Acreditarão eles que o silenciamento que praticam altera a realidade física do começo do fim do petróleo? Ou será que aguardam autorização dos que lhes pagam a publicidade?
    BP, CONOCO E AIE TAMBÉM RECONHECEM O PICO
    Após o presidente da Total, na semana passada, mais dois presidentes de grandes empresas petrolíferas – BP e CONOCO – vieram agora a público para emitir firmes advertências de que o Pico Petrolífero está a acontecer neste momento.
    Além disso, o economista chefe da Agência Internacional de Energia (AIE) – a mesma organização da OCDE que dizia haver "petróleo mais do que o suficiente" – confirmou-o numa entrevista pessimista ao Financial Times .   A notícia está em Energy Bulletin .
    A primeira condição para enfrentar um problema é reconhecer que ele existe. Mas o governo português ainda não reconheceu a realidade do Pico Petrolífero. É impossível, assim, começar a tomar as medidas necessárias a fim de preparar o país para o choque petrolífero que se anuncia. Elas tornam-se cada vez mais urgentes a cada dia que passa.
    Os sinais até agora emitidos pelas entidades governamentais, pelos media ditos 'de referência' e pelos principais partidos políticos desinformam o país e impedem os operadores económicos, públicos ou privados, de adoptarem decisões correctas em matéria de investimento. O défice de entendimento no presente terá consequências graves no futuro.

    O PICO, O TUPÍ E A ILUSÃO
    Os negacionistas do Pico Petrolífero ficaram muito entusiasmados com a recém-anunciada descoberta do campo Tupí, no deep-offshore brasileiro. Segundo o porta-voz da Petrobrás, as suas reservas possíveis (ainda não provadas) seriam da ordem dos 8 x 109 barris. Entretanto, admitindo que toda esse petróleo pudesse ser extraído até à última gota, tal quantidade equivaleria a apenas 94 dias do presente consumo mundial. Os negacionistas do pico não podem, portanto, embaiderar em arco. De mais a mais, a produção comercial do Tupí só poderá ter início por volta de 2012 e o Pico Petrolífero está a ser agora.
    DECLÍNIO DA AVIAÇÃO APÓS O PICO PETROLÍFERO
    Clique a imagem para ver o documento completo.
    Após o Pico Petrolífero é expectável um declínio da ordem dos 25% a 50% na aviação mundial, segundo a intervenção de Roger Bezdek na conferência da ASPO-USA em Outubro p.p.
    Clique a imagem para ver esta comunicação.
    É necessário impedir o projecto ruinoso do novo aeroporto em Portugal.

    GOVERNO DOS EUA RECONHECE O PICO PETROLÍFERO
    Numa série de posters agora publicados, o Departamento da Energia (DOE) dos EUA reconhece finalmente a realidade do Pico Petrolífero. Eles podem ser descarregados aqui .

    O poster referente ao pico – Peak Oil-The Turning Point – menciona as datas previstas por diversos peritos, sem que o DOE endosse qualquer delas.

    Agora só falta o governo português reconhecer a existência do Pico. A autorização de Washington já foi dada. Será preciso também uma autorização de Bruxelas?

    Por outro lado, os media portugueses que omitem sistematicamente a expressão "Pico Petrolífero" – ou seja, escondem do público a sua existência – agora talvez comecem a utilizar tal expressão. Veremos até onde vai a política da desinformação por eles praticada.

    MAIS DE 200 MIL MANIFESTANTES EM LISBOA
    A manifestação nacional da CGTP-IN foi um êxito. Mais de 200 mil trabalhadores concentraram-se em Lisboa para protestar contra a política social do governo.
    Clique aqui para ver o vídeo da manifestação e aqui para ver a foto-reportagem .

    ENDIVIDAMENTO E PROJECTOS MEGALÓMANOS
    Portugal vive sob o signo do endividamento geral.   Endividamento externo (€ 307,67 mil milhões) , endividamento do Estado, endividamento das famílias, endividamento das empresas, endividamento das municipalidades (e agora querem que também os estudantes universitários fiquem endividados junto à banca).
    Por outro lado, inicia-se agora no centro do império uma crise financeira de proporções globais. E, tal como previsto, inicia-se também a primeira fase (ainda suave) do mundo pós Pico Petrolífero.
    Contudo, apesar deste panorama sombrio, o governo Sócrates insiste em lançar os projectos megalómanos e desnecessários do novo aeroporto e do TGV. Tais projectos deveriam ser enterrados definitivamente.
    O investimento público continua a ser necessário e importante, mas há que haver selectividade na escolha dos projectos. O país precisa de investimentos reprodutivos e deveria esgotar o seu potencial hidroeléctrico o mais rapidamente possível — antes que se aprofundem demasiado as consequências do Pico Petrolífero. É imperioso racionalizar com urgência o energívoro sector dos transportes.   Mas aparentemente este governo só se preocupa com efeitos mediáticos, obras de fachada e projectos megalómanos.
    Lucidez, precisa-se.
    DO FRACASSO IDEOLÓGICO AO FRACASSO FACTUAL
    O neoliberalismo fracassou há muito no plano ideológico. A prova disso é que as políticas económicas neoliberais têm de ser impostas aos povos através das artes do engano e da mentira. Basta ver o caso português, onde uma feroz política anti-trabalho está a ser aplicada pelo governo de um partido que se diz socialista. Mais flagrante ainda é o caso do Brasil, onde a aplicar a política económica imposta pelos credores da Wall Street está um presidente que até já foi operário. Quando eles têm de usar máscaras 'de esquerda' para executar políticas de direita estão a passar um atestado de falência à ideologia que realmente aplicam.
    Entretanto, nada disto é grande novidade. A novidade está em que as políticas neoliberais agora começam a estalar também no plano factual. A gigantesca ruína do sistema financeiro dos EUA é uma consequência directa das políticas de desregulação iniciadas pelo governo Reagan. Elas conduziram o sistema financeiro estado-unidense ao desastre, além de muitas estruturas sociais ali existentes (saúde, educação, transportes, infraestruturas, etc). Esta crise sistémica – intrínseca ao capitalismo neoliberal – contagia agora os sistemas financeiros de todo o mundo, com pesadas consequências para todos o povos. Ela mal acaba de começar. Nos próximos tempos veremos os seus desenvolvimentos.
    A terceira crise anunciada é a do mundo pós Pico Petrolífero. O Pico já terá sido atingido ou está a sê-lo agora (antes de 2009 ou 2010, seguramente). Como será a conjugação das duas crises? Que consequências trará para a humanidade? Tudo indica que é o momento de tocar todas as campainhas de alarme. Enterrar o neoliberalismo e com ele o capitalismo é uma condição imperiosa de sobrevivência.
    GOVERNO DOS EUA:   BURNING PLATFORM
    Num discurso sombrio, o contabilista geral dos EUA, David M. Walker, afirmou que o governo federal se encontra numa "plataforma a arder" e que o modo actual de conduzir os seus assuntos é inaceitável por muitas razões.
    O General Comptroller destacou as seguintes:
    "-Tendências fiscais passadas e desafios de grande amplitude
    "-Tendências escolhidas e desafios que não têm fronteiras
    "-Exigências de recursos adicionais devido ao Iraque, Afeganistão, necessidades acrescidas de segurança interna e desastres naturais verificados nos EUA
    "-Numerosos desafios de alto risco quanto ao desempenho/contabilidade do governo
    "-Estruturas, políticas e práticas ultrapassadas do governo federal ".
    O seu discurso está em http://www.gao.gov/cghome/d071189cg.pdf .
    PORTUGAL, CAMPEÃO EUROPEU DA DESIGUALDADE
    Clique para ampliar.
    As políticas económicas neoliberais executadas em Portugal desde há muitos anos – intensificadas pelo governo Sócrates – reflectem-se nos indicadores estatísticos.

    Os dados agora revelados pelo Eurostat, o serviço estatístico da União Europeia, mostram que Portugal já é o campeão europeu da desigualdade na distribuição do rendimento nacional: tem o pior Coeficiente de Gini do continente. Clique a imagem para ampliá-la.

    11.400 MILIONÁRIOS EM PORTUGAL
    Em 2006 o número de portugueses com patrimonio superior a um milhão de euros (excluindo a habitação principal) subiu para 11.400, revela o Jornal de Negócios . O crescimento do número de milionários deve-se sobretudo à especulação nas bolsas, acrescenta o jornal. A notícia não diz como ficou a repartição do rendimento nacional após esta subida no número de milionários.
    GREVE GERAL DE 30 DE MAIO:
    PARARAM 1.400.000 TRABALHADORES

    O balanço efectuado agora pela CGTP-IN mostra que 1.400.000 trabalhadores estiveram envolvidos na Greve Geral de 30 de Maio. Ver a resolução emitida dia 5 pela central sindical.
    OS RESULTADOS REAIS
    Apesar das mistificações apregoadas pelo governo do sr. Sócrates, com números martelados, a Greve Geral de 30 de Maio foi um êxito.
    Para obter uma informação mais precisa consulte:
    http://grevegeral.pcp.pt/
    http://www.dorl.pcp.pt/
    http://grevegeral.net/index.php
    adesao_17h47_net.pdf

    VENEZUELA ABANDONA FMI & BM !
    O presidente Hugo Chávez anunciou dia 1º de Maio que a Venezuela sairá do FMI e do Banco Mundial. "Não nos fazem falta nenhuma estes organismos", declarou. O presidente recordou que durante vários anos os salários mínimos estiveram congelados, mesmo quando a inflação chegava aos 100%, devido aos mecanismos exploradores do capitalismo selvagem e dos ditames do Fundo Monetário Internacional. "Vinham à Venezuela. Aqui não havia governo. Quanta gente não morreu à espera que se reconhecessem as suas míseras pensões? Isso sim era uma ditadura", considerou o presidente Chávez.
    A notícia está em
    Agência Bolivariana de Notícas .
    BP QUER AGRAVAR OS MAIS POBRES
    Faz parte do b-a-bá da política fiscal que os impostos indirectos são mais injustos do que os directos. Os indirectos penalizam todos por igual, ricos ou pobres. O directos podem ser modulados por escalões e por isso, em princípio, podem ser menos injustos. Este truísmo elementar é arqui-conhecido e consta em praticamente todos os manuais de política fiscal. Por isso, não lembra ao diabo a ideia de extinguir impostos directos (como o IRC e IRS) e substituí-los pelo aumento do principal imposto indirecto, o IVA. Mas é exatamente isso o que propõe uma economista do Banco de Portugal em documento publicado por aquela instituição: Efeito sobre a equidade de um aumento do Imposto sobre o Valor Acrescentado . É preciso arrojo para falar em equidade numa tal proposta. Nem o governo Bush teve este atrevimento.

    PETIÇÃO ON LINE
    Chega de elefantes brancos!
    Assine a petição on line para impedir a construção de qualquer novo aeroporto em Portugal (seja qual for a sua localização):

    http://www.PetitionOnline.com/naoaerop/petition.html

    Ver também:
  • A produção de jet fuel e a dispensabilidade de novos aeroportos , de John Busby.
  • Peak Oil: A crise global que se aproxima e o declínio da aviação , de Alex Kuhlman.
  • Esgotamento do petróleo, tráfego aéreo e construção de novos aeroportos , de John Busby.
  • O Novo Aeroporto de Lisboa e a escassez de petróleo , de Demétrio Carlos Alves.
  • Novo aeroporto: O falso problema e o verdadeiro , de Jorge Figueiredo.



  • BÉLGICA PROÍBE MUNIÇÕES E BLINDAGENS DE URÂNIO
    A Bélgica foi o primeiro país do mundo a banir as armas de urânio empobrecido!
    A Comissão de Defesa Nacional da Câmara belga votou por unanimidade, a 7 de Março, a proibição da utilização de "munições inertes e placas de blindagem" de urânio empobrecido no território belga. Em 22 de Março a lei foi aprovada pelo Parlamento, com o voto unânime de todo o espectro político.
    Os deputados concordaram em que a fabricação, utilização, armazenagem, venda, aquisição, fornecimento e trânsito destes sistemas de armas convencionais deveria ser proibido. No último minuto a palavra "armas" foi apagada para garantir que a proposta de lei não abrangesse as bombas termonucleares estado-unidenses armazenadas na base da Força Aérea de Kleine Brogel.
    A Assembleia da República e o governo português, que está sempre a louvar as realizações europeias, têm aqui um excelente exemplo a seguir.
    A notícia está em Belgium Bans Uranium Weapons and Armour . A imprensa portuguesa que se diz "de referência" ignorou-a.
    CRIMES ECONÓMICOS CONTRA OS POVOS
    O milho, desde sempre, constituiu a base alimentar do povo mexicano. Até a entrada no NAFTA (Acordo de Livre Comércio da América do Norte), o México era um país com soberania alimentar: a sua produção interna de milho era suficiente para atender às necessidades do seu povo. A partir do NAFTA, a produção interna mexicana foi arruinada pelas importações do milho dos Estados Unidos. O milho mexicano não podia competir com os preços subsidiados dos produtores estado-unidenses. Isto, só por si, provocou uma tragédia de desemprego e desertificação rural, forçando à emigração maciça de camponeses empobrecidos para os EUA — muitas vezes de forma ilegal e com riscos de vida.
    O segundo capítulo desta triste história foram aumentos de preços brutais. Entre Janeiro/2006 e Janeiro/2007 a cotação do milho subiu 60,8 por cento, impossibilitando a milhões de mexicanos o acesso ao seu alimento básico. É a questão das "tortilhas", mencionada por alguns media portugueses como se fosse algo pitoresco e sem situá-la no contexto histórico. E por que subiu tanto e tão de repente o preço do milho? Resposta: porque nos EUA estão a desviar milho para a produção de bioetanol, um substitutivo da gasolina.
    Algumas lições que já se podem extrair desta história em desenvolvimento:
    1) O neoliberalismo económico conduz a desastres e as suas vítimas são os povos;
    2) A integração no NAFTA foi e é uma tragédia para o México, sob muitos aspectos;
    3) A perda de soberania alimentar de um país provoca riscos acrescidos para o seu povo;
    4) É demagógico e anti-ético desviar a produção de alimentos para a fabricação de mixórdias combustíveis, apregoadas como energia "renovável" por pseudo-ecologistas interessados no seu próprio business (isto vale também para Portugal);
    5) Além de demagógico, é de uma inanidade absoluta tentar substituir petróleo por biocombustíveis líquidos. No caso português, por exemplo, jamais será possível substituir uma fracção minimamente significativa do petróleo consumido – 18,3 milhões de toneladas/ano – por combustíveis de origem vegetal;
    6) As tentativas de promover os biocombustíveis líquidos, cumprindo Directiva da UE, estão a gerar uma procura de biodiesel que provoca verdadeiras tragédias no Terceiro Mundo.
    7) Nem sequer o ambiente urbano chega a ser beneficiado com tais medidas. Não é porque se mistura 5 por cento de biodiesel ao gasóleo, como em Portugal, que as emissões poluentes reduzem-se algo que se sinta.
    8) No mundo pós Pico de Hubbert deve-se constatar sem rodeios que o petróleo não pode ser substituído. A humanidade terá de reduzir o seu consumo energético. Para conseguir isso de um modo racional e humano, um bom princípio é a adopção do Protocolo do Esgotamento . Quanto mais tempo o mundo ignorar o problema do esgotamento mais ele se agravará e piores serão as consequências futuras. Ver a propósito o Projecto de Resolução Nº 164/X , publicado no Diário da Assembleia da República, 2ª série, 20/Dezembro/2006.
    COMPREENDER A FUNÇÃO EXPONENCIAL
    Compreender a função exponencial é uma tarefa urgente para a humanidade. Todos deveriam entendê-la, a principiar pelos políticos. Assim, não seria repetida tão frequentemente a lenga lenga mistificatória do "sustentável". Como mostrou Jared Diamond, em Collapse , a extinção de muitas civilizações deveu-se à não compreensão do que é uma função exponencial. O vídeo abaixo (em castelhano) é a reprodução de uma conferência do Dr. Albert A. Bartlett, da Universidade do Colorado. Para assistir ligue o alto-falante e clique sobre a imagem:
    Clique a imagem.
    IMPOSTURA E MISTIFICAÇÃO
    O imperialismo agita falsos problemas para esconder os verdadeiros, por ele próprio provocados. O envenenamento do planeta com urânio empobrecido caminha a passos largos. Centenas de toneladas deste veneno químico, físico e radiológico já foram ou continuam a ser espalhados no Iraque, Afeganistão, Líbano e antiga Jugoslávia. O urânio empobrecido tem uma semi-vida de muitos milhões de anos e não será possível limpá-lo da face da Terra. O dano é irreversível. O imperialismo e os seus acólitos, como Israel e a Grã-Bretanha, estão a praticar uma política de extermínio da vida no Planeta Terra. Como afirma Leuren Moret , basta uma tempestade de areia no Iraque para que num par de dias esse pó com efeitos teratogénicos esteja na estratosfera, sobre a Europa e os Estados Unidos.
    Contudo, este problema vital para os destinos de todas as espécies existentes no nosso planeta está absolutamente ausente dos medias corporativos que se proclamam "de referência". É como se não existisse. Eles mentem-nos por omissão. O silenciamento é deliberado. São cúmplices da catástrofe ecológica e biológica agora em curso, provocada pelo militarismo ensandecido dos EUA.
    Mas o que nos diz a desinformação praticada pelos tais medias auto-proclamados "de referência"? Entretem-nos com tretas, enganam-nos com mistificações em escala maciça. É o caso da impostura do aquecimento global , de que nos despejam doses cavalares. Fazem terrorismo com um problema inventado e escondem aqueles realmente existentes, e gravíssimos, como o envenenamento planetário pelo depleted uranium. Por sua vez, políticos tão ignorantes quanto os jornalistas que escrevem tais estórias, fartam-se de repetir as ladainhas do International Panel of Climate Change (IPCC).
    Ainda agora, o sr. Al Gore produziu um filme a propagandear o dito "aquecimento global" (confundindo problemas climatológicos com problemas ambientais). Mas este senhor – que posa como progressista e foi candidato à presidência dos Estados Unidos – nunca abriu a boca contra as invasões do Iraque, do Afeganistão, do Líbano, da ex-Jugoslávia, com todo o seu cortejo de crimes de lesa humanidade.
    A barragem avassaladora da desinformação provoca um défice de consciência quanto aos problemas reais que estão em causa. Não é nada fácil combate-lo.
    NÃO AO SILENCIAMENTO DO MASSACRE
    .
    Os crimes da entidade sionista contra o povo palestino continuam. E os media que se dizem "de referência" continuam a silenciá-los. Ou, pior ainda, a apresentar como uma guerra legítima aquilo que é um massacre unilateral contra um povo desarmado. O Centro Palestino pelos Direitos Humanos relata hora a hora a ofensiva assassina da tropa israelense, efectuada com o apoio do governo bushista. Ver em
    http://www.pchrgaza.org/

    OS ESQUADRÕES DA MORTE NO IRAQUE
    Quem está por trás dos esquadrões da morte no Iraque? Este flash movie mostra quem são os seus autores intelectuais e como a sua experiência ganha na América Central foi transportada para aquele martirizado país:
    http://www.cryingwolf.deconstructingiraq.org.uk/index.html
    BOMBAS NUCLEARES
    Clique aqui para assistir à simulação das consequências de um ataque ao Irão com bombas nucleares anti-bunker (Nuclear Bunker Buster Bomb), feita pela Union of Concerned Scientists.

    OS MEDIA DELES NÃO MOSTRAM ESTAS IMAGENS
    Já há cerca de 17 mil mutilados estadunidenses da guerra do Iraque. No entanto, os media corporativos não os mostram. Nos EUA, ou em Portugal, é como se não existissem. Os media pasteurizados da classe dominante esmeram-se na arte da desinformação e do encobrimento da realidade.
    As imagens destes pobres mutilados, recrutados entre as classes sociais baixas dos EUA, são chocantes. Elas mostram o custo humano da guerra bárbara que o imperialismo desencadeou no Iraque. Mas, ao serem vistas, não se deverá esquecer que as principais vítimas destes três anos de guerra estão entre o heróico povo iraquiano e não na tropa agressora. As imagens estão em:
    http://www.voltairenet.org/article136827.html
    (impróprio para pessoas sensíveis).
    PETIÇÃO INTERNACIONAL PARA PROIBIR
    AS ARMAS COM URÂNIO EMPOBRECIDO


    Clique a imagem para assinar.
    O PREÇO DO PETRÓLEO
    A tendência estrutural para a alta do preço do petróleo é inelutável. As causas básicas para isto estão na Curva de Hubbert , no pico petrolífero, na diminuição das reservas mundiais, no facto de os maiores campos petrolíferos do mundo estarem próximos do pico, no não planeamento do consumo deste recurso finito, na anarquia do mercado capitalista, no desperdício absurdo dos países desenvolvidos (a começar pelos EUA), no gigantesco fracasso militar dos EUA no Iraque. No entanto, nada disto transparece nos media ditos 'de referência' que continuam a desinformar os seus leitores com dados conjunturais e desenquadrados do contexto geral.
    Os piores cegos são aqueles que não só não querem ver como também desinformam os outros acerca da realidade. O não reconhecimento da realidade impede a adopção das medidas que se impõem.
    Barril de petróleo, preços de referência

    Clique para aceder ao texto em inglês.
    Texto do protocolo
    A POLÍCIA NAS BIBLIOTECAS
    O bibliotecário adverte...
    "ADVERTÊNCIA
    "Embora a Biblioteca de Santa Cruz faça todos os esforços para proteger a sua privacidade, sob a Lei Pública Federal 107-56, USA PATRIOT ACT, os registos dos livros e de outros materiais emprestados por esta biblioteca podem ser obtidos por agentes federais.
    "Aquela lei federal proíbe os funcionários da biblioteca de o informarem se agentes federais obtiveram registos sobre a sua pessoa. Questões acerca desta política deveriam ser dirigidas ao Procurador Geral John Ashcroft, Departamento da Justiça, Washington, D.C. 20530".

    NOTÍCIAS EM PRIMEIRA MÃO
    As últimas notícias do Iraque estão no
    Iraqi Resistance Report e em
    Link para a Uruknet.
    Clique a imagem abaixo para assinar a mailing list da Uruknet:
    Email para o webmaster da Uruknet.

    CRIMES NEFANDOS DE LESA-HUMANIDADE
    As imagens apresentadas nesta video-animação são chocantes. Elas mostram os crimes de guerra cometidos no Iraque, no Kosovo e no Afeganistão por meio de munições fabricadas com urânio empobrecido (depleted uranium). O encobrimento destes factos tem sido uma política sistemática por parte dos medias do mundo ocidental, portugueses inclusive. Por sua vez, a chamada 'comunidade internacional' finge ignorar os crimes do governo dos EUA tal como no passado fingiu ignorar os crimes da Alemanha hitleriana.
    http://www.bushflash.com/pl_lo.html


    A CONTAGEM
    Clique aqui para ver o calendário oficial das mortes de militares americanos no Iraque .
    Quanto aos mortos iraquianos, os invasores não se dão ao trabalho de contar. Os criminosos não se importam com as suas vítimas.
    http://icasualties.org/oif/


    Saque a descoberto sobre o resto do mundo.

    EUA: UMA ECONOMIA COM PÉS DE BARRO
    Para saber o montante da (colossal) dívida pública americana neste exacto instante, clique aqui .




    "...sob certas condições, os capitalistas privados inevitavelmente controlam, directa ou indirectamente, as principais fontes de informação (imprensa, rádio, educação). É então extremamente difícil, e na maior parte dos casos na verdade quase impossível, para o cidadão individual chegar a conclusões objectivas".

    Albert Einstein, no seu ensaio de 1949   Porquê o socialismo .

    "As acções alcançaram o que parece ser um patamar permanentemente alto". Irving Fisher, Professor of Economics, Yale University, 1929.

    São cada vez maiores os activos que se esfumam...

    Liberdade para os cinco de Miami, nas garras do imperialismo

    Henry Kissinger: "O desafio básico é que a chamada globalização é realmente um outro nome para o papel dominante dos Estados Unidos". Palestra no Trinity College, Dublim, 12/Out/99.

    solidariedade com o povo palestino

    Goya, O massacre de 3 de Maio de 1808

    O mestre de Bush:
    "Com voz ou sem ela, o povo pode sempre ser levado a submeter-se à vontade dos dirigentes. É fácil. Tudo o que se tem de fazer é dizer-lhe que está a ser atacado, e denunciar os pacifistas por falta de patriotismo e por exporem o país ao perigo".
    Reichsmarschal Hermann Goering, comandante da Força Aérea Nazi (Luftwaffe), nos Julgamentos de Nuremberg.

    Goya, O sono da razão

    Em 1996, depois de cinco anos de sanções e de persistentes bombardeamentos contra o Iraque, o repórter da CBS Lesley Stahl fez a seguinte pergunta à embaixadora dos EUA nas Nações Unidas, Madeline Albright:
    — Ouvimos dizer que meio milhão de crianças morreu (em consequência da política americana contra o Iraque). Valeu a pena pagar esse preço?
    Resposta de Madeline Albright:
    — Nós pensamos que valeu a pena.


    Ver um crime com calma é cometê-lo.
    José Martí


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    LIVROS A ENCOMENDAR
  • Roger Keeran e Thomas Kenny, O Socialismo Traído. Por trás do colapso da União Soviética , Editorial Avante, Lisboa, 2008, 283 pgs.
  • Trevor Paglen e A. C. Thompson, A verdadeira história dos voos da CIA – Os táxis da tortura , Campo das Letras, Porto, 2007, 184 pgs., ISBN: 978-989-625-150-5.
  • A intoxicação linguística , Deriva Editores, Porto, 2008, 206 pgs., ISBN 978-972-9250-45-3
  • Noam Chomsky, Hegemony or Survival , Penguin, 2004, 320 pgs., ISBN: 0141015055
  • John Pilger, 'Freedom Next Time' , Bantam Press, Londres, 2006, 352 pgs., ISBN: 0593055527
  • Jared Diamond, Collapse: How Societies Choose to Fail or Survive , Penguin Books, Londres, 2006, 576 pgs., ISBN 0-140-27951-2
  • Octávio Rodriguez Araujo, Esquerdas e Esquerdismo - Da Primeira Internacional a Porto Alegre , Campo das Letras, Porto, 2007, 232 pgs., ISBN 978-989-625-039-1
  • The Oil Depletion Protocol , New Society Publishers, Setembro/2006, 208 pgs., ISBN 0865715637
  • Georges Labica e Gérard Bensussan, Dictionnaire critique du marxisme , Quadrige/PUF, Paris, 1999, 1240 pgs, ISBN 2130498728


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    Carta ao embaixador de Israel em França , por André Nouschi, 15/Jan

    O monstro tinto de sangue entra em Gaza , por Uri Avnery, 14/Jan

    Guerra e gás natural: A invasão de Israel e os campos de gás no offshore de Gaza , por Michel Chossudovsky, 13/Jan

    Os "Protocolos dos Sábios do Islão" , por Domenico Losurdo, 12/Jan

    Investimento e consumo público diminuem em 2009 o que agravará ainda mais a crise e o desemprego , por Eugénio Rosa, 12/Jan

    Apelo renovado a que a AG da ONU actue ao abrigo da Resolução 377 , por Tribunal de Bruxelas, 11/Jan

    "As revoluções só avançam e perduram quando o povo é protagonista" , por Raúl Castro Ruz, 11/Jan

    Moção aprovada na concentração em Lisboa "Pelo Fim do Massacre em Gaza" , 10/Jan

    Um Israel satânico e genocida , por Khalid Amayreh, 09/Jan

    A operação "Chumbo endurecido": A guerra israelense é financiada pela Arábia Saudita , por Thierry Meyssan, 08/Jan

    No sector privado a pensão média da mulher corresponde apenas a 60,5% da do homem, e na administração pública 68 em cada 100 aposentados não recuperam em 2009 o poder de compra perdido , por Eugénio Rosa, 08/Jan

    Hamas, Israel, Gaza e resistência violenta: A estrutura histórica e política da crise actual , por Alan Nasser, 07/Jan

    Invasão de Gaza: "Operação Chumbo Fundido", parte de uma agenda mais ampla dos militares e serviços secretos israelenses , por Michel Chossudovsky, 06/Jan

    Realmente, "É o sistema, estúpido" , por Rick Wolff, 05/Jan

    Egipto estrangula a Faixa de Gaza: Desvia a assistência internacional a fim esfaimar os palestinos , por PIC, 04/Jan

    A política da campanha israelense de extermínio:   Apoiantes, apologistas e fornecedores de armas , por James Petras, 04/Jan

    Declaração do Prof. Richard Falk, Relator Especial das Nações Unidas para Direitos Humanos nos Territórios Ocupados , por Richard Falk, 03/Jan

    Saudação de ano novo , por FARC-EP, 02/Jan

    Vigarista da Wall Street desfere golpe a favor da justiça social , por James Petras, 01/Jan/2009

    Uma breve resposta à desinformação sionista , por Khalid Amayreh, 31/Dez

    O que era necessário que o governo esclarecesse sobre a "reforma" da administração pública , por Eugénio Rosa, 31/Dez

    Abbas ordenou a formação de uma equipe de emergência para governar Gaza após a queda do Hamas , por PIC, 30/Dez

    O massacre na Faixa de Gaza , por CPPC, 30/Dez

    "Um terramoto sobre a nossa cabeça" , por Eyad Al Serraj, 30/Dez

    O paradigma de Ponzi , por Michael Hudson, 29/Dez

    Apelo da sociedade civil palestina: "Cessar o massacre de Gaza – Boicotar Israel já!" , por BNC, 28/Dez

    Brasil: É hora de mudança! , por João Pedro Stedile et al., 28/Dez

    Condenar os ataques mortíferos a Gaza: apelo à mobilização internacional , por PCI, 27/Dez

    As boas notícias para 2009, uma lista de desejos , por John Pilger, 27/Dez

    Implosão financeira e estagnação , por John Bellamy Foster e Fred Magdoff, 26/Dez

    Governo Lula dá prenda de Natal ao capital imperialista , por Mário Augusto Jakobskind, 25/Dez

    A ladainha , por Cid Simões, 24/Dez

    O que vemos e o que esperamos: Declaração de solidariedade com o levantamento na Grécia , 23/Dez

    A crise capitalista numa perspectiva marxista , por Rick Wolff, 22/Dez

    Crise sistémica global: Novo ponto de inflexão em Março de 2009 , por GEAB, 21/Dez

    O governo aumenta o capital da CGD para poder fazer desaparecer os prejuízos do BPN e reduzir o défice orçamental , por Eugénio Rosa, 20/Dez

    O colapso do edifício intelectual do Sr. Greenspan , por Monthly Review, 19/Dez

    Pela criação da "Ordem do Sapato" , por Américo Díaz Núñez, 19/Dez

    Sindicalização geral , por Mike Whitney, 18/Dez

    Cientistas descartam a mentira do aquecimento global , por WorldNetDaily, 17/Dez

    Cuidado com o "Dia da marmota" de Obama , por John Pilger, 16/Dez

    IATA prevê perdas de US$2,5 mil milhões em 2009 – A pior perda de receitas da aviação mundial em 50 anos , por IATA, 15/Dez

    Apontamentos sobre Trotsky — O mito e a realidade , por Miguel Urbano Rodrigues, 12/Dez

    EUA: Porque o resgate bancário não funciona , por Alejandro Nadal, 11/Dez

    Moeda sem controle , por Harry Magdoff e Paul M. Sweezy, 10/Dez

    Kafka tem um rival , por John Pilger, 09/Dez

    No 3º trimestre de 2008 o desemprego atingiu 569 mil portugueses; os desempregados com ensino superior aumentaram em 44%; e menos da metade dos desempregados recebe o subsidio respectivo , por Eugénio Rosa, 08/Dez

    Bernanke e "A grande moderação" quatro anos mais tarde , por John Bellamy Foster, 05/Dez

    A crise económica actual , por Sam Webb, 04/Dez

    A grande dádiva de terras: Neocolonialismo por convite , por James Petras, 03/Dez

    Quem está por trás dos ataques de Mumbai? , por Michel Chossudovsky, 02/Dez

    "Enganaram-se os profetas da nossa morte" , por Jerónimo de Sousa, 01/Dez

    A pensão média em Portugal é actualmente apenas de 404,61€ e em 2009 o governo pretende aumentá-la em 11€ (37 cêntimos/dia) , por Eugénio Rosa, 30/Nov

    Com a crise, lutas sociais tendem a se intensificar , por Miguel Urbano Rodrigues, 29/Nov

    Manifesto pelo Equador e pela constituição de uma rede mundial contra a dívida externa , 29/Nov

    A decepção Obama , por Michael Hudson, 28/Nov

    Não acredite no golpe publicitário , por John Pilger, 27/Nov

    Decínio e ruptura dos EUA , por Igor Panarin, 26/Nov

    Um pormenor esquecido: A finitude dos recursos explica a crise financeira , por Gail, o Actuário, 25/Nov

    Quatro anos de governo de Sócrates na economia , por Eugénio Rosa, 24/Nov

    Mass media e políticas de massas , por James Petras, 21/Nov

    Carta de economistas ao Congresso dos EUA , 21/Nov

    Fase IV da crise sistémica global: Ruptura do sistema monetário mundial até ao Verão de 2009 , por GEAB, 20/Nov

    Banqueiros extorquem o Congresso e o G-20 , por Michael Hudson, 19/Nov

    A Grande Depressão do século XXI: Colapso da economia real , por Michel Chossudovsky, 18/Nov

    Quem são os arquitectos do colapso económico? , por Michel Chossudovsky, 17/Nov

    Reparar a energia, reparar a economia , por M. Payne, 17/Nov

    O OE2009 agrava a injustiça fiscal , por Eugénio Rosa, 16/Nov

    Carta aberta aos líderes mundiais que comparecerão à cimeira de 15 de Novembro na Casa Branca acerca dos mercados financeiros e a economia mundial , por Paul Davidson e Henry C.K. Liu, 14/Nov

    O magarefe , por Iván Márquez, 14/Nov

    Esta crise exprime os limites históricos do capitalismo , por François Chesnais, 13/Nov

    Rostos da crise: Reflexões sobre o colapso da civilização burguesa , por Jorge Beinstein, 12/Nov

    União sagrada para a vigarice sagrada , por Éric Toussaint, 11/Nov

    Breve reflexão sobre Portugal perante os desafios da crise , por Miguel Urbano Rodrigues, 10/Nov

    Obama, ou o duplo discurso , por James Petras, 10/Nov

    A crise em desdobramento e a relevância de Marx , por István Mészáros, 07/Nov

    O governo nacionalizou o BPN porque ele está falido , por Eugénio Rosa, 06/Nov

    A pele da serpente , por Alejandro Nadal, 06/Nov

    "Um segundo 11 de Setembro": Parte integral da doutrina militar dos EUA , por Michel Chossudovsky, 05/Nov

    Reflexões de um simples , por Guillermo Almeyra, 04/Nov

    Governo recusa devolver a 40 mil reformados €28 milhões que lhes retirou injustamente mas quer anular €1.900 milhões de dívidas das empresas à Segurança Social , por Eugénio Rosa, 03/Nov

    A crise irreversível do capitalismo , por Monthly Review , 03/Nov

    Putrefacção moral na Casa Branca , por Atilio Boron, 03/Nov

    Austrália: Novos roubos de terras sob a cobertura de mitos racistas , por John Pilger, 02/Nov

    EUA: As eleições e a responsabilidade do intelectual para com a verdade , por James Petras, 01/Nov

    Planadores, criptografia e armas nucleares , por Martin Hellman, 31/Out

    Duas cartas pela paz na Colômbia , 30/Out

    A diplomacia da mentira , por John Pilger, 30/Out

    E agora? , por Jim Kunstler, 29/Out

    Guerra financeira contra o trabalho e a indústria , por Michael Hudson, 28/Out

    O OE2009 vai determinar a redução do poder de compra dos TFPs e a aquisição maciça de serviços a privados , por Eugénio Rosa, 27/Out

    Salvar os povos, não os bancos , por SEPLA, 27/Out

    As flores que rompem os muros , por Silvia Ribeiro, 26/Out

    A crise do pico petrolífero: no centro da tempestade , por Tom Whipple, 25/Out

    Sobre a situação da investigação fundamental na Rússia pós soviética e o sindicalismo dos trabalhadores científicos , por Frederico Carvalho, 24/Out

    Em tempos de crise, alemães lembram Das Kapital e a RDA , por Victor Grossman, 23/Out

    Choque e pavor , por Carlos Fazio, 23/Out

    Um orçamento que não evita a recessão e que é insuficiente para impedir o agravamento da situação social , por Eugénio Rosa, 22/Out

    Camp Bucca: A baía de Guantanamo iraquiana , por David Enders, 22/Out

    A dádiva sem precedentes de riqueza financeira , por Michael Hudson, 21/Out

    Cessação de pagamentos do governo americano no Verão de 2009 , por GEAB, 20/Out

    Revisão dos desenvolvimentos macro e financeiros desta semana e meu último artigo para o Project Syndicate , por Nouriel Roubini, 19/Out

    O apontar de dedos e a mudança de sistema , por Rick Wolff, 17/Out

    O combóio da náusea , por Jim Kunstler, 16/Out

    Resgate para poucos, escravidão pela dívida para muitos , por Michael Hudson, 15/Out

    Como o tsunami irá arrebentar na América Latina , por Guillermo Almeyra, 14/Out

    Colapso financeiro espalha-se por todo o mundo , por Jaimeson Champion, 13/Out

    O discurso da desculpabilização do governo, a cambalhota de Sócrates na AR e as consequências da ruinosa gestão capitalista , por Eugénio Rosa, 13/Out

    O mundo está em risco grave de um colapso financeiro sistémico global e de uma severa depressão global , por Nouriel Roubini, 12/Out

    A Monthly Review e a crise do crédito , por John Mage, 12/Out

    A intoxicação linguística , por Vicente Romano, 11/Out

    A crise financeira global tem uma causa social: os baixos salários mundiais , por Emiliano Brancaccio, 10/Out

    Génese da crise , por Alejandro Nadal, 09/Out

    As sete vacas, magérrimas , por Guillermo Almeyra, 08/Out

    Escravidão pela dívida: Uma perspectiva cristã sobre o salvamento bancário de Paulson , por Michael Hudson, 07/Out

    Lições do colapso da Wall Street , por James Petras, 06/Out

    África do Sul: a libertação traída , por John Pilger, 06/Out

    O que se pode obter com US$700 mil milhões , por Der Spiegel , 05/Out

    O "Novo século americano": interrupção por 92 anos , por Mike Whitney, 04/Out

    Pode um salvamento ter êxito? , por Paul Craig Roberts, 03/Out

    Orações capitalistas , por Paul Lafargue, 03/Out

    Paisagem depois da batalha , por Alejandro Nadal, 02/Out

    "Estávamos todos a fitar o abismo" , por Peer Steinbrück, 02/Out

    "A água é de todos" , 01/Out

    Segunda-feira negra? , por Mike Whitney, 01/Out

    Crise capitalista, a sombra de Marx , por Rick Wolff, 30/Set

    Dez razões para recusar o salvamento da Wall Street , por James Petras, 30/Set

    O povo contra os banksters , por Mike Whitney, 30/Set

    A pensar o impensável: Um cancelamento da dívida e um ano jubileu com uma reabilitação , por Michael Hudson, 29/Set

    Tropas de combate repatriadas do Iraque a fim de "ajudar em agitações civis" nos EUA , por Michel Chossudovsky, 29/Set

    Mulheres em Portugal sofrem discriminação remuneratória , por Eugénio Rosa, 28/Set

    Colapso financeiro: O edifício financeiro do imperialismo corre o risco de desintegrar-se , por Raymond Lotta, 27/Set

    O plano de salvamento de Paulson-Bernanke , por Michael Hudson, 26/Set

    Fraude financeira: O sr. Paulson e o novo escândalo de terras Yazoo , por Michael Hudson, 24/Set

    Apoiando as horrendas práticas de negócios das instituições financeiras dos EUA , por Richard C. Cook, 24/Set

    Salvamento financeiro: A cleptocracia dos EUA em acção , por Michael Hudson, 23/Set

    O colapso capitalista , por Fred Goldstein, 22/Set

    A admirável adesão do Dow Jones à má qualidade , por Michael Hudson, 21/Set

    Em 2008, só de juros, 1,8 milhão de famílias endividadas com a habitação terão de pagar à banca mais de €5,7 mil milhões , por Eugénio Rosa, 21/Set

    Porque manter a previsão da taxa de câmbio Euro-USD a 1,75 no fim de 2008 , por GEAB, 20/Set

    Bolívia: Fascismo toma o poder – Morales queixa-se , por James Petras, 19/Set

    EUA: economia sem leme e a cambalear , por Paul Craig Roberts, 18/Set

    O sistema financeiro dos EUA está em sérias perturbações , por Rodrigue Tremblay, 17/Set

    O ensaio geral está acabado , por Richard Heinberg, 17/Set

    A carreta dos condenados rola ao amanhecer , por Mike Whitney, 16/Set

    A nomeação de Palin faz sentido , por Rick Wolff, 16/Set

    O 11/Set e a "Inquisição americana" , por Michel Chossudovsky, 15/Set

    Bolívia: intervenção ou morte , por Luiz Eça, 14/Set

    Os lucros extraordinários da GALP , por Eugénio Rosa, 14/Set

    Um homicida teatro de absurdo , por John Pilger, 12/Set

    World Trade Center: utilizaram-se explosivos? , por Alejandro Nadal, 11/Set

    O agravamento da crise da dívida: Quem nos pôs nesta confusão e quais são as opções políticas reais? , por Michael Hudson, 10/Set

    O mal do mal menor , por Pham Binh, 09/Set

    Abandono dos biocombustíveis líquidos: aumenta a pressão sobre a UE , por Charles Hawley, 08/Set

    Fotos mostram Bush bêbado nas Olímpiadas de Pequim , por Réseau Voltaire, 07/Set

    Paraguai: um país em disputa , por Ivan Pinheiro, 06/Set

    Como os Chicago Boys arruinaram a economia , por Michael Hudson, 05/Set

    Os senhores reais da droga , por William Blum, 04/Set

    Conseguimos! , por Silvia Cattori, 03/Set

    A omelete de Saakashvili , por Giulietto Chiesa, 02/Set

    Os senhores feudais do século XXI , por Silvia Ribeiro, 02/Set

    O Partido Democrata endossa a "Guerra global ao terrorismo" , por Michel Chossudovsky, 01/Set

    Para que não se repita , por CPPC, 01/Set

    As alterações do Código do Trabalho pretendidas pelo governo Sócrates desequilibram ainda mais as relações laborais em favor do patronato , por Eugénio Rosa, 31/Ago

    O Financial Times e o "auto-confesso mentor do 11/Set" , por James Petras, 30/Ago

    A geopolítica dos pipelines e a nova guerra fria , por Michel Chossudovsky, 29/Ago

    O mito da tragédia dos baldios , por Ian Angus, 28/Ago

    O que a caixa negra do Spanair MD82 nunca dirá , por Miguel A. Jordán León, 27/Ago

    Lições da NEP soviética para "Economia socialista de mercado" da China Popular , por Thomas Kenny, 26/Ago

    EUA gaguejam com o fracasso da NATO , por Kaveh L Afrasiabi, 25/Ago

    A realidade morde outra vez , por Jim Kunstler, 24/Ago

    A suposta "não violência" do Dalai Lama é desmentida pela CIA , por Domenico Losurdo, 22/Ago

    Não esqueçam a Jugoslávia , por John Pilger, 21/Ago

    Enfrentar a crise: teoria económica à deriva , por Alejandro Nadal, 21/Ago

    Uma questão de integridade , por Doug Rokke, 20/Ago

    Os neocons fizeram a Geórgia , por Paul Craig Roberts, 19/Ago

    Iraque: Ministro da Educação abre fogo sobre estudantes , por Ahmed Aljubouri, 19/Ago

    Colômbia, laboratório de bruxarias: Democracia e terrorismo de Estado , por James Petras, 18/Ago

    Revisita à "batalha" de Tskhinvali , por Mike Whitney, 17/Ago

    O fim da era pós Guerra Fria , por M. K. Bhadrakumar, 16/Ago

    "Presidente Bush: Por que não te calas?" , por Paul Craig Roberts, 16/Ago

    A guerra entre o dólar e o euro , por Alejandro Nadal, 15/Ago

    Arroz e circo em Timor Leste , por Douglas Kammen, 14/Ago

    Petróleo: Contagem decrescente para os US$200/barril , por Jerome a Paris, 13/Ago

    Cumplicidade no genocídio , por Andrei Areshev, 12/Ago

    Geórgia: Declaração oficial do Governo de Cuba , por Raúl Castro Ruz, 12/Ago

    O ataque à Ossétia e a classe dominante russa , por Guriya Murklinskaya, 12/Ago

    A teoria da dívida-deflação de Fisher acerca da Grande Depressão e uma possível revisão , por Nouriel Roubini, 11/Ago

    O oleoduto Baku-Tíflis-Ceyhan , 10/Ago

    Ossétia do Sul: Começou a guerra , por Andrei Areshev, 09/Ago

    Pior que 1929 (2ª parte) , por Alejandro Nadal, 08/Ago

    Crise dual , por István Mészáros, 07/Ago

    As mentiras de Hiroshima subsistem , por John Pilger, 06/Ago

    As tecnologias de retaguarda , por John Michael Greer, 06/Ago

    O pico petrolífero e os mercados financeiros:  Previsão para 2008 (actualizada em 31/Julho) , por Gail o Actuário, 05/Ago

    Halliburton administra o banco de dados do petróleo brasileiro , por AEPET, 05/Ago

    EUA: A próxima grande salvação , por Michael Hudson, 04/Ago

    Lucros da EDP atingem €962,4 milhões só no 1º semestre de 2008 com preços de electricidade que chegam a ser superiores em 22% aos da UE15 , por Eugénio Rosa, 03/Ago

    Pior que a crise de 1929? , por Alejandro Nadal, 02/Ago

    O apocalipse australiano , por Mike Whitney, 01/Ago

    The New York Times torna respeitável o extermínio nuclear , por James Petras, 31/Jul

    EUA: Más notícias e corridas bancárias , por Mike Whitney, 30/Jul

    Obama, o príncipe do engodo , por John Pilger, 29/Jul

    Seis anos e meio em Guantánamo: Testemunho de Sami El Haj, jornalista da Al-Jazira , por Silvia Cattori, 29/Jul

    Impedir a guerra imperialista na América Latina , por Ivan Pinheiro, 28/Jul

    O obscurantismo estado-unidense , por Gilberto López y Rivas, 27/Jul

    A auto destruição do capitalismo da dívida (II) , por Henry C. K. Liu, 25/Jul

    A auto destruição do capitalismo da dívida (I) , por Henry C. K. Liu, 24/Jul

    Operação Sarkozy: Como a CIA colocou um dos seus agentes na presidência da República Francesa , por Thierry Meyssan, 23/Jul

    Luz vermelha no Brasil , por Plinio de Arruda Sampaio, 23/Jul

    Ciber Comando da US Air Force:  Construir a infraestrutura para crimes de guerra high-tech , por Tom Burghardt, 22/Jul

    Afinal não vai ser aplicada às petrolíferas a taxa "Robin dos bosques" , por Eugénio Rosa, 21/Jul

    Argentina: Inflação, agronegócios e crise de governabilidade , por Jorge Beinstein, 21/Jul

    A matar pelo bem do Brasil , por Mário Maestri, 21/Jul

    Armagedão económico-militar? , por John Saxe-Fernández, 20/Jul

    Timor Leste: Governo Xanana Gusmão esgota Fundo de Petróleo e prende estudantes , por Tomas Freitas, 19/Jul

    Salvar o Freddie Mac e a Fanny Mae é má política económica , por Michael Hudson, 18/Jul

    A ascensão dos preços do petróleo e a queda do dólar , por Henry C.K. Liu, 17/Jul

    Eventos no horizonte , por Jim Kunstler, 16/Jul

    Brasil: Tenebrosas transações , por César Benjamin, 16/Jul

    Como a Grã-Bretanha faz a guerra , por John Pilger, 15/Jul

    A mafiocracia colombiana , por Carlos Fazio, 15/Jul

    O presidente Chávez e as FARC: Estado e revolução , por James Petras, 14/Jul

    A fuga dos 15 prisioneiros de guerra , por FARC-EP, 14/Jul

    A montagem impecável de Uribe , por Gilberto López y Rivas, 13/Jul

    Lucros especulativos das petrolíferas: A montanha pariu um rato , por Eugénio Rosa, 12/Jul

    A nova ordem petrolífera , por Nicolas van der Leek, 11/Jul

    Acerca do liberalismo , por Domenico Losurdo, 10/Jul

    Agrocombustíveis: segredos e armadilhas do Banco Mundial , por Silvia Ribeiro, 09/Jul

    O sequestro de Fangio , por Armando Hart Dávalos, 09/Jul

    Pico petrolífero: Um ponto de viragem na espécie humana , por Collin J. Campbell, 08/Jul

    A GALP já obteve €1.098 milhões de lucros extraordinários só devido ao "efeito stock" resultante da especulação do petróleo , por Eugénio Rosa, 07/Jul

    O petróleo ultrapassa os US$140/barril devido ao fracasso da liderança da OCDE , por Euan Mearns, 07/Jul

    Retrato de uma mulher da elite , por José Sant Roz, 06/Jul

    Não houve resgate , por Narciso Isa Conde, 05/Jul

    Nem sequer Ingrid Betancourt salvará o narco-presidente colombiano , por Johnson Bastidas, 04/Jul

    Do triunfo à tortura , por John Pilger, 03/Jul

    A cobiça pelo petróleo brasileiro , por Fernando Siqueira, 02/Jul

    A histeria do aquecimentismo global: Ciência por intimidação , por Rex Murphy, 01/Jul

    Na fonte do medo e da ignorância , por John Pilger,   30/Jun

    Agrava-se o perigo de um ataque contra o Irão (directamente pelo Pentágono ou por Israel) , por Sara Flounders, 30/Jun

    Relatório da OCDE para Portugal revela crescimento negativo da produtividade multifactorial , por Eugénio Rosa, 29/Jun

    Crise financeira: especulação sem restrições , por Alejandro Nadal, 28/Jun

    As exportações líquidas de petróleo da Arábia Saudita , por John Busby, 27/Jun

    Como deveria o Médio Oriente investir o seu excedente comercial? , por Michael Hudson, 26/Jun

    Hirsch: US$500/barril dentro de três a cinco anos , por Jim Kunstler, 25/Jun

    O jogo acabou. Não haverá retomada. , por Michael Hudson, 24/Jun

    A banca só no período 2004-2007 não pagou €1.563 milhões de IRC que devia ter pago , por Eugénio Rosa, 23/Jun

    Para aquele que vive nas trevas , por Mark Twain, 22/Jun

    Cinco anos depois: A estratégia anti-EUA e as tácticas da resistência iraquiana , por Nicola Nasser, 21/Jun

    Julho-Dezembro de 2008: O mundo mergulha no coração da fase de impacto da crise sistémica global , por GEAB, 20/Jun

    A dissonância cognitiva em acção , por John Busby, 19/Jun

    Acerca de uma ordem de Uribe emitida por Chávez e outros desatinos , por Dax Toscano, 18/Jun

    Nakba – 60 anos de limpeza étnica na Palestina , Petição, 18/Jun

    Na melhor tradição, Obama é um falcão , por John Pilger, 17/Jun

    Dependência e ineficiência energética em Portugal:   não diminui devido à politica do governo de Sócrates de promoção do transporte rodoviário , por Eugénio Rosa, 16/Jun

    Depressão económica nos EUA: A evidência da economia a definhar está por toda a parte , por Mike Whitney, 16/Jun

    Biocombustíveis: o unilateralismo dos media , por Valéria Nader, 15/Jun

    Prisões secretas estado-unidenses: 17 Guantanamos flutuantes , por Fausto Della Porta, 15/Jun

    A estratégia energética da Comissão Europeia , por Euan Mearns, 14/Jun

    A actual crise financeira e o futuro do capitalismo global , por Michael Heinrich, 13/Jun

    Os media em Portugal e os "argumentos" de Sócrates , por Eugénio Rosa, 12/Jun

    Breve história socialista do automóvel , por Rob Rooke, 11/Jun

    As guerrilhas não são uma moda, são uma resposta à repressão e ao fechamento político , por Pedro Echeverría V., 10/Jun

    Lamento estragar a diversão, mas vem aí uma idade do gelo , por Phil Chapman, 09/Jun

    Crise alimentar: regressa o holocausto esquecido , por Alejandro Nadal, 06/Jun

    Preços dos combustíveis:   O que a Autoridade da Concorrência devia ter feito mas não fez, sendo assim conivente com lucros que resultam da especulação no mercado , por Eugénio Rosa, 05/Jun

    Homenagem a Manuel Marulanda , por James Petras, 04/Jun

    Petróleo: até onde poderá chegar o seu preço? , por Ugo Bardi, 04/Jun

    Novo ponto de inflexão da crise sistémica global:   Quando a ilusão da crise dominada se desvanece… , por GEAB, 03/Jun

    Três anos de governo de Sócrates:  o Rendimento Nacional Bruto por habitante aumentou apenas 1,1% no período;   em 2007 as empresas portuguesas investiram no estrangeiro mais €427 milhões do que o estrangeiro investiu em Portugal , por Eugénio Rosa, 02/Jun

    Brasil: Diferentes futuros , por Cesar Benjamin, 02/Jun

    Pico petrolífero e políticos , por Kelpie Wilson, 20/Mai

    A luta contra o apartheid recomeçou na África do Sul , por John Pilger, 20/Mai

    Crise alimentar mundial:  causas e soluções , por Fred Magdoff, 19/Mai

    O emprego a tempo parcial, a prazo e a recibos verdes aumentou significativamente;   trabalhadores precários recebem 37% menos do que aqueles com contratos sem termo , por Eugénio Rosa, 18/Mai

    Ciclone no Myanmar:  A hostilidade americana entrava os socorros , por Sara Flounders, 17/Mai

    Quão severa será a crise económica? , por Monthly Review, 16/Mai

    25 perguntas e respostas sobre as leis e projectos de decretos e de leis do governo de Sócrates para a administração pública , por Eugénio Rosa, 15/Mai

    Brasil: O pedido de demissão da ministra do Ambiente , por MST, 15/Mai

    A fome dos agronegócios , por Silvia Ribeiro, 14/Mai

    Novo aeroporto de Lisboa e o preço do petróleo , por Luis Queiros, 13/Mai

    A doutrina de choque de Rosa Luxemburgo , por Ron Jacobs, 12/Mai

    A hecatombe de Uribe , por Iván Márquez, 11/Mai

    Fome global , por Michel Chossudovsky, 09/Mai

    O naufrágio do centro do mundo – Os EUA entre a recessão e o colapso , por Jorge Beinstein, 08/Mai

    A crise que se aproxima , por Daniel L. Davis, 07/Mai

    A andar como sonâmbulos rumo ao precipício petrolífero , por Dave Cohen, 06/Mai

    Porque os preços dos combustíveis são elevados em Portugal , por Eugénio Rosa, 05/Mai

    O grande silêncio de uma Idade de Ouro , por Steve Fraser, 05/Mai

    Momento decisivo , por Guillermo Almeyra, 04/Mai

    Crise do Pico Petrolífero: declínio do transporte aéreo , por Tom Whipple, 03/Mai

    O Fed afunda o dólar , por Michael Hudson, 02/Mai

    PCP condena o Governo PS e a sua política , por Jerónimo de Sousa, 01/Mai

    Sistema de crenças , por James Kunstler, 01/Mai

    Combustíveis novos, biopirataria velha , por Silvia Ribeiro, 30/Abr

    Matar à fome: Há que reverter a política alimentar de imediato! , por GRAIN, 29/Abr

    Governo pretende entregar aos patrões €450 milhões/ano de receitas da Segurança Social — nº de trabalhadores com "recibos verdes" poderá aumentar e a sua situação piorar , por Eugénio Rosa, 28/Abr

    Tumultos alimentares e especuladores , por Mike Whitney, 28/Abr

    A crise no sistema alimentar e os biocombustíveis , por Miguel A. Altieri, 27/Abr

    Colômbia: presidência delinquente , por La Jornada, 26/Abr

    Onde estão os economistas? , por Peter Pogany, 25/Abr

    Os EUA, a China, o Pico Petrolífero e a morte do neoliberalismo , por Minqi Li, 24/Abr

    O colapso financeiro dos EUA acabará com a Guerra do Iraque – e não serão os EUA a escolher o momento , por Mike Whitney, 23/Abr

    A bomba discreta lançada pela Arábia Saudita , por Steve Andrews e Randy Udall, 22/Abr

    Banca em 2007: Os lucros aumentaram mas o imposto pago baixou , por Eugénio Rosa, 21/Abr

    "O budismo tibetano, uma filosofia? Essa é para rir!" , por Elisabeth Martens, 21/Abr

    Audiência Portuguesa do Tribunal Mundial sobre o Iraque – Acusação , por Tribunal Iraque, 20/Abr

    Crise sistémica global: Quatro grandes tendências para o periodo 2008-2013 , por GEAB, 18/Abr

    US$ 1012  de resgate para os jogadores da Wall Street , por Michael Hudson, 17/Abr

    Querem salvar a economia? , por Mike Whitney, 16/Abr

    Cheney, Rice e Colin Powell aprovaram técnicas de tortura , por David Brooks, 15/Abr

    Uma vitória histórica no Nepal , por Carlos Aznárez, 14/Abr

    Para além do terrorismo mediático , por Luis Britto García, 14/Abr

    Cumprindo a 'promessa inquebrantável' , por John Pilger, 12/Abr

    Maximizar a renda petroleira , por Alejandro Nadal, 11/Abr

    O destino do Kosovo pode vir a ser clarificado a 11 de Maio , por Pyotr Iskenderov, 10/Abr

    A redução do poder de compra em Portugal foi maior do que o divulgado porque a inflação estava subestimada , por Eugénio Rosa, 10/Abr

    Colômbia: Sobre a missão médica francesa , por FARC-EP, 09/Abr

    A "Carta alemã" de Gerd-Helmut Komossa , por Anna Voronova, 09/Abr

    Não à guerra:  O movimento que se dissolveu , por Tariq Ali, 08/Abr

    A financiarização do capital e a crise , por John Bellamy Foster, 07/Abr

    Dois projectos sem consistência técnica e baseados no arbítrio:  "Tabela remuneratória única"; "Fusão de carreiras" da administração pública , por Eugénio Rosa, 07/Abr

    Oitavo mandamento: Mentirás , por Eduardo Galeano, 04/Abr

    6.000.000.000 de dólares , por Michael R. Krätke, 03/Abr

    Encontro Latino-americano contra o Terrorismo Mediático — Declaração de Caracas , 02/Abr

    O desmascaramento final da versão oficial do 11/Set , por Elizabeth Woodworth, 01/Abr

    O plano de salvação seguinte de Bernanke , por Mike Whitney, 31/Mar

    Carta aberta ao primeiro-ministro de Portugal , por signatários, 30/Mar

    Um governo arrogante que se recusa a negociar e um estatuto disciplinar para a administração pública mais próprio do regime anterior ao 25 de Abril , por Eugénio Rosa, 30/Mar

    Iraque: Petróleo para a guerra , por Robert Bryce, 29/Mar

    Argentina: desestabilização oligárquica , por La Jornada, 28/Mar

    O que M. King Hubbert poderia dizer hoje , por Steve Andrews, 27/Mar

    A tripla culpa dos grandes bancos privados , por Damien Millet e Éric Toussaint, 26/Mar

    Em 2007 o preço do barril de petróleo aumentou em euros apenas 1,5%, mas os preços dos combustíveis em Portugal subiram entre 3,4% e 7,9% , por Eugénio Rosa, 25/Mar

    CIA: "Fomos nós que preparámos a insurreição no Tibete" , por Infortibet, 24/Mar

    Crise financeira: Meu capital sofre , por Jean-Marie Harribey, 23/Mar

    Crise sistémica global – Fim de 2008: Derrocada dos fundos de pensão , por GEAB, 21/Mar

    Em 2007 a EDP obteve um lucro extraordinário de €250 milhões cobrando aos portugueses preços superiores aos preços comunitários , por Eugénio Rosa, 20/Mar

    FARC-EP: O custo de iniciativas humanitárias unilaterais , por James Petras, 19/Mar

    Salvar a economia, desmantelar o império , por Michael Hudson, 18/Mar

    EUA: A metástase do sistema financeiro , por Mike Whitney, 17/Mar

    Brasil: Acumulação de reservas cambiais = farra dos especuladores e explosão da dívida interna , por Rodrigo Vieira de Ávila, 16/Mar

    Administração pública: Governo pretende acabar com as carreiras, introduzir o arbítrio nas remunerações e reduzir os vencimentos , por Eugénio Rosa, 14/Mar

    A bolsa do petróleo do Irão e a ameaça bushiana , por Zeenia Satti, 14/Mar

    A desandar... , por Jim Kunstler, 13/Mar

    A história da Petroconsultants , por Colin Campbell, 12/Mar

    Crise financeira: Sair do meio do entulho na América pós-bolha , por Mike Whitney, 11/Mar

    O império oculto da Austrália , por John Pilger, 10/Mar

    O Kosovo e o Panamá , por Carl Savich, 08/Mar

    As desigualdades entre homens e mulheres não estão a diminuir em Portugal , por Eugénio Rosa, 07/Mar

    As despesas militares do planeta estão ao mesmo nível do tempo da guerra fria , por Michel Cabrol, 06/Mar

    Honra e Glória eterna ao comandante Raúl Reyes! , por FARC-EP, 05/Mar

    Petrobrás confia sua informação sigilosa aos piratas da Halliburton , por Juan Luis Berterretche, 05/Mar

    Uribe, instrumento dos EUA na América do Sul , por La Jornada, 04/Mar

    "Uribe: não semeies outro Israel na América do Sul" , por Matilde Sosa, 03/Mar

    EUA: Perspectivas de novos auto-atentados em 2008 , por Cap. Eric H. May, 03/Mar

    A última entrevista do Comandante Raúl Reyes , por Aníbal Garzón & Ingrid Storgen, 01/Mar

    A parcela do PIB transferida para o estrangeiro aumentou 43 vezes entre 1996 e 2007 , por Eugénio Rosa, 01/Mar

    "Fidel é insubstituível e o povo continuará a sua obra quando já não estiver fisicamente" , por Raúl Castro Ruz, 29/Fev

    A discreta deriva de José Saramago para a outra margem , por Cristóbal García Vera, 28/Fev

    A loucura eleitoral , por Howard Zinn, 27/Fev

    As hienas mitradas , por Rodrigo Granda, 26/Fev

    O sistema financeiro dos EUA, a bolha da dívida e o cancro da desregulamentação excessiva , por Rodrigue Tremblay, 25/Fev

    Desigualdades regionais, obstáculo ao desenvolvimento , por Eugénio Rosa, 24/Fev

    Kosovo: A independência, na Admirável Nova Ordem Mundial, de uma colónia da NATO , por Diana Johnstone, 22/Fev

    Preço do petróleo fecha acima dos US$100 por barril , por Gail o Actuário, 21/Fev

    Kosovo: Os EUA e a UE apoiam um processo político ligado ao crime organizado , por Michel Chossudovsky, 20/Fev

    Fase de afundamento da economia real dos EUA: Setembro/2008 , por GEAB, 19/Fev

    A educação inadequada , por Eugénio Rosa, 18/Fev

    Intervenção policial e militar da UE para forçar a secessão da Sérvia , por Michel Chossudovsky, 17/Fev

    Enquanto Roma ardia, o imperador tocava violino , por Rick Wolff, 17/Fev

    Se mais CO2 for mau… E daí? , por Robert Bryce, 15/Fev

    A Al Qaeda e a "guerra contra o terrorismo" , por Michel Chossudovsky, 14/Fev

    No princípio da segunda etapa da crise global , por Jorge Beinstein, 13/Fev

    Atentados do 11/Setembro/2001: o Parlamento japonês faz perguntas , por senador Yukihisa Fujita, 12/Fev

    A psique americana: a elite revela-se num discurso de despedida , por Chris Floyd, 11/Fev

    A quebra financeira de Bush em 2008: "A partir daqui é tudo a descer, rapazes" , por Mike Whitney, 09/Fev

    O papel do dólar como divisa de reserva está a chegar ao fim , por Paul Craig Roberts, 08/Fev

    Bolhas em série? , por Jim Kunstler, 07/Fev

    A frágil hegemonia do dólar: A Bolsa Petrolífera do Irão pode derrubá-lo , por Mike Whitney, 06/Fev

    Suharto, o assassino modelo, e os seus amigos , por John Pilger, 05/Fev

    Colômbia: A marcha em direcção ao terceiro mandato , por Iván Márquez e Rodrigo Granda, 04/Fev

    Ao ritmo actual Portugal precisaria de 60 anos para alcançar a escolaridade média da UE de 2005, mas o governo está a desinvestir na educação , por Eugénio Rosa, 04/Fev

    O dólar e a hegemonia dos EUA: suspensos no ar , por Ingo Schmidt, 29/Jan

    Depois da segunda geração de agrocombustíveis , por Silvia Ribeiro, 29/Jan

    Don Varito Corleone , por Iván Márquez, 29/Jan

    Os biocombustíveis, a BP-Berkeley, e o novo imperialismo ecológico , por Hannah Holleman e Rebecca Clausen, 28/Jan

    "Será que a esquerda ainda lembra da batalha contra o apartheid?" , por Omar Barghouti, 28/Jan

    A redução extraordinária do défice em 2007 foi conseguida também à custa dos desempregados e dos reformados com pensões mais baixas , por Eugénio Rosa, 27/Jan

    A dança macabra ritual da democracia estilo USA , por John Pilger, 25/Jan

    A armadilha do dólar de Bush , por Dave Lindorff, 25/Jan

    É a guerra total contra o planeta , por William Bowles, 23/Jan

    A conivência europeia com Israel no genocídio palestino , por Omar Barghouti, 22/Jan

    Teoria da violência:   Colocação em cena , por Georges Labica, 22/Jan

    2008: Fase de pleno impacto global da Muito Grande Depressão dos EUA , por GEAB, 21/Jan

    O PEC 2007-2011 enviado a Bruxelas pelo governo reduz a capacidade do Estado para enfrentar o agravamento da crise económica e social em 2008 , por Eugénio Rosa, 20/Jan

    "Os tratados europeus servem os interesses daqueles que os escrevem" , por Étienne Chouard, 18/Jan

    Pico petrolífero e mercados financeiros: Uma previsão para 2008 , por Gail, o Actuário, 17/Jan

    A "guerra boa" é má , por John Pilger, 16/Jan

    A ascensão do preço do petróleo — Referências temporais indicam o avanço provável para o Pico Petrolífero , por Charles T. Maxwell, 16/Jan

    Colômbia: Há que superar a psicose belicosa , por Jaime Caicedo, 15/Jan

    A bomba relógio da deflação , por Mike Whitney, 14/Jan

    A nova fórmula de cálculo do governo Sócrates reduz as pensões de reforma:   em 2008 serão 16% mais baixas , por Eugénio Rosa, 14/Jan

    A mãe de todas as crises de energia , por Robert L. Hirsch, 13/Jan

    Uma reflexão sobre o futuro da Venezuela , por Pedro Ayres, 11/Jan

    Os horrores do rating e a "eficiência" capitalista , por Rick Wolff, 10/Jan

    Marxismo, crise económica e luta dos povos , por Armando Hart Dávalos, 09/Jan

    Previsões para 2008 , por Jim Kunstler, 08/Jan

    O tabu que ninguém fala: BCP, a arma secreta para o controle do défice do Estado no ano 2008! , por Delfim Sousa, 08/Jan

    Venezuela: Dicionário de eufemismos da oposição liberal , por James Petras, 07/Jan

    Patrões portugueses: 74% possuem apenas o ensino básico , por Eugénio Rosa, 06/Jan

    O regime pós-Bush: um prognóstico , por Richard K. Moore, 04/Jan

    O governo pretende reduzir o défice em 2008 cortando 4.287 milhões de euros na administração pública e aumentando os aposentados em apenas 55 cêntimos por dia , por Eugénio Rosa, 03/Jan

    O regresso do motim do pão , por Ashley Dawson, 02/Jan

    O paradoxo andante , por Eduardo Galeano, 01/Jan

    Colômbia: O conceito de fricção , por Alberto Pinzón Sánchez, 31/Dez

    Não culpem a Al Qaeda, culpem Musharraf , por Robert Fisk, 29/Dez

    A mensagem de Natal do 1º ministro, ou a falta de rigor como instrumento de manipulação política , por Eugénio Rosa, 29/Dez

    As fábricas da ideologia , por Michel Husson, 28/Dez

    A Europa de Sarkozy é anti-democrática" , por Anne-Marie Le Pourhiet, 27/Dez

    O adeus à privacidade , por Rosa Miriam Elizalde e Rogelio Polanco, 26/Dez

    A economia pós-petrolífera , por Peter Goodchild, 25/Dez

    Boicotar os Jogos Olímpicos de Pequim? , por Domenico Losurdo, 24/Dez

    O Presidente Álvaro Uribe será recordado como mafioso, paramilitar, bufão, grosseiro, caluniador e mentiroso a toda a prova, tanto na Colômbia como no resto do mundo , por Cmte. Raúl Reyes, 24/Dez

    Proibido ser camponês , por Silvia Ribeiro, 23/Dez

    Frei Luiz Cappio precisa viver , por César Benjamin, 22/Dez

    O fracasso para além das finanças , por Jim Kunstler, 21/Dez

    Fase de ruptura do sistema financeiro mundial em 2008 , por GEAB, 20/Dez

    Conferência Climática de Bali – Carta aberta de cientistas , 20/Dez

    Dentro dos famigerados "buracos negros" da CIA , por Mark Benjamin, 19/Dez

    Hipotecas, inflação e Pico Petrolífero , por ASPO USA, 18/Dez

    Em 2008 o aumento médio das pensões dos reformados da Segurança Social será apenas de 33 cêntimos por dia , por Eugénio Rosa, 17/Dez

    Como a elite anglo-americana partilha os seus 'valores' , por John Pilger, 17/Dez

    Inteligência na contra-insurreição , por Gilberto López y Rivas, 16/Dez

    O tratado que, mais uma vez, eles querem impor , por CGTP-IN, 14/Dez

    Carta aberta ao Presidente Sarkozy , por James Petras, 14/Dez

    Céus mais verdes , por Carlton Meyer, 13/Dez

    A caverna no Árctico com as sementes do juízo final , por F. William Engdahl, 12/Dez

    Banco Central dos EUA, o parceiro silencioso nos banhos de sangue , por Mike Whitney, 11/Dez

    Os banksters ficaram loucos , por Pam Martens, 10/Dez

    Portugueses pagam duas vezes infra-estruturas de transportes: c/ impostos & c/ portagens , por Eugénio Rosa, 10/Dez

    Venezuela: Dialéctica de uma derrota , por Atilio Borón, 08/Dez

    Pico petrolífero: A energia alternativa e o Princípio Poliana , por Peter Goodchild, 07/Dez

    Referendo venezuelano: Uma autópsia e os seus resultados , por James Petras, 06/Dez

    A natureza do monstro , por William Bowles, 06/Dez

    A globalização neoliberal não é o problema , por Rick Wolff, 05/Dez

    A privatização da violência , por Christian Mielenz, 04/Dez

    O agravamento da situação financeira do SNS com o governo de Sócrates e a degradação dos serviços de saúde , por Eugénio Rosa, 03/Dez

    Venezuela: Reforma e Revolução , por Alí Rodríguez Araque, 02/Dez

    A punhalada miserável de Uribe , por Iván Márquez, 01/Dez

    O dia D da Venezuela: Socialismo ou contra-revolução imperial , por James Petras, 01/Dez

    Iniciativa Internacional iraquiana sobre os refugiados: Receitas do petróleo iraquiano para os refugiados iraquianos , Assine a petição , 30/Nov

    Um ou outro ou ambos? , por Jim Kunstler, 30/Nov

    O dólar do tamanho de um selo postal , por Mike Whitney, 29/Nov

    Receitas fiscais perdidas anualmente devido a benefícios não contabilizados no Orçamento do Estado: 700 milhões de euros , por Eugénio Rosa, 28/Nov

    A Casa Branca sacrificaria a 5ª Frota para justificar a destruição nuclear do Irão? , por Michael Salla, 28/Nov

    Bancos mundiais aspirados para o "buraco negro" da crise financeira:   Os quatro factores desencadeadores da grande falência bancária , por GEAB, 27/Nov

    Um semanário académico ao serviço do capital , por Bruno Carvalho, 27/Nov

    O tsunami financeiro: A dívida hipotecária sub-prime é apenas o topo do iceberg , por F. William Engdahl, 26/Nov

    As rupturas necessárias em Portugal , por Agostinho Lopes, 25/Nov

    De novo a dívida externa , por Carlos Carvalhas, 25/Nov

    Previsões erradas do governo justificam redução das pensões de reforma , por Eugénio Rosa, 24/Nov

    Sem lágrimas nem remorsos pelos caídos do Iraque , por John Pilger, 17/Nov

    "Por onde passa o meu carro a erva já não cresce" , por Jean-Marie Harribey, 16/Nov

    Armas nucleares ou juros compostos? , por Ellen Brown, 15/Nov

    É indispensável um curso de educação sobre os media , por Michel Collon, 14/Nov

    O petróleo e os mitos da eficiência , por Rick Wolff, 13/Nov

    EUA: A rebeldia dos generais , por Juan Gelman, 12/Nov

    Criação insuficiente de emprego qualificado gera desqualificação e desemprego crescente entre os de maior escolaridade , por Eugénio Rosa, 11/Nov

    A arrogância prepotente do rei espanhol , por Carlos Aznárez, 10/Nov

    Eufemismos da OCDE , por La Jornada, 10/Nov

    Abolir um FMI moribundo e culpado , por Damien Millet , Éric Toussaint, 09/Nov

    Ignorando o óbvio , por Jim Kunstler, 08/Nov

    Sicko 2: A destruição do Serviço Nacional de Saúde britânico , por John Pilger, 07/Nov

    Resposta aos desastres, mas só para os eleitos , por Naomi Klein, 06/Nov

    A dívida pública dos países em desenvolvimento e os empréstimos "subprime":   assalto às populações do terceiro e do quarto mundo , por Nicolas Sersiron, 06/Nov

    Super-capitalismo, super-imperialismo e imperialismo monetário , por Henry C. K. Liu, 05/Nov

    O Pico Petrolífero poderia desencadear um colapso da sociedade , por IANGV, 05/Nov

    O desemprego aumentou em Portugal mas o apoio a desempregados diminuiu e vai continuar a baixar , por Eugénio Rosa, 03/Nov

    Se privatizar é a resposta, qual foi a pergunta? , por Jorge Vasconcelos, 02/Nov

    Para além da era do petróleo , por Michael T. Klare, 01/Nov



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